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Grupo que defende tratamento precoce de Covid-19 explora status de ciência nas redes sociais, mostra estudo

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Foto: Marcelo Casal/Agência Brasil.

Links com reivindicação científica em grupo defensor do tratamento precoce têm tempo de vida médio 1,5 vez maior que nos demais grupos nas redes sociais, revela estudo inédito da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas (FGV DAPP). O tempo de vida dos links em circulação sobre o assunto é de 100 horas em três dos quatro grupos identificados pela pesquisa. A exceção ocorre, justamente, no cluster negacionista, quando a duração sobe para 250 horas.

O estudo (Pseudo)ciência e esfera pública: reivindicações científicas sobre Covid-19 no Twitter observou também que dentre os dez links que permaneceram por mais tempo na página inicial das redes, apenas no cluster negacionista são identificadas URLs controversas. São sites anônimos e alvos recorrentes de verificação de fatos e invalidados pela comunidade científica. A URL líder em tempo de vida, por exemplo, foi um desses alvos de checagem de agências brasileiras sobre o tratamento precoce para a Covid-19 e circulou durante 159 dias, ou seja, mais de cinco meses, no Twitter.

Além disso, o grupo defensor do tratamento precoce, em lilás, é o mais isolado dentre os identificados. Em 44% dos links, 90% dos compartilhamentos ocorreram dentro do próprio cluster, o que mostra que essas URLs saem pouco do grupo, que, apesar de apresentar maior parte das interações do debate, engloba apenas 21,5% dos perfis. Na discussão sobre a Covid-19, no Twitter, o tratamento precoce foi o assunto que mais instrumentalizou o discurso científico, em maio e junho de 2021.

No grupo Lilás, mostrado no gráfico, há predomínio da presença de sites hiperpartidarizados que se apresentam como mídias conservadoras – como as URLs revistaoeste.com e tercalivre.com.br. Neste sentido, o conjunto mobiliza também links que evocam vozes de autoridades estrangeiras para dar credibilidade e um efeito de “cientificidade” ao tratamento precoce. Esse cluster, ao longo da pandemia, publicou textos e reportagens em apoio ao governo federal e reivindica participação mínima do Estado.

Outro grupo que também chama atenção pela presença de sites partidarizados é o azul-claro, que reúne canais noticiosos de esquerda, cuja identificação é marcada pelos ideais progressistas e defensores da democracia – destaque para diariodocentrodomundo.com.br e www.brasil247.com.

Foram analisadas publicações do Twitter que reivindicam o status científico para trazer argumentos de autoridade a mensagens sobre a Covid-19, incluindo adesão ou crítica a medidas protetivas, aplicação ou não de vacinas e grau de periculosidade do vírus, entre outros. Os 3,3 milhões de posts que compõem o corpus da pesquisa foram publicados entre janeiro e maio de 2021.

A pesquisa foi desenvolvida pela FGV DAPP no âmbito do projeto Democracia Digital, com apoio da Embaixada da Alemanha em Brasília. Com duração até 2022, o projeto conta com a experiência em pesquisa aplicada de redes sociais e da expertise de análise do debate público da FGV DAPP.

(Fonte: Agência Bori)

Isis Gasparini apresenta mais de 21 mil fotografias em exposição na OMA Galeria

São Bernardo do Campo, por Kleber Patricio

Um dos blocos formados a partir do acervo da artista. Crédito da foto: Isis Gasparini.

A OMA Galeria apresenta a partir de 7 de agosto (sábado) Todo/Fração, a primeira exposição da artista Isis Gasparini no espaço. A mostra tem curadoria de Pollyana Quintella e exibe uma seleção de mais de 21.000 fotografias tiradas pela artista, que investiga a relação entre o público e os espaços expositivos, como museus e galerias de arte.

A forma de apresentação das obras foge do esperado para uma exposição de fotografias, já que a artista transformou seu acervo em grandes volumes encadernados em todos os lados, o que impede que as imagens sejam visualizadas individualmente. Logo na entrada, há um bloco aparentemente sólido. Porém, o corte longitudinal que o divide em dois mostra pistas de seu conteúdo, formado por mais de 500 fotografias sobrepostas.

Só resta imaginar o conteúdo das fotografias, que foram captadas ao longo de dez anos e incluem registros, estudos e obras finalizadas. Nesta mostra, o importante não é o valor de cada uma das imagens, mas sim seu volume acumulado, que se consolida em blocos de diferentes espessuras que formam imagens e relevos no espaço da galeria. Seu empilhamento materializa o ato de fotografar, repetido incessantemente pela artista ao longo do tempo.

Foto: acervo da artista.

Isis Gasparini vive em São Paulo e desenvolve projetos que têm como matérias centrais corpo, imagem e luz. A artista pensa esses elementos como presenças que habitam exposições e causam diferentes respostas no corpo do público, investigando o espaço expositivo como um elemento determinante que interfere politicamente nas relações entre espectadores e obras de arte. Recentemente, participou de exposições coletivas na Inselgalerie, em Berlim e na Fototeca Siracusana.

A exposição tem entrada gratuita e acontece até 8 de outubro. O uso de máscara é obrigatório e, para evitar aglomerações, não haverá evento de abertura.

Sobre a OMA Galeria | A OMA Galeria é o primeiro e único espaço privado de artes visuais do ABC. Localizada em São Bernardo do Campo, a galeria está sob os cuidados do galerista Thomaz Pacheco. Em pouco tempo, o espaço tornou-se referência na região e destaca-se no circuito das artes por seus projetos culturais promovidos pelo OMA Educação e OMA Cultural, e por seu quadro de artistas representados: Andrey Rossi, Bruno Novaes, Daniel Melim, Giovani Caramello, Isis Gasparini, Laerte Ramos, Nario Barbosa, Paulo Nenflidio, Renan Marcondes e Thiago Toes.

Redes sociais/site:

Facebook: facebook.com/omagaleria

Instagram: @omagaleria 

Site: https://www.omagaleria.com.

Serviço:

Exposição Todo/Fração

Local: OMA Galeria

Endereço: Rua Carlos Gomes, 69 – Centro – São Bernardo do Campo/SP

Visitação: de 7 de agosto a 8 de outubro de 2021

Horário: terça a sexta das 13h às 18h e sábado das 10h às 15h

Entrada gratuita

Mais informações: (11) 97153-3107

E-mail: contato@omagaleria.com.

‘The Jeans Redesign: Insights dos primeiros dois anos’ apresenta lições de economia circular para a indústria da moda

São Paulo, por Kleber Patricio

Crédito da foto: Pexels/Mica Asato.

Trabalhando com alguns dos maiores nomes da moda para criar jeans alinhados a uma economia circular, a Fundação Ellen MacArthur acaba de publicar o estudo The Jeans Redesign: Insights dos primeiros dois anos. Até o momento, os participantes do The Jeans Redesign colocaram no mercado mais de meio milhão de pares de jeans circulares, atendendo aos requisitos mínimos de durabilidade, rastreabilidade e reciclabilidade, usando materiais e processos seguros. Embora o número de jeans circulares represente apenas uma pequena parte do mercado total, os insights obtidos podem contribuir muito para informar ações ousadas no sentido de criar mais produtos dessa forma.

The Jeans Redesign: Insights dos primeiros dois anos revela as barreiras, soluções e lacunas de inovação enfrentadas por 72 marcas, varejistas, fabricantes de roupas, fábricas de tecidos e lavanderias – entre elas, C&A, Levi’s, Guess, GAP e Banana Republic – que aderiram às diretrizes e definições comuns da The Jeans Redesign. Ao longo dos primeiros anos do projeto, ainda em andamento, alguns critérios foram relatados de forma consistente como sendo os requisitos mais difíceis de serem atendidos pelos participantes. Eles incluem a identificação e obtenção de fibras à base de celulose produzidas de maneiras que tenham resultados positivos para a natureza, soluções de hardware que proíbem a galvanoplastia convencional – uma técnica que gera resíduos perigosos, zíperes que podem ser removidos e reutilizados ou reciclados sem perder tecido e limitação das fibras não baseadas em celulose a 2% ou menos para garantir reciclabilidade, sem deixar de entregar estilo e conforto que agradam esteticamente aos clientes (incluindo jeans com stretch).

Imagem: Fundação Ellen MacArthur.

Laura Balmond, líder da iniciativa Make Fashion Circular, da Fundação Ellen MacArthur, comenta: “O Jeans Redesign ajuda as organizações a construir confiança para explorar e aprender sobre como usar os princípios da economia circular dentro do mercado da moda. Os desafios e soluções identificados deixaram claro onde são necessários investimentos e inovação. O Jeans Redesign demonstra que é possível criar roupas adequadas para uma economia circular e, agora que o conceito foi comprovado com dados, não há razão para atrasarmos esse progresso. Pedimos que a indústria e o governo aproveitem esse impulso crescente para fazer uma transição rápida e em escala para a economia circular dentro da indústria da moda”.

Para aproveitar o impulso dos resultados observados com a iniciativa The Jeans Redesign, a Fundação Ellen MacArthur convoca:

1 – Todas as empresas da indústria da moda a tomarem medidas ousadas para adotar os princípios da economia circular

2 – Todas as empresas – incluindo coletores, classificadores e recicladores – a colaborar e inovar para superar as barreiras e se direcionar a uma economia circular para a moda

3 – Todas as empresas e formuladores de políticas a alinhar as definições e parâmetros para produção e abastecimento regenerativos, além de implementar mecanismos de habilitação para apoiar a produção de materiais que tenham resultados positivos para a natureza

4 – Os formuladores de políticas para criarem condições que permitam que a economia circular surja em escala na indústria da moda, com base em um conjunto de objetivos de políticas comuns.

Participantes do The Jeans Redesign: Advance Denim | AGI Denim | American Eagle| Artistic Apparels | Artistic Denim Mills | Artistic Fabric Mills | Artistic Milliners | Arvind| ASOS| Azgard9 | Balzac Paris | BAM Bamboo Clothing | Banana Republic | Blue Design America | Blue of a Kind | Bossa | Boyish Jeans | C&A | Çalık Denim | Chantuque | Chloé| Cone Denim | Creative Knits | Crescent Bahuman | Cross Textiles | Crystal Group| DEMCO | Denim Clothing |Company |Denim De l’Ile | Denim Expert | Denim Village | Diamond Denim by Sapphire | DL1961 Premium Denim Inc | DNM Denim | Ereks-Blue Matters | Esprit | Fairblue Jeans Frame | Frank And Oak | French Connection | Frontline | Ganni | Gap | Garmon Studio | George at ASDA | Good American | GUESS? | H&M | HANTEX | Hirdaramani Group | HNST | House of Gold – Blue Diamond Denim | Indigo Garments FZE | Interloop Limited | ISKO | JCPenney | KG Fabriks | Kipaș Textiles | Lee | Levi Strauss & Co. | Maritas Denim | Marks & Spencer | Mastertex | Monki | MUD Jeans | Naveena Group | nu-in | Organic Basics | Orta Anadolu | Pacific Jeans | Panther Denim | Primark | Prosperity Textile | Re/Done | Reformation | Remi Holdings | SAITEX | Salsa Jeans | Sapphire Fibres – Neela Blue | Sarp Jeans | seventy + mochi | Soorty | Tarasima | Tat Fung | Taypa | Thought Clothing | Tommy Hilfiger Triarchy | unspun | Urban Outfitters EU | US Apparel & Textiles Weekday | Wrangler | Zamira Fashion.

Imagem: Fundação Ellen MacArthur.

Sobre a Fundação Ellen MacArthur | A Fundação Ellen MacArthur, uma organização sem fins lucrativos com atuação global, desenvolve e promove a ideia de uma economia circular para enfrentar alguns dos principais desafios da atualidade, como a poluição por plásticos, as mudanças climáticas e a perda de biodiversidade. A Fundação trabalha com, e inspira, empresas, governos acadêmicos e instituições globalmente para mobilizar soluções sistêmicas em grande escala. Em uma economia circular, os modelos de negócio, produtos e materiais são projetados para aumentar o seu uso e reuso, criando assim uma economia em que não há desperdício e tudo tem valor. Fundamentada em uma transição para fontes de energia renovável e materiais renováveis, uma economia circular é distribuída, diversa e inclusiva.

Mais informações: www.ellenmacarthurfoundation.org/pt.

Sobre Make Fashion Circular | Make Fashion Circular foi lançado pela Fundação Ellen MacArthur no Copenhagen Fashion Summit em 2017 e reúne líderes de toda a indústria da moda para trabalhar em conjunto com cidades, filantropos, ONGs e inovadores. A iniciativa Make Fashion Circular está liderando esforços internacionais para parar o desperdício e a poluição, criando uma economia circular para a indústria, onde as roupas podem ser mais usadas, feitas para maior durabilidade e de materiais seguros, reciclados ou renováveis.

2º Pocket Cultural exibe em vídeo trabalhos de várias vertentes artísticas

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Imagem: divulgação.

Com 100 projetos aprovados, a segunda edição do Pocket Cultural já está disponível para a população. No total, são 94 vídeos de diversos segmentos, além de seis projetos de Fotografia. Os trabalhos foram enviados por artistas locais por meio de Edital de Chamamento Público entre 9 de abril a 23 de maio e, após avaliação, selecionados para participar do evento, promovido pela Prefeitura de Indaiatuba por meio da Secretaria Municipal de Cultura. Para conferir as atrações, acesse www.indaiatuba.sp.gov.br/cultura-online/.

Assim como em sua primeira edição, o 2º Pocket Cultural tem como objetivo estimular a cadeia produtiva e incentivar a sustentabilidade de artistas locais, assegurando a proteção dos direitos culturais da população durante a situação de emergência em saúde em virtude das ações de combate à pandemia de Covid-19, tendo em vista que estes são direitos fundamentais e essenciais à qualidade da vida humana, contribuindo para a inclusão social e o senso de pertencimento, identidade, sensibilidade e empatia.

Os vídeos e fotos selecionados se dividem nas seguintes categorias: Artes Circenses, Artes Visuais, Contação de Histórias, Cultura Popular, Dança, Maquiagem Artística, Literatura, Música, Stand-up e Teatro. “No primeiro ano de Pocket Cultural, em 2020, tivemos 75 projetos aprovados. Agora, chegamos a 94 vídeos e mais seis projetos de Fotografia, totalizando 100 trabalhos”, revela a secretária municipal de Cultura, Tânia Castanho. “Ficamos felizes, pois o evento foi criado para que os artistas locais possam trabalhar e apresentar sua arte à população”.

Os trabalhos de Fotografia serão apresentados em breve em exposição conjunta com outros projetos recentemente promovidos pela Secretaria Municipal de Cultura.

Avaliação | Os vídeos produzidos para o 2º Pocket Cultural têm duração variada de 3 a 15 minutos, no máximo, com exceção de Fotografia, onde os trabalhos foram entregues impressos. Todos foram avaliados por Comissão indicada pela Secretaria Municipal de Cultura e os resultados foram publicados na Imprensa Oficial do Município do dia 27 de maio.

Os critérios considerados para seleção foram: prioritário (vive exclusivamente da arte), comprovação de atividades na área, qualidade artística cultural, impacto cultural para o município, factibilidade, técnica e originalidade apresentada nos vídeos e/ou fotos. O valor bruto pago por apresentação para os habilitados e selecionados foi de R$750.

Serviço:

2º Pocket Cultural

Onde assistir:

www.indaiatuba.sp.gov.br/cultura-online/

www.youtube.com/playlist?list=PL-DgcR2CFmcuVpVnez1qBqmaQ0nfBFA8o.

Circuito do Vinho volta a acontecer de forma presencial

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Ambientação do Circuito do Vinho. Fotos: divulgação.

O Circuito do Vinho desembarca no Shopping Aerotown, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, para sua primeira edição presencial desde o início da pandemia. O avanço da campanha de vacinação no estado foi o principal motivador para o retorno gradual do setor de economia criativa da cidade do Rio de Janeiro – mais de 70% dos cariocas adultos já estão vacinados com a primeira dose e quase 30% com a segunda, de acordo com dados da Secretaria de Saúde.

O evento itinerante, que tem como objetivo acessibilizar o mundo do vinho ao consumidor final, trazendo rótulos diversificados, gastronomia, informação e entretenimento, teve uma versão online em 2021.  Agora, na edição de retorno ao presencial, as organizadoras reforçaram os protocolos de higiene para garantir a segurança sanitária de participantes, expositores e staff.

Atenção à saúde e ao meio ambiente | A ambientação do evento, que já tem sua identidade visual reconhecida pelo público, com uma pegada rústica e moderna, ganha elementos pensados para garantir a segurança de todos. Em pontos estratégicos, pias e totens de álcool em gel serão instalados para uso do público.

Vinhos nacionais e importados estarão à venda no evento.

O uso de máscaras é obrigatório para todos os participantes durante toda a duração do evento. A entrada é gratuita e condicionada à aferição de temperatura corporal de todos na chegada ao evento. Promotores posicionados na entrada darão informações, orientando os presentes a seguirem os protocolos de segurança.

A preocupação está refletida, inclusive, na escolha do ambiente. Apesar de ser uma locação coberta, visando garantir a continuidade da programação mesmo em caso de chuvas ou sol forte, a estrutura possui os fundos e a frente abertos, permitindo assim ampla circulação de ar dentro do espaço.

O compromisso com o meio ambiente, que já é parte fixa do Circuito do Vinho está mantido. Com o objetivo de reduzir os resíduos de descartáveis gerados pelo público, o Circuito incentiva que cada um leve sua eco-taça, adquirida em edições anteriores, de casa para o evento. As taças personalizadas do Circuito do Vinho, disponíveis em diversas cores e que servem como lembrança do evento, também estarão disponíveis para venda no valor de R$10,00.

Dia dos pais com vinho e rock | A ida ao evento pode ser uma opção de programação para fazer com seu pai em comemoração ao Dia dos Pais, celebrado no segundo domingo de agosto. Ao longo da programação acontecem pequenas provas dos vinhos que estarão disponíveis para venda em garrafa ou taça e são opções de presentes para os papais. Em alguns stands o cliente recebe a orientação de um sommelier que fica à disposição para dar dicas sobre os vinhos e possíveis harmonizações. Os expositores trazem ainda cardápios variados com opções gastronômicas.

Banda GMAX toca no Circuito do Vinho.

A programação promete entusiasmar pais e filhos de diferentes gerações ao som de diferentes estilos, indo do pop, rock ao disco e chegando ao sax. No primeiro dia, às 20h30, o evento realiza um Tributo ao Pop Rock com o melhor dos anos 70,80 e 90 com a Banda G-Max Project; no sábado, às 19h00, será a vez do Tributo as Danceterias com a Banda Nottunia. Fechando o último dia, no domingo, também às 19h00, a animação fica por conta do Love Sax.

O evento abre as portas ao público na sexta-feira, dia 6, a partir das 18h00 e, no sábado e domingo (7 e 8), mais cedo, às 13:00. A programação completa do evento pode ser acompanhada pelas redes sociais oficiais.

Serviço:

Entrada franca

Classificação livre

Endereço: Aerotown – Barra da Tijuca

Datas e horários:

Sexta-feira (6) das 18h às 22 horas

Sábado e domingo (7 e 8), das 13h às 22 horas

Atração musical: sexta e sábado às 20h30 e domingo às 19h.