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Relação afetiva e ecológica com os rios inspira programa de incentivo à leitura no mês que comemoramos mundialmente o Meio Ambiente

Salesópolis, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

A importância afetiva e ambiental dos rios é o tema do projeto ‘O rio que nasce na minha cabeça’, que promove a leitura de obras literárias e expressões artísticas em praças, escolas e bibliotecas e terá uma próxima etapa em Salesópolis (interior paulista), de 7 a 9 de junho.

O objetivo é ativar o hábito da leitura em crianças e público em geral por meio de experiências culturais que reúnem literatura, teatro, música e outras manifestações. “O tema condutor é o rio, recurso fundamental à existência e que também faz parte da memória afetiva das pessoas”, disse a educadora Juli Codognotto, idealizadora do projeto, que foi contemplado pelo edital ProAC 24/2023 de Produção e Realização de Projeto de Incentivo à Leitura. “Queremos instigar o desejo e o prazer da leitura em infâncias de todas as idades e despertar, por meio do fluxo dos rios, o fio da memória e costurá-lo com aquele fio que guia nossa imaginação até o futuro”, completa.

As experiências culturais vão girar em torno de leituras que aproximam o público dos rios e que fazem parte de um acervo selecionado com mais de 40 livros para a infância. Entre eles, ‘Fio de Rio’, de Anita Prades (cujas ilustrações foram selecionadas para a Bienal de Bratislava); ‘Um dia, um rio’, de Leo Cunha e André Neves, ‘Meu Avô Apolinário’, de Daniel Munduruku; ‘Um Dia Feliz”, de Patricia Santana e Carol Fernandes; ‘Falo como um rio’, de Jordan Scott e Sydney Smith, e ‘A história das crianças que plantaram um rio’, de Daniel da Rocha Leite.

Obras voltadas ao público adulto, que usam os rios como tema, também fazem parte do repertório literário. Entre os autores, estão Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade, Gabriel García Márquez, Eduardo Galeano e Mário de Andrade. “Dessa forma, vemos e partilhamos o livro como arte, lado a lado com outras linguagens e materialidades”, argumenta Mariana Fujisawa, artista visual e uma das mediadoras do projeto.

Apresentações

O projeto estará em Salesópolis, no dia 7 de junho, onde se apresentará para os alunos da EMEF Ernesto Ardachnikoff. Nos dias 8 e 9 de junho, estão previstas mais três ações de mediação de leitura na biblioteca da cidade e em outros espaços públicos.

Serviço:

Projeto O rio que nasce na minha cabeça

Junho – Salesópolis

Ações de mediação nas praças da região – pensadas como um acontecimento inesperado, interagindo com público espontâneo nas praças, por isso datas e horários não são divulgados

7/6 – Vivências na Escola, diversos horários

Local: EMEF Ernesto Ardachnikoff

Atividades: Vivências de mediação de leitura, artes visuais e contação de histórias

Público: estudantes da EMEF Ernesto Ardachnikoff

8/6 – Vivências na Biblioteca, horário a definir

Local: Biblioteca Municipal de Salesópolis – Rua Alferes José Luis de Carvalho, 264-328

Atividades: Vivência de mediação de leitura e distribuição de livros

Público: professores, famílias e crianças

9/6 – Festa, das 15h às 17h

Local: A definir

Atividades: Festa com oficina de ilustração e distribuição de livros

Público: livre.

(Fonte: Betini Comunicação)

Falta de vagas no Norte e Nordeste revela disparidade no mercado de Tecnologia e desafio de inclusão para o setor

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação.

Apesar de as oportunidades de trabalho em Tecnologia da Informação no Brasil continuarem crescendo, o Distrito Federal, a Bahia, Pernambuco e o Ceará somam, juntos, apenas 11% das vagas, de acordo com o Panorama de Talentos em Tecnologia, do Google for Startups. De acordo com o Banco Nacional de Empregos, as vagas em TI aumentaram 79,6% de janeiro a outubro de 2023 em relação ao mesmo período do ano anterior. No entanto, a maioria delas está no Sudeste, que abarca 62% das oportunidades, com 44% delas dentro do estado de São Paulo.

Para além da área de Tecnologia, o Norte e o Nordeste levam consigo outras particularidades: no quarto trimestre de 2023, o Norte fechou com taxa de desocupação de 7,7% e o Nordeste, 10,4%, porcentagem considerada estável para a região. Os maiores números foram registrados no Amapá (14,2%), na Bahia (12,7%) e em Pernambuco (11,9%). No entanto, em 2023, a taxa média de desemprego no Brasil foi de 7,8%, o menor número desde 2014. Além disso, as maiores taxas de informalidade estão no Maranhão (56,5%), no Pará (56,5%) e no Piauí (54,4%), sendo que a média nacional foi de 39,2% no ano passado, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Outro dado que ajuda a explicar essa disparidade é o Índice de Capital Humano, um número proposto pelo Banco Mundial que mede o potencial econômico e profissional dos cidadãos. Por meio dele, é possível perceber o quanto um país perde por não investir de maneira igualitária em educação e emprego, por exemplo. De acordo com o Relatório de Capital Humano Brasileiro, o ICH médio das regiões Norte e Nordeste em 2019 foi semelhante ao ICH médio das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste em 2007. Ou seja, existe uma lacuna regional de 12 anos a ser superada.

“Na área de Tecnologia, o principal fator que leva a esse fenômeno é o fato de que essas regiões têm menos empresas do setor, então elas não conseguem absorver toda a demanda. Além disso, a qualidade da educação de tecnologia pode variar significativamente entre as regiões do país e, quando a gente olha para o Norte e Nordeste, ainda não temos uma qualificação [que consiga abarcar a necessidade da área]. Nesse ponto, acredito que a falta de investimento em infraestrutura, tecnologia e comunicação possa dificultar o desenvolvimento e a expansão de empresas de TI nesses locais”, comenta Ana Letícia Lucca, CRO da Escola da Nuvem, uma organização sem fins lucrativos que visa capacitar e empregar pessoas em situação de vulnerabilidade social e econômica para carreiras em computação em nuvem a partir de certificação técnica e oportunidade de primeiro emprego por meio de empresas parceiras.

“A concentração das vagas de TI tende a estar em regiões mais desenvolvidas, como o Sudeste, e isso também leva a uma migração de talentos qualificados da região Norte para as regiões onde há mais oportunidades. Precisamos considerar ainda que pessoas em situações de vulnerabilidade social no Norte e Nordeste podem enfrentar barreiras adicionais para ingressar e progredir em carreiras de tecnologia, incluindo acesso limitado às redes profissionais, falta de apoio financeiro para educação e treinamento e discriminação no mercado de trabalho”. Segundo ela, a falta de vagas em TI nessas regiões contribui também para a perpetuação da desigualdade social e de renda, pois limita o acesso ao emprego e o desenvolvimento econômico para os residentes nesses locais.

Ela conta que, durante a pandemia, a região de residência dos candidatos não era tão decisiva para a colocação e recolocação dos profissionais, considerando a experiência obtida a partir dos alunos da Escola da Nuvem no mercado de trabalho, pois o modelo remoto era mais popular entre as empresas, o que não é mais tão comum. “Entre os motivos que levam as empresas a priorizarem o modelo presencial ou híbrido, está a necessidade de colaboração e inovação, pois as empresas acreditam que estes modelos de trabalho facilitam a criatividade, permitindo uma comunicação fácil e o compartilhamento de ideias entre as equipes. Para algumas organizações, o trabalho presencial é visto como essencial para manter o fortalecimento da cultura organizacional, para a supervisão e gestão de desempenho. Um outro ponto é em relação à segurança de dados e confidencialidade, pois as empresas se preocupam com algumas informações sensíveis no trabalho remoto, como de finanças e saúde, por exemplo”, explica Ana.

A especialista comenta também que a preferência por modelos de trabalho presenciais remotos ou híbridos pode variar significativamente entre empresas e setores. De acordo com o estudo Pesquisa de Tendências RH 2024, realizado pela Catho, 61% das empresas entrevistadas têm intenção de voltar ao trabalho presencial ao longo de 2024, porque muitos segmentos só podem atuar nessa modalidade ou porque o modelo presencial pode favorecer o engajamento e a cultura organizacional dos times. Em contrapartida, a pesquisa ‘Quais os sentimentos de quem voltou ao modelo presencial?’, mostrou que 64,4% dos entrevistados dizem sentir que a qualidade de vida piorou no retorno ao modelo presencial de trabalho.

Ana defende que, na área de Tecnologia, os modelos de trabalho remotos se estenderam por mais tempo. “As entregas tiveram resultados. E, do outro lado, principalmente nos grandes centros onde a estrutura de trânsito não é tão boa, como em São Paulo e no Rio de Janeiro, não podemos desconsiderar o desgaste que os profissionais têm ao se deslocarem. Acredito que em todas as frentes de trabalho, seja o modelo 100% online, 100% presencial ou híbrido, vamos ter ganhos e perdas, prós e contras. Então, é importante avaliar o que está alinhado com os valores da organização.”

Segundo Ana, a promoção mais equitativa de empregos em Tecnologia depende de medidas adotadas por empresas, órgãos governamentais e a sociedade em geral, como o investimento em educação e a expansão da infraestrutura de tecnologia no país. Ela comenta que, mais do que oferecer as vagas, as organizações também devem estar preparadas para receber os profissionais. “É necessário que o processo de contratação seja acessível e inclusivo para todos os candidatos, além de considerar os contextos sociais e econômicos de onde essas pessoas vêm. Ainda, investir em capacitação e desenvolvimento, porque não adianta ter um programa de diversidade e inclusão e não ter pessoas preparadas e sensibilizadas para trabalhar com esse assunto. Ao trabalhar em conjunto, podemos desempenhar um papel significativo na promoção de uma distribuição justa de emprego em tecnologia, contribuindo para reduzir as disparidades regionais e promover o desenvolvimento econômico inclusivo”, finaliza a especialista.

(Fonte: Mondoni Press)

Em junho, MIS celebra os oitenta anos de Chico Buarque com programação especial ao longo do mês

São Paulo, por Kleber Patricio

Chico Buarque em cena do documentário ‘Uma noite em 67’. Foto: divulgação.

O mês de junho traz o aniversário de um dos maiores cantores e compositores brasileiros de todos os tempos, Chico Buarque, que completa oitenta anos no dia 19. E, para celebrar a data, o MIS (Museu da Imagem e do Som) realiza a programação especial ‘CHICO 80’, que trará eventos temáticos ao longo do mês, incluindo programas fixos do museu, como o Cinematographo, Cine Kids e Estéreo MIS, e outros totalmente inéditos, como o lançamento do CD ‘Claudette canta Chico’, de Claudette Soares.

Em toda sua trajetória, Chico Buarque não apenas criou uma obra vasta e diversificada, mas também se tornou uma figura de resistência e consciência social. Sua música e sua arte são testemunhos de sua dedicação em retratar as realidades e os sonhos do povo brasileiro, deixando um legado duradouro, que continuará a ecoar por muitas gerações. O especial ‘CHICO 80’ reverencia a obra sem paralelo e repleta de ramificações que o compositor nos ofereceu ao longo dos seus sessenta anos de carreira em diversas frentes.

PROGRAMAÇÃO CHICO 80

9/6, às 14h | Cine Kids + Oficina Educativo MIS: ‘Os saltimbancos trapalhões’

A edição de junho do Cine Kids entra nas comemorações dos oitenta anos de Chico Buarque apresentando um dos filmes de maior sucesso na carreira de mais quarenta longas-metragens da trupe de humor Os Trapalhões. ‘Os saltimbancos trapalhões’ (dir. J.B. Tanko, 1981) traz o famoso quarteto formado por Didi, Dedé, Mussum e Zacarias dentro da história teatral traduzida e adaptada por Chico Buarque, com inspiração direta na fábula ‘Os músicos de Bremen’, dos irmãos Grimm. Além do tradicional grupo de comediantes, o filme conta com atuações de Lucinha Lins, Mário Cardoso, Mila Moreira e do músico Ivan Lins. Após a exibição do filme, o Núcleo Educativo do MIS realiza a oficina ‘Au, au, au, ió, ió, ió, miau, miau, miau, có có ró có’, onde as crianças poderão montar sua própria máscara, de forma criativa, inspirada em um dos animais protagonistas.

13/6, às 20h | Doc.MIS: ‘Uma noite em 67’

Como parte dessa programação especial, o Doc.MIS de junho exibe ‘Uma noite em 67’ (2010), filme de Renato Terra e Ricardo Calil que faz um raio-x do que foi um dos mais polêmicos e instigantes festivais de música brasileira, o 3º Festival de Música Popular Brasileira, realizado em outubro de 1967. Entre os destaques da competição, estavam nomes como Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Sérgio Ricardo, Roberto Carlos, Os Mutantes e Edu Lobo, entre tantos outros ícones de nossa cultura.

16/6, às 15h | Cinematographo: ‘Ópera do malandro’

O Cinematographo apresenta o filme ‘Ópera do malandro’. O musical foi dirigido por Ruy Guerra em 1985 e se baseia no espetáculo homônimo escrito por Chico Buarque e dirigido por Luís Antônio Martinez Corrêa em 1978. O espetáculo, por sua vez, tinha inspiração em ‘Ópera do mendigo’ (1724), de John Gay e Johann Christoph Pepusch, e em ‘A ópera dos três vinténs’ (1928), de Bertold Brecht. A edição ganha uma trilha sonora ao vivo executada pelos músicos Cíntia Gasparetti, Cris Cunha, Tâmara David, Paulo Viel e Eduardo Contrera.

16/6, às 16h | CineCiência: ‘Raízes do Brasil’

O CineCiência traz a cinebiografia do pai de Chico Buarque, Sérgio Buarque de Holanda (1902–1982), lançada em 2004 por Nelson Pereira dos Santos. Em sua primeira parte, a que será exibida no MIS, imagens de arquivo se mesclam com o registro de encontros familiares, revelando a personalidade, mas também o horizonte intelectual, do autor de ‘Raízes do Brasil’. Após a sessão, será realizado um debate, mediado por José Luiz Goldfarb, com o professor Pedro Meira Monteiro, que abordará a atualidade das ideias de Sérgio Buarque de Holanda e a relação que elas guardam com a obra literária de seu filho mais famoso.

22/6, às 20h | Lançamento do CD ‘Claudette canta Chico’ + show + sessão de autógrafos

Claudette Soares lançou, em março de 2024, o álbum ‘Claudette canta Chico’, em comemoração aos oitenta anos do artista. A seleção de canções, que ganharam uma roupagem nova na personalidade da voz de Claudette, fazem um percurso por toda a carreira do compositor e incluem tanto canções antigas, de seus primeiros discos, como dos últimos lançamentos. O lançamento do CD físico no MIS será acompanhado de um show de Claudette Soares, seguido de uma sessão de autógrafos com a artista, que, no auge dos seus 88 anos, continua sendo uma das diversas vozes que representam tão bem a cultura popular brasileira.

27 de junho, às 19h | Clube do Filme do Livro: ‘Benjamim’

A edição de junho do programa mensal Clube do Filme do Livro integra a programação especial CHICO 80 com o filme ‘Benjamim’ (2004), dirigido por Monique Gardenberg, adaptação do livro homônimo de Chico Buarque lançado em 1995. A convidada do mês para discutir a obra sob a ótica da adaptação é a diretora e roteirista do longa-metragem Monique Gardenberg.

28/6, às 21h | Estéreo MIS: Ayrton Montarroyos

O convidado para essa edição do Estéreo MIS não poderia ser mais especial: Ayrton Montarroyos iniciou sua carreira após a divulgação de um vídeo da música ‘Olhos nos olhos’, do cantor homenageado. Desde então, ascendeu na cena musical, sendo indicado ao Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Música Popular Brasileira pelo disco ‘Herivelto Martins – 100 anos’. No show, que será realizado no MIS no dia 28 de junho, Ayrton convida como participação especial o compositor e pianista Nelson Ayres.

Claudette Soares e Chico Buarque. Foto: Bernardo Mendonça.

A programação é uma realização do Ministério da Cultura, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas de São Paulo e Museu da Imagem e do Som, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O MIS tem patrocínio institucional das empresas Livelo, B3, John Deere, NTT Data, TozziniFreire Advogados, Grupo Comolatti e Sabesp e apoio institucional das empresas Vivo, Grupo Travelex Confidence, PWC, Colégio Albert Sabin, Unipar, Lenovo e Telium. O apoio operacional é Kaspersky, Pestana Hotel Group, Quality Faria Lima, Hilton Garden Inn São Paulo Rebouças, Renaissance São Paulo Hotel, Pipo Restaurante, illycaffè e Sorvetes Los Los.

(Fonte: Museu da Imagem e do Som)

Orquestra Rock convida Di Ferrero em noite de celebração ao rock na Multi Arena

Campinas, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

Foi promovendo a fusão da música instrumental e erudita com a popular que a Orquestra Rock se consolidou levando harmonia e melodia para várias cidades do Brasil. De Campinas, a formação recebe o ex-integrante da banda NX Zero, que marcou o começo dos anos 2000 em uma noite que irá harmonizar décadas de sucessos no palco da Multi Arena, mega estrutura montada no estacionamento C do Shopping Iguatemi, na noite de 7 de junho, com ingressos à venda a partir de R$60 (2º lote).

A Orquestra Rock faz parte do projeto sociocultural Arte do Bem, da produtora Articular, que tem como objetivo a arrecadação para instituições renomadas do terceiro setor, como Centro Infantil Boldrini. Ao adquirir o ingresso, você apoia uma jornada muito maior, de apoio à saúde e bem-estar de crianças que enfrentam problemas de saúde e estão em tratamento pelo Boldrini.

Para o espetáculo, o Maestro Martin Lazarov regerá a orquestra com seus 36 músicos. No palco os instrumentos de cordas, sopro de madeiras e metais, saxofones, guitarra, baixo elétrico, piano, bateria e percussão popular transformarão a experiência em única.

O convidado especial está animado e afirma que está preparando uma apresentação que promete ser marcante. “O projeto é muito legal, alguns amigos meus participaram, como Dinho Ouro Preto, estamos trabalhando em um repertório bem especial, com músicas minhas e outras coisas que, com orquestra, vão encaixar e trazer uma experiência diferente. Tô bem ansioso, galera de Campinas, vamos nessa”, convida Di Ferrero.

“Achamos a iniciativa muito boa em unir música e solidariedade. A venda dos ingressos será revertida ao Centro Boldrini, instituição referência em tratamento contra o câncer infantil e demais doenças do sangue. Tudo isso só é possível graças à união de forças e dos patrocinadores que embarcaram nessa onda de amor ao próximo”, reforça Fawler Cunha, representante da Orquestra Rock, que completa: “Compre seu ingresso e ajude uma causa nobre”.

O show também é acessível. Haverá área para idosos, gestantes e PCD, bem como a tradução de Libras pelos parceiros da orquestra Letícia Navero e Maurício Gut.

Mais sobre a Orquestra Rock

A cidade de Campinas é o berço da Orquestra Rock. Os 36 músicos que a compõem têm uma sólida formação erudita, mas se uniram em nome de uma paixão em comum: o rock’n’roll. Incorporando o estilo, queriam formar uma orquestra que apresentasse a história do rock por meio dos grandes expoentes do gênero. Diferente das bandas de rock que se apresentam acompanhadas por orquestras, a Orquestra Rock dá ao gênero uma nova leitura. Todos os músicos, incluindo o trio baixo, guitarra e bateria, a base do rock’n’roll, dominam a estética e a linguagem musical.

Assista ‘November Rain’, de Guns N’ Roses por Orquestra Rock: https://youtu.be/Kcw5SNTkEIA.

Serviço:

Orquestra Rock convida Di Ferrero 

Quando: 7/6 – sexta-feira, a partir das 17h

Ingressos: https://multiarenacampinas.com.br/orquestra-rock-convida-di-ferrero-campinas/

Multi Arena – Estacionamento C do Shopping Iguatemi

Avenida Iguatemi, 777, Vila Brandina, Campinas/SP

Instagram: https://www.instagram.com/multiarena_/

Produção: Multi Produtora.

(Fonte: Conteúdos da Sil)

Instituto Tomie Ohtake lança primeiro volume da coleção Caderno-ensaio

São Paulo, por Kleber Patricio

Barro – capa. Fotos: Instituto Tomie Ohtake.

Reafirmando seu compromisso com os campos das artes, da cultura e da educação, o Instituto Tomie Ohtake anuncia o lançamento da publicação Caderno-ensaio 1: Barro (2024), celebrando o início da nova coleção editorial Caderno-ensaio. Direcionada para educadores, pesquisadores, estudantes, artistas e quem mais se interessar, cada publicação pretende ampliar as reflexões de um tema que atravessa as exposições, pesquisas e demais atividades realizadas pela instituição. O lançamento acontece no sábado, dia 8 de junho, às 17h30, no grande hall do Instituto, com distribuição gratuita da publicação para professores da rede pública de ensino. O projeto conta com recursos captados através do Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo à Cultura.

Ao unir os termos ‘caderno’ e ‘ensaio’, a coleção se propõe a fazer parte da formação e do cotidiano de diversos públicos, incorporando, com as lentes do presente, um olhar atento e não exaustivo sobre o tema tratado em cada edição. Trazendo diferentes vozes para os debates propostos, seja por narrativas visuais ou textuais, os cadernos-ensaio são pensados e organizados em tipologias de conteúdo que funcionam como um convite para que cada pessoa se reconheça como pesquisadora ao acolher sua curiosidade e, com isso, mobilize os saberes e fazeres de seu território.

Barro – Interior.

Serão duas publicações por ano, distribuídas gratuitamente para professores da rede pública de ensino, educadores e profissionais de espaços culturais e museológicos e educadores de Organizações Não Governamentais (ONGs) ou Organizações da Sociedade Civil (OSC) e disponíveis para venda, ao público geral, na livraria Gaudi, localizada no mesmo edifício do Instituto Tomie Ohtake, e em livrarias parceiras.

“Pensar publicações como formas de diálogo com públicos e pensamentos diversos é um dos modos de fazer cultura no Instituto Tomie Ohtake”, afirma Gabriela Moulin, diretora executiva do Instituto. “Lançar uma nova coleção, a Caderno-ensaio, é uma busca para experimentar novos jeitos de atender a esse compromisso. São publicações que registram processos para nossa formação, mas principalmente ensaios abertos para o mundo, com olhar para o presente. O primeiro livro será lançado com um tema que é matéria viva, orgânica e simbólica – o Barro. Ainda este ano, teremos a publicação Palavra, e assim seguiremos”, complementa Moulin.

Caderno-ensaio 1: Barro

O lançamento do primeiro número da coleção, Caderno-ensaio 1: Barro, ocorre no dia 8 de junho, sábado, no contexto da programação de encerramento do primeiro eixo da 7ª Edição do Experiências Negras. Para abordar o barro sem desconsiderar sua complexidade e força, é necessário olhar para os temas que ele atravessa, como ancestralidade, ciclos naturais, cosmologias de diferentes povos, ciência, espiritualidade, arte, educação e cultura.

Barro – Interior.

A publicação contempla uma ampla variedade de textos e imagens, a partir dos mais distintos campos do conhecimento. Participam do volume Andrey Guaianá Zignnatto, Associação Tingui, Celeida Tostes, Cristiano Lenhardt, Helena Lima, Hideko Honma, Inês Antonini, Josi; Liliane Dardot; Mãe Celina de Xangô; Maria Aparecida Leite; Maria Lira Marques; Marli de Jesus Costa; Maurício de Paiva, Nei Leite Xakriabá, Pierre Verger, Priscila Leonel, Rachel Hoshino, Sirlene Giannotti, Tiago Gualberto e Xadalu Tupã Jekupé.

Paulo Miyada, diretor artístico do Instituto Tomie Ohtake, lembra que “a relação da humanidade com o barro é tão antiga quanto a própria humanidade. Isso se reflete na maneira como artistas de diversas origens e trajetórias imprimem saberes ancestrais, memórias atávicas e apreensões do território em suas criações com o barro.”

Barro – Verso.

Acessibilidade | Acompanhado de encarte em Braille, o livro conta ainda com versão digital acessível, narração de todos os conteúdos, audiodescrição de todas as imagens, ambientação sonora criada especialmente para a publicação e vídeo de apresentação em Libras (Língua brasileira de sinais), com legendas e narração em língua portuguesa. Além de garantir o acesso das pessoas com deficiência, os recursos de acessibilidade amplificam a potência e o alcance do livro através da multissensorialidade. O uso compartilhado entre pessoas com e sem deficiência, incentivado pelo Instituto Tomie Ohtake, possibilita novas maneiras de se relacionar com a arte, a educação e a cultura, além de promover integração e coletividade.

Lançamento:

Caderno-ensaio 1: Barro

Dia 8 de junho de 2024, às 17h30

Caderno-ensaio 1: Barro

Organização: Divina Prado, Felipe Carnevalli e Gabriela Moulin

Autores: Andrey Guaianá Zignnatto, Associação Tingui, Celeida Tostes, Cristiano Lenhardt, Helena Lima, Hideko Honma, Inês Antonini, Josi, Liliane Dardot, Mãe Celina de Xangô, Maria Aparecida Leite, Maria Lira Marques, Marli de Jesus Costa, Maurício de Paiva, Nei Leite Xakriabá, Pierre Verger, Priscila Leonel, Rachel Hoshino, Sirlene Giannotti, Tiago Gualberto e Xadalu Tupã Jekupé

Editora: Instituto Tomie Ohtake

Idioma: Português

Nº de páginas: 240 páginas

Formato: 18 x 24 cm

Encadernação: Brochura

Área de Interesse: Artes Visuais/Cultura/Educação/Antropologia

1ª Tiragem: junho de 2024

ISBN: 978-65-89342-40-3

Preço: R$65,00

Instituto Tomie Ohtake

Av. Faria Lima 201 (Entrada pela Rua Coropé, 88) – Pinheiros, São Paulo, SP

Metrô mais próximo: Estação Faria Lima/Linha 4 – amarela

Fone: (11) 2245-1900.

(Fonte: Instituto Tomie Ohtake)