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Arte & Cultura

Rio de Janeiro

Etc e Tal transforma “Dom Quixote” em uma experiência visual arrebatadora e reafirma a força da mímica brasileira no cenário contemporâneo

por Kleber Patrício

Uma das companhias mais importantes do teatro físico brasileiro, a carioca Etc e Tal apresenta Dom Quixote, espetáculo infanto-juvenil sem palavras que reinventa o clássico de Miguel de Cervantes por meio da mímica, da comicidade gestual e de uma sofisticada dramaturgia visual. A estreia acontece no dia 7 de março de 2026 no Teatro Glaucio […]

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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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MASP apresenta exposição monográfica com obras emblemáticas de Frans Krajcberg

São Paulo, por Kleber Patricio

Frans Krajcberg (Kozienice, Polônia, 1821—2017, Rio de Janeiro, Brasil) | A flor do mangue [The Mangrove Blossom], circa 1970 | Madeira residual de árvores de manguezal pigmentada com piche [Tar on residual mangroove wood], 300 × 780 × 700 cm | Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), Salvador, Brasil. Foto [Photo]: Autoria desconhecida [Unknown authorship]. Foto: Autoria desconhecida.

O MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta, de 16 de maio a 19 de outubro, a exposição ‘Frans Krajcberg: reencontrar a árvore’. A mostra reúne mais de 50 obras — entre esculturas, relevos, gravuras e pinturas — de grandes dimensões e formatos que desafiam o convencional, refletindo tanto o apreço do artista pela natureza brasileira quanto seu engajamento crescente com a denúncia das agressões ao meio ambiente.

Com curadoria de Adriano Pedrosa, diretor artístico, MASP, e Laura Cosendey, curadora assistente, MASP, a mostra apresenta um panorama abrangente da produção de Frans Krajcberg (Kozienice, Polônia, 1921–2017, Rio de Janeiro, Brasil). Pioneiro na integração entre arte e ecologia, o artista se destacou por evidenciar questões ambientais no Brasil. Ao longo de sua trajetória, desenvolveu pesquisas artísticas ramificadas em eixos temáticos, como samambaias, florações, relevos e sombras. Essas investigações culminaram em obras criadas a partir de cipós, raízes, resquícios de troncos e madeira calcinada, além de pigmentos naturais, com os quais ele compõe o corpo de sua obra.

Sem título (Sombra) [Untitled (Shadow)], 1974 Pigmento sobre madeira [Pigment on wood], 160 × 225 × 60 cm | Coleção particular [Private collection], Brasil. Foto [Photo]: Cortesia Almeida & Dale/Sergio Guerini.

Krajcberg rompeu com a tradição escultórica ao empregar elementos orgânicos e estruturas naturais como matéria-prima e suporte, desafiando os limites entre representação e figuração, além de fundir os campos da pintura, escultura e gravura. A flor do mangue, circa 1970, composta por madeira residual de árvores de manguezal e pigmentada com piche, reflete essa abordagem. Com sua grande escala e forma retorcida, a obra sensibiliza o observador para a vulnerabilidade e a resistência do ecossistema dos manguezais.

“De certa forma, a escultura é a própria árvore, ainda que resultante da justaposição de diferentes elementos naturais. A arte, para Krajcberg, precisa sair dos limites da moldura e reencontrar a natureza. Ele se afasta progressivamente da ideia de representar o mundo natural para incorporá-lo como corpo da obra. O caráter de denúncia emerge como um desdobramento natural desse processo, conforme Krajcberg percebia o potencial da arte de sensibilizar e comunicar sua luta ambiental”, comenta Laura Cosendey.

Em 1978, durante uma expedição pela Amazônia, Frans Krajcberg experiencia o que chamou de ‘choque amazônico’ diante da exuberância da floresta equatorial. Anos depois, uma nova viagem — desta vez ao Mato Grosso — expõe o artista à devastação provocada pelas queimadas, marcando uma virada em sua trajetória, em que a natureza, além de ser inspiração, se torna causa a ser defendida. A expressão ‘reencontrar a árvore’, presente em suas reflexões, resume esse retorno da arte à natureza como fonte de criação e consciência ecológica.

Frans Krajcberg: reencontrar a árvore integra a programação anual do MASP dedicada às Histórias da Ecologia. A programação do ano também inclui mostras de Abel Rodríguez, Claude Monet, Clarissa Tossin, Hulda Guzmán, Minerva Cuevas, Mulheres Atingidas por Barragens e a grande coletiva Histórias da ecologia.

SOBRE O ARTISTA

Frans Krajcberg trabalhando em uma de suas peças, Minas Gerais, década de 1960 [Frans Krajcberg working in one of his pieces, Minas Gerais, 1960s] Arquivo Nacional, Fundo Correio da Manhã, Rio de Janeiro, Brasil. Foto [Photo]: Arquivo Nacional, Fundo Correio da Manhã.

Naturalizado brasileiro, Frans Krajcberg (1921–2017) nasceu na Polônia e, por ser de origem judaica, perdeu toda a sua família durante o Holocausto. Nos anos 1950, estabeleceu-se no Brasil, onde desenvolveu seu trabalho como artista. A partir da década de 1960, passou a viajar à Amazônia e ao Pantanal, coletando resquícios de troncos em áreas devastadas por queimadas. Em uma dessas expedições, redigiu, com Pierre Restany e Sepp Baendereck, o Manifesto do Naturalismo Integral (1978), que consolida seu pensamento socioambiental. Sua experiência ecológica também influenciou suas escolhas de vida, passando a residir em seu sítio em Nova Viçosa, cercado pela Mata Atlântica.

CATÁLOGO

Por ocasião da mostra, um catálogo amplamente ilustrado será publicado em edição bilíngue, em português e inglês, e em capa dura, reunindo imagens e ensaios comissionados que abordam a trajetória de Frans Krajcberg. O livro tem organização editorial de Adriano Pedrosa e Laura Cosendey, e textos de Cosendey, Felipe Scovino, Malcolm McNee, Paulo Herkenhoff e Patricia Vieira.

ACESSIBILIDADE

Todas as exposições temporárias do MASP possuem recursos de acessibilidade, com entrada gratuita para pessoas com deficiência e seu acompanhante. São oferecidas visitas em Libras ou descritivas, além de textos e legendas em fonte ampliada e produções audiovisuais em linguagem fácil — com narração, legendagem e interpretação em Libras que descrevem e comentam os espaços e as obras. Os conteúdos, disponíveis no site e no canal do YouTube do museu, podem ser utilizados por pessoas com deficiência, públicos escolares, professores, pessoas não alfabetizadas e interessados em geral.

REALIZAÇÃO

Frans Krajcberg: reencontrar a árvore é realizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Vivo, apoio de Mattos Filho e apoio cultural da Henry Moore Foundation e do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC).

Serviço:

Frans Krajcberg: reencontrar a árvore

Curadoria: Adriano Pedrosa, diretor artístico, MASP, e Laura Cosendey, curadora assistente, MASP

16/5 — 19/10/2025

2° subsolo, Edifício Lina Bo Bardi

MASP — Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand

Avenida Paulista, 1578 – Bela Vista, São Paulo, SP 01310-200

Telefone: (11) 3149-5959

Horários: terças grátis, das 10h às 20h (entrada até as 19h); quarta e quinta das 10h às 18h (entrada até as 17h); sexta das 10h às 21h (entrada gratuita das 18h às 20h30); sábado e domingo, das 10h às 18h (entrada até as 17h); fechado às segundas.

Agendamento on-line obrigatório pelo link masp.org.br/ingressos

Ingressos: R$ 75 (entrada); R$ 37 (meia-entrada).

Siga o MASP: Site oficial | Facebook | Instagram.

(Fonte: Assessoria de imprensa MASP)

Associações divulgam nota de repúdio sobre parecer contrário a projeto de lei que visa proibir o abate de jumentos na Bahia

Bahia, por Kleber Patricio

Foto: Meritt Thomas/Unsplash.

Diversas associações de defesa dos direitos animais divulgaram uma nota de repúdio ao parecer do deputado Paulo Câmara, da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), sobre o PL nº 24.465/2022, que visa proibir o abate de jumentos em todo o estado da Bahia.

As associações rebateram os argumentos do deputado que refutam a informação de que, caso os abates continuem no Brasil, poderiam extinguir os jumentos no país em 2026. No texto, o parlamentar refuta as informações técnicas oriundas do Conselho Regional de Medicina-Veterinária da Bahia (CRMV/BA). No entanto, diz a nota de repúdio, “o CRMV/BA está robustamente amparado em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE e do Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA”, além de uma nota técnica embasada com artigos científicos publicada na Revista do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV). O documento explica que a prática do abate de jumentos também contraria o artigo 225 da Constituição Federal, que veda práticas que levem uma espécie à extinção. “É fato notório e inconteste que os jumentos estão em agressivo declínio no Brasil e no mundo, em razão da atividade extrativista em que consiste o comércio internacional de pele de jumentos. Ao contrário do que dá a entender o parecer, não existe cadeia produtiva de jumentos no Brasil ou em qualquer lugar do mundo”, diz o texto.

A prática do abate tem levado à extinção dos animais de maneira progressiva. Entre 2018 e 2024, apenas na Bahia, foram 248.298 jumentos abatidos. Dados da FAO apontam que existem, em 2025, apenas 78.916 animais, representando uma perda de 94% do efetivo populacional. A nota também rebate diversos argumentos do parecer do deputado que tratam sobre prejuízos econômicos, desemprego e perdas de receita para o estado e ressalta que apenas três abatedouros possuem autorização do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) para a exportação da pele do jumento, que vai para a China para a fabricação do eijao. Dessa forma, não há produtores dessa atividade nem mesmo perdas econômicas ou desemprego.

A nota de repúdio também critica o parecer após aprovação em comissão na Assembleia Legislativa da Bahia. “O PL em questão já havia sido aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). É aviltante e inaceitável que o parecer ora repudiado ignore e desrespeite parecer anteriormente dado, em patente invasão da competência de comissão existente justamente para averiguar a constitucionalidade dos projetos de lei”, finaliza.

O texto é assinado pela Frente Nacional de Defesa dos Jumentos, pelo Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, pela Confederação Nacional de Entidades de Defesa dos Direitos Animais e pela Associação Nacional dos Advogados Animalistas, entre outros órgãos e instituições.

(Com Renan Araújo/Agência EmFoco)

Mais de 26 mil cavernas já registradas no Brasil: nova iniciativa quer destacar as de valor histórico e cultural

Brasil, por Kleber Patricio

Lapa do Caboclo – Parque Nacional Cavernas do Peruaçu (MG). Foto: Maurício de Andrade.

Responsáveis por diversos serviços ecossistêmicos, como a recarga de aquíferos, fundamental para o abastecimento de água potável, as cavernas resguardam diversas informações sobre a presença humana, com registros que ajudam a compreender os modos de vida de nossos antepassados e como eles as utilizavam ao longo de milênios. Buscando preservar esses espaços e revelar suas riquezas, um trabalho promovido pelo Plano de Ação Nacional para Conservação do Patrimônio Espeleológico Brasileiro – PAN Cavernas do Brasil vai facilitar a identificação dos atributos históricos e culturais e orientar o uso sustentável desses ambientes naturais.

O projeto está sendo desenvolvido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico (Iphan) em parceria com o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas (ICMBio/Cecav). Segundo o arqueólogo do Iphan Danilo Curado, a iniciativa prevê dois produtos, o primeiro deles será o manual de boas práticas, que orientará o uso responsável de cavernas com sítios arqueológicos por turistas, guias, prefeituras e comunidades com diretrizes claras para mitigar impactos e fortalecer o papel educativo dessas visitas. Além disso, também será desenvolvido um fluxograma que permitirá o aprimoramento da ação pública criando um procedimento técnico-operacional entre Iphan e ICMBio para a avaliação do atributo histórico-cultural nas cavidades, assegurando que as decisões sobre o grau de relevância contem com a expertise arqueológica do Iphan.

Para o arqueólogo, esse trabalho promoverá a integração institucional e um planejamento nacional. “Com o cruzamento de dados geoespaciais, vistorias conjuntas e a construção de um Termo de Cooperação, essa ação permitirá criar uma base estruturada para intervenções futuras em todo o território nacional, inclusive com a elaboração de uma Carta de Cavidades Naturais com Sítios Arqueológicos”, afirmou.

Tesouros resguardados por cavernas brasileiras

Janelão – Parque Nacional Cavernas do Peruaçu (MG). Foto: Diego Bento.

“O Brasil abriga cavernas com altíssimo valor arqueológico e cultural, entre elas podemos destacar as do Parque Nacional da Serra da Capivara (PI), Parque Nacional Cavernas do Peruaçu (MG) e as cavernas do Vale do Ribeira (SP), Serra do Ramalho (BA) e Serranópolis (GO). Essas cavidades estão sob constante ameaça, seja por vandalismo, turismo não orientado, mineração ou pressões fundiárias. Sua conservação é urgente e estratégica para a memória nacional, a ciência e a valorização do território”, disse Danilo Curado.

Na Serra da Capivara, as pesquisas no sítio arqueológico remontam datações de 50 mil anos, sendo um dos mais antigos registros de ocupação humana nas Américas. No Peruaçu, as pinturas rupestres e vestígios arqueológicos conservados nas cavernas da região revelam ocupações humanas de até 12 mil anos atrás. Já nas cavernas do Vale do Ribeira, Serra do Ramalho e Serranópolis há arte rupestre, estruturas funerárias e vestígios materiais de ocupações históricas ainda em estudo.

Para Danilo, essas ações que estão sendo desenvolvidas “fortalecem a atuação preventiva do Estado e criam as condições para uma gestão mais eficaz, principalmente frente à enorme diversidade de cavernas e à escassez de mecanismos normativos específicos para contextos de uso turístico desses espaços”.

Sobre o PAN Cavernas do Brasil | O PAN Cavernas do Brasil possui 43 ações, que são distribuídas em quatro objetivos específicos, visando cumprir o objetivo geral: prevenir, reduzir e mitigar os impactos e danos antrópicos sobre o patrimônio espeleológico brasileiro, espécies e ambientes associados, em cinco anos. Além disso, contempla 169 táxons nacionalmente ameaçados de extinção, estabelecendo seu objetivo geral, objetivos específicos, prazo de execução, formas de implementação, supervisão e revisão.
(Com Lorene Lima/IcmBio)

Exorcista da Igreja Católica revela bastidores de possessões demoníacas em livro

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro.

Longe do sensacionalismo das produções cinematográficas sobre possessões, em ‘Exorcista – Os arquivos secretos’, o Padre Carlos Martins revela em detalhes como o mal assombra em silêncio. Considerado um dos maiores especialistas em demonologia e fenômenos sobrenaturais da atualidade, ele abre seu diário de exorcismos e compartilha os casos que presenciou de levitação, vozes sobre-humanas, ataques físicos invisíveis e manifestações espirituais que desafiam toda lógica.

Nesta obra, que chega ao Brasil pela Citadel Editora, o autor destaca a importância de diferenciar distúrbios psicológicos de manifestações malignas e explica que nenhuma sessão de esconjuro é iniciada sem avaliações criteriosas, conduzidas, inclusive, por equipes médicas. Ao mesmo tempo, Padre Martins revela como doenças físicas e mentais, traumas, ambientes familiares disfuncionais e práticas espirituais distorcidas atuam como porta de entrada para o mal.

“[…] demônios trabalham para se misturar às condições e circunstâncias de seu hospedeiro de forma discreta.
A doença mental costuma ser o disfarce perfeito porque os membros da família e a equipe médica acreditam ser ela – e não o demônio – a razão do comportamento aberrante da vítima.”
(Exorcista – Os arquivos secretos, p. 29)

Um dos episódios detalhados no livro é o de Cheryl, uma mulher atormentada pelo desejo de ser mãe. Frustrada por não conseguir engravidar e mergulhada em uma depressão profunda, ela procura respostas no ocultismo, sem imaginar que abriria uma perigosa brecha espiritual. O sofrimento emocional logo dá lugar a episódios de violência, vozes graves e uma presença que a dominava.

Assim como nesse ocorrido, o padre mostra que não se trata ‘apenas’ de expulsar o demônio: é necessário fechar brechas, tratar as feridas da alma e restaurar a dignidade da vítima. Sem esse processo, o inimigo retorna para o corpo ainda mais forte e vingativo. O exorcismo, de acordo com o autor, é mais do que um ritual: é uma batalha travada entre dois reinos, em que o profissional atua como um soldado armado com fé, autoridade e discernimento.

Para além dos relatos, o sacerdote apresenta o entendimento da Igreja sobre a atividade demoníaca: o que caracteriza uma possessão, de que forma os espíritos malignos se infiltram na vida das pessoas, como ocorre uma sessão de exorcismo e por que os demônios recorrem à possessão como forma de alívio. “Sua experiência da realidade é ainda mais dolorosa e exaustiva quando ele não está possuindo, semelhante à dor que um deserto seco e sem conforto oferece a quem o suporta”, explica o escritor.

Antes ateu, Padre Carlos Martins se converteu na juventude, tornou-se sacerdote e atuou por anos como exorcista – profissão que afirma jamais ter escolhido por vontade própria. Hoje, percorre o mundo como evangelizador e missionário da misericórdia, nomeado pelo Papa Francisco, com o objetivo de despertar a fé na população. Desdobramento do podcast de sucesso The Exorcist Files, o livro Exorcista – Os arquivos secretos apresenta relatos perturbadores de possessão, que há muito aguçam a curiosidade e o temor em torno da fúria do demônio sobre a miséria humana.

Ficha técnica

Título: Exorcista – Os Arquivos Secretos – Histórias reais sobre o demônio e como combatê-lo

Autor: Padre Carlos Martins

Tradutor: João Fonseca

Editora: Citadel Grupo Editorial

ISBN: ‎978-6550476144

Número de páginas: 336

Preço: R$ 69,90

Onde encontrar: Amazon.

Sobre o autor

Nascido no Canadá, Padre Carlos Martins é um dos mais renomados especialistas em atividade demoníaca e sobrenatural do mundo. Seu podcast de sucesso, The Exorcist Files, atraiu milhões de ouvintes para encenações cheias de suspense de casos de exorcismo e os ensinamentos que os acompanham. Antes ateu, o Padre Martins descobriu Jesus Cristo quando era estudante. Agora padre católico e evangelizador apaixonado, viaja internacionalmente como pregador itinerante e é um renomado especialista em santos católicos e suas relíquias, tendo recebido a designação eclesiástica de Custos Reliquiarum. Exerce a função de Diretor de Tesouros da Igreja, um ministério de evangelização patrocinado pelo Vaticano que usa relíquias dos santos para comunicar a presença do Deus vivo. Papa Francisco designou Padre Martins como um Missionário da Misericórdia, com faculdades especiais para servir como delegado papal em todo o mundo.

Sobre a editora

Transformar a vida das pessoas. Foi com esse conceito que o Citadel Grupo Editorial nasceu. Mudar, inovar e trazer mensagens que possam servir de inspiração para os leitores. A editora trabalha com escritores renomados como Napoleon Hill, Sharon Lechter, Clóvis de Barros Filho, entre outros. As obras propõem reflexões sobre atitudes que devem ser tomadas para quem quer ter uma vida bem-sucedida. Com essa ideia central, a Citadel busca aprimorar obras que tocam de alguma maneira o espírito do leitor.

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(Com Dielin da Silva/LC Agência de Comunicação)