No último dia 23 de abril 23 de abril, educação amazonense viveu um momento histórico


Manaus
A Mann+Hummel realizou a doação de mais dois aparelhos Tri-Kleen (HEPA), como parte das comemorações dos 90 anos do Hospital Augusto de Oliveira Camargo (HAOC). Desenvolvido pela empresa, o equipamento é capaz de eliminar vírus e bactérias em ambientes fechados.
Em 2020, no auge da pandemia do Covid-19, a Mann+Hummel já havia doado ao HAOC outras duas unidades do Tri-Kleen e pacientes com síndromes respiratórias agudas graves, que estavam em tratamentos nos leitos que receberam os aparelhos, não apresentaram a necessidade de intubação, além de mostrarem melhoras significativas em seus quadros clínicos, em um curto espaço de tempo.
Testado e aprovado pela Unicamp, o Tri-Kleen mostrou sua eficiência, eliminando 99,97% dos vírus e bactéria e permite a filtragem em áreas entre 40 e 60 m², por meio da pressão negativa, positiva ou em modo de recirculação do ar em ambientes como consultórios médicos e odontológicos, hospitais e clínicas. O aparelho utiliza o sistema HEPA (High Efficiency Particulate Arrestance), um meio filtrante com alta eficiência de retenção de partículas associado a outros equipamentos que auxiliam na contenção de partículas de até 0,3 Microns. Estudos mostram que grande parte da contaminação de síndromes respiratórias agudas graves acontece através de gotículas suspensas no ar; logo, equipamentos com essa tecnologia minimizam os índices de contaminação.
Estiveram presentes na solenidade de entrega dos dois novos aparelhos ao HAOC o vice-presidente de Operações América do Sul e gerente geral Mann+Hummel Brasil, Bert Kempeneers, o prefeito de Indaiatuba Nilson Alcides Gaspar, o vereador Hélio Ribeiro, os diretores do HAOC José Carlos Ribeiro da Motta Filho, Marco Antonio Barroca e Ronaldo José Garcia, e convidados.
Durante seu pronunciamento, o chefe do Executivo de Indaiatuba destacou a parceria da Mann+Hummel com o Poder Público Municipal. “A Mann+Hummel está sempre pronta para a cidade de Indaiatuba e a entrega desses dois novos aparelhos é uma mostra disso. Lá em 2020, no auge da pandemia, quando foram instalados esses filtros, tivemos a mostra de sua eficácia e, agora, com os novos aparelhos que entram em operação, o HAOC terá a oportunidade de oferecer mais qualidade respiratória aos pacientes e mais segurança aos médicos e aos enfermeiros durante o cuidado com o paciente”, confirmou Gaspar.
Colaboradores voluntários da Mann+Hummel que fazem parte da Sexta-Feira da Alegria divertiram os pacientes.
O vice-presidente de Operações América do Sul e gerente geral Mann+Hummel Brasil parabenizou o HAOC pelas comemorações dos 90 anos e garantiu o compromisso da empresa com a cidade de Indaiatuba. “Primeiramente gostaria de parabenizar o Hospital Augusto de Oliveira Camargo pelos 90 anos de muita dedicação e carinho com o povo de Indaiatuba e dizer que a Mann+Hummel tem um compromisso com a cidade onde está instalada. Para nós é uma honra poder participar da história do HAOC e de Indaiatuba”, enalteceu Bert Kempeneers.
Antes da entrega oficial dos aparelhos Tri-Kleen (HEPA), o grupo Sexta-Feira da Alegria, composto por colaboradores voluntários da Mann+Hummel, visitou os pacientes internados no HAOC e, durante a solenidade, houve uma apresentação da Associação Camerata Filarmônica de Indaiatuba (Acafi), que também conta com apoio da Mann+Hummel.
(Fonte: Alfapress Comunicação)
No dia 9 de julho de 2023 (domingo), às 16h, com entrada gratuita, o grupo That Swing Dance Company (@that.swing.dance.company) realiza uma apresentação do espetáculo “Lindy Hop: um jazz para dançar” no Parque Augusta, que fica na Rua Augusta, 200 – Consolação, São Paulo – SP. A ação faz parte do projeto Lindy Hop – Um Jazz para Dançar, contemplado no edital ProAC Nº 03/2023 – Dança/Produção de Espetáculo Inédito. De forma irreverente e cênica, o espetáculo “Lindy Hop: um jazz para dançar” aproxima o público da cultura do jazz afro norte-americano e demonstra que não somente é possível ouvir jazz, mas também dançar.
Por meio de narração em off e uma narrativa surrealista, a obra discorre, ao longo das problemáticas do dançar e se expressar em público, sobre as estruturas sociais da dança e o potencial da expressão corporal de cada indivíduo com uma linguagem extrovertida e educativa.
Aproveitando as características desse estilo de dança, considerado muito a frente do seu tempo por ser bastante original e inclusivo, a companhia faz uso da linguagem de pantomimas e convida o público de todas as idades a apreciar e experienciar a cultura do jazz contando um pouco de sua história por meio de uma série de jogos dançantes, apresentando coreografias e desconstruindo as práticas e estereótipos vigentes nas danças de salão.
Sobre That Swing Dance Company
A That Swing Dance Company é a primeira companhia de dança profissional focada na pesquisa e no estudo das swing dances, sempre buscando novas formas de apresentá-las, trabalhando com coreografias, espetáculos, mídias, intervenções e ocupando os espaços da cidade com arte.
A companhia é formada por professores de diferentes escolas e estúdios de dança focados no estudo e difusão da cultura das diferentes swing dances: Lindy Hop, Charleston, Rockabilly, Boogie Woogie, Authentic Jazz Balboa e Collegiate Shag. A That Swing vem construindo uma identidade singular, reconhecendo as características e bagagens individuais de seus integrantes, gerando meios de conexões entre intérpretes e público.
Em seu histórico, estão parcerias e trabalhos com as bandas Jazz Não Morde, Fizz Jazz, Família Bonagente, Santa Jam Vó Alberta e Unidos do Swing. O grupo é residente no evento Jazz Mansion e possui os trabalhos cênicos “Um Jazz para Dançar”, “Cavalgada das Danças do Séc. XX”, “Nostalgia Rock” e “Swing Era – a era de ouro do Jazz”.
Informações: www.thatswingdancecompany.com | www.facebook.com/thatswingdancecompany | @that.swing.dance.company.
Teaser: https://www.youtube.com/watch?v=7U57H625Cdo.
Ficha Técnica: Idealização e Direção: Renato Lopes | Co-Direção: Tatiana Vinhais | Montagem Sonora: Renato Lopes | Narração: Tatiana Vinhais | Figurino: Gabriela Araujo | Cenário/Adereços: Gabriela Araujo | Produção: Renato Lopes e Gabriela Araujo | Elenco: Cesar Munhoz, Danilo Brun, Diego Groove, Renato Lopes, Suzana Ruiz e Vanessa Duarte | Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini.
Serviço:
Espetáculo “Lindy Hop: um jazz para dançar” com That Swing Dance Company
Sinopse: Neste espetáculo que, de forma irreverente e cênica, aproxima o público da cultura do jazz afro norte-americano, mostra que não somente é possível ouvir jazz, mas também dançar.
Por meio de narração em off e uma narrativa surrealista a obra discorre ao longo das problemáticas do dançar e se expressar em público, as estruturas sociais da dança, e o potencial da expressão corporal de cada indivíduo, com uma linguagem extrovertida e educativa.
Duração: 60 minutos.
Classificação: Livre | Grátis
Quando: 9 de julho de 2023 (domingo) – Horário: 16h
Onde: Parque Augusta – Endereço: R. Augusta, 200 – Consolação, São Paulo – SP.
(Foto: Luciana Gandelini Assessoria de Imprensa)
Em sua 23ª edição, o Festival Espetacular de Teatro de Bonecos começa neste domingo (9) com apresentações em Curitiba e Região Metropolitana. A programação vai até 16 de julho, de forma gratuita, e conta também com uma palestra da renomada artista bonequeira Tadica Veiga, em uma ação de contrapartida socioeducativa. Haverá, ainda, uma exposição no Novo Café do Teatro, com acervo da coleção pessoal de artistas que participam do Festival.
O evento já faz parte do calendário cultural do Paraná e ficou suspenso durante a pandemia do coronavírus. Neste ano de retomada, 25 companhias paranaenses selecionadas vão se apresentar, além de duas convidadas de Santa Catarina e da Paraíba.
Organizado desde 1991, o festival engloba todas as vertentes da arte milenar, com apresentações como o Teatro de Marionetes, Formas Animadas, Fantoches, Teatro de Sombras e muitas outras variações artísticas.
“Em outros tempos, o Festival tinha caráter internacional, com apresentações de grupos e companhias de diversas partes do mundo, além das brasileiras. Após a interrupção por conta da pandemia e nessa retomada, coube por bem e necessidade priorizar as companhias paranaenses. Serão 25 grupos que darão brilho e beleza a essa edição tão especial de recomeço”, explica Cleverson Cavalheiro, diretor-presidente do Centro Cultural Teatro Guaíra. “O 23º Festival Espetacular de Teatro de Bonecos será um sucesso como foram as edições anteriores”.
Mais de 50 apresentações
Ao longo da programação, as companhias selecionadas e as convidadas irão se apresentar duas vezes cada. Serão 54 atrações até o dia 16 de julho, algumas com acessibilidade de conteúdo (audiodescrição e Libras). Elas ocorrem em espaços do Teatro Guaíra, no Hospital Pequeno Príncipe e na Biblioteca Pública do Paraná, em Curitiba, e também em oito municípios da Região Metropolitana.
A abertura será no Museu Oscar Niemeyer, domingo, com a Cia Boca de Cena da Paraíba, de João Pessoa, que apresenta o espetáculo “Colcha de Retalhos” às 10h e às 15h. Já o encerramento será com a catarinense Cia Mútua Teatro de Animação, de Itajaí, que estrela o espetáculo “Borboleta” no Teatro Guaíra (Auditório Salvador de Ferrante – Guairinha).
O projeto é realizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura e tem como instituição beneficiada o Hospital Pequeno Príncipe, com apoio do Café do Teatro, da Associação Paranaense de Teatro de Bonecos e da Galvão Locações. O patrocínio é da Dual, do BRDE, da Coamo, do Grupo Bianchi, da Westaflex e da Linde Vidros, com realização da Associação Brasileira de Apoiadores Beneméritos do Teatro Guaíra, do Centro Cultural Teatro Guaíra, da Secretaria de Estado da Cultura, do Governo do Estado do Paraná, do Ministério da Cultura e do Governo Federal: Brasil, união e reconstrução.
Serviço:
23º Festival Espetacular de Teatro de Bonecos
Apresentações: 9 a 16 de Julho de 2023
Entrada gratuita
Classificação: Livre
A programação está disponível pelo site: https://www.ababtg.org.br/festivaldebonecos.
(Fonte: Smartcom)
No sábado, dia 15 de julho, a Estação Cultural da Fundação Romi, no centro de Santa Bárbara d’Oeste, será palco do Circuito Arte nas Ruas, um dia inteiro de apresentações artísticas e culturais gratuitas para famílias que buscam boas opções para se divertirem com as crianças neste mês de férias escolares.
Com o patrocínio da Romi S.A. por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, o evento começa às 10h da manhã, com “Animambembe”, do Grupo Último Tipo. A apresentação músico-teatral é um espetáculo que mistura diversas linguagens, muita interação com o público e muita música, incluindo números como “Ritmo” (poesia de Mário Quintana), “Ponta de Areia” (Nascimento e Brant) e “A Casa” (Vinicius de Moraes).
O grupo Mundo da Lua apresenta a peça “Cada Um é Um”, uma combinação de palhaçaria, música e desafios com o objetivo de proporcionar diversão e entretenimento para pessoas de todas as idades. A trama gira em torno de três palhaços músicos: Vagalume, Pirilampa e Pisca-Pisca, que entram no palco cantando, dançando e interagindo de maneira envolvente e cativante com o público. Com figurinos oníricos e uma energia contagiante, eles convidarão os espectadores a embarcarem em uma grande brincadeira repleta de surpresas e alegria.
A magia e o encanto do circo estão garantidos com as presenças da Família Burg e do grupo Los Circo Los. Em “Mistérius”, a Família Burg se inspira na tradição clássica dos palhações para apresentar performances com ampla variedade de técnicas, incluindo truques de mágica e hipnose, que cativam e fascinam o público.
Los Circo Los traz para o Circuito Arte nas Ruas o espetáculo “Circolando”, uma interação cômica divertida entre dois atores que transforma a apresentação em uma obra aberta à improvisação e aos erros, garantindo diversão para todos os espectadores.
Em “E aí, beleza?!”, o grupo Excaravelhas, por meio da dança, propõe aguçar o olhar do espectador para a diversidade cultural, partindo dos cumprimentos que cada grupo social utiliza para se saudar, explorando a linguagem de gestos e expressões.
Na programação musical, o grupo Sax Supera, do Instituto Anelo, recorre ao saxofone e percussão para mostrar arranjos originais de diferentes gêneros e estilos, como música popular brasileira, pop e funk, além de temas consagrados de filmes, animações e novelas. Já o grupo Jazz Clown faz uma mistura refinada de jazz e comédia, utilizando instrumentos musicais inusitados, como corneta de garrafa pet, percussão em frigideiras, brinquedos de borracha e marionetes, proporcionando uma experiência musical única e envolvente.
Encerrando a programação do dia, o grupo CantaVento mostra o espetáculo “Brincantorias”, com cantos de roda, trava línguas, improvisos coletivos, num passeio divertido pelas culturas populares do brasil e de outros cantos do mundo. O grande festejo traz ritmos como Moçambique, Cacuriá, Coco, Samba Lenço, Samba de Roda e Congada, entre outros.
Sobre o projeto Circuito Arte nas Ruas: O projeto cultural Circuito Arte nas Ruas é uma criação da Direção Cultura e contou com patrocínio da Romi S.A. por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, para a ação em Santa Bárbara d’Oeste. Sediada em Campinas, desde 1999 a Direção Cultura presta consultoria e desenvolve projetos culturais, sociais e esportivos em parceria com empresas, artistas, ONGs e órgãos públicos. Aliados a ações de responsabilidade social, educação, meio ambiente e cidadania, os projetos do grupo – que inclui também a empresa Kalithéa, em São Paulo – alcançam diversos públicos e promovem o desenvolvimento com resultados efetivos e transparentes.
Romi S.A. | Fundada em 1930 como uma oficina de reparo de automóveis, a Romi S.A conta com 11 unidades fabris no Brasil e mais duas na Alemanha e fornece produtos e serviços no mercado nacional e internacional para os mais variados setores da indústria, como aeronáutica, defesa, fabricantes e fornecedoras da cadeia automobilística, bens de consumo em geral, máquinas e implementos agrícolas e máquinas e equipamentos industriais. A empresa é a mantenedora da Fundação Romi, fundada em 1957, em Santa Bárbara d’Oeste, pelo casal Américo Emílio Romi e Olímpia Gelli Romi, com a missão promover o desenvolvimento social e humano através da educação e cultura.
Serviço:
Ministério da Cultura e Romi S.A. apresentam Circuito Arte nas Ruas em Santa Bárbara d’Oeste
Data: 15/7 (sábado)
Horário: a partir das 10h
Entrada gratuita
Local: Estação Cultural da Fundação Romi – Av. Tiradentes, 2 – Centro – Santa Bárbara d’Oeste
Programação completa:
10h | Teatro – Animambembe, com Grupo Último Tipo
11h | Música – Sax Supera
11h30 | Circo – Mistérius, com Família Burg
12h30 | Música – Sax Supera
13h | Dança – E aí, beleza?!, com Grupo das Excaravelhas
14h | Música – Sax Supera
14h30 | Teatro – Cada um é um, com Cia. Mundo da Lua
15h30 | Música – A música e o palhaço, com Jazz Clown
16h | Circo – Circolando, com Los Circo Los
17h | Música – A música e o palhaço, com Jazz Clown
17h30 | Música – Brincantorias, com Grupo CantaVento.
(Fonte: A2N Comunicação)
As palavras têm a capacidade de dançar? Quando estão envolvidas com a bailarina e coreógrafa Jussara Miller, referência no Brasil na técnica Klauss Vianna, elas ganham vida a partir de reflexivas coreografias. Por exemplo, em “Verdes e Ouvirdes”, solo de dança premiado da artista, o ponto de partida vem justamente do texto do ambientalista Ailton Krenak. O resultado, em forma de espetáculo, está em cartaz na sexta-feira (7/7), às 19h, no Teatro do SESI Campinas Amoreiras, em Campinas (SP). A entrada é franca, com reserva pelo site sesisp.org.br/eventos.
A temporada do projeto, realizada com o apoio do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria da Cultura e Economia Criativa – Programa de Ação Cultural (ProAC 2022), passará por Araras, Pirassununga, Marília, Campinas e São Paulo.
Com direção de Norberto Presta, diretor e escritor teatral ítalo-argentino, e audiovisual de Christian Laszlo, o solo “Verdes e Ouvirdes”, de 55 minutos, estreou em 2021 para celebrar os 30 anos de carreira da bailarina e as duas décadas do Salão do Movimento, seu espaço de dança e investigação localizado em Campinas (SP). A primeira temporada, que foi totalmente on-line, garantiu a Jussara Miller o Prêmio de Dança Denilto Gomes na categoria Melhor Projeto.
A inspiração do espetáculo vem do livro “Ideias para adiar o fim do mundo”, de Ailton Krenak, escritor, ambientalista e pesquisador, além de referência do movimento socioambiental e de defesa dos direitos indígenas no Brasil. “O solo quer ser uma dança para adiar o fim do mundo, uma última história para deter a queda do céu. Ou seja, um corpo contemporâneo que quer se reconciliar com a natureza”, destaca o diretor Norberto Presta.
E como é dançar inspirada nas palavras de Ailton Krenak? Jussara Miller reflete: “Ele traz um pensamento crítico à ideia de humanidade como algo separado da natureza. E isso se abre para um imaginário que é muito favorável para criar danças. A maneira que escreve convida as pessoas a pensarem o quanto estamos distanciados da nossa natureza humana, ficando anestesiados do sentir e do agir em consonância com o meio ambiente. As palavras de Krenak provocam uma urgência para sairmos dessa zona de conforto que o corpo urbano se encontra na rotina do dia a dia”.
Nesse sentido, “Verdes e Ouvirdes” busca trazer à cena, de maneira poética e política, a temática do impacto ambiental, além de denunciar o verde roubado diariamente das terras brasileiras. “De acordo com a organização International Global Forest Watch, de 2018 a 2019, o Brasil esteve entre os cinco países no mundo que mais perderam florestas primárias, as nossas matas virgens, resultando num impacto ambiental sem precedentes”, destaca a bailarina.
Para dar cores e movimentos ao solo, Jussara Miller se fundamenta na técnica Klauss Vianna de dança contemporânea em diálogo com a fotografia. Por sinal, marca primordial da estética da bailarina. “Trata-se de uma abordagem multimídia que apresenta imagens fotográficas em movimento projetadas na tela e no corpo, revelando a interface entre dança e audiovisual. O solo evidencia a natureza humana indissociável da natureza ambiental, confirmando que a dança pode carregar significados que despertem um olhar sensível e crítico”, afirma Jussara.
Mais do que dançar a sustentabilidade do meio ambiente, Jussara Miller deseja plantar uma semente de criticidade e esperança em cada espectador. “Esse trabalho busca apresentar a arte como defensora da vida e quer entender como a luta ambiental pode aparecer poeticamente por meio da dança, utilizando-se da inventividade para criar possibilidades de diálogos, de trocas e de ações éticas, estéticas, poéticas e políticas de maneira crítica e criativa”, conclui.
A bailarina
Com mais de 30 anos dedicados à dança, Jussara Miller é bailarina, coreógrafa, preparadora corporal e doutora em Artes (Dança) pela Unicamp. É docente do Curso de Graduação em Dança da Unicamp e da Pós-Graduação em Técnica Klauss Vianna da PUC-SP, além de ser diretora e professora do Salão do Movimento, em Campinas(SP).
A partir da intensa pesquisa em dança e educação somática, é autora de dois livros: “A Escuta do Corpo” (Summus, 4ª ed, 2007) e “Qual é o corpo que dança?” (Summus, 2012). Ao longo da carreira, recebeu diversos prêmios, com destaque ao Prêmio de Dança Denilto Gomes 2021 pelo projeto Verdes e Ouvirdes, ao Prêmio de Dança Denilto Gomes 2018 por sua Trajetória na Dança e ao Prêmio de Dança Denilto Gomes 2015 pela coreografia do solo “Nada Pode Tudo”.
Ficha Técnica
Concepção, coreografia e dança: Jussara Miller
Direção, dramaturgia e cenografia: Norberto Presta
Fotografia, audiovisual e trilha sonora: Christian Laszlo
Assistência coreográfica: Cora Laszlo
Iluminação: Eduardo Albergaria
Figurino: Warner Júnior
Arte gráfica: Elis Laszlo
Projeto cenotécnico: Christian Laszlo
Fotos de divulgação: Ana Laura Cintra e Christian Laszlo
Registro em vídeo: Isabela Moura e Lucas Reitano
Edição de imagem: Liquify Lab
Masterização: Estúdio Síncopa
Assessoria de Imprensa: Tiago Gonçalves
Marketing Digital: Matheus Serra
Produção Executiva: Wannyse Zivko (Arte & Efeito)
Produção Geral: Salão do Movimento
Classificação: 12 anos
Duração: 55 minutos.
Saiba mais
“Verdes e Ouvirdes”, de Jussara Miller
Quando: sexta-feira (7/7), às 20h
Onde: Teatro do SESI Campinas Amoreiras (Av. das Amoreiras, 450, no Parque Itália, em Campinas | SP)
Quanto: grátis (com reserva pelo site sesisp.org.br/eventos)
Informações: salaodomovimento.art.br ou @jussara.miller.
(Fonte: Tiago Gonçalves Assessoria de Imprensa)