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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Cineasta português Edgar Pêra desafia o cinema convencional em obra experimental que dialoga com Fernando Pessoa

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação/Bando à Parte.

Produzido por Rodrigo Areias, da produtora Bando à Parte (Portugal), o filme ‘Não Sou Nada’ (2023), do cineasta português Edgar Pêra, estreia no Brasil via Fênix Filmes no dia 15 de maio. Realizador conhecido por sua filmografia iconoclasta e vanguardista, constrói um ensaio audiovisual hipnótico e desconcertante, inspirado no poema homônimo de Álvaro de Campos, um dos heterônimos mais turbulentos de Fernando Pessoa. Mais do que uma adaptação, o filme é uma experiência sensorial que dissolve as fronteiras entre cinema, poesia e música, mergulhando o espectador em um turbilhão de imagens, sons e reflexões sobre identidade, memória e a própria natureza da arte.

Direção: Edgar Pêra

Roteiro: Edgar Pêra, Luísa Costa Gomes

Fotografia: Jorge Quintela

Montagem: Cláudio Vasques

Som: Pedro Marinho

Design De Produção: Ricardo Preto

Música: Jorge Prendas

Trilha Sonora: The Legendary Tigernam

Elenco: Miguel Borges, Victoria Guerra, Albano Jerónimo, Vitor Correia, Marco Paiva, António Durães, Paulo Pires

Produtor: Rodrigo Areias

Produzido Por: Bando À Parte

Classificação Indicativa: 16.

Sinopse

Se a pessoa contém em si imensas latitudes, o poeta que todos conhecemos conteve muito mais. No thriller umbilical de Edgar Pêra, Pessoa (Miguel Borges) alberga na mente todo um ‘Clube do Nada’, povoado pelos heterónimos que codificam as suas peculiaridades e lhe enriquecem a voz lírica pela experiência múltipla. A ameaça de uma psique estilhaçada é permanente, mais ainda com a chegada de uma mulher bem diferente da Ofélia (Victoria Guerra), que mora no real, e com o ‘convalescente do momento’ Álvaro de Campos (Albano Jerónimo) a querer ocupar à força o ‘rés-do-chão do pensamento’. A trilha sonora é assinada por The Legendary Tigernam, nome artístico de Paulo Furtado, que também participa no filme como ator.

Não Sou Nada: Um thriller psicológico no universo de Fernando Pessoa

O filme é uma obra audaciosa que reinventa o gênero biográfico ao transformar a vida e os heterônimos de Fernando Pessoa em um thriller psicológico surrealista. Estrelado por Albano Jerônimo, Victoria Guerra e Miguel Borges, o longa estreou em janeiro de 2023 no Festival de Cinema de Roterdão, nos Países Baixos, chamando a atenção por sua abordagem inovadora.

A história se passa em uma redação onde Pessoa e seus heterônimos — todos vestidos de forma idêntica (terno preto, chapéu e bigode) — trabalham na 23ª edição da revista Orpheu. No entanto, o ambiente aparentemente normal se transforma quando Ofélia (interpretada por Victoria Guerra), a única paixão conhecida do poeta, surge em cena. Sua presença desencadeia uma série de eventos misteriosos, incluindo assassinatos, em um clima que remete ao ‘noir clássico’, mas com toques de surrealismo e tensão psicológica.

O filme opera em dois planos interligados: o mundo da redação (o ‘Clube do Nada’) e um hospício, sugerindo que tudo pode ser uma projeção da mente perturbada de Pessoa. A narrativa não segue uma lógica convencional, convidando o espectador a mergulhar no caos criativo e existencial do poeta.

Edgar Pêra constrói o roteiro quase inteiramente com versos de Fernando Pessoa, incluindo passagens em inglês — língua que o poeta, criado na África do Sul, também dominava. Os heterônimos, como Álvaro de Campos (interpretado por Albano Jerônimo), ganham vida própria, disputando espaço e autoridade em cena.

Não Sou Nada é o projeto mais ambicioso de Edgar Pêra, fugindo completamente das biografias tradicionais. Mais do que contar a vida de Pessoa, o filme reproduz seu universo mental — caótico, poético e cheio de camadas. Para quem busca cinema experimental, literatura e uma viagem sensorial pela mente de um dos maiores escritores portugueses, esta é uma obra que precisa ser sentida e, não, apenas assistida.

Um filme-catástrofe, um retrato do vazio

Pêra não conta uma história: ele desmonta-a. Através de uma montagem fragmentada, que mescla película Super 8, vídeo digital e arquivos deteriorados, Não Sou Nada evoca um mundo em ruínas — tanto físico quanto psicológico. A Lisboa que vemos não é a cidade turística, mas um labirinto de sombras, fábricas abandonadas e rostos apagados, como se o cineasta estivesse a escavar os escombros de uma civilização esquecida.

Edgar Pêra: O alquimista do cinema português 

Edgar Henrique Clemente Pêra (Lisboa, 1960) é um dos cineastas mais inventivos de Portugal, frequentemente descrito como um ‘anarquista da imagem’ ou ‘o punk do cinema lusitano’. Com uma carreira que atravessa quatro décadas, Pêra construiu uma filmografia que desafia classificações, misturando vanguarda, pop, literatura e uma obsessão pela materialidade do cinema.

Formação e influências | Estudou na Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa e na Royal College of Art (Londres). Influências díspares: do cinema experimental (Stan Brakhage) ao punk rock, passando por Fernando Pessoa e a literatura beatnik.

Obras Cinematográficas – Edgar Pêra

Longas

Kinorama – Beyond The Walls of The Real (2021)

Magnetick Pathways (2018)

The Amazed Spectator (2016)

Lisbon Revisited (2014)

Cinesapiens (segment of 3x3D Film with Jean-Luc Godard and Peter Greenaway) 2013

The Baron (2011)

The Window (Don Juan Mix) (2001)

Manual of Evasion LX 94 (1994)

Curtas

Who Is The Master Who Makes The Grass Green? (1996)

The City of Cassiano (1991).

(Com Alexandre Aquino)

Lázaro Roberto: mestre da fotografia afro-brasileira ganha sua primeira exposição individual na Galeria Nonada SP

São Paulo, por Kleber Patricio

Poucos nomes na fotografia brasileira carregam o peso histórico e a relevância de Lázaro Roberto. Aos quase 70 anos, o fotógrafo que dedicou sua vida a documentar a história do povo negro no Brasil inaugura, enfim, sua primeira exposição individual assinada com seu próprio nome. Apesar de ser amplamente reconhecido por sua produção, essa é a primeira vez que apresenta seu trabalho autoral de forma independente. Até então, sua presença em exposições sempre se deu através do Zumvi Arquivo Fotográfico, coletivo que ajudou a fundar e que se tornou referência na documentação e preservação da memória negra no Brasil. A mostra revela uma produção autoral até então pouco acessível ao grande público, mas cuja importância já atravessa fronteiras.

Desde os anos 1990, Lázaro Roberto se consolidou como um dos grandes protagonistas da fotografia afro-brasileira. Como fundador do Zumvi Arquivo Fotográfico, ele não apenas registrou, mas ressignificou a trajetória e a resistência da população negra na Bahia, criando um acervo essencial para a memória do país. Com um olhar que une fotografia documental e experimental, seu trabalho se transforma em ato político, preservando histórias e expandindo narrativas que o Brasil não pode esquecer.

O reconhecimento de sua obra vai muito além do território nacional. Suas fotografias fazem parte de importantes coleções, como as do Instituto Moreira Salles, do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) e do Itaú Cultural, além da prestigiada coleção do The Institute of Chicago. Esses acervos atestam o impacto de sua visão artística, que dialoga com a complexidade da identidade afro-brasileira e sua inserção no patrimônio cultural global.

Para o crítico britânico Oliver Basciano – colaborador de publicações como ArtReview, Frieze, The Guardian e The New York Times, Lázaro Roberto “é um caso que muda a história”. Seu ensaio crítico reforça a grandiosidade do fotógrafo, destacando como sua trajetória representa um divisor de águas na construção da memória negra no Brasil.

Esta exposição não é apenas um marco na trajetória de Lázaro Roberto, mas um momento decisivo em seu reconhecimento enquanto artista autoral. Pela primeira vez, sua obra se apresenta sob sua própria assinatura, evidenciando um olhar mais pessoal e expandindo os limites de sua expressão artística. Mais do que um compromisso com a memória coletiva, seu trabalho ganha agora uma nova dimensão, que o coloca no centro da cena artística e lhe restitui o lugar que sempre lhe pertenceu—o de um artista de renome internacional, cujo legado se impõe com a força e a relevância que lhe são devidas.

“O olhar de negro para negro permeia sua obra: o título da exposição, ‘Lente Negra’, vem do apelido que Roberto carrega há décadas; mas também identifica o olhar a partir do qual essas imagens são captadas. Corpos e culturas são retratados sem a hierarquia interpretativa – muitas vezes exploratória – que sustenta grande parte da fotografia documental produzida por autores brancos e voltada para um público branco. Em português, uma fotografia se ‘tira’; em inglês, o ato pode ser ainda mais violento – ‘capturar’ (‘capture’) a imagem –, mas nenhuma destas palavras parece adequada para Roberto. Por muito tempo, essas imagens não foram retiradas da comunidade onde foram criadas, mas se juntaram ao trabalho de outros fotógrafos negros.” (Oliver Basciano)

Serviço:

Exposição O Lente Negra

Artista: Lazaro Roberto

Texto: Oliver Basciano

Paríodo: até 31 de maio de 2025

Local: NND SP – @nonada_nada

Endereço: Praça da Bandeira, 61 – Centro, São Paulo, SP

Dias e horários de funcionamento: terça a sexta-feira, das 11h às 19h; sábado, das 11h às 15h.

(Com Silvia Balady/Balady Comunicação)

Intensidade: A cor como linguagem artística na nova exposição da Galeria Espaço Arte MM

São Paulo, por Kleber Patricio

Marli Taakeda – THT6 – Serie 4 MARes. Acrílica sobre tela, 80×120 cm, 2025, A.V. Fotos: Divulgação.

A Galeria Espaço Arte MM apresenta a exposição coletiva ‘Intensidade’, que reúne cerca de 22 obras de artistas brasileiros – Carlos Eduardo Zornoff, Cássio Lázaro, Fernando Cardoso, João Carlos Galvão, Kenji Fukuda, Luiz Carlos Ferracioli, Marli Takeda, Martins de Porangaba, Sou Kit Gom, Yugo Mabe e Yuli Geszti. A mostra propõe uma reflexão sobre a utilização da cor, especialmente matizes vibrantes e luminosas, como elemento essencial na criação artística.

A cor, enquanto ferramenta de expressão, se apresenta não apenas como um recurso estético, mas como um veículo significativo de comunicação. Ao longo da história da arte, a cor sempre esteve intrinsecamente ligada à emoção, à construção de atmosferas e à definição de identidade visual. Na exposição Intensidade, a escolha de tons intensos e saturados revela a força da cor como elemento formador da obra, que, ao interagir com o espaço da galeria, transforma o ambiente e desafia a percepção do público.

Yuli Geszti – Sem título. Acrílica sobre tela, 130×130 cm, S.D., A.V.

A utilização de cores vibrantes nas pinturas e esculturas expostas reflete a busca desses artistas pela intensidade e pelo impacto visual, criando uma tensão entre a forma e a cor, que se complementam e se potencializam mutuamente. Este uso da cor não é mera ornamentação – é, antes, uma linguagem que dialoga diretamente com a construção simbólica e material das obras.

A seleção dos artistas e seus trabalhos é fruto de uma pesquisa cuidadosa da galeria com o objetivo de exaltar artistas brasileiros que possuem mais de 20 anos de dedicação à arte. Cada um, à sua maneira, utiliza a cor como uma forma de afirmar sua identidade artística, desenvolvendo uma linguagem única e complexa.

O espaço expositivo da galeria proporciona um contraste deliberado, permitindo que as cores das obras se destaquem, criando um ambiente que potencializa a experiência do espectador e instiga uma nova reflexão sobre o papel da cor na arte contemporânea.

Serviço:

Exposição Intensidade

Artistas: Carlos Eduardo Zornoff, Cássio Lázaro, Fernando Cardoso, João Carlos Galvão, Kenji Fukuda, Luiz Carlos Ferracioli, Marli Takeda, Martins de Porangaba, Sou Kit Gom, Yugo Mabe e Yuli Geszti

Período: até 31 de maio de 2025

Local: Galeria Espaço Arte MM

Endereço: Rua Peixoto Gomide, 1757, Jardim Paulista, São Paulo – SP

Tel.: +55 (11) 3826-3957 | +55 (11) 94105-8449

Horário de visitação: segunda a sexta-feira, das 10h às 19h | sábado, das 10h às 16h

Entrada gratuita.

(Com Silvia Balady/Balady Comunicação)

Banda Mirim celebra 20 anos da estreia do musical ‘Felizardo’

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Georgia Branco.

A Banda Mirim comemora duas décadas da estreia de ‘Felizardo’, espetáculo musical que marcou a fundação do grupo. As apresentações acontecem no Teatro Paulo Autran, no Sesc Pinheiros, nos dias 10 e 11 de maio.

O espetáculo tem música ao vivo com diversos ritmos brasileiros, como samba, forró e rock, tocados com instrumentos como sanfona, sopros, contrabaixo e percussão. Em cena, o elenco formado por Cláudia Missura, Alexandre Faria, Tata Fernandes, Simone Julian, Nina Blauth, Nô Stopa, Lelena Anhaia, Edu Mantovani e Olívio Filho incorpora elementos do teatro, do circo e da música, em uma narrativa que conecta crianças a partir de três anos e também adultos por meio de memórias afetivas. A apresentação conta ainda com participação especial da artista Foquinha Cris.

Com texto e direção de Marcelo Romagnoli e músicas de Tata Fernandes — algumas em parceria com Zeca Baleiro — e da cantora e compositora Nô Stopa, Felizardo narra um dia na vida de Aurora, uma menina de seis anos, e seu amigo imaginário, Felizardo. Juntos, os dois embarcam em uma expedição ao reino da natureza e do folclore, onde o tempo não existe e as descobertas da infância ganham forma em brincadeiras, mitos e pequenos dilemas cotidianos.

Vencedor do Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), Felizardo retorna mantendo o clima de palco-picadeiro e reafirma a proposta da Banda Mirim de criar espetáculos voltados para todas as idades, mesclando ludicidade, imaginação e música ao vivo.

Serviço:

Felizardo – Banda Mirim

Dias: 10 e 11 de maio | sáb. e dom., 18h

Local: Teatro Paulo Autran

Duração: 60min

Classificação: Livre

Preços: R$ 60,00 (inteira), R$ 30,00 (meia) e R$ 18,00 (credencial plena)

Online: pelo site link e pelo aplicativo Credencial Sesc SP

Presencial: nas bilheterias da rede Sesc SP.

(Com Gleice Nascimento/Assessoria de Imprensa Sesc Pinheiros)

Pesquisa do Instituto de Pesquisas Ambientais aponta potenciais árvores que se adaptam melhor às mudanças climáticas

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação.

Uma pesquisa inovadora do Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA) identificou espécies de árvores com maior capacidade de resistência aos efeitos das mudanças climáticas na Grande São Paulo. O estudo analisou folhas de 29 espécies nativas em fragmentos urbanos e periurbanos da Mata Atlântica, revelando seis espécies potencialmente tolerantes. Essas espécies poderão ser consideradas para a arborização urbana no futuro, desde que atendam a outros critérios, como resistência a patógenos e pragas, além de características de crescimento da copa e das raízes. Os testes foram realizados tanto em campo quanto em laboratório.

Espécies consideradas mais tolerantes identificadas até o momento:

Cupania vernalis – Camboatá ou Camboatã

Croton floribundus – Capixingui ou Tapixingui

Eugenia cerasiflora – Guamirim

Eugenia excelsa – Pessegueiro-bravo

Guapira opposita – Maria-mole

Myrcia tijucensis – Guamirim-ferro

A pesquisadora do Instituto de Pesquisas Ambientais, Marisa Domingos, que supervisionou o estudo, ressalta a importância dos resultados para a gestão ambiental das cidades: “Compreender quais espécies são mais resistentes aos estressores ambientais é fundamental para o planejamento urbano e a conservação da biodiversidade em regiões metropolitanas”, destaca.

O grupo de pesquisa do IPA está começando um novo projeto que visa aprimorar o protocolo de métodos, incluindo novos biomarcadores para classificar o nível de tolerância de árvores nativas da floresta atlântica ao estresse urbano. O estudo também ampliará o número de espécies analisadas, incluindo aquelas utilizadas em projetos de restauração florestal, e realizará experimentos em câmaras de crescimento para avaliar a resistência das árvores à deposição de poluentes e a eventos climáticos extremos. Esse trabalho faz parte do Plano de Desenvolvimento Institucional em Pesquisa (PDIP), financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) dentro do projeto ‘Desafios para a conservação da biodiversidade frente às mudanças climáticas, poluição e uso e ocupação do solo’.

Contribuições do estudo:

– Orientação para ações de reflorestamento – Os dados auxiliam na escolha das espécies mais adequadas para a recuperação de áreas urbanas, contribuindo para a melhoria da qualidade do ar e a mitigação do efeito das ilhas de calor.

– Preservação da biodiversidade – A identificação de espécies resistentes auxilia na conservação da biodiversidade local, garantindo a manutenção dos serviços ecossistêmicos essenciais para o bem-estar da população.

– Apoio à formulação de políticas públicas – As informações geradas podem embasar estratégias de adaptação às mudanças climáticas e conservação ambiental.

O coordenador do Instituto de Pesquisas Ambientais, Marco Aurélio Nalon, destaca a importância desse tipo de estudo no enfrentamento das mudanças climáticas: “Investir em pesquisa científica e inovação é essencial para desenvolver soluções sustentáveis e eficazes que garantam a resiliência das cidades e a conservação da biodiversidade”, finaliza.

(Fonte: Approach Comunicação)