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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Povo Paumari inova no manejo pesqueiro no Amazonas

Amazonas, por Kleber Patricio

Fotos: Tainara Proença.

Desde o começo do trabalho com o manejo do pirarucu, em 2013, os Paumari já tinham o desejo de manejar outras espécies pesqueiras para compor a comercialização de pescado e contribuir com a renda das comunidades indígenas. A partir de um diagnóstico realizado entre 2022 e 2023, que analisou os deslocamentos de cardumes no território Paumari, as espécies de valor comercial e possibilidades de organização do trabalho, o povo deu início à ampliação do manejo pesqueiro realizando este ano a primeira etapa para implementação do manejo de matrinxã. A iniciativa piloto aconteceu entre os meses de março e abril na Terra Indígena Paumari do Cuniuá, no Amazonas.

O diagnóstico ‘Manejo das águas: plano de manejo pesqueiro do povo Paumari’, elaborado pelo consultor João Vitor Campos-Silva e pela equipe de indigenistas da Operação Amazônia Nativa (OPAN), foi apresentado, discutido e aprovado durante a última assembleia da Associação Indígena do Povo das Águas (AIPA), organização representativa do povo Paumari, realizada em maio de 2023. Também durante a assembleia, o plano operacional da pesca piloto foi construído coletivamente, prevendo equipes, logística e insumos necessários para a atividade.

O documento, a implementação e todo o acompanhamento técnico foram feitos com o apoio do Raízes do Purus, projeto realizado pela OPAN e patrocinado pela Petrobras e Governo Federal. A iniciativa também apoia, desde 2013, o manejo do pirarucu realizado pelos Paumari.

A pesca piloto

Com o diagnóstico e plano aprovado, uma reunião de planejamento foi realizada em fevereiro deste ano para acertar o local e a data da pesca, fazer a divisão das equipes e encaminhar detalhes práticos, como a locação de barco e demais equipamentos necessários para a pesca. A estratégia de uso do recurso, o zoneamento, a vigilância, a fiscalização, o monitoramento, a organização social e a repartição dos lucros de forma justa, pontos básicos do manejo comunitário, também foram pautas discutidas durante o planejamento.

A pesca piloto foi iniciada após o período do defeso, finalizado em 15 de março. Aproximadamente 20 pessoas integraram as oito equipes de trabalho, divididas em diversas funções. “Diferente da pesca do pirarucu, a pesca de matrinxã é uma pesca de espera e cerco de cardumes. Em apenas um lance podem pescar centenas ou milhares de peixes”, explica Felipe Rossoni, indigenista da OPAN e coordenador do projeto Raízes do Purus, que acompanhou a pesca.

Mesmo sob condições ainda não ideais do nível da água nos rios Tapauá e Cuniuá, o povo Paumari decidiu por colocar em prática a atividade. Após pouco mais de três semanas de trabalho, com o monitoramento da movimentação dos peixes pelo igapó, os agrupamentos formando os cardumes e espera na tentativa de realizar uma captura cercando um dos cardumes, os Paumari conseguiram pescar 865 peixes, somando aproximadamente 1 tonelada de pescado. O resultado ficou abaixo da expectativa, porém faz parte do processo de aprendizado do manejo da nova espécie. “Desde a estruturação da atividade, o centro das discussões foi a importância de realizar a pesca piloto, de forma a gerar informações detalhadas para compor as melhores estratégias de gestão dos estoques, das capturas e do plano operacional da pesca, incluindo estimativas de custos para realização da atividade. A grande meta desta pesca foi o aprendizado adquirido por todos”, avalia Felipe.

A produção foi levada para a cidade de Lábrea (AM) e rapidamente absorvida pelo mercado local, sendo vendida diretamente para o consumidor. “A venda direta proporciona um contato mais próximo com a população e também a melhor apresentação do trabalho realizado, resultando em um reconhecimento regional e prestígio para um trabalho que é sério e organizado”, explica José Lino Paumari, coordenador da pesca. Além da matrinxã, menores quantidades de outras espécies foram pescadas e comercializadas, como pacu, piranha, tucunaré, surubim e aruanã.

Como parte do processo do manejo, o povo Paumari fará uma reunião de avaliação para entender os pontos positivos, o que pode ser melhorado e como cada parte do processo (organização social, pesca, armazenamento, transporte, comercialização, repartição de benefícios e monitoramento da atividade) pode ser aprimorada.

Uma iniciativa pioneira

O manejo da matrinxã, em fase inicial, compõe o manejo pesqueiro do povo Paumari a partir dos esforços iniciados com o manejo do pirarucu. Mas, diferentemente do trabalho com o pirarucu, em que há métodos consolidados e regulamentação específica, o manejo de espécies pesqueiras como a matrinxã, conhecidas como ‘peixe gordo’ ou ‘peixe de cardume’, é uma experiência nova e pode ser exemplar também para outras regiões.

“A estruturação de metodologias simples para monitoramento de espécies de cardumes e sua eficácia para monitorar os estoques dessas espécies no território pelos próprios pescadores ainda precisam ser aprimoradas. Por meio de diálogos interculturais entre indígenas, ribeirinhos, técnicos e pesquisadores, poderemos chegar em formatos práticos, considerando os diferentes saberes e estruturando mecanismos que garantam a sustentabilidade da pesca”, sugere Felipe.

O manejo desse tipo de espécie exige uma abordagem mais complexa, uma vez que os peixes precisam de uma área muito maior que os limites das terras indígenas para cumprir seu ciclo de vida. Portanto, pensar o manejo dessas espécies é pensar também no manejo das águas e na governança territorial dos povos e comunidades vizinhas às terras Paumari.

Em informe enviado a órgãos de governo e organizações indígenas e comunitárias da região, a AIPA explicou todo o processo, que foi iniciado com o manejo do pirarucu. “Iniciamos lá atrás, focando em nossa organização interna e em estratégias, buscando a recuperação do estoque de pirarucu até alcançarmos níveis de recuperação que permitiram aplicar nosso plano de manejo participativo do pirarucu e obter a primeira autorização de cota para abate e comercialização em 2013. Passados vários anos e todas as dificuldades, alcançamos excelentes resultados. Sempre pensamos e nos dedicamos a estruturar o manejo não somente pensando no pirarucu, mas iniciamos o longo caminho com ele”, diz trecho do informe.

(Fonte: DePropósito Comunicação de Causas)

Caatinga: bioma exclusivamente brasileiro oferece vários destinos de ecoturismo

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Cassio Dourado/Unsplash.

O Dia Nacional da Caatinga é celebrado anualmente em 28 de abril. A data foi criada para homenagear este bioma 100% brasileiro e conscientizar as pessoas sobre a importância da sua conservação para o equilíbrio ambiental. A caatinga ocupa 10,1% do território nacional e engloba os seguintes estados: Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e o norte de Minas Gerais. Cerca de 28 milhões de pessoas vivem nesse ambiente. A caatinga é emprego, é renda, é casa, é turismo e isso é bom para todo mundo. Por isso, a Agência de Notícias do Turismo separou alguns destinos com passeios maravilhosos para você conhecer esse bioma tão diverso. É só viajar nas palavras e já planejar seu próximo destino.

Chapada Diamantina (BA)

Os mais de 38 mil km² repletos de vegetação bem preservada, cachoeiras grandiosas, trilhas desafiadoras, grutas de beleza irretocável e charmosas cidades fazem da Chapada Diamantina um dos destinos mais procurados e conhecidos do Brasil. O Parque Nacional da Chapada Diamantina engloba três biomas: o cerrado, a mata atlântica e a caatinga, que pode ser apreciada na divisa da Bahia com Minas Gerais, próximo à cidade de Lençóis, que fica a 427 km de Salvador.

Os turistas se encantam com os incríveis paredões rochosos, a beleza das cachoeiras da Fumaça e do Buracão e a paisagem deslumbrante da trilha da Cachoeira do Mosquito. O pôr do sol no Morro do Pai Inácio proporciona uma vista panorâmica da Chapada. Imperdível é o banho de rio no parque da Muritiba, que também contempla trilhas de alta e média complexidade e várias paisagens interessantes e diferentes. O local é o principal destino de trekking na Bahia.

Canindé de São Francisco (SE)

Este local instagramável reúne gigantescas rochas avermelhadas cortadas pelo famoso Rio São Francisco, a cerca de 200 km de Aracaju. O Cânion do Xingó é a principal atração local, passeio obrigatório para quem visita a cidade. Esse imponente monumento natural é considerado o 5º maior cânion navegável do mundo e a melhor forma de conhecê-lo é de catamarã, escuna ou lancha, terminando com um refrescante banho nas águas cristalinas do Velho Chico. O lugar foi palco de produções da minissérie ‘Amores Roubados’ e as novelas ‘Cordel Encantado’ e ‘Velho Chico’.

Já a região do Vale dos Mestres tem paisagens típicas do sertão, natureza preservada e piscinas naturais muito convidativas. Fica a aproximadamente 30 km do centro de Canindé e abriga sítios arqueológicos que revelam pinturas rupestres datadas de 3 mil anos atrás.

A presença dos cangaceiros em Canindé foi marcante. Na divisa com Poço Redondo fica a Trilha do Angico, caminho no meio da caatinga para chegar à grota onde Lampião, Maria Bonita e mais nove cangaceiros foram mortos e decapitados. Suas cabeças foram levadas para Piranhas (AL), ali pertinho, e expostas nas escadarias da prefeitura. Em Piranhas fica o Museu Arqueológico do Xingó, espaço que expõe objetos encontrados em mais de 50 sítios arqueológicos.

Reserva Natural Serra das Almas (CE)

Para quem procura por trilhas e caminhadas na caatinga, o destino ideal é a Reserva Natural Serra das Almas, que fica no município de Crateús, a 185 km de Fortaleza. A fauna e a flora locais são diversificadas e garante muitos atrativos para os apaixonados por ecoturismo.

O local é reconhecido pela Unesco como Posto Avançado da Reserva da Biosfera da Caatinga e é uma área aberta para visitação. Conta com alojamento, refeitório, laboratório, auditório e seis trilhas ecológicas. Uma delas totalmente acessível, pavimentada e com percurso de 500 metros. Foi construída com material reforçado e com a largura necessária para comportar as dimensões de cadeiras de rodas e outros dispositivos usados por pessoas com baixa mobilidade: muletas, bengalas e andadores.

As outras trilhas são a das Arapucas, com 6 km de extensão, atravessando os pontos de maior altitude da reserva; do Lajeiro, com percurso de 1,2 km, passando por plantas que são símbolo da caatinga, como o mandacaru, o xique-xique, a macambira e a coroa-de-frade; dos Macacos, com 2 km que terminam em uma pequena cascata; da Encosta, para quem gosta de escalar e tem preparo físico; e a maior de todas, da Gameleira, com 16 km.

Lajedo de Pai Mateus (PB)

O município é um sítio arqueológico com formações rochosas que fica em Cabaceiras, a 190 km de João Pessoa. Trata-se de uma elevação rochosa de 1 km quadrado, no formato de um prato de sopa invertido, sobre a qual estão dispostos cerca de 100 imensos blocos arredondados de granito, formando uma das paisagens mais inusitadas e belas do planeta. Essa região do Cariri Paraibano fica situada em meio a mata de pequeno porte denominada caatinga arbustiva. Quem visita o lugar diz que o Lajedo de Pai Mateus é o melhor local para se ver o pôr do sol da caatinga.

Santana do Ipanema (AL)

Aqui o turista encontra diversas atividades de ecoturismo, com trilhas e muita história, já que o famoso bando de cangaceiros comandados por Lampião andou por essas terras. No passeio guiado da Trilha da Serra da Camonga, a grande atração é o maior mandacaru de Alagoas, além de outras imponentes árvores próprias da caatinga. Para os que curtem esportes radicais, há voos de parapente, escaladas e rapel nos paredões de rocha com mais de 30 metros de altura. A cidade de Santana do Ipanema fica a 205 km de Maceió.

Vale do Catimbau (PE)

O Parque Nacional do Catimbau tem uma beleza de tirar o fôlego. Além da grandiosidade de suas formações geomorfológicas milenares, que formam chapadões, cânions e cavernas, ele também possui sítios arqueológicos e pinturas rupestres datadas de 6 mil anos atrás. Para avistar as belezas naturais, o turista passeia por trilhas de baixo grau de dificuldade, aproveitando, também, a riqueza cultural da região, que conta com uma população que mantém vivas as tradições locais.

Serra das Confusões (PI)

O Piauí presenteia os apaixonados por natureza com a maior reserva do bioma Caatinga. O Parque Nacional Serra das Confusões possui mais de 823 mil hectares na região conhecida como Serra Vermelha. O local também é rico em história e conta o passado da humanidade por meio de sítios arqueológicos, cavernas e rochas. Aliás, as rochas deram nome ao Parque, por conta da confusão provocada pela mudança de cor das pedras conforme a luz do dia. Quem escolhe visitar o local vai encontrar a natureza intocada, composta por arbustos, flores, galhos retorcidos e os famosos mandacarus.

Sobre a Caatinga

O nome vem do tupi-guarani e significa mata branca – uma referência à cor dos troncos das plantas que perdem sua folhagem nos períodos mais secos. Em meio à paisagem seca em tempos de aridez, basta um pouco de chuva para tudo ficar verde, florescer e germinar, fazendo a vida pulsar mais forte.

As principais características da vegetação da Caatinga são solo raso e pedregoso, árvores baixas e troncos tortuosos, que apresentam espinhos e folhas que caem no período da seca (com exceção de algumas espécies, como o juazeiro). Destacam-se neste bioma bromélias, xique-xique, mandacaru, embiratanha, acácia, juazeiro, macambira, maniçoba, umbu e mimosa.

A fauna é bem diversificada. Entre os principais animais deste bioma, estão a ararinha-azul, o sapo-cururu, a onça-parda, o macaco-prego, a asa-branca, a cotia, o tatu-bola, o sagui-do-nordeste, o preá, o tatupeba, o veado-catingueiro, o guigó-da-caatinga e o jacaré-de-papo-amarelo.

(Fonte: Ministério do Turismo)

Theatro Municipal do Rio apresenta destaques da Temporada 2024

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Fotos: Daniel Ebendinger.

Depois de apresentar a Série Celebrações – Beethoven, Brahms e Bruckner e o Concerto Didático no mês de março, sob a regência do maestro titular da OSTM, Felipe Prazeres, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro lança a Temporada 2024 de abril até o fim do ano.

“A temporada de 2024 foi especialmente desenvolvida com o Patrocínio Oficial da Petrobras para atender ao nosso público, sem esquecermos de todos aqueles que nunca estiveram no Municipal. Remontamos clássicos e obras inéditas para que os espectadores possam conhecer o que há de melhor em nosso repertório. Será um ano de muitas atividades. Não deixem de visitar o Theatro, será um prazer recebê-los”, comemora a presidente da Fundação Teatro Municipal, Clara Paulino.

“Nossa temporada 2024 conta com nomes consagrados e importantes estreias de títulos como Rusalka, de Dvorák, Le Villi, de Puccini e Candinho, de João Guilherme Ripper. Nos ballets, a volta de ‘O Lago dos Cisnes’ e ‘O Quebra-Nozes’, além de ‘La Fille Mal Gardée’. Para o aniversário de 115 anos do TMRJ, o Tríptico Pucciniano, lembrando o centenário de morte deste que é um dos maiores compositores da história da ópera. A cada mês, um programa especial espera pelo nosso público”, afirma o Diretor Artístico da Fundação Teatro Municipal, Eric Herrero.

Maio

O Elixir do Amor‘, apresentada neste mês de abril.

Em maio será a vez de ‘O Lago dos Cisnes’, de Tchaikovsky, com Ballet e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal sob a regência de Tobias Volkmann. A concepção e adaptação ficarão a cargo de Jorge Texeira, a partir de Marius Petipa e Lev Ivanov e a Direção e mise-en-scène serão de Hélio Bejani. No total, haverá onze récitas, sendo um ensaio geral para convidados e uma apresentação exclusiva para escolas: 15 de maio (ensaio geral), 16 (estreia), 17,18, 22, 23, 24 e 25 às 19h, dias 19 e 26, às 17h e no dia 21, às 14h (Projeto Escola).

Junho

Em junho, o Theatro Municipal volta com a Série Música Brasileira em Foco, enaltecendo grandes compositores do nosso país com a participação do Coro e Orquestra Sinfônica do Municipal, sob a regência do maestro Ricardo Rocha. Serão dois concertos com obras-primas dos quatro mais geniais representantes do sinfonismo brasileiro dos séculos XIX e XX, começando com Alberto Nepomuceno e sua monumental Sinfonia em Sol Menor, a Abertura da ‘Ópera Jupyra’, de Francisco Braga, e Leopoldo Miguez com o poema sinfônico ‘Ave Libertas’ – uma ode ao advento da República. Representando o século XX, o programa será encerrado com Heitor Villa-Lobos, com o seu emblemático Choros n.10, o ‘Rasga Coração’, a maior expressão musical do modernismo brasileiro. Os concertos acontecerão nos dias 6 de junho, às 12h (Municipal ao Meio-Dia com preços populares a dois reais) e no dia 7 de junho, às 19h.

Julho

Os protagonistas Michele Menezes (Adina) e Anibal Mancini (Nemorino) em ‘O Elixir do Amor‘.

No mês em que o Theatro Municipal celebra o aniversário de 115 anos, a programação, como de costume, será aberta ao público, no dia 14 de julho, data da comemoração. Será a Pré-estreia de ‘II Trittico’, composto pelas óperas em um ato: ‘II Tabarro’, ‘Suor Angelica’ e ‘Gianni Schicchi’, no ano do centenário de morte de seu autor, Giacomo Puccini.Com concepção e direção cênica de Pablo Maritano e direção musical e regência de Carlos Vieu, ‘II Tritico’ contará com Coro, Orquestra Sinfônica da casa e os solistas:

II Tritico – Inácio de Nonno e Marcelo Ferreira (Michele), Eiko Senda e Tatiana Carlos (Giorgetta), Enrique Bravo e Paulo Mandarino (Luigi)

Suor Angelica – Ludmilla Bauerfeldt e Eiko Senda (Angelica), Edneia de Oliveira e Mere Oliveira (A Princesa)

Gianni Schicchi – Marcelo Ferreira e Inácio de Nonno (Gianni Schicchi), Lorena Pires e Flávia Fernandes (Lauretta) e Guilherme Moreira (Rinuccio) e grande elenco.

Serão seis récitas no total, sendo a Pré-estreia em 14 de julho, às 17h e a estreia no dia 17, às 19h. A temporada segue nos dias 19, 25 e 27, às 19h e no dia 21, às 17h.

Agosto

La Fille mal Gardée’ com o Ballet e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro é o destaque de agosto no palco principal. Com coreografia e concepção de Ricardo Alfonso e regência de Silvio Viegas, o balé contará com 11 récitas, sendo um ensaio geral e uma apresentação exclusiva para escolas: dia 14 de agosto (ensaio geral), 15 (estreia), 16, 17, 21, 22, 23 e 24, às 19h, 18 e 25, às 17h e 20, às 14h (Projeto Escola).

Setembro

O Lago dos Cisnes‘.

Depois do sucesso em 2023, o Festival Oficina de Ópera está de volta ao Municipal em sua 2ª Edição com o objetivo de formar equipes criativas do setor, dando ênfase ao trabalho de jovens diretores cênicos. Serão três óperas em todo o Festival. Para a abertura, ‘Candinho’, de João Guilherme Ripper com a Orquestra Sinfônica da UFRJ. Com concepção e direção cênica de Daniel Salgado, a obra terá direção musical e regência de Roberto Duarte. Carolina Morel, Andressa Inácio, Geilson Santos, Fernando Lorenzo, Erika Henriques e Ariel Castilho serão os solistas de Candinho que acontece nos dias 12 de setembro, às 14h (Projeto Escola) e 13, às 19h.

A segunda ópera será ‘La Serva Padrona’, de Giovanni Battista Pergolesi, e vai contar com Ensemble OSTM, além dos solistas Michele Menezes (Serpina), Saulo Javan (Uberto) e o ator Ludoviko Vianna (Vespone). Com direção musical e regência de Edvan Moraes, as apresentações serão realizadas nos dias 14 de setembro, às 19h e 15, às 17h. A regência será de Edvan Moraes.

E, para encerrar a 2ª Edição do Festival de Ópera, ‘Le Villi’, de Giacomo Puccini com o Coro e Orquestra Sinfônica do Rio de Janeiro.Com direção musical e regência do maestro titular, Felipe Prazeres, a ópera tem concepção e direção cênica de Bruno Fernandes e Mateus Dutra. Serão quatro récitas, nos dias 18 (ensaio geral para convidados),19, 20 e 21, às 19h. Como solistas, Marly Montoni e Marianna Lima (Anna), Lazio Bonilla e Ivan Jorgensen (Roberto), Inácio de Nonno e Flávio Mello (Guglielmo).

Outubro

Em outubro, o Ballet e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal chegam, mais uma vez, com ‘Triple Bill’, sob a regência de Felipe Prazeres. A concepção é de Ricardo Amarantes que assina as três coreografias: ‘Sheerazade’, com música de Nicolai Rimsky-Korsakov, ‘Love Fear Loss’, com arranjo para piano de Nathaliya Chepurenko executado por Calebe Faria e ‘Bolero’, de Maurice Ravel.

As seis apresentações acontecem a partir do dia 15 de outubro, dia do professor, quando acontecerá um ensaio geral exclusivo para professores, às 19h. Nos dias 16 (estreia),17,18 e 19, as récitas iniciam às 19h e no dia 20 será às 17h.

No Dia Mundial da Ópera, 24 de outubro, às 12h, haverá o Projeto Municipal ao Meio-Dia com ingressos a dois reais e no dia 25, o mesmo Concerto Lírico com a Orquestra Jovem do Rio de Janeiro e solistas começará às 19h.

Novembro

A ópera ‘Rusalka’, de Dvorak, com Coro e Orquestra Sinfônica (OSTM) sobe pela primeira vez ao palco do Municipal. Com direção musical e regência de Luiz Fernando Malheiro, concepção e direção cênica de André Heller – Lopes, a montagem contará com seis récitas, sendo um ensaio geral e outra uma apresentação exclusiva para escolas: dias 12 de novembro (ensaio geral), 14(estreia), 16 e 22, às 19h, 24 às 17h e 19, às 14h (Projeto Escola). Os solistas serão Ludmilla Bauerfeldt e Paolla Soneghetti (Rusalka), Eric Herrero e Giovanni Tristacci( O Príncipe), Eliane Coelho e Tati Helene ( A Princesa estrangeira), Denise de Freitas(Jezibaba), Lício Bruno e Murilo Neves ( Vodnik), Carolina Morel, Mariana Gomes e Lara Cavalcanti (As três ninfas).

Dezembro

E para encerrar a temporada, depois de muitos pedidos do público, ‘O Quebra- Nozes’, de Tchaikovsky, com Ballet, Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, sob a regência do maestro Felipe Prazeres. A concepção e adaptação ficarão a cargo de Jorge Texeira, a partir de Marius Petipa e a Direção e mise-en-scène serão realizadas por Hélio Bejani. No total, a temporada de um dos balés mais dançados no mundo terá 10 récitas, sendo um ensaio geral e outra apresentação exclusiva para escolas: Dias 12 (ensaio geral), 13 (estreia), 14, 18, 19, 20, 21 às 19h, dias 15 e 22, às 17h e dia 17, às 14h (Projeto Escola).

Em todas as récitas da Temporada 2024 do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, antes de cada espetáculo haverá uma palestra gratuita sobre a obra e suas curiosidades com a presença de um intérprete de libras. Durante o ano, a Petrobras também patrocina diversas atividades como masterclasses gratuitas e a área educativa com visitas guiadas, visitas temáticas e oficinas de desenho.

Patrocinador Oficial: Petrobras – Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio Amil Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM – Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal – Lei de Incentivo à Cultura

Realização: Ministério da Cultura e Governo Federal, União e Reconstrução.

(Fonte: Assessoria de Imprensa do Theatro Municipal do Rio de Janeiro)

Orquestra Sinfônica de Indaiatuba apresenta concerto ‘Samba Sinfônico’ em maio

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Casa Caiada participa do encontro, que acontece no dia 11 de maio. Foto: Divulgação.

A Orquestra Sinfônica de Indaiatuba (OSI) apresenta o concerto ‘Samba Sinfônico’. O show acontece no dia 11 de maio, a partir das 20h30, em um palco montado em frente ao Paço Municipal, em Indaiatuba (SP). O evento – que integra a programação da 32ª edição do Maio Musical – terá participação do grupo de samba campineiro Casa Caiada, além da bateria Batuka e cantores locais.

Sob a regência do maestro Paulo de Paula, a proposta da OSI neste concerto é – além de promover um encontro inusitado, reunindo música clássica e samba, demostrando que não existe espaço para preconceitos dentro da música –, também, fomentar a produção musical regional com participações de cantores da cidade e da região. A apresentação, que integra a programação do Maio Musical, terá em seu repertório clássicos como ‘Brasil Pandeiro’, ‘Não Deixa o Samba Morrer’, ‘Aquarela do Brasil’ e ‘Isso Aqui o que é’, entre outros. “Para esta edição do Maio Musical, optamos por trazer artistas regionais como uma forma de homenagear o samba paulista”, destaca o maestro.

A Sinfônica de Indaiatuba no Maio Musical. Foto: Felipe Gomes.

Nascido em Campinas, o grupo Casa Caiada reverencia a tradição com arranjos modernos e referências de qualidade no cenário musical. Além do trabalho constante de pesquisa e aprimoramento, apresenta-se com frequência nas principais casas de samba e MPB de Campinas e região, além da capital paulista. Em duas oportunidades apresentou-se na capital angolana, onde lançou seu segundo disco, ‘Devagar também é pressa’.

Vídeos: Sinfônica de Indaiatuba | Casa Caiada.

Serviço:

Concerto Samba Sinfônico – Maio Musical

Data: 11 de maio | Horário: 20h | Gratuito

Local Paço Municipal – Avenida Engenheiro Fábio Roberto Barnabé, 2800, Jardim Esplanada, Indaiatuba (SP) – mapa aqui

Duração: 80 minutos.

Sobre a Amoji | A Associação Mantenedora da Orquestra Jovem de Indaiatuba é responsável pela manutenção da Orquestra Sinfônica de Indaiatuba – que celebra 10 anos de existência e vem se destacando por sua intensa atuação na divulgação e popularização da música orquestral realizando, anualmente, mais de uma dezena de concertos gratuitos com participação de músicos do município de Indaiatuba (SP) e solistas de renome. Promove também o Encontro Musical de Indaiatuba (EMIn), que disponibiliza masterclasses para estudantes de música de todo o Brasil e uma programação cultural de concertos para a comunidade.

Redes sociais: Instagram Sinfônica | Facebook Sinfônica | Facebook Emosi

O concerto é realizado pela Associação Mantenedora da Orquestra de Indaiatuba (Amoji) – que completa duas décadas de existência – em parceria com a Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Secretaria Municipal de Cultura.

(Fonte: Armazém da Notícia)

Próxima temporada do Teatro no MAM apresenta três espetáculos voltados ao público infantil

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

O Museu de Arte Moderna de São Paulo anuncia a próxima temporada do Teatro no MAM, com espetáculos no auditório Lina Bo Bardi voltados ao público infantil e a toda família, em apresentações nos finais de semana de junho e julho.

A temporada tem início com ‘A Menina e o Tempo’, espetáculo da Trupe Pé de Histórias que traz reflexões poéticas sobre o tempo. Mesclando linguagens do teatro, do cinema e da música, a peça apresenta o cotidiano da menina Nina e seu pai. A personagem e o público são transportados para diferentes lugares, como na estrada, na praia e no parque e convidados a perceber como o tempo passa diferente dependendo de como o vivemos.

Com duração de 60 minutos, ‘A Menina e o Tempo’ tem exibições nos dias 1º, 2, 8 e 9 de junho, (sábados e domingos), com sessões às 11h e às 16h. Excepcionalmente no 8 não haverá sessão às 11h e no dia 9 não terá sessão às 16h.

Na segunda quinzena de junho, o Teatro no MAM traz ‘Poemas para Brincar’, espetáculo infantil da Cia Teatral As Graças. Trata-se de um teatro de bonecos  baseado no livro homônimo de poesias para criança do poeta José Paulo Paes e ilustrado pelo artista plástico Luiz Maia, que aborda as brincadeiras de criança: a pipa, o rio, o medo do cemitério e os bichos.  O espetáculo já rendeu à Cia os prêmios Mambembe 96 – Grupo; APCA 96 – Texto; e Coca-Cola (Femsa) 96 – Música e Categoria Especial/Teatro de Animação.

‘Poemas para Brincar’ tem 45 minutos de duração e será exibido nos dias 15, 16, 22, 23, 29 e 30 de junho, (sábados e domingos), com sessões às 11h e às 16h.

Em julho, mês das férias escolares, a programação apresenta Circus, a nova tournée, vencedor do Prêmio APCA na categoria de Melhor Espetáculo de Animação. Com direção de Claudio Saltini, o espetáculo leva o público ao riso com as aventuras de dois palhaços. Nesse teatro de bonecos, o público vai assistir números clássicos do circo recriados por personagens conhecidos ou figuras inusitadas: uma mosca dançarina, uma família de ovos equilibristas e duas minhocas trapezistas. Todos carismáticos, todos capazes de manterem crianças e adultos atentos do início ao fim dessa peculiar jornada circense.

Com 50 minutos de duração, Circus, a nova tournée será apresentado nos dias 6, 07, 13, 14, 20, 21, 27 e 28 de julho, (sábados e domingos), também em sessões às 11h e às 16h.

Realizado desde 2023, o projeto Teatro no MAM surge do desejo do museu em ampliar, cada vez mais, o contato do público com as artes, e abertura da instituição às diversas manifestações artísticas e culturais.

Sobre o MAM São Paulo

Fundado em 1948, o Museu de Arte Moderna de São Paulo é uma sociedade civil de interesse público, sem fins lucrativos. Sua coleção conta com mais de 5 mil obras produzidas pelos mais representativos nomes da arte moderna e contemporânea, principalmente brasileira. Tanto o acervo quanto as exposições privilegiam o experimentalismo, abrindo-se para a pluralidade da produção artística mundial e a diversidade de interesses das sociedades contemporâneas.

O Museu mantém uma ampla grade de atividades que inclui cursos, seminários, palestras, performances, espetáculos musicais, sessões de vídeo e práticas artísticas. O conteúdo das exposições e das atividades é acessível a todos os públicos por meio de visitas mediadas em libras, audiodescrição das obras e videoguias em Libras. O acervo de livros, periódicos, documentos e material audiovisual é formado por 65 mil títulos. O intercâmbio com bibliotecas de museus de vários países mantém o acervo vivo.

Localizado no Parque Ibirapuera, a mais importante área verde de São Paulo, o edifício do MAM foi adaptado por Lina Bo Bardi e conta, além das salas de exposição, com ateliê, biblioteca, auditório, restaurante e uma loja onde os visitantes encontram produtos de design, livros de arte e uma linha de objetos com a marca MAM. Os espaços do Museu se integram visualmente ao Jardim de Esculturas, projetado por Roberto Burle Marx e Haruyoshi Ono para abrigar obras da coleção. Todas as dependências são acessíveis a visitantes com necessidades especiais.

Serviço:

Teatro no MAM

Local: Auditório Lina Bo Bardi (MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo)

Ingressos: R$50,00 (inteira) e R$25,00 (meia) / Amigo MAM R$15,00 (Dois convites por CPF) através do site mam.org.br/ingressos.

Junho

A Menina e o Tempo

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: 3 anos

Datas:  1, 2, 8 e 9 de junho, (sábados e domingos) 11h e 16h; não haverá sessão das 11h no dia 8/6, e não haverá sessão das 16h no dia 9/6.

Ficha Técnica

Idealização: Trupe Pé de Histórias

Direção: Tucci Fattore, Naya Sá

Direção Musical: Luís Santiago Málaga

Texto: Naya Sá, Tucci Fattoree Luís Santiago Málaga

Concepção e criação Musical: Naya Sá, Tucci Fattoree Luís Santiago Málaga

Elenco: Naya Sá e Tucci Fattore

Músicos: Luís Santiago Málaga, Adriano Buskoe Lipe Torre

Produção: Trupe Pé de Histórias e Ceres Arantes

Vídeo: Eduardo Joly

Figurino: Amarilis Arruda

Cenário: Nani Brisque, Tucci Fattoree Ivo Santos

Iluminação: Roseli Marttinely

Consultoria de Roteiro: Julia Priolli

Consultoria em tecnologia: Roberto Trevisan.

Poemas para Brincar

Duração: 45 minutos

Faixa etária: Livre

Datas: 15, 16, 22, 23, 29 e 30 de junho, (sábados e domingos) 11h e 16h (12 apresentações)

Ficha Técnica

Autor: José Paulo Paes

Adaptação e concepção: Juliana Gontijo

Assessoria artística: Eduardo Amos

Direção de movimento: Marco Lima

Música: Madan

Cenário: Luiz Maia

Luz: Carlos Gaucho

Bonecos: Luiz Maia, Paulinho Polika e Beto Lima

Atrizes manipuladoras: Eliana Bolanho, Vera Abbud

Ator manipulador convidado: Flávio Pires

Técnica de luz: Sylvie Laila

Técnica de som: Janice Rodrigues

Técnico de montagem: Paulo Pellegrini

Produção: Corpo Rastreado

Realização: Cia Teatral As Graças.

Julho

Circus, A Nova Tournée

Duração: 50 minutos

Faixa etária: Livre

Datas: 6, 7, 13, 14, 20, 21, 27 e 28 de julho, (sábados e domingos) 11h e 16h (16 apresentações).

Ficha Técnica

Elenco: Claudio Saltini e Teka Queiroz

Direção: Claudio Saltini

Figurinos/Cenário/Adereços e Bonecos: Cia Circo de Bonecos

Produção: Teka Queiroz.

MAM São Paulo

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(Fonte: A4&Holofote Comunicação)