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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Reconhecer e proteger os povos indígenas é garantir um futuro sustentável para todos

São Paulo, por Kleber Patricio

Mopiri Suruí, da Aldeia Joaquim, na Terra Indígena Sete de Setembro, em Rondônia. Foto: Divulgação/FSC.

Em homenagem ao Dia dos Povos Indígenas, o FSC® Brasil reforça o papel fundamental que eles têm na conservação das florestas. Há milhares de anos, as comunidades indígenas usam e protegem ecossistemas vitais e mantém serviços ambientais que sustentam a economia e regulam o clima em todo o mundo.

Como bem se sabe, o clima está intrinsecamente ligado à floresta – sem ela, não há chuva. Sem chuva, não há agronegócio. Sem agro não há alimento. As terras indígenas, além de atuarem como barreiras contra o desmatamento, são fontes de soluções ambientais que podem ser adaptadas aos desafios atuais.

A missão global do FSC é garantir ‘Florestas Para Todos Para Sempre’ e, para que isso se concretize, o reconhecimento e a garantia dos direitos dos povos indígenas são princípios imprescindíveis. Historicamente, esses povos têm demonstrado um manejo florestal responsável e seus territórios abrigam um vasto conhecimento tradicional que pode ajudar a lidar com desafios globais atuais como as mudanças climáticas, a exploração dos recursos naturais e a promoção da bioeconomia.

“É cada dia mais urgente que eles participem ativamente dos debates sobre manejo florestal”, afirma Elson Fernandes de Lima, diretor executivo do FSC Brasil. “E nosso objetivo é unir esforços para fortalecer o protagonismo dos povos indígenas em todo o mundo”, acrescenta. No Brasil, mas não apenas, a realidade é clara: a ligação intrínseca dos povos indígenas com a floresta contribui para a manutenção da biodiversidade por meio de suas práticas ancestrais.

Proteger quem protege as florestas é garantir o futuro de todos nós

Desde a sua criação, o FSC promove a participação efetiva dos povos indígenas e comunidades tradicionais valorizando seus direitos, conhecimentos e modos de vida. Em 2011, esse compromisso ganhou ainda mais força com a criação do Comitê Permanente dos Povos Indígenas, um órgão consultivo que garante que suas vozes estejam representadas nos processos de tomada de decisão da organização. Já em 2018, foi lançada a Fundação Indígena FSC, reforçando a atuação conjunta na busca por soluções sustentáveis para a gestão florestal.

Ao longo de mais de três décadas, o FSC tem demonstrado que os povos indígenas são fundamentais para a conservação das florestas. Globalmente, as terras indígenas representam cerca de um quarto da superfície terrestre (excluindo a Antártida) e abrigam grande parte da biodiversidade do planeta. Mais de 60% dessas áreas permanecem livres de desenvolvimento intensivo, servindo como referência para práticas sustentáveis e de baixo impacto ambiental.

No Brasil, ainda que se perceba o aumento das invasões em terras indígenas demarcadas, de forma geral, esses territórios são os que mantêm os menores índices de desmatamento e degradação se comparados com outras áreas protegidas. “Diante das diversas pressões sofridas, como desmatamento e mineração ilegais, viabilizar formas alternativas de sustento e renda por meio do manejo responsável fortalece a ligação dos indígenas com a terra e promove ainda mais sua conservação”, explica Elson.

Proteger os territórios indígenas é uma responsabilidade coletiva. Os serviços ambientais prestados por essas florestas — como a regulação do clima, a proteção dos estoques de carbono, a conservação do solo e da biodiversidade, e a preservação dos ciclos da água — são essenciais para toda a sociedade. Reconhecer e apoiar os povos que historicamente cuidam dessas áreas é a única forma de garantir um futuro justo e sustentável.

Um exemplo inspirador

Na Terra Indígena Sete de Setembro, em Rondônia, associações indígenas como a Soenama e a Metareilá, por meio da Cooperativa de Produção e Extrativismo Sustentável da Floresta Indígena Garah Itxa do Povo Paiter Suruí, conquistaram a certificação FSC para o manejo florestal sustentável de castanha. “Nós, indígenas, tiramos o nosso sustento da própria floresta e demos um passo muito grande ao conseguir a certificação da nossa castanha. Queremos que ela seja reconhecida e que possamos vender por um preço justo no mercado nacional e internacional”, afirma o líder indígena Rubens Naraikoe Suruí.

Na mesma região, no ano passado, também nasceu a Yabnaby, primeira agência de etnoturismo indígena do Brasil, idealizada e coordenada pelos Paiter Suruí. A ideia é conectar a cultura indígena com o desenvolvimento sustentável, oferecendo uma oportunidade única para que pessoas de todo o mundo conheçam seus costumes e sua relação com a floresta.

Sobre o FSC | O FSC é uma organização sem fins lucrativos que fornece uma solução comprovada de manejo florestal sustentável. Atualmente, mais de 160 milhões de hectares de floresta em todo o mundo em mais de 80 países são certificados de acordo com os padrões FSC. É amplamente considerado por ONGs, consumidores e empresas como o sistema de certificação florestal mais rigoroso do mundo para enfrentar os desafios atuais de desmatamento, clima e biodiversidade. O padrão de manejo florestal do FSC é baseado em dez princípios básicos concebidos para abordar uma ampla gama de fatores ambientais, sociais e econômicos. O selo ‘marca de verificação e árvore’ do FSC é encontrado em milhões de produtos de base florestal e verifica sua origem sustentável, da floresta ao consumidor.

(Com Camila Carvas/GWA Comunicação)

Fundação Tide Setúbal impulsiona nova campanha por bolsas de estudo para estudantes negros

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: TopSphere Media/Unsplash.

A Fundação Tide Setubal, por meio da Plataforma Alas, lança uma nova rodada de financiamento coletivo voltada à ampliação do acesso e da permanência de estudantes negros no ensino básico e superior, além de oportunidades de formação em idiomas e intercâmbio. A campanha, que segue até 14 de junho, conta com apoio financeiro da própria Fundação Tide Setubal, do Movimento Bem Maior e da Fundação Lemann. A iniciativa ocorre por meio da plataforma de matchfunding: a cada R$ 1 doado por pessoas físicas ou jurídicas, o Fundo Alas investe mais R$ 2, triplicando o valor arrecadado. As doações podem ser feitas neste link. As instituições participantes apresentam os seguintes objetivos em cada campanha:

Instituto Semear: visa garantir 19 bolsas-auxílio para apoiar a permanência de estudantes negros nas universidades.

Insper: busca recursos para a manutenção das bolsas destinadas a alunos negros, que representam 41% dos atuais bolsistas na universidade (130 estudantes). Além do suporte já existente, a campanha também irá financiar um projeto-piloto de mentoria e desenvolvimento profissional voltado exclusivamente a jovens bolsistas para o mercado de trabalho.

FEA-USP: tem como meta ofertar bolsas para cursos de línguas estrangeiras e uma bolsa de intercâmbio para o estudante com maior destaque acadêmico.

Escola Politeia: pretende fortalecer o programa de bolsas para famílias negras e indígenas, garantir auxílio-transporte e promover uma formação antirracista contínua para estudantes, docentes e demais membros da escola.

Associação Santa Plural: responsável pelo Fundo de Bolsas do Colégio Santa Cruz, visa a custear mensalidades para alunos negros e indígenas que não tenham condições financeiras, contribuindo com uma educação mais diversa e antirracista.

“As instituições parceiras da Plataforma Alas vêm demonstrando um crescente comprometimento com a promoção do acesso de pessoas negras em seus espaços institucionais. Esse empenho tem se traduzido em ações conjuntas que não só ampliam a presença negra, mas também impulsionam transformações na cultura organizacional por meio de compromissos internos voltados para a agenda racial”, afirma Viviane Soranso, coordenadora do Programa Lideranças Negras e Oportunidades de Acesso da Fundação Tide Setubal.

Na última edição, realizada em 2024, foram mobilizados R$ 916.965 para apoiar os estudos de estudantes negros. Desse total, R$ 345.825 foram arrecadados por meio de financiamento coletivo, e R$ 571.140 foram aportados por fundos de matchfunding. A expectativa para este ano é mobilizar mais de R$ 1 milhão em recursos.

Sobre a Plataforma Alas | Lançada em 2021, a Plataforma Alas tem por objetivo estimular um pacto coletivo para acelerar a busca pela equidade racial nas posições de liderança no sistema judiciário, meio acadêmico, setor empresarial ou na política. Desde então, os editais de capacitação e formação já beneficiaram cerca de 300 lideranças. A plataforma criou um pacto coletivo que conta com o apoio de instituições negras e propõe o envolvimento de lideranças brancas em ações que possam gerar e ampliar tais oportunidades, a fim de que a mudança também seja refletida e realizada nos espaços que ocupam.

Sobre a Fundação Tide Setubal | organização não governamental, de origem familiar, criada em 2006, que fomenta iniciativas promotoras da justiça social e do desenvolvimento sustentável de periferias urbanas e que contribuam para enfrentar desigualdades socioespaciais das grandes cidades, em articulação com sociedade civil, instituições de pesquisa, Estado e mercado.

(Com Danielle Lobato)

1º Breakfast Weekend chega a Campinas no próximo dia 26 e segue até 25 de maio agitando hotéis, cafeterias e padarias

Campinas, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação.

Quem não gosta de apreciar um bom café da manhã? Ainda mais aqueles de hotéis, cafeterias e padarias gourmet, não é mesmo? Então, agora os amantes do bom e velho café da manhã já têm um bom motivo para acordar cedo: a chegada da 1ª edição do Breakfast Weekend de 26 de abril a 25 de maio. Com opções completas e valores de R$39,90 a R$89,90, o festival oferece descontos que chegam a mais de 30% nos hotéis, cafeterias e boulangeries participantes, que oferecem cafés da manhã no sistema buffet ou de combos.

Com o objetivo de promover experiências gastronômicas diferenciadas em estabelecimentos selecionados, o Breakfast Weekend atua com preços promocionais em quatro faixas distintas: R$39,90, R$49,90, R$59,90 e R$89,90.

Como spoiler da edição, já estão confirmadas as participações de estabelecimentos como Alvear, Mercure Campinas, Sterna Café Beaumont e Ibis Jundiaí Shopping. A lista completa será divulgada no site oficial do festival no dia 24 de abril.

Sabores do Brasil

Com o tema ‘Sabores do Brasil’, o público irá embarcar em viagens gastronômicas únicas, já que o festival incentiva os estabelecimentos participantes a oferecer pratos típicos e inovadores de diversas regiões do país. “A ideia é apresentar um verdadeiro panorama da culinária nacional”, explica Carlos Galvão, um dos idealizadores do festival.

Horários flexíveis e experiências exclusivas

O Breakfast Weekend também se destaca pela flexibilidade de horários. Além das opções de café da manhã no início do dia, muitas casas estendem seus horários de funcionamento, permitindo que o público também aproveite o festival ao longo de todo o dia. Além disso, os estabelecimentos têm liberdade para criar menus personalizados de acordo com sua especialidade. Isso garante uma experiência única em cada local, com opções variadas para todos os gostos.

Expansão: São Paulo, Curitiba e Campinas

A realização simultânea do Breakfast Weekend em três cidades diferentes amplia ainda mais o alcance do evento. Segundo Galvão, “a expansão para novas praças reflete a consolidação da iniciativa, que em cada edição apresenta novos estabelecimentos, promove experiências gastronômicas diferenciadas e celebra a cultura do café da manhã no país”. 

Patrocínio oficial: Queensberry e Helloo

Nas edições programadas, o Breakfast Weekend conta com o patrocínio da Queensberry, líder da categoria de geleias há 14 anos. Com isso, o público terá a oportunidade de apreciar a qualidade e a versatilidade do produto, de acordo com sua preferência e em receitas criadas especialmente para o evento.

Nas três cidades, o festival também recebe o patrocínio da Helloo, uma das maiores empresas de mídia OOH do país, garantindo ampla divulgação para o evento. E o sistema de reservas é oferecido pela DGuests. Além dos patrocinadores, diversas entidades oficiais e associações voltadas ao turismo e à hotelaria apoiam a iniciativa em suas respectivas localidades.

Serviço:

Breakfast Weekend 

Cidades: São Paulo, Curitiba e Campinas e região

Período: de 26 de abril a 25 de maio, de segunda a sexta, sábados, domingos e feriados

Valores: R$ 39,90, R$ 49,90, R$ 59,90 e R$ 89,90

Mais informações: www.breakfastweekend.com.br e @breakfastweekend

E-mail para contato: b.fast@breakfastweekend.com.br

Estabelecimentos participantes: A lista estará disponível no site em 24 de abril.

(Com Fábio Malvezzi/Fibra Comunicação)

Michael Ruse destrincha o ódio a partir da evolução e da condição humana

São Paulo, por Kleber Patricio

Em Por que odiamos: entendendo as raízes dos conflitos humanos’, o renomado filósofo da ciência Michael Ruse lança um olhar profundo e multidisciplinar sobre uma das questões mais antigas e instigantes da humanidade: a origem do ódio. Combinando história, biologia, literatura e filosofia, Ruse examina as causas da violência e do preconceito, explorando a dualidade intrínseca ao ser humano – a capacidade de atos de nobreza e altruísmo, mas também de crueldade e destruição.

Desde as teorias do ‘bom selvagem’ de Rousseau até o estado de guerra permanente de Hobbes, Ruse mapeia um panorama das ideias que tentam explicar a natureza humana. Ele propõe que a violência não é um traço evolutivo, mas sim um subproduto indesejado de nossa história social. “Seríamos capazes de moderar ou eliminar a guerra e o preconceito?”, indaga o autor. “Acredito que sim. A história humana pesa sobre nós, mas não precisa ser o único determinante do nosso futuro.”

A obra concentra-se em duas das manifestações mais perniciosas do ódio: a guerra e o preconceito. Sob a ótica biológica, Ruse recorre à arqueologia, psicologia e antropologia para investigar suas raízes, seguindo uma abordagem darwinista. No âmbito cultural, ele analisa marcos históricos – como o Holocausto e o movimento Black Lives Matter – e obras literárias clássicas, traçando um panorama das causas e consequências da violência ao longo da história.

No prefácio, Ruse abre uma janela para sua formação como quaker, destacando como os valores de amor ao próximo e pacifismo moldaram sua visão de mundo. Ele reflete sobre os horrores da Segunda Guerra Mundial e o Holocausto, que o levaram a questionar a contradição inerente aos seres humanos. “Se somos tão sociais, por que tanto ódio entre nós?”, pondera, citando John Donne: “Nenhum homem é uma ilha, completo em si mesmo”. Nas últimas décadas, avanços científicos têm iluminado a compreensão da evolução humana e Ruse se propõe a apresentar essas descobertas ao público.

Com um estilo fascinante e um humor provocativo, o autor nos convida a refletir sobre os impulsos de agressividade e solidariedade que coexistem em nossa natureza. Ao discutir temas como racismo, antissemitismo, misoginia e o papel dos grupos sociais na propagação do ódio, ele oferece uma perspectiva relevante sobre como podemos compreender e controlar esse fenômeno. “Este livro não é sobre concordar comigo”, afirma. “É sobre reconhecer a importância do problema e a necessidade de continuar essa investigação. É uma obrigação moral posta a todos nós.”

Sobre o autor | Michael Ruse (1940–2024) foi um filósofo da ciência britânico. Escreveu ou atuou como organizador em mais de sessenta publicações. Especialista na história e na filosofia da biologia evolutiva, dedicou-se também às relações entre ciência e religião. Foi receptor das bolsas Guggenheim (EUA) e Killam (Canadá) e membro da Royal Society of Canada.

Título: Por que odiamos: entendendo as raízes dos conflitos humanos 

Autor: Michael Ruse

Tradução: Miguel Yoshida

Número de páginas: 325

Formato: 13,7 x 21 cm

Preço: R$ 74

ISBN: 978-65-5711-253-3.

(Fonte: Editora Unesp)

Nova exposição do Museu do Café apresenta fotografias que evidenciam o trabalho nas lavouras de café

Santos, por Kleber Patricio

Foto: Marcos Piffer.

O Museu do Café (MC) fará a abertura da exposição Coffea no dia 26 de abril, às 11h. A mostra temporária reúne mais de trinta fotografias do santista Marcos Piffer, que percorreu os estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Espírito Santo, Bahia e Rondônia com o objetivo de documentar o dia a dia das lavouras de café.

O fotógrafo, que já teve trabalhos expostos no Brasil e no exterior em exposições coletivas e individuais, registrou desde o amanhecer nas lavouras com os trabalhadores se preparando e juntando seus instrumentos para realizar tarefas como plantio, colheita e beneficiamento até o final do dia, quando voltam pelas estradas de terra para suas casas.

As fotografias que poderão ser conferidas pelos visitantes até setembro enfatizam a conexão direta com a terra e a importância do conhecimento e da experiência dos trabalhadores em um contexto de avanço tecnológico no campo. “A exposição Coffea nos convida a olhar com mais sensibilidade para as pessoas envolvidas diariamente no cultivo do café, revelando não apenas o trabalho, mas também a cultura e a história presentes em cada grão que chega às nossas casas”, afirma Alessandra Almeida, diretora-executiva do Museu do Café. “As imagens falam da delicadeza das mãos na derriça dos grãos e na separação das folhas e galhos sobre os panos na colheita, assim como das mãos que colocam, no plantio, as mudas novas no chão e assentam sobre a terra a esperança de frutos e vidas futuras”, finaliza Piffer, ressaltando o foco humano do projeto.

Museu do Café

Rua XV de Novembro, 95 – Centro Histórico – Santos/SP

Telefone: (13) 3213-1750

Funcionamento: de terça a sábado, das 9h às 18h, e domingo, das 10h às 18h (fechamento da bilheteria às 17h)

R$ 16 e meia-entrada para estudantes e pessoas acima de 60 anos | Grátis aos sábados e, todos os dias, para as crianças até 7 anos

Acessibilidade no local – Não possui estacionamento. www.museudocafe.org.br 

(Fonte: Assessoria de Imprensa da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas)