Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Inscreva seu e-mail e participe de nossa Newsletter para receber todas as novidades

Festival do Pinhão leva gastronomia e cultura no coração do Paraná

São José dos Pinhais, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

A apenas alguns minutos de Curitiba, São José dos Pinhais recebe entre 1º de junho e 31 e julho a 4ª edição do Festival do Pinhão. Organizado pela Acamp (Associação dos Produtores Rurais, Artesãos e Empreendedores do Turismo Rural da Campina do Taquaral e Região) em parceria com a Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo da cidade, o evento já se consolidou como um dos principais da época de inverno no Sul do país.

A festa conta com a participação de 17 estabelecimentos que fazem parte da Rota das Colônias, além de convidados do Caminho do Vinho e dos Caminhos da Colônia Murici. Todos os participantes foram desafiados a criar produtos e experiências ligadas ao pinhão com o objetivo de valorizar a gastronomia paranaense.

Culinária diversificada

Neste ano, o destaque está na variedade: é possível provar desde o sorvete de pinhão da Piccola’z Sorvetes até a pizza de pinhão da Queijaria Sapori Italiani e a lasanha de pinhão da Cantina Zanchetta.

Restaurantes como o Gralha Azul, localizado na Vinícola Araucária e sob o comando do chef Junio Cezar da Silva, encantam com preparos complexos e cheios de sabor. O menu especial inclui medalhão de mignon com redução de vinho e amoras negras acompanhado de risoto de pinhão e alho-poró, e um estrogonofe de pinhão à moda do chef, com pinhões frescos flambados na manteiga, toque de vinho branco, brunoise de tomates, nata e mostarda.

Vale lembrar que o pinhão, semente da araucária, é um dos alimentos mais emblemáticos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, únicos estados onde a árvore é encontrada naturalmente. Além de ser versátil, ele é uma verdadeira iguaria regional, presente em diversos pratos tradicionais da culinária sulista e faz parte do patrimônio natural e cultural da região.

Onde se hospedar

O evento, que dura dois meses inteiros, também movimenta a indústria hoteleira. No coração da Rota das Colônias, o Hotel Boutique Vinícola Araucária by Slaviero Hotéis é a melhor opção para quem busca aproveitar a programação completa. Inaugurado em fevereiro, o hotel é composto por 13 chalés modernos assinados pelo renomado arquiteto Jayme Bernardo. Com comodidades como lareira elétrica, Alexa, garrafa de vinho selecionada (375ml) e banheira de hidromassagem no apartamento, a hospedagem oferece ainda café da manhã e uma visita guiada à vinícola com degustação de vinhos da casa.

O Festival do Pinhão promove o turismo rural, histórico e cultural do estado, destacando as rotas coloniais de São José dos Pinhais, que juntas incluem cerca de 500 negócios entre restaurantes, cafés, adegas, cervejarias e parques. Durante junho e julho, os visitantes terão a oportunidade de explorar a história da região, participar de atividades recreativas e adquirir produtos artesanais diretamente dos produtores locais.

(Fonte: Mapa 360)

Casarão histórico apresenta arte contemporânea em Espírito Santo do Pinhal

Espírito Santo do Pinhal, por Kleber Patricio

Visita à Cia da Hebe, em Espírito Santo do Pinhal, é opção para férias de julho. Foto:
Divulgação.

Fazer e ter arte contemporânea numa cidade com 39 mil habitantes no interior de São Paulo é desafiador e ousado. Mas a prova de que isso é possível e que o público admira e respeita essa iniciativa é a ‘Latências Ocupação Fotográfica Híbrida’, uma ocupação visual com fotografias, instalações, colagens, vídeos, palavras-imagens, intervenções urbanas, clipes e lambe-lambes criados por sete artistas que integram o Núcleo de Criação da Cia da Hebe, em Espírito Santo do Pinhal (SP), que pode ser visitada durante as férias de julho.

A mostra gratuita vem recebendo visitantes locais e de diversas cidades desde sua abertura, há um ano. Os trabalhos expostos são fortes, densos, com temáticas atuais como o preconceito racial, o preconceito contra a mulher, contra o homem gay, as memórias auditivas, os indígenas. Resultante de um processo de investigações artísticas pessoais, ‘Latências’ estabelece um diálogo com os visitantes, permitindo que possam se ver em cada obra. Quem vê os trabalhos não apenas admira, mas tem ativada a sensibilidade, se relaciona com eles por meio de um pensamento crítico e emocional.

Não se trata de uma exposição com cavalete, trilho de iluminação, pinturas bucólicas que se espera em uma cidade do interior. Os temas tocam, provocam, assustam, comovem. Os artistas tiveram a liberdade e a honestidade de sair de modismos, de conceitos estudados, daquilo que se denomina contemporâneo. A coordenação da mostra é de Tika Tiritilli, fotógrafa, artista visual e ativista, João Barim, fotógrafo e design, e Mônica Sucupira, atriz, diretora, poeta e roteirista.

Espaço de arte e cultura

Quase toda cidade pequena tem uma igreja, praça, jardim, uma biblioteca, botecos…, mas nem toda cidade do interior tem um espaço de arte no formato da Cia da Hebe, que apresenta com ‘Latências’ um trabalho profundo e intenso fora do eixo da capital. A Cia da Hebe ocupa um casarão bonito com 121 anos no centro de Espírito Santo do Pinhal, oferecendo, em sua programação, oficinas, encontros e conversas, sempre acompanhados de café e bolo. Trata-se de uma associação de arte e cultura sem fins lucrativos que realiza um trabalho totalmente gratuito de formação, informação, criação e convivência por meio da arte.

O trabalho da Cia é diferente, ousado, capaz de surpreender e encantar quem visita o local. “Nunca pensei encontrar um espaço assim em uma cidade pequena”, “é lindo, me emocionei, não imaginava existir algo assim aqui” ou “os temas são muito contemporâneos, me surpreendi” são as frases mais comuns ditas por quem conhece a Cia.

A mostra ‘Latências Ocupação Fotográfica Híbrida’ conta com QR Code integrado que possibilita melhor experiência de seus visitantes e acessibilidade às pessoas com deficiência visual. Com entrada gratuita, a Cia da Hebe está localizada na Rua Capitão João Batista Mendes Silva, 175, no centro de Espírito Santo do Pinhal.

Núcleo de Criação da Cia da Hebe, responsável pela ocupação ‘Latências’: Glauber Carrião, Helô Mattiazzi, Roberta Sucupira, Rita Maia, Tika Tiritilli, João Barim e Mônica Sucupira. Colaboradores: Tamara Barim e Leandro Pereira.

(Fonte: Carol Silveira Comunicação)

Instituto Agronômico de Campinas comemora 137 anos com casa cheia

Campinas, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação/website IAC.

No dia 27 de junho de 2024, o Instituto Agronômico (IAC-Apta) completou 137 anos. A cerimônia de comemoração contou com grande público interno e externo. O diretor-geral do IAC, Marcos Guimarães de Andrade Landell, enfatizou que “celebrar é iluminar os resultados alcançados ao longo dos anos”. Ele mencionou que, quando o IAC foi criado, a população brasileira representava apenas 6,7% da população atual e à época prevalecia a agricultura de quintal. Landell também destacou a complexidade de desenvolver pesquisas agrícolas e mencionou que, ao longo dos 137 anos, o IAC criou 1150 cultivares. “A população reconhece o valor do IAC, como vimos com a votação do G1, que nos elegeu como a 1º maravilha de Campinas”, completa.

O secretário executivo de Estado de Agricultura e Abastecimento, Edson Alves Fernandes, ressaltou a importância de a Secretaria e o Governo cuidarem de novos concursos para pesquisadores e servidores de apoio e também do orçamento para que todo o trabalho realizado pelo IAC tenha continuidade. “O IAC só chegou até aqui graças aos seus antecessores, homens e mulheres que edificam a história do Instituto”.

O subsecretário de Agricultura, Orlando Melo de Castro, parabenizou a equipe que manteve e mantém o IAC até os dias atuais, ressaltando que é o trabalho de todos que faz a grandeza do Instituto.

Para o coordenador da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), Carlos Nabil Ghobril, a importância e o sucesso do agronegócio em São Paulo se devem, em grande parte, ao trabalho do IAC. Nabil ressaltou a necessidade de olhar para o futuro e a importância das parcerias e do trabalho em rede.

Dentre os presentes, o prefeito de Campinas, Dário Saad, destacou a relevância do Instituto. “Reconheço a importância do IAC no desenvolvimento da agricultura brasileira e da cidade de Campinas. O Instituto traçou a vocação desta cidade como polo de ciência e tecnologia”.

Prêmio IAC

Parte das comemorações do aniversário do Instituto, a entrega do Prêmio IAC é uma festa para os agraciados, familiares e amigos. Na categoria interna, Servidor de Apoio Administrativo, o prêmio foi concedido a Reginaldo de Lima, que reconheceu os funcionários como peças fundamentais para o IAC. “Cada um de nós é uma peça importante na engrenagem desta Instituição para que ela funcione no seu propósito”.

Aildson Pereira Duarte foi o ganhador do Prêmio IAC 2024 na categoria interna Pesquisador científico. Ele expressou seu encanto pelo IAC e a importância dos estágios. Duarte destacou a difusão das tecnologias e o reconhecimento de todos que dedicam suas vidas ao Instituto. Ele também abordou os desafios administrativos, destacando a necessidade de não deixar de lado o que nos aflige, mesmo em tempos de celebração.

Na categoria externa, Personalidade de ensino, o Prêmio IAC 2024 foi entregue ao reitor da PUC Campinas, professor Germano Rigacci Júnior, que destacou os 137 anos de trajetória de tecnologia e inovação do IAC. Ele mencionou a parceria da PUC Campinas com o IAC no curso de Agronomia e a importância de cultivar tanto a terra quanto o ensino, destacando que, embora gerações passem, a terra permanece. “Parabéns pela trajetória de conhecimento, tecnologia e inovação voltadas para a agricultura que fizeram a diferença no Brasil, na América Latina e no mundo, onde há pegadas do IAC”.

O Prêmio IAC 2024, na categoria externa Destaque Especial, foi entregue à Prefeitura de Louveira. O prefeito Estanislau Steck mencionou que este reconhecimento é motivo de grande orgulho e enfatizou a necessidade de mais verbas para a pesquisa, especialmente diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas na produção de uvas.

Honra ao Mérito

A Medalha Franz Wilhelm Dafert foi concedida à pesquisadora da área de café, Massako Toma Braghini, que expressou seu amor pelo trabalho no IAC, onde está desde 1979, e a necessidade de mais apoio devido ao vasto conhecimento acumulado na Instituição. “Amo tanto o que faço, que sinto prazer no meu trabalho”. Mako, como é conhecida, também recebeu homenagem da empresa Daterra, parceira do IAC nas pesquisas com café. Ela também agradeceu pela parceria com as fazendas São Paulo e Tozan.

Sandra Schiavetto, também homenageada com a medalha, falou sobre a honra de estar no IAC e a importância de deixar um legado como mulher, que “já nasce uma semente”. Para ela, sua vida não teria propósito se não fosse para servir ao capital humano. “Eu me intitulo melhorista do ser humano”, fazendo uma analogia com o melhoramento genético de plantas, carro-chefe do IAC.

A Impulsa Comunicação, agência 360º, responsável pela campanha de aniversário do IAC, também foi reconhecida com a medalha pelos serviços prestados ao longo de vários anos. Mateus Domiciano, um dos sócios-fundadores, destacou que a história da Impulsa está entrelaçada com a do IAC. “O Instituto abriu a porteira do agro para nós; hoje, 80% dos nossos clientes são do agronegócio e isso foi possível pela semente que plantamos aqui ao ter o IAC como cliente”.

A medalha de Honra ao Mérito Franz Wilhelm Dafert foi criada em 2009 pelo Instituto para homenagear personalidades e instituições por seus valores pessoais e serviços relevantes prestados à agricultura brasileira. A cerimônia foi um momento de celebração, reflexão e reconhecimento, destacando o impacto significativo do IAC ao longo dos seus 137 anos de existência.

(Fonte: CDI Comunicação)

Mudanças climáticas podem causar impacto em setores estratégicos do litoral de SC como pesca e turismo

Santa Catarina, por Kleber Patricio

Região central da costa de SC, onde se localiza a capital Florianópolis, tem ocupação urbana densa e pode sofrer com chuva excessiva. Foto: Pedro Fritsch/Unsplash.

O estado de Santa Catarina conta com uma população concentrada em regiões costeiras. A ligação com o mar se reflete na organização do espaço, na cultura local e na economia, em grande parte baseada na pesca e no turismo. Porém, o litoral catarinense está cada vez mais exposto a eventos como inundações e ao aumento do nível do mar por conta das mudanças climáticas. Segundo pesquisadores da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), esses eventos podem provocar perdas humanas, econômicas e de biodiversidade com proporções ainda desconhecidas. A constatação está em artigo publicado na revista ‘Brazilian Journal of Aquatic Science and Technology’ na sexta (28).

O oceanógrafo José Angel Perez, pesquisador da Univali e autor do artigo, destaca a hipótese de que a zona costeira catarinense seja uma das regiões brasileiras que mais possa estar mudando com relação à temperatura e características ambientais.

Através de revisão de literatura, o artigo diagnostica que, na região central da costa de Santa Catarina, onde está localizada a capital Florianópolis e há uma ocupação urbana densa, pode haver ocorrência de desastres naturais devido à chuva excessiva, como enxurradas e inundações. Esses eventos podem ser mais frequentes e mais danosos. No litoral centro-norte, as cheias podem ser mais preocupantes devido às características geográficas de ambientes fluviais e estuários, que também são altamente urbanizados. A qualidade da água doce e marinha rasa e o potencial de fornecimento de água potável também estarão em risco por conta da exposição dos mananciais às alterações decorrentes das mudanças climáticas.

“Nem todo resultado das mudanças climáticas é um evento extremo como a gente está vendo no Rio Grande do Sul. Grande parte dos efeitos mais dramáticos não acontecem de uma hora para outra, mas sim lentamente”, afirma Perez. É o que ocorre, por exemplo, com a pesca, como mostra o trabalho. Mudanças na temperatura afetam a produtividade biológica dos oceanos e a transferência de energia através das cadeias alimentares, diminuindo a produtividade pesqueira. O fenômeno provoca, por exemplo, o deslocamento de espécies de peixes de águas mais quentes para regiões ao sul, além da diminuição de espécies de água fria. Isso impacta diretamente a pesca de espécies de grande valor econômico, cada vez menos disponíveis, como a castanha (Umbrina canosai), a merluza (Merluccius hubsi) e o peixe sapo (Lophius gastrophysus).

O setor do turismo, segundo analisa o estudo, também deve ficar mais suscetível a eventos extremos, como furacões, tempestades e alagamentos. Esses eventos têm potencial para não apenas destruir propriedades, mas também de afetar a topografia das praias e a vegetação de dunas, essenciais para a proteção costeira.

Além disso, o trabalho aponta que a poluição dos corpos d’água pelas enchentes favorece a proliferação de algas e outros microrganismos, alguns potencialmente tóxicos, provocando fenômenos como a maré vermelha. Tudo isso compromete a balneabilidade das praias e a saúde dos ecossistemas marinhos, que deterioram a qualidade da água e afetam diretamente as atividades turísticas e de lazer.

Diante desses problemas, Perez ressalta a necessidade de mais esforços de pesquisa para que seja possível entender e gerar estratégias de adaptação efetivas. A ciência precisa, por exemplo, monitorar processos que já vêm ocorrendo há algum tempo. “Os impactos permanentes podem estar acontecendo lentamente – a pesca, por exemplo, tem diminuído desde 2012. Sem que a ciência olhe para eles, eles ficam fora do radar até que seja tarde demais para evitar”, finaliza.

(Fonte: Agência Bori)

[Rock in Heart]: A música trabalhando no combate ao câncer

Indaiatuba, por Kleber Patricio

O músico Charles Fernandes junto à Diretoria da Volacc: Silvio Oliveira, gestor; Joanna Joly, presidente; Esther Joly de Mello e Monica Zaia.

A Volacc – Voluntários de Apoio no Combate ao Câncer anuncia a realização, em 31 de agosto às 19 horas, no Salão Social do Indaiatuba Clube, do Rock in Heart Festival. O festival de rock, que acontece em comemoração aos 30 anos da Volacc e 10 da realização do Rock in Heart, terá a participação das bandas Unha Encravada e Confraria recebendo as bandas convidadas A2 Rock, Ancestrais e Orquestra Sinfônica de Indaiatuba, Bohemian Rock Queen Cover e U2 Cover Glória. O festival acontecerá em dois palcos, com as bandas se intercalando – enquanto uma toca, a próxima se prepara – de modo a que haja boa música o tempo todo, das 19h à 1h00.

Os convites estarão disponíveis para venda na sede da Volacc das 8 às 17 horas e na sede do Indaiatuba Clube. O valor dos ingressos será de R$60; ingresso + camiseta R$90 e ingresso + camiseta + lugar na mesa R$130.

A área gastronômica envolverá lanches e porções com Toma-te Sabor, além de R&R Vinhos com vinhos e drinks e Chopp do Alemão com chope, cerveja e refrigerantes.

O assessor da Secretaria Municipal de Cultura, Dony Fragoso, com os maestros Paulo de Paula e Felipe Oliveira.

Patrocinadores: ADDEE, Alfatrend, Asperjato, Brasa Burger, Brilho Embalagens, Brindes do Dia, Buddha Spa, Carreira Muller, Corpus Saneamento, Festiva, GTA, Hot Flowers, Indaiá Pescados, Lucia Ramos Lingerie, Prakolar Sato, Rizzo Propaganda e Publicidade, Romanzza Móveis Planejados, Royal Palm Tower Indaiatuba, Sagrado Bar, SEW e Verner Engenharia e Construção.

Apoio: Chopp do Alemão, Indaiatuba Clube, Prefeitura de Indaiatuba, R&R Vinhos, Topázio Cinemas e Toma-te Sabor. 

Convites à venda:

Volacc – Av. João Ambiel, 1170 – Residencial Duas Marias – F. 19 3875-4544

Indaiatuba Clube – R. Dr. Oswaldo Cruz, 40 – Jardim Rossignatti – F. 19 3825-4646 WhatsApp 19 99821-7801

Venda online somente para ingressos:

https://q2ingressos.com.br/events/rock-in-heart-festival-indaiatuba-clube13062024070631

BANDAS ANFITRIÃS 

Unha Encravada

A Banda Unha Encravada está na estrada há 36 anos, e é parceira da Volacc desde a primeira edição do Rock in Heart, trazendo o bom e velho Rock’n Roll em todas as suas apresentações.   A ênfase na música dos anos 70, 80 e 90 são característica de seu repertório, sempre animado e dançante, com toques de rock nacional e clássicos internacionais do gênero.  Composta pelos irmãos Cesar Cibim na bateria, Guilherme Cibim Junior nos teclados e Marcel Cibim no baixo e vocais, trazem o amigo de longa data, Charles Fernandes, nas guitarras.

A banda promete, este ano, segurar a pista dançando neste grande festival, apresentando-se no palco secundário, enquanto as incríveis bandas convidadas se revezam no Palco Principal. 

Confraria

Uma banda diferente, com uma pegada beneficente. Com 15 anos de estrada e diversas formações hoje conta com 7 integrantes. Seu repertório vai do black ao rock, passando pelo pop e, com certeza vai, te botar para dançar.

A Banda Confraria acompanha a Volacc desde a festa de seus 20 anos, na primeira edição do evento, e não poderia estar fora da celebração dos 30 anos da instituição.

BANDAS CONVIDADAS

Ancestrais e Orquestra Sinfônica de Indaiatuba

Levar a música da Legião Urbana ao público através de uma orquestra é resgatar uma série de valores e conceitos humanos pregados pelas canções desta banda, que influenciou toda uma geração de jovens nas décadas de 80 e 90. Além disso, difunde a música brasileira em um formato diferenciado, que é a mistura de banda de rock com orquestra.

A banda Ancestrais nasceu em 2017 com a proposta musical de interpretar, a seu modo, músicas de bandas e cantores do rock nacional que se tornaram inesquecíveis nos anos 80 e 90. A banda, originária de Indaiatuba, caiu na estrada tocando em diversos bares, principalmente na região de Campinas, além de se apresentar em espaços culturais e teatros com shows de maior envergadura. Atualmente, seu foco principal é o Tributo Legião Urbana.

A fusão da banda Ancestrais – composta hoje por Eduardo Previatto (vocalista), Gil Foschiani (guitarrista), Rogério Cataneo (baterista) e Giuliano Gama (baixista) – com a Orquestra Sinfônica de Indaiatuba, dirigida pelo maestro Paulo de Paula e produção de Victor Lessa sob a regência do maestro Felipe Oliveira, no Tributo Legião Urbana, é uma combinação musical que deu certo. Esta união vem emocionando o público e fazendo todos cantarem juntos em suas apresentações. 

A2 Rock

O power trio A2 Rock é formado por Adilson Fernandes, André Diniz e Marcelo Costa, músicos apaixonados pelos anos 70, 80 e 90. Com equipamentos altamente tecnológicos, trazem a qualidade dos CDs para o palco, sendo tudo executado 100% ao vivo, sem uso de Playbacks.

BANDAS “SEW APRESENTA”: Bohemian Rock Queen Cover

A Bohemian Rock homenageia a banda lendária Queen. Sua proposta é reviver todos os momentos gloriosos de Freddie Mercury e cia, com os grandes sucessos que marcaram vidas e momentos de muitas pessoas, de uma forma completa e com grandes diferenciais, o que a torna uma banda com grande destaque no cenário nacional, feita para fãs exigentes.

Como diferenciais, a Bohemian Rock leva os fãs a uma verdadeira imersão no universo Queen, pois cada detalhe é pensado, nada fica para trás. Todos os integrantes entregam exatamente o que os músicos da banda inglesa faziam, como figurinos idênticos e, no comando de Luizinho Caldeira nos vocais, o público é convidado a ter a real sensação de estar ouvindo o próprio Freddie Mercury cantando pelo timbre extremamente parecido. Isso tudo garante um show de muita qualidade e uma energia fora do comum que conecta os ouvintes a momentos que marcaram suas vidas com os grandes hits da banda.

A Bohemian Rock tem em seu repertório músicas de todas as fases do Queen, desde a década de 70, como Killer Queen, Keep Yourself Alive, Fat Bottomed Girls, Bohemian Rhapsody, Somebody To Love, Love of my life, We are The champions. E também transita pelos anos 80, que rendeu clássicos como Radio Gaga, Dont Stop Me Now, I Want To break Free e tantas outras, sem deixar de tocar os últimos sucessos gravados pelo Queen, como The Show Must Go On. 

U2 Gloria Cover

Homenageando a banda irlandesa U2, considerada por milhões de pessoas em todo o mundo como a maior banda de rock de todos os tempos, a banda U2 Gloria, com mais de 15 anos de estrada, traz a fidelidade musical que todos os fãs do U2 esperam.

Performance, figurinos, instrumentos e muita fidelidade musical são as características desta banda que conquista fãs por todo o Brasil a cada show. Formada por quatro músicos renomados no cenário paulistano, a U2 Gloria conquista fãs por onde passa devido a sua qualidade nos palcos.

Seu playlist que contém músicas de todas as fases da grandiosa banda irlandesa, desde seu álbum de estreia “Boy”, passando pela turnê “The Joshua Tree”, até os últimos hits da banda.

Sucesso de público e crítica, a U2 GLORIA é o que os fãs do U2 sempre quiseram ver, ouvir e sentir em um show do U2.

Informações sobre as atrações: 

PROGRAMAÇÃO: As bandas se apresentarão alternadamente entre os palcos FUTURO e VIDA, sem intervalos.                  

PALCO FUTURO: Palco principal do evento, a ser ocupado pelas atrações principais e pela Orquestra Sinfônica de Indaiatuba                         

PALCO VIDA: Palco de apoio, para as bandas anfitriãs, posicionado do lado oposto do salão social do Indaiatuba Clube.        

PALCO EVENTO DURAÇÃO INÍCIO
ABERTURA DAS PORTAS 19:00:00
PALCO VIDA CONFRARIA D’ASDROVNIA 45 minutos 19:15:00
PALCO FUTURO INSTITUCIONAL VOLACC – 30 ANOS 15 minutos 20:00:00
PALCO FUTURO ORQUESTRA SINFÔNICA DE INDAIATUBA e ANCESTRAIS 1 hora 20:15:00
PALCO VIDA A2 ROCK 45 minutos 21:15:00
PALCO FUTURO U2 GLORIA 1 hora e 15 minutos 22:00:00
PALCO VIDA BANDA UNHA ENCRAVADA 45 minutos 23:15:00
PALCO FUTURO BOHEMIAN QUEEN 1 hora e 30 minutos 00:00:00
ENCERRAMENTO 01:30:00

 Sobre a Volacc

A Volacc – Voluntários de Apoio no Combate ao Câncer é uma organização sem fins lucrativos cujo trabalho essencial é oferecer apoio assistencial às famílias com pessoas portadoras de câncer e patologias hematológicas em todas as fases da doença de forma totalmente gratuita.

A instituição presta serviços de convivência e fortalecimento de vínculos, oferecendo atendimento social por meio do acolhimento e grupos de convivência. Com a equipe técnica, auxilia os assistidos e suas famílias no tratamento necessário para o bem-estar físico, psicológico e social.