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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Aniversário da CAIXA e de São Paulo terá shows grátis do 14 Bis

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Andreza Sena.

Em comemoração aos 163 anos da CAIXA e dos 470 anos de São Paulo, o espetáculo “14 Bis Acústico ao vivo” será apresentado em quatro sessões gratuitas no teatro da CAIXA Cultural São Paulo de 12 a 14 de janeiro.

Ao todo serão quatro apresentações e a primeira delas acontecerá na sexta-feira (12/1), às 19h. No sábado (13) os shows serão realizados em dois horários, às 15h e às 17h. O encerramento no domingo (14), às 17h contará show seguido de um bate-papo de 60 minutos da banda com o público presente, ambos com interpretação simultânea em Libras.

“Começar 2024 com o ’14 Bis Acústico’ em tripla apresentação na capital paulista para celebrar dois marcos de janeiro – tanto o aniversário da cidade que sempre nos acolhe com carinho quanto de uma instituição que apoia a cultura no Brasil – é ter a certeza de que o ano chega a nós com muita energia boa”, fala Sérgio Magrão, um dos integrantes da banda.

História da arte e capítulos históricos do nosso País farão da ocasião um acontecimento especial. De um lado, conhecida por mesclar o rock progressivo com notas poéticas da MPB, a banda, que ganhou o título de “Patrimônio da música mineira”, levará ao palco a turnê composta por músicas de seus quatro primeiros trabalhos, ainda em vinil: “14 Bis”, “14 Bis II”, “Espelhos das Águas” e “Além Paraíso”.

De outro, temos a instituição criada sob a assinatura de Dom Pedro II, que desde 12 de janeiro de 1989 ganhou um dos principais pontos de cultura da cidade de São Paulo, localizado na Praça da Sé, 111. O endereço pertenceu à antiga sede regional do banco, que fora inaugurada pelo então presidente Getúlio Vargas em 1939. Além da agenda cultural, o edifício em art déco é uma atração à parte aos visitantes.

Com a formação original de 1979, o 14 Bis segue a trajetória com músicas que têm deixado marcas nas mais de quatro décadas de estrada. Cláudio Venturini (guitarra e voz), Magrão (baixo e voz), Vermelho (teclados e voz) e Hely Rodrigues (bateria) encontraram a fórmula do sucesso ao encontrar um ritmo melódico peculiar que abrange temas cada vez mais atuais e ao mesmo tempo falam do coração, de sustentabilidade, do clima, do meio ambiente e do planeta.

Gratuitos, os ingressos estarão à disposição do público uma hora antes de cada show, sem lugar marcado e limitados ao máximo de um par por pessoa.

Agenda 14 Bis na CAIXA Cultural São Paulo: 12/1 (sexta-feira), às 19h; 13/1 (sábado), às 15h e às 17h, e 14/1 (domingo), às 17h – show + bate-papo, ambos com interpretação simultânea em Libras.

Sobre 14 Bis

No final dos anos 70 surgiu o grupo 14 Bis, que passou a levar aos palcos referências muito ricas na história da música formado pelos mineiros Cláudio Venturini (guitarra e voz), Vermelho (teclados e voz), Hely Rodrigues (bateria) e do carioca Sérgio Magrão (baixo e voz).

No início da carreira, o quarteto foi apadrinhado por Milton Nascimento, ao lado de quem fez parte do Clube da Esquina, além de Lô Borges, Beto Guedes e Flávio Venturini.

Considerado uma das principais conquistas da carreira, a gravação de “14 Bis Ao Vivo” (Sony/BMG, 2006), primeiro DVD e 14° CD da discografia, ganhou o CD e DVD de Ouro no mercado musical brasileiro. O trabalho marcou as comemorações do bicentenário do primeiro voo de Santos Dumont sobre Paris (França) com a aeronave batizada com o nome que inspirou a banda. O premiado trabalho nasceu a partir de um encontro ímpar entre o grupo e Manoel Araújo Neto (Manwell), da Vivamark Indústrias Criativas, durante a turnê produzida por ele no teatro da CAIXA Cultural de Brasília.

“O melhor de 14 Bis” é o trabalho mais recente da banda. O songbook reúne 47 canções que marcaram uma geração. Dentre as músicas estão “Planeta Sonho”, “Todo Azul do Mar” e “Linda Juventude” e apresenta todas as notas dos sucessos que marcaram uma geração.

Recentemente, a banda lançou o seu songbook com 47 canções. No livro, que celebra a longevidade do quarteto, estão detalhadas todas as notas de canções que se tornaram conhecidas do grande público no país. Entre as músicas selecionadas estão clássicos como “Planeta Sonho”, “Todo Azul do Mar” e “Linda Juventude”.

14 Bis Acústico na CAIXA Cultural São Paulo

12 (sexta), às 19h | 13 (sábado), às 15h e às 17h | domingo (14), às 17h (show + bate-papo. ambos com interpretação em Libras)

Local: CAIXA Cultural São Paulo

End.: Praça da Sé, 111, Centro, São Paulo, SP (próximo à Estação Sé – Linha Azul do Metrô)

Ingressos gratuitos: distribuídos 1 hora antes do evento limitado ao máximo de um par de ingressos por pessoa e sem lugar marcado.

Censura: livre. Menores de 12 anos devem estar acompanhados de pais ou responsáveis legais e será obrigatória a apresentação de idade de ambos.

Informações: www.caixacultural.org.br | www.14bis.com.br.

(Fonte: VG Comunicação)

Ao menos 86% das espécies nativas de animais vertebrados do estado de SP estão em unidades de proteção

São Paulo, por Kleber Patricio

Parque Estadual da Serra do Mar, uma das áreas de proteção ambiental integral do estado de São Paulo. Foto: Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente/GovernoSP.

As mudanças climáticas podem reduzir a distribuição geográfica de espécies de animais e plantas e, até mesmo, causar a sua extinção. Por isso, Unidades de Proteção Integral (UPIs), como parques nacionais, estaduais e reservas biológicas, têm um papel importante na proteção dessas espécies. No estado de São Paulo, essas áreas que representam 4% do território, o que corresponde a 10,5 mil km², e abrigam ao menos 86% das espécies de anfíbios, mamíferos, aves e répteis. Os dados são resultado de um trabalho do Instituto de Pesquisas Ambientais do Estado de São Paulo publicado no último dia 18 na “Revista do Instituto Florestal”.

A partir de uma revisão bibliográfica em mais de 240 publicações científicas, os pesquisadores encontraram o registro de mais de mil espécies de animais vertebrados terrestres no estado. Foi possível, então, elaborar uma lista com esses animais presentes nas 78 UPIs de São Paulo.

Os dados mostram as espécies ameaçadas de extinção e as restritas a determinadas regiões geográficas. Os inventários sobre vertebrados de cada UPI foram classificados pelos pesquisadores em representativo, preliminar ou inexistente, dependendo da quantidade de conhecimento presente das unidades — e mapas foram gerados a partir disso.

Os autores também avaliaram a relevância das UPIs observando a extinção das espécies e planos de manejo para a conservação da fauna de cada unidade. Para Alexsander Antunes, coautor do estudo e pesquisador do Instituto de Pesquisas Ambientais, o estudo demonstra os benefícios do investimento público em áreas de preservação. Ele poderia ser usado como base para aumentar o número de UPIs, priorizando áreas com maior risco de extinção de espécies, seja por meio de uma nova categorização de áreas já públicas ou pela incorporação de áreas privadas.

Além disso, os pesquisadores visualizaram as lacunas de conhecimento sobre espécies nestes territórios. Um exemplo de lacuna de informação nas UPIs é da ave aracuã-guarda-faca. Segundo Antunes, a espécie, inicialmente localizada também no Mato Grosso do Sul, já pode ser considerada restrita ao estado de São Paulo. No entanto, ainda faltam registros documentando a presença dela em UPIs. “Os relatos atuais da espécie são para o norte paulista, possivelmente na Estação Ecológica do Noroeste Paulista, apesar de não existir registro oficial nas publicações”, diz o autor. De acordo com Antunes, “as identificações de espécies do estudo podem ser usadas para avaliar o impacto das ações humanas sobre a fauna, até mesmo em áreas protegidas”.

O pesquisador espera que o estudo estimule ações de pesquisa e de conservação, como a implantação de Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN) e de corredores ecológicos para a conexão entre áreas, além da restauração da vegetação nativa em locais de preservação permanente.

A inclusão de outras fontes de dados permitiria, também, que mais espécies fossem agregadas e a riqueza dos dados seria ainda maior. Os próximos passos são focar em estudos sobre uma classe de vertebrados específica, como as aves. “Queremos avançar nas pesquisas sobre elas nas UPIs cujos dados disponíveis foram classificados como inexistentes ou preliminares, o que demanda produção de novos dados para projetos ambientais de preservação dessas espécies”, conclui Antunes.

(Fonte: Agência Bori)

Eletroeletrônicos e eletrodomésticos: você sabe como realizar o descarte correto?

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: John Cameron/Unsplash.

Em um mundo cada vez mais conectado, a substituição de dispositivos eletroeletrônicos e eletrodomésticos é uma realidade constante. Os números da indústria nacional de eletroeletrônicos revelam um aumento significativo de 13% nas vendas no primeiro semestre de 2023 em comparação ao mesmo período do ano anterior, conforme apontam os dados de pesquisa da Eletros – Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos. Diante deste contexto, a Abree – Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos, separou algumas informações importantes para que os consumidores possam realizar descarte adequado desses equipamentos.

“O descarte responsável é uma prática importante para preservar o meio ambiente e garantir que recursos valiosos sejam reaproveitados de maneira eficiente. Visto essa dinâmica, a ABREE tem a missão de fornecer informações cruciais para orientar os consumidores sobre o descarte adequado dos eletroeletrônicos e eletrodomésticos, contribuindo assim para a sustentabilidade ambiental e o ciclo eficiente de reciclagem”, ressalta Helen Brito, gerente de Relações Institucionais da Abree.

Entretanto, para garantir um descarte correto, é essencial compreender quais itens se enquadram como resíduos eletroeletrônicos e eletrodomésticos. Deste modo, qualquer produto de uso doméstico que dependa do funcionamento de meio de corrente elétrica de até 240 volts é considerado eletroeletrônico.

Para efetuar o encaminhamento adequado para reciclagem, é crucial separar todos os produtos destinados ao descarte, abrangendo desde fones de ouvido até geladeiras danificadas ou sem utilidade em suas residências. Ao finalizar esse processo, procure um ponto de coleta para efetuar a entrega dos equipamentos. Considerando essas etapas, a Abree destaca três formas pelas quais os consumidores podem fazer o descarte responsável de eletroeletrônicos e eletrodomésticos. Confira:

Pontos de recebimento: existem pontos de recebimentos específicos para esse tipo de resíduo espalhados pelo do país, presentes em diversos municípios e geralmente encontrados em lojas de varejo. Para identificar o ponto mais próximo de você, consulte aqui.

Campanhas de arrecadação: é comum a realização de campanhas de reciclagem organizadas por entidades gestoras em parceria com as prefeituras locais. Essas iniciativas visam conscientizar sobre o descarte adequado, proporcionando durante o evento espaços dedicados à coleta dos equipamentos.

Serviços de coleta domiciliar: em algumas áreas, ainda é possível encontrar o serviço de coleta domiciliar, o que facilita o descarte de itens volumosos, pois os itens são coletados diretamente na residência do consumidor.

Sobre a Abree | Fundada em 2011, a Abree – Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos é uma entidade gestora sem fins lucrativos que define e organiza o gerenciamento da implementação do sistema coletivo de logística reversa de produtos eletroeletrônicos e eletrodomésticos, promovendo economia de grande escala. Com 55 associados que representam 174 marcas, a Abree é responsável pelo gerenciamento por meio da contratação, fiscalização e auditoria dos serviços prestados por terceiros, além de contribuir com informações para todos os envolvidos da cadeia, responsáveis pela viabilização da logística reversa de eletroeletrônicos e eletrodomésticos no país. Para mais informações, acesse http://abree.org.br/.

(Fonte: Sing Comunicação)

Inhotim expande dias de funcionamento no mês de janeiro

Brumadinho, por Kleber Patricio

Dia de domingo gratuito no Instituto Inhotim. Foto: Carolina Evangelista.

Museu de arte contemporânea e jardim botânico considerado o maior museu a céu aberto da América Latina, o Instituto Inhotim também é um espaço de encontros e de conhecimento, combinação ideal para aproveitar o período de férias e começar o ano em contato com a arte e com a natureza. Para atender ao público, no mês de janeiro de 2024 o Inhotim terá mais dias abertos: de terça-feira a domingo, com atividades de Educação para toda a família. As quartas seguem gratuitas, além do último domingo do mês (em janeiro, dia 28). Confira o guia Inhotim gratuito para garantir sua entrada grátis no Instituto. Os ingressos devem ser retirados antecipadamente pela Sympla. O Inhotim não tem atendimento ao público apenas nos dias 31 de dezembro de 2023, 1º de janeiro e 25 de janeiro de 2024.

Programação de Educação | Ao longo do mês de janeiro, o Inhotim oferece uma programação para todas idades e gostos com novas visitas temáticas, como “As histórias que as plantas contam” e “Coisas que viraram palavras”, ativações do Ateliê Rubem Valentim e oficinas como “O cartaz como manifesto”, com o artista Matheus Ribs, e “Da planta à paisagem”, com o artista André Vargas. Fazem parte das atividades, ainda, a visita Bem-estar Inhotim, que recebe o projeto SPA no Terreiro, de Marcela Alexandre, e convida o público a conhecer e experienciar diversas ferramentas ancestrais de autocuidado e autoconhecimento como massagens, escalda pés, argiloterapia e contato com ervas medicinais, além da visita panorâmica, que acontece todos os dias e apresenta aos visitantes um pouco da história do acervo e do Instituto.

Clique aqui e confira a programação completa do mês de janeiro.

Informações gerais – Instituto Inhotim

Horários de visitação: especialmente no mês de janeiro de 2024 – de terça a sexta-feira, das 9h30 às 16h30, e aos sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 17h30.

Entrada: R$50,00 inteira (meia-entrada válida para estudantes identificados, maiores de 60 anos e parceiros). Crianças de até cinco anos, moradores de Brumadinho cadastrados no programa Nosso Inhotim e Amigos do Inhotim não pagam entrada.

Entrada gratuita: Quarta-gratuita Inhotim (todas as quartas-feiras são gratuitas) e Domingo Gratuito Inhotim B3 (último domingo do mês).

Localização: O Inhotim está localizado no município de Brumadinho, a 60 km de Belo Horizonte (aproximadamente 1h15 de viagem). Acesso pelo km 500 da BR-381 – sentido BH/SP. Também é possível chegar ao Inhotim pela BR-040 (aproximadamente 1h30 de viagem). Acesso pela BR-040 – sentido BH/Rio, na altura da entrada para o Retiro do Chalé.

Opções de transporte regular

Opções de transporte interno

Inhotim Loja Design  |  A loja do Inhotim, localizada na entrada do Instituto, oferece itens de decoração, utilitários, livros, brinquedos, peças de cerâmica, vasos, plantas e produtos da culinária típica regional, além da linha institucional do Parque. É possível adquirir os produtos também por meio da loja online.

(Fonte: Instituto Inhotim)

José de Souza Martins examina a continuidade disfarçada da escravidão

São Paulo, por Kleber Patricio

A anomalia social e moral da persistência e repetição ampliada da escravidão no Brasil ainda neste primeiro quarto do novo século é um desafio sociológico que pede, com urgência, explicação científica. É o que se propõe o sociólogo José de Souza Martins em “Capitalismo e escravidão na sociedade pós-escravista”, que chega pela Editora Unesp: desvendá-la e explicá-la com base na informação empírica já abundante sobre o tema da continuidade disfarçada da escravidão.

“O tema da chamada ‘escravidão contemporânea’, no Brasil, não significa a mesma coisa em diferentes bocas e em diferentes escritos. Nem mesmo significa sempre propriamente escravidão. E nem sempre é apresentado em perspectiva propriamente científica. Mesmo em estudos acadêmicos, são muitas as incertezas conceituais e são frequentes as tentações do mero denuncismo em si, sem penetrar nas causas, fatores, consequências sociais e funções econômicas de sua ocorrência e persistência no capitalismo subdesenvolvido”, escreve Martins. “Diferentemente do que pode pressupor o senso comum, mesmo de pessoas e instituições empenhadas, por ímpeto de justiça, em combatê-la, a escravidão contemporânea não é expressão casual de uma maldade, de uma esperteza de quem a pratica, de um desconhecimento do que ela propriamente é – um crime.”

Embora a Lei Áurea tenha abolido legalmente a escravidão, o Brasil, ao conceder a liberdade, falhou em compreender que ela seria vazia sem reformas sociais para superar os fatores que escravizam os seres humanos. Antes mesmo da promulgação da lei, novas formas de cativeiro surgiram, como trabalho livre apenas nominal, dentro do contexto da escravidão, e persistem até os dias de hoje. Isso reflete o modelo brasileiro de capitalismo, que requer violência e violações da lei para subjugar o trabalho, recriando a violência da escravidão para sustentar o ciclo reprodutivo do capital.

Este livro se alinha à tradição da sociologia crítica e do método dialético associados à formação de uma consciência científica da realidade social. Não é um livro de história, mas uma obra de sociologia da historicidade da escravidão, explorando como a escravidão moldou as peculiaridades da formação da sociedade, persistindo e renovando-se no Brasil contemporâneo.

O desafio do autor é explicar sociologicamente essa escravidão fora de lugar retornando ao método dialético da definição marxiana, científico e não ideológico. Ele busca compreender as contradições das transformações sociais com reiterações sociais investigando as causas, os fatores e os enganosos motivos do subdesenvolvimento capitalista na falsa consciência que, em nosso contexto, confere legitimidade ao que não é legítimo.

Sobre o autor | José de Souza Martins é sociólogo. Professor titular aposentado da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, da qual se tornou Professor Emérito em 2008. Foi professor visitante da Universidade da Flórida (EUA) e da Universidade de Lisboa, havendo sido eleito professor da Cátedra Simón Bolívar da Universidade de Cambridge e fellow de Trinity Hall (1993-1994). Em 2015, foi eleito para a Cadeira nº 22 da Academia Paulista de Letras. Autor de mais de duas dezenas de obras, publicou, pela Editora Unesp, o livro de crônicas “O coração da Pauliceia ainda bate” (2017, em coedição com a Imprensa Oficial), que em 2018 recebeu menção honrosa no Prêmio Abeu e foi finalista do Jabuti. É autor também de “Sociologia do desconhecimento” (2021) e “As duas mortes de Francisca Júlia” (2022).

Título: Capitalismo e escravidão na sociedade pós-escravista

Autor: José de Souza Martins

Número de páginas: 271

Formato: 14 x 21 cm

Preço: R$68

ISBN: 978-65-5711-201-4.

(Fonte: Pluricom Comunicação Integrada®)