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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Nova Fronteira lança box com todos os contos de Rubem Fonseca em comemoração ao centenário do escritor

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação.

O centenário de Rubem Fonseca, comemorado este ano, será celebrado pela Nova Fronteira com o lançamento de uma edição definitiva de sua obra contística no mês de maio. O box especial vai reunir todos os contos publicados pelo autor, além de dois inéditos recentemente descobertos por sua filha, Bia Corrêa do Lago.

Reconhecido por sua escrita direta, cortes cinematográficos e retratos urbanos intensos, Rubem Fonseca marcou a literatura brasileira com narrativas impactantes que exploram a violência e as desigualdades do país. Considerado por críticos como ‘o mestre do conto’, sua obra exerceu influência decisiva no gênero, combinando originalidade, vigor e um olhar afiado sobre a sociedade.

A coleção apresentada pela Nova Fronteira contemplará todos os 17 livros já publicados pelo autor, incluindo clássicos como Feliz Ano Novo, O Cobrador e Lúcia McCartney, além dos contos inéditos, ‘Natal’ e ‘Arinda’, do jovem Fonseca, escritos 15 anos antes de seu primeiro lançamento oficial.

O box especial não apenas compila toda a produção de Rubem Fonseca, mas também apresenta a versão revisada conforme suas próprias anotações. Isso porque a família do escritor, que apoiou este novo projeto, cedeu textos inéditos e forneceu anotações e correções feitas pelo próprio autor em seus exemplares pessoais.

A edição especial será composta por três volumes, cada um com um prefácio assinado por renomado estudioso da obra fonsequiana. Vera Lúcia Follain de Figueiredo (UFF) analisa os textos iniciais e os contos inéditos em ‘A palavra como arma’, já Maria Antonieta Pereira (FALE/UFMG) apresenta ‘Em si mesmadas’, um estudo sobre a produção das décadas de 1990 e 2000. Por fim, Miguel Sanches Neto (UEPG) contribui com ‘Variações Fonseca’, uma leitura instigante sobre o estilo do autor em seus últimos anos. Além desses ensaios, a caixa que abriga os volumes conta com um texto especial de Silviano Santiago, que oferece uma análise crítica aprofundada sobre a importância da contística de Rubem Fonseca para a literatura brasileira.

Sobre o autor | Rubem Fonseca nasceu em 1925 e faleceu em 2020, pouco antes de completar 95 anos, deixando uma contundente obra com trinta livros, entre os quais romances, novelas, coletâneas de contos e ‘O romance morreu’, que reúne crônicas publicadas no Portal Literal. Entre seus principais títulos estão ‘Lúcia McCartney’ (1969), ‘O caso Morel’ (1973), ‘Feliz Ano Novo’ (1975), ‘O Cobrador’ (1979), ‘A grande arte’ (1983) e ‘Agosto’ (1990). Em 2013 publicou, pela Nova Fronteira, ‘Amálgama’, vencedor do prêmio Jabuti de sua categoria. Ainda recebeu outras cinco vezes o Jabuti; em 2003, os prêmios Juan Rulfo e Camões, e, em 2015, o Machado de Assis, concedido pela ABL pelo conjunto da obra. Seu último livro publicado em vida foi a antologia de contos ‘Carne crua’, de 2018.

(Com Marco Marin/MNiemeyer Assessoria de Comunicação)

Sexta edição dos Encontros Históricos na Sala São Paulo tem início com Jorge Aragão e Almirzinho Serra

São Paulo, por Kleber Patricio

São Paulo Big Band. Foto: Íris Zanetti.

Ao longo de 2025, a Sala São Paulo traz para seu palco uma nova temporada da adorada série Encontros Históricos. O projeto coloca lado a lado grandes nomes da nossa música popular acompanhados pelo grupo instrumental São Paulo Big Band, que é formado por 20 instrumentistas e é residente desta série.

A sexta edição dos Encontros Históricos na Sala São Paulo terá início com uma dupla dedicada a gêneros musicais que são paixões nacionais: o samba e o pagode, com Jorge Aragão & Almirzinho Serra, no próximo sábado (26/abr), às 21h. A série terá outras sete datas até novembro e os ingressos podem ser adquiridos neste link. Vale lembrar que todos os Encontros serão transmitidos ao vivo no canal oficial da Sala São Paulo no YouTube.

Jorge Aragão. Foto: Yves Lohan.

Foram inúmeros os momentos marcantes nesses cinco anos de projeto, como os duetos de Erasmo Carlos & Roberta Sá, Ivan Lins & MP4, João Donato & Marcos Valle, Paulinho da Viola & Família, Alcione & Martinho da Vila, Daniela Mercury & Maria Gadú, Gilberto Gil & Aldo Brizzi, Tulipa Ruiz & Liniker, Guilherme Arantes & Ed Motta e Criolo & Luciana Mello, entre tantas outras reuniões inesquecíveis em nosso palco.

“A série Encontros Históricos propõe uma nova experiência de escuta para clássicos da MPB, com arranjos originais especialmente criados para a São Paulo Big Band e os artistas convidados. O que o público ouvirá na Sala São Paulo será único, sem repetição em outro palco. Proporcionar essa vivência, além de uma grande alegria, é parte da missão da Fundação Osesp de ampliar os programas de arte e de cultura na cidade”, afirma Marcelo Lopes, diretor executivo da instituição – que é idealizadora do projeto e responsável pela gestão da Sala São Paulo.

A sexta edição da série Encontros Históricos na Sala São Paulo tem o patrocínio de B3, a Bolsa do Brasil, Santander e EMS Farmacêutica, copatrocínio de Citi, Porto e Vivo, apoio de Cebrace, BCG e Mattos Filho, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Realização: Fundação Osesp, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, Ministério da Cultura e Governo Federal – União e Reconstrução.

Confira, logo abaixo, o calendário completo da sexta temporada do projeto Encontros Históricos na Sala São Paulo.

Sobre a São Paulo Big Band

Almirzinho Serra. Foto: Rogerio da Silva Araújo.

A São Paulo Big Band une o instrumental refinado do universo das big bands à música popular brasileira e latino-americana. Com arranjos exclusivos que abrangem Bossa Nova, samba, choro, frevo e vários outros ritmos brasileiros, a banda oferece uma interpretação contemporânea de melodias intemporais. Criado em 2021, o conjunto solidificou rapidamente sua posição como uma das principais big bands do país. É composto por 20 membros permanentes, com uma formação dinâmica que inclui cinco saxofones, quatro trombones, quatro trompetes, bateria, guitarra, contrabaixo, percussão e piano. Já foi atração principal em inúmeros festivais prestigiados e se apresentaram em espaços culturais de renome em todo o Brasil, proporcionando performances eletrizantes como uma big band independente, ao lado de orquestras sinfônicas e colaborando com convidados como Daniela Mercury, João Bosco, Paula Lima, Simoninha, Ana Cañas, Vanessa Moreno, Toquinho, Ed Motta e Carlinhos Brown. Em 2024 fez sua estreia no projeto Encontros Históricos na Sala São Paulo, a convite da Fundação Osesp.

PROGRAMA

ENCONTROS HISTÓRICOS NA SALA SÃO PAULO

JORGE ARAGÃO voz

ALMIRZINHO SERRA voz

SÃO PAULO BIG BAND

Setlist a ser anunciado.

Serviço:

Encontros Históricos na Sala São Paulo – Jorge Aragão & Almirzinho Serra

26 de abril de 2025, sábado, às 21h – Concerto Digital

Endereço: Praça Júlio Prestes, 16, Luz, São Paulo, SP

Taxa de ocupação limite: 1.388 lugares

Recomendação etária: 07 anos

Ingressos: De R$ 42,00 a R$ 230,00 (valores inteiros*) – Esgotados

Bilheteria (INTI): https://salasaopaulo.byinti.com/#/ticket/

(11) 3777-9721, de segunda a sexta, das 12h às 18h.

Estacionamento: Rua Mauá, 51 | R$ 39,00 (noturno e sábado a tarde)| 600 vagas; 20 para pessoas com deficiência; 33 para idosos.

Mais informações no site da Sala São Paulo.

A Sala São Paulo. Foto: José de Holanda.

*Estudantes, pessoas acima dos 60 anos, jovens pertencentes a famílias de baixa renda com idade de 15 a 29 anos, pessoas com deficiências e um acompanhante e servidores da educação (servidores do quadro de apoio – funcionários da secretaria e operacionais – e especialistas da Educação – coordenadores pedagógicos, diretores e supervisores – da rede pública, estadual e municipal) têm desconto de 50% nos ingressos para os concertos da Temporada Osesp na Sala São Paulo, mediante comprovação.

A Sala São Paulo Digital conta com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Realização: Fundação Osesp, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, Ministério da Cultura e Governo Federal.

A Osesp e a Sala São Paulo são equipamentos do Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerenciadas pela Fundação Osesp, Organização Social da Cultura.

Acompanhe a Osesp: Site | Instagram | YouTube | Facebook | TikTok | LinkedIn.

(Com Fabio Rigobelo/Fundação Osesp)

Galeria de Arte André abre exposições dos artistas Augusto Marx e Raquel Taraborelli

São Paulo, por Kleber Patricio

Antonio Augusto Marx – Paisagem – 60×60 – óleo sobre tela – 1987.

A Galeria de Arte André abre, no dia 26 de abril, sábado, como parte do projeto Monográficas, duas exposições simultâneas. ‘Monográficas 6’ é dedicada a Antonio Augusto Marx (1919–2008) e, ‘Monográficas 7’, a Raquel Taraborelli (1957–2020). Com curadoria de Mario Goia, as exposições trazem cerca de 30 pinturas de Marx e mais de 20 de Taraborelli. O projeto foi idealizado por Gioia com o objetivo de exibir com mais fôlego a obra de artistas de reconhecido valor (e que, por vezes, estão com visibilidade menos ostensiva dentro do circuito) que se relacionam com a própria história da galeria, já com 66 anos de atividade na cidade de São Paulo. As mostras anteriores do programa foram dedicadas a Carlos Scliar, Enrico Bianco, Iracema Arditi, Armando Sendin e José Moraes.

Antonio Augusto Marx

Para o curador Gioia, Antonio Augusto Marx é “indubitavelmente um dos maiores pintores do gênero paisagem na história da arte no Brasil”. Arquiteto e urbanista nascido no Rio de Janeiro e que se radicou em São Paulo, retratou em décadas passadas lugares hoje radicalmente transformados, como Paraisópolis, Diadema e outras paisagens antes rurais e hoje intensamente urbanizadas. Assim, essas obras se tornam ‘quase uma arqueologia’”, segundo Gioia.

Mas a mostra atual não se prende ao tom nostálgico. Apresentar as pinturas de Marx hoje atesta “a persistência de um labor contínuo e que não se prendeu a ondas novidadeiras e superficiais”, afirma o curador.

O projeto plástico-visual de Marx continua potente e robusto. Há desde as verticalidades de quando ele registra bosques e apanhados de árvores, cores mais inusitadas que usara, como o violeta, e o tom menor com que ambienta as bordas entre a zona rural e uma metrópole nascente.

Mario Gioia

Na Galeria de Arte André, Marx expôs em numerosas coletivas e ganhou individual em 1986, com texto de Jacob Klintowitz.

Raquel Taraborelli

Raquel Taraborelli – Canto da Varanda – 50×60 – óleo sobre tela – 2010.

Nascida em Avaré (SP), Raquel Taraborelli também tem um relacionamento longevo com a Galeria de Arte André, e sua prolífica produção de tom neoimpressionista continua a fazer sucesso entre o público. Para Mario Goia, a força motriz do trabalho da pintora é a harmonia. “Talvez um dos maiores atributos do corpus de obra de Taraborelli tenha sido a fidelidade. Então as numerosas paisagens campestres, as marinhas, os exuberantes e diversos vasos e as portas são abundantes em realização pela pintora”, explica o curador.

Gioia considera a nova exposição uma oportunidade de descobrir novas conexões com outros artistas, inclusive Marx. “Ao examinarmos o recorte de agora, contudo, talvez cenas de mar e o intimismo de dependências cotidianas nos traga elos com outras produções para além do que são citadas com frequência acerca da obra. Ou talvez o apuro das naturezas-mortas de vasos (lembremos o desafio recente imposto por Hockney, por exemplo, para renovar tais registros)”.

Sobre o curador Mario Gioia

Curador independente e crítico de arte, é graduado pela ECA-USP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo). Foi crítico convidado de 2013 a 2015 do Programa de Exposições do CCSP (Centro Cultural São Paulo) e fez, na mesma instituição, parte do grupo de críticos do Programa de Fotografia 2012. Em 2015, no CCSP, fez a curadoria de Ter Lugar para Ser, coletiva com 12 artistas sobre as relações entre arquitetura e artes visuais. Integrou o grupo de críticos do Paço das Artes desde 2011, instituição na qual fez o acompanhamento crítico de Luz Vermelha (2015), de Fabio Flaks, Black Market (2012), de Paulo Almeida, e A Riscar (2011), de Daniela Seixas. Em 2019, iniciou o projeto Perímetros no Adelina Instituto, em SP, dedicado a artistas ainda sem mostras individuais na cidade, que contou com exposições de João Trevisan (DF), Lara Viana (BA), Claudia Hamerski (RS), Dirnei Prates (RS) e Larissa Camnev (Campinas, SP). Na feira ArtLima 2017 (Peru), assinou a curadoria da seção especial CAP Brasil, intitulada Sul-Sur, e fez o texto crítico de Territórios forjados (Sketch Galería, 2016), em Bogotá (Colômbia). Em 2018, assinou a seção curatorial dedicada ao Brasil na feira Pinta (Miami, EUA). É colaborador de periódicos de artes como Arte al Día. Na Galeria de Arte André, fez as curadorias de Abstração em Fricção (2022), Armando Sendin – Monográficas 4 (2022), Despojos – Valdo Kerpen (2021), Carlos Scliar – Monográficas 1 (2020), André, 60 – Da Academia ao virtual (2019), Entre Artes e Ofícios, Centros e Arrabaldes (2019), e Cotidiano (2012).

Sobre a Galeria de Arte André

Com 66 anos de atuação no circuito das artes, a Galeria de Arte André foi fundada em 1959 pelo romeno André Blau.  É considerada a maior galeria de arte da América Latina, tendo se tornado uma referência no mercado de arte brasileira. Atualmente dirigida por Juliana Blau, a casa ajudou a forjar o mercado de arte no Brasil e passou por diversos endereços até se consolidar na Rua Estados Unidos, entre a Avenida Rebouças e a Alameda Gabriel Monteiro da Silva.

Conhecida pelo seu acervo de esculturas e obras de artistas como Aldemir Martins, Alfredo Volpi, Bruno Giorgi, Carlos Araujo, Carlos Scliar, Cícero Dias, Clóvis Graciano, Di Cavalcanti, Frans Krajcberg, Guignard, Hector Carybé, Manabu Mabe, Orlando Teruz, Roberto Burle Marx, Sonia Ebling e Tomie Ohtake, entre muitos outros, a casa oferece ao público exposições periódicas e projetos educacionais e culturais.

Oferece um calendário de exposições ao longo do ano, tendo diversos projetos curatoriais com artistas da casa e que fizeram parte da história e de seu acervo. Além disso, tem o projeto Multimuros, atualmente com uma obra de arte pública na fachada da galeria, localizada na Avenida Rebouças, assinada pela artista indígena Tamikuã Tixihi. Ainda em 2023, a galeria apresentará exposições do artista Cássio Lázaro.

A galeria também dispõe de uma loja virtual com obras de arte a preços acessíveis no link www.galeriandre.com.br/loja-virtual. Também mantém um blog com notícias e análises do mundo da arte, em www.galeriandre.com.br/blog.

Serviço:

Abertura das exposições Monográficas 6: Antonio Augusto Marx e Monográficas 7: Raquel Taraborelli

Dia 26 de abril, sábado, das 11h às 15h

Curadoria: Mario Gioia

Período expositivo: de 26 de abril a 31 de maio de 2025

Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 9h às 19h; sábados, das 10h às 14h

Galeria de Arte André

Rua Estados Unidos, 2.280 – Jardim Paulistano – São Paulo – SP

(11) 3081-9697 / 3081-3972 / 3063-0427

www.galeriaandre.com.br.

(Com Paula Corrêa/Buriti Comunicação)

Renato Teixeira inicia turnê nacional com apresentações no Sesc Pinheiros

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Fábio Nunes.

O Sesc Pinheiros recebe, nos dias 26 e 27 de abril, o show de abertura da turnê ‘Renato 80’, que marca os 80 anos de vida e mais de seis décadas de carreira do compositor e cantor Renato Teixeira. No palco do teatro Paulo Autran, o artista apresenta canções emblemáticas como ‘Romaria’, ‘Frete’, ‘Tocando em Frente’ e ‘Amanheceu peguei a Viola’, entre outras que fazem parte da memória afetiva de diferentes gerações.

Com direção musical do próprio Renato Teixeira, o show traz um repertório que costura música e histórias de estrada, atravessando momentos marcantes da carreira do artista. Em tom de celebração e continuidade, o espetáculo reafirma o vínculo do cantor com o público e com a missão de manter vivas as raízes da canção popular brasileira. “ ‘Em algum lugar da alma’ sinto-me com 20 anos: esse amor pelo cantar, pelo compor, essa disposição de ir de cidade em cidade levando música, contando causos e recebendo o calor do público. E quando, de cima do palco, ouço as vozes de todos entoando ‘Romaria’, ‘Tocando em Frente’, ‘Frete’, ‘Amanheceu Peguei a Viola’… como envelhecer assim? O cabelo embranquece, a pele se enruga, a força se esvai, mas o que se constrói é sempre renovado por aqueles que querem continuar essa mesma missão”, afirma Renato.

Nascido em Santos (SP) em 1945 e criado em Taubaté, no interior paulista, Renato Teixeira é autor de uma obra que se consolidou como referência da música de raiz no Brasil. Sua composição mais conhecida, ‘Romaria’ — eternizada na voz de Elis Regina —, é apenas uma entre dezenas de canções que contribuíram para dar novo fôlego à música sertaneja a partir dos anos 1970. Parceiro de nomes como Almir Sater, Sérgio Reis e Pena Branca & Xavantinho, Renato também ficou conhecido por seu trabalho como letrista, arranjador e produtor. Ao longo da carreira, recebeu prêmios e homenagens por sua contribuição à música brasileira e segue ativo em gravações e palcos por todo o país.

A turnê Renato 80 segue por outras cidades brasileiras após a estreia em São Paulo.

Serviço:

Renato Teixeira – Turnê ‘Renato 80’

De 26 a 27 de abril | sábado, às 21h e domingo às 18h

Duração: 60 minutos

Local: Teatro Paulo Autran

Classificação: 12 anos

Ingressos: R$ 70 (inteira); R$ 35 (meia) e R$ 21 (credencial plena)

Sesc Pinheiros – Rua Paes Leme, 195

Estacionamento com manobrista: Terça a sexta, das 7h às 21h30; sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h30.

(Com Andreia Lima/Sesc SP)

Blue Note São Paulo anuncia seu novo projeto com a Big Band Brasil Jazz Sinfônica

São Paulo, por Kleber Patricio

Brasil Jazz Sinfônica. Foto: Nadja Kouchi.

O Blue Note São Paulo está com um novo projeto e a casa vai receber shows especiais. O primeiro concerto, que marca a estreia da orquestra no Blue Note, será em 3 de maio, sábado, às 20h, com a Big Band Brasil Jazz Sinfônica. Em junho, no dia 7, já está confirmado ‘Henry Mancini pela Big Band Brazil Jazz Sinfônica’. Sob a regência do maestro Gustavo Petri, o espetáculo de maio celebra a riqueza e a versatilidade da música brasileira em uma roupagem jazzística vibrante.

Do samba ao baião, passando pela bossa nova, clássicos de diferentes épocas ganham novas cores com harmonias sofisticadas, ritmos pulsantes e espaço para improvisação, mantendo viva a essência brasileira. Com a maestria de seus músicos, a Big Band traduz o espírito do jazz em interpretações cheias de personalidade, revelando o encontro perfeito entre tradição e modernidade. Uma experiência única que destaca a criatividade da nossa música e promete emocionar o público com sua energia e inovação.

Nascida da consagrada Orquestra Brasil Jazz Sinfônica, que há décadas celebra a música instrumental brasileira, a Big Band Brasil Jazz Sinfônica destaca-se pela excelência de seus músicos, solistas e improvisadores virtuosos. Com a tradição jazzística somada à percussão brasileira, cria uma sonoridade única, mesclando ritmos nacionais, latinos e mundiais. Suas performances vibrantes reafirmam sua singularidade no cenário musical, cativando plateias com arranjos sofisticados e interpretações envolventes.

Tema: Música Popular Brasileira com toque de Jazz

Regência: Gustavo Petri

Repertório: Baifrevo (arranjo de João Cristal)

Canto de Ossanha – Baden Powell e Vinicius de Moraes (arranjo de João Lenhari)

Estrepolia Elétrica – Moraes Moreira (arranjo de Luiz Arruda Paes)

Frevo de Orfeu – Tom Jobim e Vinicius de Moraes (arranjo de Nelson Ayres)

Garota de Ipanema – Tom Jobim e Vinicius de Moraes (arranjo de Alexandre Mihanovich / adaptação de Júnior Galante)

Olé – Nelson Ayres (arranjo de Nelson Ayres)

Palpite Infeliz – Noel Rosa (arranjo de Fernando Corrêa)

Quebrando o Coco – Carlos Moura e Zé da Feira (arranjo de Júnior Galante)

Segura Ele – Paulo Sérgio Santos (arranjo de Proveta / adaptação de Fábio Prado)

Sítio do Pica-Pau Amarelo – Gilberto Gil (arranjo de Fernando Corrêa)

Lília – Milton Nascimento (arranjo de Fernando Corrêa).

Sobre o Blue Note São Paulo | Uma das marcas de música mais valiosas do mundo e love brand para os amantes da boa música, a franquia Blue Note encontrou em São Paulo nova morada a partir da visão de um dos sócios, Luiz Calainho, frequentador assíduo da matriz nova iorquina e que sempre nutriu o sonho de trazer a marca para o Brasil. Desde a abertura, o espaço, eleito como a melhor casa com música ao vivo pelo júri do guia O Melhor de São Paulo, com atendimento 5 estrelas, recebeu estrelas consagradas como Macy Gray, Stanley Jordan, Paulinho da Viola, Maria Rita, Elba Ramalho, Azymuth, Ed Motta e João Bosco. A casa também abre as portas para novos talentos e revelações da música brasileira como Xênia França, Ana Cañas, Rael, Agnes Nunes e Tim Bernardes, entre tantos outros.

Serviço:

Blue Note São Paulo

Endereço: Conjunto Nacional – Avenida Paulista 2073 – 2º Andar – Consolação – São Paulo/SP

Shows: 20h (abertura da casa às 19h)

Almoço & Jazz: de segunda a sexta com música ao vivo das 12h às 15h

Varanda Blue: Terça a sexta das 12h às 1h30 | Sábado das 19h às 2h – entrada gratuita

Feijoada com Samba: aos sábados das 12h às 16h

Brunch Music: todos os domingos das 10h às 16h com música vivo e entrada gratuita

Classificação etária: 18 anos | menores, apenas acompanhados dos pais ou tutores legais, conforme Lei 8.069/90 e Portaria 502 de 2021 do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Clientes Porto Bank tem 30% de desconto nos ingressos e 15% de desconto na consumação pagando com cartão de crédito Porto Bank.

A Eventim e o Blue Note não se responsabilizam por compras efetuadas em canais não oficiais.

(Com Flavia Motta/Lupa Comunicação)