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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Engajamento na causa ambiental gera retorno positivo à natureza e bons resultados nos negócios

Brasil, por Kleber Patricio

Imagem de Nattanan Kanchanaprat por Pixabay.

Os consumidores estão cada vez mais conscientes e têm optado por comprar ou contratar serviços de empresas que tenham o chamado “selo verde”, ou seja, uma certificação que destaca a responsabilidade social. De acordo com uma pesquisa realizada pela Nielsen, 42% dos consumidores brasileiros estão mudando seus hábitos de consumo para reduzir seu impacto no meio ambiente. Além disso, 58% não compram produtos de empresas que realizam testes em animais e 65% não compram de empresas associadas ao trabalho escravo. Pensando na sociedade e no meio ambiente, surgem as chamadas fintechs verdes no ecossistema bancário. As fintechs são startups que atuam para inovar e otimizar serviços do sistema financeiro, através de soluções tecnológicas.

O mercado, de maneira geral, já está presenciando uma virada de chave nesta vertente de atuação, com cada vez mais ações voltadas para a preservação. Entidades e organizações também estão engajadas com a pauta e se mostram dispostas a mudar a mentalidade corporativa, além das próprias empresas que estão dando maior atenção à causa ambiental nos últimos anos.

Área de preservação UzziPay. Foto: divulgação.

Na Ásia, por exemplo, o investimento em empresas sustentáveis ultrapassou a marca de US$28 bilhões em 2019. Os chamados títulos verdes são investimentos de impacto e um dos grandes responsáveis por mudar a mentalidade de grandes empresários ao redor do mundo, dando atenção a empresas sustentáveis na hora de escolher onde aportar seus investimentos.

Embaladas por esse movimento, as fintechs com engajamento sustentável se multiplicaram nos últimos anos. Além da Ásia, esse universo de fintechs verdes também é muito presente na Europa, com os exemplos se multiplicando ano após ano.

No continente europeu, o termo ‘investimento de impacto’ já é bastante familiar aos empresários e tem trazido retorno positivo, tanto financeiramente quanto em práticas adotadas para preservação ambiental, programas sociais, educação e saúde, por exemplo. Há, exemplos de fintechs, como a holandesa Bunq, que permite aos usuários compensar sua emissão de CO₂ plantando uma árvore a cada €100 de transação.

Existem também algumas plataformas de investimento de impacto, como a francesa Helios, uma conta de poupança que permite aos usuários investir seus depósitos bancários em projetos climáticos, como energia renovável ou remoção de carbono. Algumas fintechs implantaram alternativas sustentáveis práticas aos clientes; por exemplo, substituindo os cartões de débito e crédito tradicionais, de plástico, por cartões produzidos com madeira reflorestada. Ações tangíveis como essas ajudam a entender a força e importância desse ecossistema de atuação.

O Brasil ainda está iniciando uma caminhada para consolidar esse formato de negócio, mas os cases já são visíveis. “É uma realidade cada vez mais latente, no futuro veremos muito mais instituições financeiras e de outros segmentos com engajamento social e sustentável. São sementes plantadas hoje que irão florescer em breve”. Quem faz a afirmação é Isabelle Kwintner, diretora sênior de estratégia da UzziPay, uma fintech com engajamento no desenvolvimento sustentável da Amazônia. E essa “semente” pode não ser apenas metafórica. No caso da Uzzipay, a proposta é preservar uma árvore na Amazônia para cada nova conta aberta através do banco digital. Ações como essa saem do campo teórico e dos discursos e se tornam atitudes palpáveis que, de fato, têm um impacto relevante para a natureza.

A Uzzipay financia uma área de reserva legal da Amazônia em Rondônia. Com a abertura da conta digital e a utilização dos recursos, como transferências, pagamentos e recargas, quanto mais movimentação o correntista tiver, mais recursos serão destinados à reserva de preservação. A área escolhida tem 700 hectares de floresta em uma reserva legal de manejo florestal em Porto Velho e o monitoramento do local é feito por solo, por drones ou voos tripulados sobre a região e por imagens de satélite. A ideia é criar reservas em outros biomas, conforme o desenvolvimento da fintech e o aumento no número de correntistas.

Sustentabilidade e lucro | As bolsas de valores mundiais estão mensurando na prática o valor das companhias sustentáveis que possuem capital aberto. Ao mesmo tempo em que as empresas criam projetos de efeito ao meio ambiente, as ações delas costumam se valorizar nas bolsas.

De fato, essa valorização se concretizou, estabelecendo uma tendência que se firma cada vez mais no mercado. O Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3 (bolsa de valores de São Paulo) — estabelecido para analisar o desempenho das empresas em aspectos sustentáveis — apresentou rentabilidade de 203,8%, entre 2005 e 2018. “Com as redes sociais, aumentou a cobrança e também a preocupação das pessoas em saber o que as empresas fazem pelo meio ambiente. Apenas evitar a degradação ambiental já não é mais suficiente, é preciso fazer algo mais”, analisa Kwintner.

Outros aspectos são igualmente positivos para o desenvolvimento desse formato de companhias: os clientes se mostram mais fiéis, por se identificarem com a causa, os funcionários também são engajados e a marca ganha mais valor agregado pela responsabilidade social.

Orquestra de saxofones Ensax lança álbum produzido durante a pandemia

Curitiba, por Kleber Patricio

A Ensax Orquestra em show antes da pandemia. Fotos: divulgação.

Estreia esta semana nas plataformas digitais o primeiro álbum da Ensax Orquestra, única desse estilo no país, que desde 2015 desenvolve um trabalho dedicado à música instrumental brasileira. A riqueza dos timbres da orquestra promove uma experiência sonora sofisticada e marcante, em um álbum com músicas de Chico Buarque, Baden Powell, Roberto Menescal, Heitor Villa-Lobos e Luiz Gonzaga.

A maior parte do EP foi gravada em Curitiba, cidade sede da orquestra, e outra parte em São Paulo, com arranjos de Roberto Sion, Cacá Malaquias e Rodolfo Vilela. O repertório também celebra uma parceria com o renomado acordeonista e compositor Toninho Ferragutti.

“Estávamos trabalhando num projeto de apresentações com o Ferragutti quando vieram a pandemia e todas as suas restrições. Então o plano foi adaptado para novas possibilidades, culminando na gravação desse álbum, o nosso primeiro após sete anos de orquestra. Foi um momento de intensa produção de todos do grupo e o registro veio para celebrar a nossa profusão criativa”, conta Paulo Campos, líder da Ensax.

Novo álbum da Ensax Orquestra já está disponível nas plataformas digitais de música.

“A música QuarenTEMA 01 faz parte de uma série de temas compostos por Ferragutti desde o início da pandemia e foi gravada com ele. Conta também com arranjo do Cacá Malaquias, integrante da célebre Banda Mantiqueira, uma das mais importantes para a música instrumental brasileira. Grande compositor, arranjador e multi-instrumentista. Foi uma honra unir esses dois nomes ao nosso trabalho”, afirma Campos.

O repertório conta com as músicas Vou deitar e Rolar (Baden Powell e P.C. Pinheiro), Bye Bye Brasil (Chico Buarque e Roberto Menescal), Trenzinho do Caipira (Heitor Villa-Lobos), Qui nem Jiló (Luiz Gonzaga) e QuarenTEMA 01 (Toninho Ferragutti). As gravações aconteceram em meio ao projeto Paiol Musical, promovido pela Fundação Cultural de Curitiba no histórico Teatro Paiol, que em 2021 comemora 50 anos de existência.

“Esse é outro material incrível, produzido em vídeo, que uniu vários grupos e artistas da cidade. Certamente será apresentado ao público ainda esse ano pela FCC. Além desse projeto, para 2021 a Ensax tem a expectativa de lançar mais dois novos álbuns”, finaliza o líder da orquestra.

Para ouvir o álbum completo da Ensax Orquestra, acesse: Spotify | Amazon | Apple | Deezer | Tidal | Youtube.

Ficha técnica Ensax Orquestra:

Paulo Campos e Patrik Meloi (sax-soprano) “Melo”

Cinthia Oyama (sax-barítono)

Antônio Sousa, Gabriel Gonçalves e Bruno Wladeck (sax-tenor)

Fran Bariviera, DecoLuppi e Paulo Silva (sax-alto)

Banda:

Shirley Granato (bateria)

Nando Lemos (percussão)

Hermes Drechsel (piano)

Anderson Dias (contrabaixo)

Músico convidado: Toninho Ferragutti (acordeon)

Captação de áudio, mixagem e masterização: Valderval de Oliveira Filho.

CASACOR São Paulo anuncia novo endereço

São Paulo, por Kleber Patricio

EU SEREI OUTRO LUGAR – intervenção de Felipe Morozini no detalhe. Crédito da foto: Felipe Avarena.

Uma intervenção artística de mais de 3.000 m², que levou dois dias para ficar pronta, marca oficialmente a chegada da CASACOR São Paulo a seu primeiro endereço dessa nova fase da marca. Além disso, a participação de Felipe Morozini na CASACOR reserva outras surpresas. “Faremos uma CASACOR inteligente, um pouco mais compacta do que as apresentadas nos últimos anos, com fluxo de visitação programada e uma grande estrutura de receptivo, bem adequada aos novos tempos”, esclarece a superintendente nacional da mostra Livia Pedreira.

O tema a ser explorado pelo elenco este ano é A casa original. A inspiração para o conceito surgiu antes mesmo da pandemia que nos trancou em casa e impôs novas reflexões sobre o morar contemporâneo. A tendência, captada no mundo pré-pandemia, continua atual. Naquele momento, o mal-estar provocado pelo excesso, pela exaustão digital e pela ansiedade, pedia uma pausa. Como resposta, a Casa Original promove uma série de reflexões, sobretudo pelo evidente desejo de retorno às origens, de buscar na ancestralidade e na simplicidade o necessário equilíbrio entre o passado e o futuro.

Os arquitetos, designers e paisagistas do elenco CASACOR serão convidados a pensar sobre esse novo universo do morar: o lugar de afetos e memórias que celebra nossa identidade. “A pandemia antecipou esse movimento de volta para casa, para os afazeres cotidianos, para a autossuficiência doméstica, mas também nos plugou definitivamente no universo digital”, lembra Livia Pedreira.

CASACOR São Paulo volta a percorrer a cidade | Nesse momento de intensa transformação social, a mostra paulistana aposta, ainda, no retorno de seu tradicional modelo itinerante, através do qual se tornou famosa por inovar sempre em formatos e locais de exposição diferentes e inesperados.

Após mais de uma década explorando cada nuance do Jockey Club, agora o público de CASACOR São Paulo vai se surpreender a cada ano com os locais da exposição. “Vamos retomar o DNA original da marca, que voltará a ser itinerante. O momento é mais que propício, uma vez que a cidade começa a oferecer novos espaços para grandes eventos, com a futura inauguração da Cidade Matarazzo e do Alegra Pacaembu”, lembra Benjamin Ramalho, diretor executivo da CASACOR. A mudança de endereço, que já está planejada para ocorrer também pelos próximos cinco anos, é uma das estratégias de negócio para o futuro da marca, que tem mantido sua relevância e influência no segmento ao proporcionar experiências nos universos da arquitetura, da decoração e do design. A marca sempre evoluiu em forma e conteúdo, mantendo vivo em seu DNA o desafio de apresentar propostas criativas, versáteis e adequadas ao momento. Um bom exemplo foi o inovador projeto Janelas CASACOR e a implementação do formato phygital nacionalmente, sem perder a essência da marca, criada em 1986.

“Nosso investimento nos meios digitais é outra prioridade da área de negócios da CASACOR, trazendo novas possibilidades para as marcas parceiras que investem na mostra. Agora, além de proporcionar a experiência física a quem visita o evento, recursos como tour virtual e outras ativações poderão proporcionar uma imersão no universo da marca, mesmo após o evento. Vale lembrar que todos os locais de exibição estarão preparados para receber os visitantes em condições de segurança determinada pelos protocolos sanitários, como distanciamento social, uso obrigatório de máscaras e acesso facilitado a pias para limpeza das mãos e álcool em gel”, explica André Secchin, diretor geral da CASACOR.

Sobre a CASACOR | Empresa do Grupo Abril, a CASACOR é reconhecida como a maior e mais completa mostra de arquitetura, design de interiores e paisagismo das Américas. O evento reúne, anualmente, renomados arquitetos, decoradores e paisagistas e em 2020 chega à sua 34ª edição em São Paulo, com 15 praças nacionais (Bahia, Brasília, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Ribeirão Preto), e mais quatro internacionais (Miami, Bolívia, Paraguai e Peru).

Mais informações:

http://www.casacor.com

http://www.janelascasacor.com.br

Facebook: http://www.facebook.com/casacoroficial

Instagram: @casacor_oficial/@casacor_sustentavel.

Site do Vila de Vassouras: uma janela virtual para um museu do futuro

Vassouras, por Kleber Patricio

Fotos: Marcos Gusmão.

A inauguração do Museu Vila de Vassouras, na cidade de Vassouras, situada no Vale do Café, RJ, está prevista para setembro de 2022, mas o site dedicado ao espaço já está no ar – um site em construção para um museu em construção. A ideia inovadora é que todo o processo de elaboração do museu – as obras, os rascunhos do arquiteto, as relações com a comunidade, as pesquisas na história, a memória, as identidades da gente do Vale, os eventos culturais, a formatação do conteúdo – seja acompanhado e compartilhado passo a passo. Um museu não é feito apenas daquilo que guarda, mas também do que espalha.

O site tem páginas dedicadas à obra e aos trabalhos acadêmicos e um blog com matérias jornalísticas sobre tudo o que interessa do passado, presente e futuro da região do Vale do Café – além de uma belíssima galeria de fotografias que mostram o processo de restauração do prédio, os achados arqueológicos e a evolução da obra que está transformando um casarão de 1853 no novíssimo Museu Vila de Vassouras.

O prédio, adquirido pelo Instituto Vassouras Cultural em 2017, foi erguido para ser o Hospital da Santa Casa de Misericórdia de Vassouras e desde 1910 funcionava como o Asilo Barão do Amparo. O tempo, o descaso e, finalmente, um incêndio de grandes proporções, em 2011, deixaram o imóvel em condições precárias, com ameaça de desabamento. Desde 2019, quando foram iniciadas as obras, o sentimento de abandono vai sendo substituído pela expectativa do que virá pela frente. “O dia a dia dos trabalhos, a opinião técnica, os desafios da restauração, as epifanias da arquitetura, a distribuição dos espaços internos, a elaboração do acervo, as ideias para futuras exposições – os visitantes do site poderão acompanhar de perto tudo o que cerca a criação de um equipamento cultural de grandes proporções, que deixará um extraordinário legado na região”, conta Renato Lemos, editor do site.

Um legado que já pode ser vislumbrado com a restauração do Memorial Judaico, nos jardins do casarão. Uma história fascinante – relatada em uma matéria no blog do site – que conta a saga de Benjamin Benatar, comerciante de origem judaica que, no século XIX, driblou a intolerância religiosa e conseguiu ser enterrado, como judeu, no território cristão da Santa Casa de Misericórdia. Seu jazigo só foi descoberto em meados da década de 1980 e depois transformado em um memorial – com paisagismo de Burle Max – que, após restaurado, estará aberto à visitação pública.

Isso é só uma parte das muitas histórias que o Museu Vila de Vassouras irá contar. Para aqueles que gostam de acompanhar tudo ainda mais de perto, as redes sociais do museu também já estão no ar, recortando em pílulas o conteúdo do site e trazendo, quase em tempo real, o dia-a-dia da obra.

Serviço:

Museu Vila de Vassouras – previsão de abertura em setembro de 2022

Site: http://museuviladevassouras.org.br/

Facebook: @museuviladevasssouras | Instagram: @museuviladevassouras.

Dia do Café: aprenda oito formas de preparar o café perfeito

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Mike Kenneally/Unsplash.

Nesta segunda-feira (24) é celebrado no Brasil o Dia do Café. Esse grão que é tão indispensável na vida do brasileiro tem uma data só dele e nada como uma desculpa para celebrar aquele tão desejado cafezinho; seja para dar aquele gás ao longo do dia, para acompanhar um docinho no meio da tarde ou mesmo para fazer uma pausa no meio da loucura diária de trabalho. Pensando nisso, a Rede St Marche, referência em produtos diversificados de alta qualidade, criou um e-book com várias informações sobre a iguaria, desde a origem até instruções para fazer o café perfeito em casa. Se você é fã da bebida, confira as dicas para fazer o melhor café em casa, independente de qual método prefere:

Coador tradicional | Para esse preparo, a indicação é utilizar a moagem mais fina ou média e não compactar o pó no filtro. Uma dica importante para não queimar o pó é desligar a água um pouco antes de levantar fervura ou aguardar um minutinho após fervura antes de passar o café. Curta o cheirinho do café e deixe a água passar sem apressar o processo com uma colher. Uma boa proporção é 10 g de café (uma colher de sopa cheia) para cada 100 ml de água.

Cafeteira italiana | Também chamada de Moka, é ótima para preparar cafés mais encorpados, muito parecidos com o espresso. Basta colocar a água até o nível indicado. Depois, adicione o pó de café já moído na peça removível, sem compactar, e leve ao fogão. Quando a água começa a subir, é o momento certo de desligar o fogo e não queimar o pó de café. Outra dica importante é colocar um pouquinho de água fria na parte de cima da cafeteira italiana – assim, quando a bebida ficar pronta, não passa no alumínio muito quente, o que pode queimá-lo e acentuar o amargor na xícara.

Prensa francesa | Para usar a prensa francesa, é preciso escolher um café com uma moagem um pouco mais grossa. A água quente (temperatura ideal entre 80 e 90ºC) deve ficar em contato com o pó por cerca de 4 minutos. Esse tempo de infusão é importante para liberar os óleos essenciais do café e para a bebida ganhar corpo. Depois do período de infusão, abaixe o êmbolo para que ocorra a separação do café feito do pó. Sirva devagar para evitar o excesso de pó na xícara.

Aeropress | Para esse método, é importante se atentar à torra e à moagem do café para conseguir um bom resultado. Ela funciona de forma muito parecida com uma seringa. Adicione água quente ao pó de café e deixe em infusão por até 50 segundos. Após esse tempinho, pressione o êmbolo em direção à xícara.

Clever Dripper | Uma vez que o pó e a água quente são colocados, a Clever mantém o café imerso preso dentro dela. Como a válvula é controlada por peso, quando o porta filtro é posicionado na borda da xícara, a bebida é liberada. A recomendação é utilizar moagem média ou grossa dos grãos e a proporção de 300 ml de água quente para 30 g de café.

Hario v60 | O porta filtro também tem formato de cone, mas foi especialmente desenhado para que as camadas de café possam ir se acomodando ao longo da extração. A abertura para saída da bebida é mais larga, permitindo controle do tempo de preparo. O primeiro passo é escaldar o filtro de papel para remover as impurezas; depois, é só acrescentar o pó e a água. O filtro utilizado também deve ser específico, feito de um papel superior, que não interfere no sabor da bebida. Utilize 10 g de pó de café para 120 ml de água.

Chemex | Este método ficou conhecido por ser capaz de extrair aromas bastante delicados e pelo café filtrado por ela ser muito limpo, sem resíduos na xícara. Isso acontece porque o café coado nela passa por um filtro de papel específico, mais grosso que a maioria, que é dobrado em quatro partes antes de ser colocado na abertura superior. Utilize 100 g de café para 1 litro de água. A dica é utilizar uma colher durante a filtragem para evitar que fiquem partes do pó secas.

Cápsulas para café espresso | Com a chegada dos cafés em cápsula, agora é possível apenas apertar um botão e esperar o espresso perfeito cair na xícara. É importante ressaltar que o café utilizado deve ser de qualidade para um bom resultado. Um dos melhores indicadores de um bom café espresso é a densidade do crema, aquela espuma deliciosa que cobre o café. O crema são óleos essenciais emulsificados e têm um papel super importante para evitar a perda de calor e conservar o aroma. A boa notícia é que a maioria das cápsulas é compatível com as máquinas de café Nespresso™; então, é possível variar na escolha de marcas e sempre provar cafés diferentes.

Para quem quer conferir o conteúdo completo, basta acessar campanha.marche.com.br/ebook-cafe/.

Sobre St Marche | A St Marche é uma rede de supermercados de bairro com 20 lojas da Capital e Grande São Paulo. A marca nasceu com propósito de oferecer produtos de alta qualidade associados a um atendimento diferenciado, resultando numa nova experiência de compras para os consumidores. A primeira loja foi inaugurada há 17 anos no bairro do Morumbi e tinha a missão de reunir num só lugar uma padaria artesanal, frutas e legumes selecionados e um açougue com cortes frescos. Além disso, a loja conta com uma curadoria de produtos de diferentes partes do mundo. Com o sucesso deste formato e um público fiel, além da rede St Marche, o grupo adquiriu o tradicional Empório Santa Maria há 12 anos e foi responsável pela vinda do primeiro Eataly da América Latina, em sociedade com a matriz Eataly, em 2015. Em 2018, o grupo ampliou a rede e abriu duas lojas na capital, Brooklin e Portal do Morumbi, com um novo look and feel.