Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Inscreva seu e-mail e participe de nossa Newsletter para receber todas as novidades

Pinacoteca Benedicto Calixto recebe exposição ‘Araquém Alcântara – 50 anos de Fotografia’

Santos, por Kleber Patricio

Fotos: Araquém Alcântara.

Arte na Pinacoteca, em sua segunda edição, apresenta a exposição ‘Araquém Alcântara, 50 anos de Fotografia’. Esta mostra, sediada na Pinacoteca Benedicto Calixto, em Santos (SP), celebra cinco décadas da influente carreira do fotógrafo Araquém Alcântara e é uma das várias exposições planejadas para enriquecer o cenário cultural da cidade. Por meio da iniciativa Arte na Pinacoteca, o município tem recebido uma série de exposições que não só ampliam a oferta cultural, mas também têm aumentado significativamente as visitações à Pinacoteca.

Araquém Alcântara é renomado por seu trabalho pioneiro na documentação dos ecossistemas brasileiros e por suas narrativas visuais que exploram a complexa interação entre humanos e natureza. A exposição não é apenas uma retrospectiva de seu trabalho, mas também um destaque sobre como a fotografia pode ser um meio poderoso para o engajamento social e ambiental.

A 2ª Edição do Projeto Plano Anual de Atividades – Arte na Pinacoteca – ProNAC 233045 é uma realização do Ministério da Cultura, com patrocínio da Brasil Terminal Portuário (BTP), MSC, Medlog, Ecovias, Rumo e G. Pierotti, apoio institucional TV Tribuna, promovida pela Fundação Benedicto Calixto.

O projeto Arte na Pinacoteca tem se destacado como um vetor importante para a democratização do acesso à cultura em Santos. Cada exposição trazida sob esta iniciativa contribui significativamente para o aumento de visitações, gerando impacto econômico positivo por meio da criação de empregos diretos e indiretos e estimulando o turismo local.

Além das exposições, o Arte na Pinacoteca engaja o público com uma variedade de atividades educativas, incluindo palestras e oficinas específicas para cada mostra, e promove visitações especiais para alunos de escolas municipais, fortalecendo o papel educativo e inclusivo da arte.

Araquém Alcântara | Fotógrafo, jornalista e professor, iniciou seus estudos em Jornalismo na Universidade de Santos em 1970. Sua carreira como repórter incluiu passagens por O Estado de S. Paulo e Jornal da Tarde, onde também descobriu sua paixão pela fotografia. Ficou conhecido por seu trabalho ambientalista, especialmente após documentar o Parque da Juréia, em 1979, o que o levou a explorar e fotografar a Mata Atlântica. Atuou em grandes jornais brasileiros até se tornar freelancer, em 1985, colaborando com publicações nacionais e internacionais. É autor de 17 livros sobre ecossistemas brasileiros e dedica-se a ensinar fotografia em workshops por todo o Brasil, inspirando novas gerações a preservar a natureza.

Sobre a Pinacoteca Benedicto Calixto | A Pinacoteca Benedicto Calixto é reconhecida como um dos espaços culturais mais significativos da Baixada Santista, com um compromisso contínuo de promover arte e cultura. Em um edifício cheio de história, proporciona experiências artísticas diversificadas e ricas, celebrando a arte em todas as suas formas.

Serviço:

Exposição Araquém Alcântara – 50 Anos de Fotografia

Pinacoteca Benedicto Calixto, Av. Bartolomeu de Gusmão, 15, Boqueirão, Santos, SP

Período: 6 de junho a 21 de julho de 2024

Visitação gratuita: de terça a domingo, das 9h às 18h

Informações: (13) 3288-2260

Site: http://www.pinacotecadesantos.org.br

Instagram: http://instagram.com/pinacotecasantos.

(Fonte: VG Comunicação)

Mostra ‘Ponto de Osso’ fica em cartaz de 26 de maio a 18 de agosto no Instituto Artium

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: João Caldas.

No dia 26 de maio, o Instituto Artium de Cultura inaugurou a exposição ‘Ponto de Osso’, com mais de 30 trabalhos inéditos da artista plástica Marcia de Moraes concebidos especificamente para a arquitetura do Palacete Stahl. A exposição, que ocupa tanto as salas quanto o jardim, estará aberta ao público de 26 de maio a 18 de agosto com entrada gratuita.

Os 30 desenhos que ocupam a área interna do espaço expositivo foram concebidos especialmente para esta montagem. Todos os trabalhos têm 2,80 de altura e, lado a lado, somam dez metros de comprimento, numa composição sequencial e políptica. “No caso dos desenhos desta exposição, escolhi ocupar os espaços delimitados por umas molduras douradas que fazem parte da arquitetura da casa, criando todos os desenhos especialmente para este lugar. É, portanto, um site specific. Comecei aos poucos, da esquerda para a direita, ocupando a parede de 9 metros do meu ateliê como se fosse um grande e único desenho que, no Artium, se desmembra e ocupa os espaços demarcados. Eu quero que o espectador perceba que os desenhos têm uma continuidade, que formam um corpo único”, detalha a artista Marcia de Moraes.

Além dos desenhos, Marcia também concebeu uma instalação em madeira para ocupar uma sala inteira e esculturas em cerâmica para o jardim do palacete. O título da exposição, Ponto de Osso, nasce em referência a este universo da cerâmica, ao momento em que a argila seca e não é mais possível modelá-la. “Ela se torna um osso. Para mim, isso se relaciona totalmente com os desenhos, pois, diferente da pintura, o desenho não me deixa sobrepor cores e nem consigo apagar o que pinto com lápis de cor; ou seja, o que é feito se torna seco como a argila, não há como arrumar aquilo que não se gosta, apenas improvisar e aceitar. E isso também pode ser encarado como uma metáfora da vida, pois há sempre situações que vivemos e que não podemos alterar, apenas lidar com as consequências. Os meus trabalhos são sempre muito auto referentes, são mesmo comentários acerca daquilo que vivo, que me circunda. Nesta exposição, sinto que os trabalhos estão mais vorazes, parecem famintos pelo espectador, espero que o visitante se sinta abraçado ou engolido”, completa.

Sobre a artista

Marcia de Moraes (São Carlos, SP, 1981) é uma artista brasileira baseada em São Paulo. É reconhecida por suas criações que combinam desenhos com lápis de cor, resultando em obras visualmente dinâmicas e expressivas. Ela explora a transformação constante em seus trabalhos, utilizando dípticos e polípticos para expandir as possibilidades de suas composições além dos limites do papel e ocasionalmente incorporando elementos tridimensionais em suas esculturas de cerâmica. Marcia possui formação acadêmica em Artes pela Unicamp e tem uma extensa lista de exposições individuais e coletivas, como ‘A Terceira’, no Centro Cultural Banco do Brasil, São Paulo, 2021, além de residências artísticas e prêmios em seu currículo, como o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea (São Paulo) e o Pollock-Krasner Foundation Grant (Nova York, EUA).

Sobre o Instituto Artium de Cultura

Marcia de Moraes na parte externa da exposição, no jardim do Palacete Stahl.

O Instituto Artium ocupa um palacete centenário na Rua Piauí, no bairro Higienópolis, tombado pelo Conpresp (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo) e reconhecido como patrimônio histórico. Construído em 1921 para ser a residência do primeiro cônsul da Suécia em São Paulo, o casarão passou por duas das grandes famílias paulistas de barões do café e foi propriedade do Império do Japão por 67 anos (de 1940 a 2007). A residência foi fechada durante a Segunda Guerra Mundial e, em 1970, como testemunho da história do Brasil de então, o cônsul-geral do Japão foi sequestrado quando chegava ao local.

Degradado desde 1980, o espaço foi assumido pelo Instituto Artium em 2019, passou por um minucioso trabalho de restauro, revitalizando jardins e recuperando elementos ornamentais e decorativos da arquitetura da época de sua construção. A entidade cultural sem fins lucrativos cumpre atualmente um plano de atividades que reúne projetos nas áreas da preservação de patrimônio imaterial, preservação de patrimônio material, artes visuais e artes cênicas.

Serviço:

Ponto de Osso – Marcia de Moraes

Instituto Artium de Cultura

Endereço: Rua Piauí, 874 – Higienópolis, São Paulo – SP – Brasil

Período expositivo: 26 de maio a 18 de agosto de 2024

Horário de funcionamento: quarta a sexta de 12h às 18h; sábados e domingos: 10h às 18h; segundas e terças: fechado

Entrada gratuita.

(Fonte: Agência Prioriza)

Caminhadas noturnas, Trilha da Fortaleza e Festa Junina: descubra a magia do Parque Estadual de Vila Velha em junho

Vila Velha, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

O Parque Estadual de Vila Velha está preparado para proporcionar experiências inesquecíveis neste mês de junho. Localizado em uma das mais belas paisagens naturais do Paraná, o Parque convida turistas e moradores da região a participarem de uma série de eventos especiais que vão transformar suas visitas em momentos memoráveis.

Junho chega com uma programação diversificada e empolgante, perfeita para todas as idades. De caminhadas noturnas a uma festa junina, o Parque se dedica a oferecer atividades que combinam diversão, aventura e uma profunda conexão com a natureza.

Programação de junho:

8, 15 e 22 de junho – Caminhada Noturna: Explore o Parque sob a luz das estrelas. As caminhadas noturnas oferecem uma experiência única de conexão com a natureza. Guias experientes conduzirão os participantes por trilhas seguras, proporcionando uma noite inesquecível. Traga sua lanterna e prepare-se para descobrir o Parque Estadual de Vila Velha de um jeito totalmente novo.

22 e 23/6 – Festa Junina: Venha celebrar o tradicional São João em meio à natureza. A Festa Junina contará com decoração temática, recreação e muitas atividades para toda a família. Aproveite as comidas típicas e a alegria desta festa popular brasileira.

29/6 – Trilha da Fortaleza: Desafie seus limites na Trilha da Fortaleza, uma caminhada de 13km por paisagens deslumbrantes e pouco exploradas do Parque. Com subidas, descidas e travessia de rios, essa trilha é ideal para os aventureiros de plantão.

Atrações e gastronomia

Além da programação especial, o Parque Estadual de Vila Velha oferece atrações permanentes como tirolesa, arvorismo, cicloturismo e balonismo, tudo isso em um cenário natural espetacular. Já a gastronomia é uma atração à parte, com a alcatra na pedra e outros pratos típicos da região disponíveis nas lanchonetes.

Sobre o Parque Estadual de Vila Velha

Localizado a apenas uma hora de Curitiba, o Parque Estadual de Vila Velha é o primeiro parque estadual criado no Paraná, em 1953, e atualmente é uma concessão do Governo do Estado do Paraná por meio do Instituto Água e Terra à Soul Vila Velha, uma empresa do Grupo Soul Parques.

As bilheterias funcionam até as 15 horas. O parque indica a chegada ainda pela manhã para que os visitantes possam conhecer os três atrativos naturais – Arenitos, Furnas e Lagoa Dourada –, se deliciar com as diversas opções gastronômicas e ainda aproveitar as atrações de aventura – Tirolesa, Arvorismo e Cicloturismo.

Mais informações podem ser obtidas em https://parquevilavelha.com.br/.

(Fonte: Descomplica Comunicação)

Custo ambiental do desmatamento e da soja no leste da Amazônia chega a R$10 bilhões, revela estudo

Amazônia, por Kleber Patricio

Bacia do Gurupi, entre o Pará e o Maranhão, aumentou 92% da área agrícola em 36 anos; na foto, vista áerea de área desmatada no Pará. Foto: Vinicius Mendonça/Ibama.

O desmatamento na Amazônia e o aumento de áreas agrícolas têm diminuído a capacidade da floresta de oferecer benefícios à população, como produtividade da terra e melhor qualidade do clima, do ar e da água. Em artigo publicado no dia 27 na revista científica ‘Ambiente & Sociedade’, pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi e da Universidade Federal do Pará (UFPA) estimam que, em 36 anos, houve uma perda de cerca de R$10 bilhões em serviços ecossistêmicos na região da bacia do Gurupi, leste da Amazônia, devido ao aumento de áreas de plantio de soja. O valor foi corrigido para o ano corrente.

O grupo quantificou perdas econômicas geradas pelo desmatamento de 1985 a 2021 na bacia do Gurupi, que fica entre os estados do Pará e do Maranhão. O cálculo foi feito a partir de levantamento de uso de terras na área de 35 mil quilômetros quadrados, usando a base de dados MapBiomas, que mantém um registro anual de mudanças da região desde 1984. Para facilitar o trabalho, os pesquisadores classificaram o uso da terra em cinco categorias: florestas, formações naturais não florestais, agricultura, áreas sem vegetação e região de águas. A valoração dos serviços ecossistêmicos foi feita a partir de base de dados global que mapeia a economia dos ecossistemas e da biodiversidade. Foram selecionados 210 valores para 15 tipos de serviços ecossistêmicos.

A partir do cruzamento de dados levantados, os pesquisadores observaram que, em 36 anos, houve perda de 25% de área florestal e aumento de 92% de áreas agrícolas. O plantio de soja corresponde a 84% do terreno destinado à agricultura na região. “Toda essa produção vai para exportação, pois a soja não alimenta pessoas”, comenta Ima Vieira, coautora do estudo e pesquisadora do Museu Goeldi.

De acordo com a especialista, a redução do plantio de produtos voltados para a alimentação humana provocado pelo aumento de áreas de soja pode aumentar o risco de insegurança alimentar na região, além de prejudicar o ecossistema. “Todo esse plantio enfraquece as funções dos ecossistemas naturais, como a regulação do clima, a qualidade da água e a polinização, que são serviços importantes prestados pela floresta. Se a área de floresta é reduzida, esses serviços também se reduzem”, explica.

A maior parte da produção agrícola no Pará, segundo os autores do artigo, depende de serviços ecossistêmicos como a polinização – e, por isso, é considerado um serviço valioso. Além da vida humana, outras espécies de animais podem ser ameaçadas pelas mudanças no uso da terra na região, assim como a regulação do clima.

Os pesquisadores esperam que esse tipo de estudo de valoração dos serviços ecossistêmicos possa ser útil não apenas para informar a população e os tomadores de decisão, mas também possa mobilizar políticas públicas de conservação e estímulo a atividades econômicas mais aderentes à manutenção biodiversidade dos biomas tropicais. “Comunidades locais, como as populações quilombolas que vivem na região do Gurupi, podem se beneficiar de políticas nacionais de pagamentos por serviços ambientais”, comenta Vieira, salientando que incentivos financeiros podem promover atividades produtivas mais sustentáveis e com maior capacidade de geração de benefícios econômicos e socias às comunidades.

Após a publicação do artigo, que fez parte da tese de doutorado da pesquisadora Fabiana da Silva Pereira no Programa de Ciências Ambientais, parceria entre o Museu Goeldi, a UFPA e a Embrapa, o grupo está trabalhando em pesquisas qualitativas sobre a percepção dos quilombolas sobre as mudanças do uso da terra e dos serviços ecossistêmicos e as ameaças aos seus territórios.

(Fonte: Agência Bori)

Taxa de vacinação infantil tem tendência de queda em sete anos, sem atingir meta nacional, mostra estudo

Brasil, por Kleber Patricio

Bebês recebem as vacinas do calendário básico de vacinação do SUS na Unidade Básica de Saúde – UBS Brás (SP). Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil.

Atingir uma taxa de vacinação em bebês acima da meta de cobertura dos imunizantes tem sido um dos desafios da saúde pública nos últimos anos. Um estudo de pesquisadores da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) revela que a taxa média de cobertura vacinal de crianças menores de dois anos foi de 77%, com tendência de queda em sete anos, de 89%, em 2015, para 62%, em 2021. Os dados estão publicados na edição de sexta (31) da ‘Revista Paulista de Pediatria’.

Em 2021, todas as vacinas analisadas que estão incluídas no calendário vacinal do Sistema Único de Saúde (SUS) tiveram cobertura vacinal abaixo de 74% no país, sem atingir a meta nacional (que é de 90% ou 95%, dependendo do imunizante).

O trabalho examinou a tendência de cobertura e abandono vacinal em menores de dois anos, no período de 2015 a 2021, para oito imunizantes do calendário nacional recomendado para a faixa etária, a partir de dados do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (PNI). Informações sobre a taxa vacinal de cada imunizante por região e por ano foram analisadas.

Em sete anos, houve uma tendência de queda na cobertura vacinal para todas as vacinas em todas as regiões brasileiras, com exceção da febre amarela nas regiões Sul e Sudeste. Neste período, a taxa média de abandono vacinal de imunizantes com mais de uma dose se manteve em 10%. Em algumas regiões, houve um aumento da tendência da taxa de abandono para as vacinas BCG, no Norte, Nordeste e Centro-oeste, e Meningo-C, no Norte e Nordeste.

Os pesquisadores já esperavam a confirmação desta tendência decrescente na cobertura vacinal ao acompanhar atividades práticas dos alunos de enfermagem em serviços de saúde e perceber a dificuldade de equipes da atenção básica em manter a adesão às vacinas das crianças. Essa ideia foi corroborada pela percepção de um aumento dos movimentos antivacina e negacionista, impulsionado pelo contexto da pandemia de Covid-19. “O que surpreendeu foi ver que essa tendência decrescente se aplicou a todas as vacinas analisadas, mesmo aquelas incluídas no calendário vacinal do SUS”, explica o pesquisador Ronaldo Antonio da Silva, coautor do estudo e doutorando de enfermagem da UFMT.

Para os cientistas, os resultados mostram um cenário preocupante em relação à imunização das crianças menores de dois anos no país, com a necessidade de uma melhor compreensão dos fatores que influenciam as taxas de cobertura vacinal e de abandono. “A partir dessa identificação será possível propor estratégias para aumentar a confiança dos pais e familiares nas vacinas”, aponta Silva.

Dados recentes divulgados pelo Ministério da Saúde mostram uma reversão deste cenário: em 2023, oito vacinas recomendadas pelo calendário infantil apresentaram aumento de cobertura vacinal em comparação a 2022, entre elas os imunizantes contra a poliomielite e tríplice viral. Mesmo assim, os estudos sobre fatores que afetam a vacinação continuam. O Grupo de Estudos em Saúde da Criança e do Adolescente da UFMT quer investir em pesquisas sobre hesitação vacinal e sobre diferentes estratégias para melhorar a cobertura vacinal de crianças.

(Fonte: Agência Bori)