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Experiências para conhecer o patrimônio histórico de Minas Gerais e a história do Brasil

Minas Gerais, por Kleber Patricio

Ouro Preto, Minas Gerais. Fotos: Divulgação/Civitatis.

O feriado de Tiradentes, celebrado no Brasil em 21 de abril, homenageia Joaquim José da Silva Xavier, conhecido como Tiradentes, líder da Inconfidência Mineira – um movimento separatista que se opôs à exploração portuguesa e resultou em sua execução pela Coroa em 1792.

A antiga Vila de São José do Rio das Mortes, rebatizada como Tiradentes em sua homenagem, é apenas uma das muitas cidades mineiras que preservam um rico patrimônio histórico e cultural fundamental para a construção da identidade brasileira.

Por isso, a Civitatis, plataforma líder em reservas de passeios e atividades ao redor do mundo, selecionou experiências imperdíveis para quem deseja explorar Minas Gerais e mergulhar na história do Brasil de forma autêntica e enriquecedora.

1 – Excursão a Ouro Preto e Mariana saindo de Belo Horizonte

Mariana, Minas Gerais.

O passeio começa em Ouro Preto, onde um passeio a pé revela marcos históricos como a Praça Tiradentes, a Igreja de São Francisco de Assis e o Museu Casa dos Contos. Após um tempo livre para almoço, o grupo segue para Mariana, localizada a poucos quilômetros. Lá, são visitados a Praça Minas Gerais, a antiga Casa de Câmara e Cadeia, e a imponente Catedral da Sé. Um roteiro que evidencia a riqueza histórica e arquitetônica de duas das mais emblemáticas cidades coloniais mineiras.

2 – Passeio de jardineira por Ouro Preto

Neste tour de aproximadamente quatro horas e meia, os visitantes exploram Ouro Preto a bordo de uma charmosa jardineira dos anos 30 ou 70. O percurso inclui pontos icônicos como a Igreja de São Francisco de Assis, Praça Tiradentes, Igreja do Rosário, estação de trem, Museu de Aleijadinho, Basílica do Pilar e Igreja de Santa Efigênia. O passeio termina com uma vista panorâmica inesquecível da cidade.

3 – Tour por São João del-Rei e Tiradentes saindo de BH ou Ouro Preto

São João del-Rei, Minas Gerais.

Neste tour cultural de um dia, os viajantes partem de Belo Horizonte ou Ouro Preto rumo às cidades históricas de São João del-Rei e Tiradentes. Em São João, o grupo percorre o centro histórico, visitando igrejas barrocas como a de São Francisco de Assis e a do Pilar, além do Memorial Tancredo Neves. Após tempo livre para o almoço, a excursão segue para Tiradentes, onde são explorados pontos emblemáticos como o Chafariz de São José, o Museu Padre Toledo e a Igreja Matriz Santo Antônio.

4 – Viagem de Maria Fumaça entre São João del-Rei e Tiradentes

Nesta experiência saindo de Ouro Preto, os participantes exploram São João del-Rei e Tiradentes com um destaque especial: o nostálgico passeio de trem Maria Fumaça — a locomotiva a vapor mais antiga em operação no Brasil. Antes do embarque, o grupo visita o Memorial Tancredo Neves, a Igreja de São Francisco de Assis e o Solar dos Neves. A bordo do trem, os viajantes percorrem paisagens deslumbrantes até Tiradentes, onde o tour segue por atrações como a Igreja Matriz de Santo Antônio, o Chafariz São José de Botas e o Largo das Forras.

5 – Conheça as cidades de Sabará e Congonhas

Congonhas, Minas Gerais.

Partindo de Belo Horizonte, esta excursão de um dia leva os visitantes a duas preciosidades do barroco mineiro. Em Sabará, o tour contempla a Rua Dom Pedro II, o Teatro Municipal (o segundo mais antigo em funcionamento no Brasil) e igrejas como Nossa Senhora do Ó, do Carmo e do Rosário dos Pretos, esta última inacabada e carregada de simbolismo. Após o almoço, a jornada segue para Congonhas, com visitas ao Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, ao Museu de Congonhas e ao conjunto escultórico dos Doze Profetas — uma obra-prima de Aleijadinho, símbolo máximo do barroco brasileiro.

Sobre a Civitatis | A Civitatis é a empresa líder na venda de visitas guiadas e excursões em português ao redor do mundo, com mais de 90 mil atividades em 4 mil destinos de 160 países. Desde sua fundação em 2008, mais de 40 milhões de pessoas completaram suas viagens com a curadoria de passeios da Civitatis.

(Com Ananda Saori/Civitatis)

Herman Melville retrata a Revolução Americana em romance histórico

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro.

Herman Melville, um dos grandes nomes da literatura norte-americana do século XIX, ganha nova edição com Israel Potter: seus cinquenta anos de exílio, lançamento da Editora Unesp. Publicado originalmente em 1855, este romance histórico oferece uma visão singular sobre a Revolução Americana, explorando a vida de Israel Potter, um personagem fictício cuja jornada se cruza com figuras icônicas e eventos decisivos da época.
Com uma narrativa que mescla ficção e fatos históricos, Melville conduz o leitor por um cenário repleto de intrigas políticas, batalhas e dilemas pessoais. Potter, um homem comum, interage com personalidades como Benjamin Franklin e Ethan Allen, participa de conflitos armados e enfrenta os desafios de uma nação em construção. Sua trajetória, marcada por exílio e busca por liberdade, reflete as complexidades de um período transformador.

Israel Potter é uma obra que, embora menos conhecida que Moby Dick, revela a maestria de Melville ao retratar nuances psicológicas e contextos históricos. A narrativa não apenas recria o cenário da Revolução Americana, mas também convida à reflexão sobre os indivíduos que viveram à sombra dos grandes eventos.

Herman Melville (1819–1891) é celebrado por obras como Moby Dick (1851) e Bartleby, o Escrivão (1853), que o consolidaram como um dos pilares da literatura ocidental. Nascido em Nova York, ele enfrentou dificuldades financeiras desde cedo, o que o levou a abandonar os estudos e buscar emprego aos 18 anos. Em sua juventude, Melville se alistou no exército francês durante o período napoleônico, tendo experiências que mais tarde se refletiram em muitas de suas obras. Sua experiência como marinheiro e suas viagens pelo Pacífico Sul e Ártico influenciaram profundamente sua escrita, conferindo-lhe um olhar único sobre a condição humana e os desafios de seu tempo.

Esta edição integra a coleção Clássicos da Literatura Unesp, que busca oferecer leituras acessíveis e prazerosas de obras fundamentais da literatura universal. Com uma seleção diversificada, a coleção convida o leitor a explorar diferentes épocas, estilos e autores, enriquecendo o repertório literário de forma despretensiosa. Conheça aqui as obras já publicadas.

Título: Israel Potter: seus cinquenta anos de exílio

Autor: Herman Melville

Tradução: Bruno Gambarotto

Número de páginas: 236

Formato: 13,5 x 20 cm

Preço: R$ 68

ISBN: 978-65-5711-210-6

Mais informações sobre a Editora Unesp estão disponíveis no site oficial.

(Com Diego Moura/Pluricom Comunicação Integrada®)

Dança é destaque na programação da semana de 19 a 25 de maio no Theatro Municipal de São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Ensaio de tão carne quanto pedra, coreografia inédita de Michelle Moura. Foto: Larissa Paz.

O Balé da Cidade de São Paulo apresenta duas novas criações, ambas de autoras brasileiras expoentes da dança internacional. A primeira é de Michelle Moura, sob o título de ‘tão carne quanto pedra’ e, a segunda, de Rafaela Sahyoun, intitulada ‘Boca Abissal’. As apresentações desta segunda temporada serão realizadas, em maio, nos dias 23, sexta-feira, às 20h, 24, sábado, e, 25, domingo, às 17h, 28, quarta-feira, às 20h, 31, sábado, e 1º de junho, domingo, às 17h. Os ingressos variam de R$11 a R$92 (inteira).

Abrindo o espetáculo, nova coreografia de Rafaela Sahyoun, que recentemente apresentou Fôlego no Theatro Municipal, explorará um campo relacional sustentado nas potencialidades emergentes das relações estabelecidas entre os corpos com e no espaço. A coreografia busca explorar como os sentidos operam de forma constante, transformando questões abstratas em experiências sensoriais tangíveis.

Na segunda metade, a estreia deu uma nova obra de Michelle Moura. As criações de Michelle são construídas a partir da manipulação de expressividades e intensidades, com um acúmulo visceral-minimalista de gestos, sons e significados. A proposta é produzir fantasmagorias psicofísicas que revelam aspectos energéticos e emocionais do corpo, enquanto se buscam fricções/ficções entre as categorias de ‘natural’ e ‘artificial’.

(Com Letícia Santos/Assessoria de Imprensa Theatro Municipal)

Do Samba a Bach: Com 30 anos de carreira, Felipe Prazeres, o maestro que une tradição e ousadia, leva orquestra brasileira à Europa

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Felipe Prazeres é maestro associado da Petrobras Sinfônica (OPES). Foto: Luciano Viana.

Ele é carioca, e tem um sobrenome de causar inveja: Fortuna Prazeres. Além do nome de sorte, nasceu em berço de ouro artístico. É filho de Armando Prazeres, maestro fundador da Orquestra Petrobras Sinfônica que completa, em 2025, cinquenta anos de trajetória. O talento nato ajudou, mas o que realmente abriu os caminhos de Felipe Prazeres foi o empenho, horas de estudo e muita dedicação. Desde cedo, recebeu a influência dos pais em casa (a mãe, Manuela Prazeres era cantora no coro de Armando). Assim, na casa do filho de portugueses, a música era assunto predileto. Uniu a família e hoje, tanto Felipe quanto Carlos Prazeres, irmão de sangue, têm a mesma profissão: a de maestro.

“Meu interesse pela música surgiu desde muito cedo, pois fui criado num ambiente musical. Tudo aconteceu de uma forma natural e orgânica. Primeiro a escolha pelo violino aos 11 anos e aos 17 comecei a trabalhar profissionalmente. Com 20 anos assumi o posto de spalla da Petrobras Sinfônica, há 15 anos começou meu interesse pela arte da regência, que é um caminho sem fim”, ressalta o maestro titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (OSTM) e maestro associado da Petrobras Sinfônica (OPES).

Foto: Daniel Ebendinger.

E mesmo com essa rotina de muito trabalho, Felipe Prazeres, que completa 30 anos de carreira este ano, está de malas prontas para uma turnê pela Europa nos meses de maio e junho. A proposta é comemorar uma década de vida da Johann Sebastian Rio, onde é o diretor artístico, violinista e regente. A carioquíssima orquestra de câmara vai apresentar o aclamado espetáculo Sambach, uma mistura de Samba com Bach, em uma série de oito concertos na Alemanha, Suíça e Polônia, que contará com a participação especial do premiado violinista alemão Linus Roth. Com arranjos exclusivos e muito bem recebidos pela crítica especializada, escritos por Ivan Zandonade, o projeto fundado ainda pela escritora e produtora Vanessa Rocha e pelo violista Eduardo Pereira, aborda um repertório que, além de Johann Sebastian Bach, apresenta também Villa-Lobos, Tom Jobim, Noel Rosa, Ary Barroso, Jacob do Bandolim, Jorge Ben Jor, entre outros grandes nomes da música brasileira. Interessante é que o nome da Orquestra homenageia o compositor alemão e a cidade do Rio de Janeiro, com um toque de brasilidade: ‘Sebastian’ remete a São Sebastião, padroeiro da cidade e ‘Bach’, em alemão significa ‘riacho’, ecoando as belezas naturais cariocas.

Sambach, álbum lançado em 2023, é uma ode à liberdade, à amizade e, principalmente, ao diálogo intercultural entre pessoas de diferentes nações e entre o erudito e o popular. É uma mistura rara entre a tradição musical alemã e o suingue da bossa nova e do samba. Eu digo que é a ‘orquestra de câmara com DNA brasileiro’. O grupo formado por feras da música de concerto e grandes amigos em comum, participou no ano passado do prestigiado Rheingau Musik Festival, na Alemanha. E agora, estamos bem animados de voltar à Europa com a nossa música”, celebra Felipe Prazeres.

Sobre a Johann Sebastian Rio

Felipe Prazeres no concerto da Johann Sebastian Rio no TMRJ. Foto: Daniel Ebendinger.

A história que une Linus Roth e a Orquestra Johann Sebastian Rio começa em 2017 num tradicional Festival de música em Belém, no Pará, região norte do Brasil. Como orquestra residente do XXX Festival Internacional de Música do Pará, a Johann Sebastian Rio e o violinista alemão Linus Roth se encontraram pela primeira vez e provaram, como diria Vinícius de Moraes, que a vida é a arte do encontro. Ali, estabeleceriam uma forte relação de amizade e reconheceriam a afinidade artística, tomando a decisão de unir os talentos e trocar experiências musicais. Com grande sucesso de público e crítica, apresentaram, no Theatro da Paz, em Belém, As quatro estações, de Vivaldi. Em janeiro de 2018, voltaram a se encontrar no Rio de Janeiro para a gravação em vídeo, na Cidade das Artes, do Allegro do Concerto em Mi maior de Johann Sebastian Bach, homenageando o padrinho da orquestra, compositor revolucionário e mais expressivo da terra natal de Linus. Ao final do vídeo, que foi publicado nas redes sociais e conta com grande circulação mundial, é apresentada uma versão de Santa Morena, de Jacob do Bandolim. Essa foi a semente do projeto de apresentações musicais da orquestra com o violinista, em uma homenagem às músicas brasileira e alemã, indo de Bach até o samba. Linus é apaixonado pelo Brasil e pela música brasileira, assim como a Johann, brasileiríssima orquestra carioca, difunde com paixão o repertório clássico de todos os tempos. Unir as duas paixões foi tarefa fácil. A Johann Sebastian Rio é conhecida por sua inovação, aliada à excelência musical de seus integrantes. Neste ano de 2025 completa dez anos de existência como a única orquestra de câmara do Rio de Janeiro com atividades permanentes, inúmeros vídeos on-line e capaz de lotar seus concertos com fãs de todas as idades.

Sobre Linus Roth

Linus Roth é um dos grandes violinistas de sua geração, nascido em Munique, na Alemanha. Vencedor do prêmio Echo Klassik 2017, toca no violino Stradivarius ‘Dancla’ de 1703 e já gravou com orquestras de peso como a London Symphony Orchestra. Juntos, a Johann Sebastian Rio e Linus Roth apresentam um repertório que não poderia ser mais sedutor e atrativo. No programa, obras que promovem o intercâmbio entre Bach e a música brasileira, começando com o Concerto para violino em Mi maior, de Bach, na íntegra. Em seguida, é apresentada a Cantilena das Bachianas nº 5 de Villa-Lobos, que serve de mediadora entre Bach e o repertório brasileiro que segue, quando a orquestra e o solista apresentam arranjos únicos do músico e arranjador Ivan Zandonade para os mais expressivos clássicos do choro, samba e bossa nova: Desafinado, Garota de Ipanema, Samba de uma nota só, Conversa de Botequim e Tico-tico no Fubá, culminando nos samba-exaltação Brasil Pandeiro, Brasileirinho e Aquarela do Brasil. Em agosto de 2024, o programa Sambach, exclusividade da Johann Sebastian Rio e Linus Roth, foi apresentado com grande sucesso no famoso Rheingau Musik Festival, lotando o tradicional Kloster Eberbach, próximo à localidade de Wiesbaden, na Alemanha. E agora, em 2025, a Orquestra volta à Europa.

Sobre o maestro Felipe Prazeres

Foto: Daniel Ebendinger.

Um dos mais conceituados músicos de sua geração, Felipe Prazeres é maestro titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e maestro associado da Orquestra Petrobras Sinfônica. Na Petrobras Sinfônica ingressou em 1994. Em 2000 assumiu o cargo de Spalla até 2024. E depois de ter regido inúmeros concertos, em 2025 tornou-se maestro associado da OPES. É um dos fundadores da Academia Juvenil, projeto socioeducativo que oferece formação gratuita para jovens entre 15 e 20 anos, oriundos de escolas de música e orquestras comunitárias. No Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde é titular desde 2022, participou como regente e diretor musical das óperas O Barbeiro de Sevilha, de Rossini, Carmen, de Bizet, O Elixir do Amor, de Donizetti, Le Villi, de Puccini e A Viúva Alegre, de Franz Lehár, além de ter atuado como regente nas três últimas Aberturas de Temporada. Em 2023 regeu a Sinfônica do Theatro Municipal e OSB juntas em um concerto dedicado a Berlioz e Wagner. É diretor artístico e fundador da orquestra Johann Sebastian Rio, uma das mais importantes orquestras de câmara do país. Neste grupo de câmara dirige concertos com repertório de todas as épocas, mas com especial atenção à música barroca e à música brasileira. Com a Johann Sebastian Rio gravou em 2023 o álbum Sambach com o premiado violinista alemão Linus Roth e se apresentou em agosto de 2024 no renomado Rheingau Musik Festival, na Alemanha. Em maio de 2025 fará uma turnê pela Europa passando pela Alemanha, Suíça e Polônia.

Cronograma da turnê europeia de Concertos da Johann Sebastian Rio:

Concerto no Festival Schwäbischen Frühling | Data: 31/5/2025 | Local: Ochsenhausen, Alemanha

Concerto no Festival Schwäbischen Frühling | Data: 1/6/2025 | Local: Ochsenhausen, Alemanha

Concerto na Universidade de Augsburg | Data: 2/6/2025 | Local: Augsburg, Alemanha

Concerto na Liederhalle Beethoven-Saal | Data: 4/6/2025 | Local: Stuttgart, Alemanha

Concerto na Argovia Philharmonic | Data: 5/6/2025 | Local: Aarau, Suíça

Concerto no Festival Brandenburgische Sommerkonzerte | Data: 7/6/2025 | Local: Potsdam, Alemanha

Concerto no Festival Łańcut Music Festival | Data: 8/6/2025 | Local: Łańcut, Polônia

Concerto no Festival All’Improvviso | Data: 9/6/2025 | Local: Gliwice, Polônia.

(Com Alexandre Aquino Assessoria de imprensa)