Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Inscreva seu e-mail e participe de nossa Newsletter para receber todas as novidades

OCAM convida Anelis Assumpção e Orquestra Sinfônica Heliópolis para celebração de três décadas de sua história

São Paulo, por Kleber Patricio

Maestro Ricardo Bologna, que dirige a orquestra há um ano, celebra os 30 anos da Orquestra de Câmara da ECA/USP. Foto: Cecilia Gidali/ Divulgação OCAM.

Durante o mês de junho, a Orquestra de Câmara da ECA/USP (OCAM) inicia oficialmente as celebrações de suas três décadas de dedicação à arte, à educação e à música. O primeiro concerto da Série Eventos Especiais – OCAM 30 anos terá o encontro inédito da OCAM com a Orquestra Sinfônica Heliópolis (OSH) e a cantora Anelis Assumpção em uma homenagem ao ícone da música negra Itamar Assumpção. Este concerto também será a abertura das comemorações dos 60 Anos da ECA – Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.

Sob a regência dos maestros Ricardo Bologna (diretor da OCAM) e Edilson Ventureli, diretor da Sinfônica Heliópolis, as duas orquestras vão dividir o palco do Auditório do Centro de Difusão Internacional da USP no dia 27 de junho às 12h. A OSH será a primeira orquestra sinfônica de favela a se apresentar dentro da Universidade de São Paulo. O grupo instrumental é o mais avançado do Baccarelli e tem como regente titular o maestro Isaac Karabtchevsky. Já se apresentou em palcos de destaque no Brasil e no mundo, como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, o Gasteig em Munique e o Muziekgebouw em Amsterdã, além de participar de eventos renomados, como o Festival Beethoven em Bonn e o Rock in Rio.

“É uma grande honra poder dividir o palco com a Orquestra Sinfônica Heliópolis em um momento de grande celebração. Nesses 30 anos de história, prezamos por oferecer uma programação rica em colaborações e inovação, trazendo convidados que enriquecem a experiência da OCAM, tanto para nossos instrumentistas quanto para o público e, agora, com muita alegria recebemos a OSH e a cantora Anelis Assumpção para a homenagem a Itamar, que foi seu pai”, diz o regente e diretor da orquestra Ricardo Bologna.

O programa do dia 27 se inicia com Nhanderú, da compositora brasileira Clarice Assad. A peça é uma abertura orquestral inspirada em rituais indígenas de invocação da chuva na região amazônica. Seguindo com grandes obras da música de concerto do Brasil, as orquestras interpretam Suíte Brasileira, composta em 1890 por Alexandre Levy, considerado um dos precursores do nacionalismo musical no Brasil. O concerto prossegue com Encantamento, do compositor Camargo Guarnieri, um dos autores brasileiros mais interpretados no exterior. Guarnieri teve seu estilo muito influenciado pela Semana de Arte Moderna e possui mais de 700 obras compostas. Foi o primeiro diretor artístico e regente titular da Orquestra Sinfônica da USP (Osusp), cargo que ocupou até sua morte, em 1993.

Após a viagem pela música de concerto brasileira, o público será levado para uma imersão na obra do cantor, compositor, escritor, instrumentista, ator, produtor e artista Itamar Assumpção. Sendo uma das grandes referências da cultura popular brasileira e independente, Itamar fez parte da chamada Vanguarda Paulista, ao lado de Arrigo Barnabé, Premê (Premeditando o Breque), Grupo Rumo e Pracianos, lideraram o movimento entre os anos de 1979 e 1985. O músico ganhou notoriedade por suas experimentações de ritmo e mistura de gêneros, com letras satíricas e críticas sociais, considerado um dos maiores poetas negros da cultura contemporânea.

Para dar voz às canções, a OCAM e a OSH recebem Anelis Assumpção, filha do grande homenageado do dia, que, já com trajetória consolidada na música, lançou quatro discos autorais. São eles: Sou Suspeita, Estou Sujeita, Não Sou Santa (2011); Amigos Imaginários (2014), Taurina (2018), considerado o melhor disco e a melhor capa no Prêmio Multishow 2018; e Salw (2022), escolhido como a melhor produção musical do ano pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). Atualmente, Anelis também é diretora geral do Museu Itamar Assumpção, primeiro museu virtual de um artista negro brasileiro.

Os arranjos da obra de Itamar Assumpção para concerto foram produzidos por Jether Garotti. Serão nove canções interpretadas, incluindo grandes sucessos como Nego Dito, um hino da música negra, Isso Não Vai Ficar Assim e Nega Música. Ainda compõem o repertório as músicas Eldorado, Tetê Tentei, Fim de Festa, Eu Persigo São Paulo, Milágrimas e Tristeza não.

Em parceria com a Central Única das Favelas (Cufa), o concerto Homenagem a Itamar Assumpção fará arrecadação de alimentos não perecíveis, agasalhos e cobertores.

Além da apresentação musical, o evento terá a participação da Feira Divas do Sol Heliópolis, criada em 2021 por mulheres empreendedoras da comunidade de Heliópolis e regiões periféricas, com os objetivos de gerar renda, promover o desenvolvimento econômico, cultural e político e ser um elo de sororidade e rede de apoio entre as mulheres e lgbtquia+, com estandes de exposição e venda de produtos. O Coletivo Opy Mirim da Aldeia Tekoa Pyau – Terra Indígena Jaraguá também participará com exposição de artesanato indígena.  A Editora da USP (Edusp) marcará presença com venda de livros.

Serviço:

Homenagem a Itamar Assumpção 

Regência: Ricardo Bologna

Regência: Edilson Ventureli

Canto: Anelis Assumpção

Obras de:

Clarice Assad – Nhanderú: Abertura para orquestra

Alexandre Levy – Suíte Brasileira

M. Camargo Guarnieri – Encantamento

Canções de Itamar Assumpção, em arranjos de Jether Garotti:

Eldorado (A. C. Tonelli)

Tetê Tentei (Itamar Assumpção)

Fim de Festa (Itamar Assumpção)

Eu Persigo São Paulo (Itamar Assumpção)

Nego Dito (Itamar Assumpção)

Nega Música (Itamar Assumpção)

Isso Não Vai Ficar Assim (Itamar Assumpção)

Milágrimas (Itamar Assumpção; Alice Ruiz)

Tristeza não (Itamar Assumpção; Alice Ruiz)

Série Eventos Especiais – OCAM 30 anos

Data: 27 de junho, sexta-feira

Horário: 12h00

Local: Auditório do Centro de Difusão Internacional da USP – Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 310, Butantã, SP

Entrada gratuita / solidária Reserva de ingressos através do link

Doação de um quilo de alimento não perecível e/ou agasalhos e cobertores – Parceria Cufa

Capacidade: 820 pessoas

Como chegar:

Transporte Público

Metrô + Ônibus

Descer na estação Butantã da Linha 4 – Amarela do Metrô

Caminhar até o Terminal Butantã (ao lado da estação) e pegar o ônibus até a USP. Opções de linhas:

177H-10 (Cidade Universitária)

7411-10 (Cidade Universitária)

Ponto de referência: Prédio central da ECA

Trem + Ônibus

Descer na estação Cidade Universitária da Linha 9 – Esmeralda da CPTM

Caminhar até o ponto de ônibus da Rua Prof. Mello Moraes e pegar o ônibus até a USP. Opções de linhas:

8085-10 (Circular Usp Sentido P3)

Ponto de referência: Prédio Central da ECA

Carro

A USP oferece estacionamento gratuito.

Sobre a OCAM | A Orquestra de Câmara da ECA/USP (OCAM), um dos principais organismos artísticos da Universidade de São Paulo, celebra 30 anos de trajetória, consolidando-se como uma referência fundamental entre as orquestras profissionalizantes do Brasil. Fundada em 1995 pelo maestro Olivier Toni, a OCAM é composta por alunos do Departamento de Música da USP e de cursos de extensão universitária. Sob a direção do maestro Gil Jardim, de 2001 a 2023 e, desde 2024, do maestro Ricardo Bologna, a orquestra tem se destacado no cenário musical brasileiro, sendo reconhecida pela sua qualidade e pela diversidade de seu repertório. Ao longo dessas três décadas, a OCAM já formou mais de 800 alunos bolsistas, contou com a participação de cerca de 1 mil convidados, entre maestros e solistas, e promoveu cerca de 300 masterclasses abertas à comunidade. Com aproximadamente 2 mil concertos realizados, a orquestra tem desempenhado um papel essencial na vida cultural da USP e na promoção da música no Brasil. Seu trabalho vai além da arte musical, trazendo à tona questões sociais, promovendo a inclusão e gerando reflexões sobre a música e sua função social. Desde 2021, após a pandemia, a orquestra já arrecadou nove toneladas de alimentos para comunidades em situação de insegurança alimentar.

(Fonte: Agência Lema)

MIS recebe trio de jazz para sonorizar ao vivo o filme “Cinzas e diamantes”

São Paulo, por Kleber Patricio

Os músicos Daniel Latorre, Piotr Krzemiński e Arek Skolik. Foto: Robert Wierzbicki/Divulgação.

A edição de junho do Cinematographo, programa mensal do MIS que apresenta longas-metragens com trilha sonora executada ao vivo, traz o filme polonês “Cinzas e diamantes”, de 1958. E para realizar a sonorização, o Museu recebe o The Special Trio, grupo de jazz formado pelo organista brasileiro Daniel Latorre e os poloneses Piotr Krzemiński (trompete) e Arek Skolik (bateria). A sessão acontece no dia 22, às 15h, e os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), podendo ser adquiridos pela plataforma Megapass (online) ou na bilheteria física do MIS.

Com nomes importantes do gênero, o trio de jazz formado em 2023 lançou seu disco de estreia, “You Know?”, em fevereiro deste ano e a apresentação no MIS integra a turnê que eles realizam pelo Brasil no mês de junho. Daniel Latorre é referência brasileira do órgão Hammond B3 e já colaborou com artistas como Caetano Veloso e Ed Motta. Já o baterista Arek Skolik tocou com nomes importantes do jazz mundial, como o saxofonista Lee Konitz. E o trompetista Piotr Krzemiński, por sua vez, foi premiado por dois anos como o Melhor Jazzista de Łódź, na Polônia.

No palco do Auditório MIS, eles sonorizam ao vivo “Cinzas e diamantes”, filme baseado no romance de 1948 do escritor polonês Jerzy Andrzejewski. O título vem de um poema do século 19 de Cyprian Norwid e se refere à maneira pela qual os diamantes são formados a partir de calor e pressão agindo sobre o carvão.

“Cinzas e diamantes”, filme polonês de 1958, ganha exibição com trilha sonora executada ao vivo no MIS. Foto: divulgação.

O longa, dirigido por Andrzej Wajda, começa no último dia da Segunda Guerra Mundial, com Maciek (Zbigniew Cybulski), ex-soldado do Armia Krajowa – Exército de Livre Resistência Polonesa — ao lado de alguns parceiros numa missão para assassinar Szczuka (Waclaw Zastrzezynski), líder comunista daquela região. A direção de Wajda se ancora desde cedo em uma oposição visual entre a figura aparentemente calma e meio apaixonada de Maciek com a de sua ação como assassino, uma linha que o roteiro baseado no livro de Jerzy Andrzejewski irá expandir, principalmente após Krystyna (Ewa Krzyzewska), uma garçonete por quem Maciek se apaixona, entrar em cena.

Sobre o Cinematographo | O Cinematographo é um programa mensal do MIS que resgata o clima das antigas sessões de cinema com um toque especial: em cada edição, músicos convidados criam uma trilha sonora ao vivo. É uma maneira diferente e envolvente de assistir aos filmes, com uma nova camada de som, que leva o público para dentro da história.

Serviço:

Cinematographo – Cinzas e diamantes

Data: 22.06, às 15h

Local: Auditório MIS (172 lugares)

Avenida Europa, 158, Jd. Europa, São Paulo – SP

Ingresso: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), disponíveis na plataforma Megapass e na bilheteria física do MIS

Classificação: 12 anos

A programação é uma realização do Ministério da Cultura, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas de São Paulo, e Museu da Imagem e do Som, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e com o apoio do ProAC. O MIS tem patrocínio institucional da B3, Vivo, Valid, Kapitalo Investimentos, Goldman Sachs, Sabesp e TozziniFreire Advogados e apoio institucional das empresas Unisys, Unipar, Grupo Comolatti, Colégio Albert Sabin, PWC, TCL SEMP, Telium e Kaspersky.

(Com Diego Andrade de Santana/Assessoria de Imprensa MIS)

Apesar da matriz energética renovável, Brasil está atrasado nas políticas para descarbonizar indústria do aço

Brasil, por Kleber Patricio

Tecnologias como fornos elétricos movidos a hidrogênio verde podem reduzir em até 90% a emissão dos fornos convencionais, baseados em carvão mineral. Foto: Francisco Fernandes/Unsplash.

A indústria do aço responde por cerca de 26% das emissões industriais e de 7 a 9% das emissões totais de dióxido de carbono no mundo. O Brasil, apesar de possuir uma matriz energética mais renovável que a de outros países, precisa de mudanças estruturais e políticas de incentivo para garantir a descarbonização do setor siderúrgico. É o que aponta levantamento inédito do projeto “Descarbonização e Política Industrial: Desafios para o Brasil” (DIP-BR), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) publicado no último dia 15 de maio.

O autor do relatório, Germano Mendes de Paula, professor da Universidade Federal de Uberlândia, explica que as emissões de carbono dependem da rota tecnológica utilizada. Usinas integradas de alto-forno a coque, baseadas em carvão mineral, são responsáveis por 70% da produção de aço, gerando 2,32 toneladas de CO2 por tonelada de aço bruto. Em contrapartida, tecnologias como a redução direta com fornos elétricos a arco (DRI-EAF), movidos a hidrogênio verde, podem reduzir essa emissão em até 90%, chegando a 0,2 toneladas de CO2 por tonelada de aço bruto. No Brasil, o uso de carvão vegetal reflorestado e sucata de aço na cadeia produtiva já confere emissões menores (0,7 e 0,4 toneladas de COpor tonelada de aço bruto produzida, respectivamente).

Mendes de Paula ressalta, porém, que o alto-forno é uma tecnologia difícil de substituir em termos de custo, escala e qualidade de produção, o que torna a modernização lenta. O autor aponta outros desafios, como insumos alternativos caros, como o hidrogênio verde, e uma forte escassez de sucata para a reciclagem, especialmente em países emergentes, como o Brasil. “O perfil de consumo de aço do Brasil faz com que tenhamos pouca oferta de sucata. Carros que em outros países viram ‘lata-velha’ e viram insumos ainda estão rodando no Brasil, por exemplo”, contextualiza Mendes de Paula. “O Brasil também exporta muito aço, gerando sucata no estrangeiro”, completa.

O relatório também analisa iniciativas da União Europeia, Estados Unidos, Canadá, México, Japão, China e Índia, que figuram entre os maiores produtores de aço, para a descarbonização na cadeia produtiva do aço. Na comparação, o Brasil demonstra vantagem por contar com uma matriz energética mais renovável, mas peca na questão de incentivos financeiros e políticas públicas. Por exemplo, Mendes de Paula menciona o subsídio de 700 milhões de dólares que a JFE, a segunda maior indústria japonesa, recebeu para trocar o alto-forno pela a rota baseada em forno elétrico, à base de sucata.

No Brasil, apesar de iniciativas como o Programa BNDES Hidrogênio Verde e a recente Lei nº 14.948/2024, que estabelece o marco legal para a economia de baixo carbono, ainda faltam políticas mais robustas e subsídios diretos à descarbonização da siderurgia. O mercado siderúrgico brasileiro também cresce lentamente, o que limita a viabilidade de novos projetos sustentáveis, e o mercado regulado de carbono encontra-se relativamente atrasado.

No âmbito das estratégias tecnológicas, os esforços mais relevantes têm se concentrado na redução das emissões de gases de efeito estufa na matriz energética por meio de investimentos em energias eólica e solar. “Dadas as limitações, a indústria brasileira tem feito o dever de casa e acredito que o governo entenda a necessidade de investir em iniciativas de descarbonização. A dificuldade é tornar isso uma prioridade pública”, finaliza Mendes de Paula.

(Fonte: Agência Bori)

Andropausa atinge até 21,3 milhões de homens com mais de 40 anos no Brasil

Campinas, por Kleber Patricio

Dr. George Mantese: tratamento da andropausa ainda é um tabu entre o público masculino. Foto: Divulgação.

Ao contrário da menopausa, que atinge o público feminino, a andropausa ainda é pouco conhecida entre os homens, além de enfrentar tabus. Trata-se de uma condição fisiológica caracterizada pela diminuição gradual dos níveis de testosterona, que provocam sintomas como a fadiga crônica, irritabilidade, ganho de peso abdominal e queda na libido. Segundo estimativas mundiais, até 25% do público masculino acima de 40 anos podem estar com andropausa. No Brasil, calcula-se que 21,3 milhões de homens sejam afetados pela condição fisiológica. Na região, de Campinas, estima-se 121.400 homens na andropausa.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia, a “menopausa masculina” é a Deficiência Androgênica do Envelhecimento Masculino (DAEM), caracterizada pela queda progressiva da testosterona após os 40 anos de idade.

George Mantese, médico de Família e Comunidade Doutorando em Educação e Saúde (USP), especialista em Longevidade, Anti-Aging e Wellness, além de fundador e diretor do Instituto Mantese, explica que a andropausa é uma epidemia ignorada, já que 30% dos homens afetados não têm um diagnóstico do problema. “Dados da Sociedade Brasileira de Urologia revelam que 3 em cada 10 homens acima de 50 anos têm DAEM, mas menos de 20% recebem tratamento”, alerta ele. “O tabu e a falta de campanhas públicas agravam o problema e elevam os riscos, sendo que homens com baixa testosterona têm três vezes mais risco de depressão”, acrescente o médico especialista.

PREVENÇÃO

George Mantese afirma que é de extrema importância o homem fazer os exames assim que alguma das manifestações da andropausa surgirem. O primeiro passado, explica o especialista, é ter um diagnóstico do problema, através de exames. “A dosagem de testosterona deve ser feita entre 7h e 10h, em jejum, e combinada com avaliação clínica. Novos exames, como a testosterona livre por ultrassensibilidade, aumentam a precisão dos resultados”, conta.

Outras prevenções citadas pelo médico são o estilo de vida que preserva a testosterona. “Estudo da Universidade de Harvard comprovou que homens com dieta rica em zinco (castanhas, carne magra) e exercícios regulares têm 30% menos risco de desenvolver DAEM precoce”, explica George Mantese.

Mantese também faz um alerta importante. “A terapia com testosterona só é indicada para casos comprovados, mas a procura por automedicação cresceu 40% pós-pandemia.”

Homens na andropausa: Considerando que cerca de 20% da população são homens acima de 40 anos, estima-se que: • Campinas: aproximadamente 121.400 homens na andropausa. • Região Metropolitana de São Paulo: aproximadamente 2.165.000 homens na andropausa. • Porto Alegre: aproximadamente 148.800 homens na andropausa.

(Com Marcelo Oliveira/Comunicação Estratégica Campinas)

Urbia reinaugura cachorródromo do Parque Ibirapuera com melhorias e novas funcionalidades para pets e seus responsáveis

São Paulo, por Kleber Patricio

Cachorródromo do Parque Ibirapuera. Foto: Divulgação/Grupo Petz

A Urbia acaba de reinaugurar o cachorródromo do Parque Ibirapuera, agora batizado de Petz Park, com uma série de melhorias que ampliam o conforto do local e a infraestrutura para pets e seus responsáveis. O espaço passa a contar com o patrocínio do Grupo Petz e integra as ações da concessionária para transformar o parque em um ambiente ainda mais acolhedor, plural e voltado à qualidade de vida dos frequentadores.

Com 9 mil m², o Petz Park se consolida como um dos maiores espaços dedicados ao lazer pet em parques públicos da capital paulista, além de ocupar o posto de segundo maior cachorródromo da América Latina. O projeto contou com o patrocínio do Grupo Petz, que viabilizou a realização das melhorias no espaço. Entre as reformas realizadas no local incluem: renovação de mobiliários, pintura, instalação de oito lixeiras com orientações para os responsáveis, além de nove bebedouros para pets personalizados, sendo três deles dentro do Petz Park e os outros seis espalhados pelo Ibirapuera.

O objetivo da iniciativa é proporcionar uma experiência de qualidade para os amantes de pets em meio à natureza. “Nosso compromisso é oferecer experiências cada vez mais diversas para os frequentadores do parque. O novo cachorródromo amplia as possibilidades de convivência entre os pets e seus responsáveis, reforçando a vocação do Ibirapuera como um lugar de bem-estar, cuidado e inclusão”, ressalta Samuel Lloyd, diretor da Urbia.

Inaugurado em 2022, o cachorródromo surgiu a partir de uma escuta ativa da Urbia junto aos frequentadores do Parque Ibirapuera. Desde o início da gestão, a empresa realiza pesquisas periódicas para mapear as principais demandas do público, e a criação de um cachorródromo bem estruturado e integrado ao parque estava entre os pedidos mais recorrentes. “Ao ouvir atentamente as demandas da população, garantimos que o Parque Ibirapuera evolua para atender às reais necessidades de seus diferentes públicos. Por isso, a implantação do cachorródromo marcou um avanço importante na criação de ambientes dedicados aos pets na cidade de São Paulo”, descreve Lloyd. Agora, em uma nova fase de melhorias e com o patrocínio do Grupo Petz, a Urbia amplia a infraestrutura e conforto, elevando o padrão de qualidade de ambientes destinados à pets.

“É uma grande satisfação fazer parte da revitalização deste espaço no Parque Ibirapuera. A parceria com a Urbia reflete nosso compromisso em promover bem-estar animal e criar espaços de convivência mais inclusivos, confortáveis e conectados às necessidades dos pets e seus responsáveis. Acreditamos que iniciativas como essa fortalecem nosso propósito de incentivar relações cada vez mais harmoniosas entre pessoas, pets e a cidade”, explica Marcelo Maia, VP de Marketing, Digital e Inovação do Grupo Petz.

Durante a reinauguração, que aconteceu no dia 31 de maio, o público que passou pelo cachorródromo pôde participar de uma série de atividades interativas gratuitas, como aulas de Pet Yoga, distribuição de brindes personalizado, ações de foto lembrança, personalização de tags para coleiras e encontros com a mascote Super Secão do Grupo Petz.

A parceria entre a Urbia e o Grupo Petz vai além do cachorródromo e traz benefícios concretos para toda a experiência dos visitantes. O patrocínio permite a ampliação dos investimentos em infraestrutura, manutenção e implementação de novos serviços, o que impacta diretamente na qualidade do parque como um todo. Essa iniciativa fortalece a responsabilidade com a valorização do Ibirapuera como um parque mais moderno e conectado às necessidades da população, consolidando-o como uma das principais referências em lazer ao ar livre e bem-estar da cidade de São Paulo.

O Petz Park, localizado próximo aos Portões 5 e 6 do Ibirapuera, já está aberto ao público e funciona diariamente com acesso gratuito.

(Mylena Zintl Bernardes/Máquina Cohn & Wolfe)