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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Semana dos povos indígenas tem presença de Fafá de Belém, Xamã, Alessandra Negrini e Bruno Gissoni

Belém do Pará, por Kleber Patricio

Foto: Mre Gavião.

Artistas consagrados e representantes de comunidades indígenas se reuniram no último domingo (21) em Belém para celebrar e defender os povos originários em comemoração ao Dia dos Povos Indígenas.

Mais de 8 horas de música e apresentações culturais foram programadas, destacando talentos indígenas como Suraras do Tapajós, Owerá, Eric Terena, Gean Pankaruru, Thaline Karajá e Forró Garotos Apyãwa. Além disso, o evento contou também com Fafá de Belém, Gaby Amarantos, Dona Onete, Xamã, Viviane Batidão, Maria Gadú, Felipe Cordeiro, Jeff Moraes, Zaynara e Naieme.

(Fonte: Index Conectada)

Sebrae oferece curso de Inteligência Artificial para empresários

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: Growtika/Unsplash.

O Sebrae SP abre as inscrições, gratuitas e on-line, para o curso ‘Inteligência artificial: preparando pequenos negócios para o futuro’ em Indaiatuba – município da Região Metropolitana de Campinas (SP) –, que acontecerá no dia 28 de maio das 19h30 às 21h30. O workshop conta com o apoio da Secretaria de Governo por meio do Sebrae Aqui. Os interessados podem se inscrever neste link. As vagas são limitadas.

Após a inscrição, cada aluno receberá em seu e-mail o link de acesso à consultoria. A aula é destinada a empresários e empreendedores MEI, ME e EPP que buscam entender e aplicar a inteligência artificial em seus negócios. Os cadastrados terão acesso aos conceitos fundamentais da inteligência artificial e aprenderão utilizar plataformas como o ChatGPT para criar conteúdos rentáveis com a finalidade de atrair mais clientes.

Serviço:

‘Inteligência artificial: preparando pequenos negócios para o futuro’

Data: 28 de maio de 2024

Horário: das 19h30 às 21h30

Inscrição

Informações: (19) 3834-9272.

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)

“Chic Show – 50 anos de black music” traz ao Brasil Lauryn Hill, YG Marley, Wyclef Jean, Jimmy “Bo” Horne e mais

São Paulo, por Kleber Patricio

O ano era 1970 quando um forte movimento black tomou conta da capital paulista e ganhou respeito no cenário musical da época. ‘Chic Show’ foi o nome escolhido por Luiz Alberto da Silva – o Luizão –, idealizador do projeto que ganhou notoriedade e virou sinônimo de celebração e orgulho da cultura preta. Os bailes realizados no antigo Palestra Itália (atual Allianz Parque), foram fundamentais para a criação de um dos principais símbolos da black music do estado de São Paulo, dando identidade e voz a milhares de cidadãos negros que se orgulhavam de pertencer a algo tão significativo para a época.

Para celebrar os 50 anos de história dos bailes ‘Chic Show’, um festival que traz Lauryn Hill, a rainha da black music, comemorando 26 anos de um dos principais álbuns de sua carreira – ‘The Miseducation of Lauryn Hill’ e o filho YG Marley, que lançou recentemente o single ‘Praise Jah in the Moonlight’, produzido por Lauryn e em apenas 3 meses, já acumula 45 milhões de visualizações, os dois inclusive foram um dos assuntos mais comentados do Coachella no último dia 14. Ainda no line-up especial, Wyclef Jean revivendo os grandes sucessos do grupo Fugees (com Lauryn Hill), Jimmy ‘Bo’ Horne, Mano Brown, Criolo, Rael, Sandra de Sá e os DJs residentes que fizeram história na época: Luciano, Grandmaster Ney e Preto Faria.

O palco para essa grande festa não poderia ser outro – o Allianz Parque – onde tudo começou (na época clube Palmeiras). O evento acontecerá no dia 13 de julho e promete uma noite memorável com grandes referências da música que revolucionaram uma geração. Os ingressos começam a ser vendidos na segunda-feira, dia 22, nas bilheterias do Allianz Parque e no site www.ticketson.com.br.

Tão importante e significativo, os bailes faziam com que homens e mulheres buscassem o melhor look, o melhor corte de cabelo e fizessem uma produção de tirar o fôlego – o evento era considerado o ‘Tapete Vermelho da Black Music’, organizado semanalmente em vários pontos do estado de São Paulo com mais de 30 mil pessoas simultaneamente em vários pontos e no Palmeiras, apresentando grandes nomes da música brasileira como Tim Maia, Djavan, Gilberto Gil, Jorge Ben e artistas internacionais como James Brown, Zapp, Betty Wright e outros.

‘Chic Show’ representa a transformação social, cultural, política, fashion e do entretenimento para a população preta, que passou a ditar moda e virou tendência no país. Roupas e cabelos estilosos, músicas que marcaram décadas e uma história de respeito foram transformados em um documentário disponível no Globoplay. O festival é uma realização da Music On Events, Chic Show e Magnetar.

Chic Show – 50 anos – 1ª edição

Quando: sábado, 13 de julho de 2024

Onde: Allianz Parque – Avenida Francisco Matarazzo, 1705 | R. Palestra Itália, 200

Abertura dos portões: 11h | Horário do festival: 13h45 às 23h15

Faixa etária: 16 anos

Ingressos: 1º lote – Cadeira Superior R$100,00 (meia entrada) | R$200,00 (inteira); Cadeira Inferior R$170,00 (meia entrada) | R$340,00 (inteira); Pista (com acesso ao front stage) R$130,00 (meia entrada) | R$260,00 (inteira); Pista Premium (área vip) R$280,00 (meia entrada) | R$560,00 (inteira)

Abertura de vendas: segunda-feira, 22 de abril, nas bilheterias do Allianz Parque e no site https://ticketson.com.br/.

(Fonte: Access Midia)

Espaço Unimed terá duas apresentações de “O Grande Encontro” com Alceu Valença, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo

São Paulo, por Kleber Patricio

O Espaço Unimed, uma das principais casas de shows do Brasil, recebe uma das maiores e mais aclamadas reuniões da MPB. Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Alceu Valença se apresentam em São Paulo com a turnê ‘O Grande Encontro’. Os espetáculos acontecerão nos dias 27 e 28 de abril de 2024 (sábado e domingo).

‘O Grande Encontro’ apresenta novidades em sua atual edição e o trio mostra o novo espetáculo incorporando uma sonoridade elétrica e percussiva. Esbanja energia sem perder a ternura.

No repertório, entre trios, duetos e momentos solos em cena, os clássicos que todo mundo quer ouvir: ‘Anunciação’, ‘Banho de Cheiro’, ‘Dia Branco’, ‘Tropicana’, ‘Moça Bonita’, ‘Caravana’, ‘Belle de Jour’, ‘Canção da Despedida’, ‘Coração Bobo’, ‘Táxi Lunar’, ‘Bicho de Sete Cabeças’ e tantas mais.

Dentre as surpresas, duas joias vintage: ‘Papagaio do Futuro’ (apresentada por Alceu, Geraldo e Jackson do Pandeiro no Festival Internacional da Canção de 72) e ‘Me Dá Um Beijo’, parceria de Alceu e Geraldo, do primeiro disco da dupla, recriada com Elba nos vocais. Zé Ramalho marca presença autoral através de ‘Chão de Giz’ e ‘Frevo Mulher’, na voz de Elba e de seus companheiros.

Serviço:

‘O Grande Encontro’, com Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Alceu Valença no Espaço Unimed

Data: 27 e 28 de abril de 2024 (sábado e domingo)

Abertura da casa: 20h (27/4/2024) | 18h (28/4/2024)

Início do show: 22h30 (27/4/2024) | 20h (28/4/2024)

Local: Espaço Unimed (Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo – SP)

Classificação Etária: 14 anos (menores somente acompanhados pelos pais ou responsável legal)

Acesso para deficientes: sim

Ingressos 27/0/2024: Pista (1º lote): R$140,00 (inteira)  e R$70,00 (meia) |  Setores A, B, C e D: R$480,00 (inteira)  e R$240,00 (meia) | Setores E, F, G e H: R$380,00 (inteira)  e R$190,00 (meia) | Camarote A: R$480,00 (inteira e individual) |  Camarote B: R$380,00 (inteira e individual).

Ingressos 28/4/2024 : Setor Platinum: R$520,00 (inteira)  e R$260,00 (meia) | Setor Azul Premium: R$480,00 (inteira)  e R$240,00 (meia) | Setor Azul: R$420,00 (inteira)  e R$210,00 (meia) | Setores A, B, C e D: R$380,00 (inteira)  e R$190,00 (meia) | Setores E, F, G e H: R$320,00 (inteira)  e R$160,00 (meia) | Setores I,J e K: R$280,00 (inteira)  e R$140,00 (meia) |  Camarote A: R$480,00 (inteira e individual) | Camarote B: R$420,00 (inteira e individual).

Compras de ingressos: Nas bilheterias do Espaço Unimed (de segunda a sábado, das 10h às 19h – sem taxa de conveniência) ou online pelo site Ticket360 > Eventos > Categoria > Espaço Unimed

Formas de Pagamento: Dinheiro, Cartões de Crédito e Débito, Visa, Visa Electron, MasterCard, Diners Club, Redeshop. Cheques não são aceitos

Objetos proibidos: Câmera fotográfica profissional ou semi profissional (câmeras grandes com zoom externo ou que trocam de lente), filmadoras de vídeo, gravadores de áudio, canetas laser, qualquer tipo de tripé, pau de selfie, camisas de time, correntes e cinturões, garrafas plásticas, bebidas alcóolicas, substâncias tóxicas, fogos de artifício, inflamáveis em geral, objetos que possam causar ferimentos, armas de fogo, armas brancas, copos de vidro e vidros em geral, frutas inteiras, latas de alumínio, guarda-chuva, jornais, revistas, bandeiras e faixas, capacetes de motos e similares.

(Fonte: Talento Comunicação)

“O Futuro é Ancestral”: álbum de músicos indígenas e Alok é lançado

Belo Horizonte, por Kleber Patricio

Fotos: Filipe Miranda.

O poder transformador da música é o caminho norteador de ‘O Futuro é Ancestral’ – por meio da potência do encontro entre os cantos originais indígenas com as batidas pulsantes do pop, hip hop e música eletrônica criam uma sonoridade inovadora. O projeto foi iniciado em 2021 e algumas de suas músicas já marcaram presença em eventos internacionais, como Global Citizen Live (2021), na sede oficial da ONU em Nova Iorque, em parceria com o Pacto Global da ONU, para a pré-abertura da Climate Week (2022 e 2023) e, recentemente, o pré lançamento do álbum no Grammy Museum, em Los Angeles.

Essa trajetória, que ilumina a música ancestral brasileira, conecta a nova geração de indígenas às plataformas contemporâneas da música – é um testemunho da resiliência do patrimônio indígena e seu papel crucial em nossa jornada coletiva de reconexão com a natureza e construção de um futuro sustentável.

Capa.

“Nossa colaboração com Alok permitiu gravar e atualizar nossa música, garantindo sua passagem entre gerações para os povos indígenas e também não indígenas”, fala Rasu Yawanawa, um dos artistas que integra o trabalho.

“O canto ancestral indígena tem essa força incrível de atravessar o coração das pessoas a ponto de elas irem embora do show e a alma continuar dançando (…) Não basta reconhecer a força do canto, é preciso ajudar a proteger o corpo e as vozes de quem canta”, diz Célia Xakriabá.

O álbum, lançado neste 19/4, quando se honra e celebra o Dia dos Povos Indígenas, é resultado de um trabalho de cerca de 500 horas em estúdio, envolvendo mais de 50 músicos para dar voz e corpo às oito faixas entoadas pelas etnias Huni Kuin, Yawanawa, Kariri Xocó, Guarani Mbyá, Xakriabá, Guarani-Kaiowá, Kaingang e Guarani Nhandewa e uma nona faixa Remix, resultado da coprodução entre Alok e Maz para a música ‘Sina Vaishu’. A capa do álbum tem a base artística da obra de Denilson Baniwa ‘Metrô-Pamuri-Mahsã’, que faz reverência à Jiboia, um importante elemento da cosmovisão indígena. O trabalho reafirma a importância dos indígenas ocuparem os mais diversos espaços sociais e culturais da sociedade. Escute aqui.

‘O Futuro É Ancestral’ tem reconhecimento da Unesco como ação relevante para a Década Internacional das Línguas Indígenas

“Quando procuramos soluções para o impacto causado pelas mudanças climáticas, a única certeza que eu tenho é de que precisamos ouvir o que a natureza tem a dizer e, a melhor maneira para isso, é por meio da música dos guardiões das florestas. Hoje me sinto honrado em poder ser uma plataforma para amplificar as vozes da ancestralidade indígena. Vocês verão que não é preciso entender os idiomas indígenas para sentir o que eles têm a dizer. ‘O Futuro É Ancestral’ não é somente um projeto musical; ele é um movimento para reflorestar o imaginário da nossa sociedade e sua percepção em relação aos povos indígenas e a importância de sua presença em múltiplos territórios”, pontua Alok.

Os cânticos presentes em ‘O Futuro É Ancestral’ estão em línguas nativas e, para além de serem entendidas, são para serem sentidas. ‘Sina Vaishu’ (Yawanawa) fala sobre seguir o caminho dos ancestrais e sobre uma mudança de pensamento. ‘Yube Mana Ibubu’ (Huni Kuin) é extensão de uma oração e clama pela sobrevivência. ‘Jaraha’ (Guarani-Kaiowá) é um rap que fala sobre a vontade de retomada de suas terras. ‘Canto do Vento’ (Kariri Xocó) é um canto de conexão com os ancestrais e com a vida. ‘Rap Nativo’ traz as palavras de um guerreiro sobre sua cultura e ligação com o divino. ‘Sangue Indígena’ (Kaingang) é um o grito de batalha pela defesa da vida e das terras indígenas. ‘Pedju Kunumigwe’ (Guarani Nhandewa), um convite para ouvir o som dos pássaros e da natureza. ‘Manifesto Futuro Ancestral’ (Célia Xakriabá) propõe uma reflexão sobre a origem cultural brasileira e traz a força da palavra indígena na sua luta e poesia.

O lançamento é um convite para que o público mergulhe na paisagem sonora de ‘O Futuro é Ancestral’, onde cada faixa conta uma história de inovação, resiliência e ressurgimento cultural.

Deixe a música transportá-lo para novos horizontes e, enquanto você se move no ritmo, lembre-se do profundo impacto de preservar nossas raízes – não apenas para hoje, mas para os incontáveis amanhãs que poderemos construir.

A partir da imersão no processo criativo do álbum, o encontro se transformou em um documentário musical de mesmo título produzido pela Maria Farinha, em finalização e com lançamento previsto para o segundo semestre.

No sábado, dia 20/4, pela primeira vez no Brasil, os músicos indígenas se apresentaram com Alok no show que celebra o aniversário da cidade de Brasília: BSB 6.4.

Outro elemento é a criação da ‘Coleção Som Nativo’, que inicialmente irá lançar sete álbuns com mais de 80 cânticos indígenas tradicionais e contemporâneos, objetivando construir um acervo de alta qualidade de gravação.

O Instituto Alok já investiu mais de R$4,5 milhões em ações nas áreas da cultura, tecnologia, sustentabilidade, educação, saúde, agricultura, segurança alimentar e promoção de direitos voltados aos povos indígenas brasileiros.

(Fonte: Melina Tavares Comunicação)