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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Brasileiros se preparam para viajar para a Islândia, único país europeu que controlou o coronavírus

Curitiba, por Kleber Patricio

A aurora boreal islandesa. Fotos: divulgação.

A Islândia é um dos poucos países no mundo que conseguiram erradicar o novo coronavírus e tornou obrigatório que toda pessoa que chegue ao país faça quarentena e testes antes de sair do aeroporto. As medidas sanitárias contribuem para o aumento do interesse pelo turismo no país, famoso pelas paisagens deslumbrantes e por ser palco de um fenômeno raro, a aurora boreal.

O brasileiro Marco Brotto, o Caçador de Aurora Boreal, acredita que a retomada do turismo nos próximos meses será para os países nórdicos, principalmente pela segurança sanitária. “A região teve um cuidado extremo com a pandemia e o resultado veio: a doença está sob controle. Estou fechando grupos de viagens com destino à aurora boreal para os próximos semestres e a segurança sanitária da Islândia é fator decisivo para o cliente fechar o passeio”, diz.

Cézar Edgard, Marco Brotto e Marquinhos Brotto.

Outro ponto de destaque para quem organiza viagens turísticas, como é o caso de Cézar Edgard, da Marco Brotto Expeditions, além da segurança sanitária em meio à pandemia, é o fato de a Islândia ser um país ainda pouco explorado dentro dos destinos tradicionais. “A Islândia parece outro planeta, com paisagens vulcânicas, campos de lava, gêiseres, neve, uma gastronomia extremamente saborosa e a língua é considerada uma das mais intocadas da humanidade”, explica.

O setor de turismo espera uma grande retomada a partir do segundo semestre e, entre os brasileiros, a Islândia já é bastante procurada. “Após meses sem expedições em busca da aurora boreal, já voltamos a fechar pacotes para viagens a partir de setembro. Notamos todo tipo de perfil de interessados”, conta Brotto.

Segundo Cézar, os protocolos rígidos de segurança para viagens aos países nórdicos são sempre adotados, mesmo antes da pandemia.  “Conduzimos nossas expedições estritamente dentro da lei local. Mantemos um relacionamento de perto com fornecedores locais; escutamos quem nasceu e vive lá. Vamos adotar os novos protocolos da Organização Mundial de Saúde e, com isso, garantir ainda mais a segurança das viagens”, detalha.

Turistas procuram a Islândia para viagens pós-pandemia.

Os meses entre setembro e abril têm maior potencial de visualização da aurora boreal, por isso o foco nas viagens durante este período. “Existe uma faixa territorial que se encontra no Circulo Polar Ártico que engloba a Islândia, Finlândia, Suécia, Noruega, Rússia, Svalbard, Groenlândia, Ilhas Faroe e Alaska e, de setembro a abril, temos no inverno um tempo maior de escuridão, o que permite sair à caça desse fenômeno”, finaliza Cézar.

Para saber mais sobre viagens em busca da aurora boreal, acesse https://auroraboreal.com.br/.

Casal de antas, animal em extinção, formado com um albino é flagrado no Legado das Águas

Vale do Ribeira, por Kleber Patricio

O Canjica, macho albino flagrado no Legado das Águas. Foto: Luciano Candisani.

No Dia Mundial da Anta (Tapirus terrestris), 27 de abril, o registro de casal de antas formado por um macho albino e uma fêmea de coloração normal no Legado das Águas, maior reserva privada de Mata Atlântica do país, é motivo para comemorar, pois é indício de que o animal albino está tendo qualidade de vida e conseguindo se reproduzir. O registro é fruto da parceria do Legado das Águas com o Onçafari – projeto dedicado ao estudo e conservação da vida selvagem – para monitoramento de fauna.

As armadilhas fotográficas (como são chamadas as câmeras automáticas camufladas na floresta) do projeto com o Onçafari, têm possibilitado importantes registros da fauna na Reserva. Entre os mais recentes estão os do Canjica (um dos machos albinos do Legado das Águas) com uma fêmea.

Então vem filhote albino por aí? Não é bem assim. Antes da parte fofa da história, tem a importância ecológica. De acordo com Mariana Landis, bióloga pesquisadora do Instituto Manacá, responsável pelo estudo com as antas no Legado das Águas, o registro tem dois pontos importantes: o primeiro é que o Canjica não está sendo rejeitado pelas fêmeas e, outro, é a sua aparência saudável. “É importante ponderar que ciência ainda não tem todas as respostas quando se trata de antas albinas. Isso porque a descoberta é recente, sendo necessários muitos estudos. Mas podemos sugerir algumas interpretações com base no conhecimento que já temos da espécie. É possível dizer que o registro sugere que o macho albino está desempenhando seu comportamento como qualquer outra anta, buscando formar um par reprodutivo. Além disso, o Canjica aparenta que está saudável, o que é importante a ser monitorado, já que animais albinos costumam ser mais sensíveis”, contou.

Filhotes albinos? | Mariana explica que o registro do Canjica com a fêmea pode significar a formação de um casal, já que antas são animais solitários e só se juntam no período reprodutivo. No entanto, a pesquisadora pondera que o albinismo é hereditário e recessivo – isso significa que o macho e a fêmea precisam ter o gene que causa a falta de pigmentação para gerar um filhote albino.

Mas o Canjica está na “Terra das Antas Albinas”. Além dele, no Legado das Águas há outro macho albino, o Gasparzinho, e no Vale do Ribeira há registro de mais duas antas albinas.

E tem mais: o Canjica não foi o único que “deu match”. O Gasparzinho, outro macho albino identificado no Legado das Águas, também já foi registrado com uma fêmea* diversas vezes. O registro foi feito pelo projeto Floresta Viva, criação do fotógrafo Luciano Candisani que consiste em um estúdio fotográfico camuflado na floresta e equipado com flashes e câmeras profissionais que fotografam automaticamente o animal quando passa pelos sensores de movimento e, também, pela equipe do Instituto Manacá durante o monitoramento de sua pesquisa na reserva.

Monitoramento | O projeto de monitoramento em parceria com o Onçafari inclui 20 câmeras instaladas nas áreas do Legado das Águas, fornecidas pela Log Nature, e faz parte do Onçafari Science, braço científico da instituição que tem como objetivo a observação do comportamento de animais, avaliando seu estado de saúde e desenvolvendo pesquisas ecológicas.

De acordo com Victória Pinheiro, bióloga responsável pelo Onçafari no Legado das Águas, o projeto visa realizar o levantamento populacional de onças-pardas e pintadas na Reserva para ações de proteção desses felinos na Mata Atlântica, incluindo atividades de ecoturismo como ferramenta para a conservação. Em adicional, o projeto tem gerado registros significativos de outros animais. “As câmeras, que estão instaladas em diferentes pontos da Reserva, geram um mapeamento mais abrangente que é importante para o nosso objetivo principal, pois onças dependem de uma floresta saudável, com disponibilidade de alimento. Por outro lado, o monitoramento contínuo também gera dados que podem contribuir com uma maior compreensão de outras espécies, como a anta”, diz a bióloga.

Para David Canassa, diretor da Reservas Votorantim, a parceria com o Onçafari está fortalecendo os dados de outros estudos realizados na Reserva. “Desde 2014, realizamos pesquisas científicas com diferentes parceiros, que resultaram em descobertas muito relevantes para a conservação da Mata Atlântica. Os projetos com o Instituto Manacá e o fotógrafo Luciano Candisani são um ótimo exemplo, com a descoberta das antas albinas. Agora, com monitoramento contínuo pelo projeto com o Onçafari, ampliamos as possibilidades e oportunidades de novas descobertas, seja por dados que se sobrepõem ou os que complementam com novas informações”, finaliza.

Acesse o vídeo: https://drive.google.com/drive/u/0/folders/1dnc-L1n8rYx34ifQgsjXnoHebI9tzD3V.

*O registro em fotografia do Gasparzinho, assim como a descoberta das duas antas albinas, foi descrito em artigo científico, disponível em https://bit.ly/3i46Mlq.

Sobre o Legado das Águas – Reserva Votorantim | O Legado das Águas, maior reserva privada de Mata Atlântica do país, com extensão aproximada à cidade de Curitiba (PR), é um dos ativos ambientais da Votorantim. Localizada na região do Vale do Ribeira, no sul do Estado de São Paulo, a área foi adquirida a partir da década de 1940 e conservada desde então pela Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), que manteve sua floresta e rica biodiversidade local com o objetivo de contribuir para a manutenção da bacia hídrica do Rio Juquiá, onde a companhia possui sete usinas hidrelétricas. Em 2012, o Legado das Águas foi transformado em um polo de pesquisas científicas, estudos acadêmicos e desenvolvimento de projetos de valorização da biodiversidade, em parceria com o Governo do Estado de São Paulo.

Hoje, o Legado das Águas é administrado pela empresa Reservas Votorantim, criada para estabelecer um novo modelo de área protegida privada, cujas atividades geram benefícios sociais, ambientais e econômicos de maneira sustentável.

Sobre o Onçafari | O Onçafari atua no Pantanal, Cerrado, Amazônia e Mata Atlântica com o objetivo de promover a conservação do meio ambiente e contribuir com o desenvolvimento socioeconômico das regiões em que está inserido por meio do ecoturismo e de estudos científicos. O projeto é focado na preservação da biodiversidade em diversos biomas brasileiros, com ênfase em onças-pintadas e lobos-guarás.

Obras “Contos do balé” e “Outros contos do balé”, da bailarina Inês Bogéa, têm lançamento em e-book

São Paulo, por Kleber Patricio

Dançar não se resume a simples movimentos – é preciso muita dedicação, conhecimento e estudo. As edições de Contos do balé e Outros contos do balé (SESI-SP Editora), da autora e bailarina de sucesso Inês Bogéa, que, agora, estão disponíveis na versão e-book, apresentam ao leitor grandes momentos com estrelas desta arte e são as indicações para celebrar o Dia Internacional da Dança (29 de abril). O lançamento destes títulos no formato digital é um convite para o leitor se inspirar e/ou criar outras maneiras de dançar. As obras fazem parte, ainda, do acervo doado pela Cosac Naify à SESI-SP Editora.

Contos do balé | Em Contos do balé, Inês Bogéa faz uma viagem pelo tempo, passando por cinco contos: A menina mal olhada, Giselle, Coppélia, O lago dos cisnes e Petrouchka. Nesta obra, há informações sobre a origem das coreografias, curiosidades sobre as primeiras apresentações nas cortes e sobre os grandes artistas. As fotos também fazem parte da dança: são registros de momentos reais que, de outro modo, só existiriam na imaginação ou na memória de quem assistiu ao espetáculo.

Outros contos do balé | Já Outros contos do balé traz histórias de cinco peças indispensáveis para qualquer companhia clássica: A sílfide, O corsário, La bayadère, O quebra-nozes e O pássaro de fogo. O livro apresenta, ainda, mais de 70 ilustrações, alguns passos e posições, quem são os profissionais da dança e um perfil das principais companhias de balé clássico do mundo.

Sobre a autora | Inês Bogéa é diretora da São Paulo Companhia de Dança, doutora em Artes pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), bailarina, documentarista, escritora, professora no curso de especialização em Arte na Educação – Teoria e Prática, da Universidade de São Paulo (USP). Jurada técnica no quadro Dança dos Famosos do Domingão do Faustão. De 1989 a 2001, foi bailarina do Grupo Corpo, em Belo Horizonte. Foi crítica de dança da Folha de S. Paulo de 2001 a 2007. Na área de arte-educação, foi consultora da Escola Técnica Municipal de Teatro, Dança e Música Fafi (2003-2004) e consultora do Programa Fábricas de Cultura da Secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo (2007-2008). É autora de mais de 40 documentários sobre dança.

Sobre a SESI-SP Editora | A SESI-SP Editora tem como ação principal organizar conhecimento nas áreas de cultura, educação, esporte, nutrição e saúde, cumprindo sua missão de apoiar a entidade em seus mais diversos campos de atuação. Com mais de mil títulos em seu catálogo, em diferentes formatos (e-books, audiobooks e impressos), tornou-se referência na edição de livros educacionais, infanto-juvenis, de alimentação, de HQs nacionais e europeias e de obras de interesse geral. Saiba mais em www.sesispeditora.com.br.

Serviço:

Título: Contos do balé

Autora: Inês Bogéa

Editora: SESI-SP Editora

Formatos disponíveis: Impresso e e-book

Título: Outros contos do balé

Autora: Inês Bogéa

Editora: SESI-SP Editora

Formatos disponíveis: Impresso e e-book.

Conheça a banda As Baías

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

Criada em 2014 – com o nome de As Baías e a Cozinha Mineira – e com primeiro álbum lançado em 2015, As Baías é uma banda brasileira formada pelas cantoras e compositoras Assucena Assucena, Raquel Virgínia e pelo cantor, compositor e produtor Rafael Acerbi. A banda, que começou com influências do Tropicalismo, mas que sempre carregou em sua história a liberdade de ideia em suas criações musicais, estreia uma nova era cheia de grandes novidades, que incluem mudança de nome – o trio passa a se chamar As Baías, como muitos já a referenciam – e um som com mais referências ao pop.

Esse novo momento da carreira aconteceu porque os três integrantes acompanharam, com o passar dos anos, as inovações e criações vindas da indústria da música e gostaram do que viram. Com essa efervescência no cenário, o trio enxergou que agora seria o momento ideal para trazer isso ao público. “Sinto que essa nova era está revoando a banda mais uma vez e gostamos muito de inovar. Eu sinto que é uma nova era de grandes acontecimentos na nossa carreira”, disse Raquel Virginia. “Mesmo com 5 anos de carreira e 4 discos lançados, esse é um caminho de muito frescor, estamos abrindo portas para um novo lugar”, disse Rafael Acerbi. “Eu gosto desse clichê: as vezes é preciso mudar para continuar sendo o mesmo, mudamos de novo”, comentou Assucena Assucena.

Atualmente, a banda possui três álbuns de carreira; o primeiro, lançado em 2015, Mulher, que conta com 13 músicas. Já o segundo foi divulgado em 2017 e se chama Bixa. Ambos foram lançados de forma independente, marcados pela diversidade de gêneros e ritmos. Em 2019, foi a vez de Tarântula, já com a Universal Music. O último lançamento do trio foi o EP Enquanto Estamos Distantes, feito no período de quarentena e trazendo consigo mensagens sobre paz, amor e esperança. Esse trabalho já indiciava o novo momento da banda, com influências pop em algumas composições, como Nosso Apartamento.

O grupo se destaca com indicação ao Grammy Latino de 2019, na categoria melhor Álbum Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa, pelo álbum Tarântula. E tem ainda em seu currículo dois troféus conquistados no 29º Prêmio da Música Brasileira, nas categorias Melhor Grupo de Canção Popular e Melhor Disco de Canção Popular, pelo álbum Bixa (2017).

Nos três últimos três carnavais de São Paulo, a banda conduziu o trio elétrico do bloco Love Fest, que arrastou milhares de foliões pelo centro da cidade. Em 2020, foi a primeira vez do grupo se apresentando com o novo projeto As Baías Big Band, composto por 10 mulheres com o trio.

As Baías Big Band possui uma vertente mais pop. A criação deste novo projeto possui um novo set list totalmente diversificado e que conta com singles de cantores como Ludmilla, Pabllo Vittar, Anitta, Ivete Sangalo e Daniela Mercury, entre outros artistas pop. Só no carnaval, a big band arrastou uma multidão na Avenida Tiradentes, em São Paulo. Este é só o início desta nova fase do grupo, que deve lançar álbum totalmente inovador ainda este ano.

A banda participou, ainda, de importantes festivais, como a 24ª Parada do Orgulho LGBTI+ do Rio de Janeiro (2019), Virada Sustentável do Rio de Janeiro (2019); Milk Shake Festival (São Paulo, 2018), Mimo Festival (Paraty, 2017), Festival Bananada (Goiânia, 2018), Festival Mix Brasil de Cultura e Diversidade (São Paulo, 2016) e a Virada Cultural de São Paulo, da qual participa anualmente desde 2016. Em 2017, subiu ao palco do Festival Combina MPB, em Salvador, ao lado de Daniela Mercury, para participar do show de Johnny Hooker. Com a cantora baiana Daniela Mercury, gravou também a canção Geni e o Zepelim, de Chico Buarque de Holanda, para o programa Clube Versão, da HBO Latin America. Em 2019, Assucena Assucena e Raquel Virgínia destacaram-se como apresentadoras do ABZ da Música, programa de entrevistas transmitido pelo canal Music Box Brasil.

Em janeiro de 2021, lançaram o álbum visual Drama Latino, projeto musical trabalhado separadamente single a single durante o segundo quadrimestre do ano passado que contou com colaborações de Cleo, Kell Smith, Linn da Quebrada, Xand Avião e, por fim, Luísa. Drama Latino, dirigido por Gringo Cardia, um dos diretores mais renomados do país e Jackson Tinoco, teve produção musical de Daniel Ganjaman, outro nome de prestígio no meio. Angariando consigo cinco faixas, misturou estilos musicais latinos, desde o pop ao brega funk. As gravações aconteceram na cidade do Rio de Janeiro e obedeceram a todas as normas de saúde e segurança.

Com Sonza, podemos esperar um single repleto de influências da música pop latina e do tecnobrega. O clipe tem visual fashionista e é cheio de coreografia, se tornando a nova aposta para o verão 2021. “Esse lançamento marca um encontro feliz entre esse trio tão incrível e cheio de talento e eu. Tenho certeza que o público amará”, diz Luísa Sonza. “Pra mim, cantar com a maior expoente do pop atual é uma honra e sem dúvidas um divisor de águas”, diz Raquel. Quarto Andar é uma canção que nasceu do desejo de nos conectarmos com a nossa essência pop e nada melhor do que convidar um de seus maiores expoentes, que é a grande Luísa Sonza. Foi incrível ela aceitar nosso convite; ela generosamente abrilhantou a realização desse encontro com nossa essência pop”, comenta Assucena Assucena.

Rafael Acerbi, que também assina a composição, diz que foi a música mais POP que já fizeram até o momento. Quarto Andar é a última canção a ser lançada do nosso álbum, com produção musical do Daniel Ganjaman e direção audiovisual do Gringo Cardia. Atrevo-me a dizer que essa música é a canção mais pop que já gravamos. Com uma pegada Pop Latino, a música é recheada de beats e violões. A participação da Luísa Sonza é uma honra. Ela é um grande nome da música Pop e uma grande cantora. A música caiu como uma luva pra voz dela e chegamos exatamente onde queríamos. É uma composição minha e de Mônica Agena, Amanda Coronha e Cortuah”.

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Guri abre inscrições para cursos modulares online de prática e teoria musical na Capital e Grande São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Crédito da foto: Roberta Borges.

O Guri Capital e Grande São Paulo, programa de educação musical e inclusão sociocultural da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo gerido pela organização social Santa Marcelina Cultura, está com inscrições abertas até o dia 29 de abril para dezessete cursos modulares online. Os cursos, ministrados pelas professoras e professores do programa, foram organizados nas seguintes áreas: Música para Educadores e Educadoras, Música e Tecnologia, Música Interativa e Música em 9 Passos.

A área de Música para Educadores e Educadoras engloba cursos como A Voz Infantil e o (a) Educador (a) que Canta, Introdução à Flauta Doce para Educadores (as), Vivências Musicais para Educadores e O Violão no Ambiente de Ensino-Aprendizagem. Em Música e Tecnologia os interessados encontram cursos como Introdução à Editoração de Partituras e Conhecendo os Softwares para Produção Musical. Já Música Interativa abrange cursos voltados para crianças e adolescentes (de 10 a 18 anos), como O Violão Descomplicado e Criativo e O Piano: uma Visão Panorâmica do Universo das Teclas. E a área de Música em 9 Passos é destinada para pessoas a partir de 18 anos, com cursos como Piano em Casa – Introdução ao Universo dos Teclados, A Teoria Musical em 9 Passos e Os Ritmos Brasileiros e a Percussão.

Os cursos têm duração de nove aulas semanais e serão oferecidos via Plataforma Zoom. As aulas terão início a partir da primeira semana de maio. Serão ofertados recursos de acessibilidade mediante solicitação. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até 17h do dia 29 de abril pelo site http://gurisantamarcelina.org.br/noticias/cursos-modulares-online/.

Saiba mais em http://www.gurisantamarcelina.org.br.

Guri Capital e Grande São Paulo | O Guri é um programa que desenvolve o ensino musical e a inclusão sociocultural para 13 mil crianças e adolescentes entre 6 e 18 anos em 46 polos da capital e em cidades da Região Metropolitana de São Paulo. Sob gestão da Santa Marcelina Cultura, Organização Social (OS) qualificada pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, o programa proporciona a oportunidade de crescimento cultural e inclusão social por meio de uma educação musical de qualidade apoiada por um trabalho social efetivo. Sempre apostando na plena capacidade de desenvolvimento do ser humano, o Guri oferece não apenas uma rede de apoio para suas alunas e alunos, mas também para seus familiares e comunidades nas quais o programa atua.

Cursos Modulares Online | Guri Capital e Grande São Paulo

Período de inscrição até 29 de abril às 17h

Música para Educadores e Educadoras

A Voz Infantil e o(a) Educador(a) que Canta

Introdução à Flauta Doce para Educadores (as)

O Violão no Ambiente de Ensino-Aprendizagem

Práticas Musicais Criativas

Os Ritmos Brasileiros e a Percussão

Vivências Musicais para Educadores

Música e Tecnologia

Conhecendo os Softwares para Produção Musical

Introdução à Regência

Introdução à Editoração de Partituras

Música Interativa (de 10 a 18 anos)

O Piano Descomplicado e Criativo (de 10 a 14 anos)

O Violão Descomplicado e Criativo (10 a 18 anos)

Os Ritmos Brasileiros e a Percussão (10 a 18 anos)

O Piano: Uma visão panorâmica do universo das teclas (15 a 18 anos)

Música em 9 Passos (a partir de 18 anos)

Piano em casa – introdução ao universo dos teclados

O Violão em 9 Passos

Os Ritmos Brasileiros e a Percussão

A Teoria Musical em 9 Passos

Onde: Plataforma Zoom.