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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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 Romero Ferro apresenta ‘Frevalia’ no Sesc Pinheiros

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Uhgo.

O artista pernambucano Romero Ferro faz show de seu mais recente trabalho ‘Frevalia’ em apresentação única no dia 19 de julho, às 21h, no Sesc Pinheiros. Neste show, que é extensão do projeto ‘Frevalia, criado em 2016, Romero resgata a forte influência de ritmos pernambucanos, marcado pela presença de acordes autênticos, fazendo uma fusão do frevo com a música tropical brasileira.

Frevalia é o movimento musical encabeçado pelo artista Romero Ferro com foco no frevo e na música tropical brasileira. O projeto nasceu para ser uma plataforma de apresentações e trocas, com a função de disseminar e revitalizar o frevo e o carnaval de rua do país entre os jovens e a nova cena da música atual. O projeto traz uma coletânea de frevos novos e clássicos com uma linguagem pop e contemporânea com clássicos da festa de momo com uma roupagem contemporânea e moderna, evidenciando a força musical que o nosso país tem, em especial o Frevo.

A apresentação conta com participação especial da artista e MC Bixarte, que em conjunto gravaram o dueto ‘Bloco da Paixão’, a faixa faz parte do álbum. Além de Bixarte, fez parceria com artistas como Fafá de Belém, Gaby Amarantos, Daniela Mercury e Mart’nália, Clarice Falcão e Lia de Itamaracá.

Sobre Romero Ferro

Cantor e compositor, nascido em Recife – PE, carrega influências do pop, da música brega e eletrônica. Por meio de suas canções, conecta elementos da música tropical brasileira aos timbres icônicos dos anos 80 com batidas envolventes.

Romero Ferro concorreu ao Prêmio da Música Brasileira em 2017 e foi a atração de vários programas de TV. O artista também participou de importantes festivais como o Coquetel Molotov/PE, Mada/RN, Bananada/GO, RecBeat/PE, e a SIM SP/SP. Em 2020, o seu trio elétrico no Galo da Madrugada (maior bloco de carnaval do mundo) contou com a presença ilustre da Pabllo Vittar.

Em 2023, Ferro relançou o clássico ‘Em Plena Lua De Mel’, com participação de Gaby Amarantos, marcando um novo momento em sua carreira, cada vez mais solidificada no cenário nacional. No mesmo ano, recebeu em seu trio como convidadas durante o carnaval Pabllo Vittar e Juliette, além de shows importantes no Sesc Pompeia/SP e Projeto Fim de Tarde/RJ. Romero Ferro chega em 2024 com o lançamento do álbum ‘Frevália’, projeto que mistura o frevo com a música tropical brasileira.

Serviço:

Romero Ferro

Dia: 19 de julho, sexta, às 21h

Duração: 60 minutos

Local: Teatro Paulo Autran

Classificação: 12 anos

Ingressos: R$50 (inteira); R$25 (meia) e R$15 (credencial plena)

Sesc Pinheiros – Rua Paes Leme, 195

Estacionamento com manobrista: terça a sexta, das 7h às 21h; sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h.

(Fonte: Assessoria de imprensa Sesc Pinheiros)

Ricardo Vignini e Zé Helder apresentam ‘Moda de Rock toca Led Zeppelin’ no Blue Note SP

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Rita Perran.

Depois do sucesso na semana do rock, no Blue Note Rio, Ricardo Vignini e Zé Helder, do Moda de Rock, se apresentam no dia 8 de agosto no Blue Note São Paulo, na Av. Paulista, no Conjunto Nacional, mostrando mais uma vez toda a potencialidade da viola caipira. Em uma homenagem aos 80 anos de Jimmy Page, guitarrista fundador da banda Led Zeppelin, a dupla de violeiros retoma o show ‘Moda de Rock Toca Led Zeppelin’.

O show é baseado no álbum homônimo lançado em 2018 músicas como ‘Black Dog’, ‘Rain Song’, ‘No Quarter’ e a música T’angerine’, que na versão original acústica feita por Jimmy Page com uma craviola Giannini, inspirou e deu destaque à viola caipira. Essas são algumas das músicas que fazem parte do repertório, que será executado apenas em duas violas caipiras.

Moda de Rock toca Led Zeppelin – Tangerine: https://www.youtube.com/watch?v=refuaos_fHg

Sobre o álbum Moda de Rock toca Led Zeppelin

Na ocasião, depois de produzir dois CDs e um DVD ao vivo e realizar mais de 300 shows no Brasil e no mundo, o projeto Moda de Rock, da dupla de violeiros Ricardo Vignini e Zé Helder, membros do grupo Matuto Moderno, lançaram em 2018 seu 3º álbum gravado em estúdio, Moda de Rock toca Led Zeppelin, dedicado ao consagrado quarteto britânico.

O trabalho chegou ao mercado com 15 faixas, sendo que duas incluem vocais pela primeira vez desde o lançamento do primeiro CD do Moda de Rock, em 2011. Quase uma dezena de violas foi utilizada em muitas afinações para reproduzir os clássicos de Led Zeppelin.

Ricardo Vignini conta que a escolha do repertório de Led Zeppelin se deu não apenas pela importância da banda na história do rock, mas também pela influência e a inovação trazidas a ele em sua adolescência e a toda sua geração. Cada faixa passou por adaptação feita após extensas pesquisas. O disco tem o selo Folguedo e distribuição da Tratore.

Ricardo Vignini e Zé Helder apresentam Moda de Rock toca Led Zeppelin – Blue Note São Paulo

Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073 – 2º Andar, São Paulo (SP)

Capacidade: 336 lugares

Quinta-feira, 8 de agosto de 2024, às 20h

Classificação etária: 18 anos | menores, apenas acompanhados dos pais ou tutores legais, conforme Lei 8.069/90 e Portaria 502 de 2021 do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Vendas online (Eventim): https://www.eventim.com.br/event/moda-de-rock-toca-led-zeppelin-blue-note-sao-paulo-18752818/

A Eventim e o Blue Note não se responsabilizam por compras efetuadas em canais não oficiais.

Valor: a partir de R$60,00 | Informações: https://bluenotesp.com/

Bilheteria oficial Blue Note São Paulo (sem cobrança de taxa de serviço)

LOCAL: Blue Note São Paulo

Endereço: Avenida Paulista, 2073, 2° andar – Consolação, São Paulo/SP

Funcionamento: Térreo — das 10h às 18h (seg a sáb)

2º andar — das 18h às 23h (apenas em dias de show)

Acompanhe o Moda de Rock nas redes:

YouTube: https://www.youtube.com/c/modaderock

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Spotify: https://open.spotify.com/album/1m0A9P2oQPZJULSd581cCj?si=8pOEmtuNR06ydZMYxSyUGw

Deezer: http://www.deezer.com/album/64827692

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Moda de Rock: https://www.instagram.com/modaderockoficial/

Ricardo Vignini: https://www.instagram.com/ricardovignini/

Zé Helder: https://www.instagram.com/zehelderviola/.

Domingo, 8 de setembro, às 17h

Festival Choro in Jazz

Teatro Paulo Eiró

Av. Adolfo Pinheiro, 765 – Santo Amaro, São Paulo – SP

Telefone: (11) 5546-0449.

Moda de Rock

O projeto Moda de Rock nasceu quase como uma brincadeira. Em 2007, os dois violeiros, também professores, resolveram mostrar o potencial do instrumento para os alunos e ao mesmo tempo reviver a trilha sonora da sua adolescência. A proposta de adaptar versões instrumentais de clássicos do rock para a viola caipira foi bem recebida.

Em 2011, surgia o CD ‘Moda de Rock – Viola Extrema’, que logo conquistou a mídia, foi sucesso de vendas e lotou shows em todas regiões do Brasil, México, EUA, Canadá e Argentina. Ouvidos acostumados a não relacionar os dois estilos perceberam que o rock no ambiente da viola caipira e o instrumental brasileiro de raiz geraram uma parceria harmoniosa entre o metal e o acústico. Moda de Rock mostrou a que veio e trouxe gravações de clássicos que incluíram os guitarristas Andreas Kisser (Sepultura), Lúcio Maia (Nação Zumbi), Edgard Scandurra (Ira!), Robertinho de Recife, Pepeu Gomes, Kiko Loureiro (Angra e Megadeth), o percussionista Marcos Suzano e o cantor e compositor Renato Teixeira.

Em 2016, foi lançado o CD ‘Moda de Rock II’, que recebeu o prêmio ProAC da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo para a produção do disco e circulação pelo Estado. Versões de bandas como Metallica, Iron Maiden, Pink Floyd, Sepultura e novidades como Queen, Dire Straits, Slayer e Ramones fizeram parte do álbum.

Também foi produzido um DVD ao vivo com participações dos guitarristas Pepeu Gomes e Kiko Loureiro e do tradicional grupo Os Favoritos da Catira (feito via crowdfunding). A dupla também se apresentou com os guitarristas Andreas Kisser (Sepultura), Lúcio Maia (Nação Zumbi) e Renato Teixeira.

Em 2018 lançam seu 3º álbum gravado em estúdio, ‘Moda de Rock toca Led Zeppelin’, com 15 faixas, sendo que duas incluem vocais pela primeira vez desde o lançamento do primeiro CD, em 2011. Ana Deriggi canta ‘Thank You’ ao lado do flautista Zé da Flauta. Zé Helder canta a faixa ‘Going to California’. Destacam-se também neste terceiro álbum a viola erudita de Fábio Tagliaferri em ‘Friends’ e ‘Four Sticks’, e Sergio Duarte, na gaita blues em ‘Black Dog’. Há ainda a faixa-bônus’ Kashmir’, gravada ao vivo com participação do percussionista Marcos Suzano.

(Fonte: Graciela Binaghi Assessoria de Imprensa)

Centro de Estudos do Museu Republicano terá recital de piano neste domingo, dia 21

Itu, por Kleber Patricio

Foto: Arthur Robert Bogard/Pixabay.

O Centro de Estudos do Museu Republicano de Itu (Rua Barão de Itaim, 140, Centro) recebe no próximo domingo, 21 de julho, um recital de piano com obras de Beethoven, Chopin, Cesar Franck, Camargo Guarnieri e Brasilio Itiberê. Os números serão apresentados pelos premiados pianistas Diogo Ferreira, João Sigoli e Mateus Naamä, participantes do Retiro Musical de Itu, uma realização do projeto Next Generation, da Brazilian Music Foundation, de Nova York.

Sob a orientação do pianista Max Barros, os três artistas conviveram e estudaram juntos por um período de duas semanas. O retiro será finalizado com o concerto de domingo, que terá início às 16h, gratuito e aberto para o público em geral.

O evento conta com o apoio do Museu Republicano de Itu e da organização sem fins lucrativos Assatemec – Associação Amigos do Teatro e Escola de Música Eleazar de Carvalho de Itu. Para mais informações, (11) 4023-0240, menu 3.

(Fonte: Ex-Libris Comunicação Integrada)

Galeria Lume apresenta ‘Mitos, contos e alegorias’, exposição individual de Gabriella Garcia

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Ana Pigosso.

No sábado, 3 de agosto, acontece a abertura da exposição ‘Mitos, contos e alegorias’, individual da artista Gabriella Garcia na Galeria Lume. Com texto curatorial de Igi Ayedun, a exposição ocupa a galeria com 27 obras que se dividem entre esculturas em concreto, cerâmica, telas em grande formato e pinturas sobre madeira. Garcia também apresenta uma obra da série ‘Jurei Mentiras’, desenvolvida desde 2020.

Na exposição, Gabriella retoma elementos da iconografia greco-romana, recriando-os por meio de inteligência artificial para provocar um desequilíbrio hierárquico. Aqui as imagens são abstraídas de seus contextos originais, editadas, difundidas e finalmente deformadas por processos que as anulam e as modificam. Todas as obras elaboradas por meio de inteligência artificial são desenvolvidas como esculturas físicas através de materiais históricos e inéditos na produção de Gabriella. Os resultados das execuções de comandos inseridos pela artista incorporam multiplicidades de correntes estilísticas e formam novas figuras estranhas, insólitas e, muitas vezes, irreconhecíveis e é nesse momento em que a imagem, enquanto objeto ‘desfigurativo’, completa sua realização e se torna dependente de interpretações e não mais de intenções.

Em continuidade ao conceito de farsa abordado em sua última individual na galeria, ‘Esse sonho pode nunca acontecer’, em 2021, na qual exibia obras carregadas de símbolos da história da arte clássica, Gabriella traz agora questionamentos e reflexões a respeito do pensamento hegemônico eurocêntrico aliado às astúcias das imagens religiosas.

Em alguns trabalhos a artista levanta imagens históricas coloniais, como na obra ‘Contra-História’ que, através de uma gravação a laser sobre pedra de mármore, apresenta a reprodução da pintura ‘Primeira Missa’, de Victor Meirelles, que foi financiada pelo império de Pedro II com o intuito de perpetuar o que fora uma imagem forjada que encenava, de forma pacífica, esse processo inicial referente à catequização dos povos originários durante o período colonial. Junto da obra, encontra-se disponível ao espectador uma ferramenta que traz a oportunidade não só de apagar, mas também de adicionar àquela cena o que for de sua vontade tecendo, assim, uma nova história.

Ao adentrar os espaços ocupados por Gabriella, o visitante é confrontado com uma diversidade de peças iconográficas jamais vistas. Ora figurativas, ora abstratas, os novos símbolos instigam uma reavaliação da história: o que é o real? O que determina que uma imagem seja digna de adoração? Onde está a fronteira entre mito, conto e alegoria?

Sobre a artista:

Gabriella Garcia – Rio de Janeiro, Brasil, 1992, vive e trabalha em São Paulo, Brasil –  é uma artista autodidata, cuja prática transita entre escultura, pintura e instalação. O trabalho de Gabriella compreende não apenas o lugar onde está como também aquilo de onde deriva. Figuras recortadas tomam o espaço a partir de trabalhos onde diversos materiais dialogam na construção de peças que possuem, em suas composições, relações com o cênico, com arquitetura e que propõe perspectivas de uma nova história a partir de imagens e materiais, muitas das vezes resgatados e restaurados pela artista. Na construção de uma imagem, seja ela bi ou tridimensional, Garcia trabalha em um contínuo esforço de fusão: uma incessante busca de assimilação de materiais que, em suas essências, trazem na sua materialidade dados históricos e novas ideias de representação a partir de uma proposta de descontinuação de farsas históricas. Os trabalhos colocam à prova um exercício vívido de confronto entre gesto e natureza; manipulação vs reestruturação, criando um jogo onde o que se entende como terreno é a possibilidade singular que o gesto artístico possui de reescrever nossa própria história.

Sobre a Galeria Lume

A Galeria Lume foi fundada em 2011 com a proposta de fomentar o desenvolvimento de processos criativos contemporâneos ao lado de seus artistas e curadores convidados. Dirigida por Paulo Kassab Jr. e Victoria Zuffo, a Lume se dedica a romper fronteiras entre diferentes disciplinas e linguagens, através de um modelo único e audacioso que reforça o papel de São Paulo como um hub cultural e cidade em franca efervescência criativa.

A galeria representa um seleto grupo de artistas estabelecidos e emergentes, dedicada à introdução da arte em todas as suas mídias, voltados para a audiência nacional e internacional, através de um programa de exposições plural e associado a ideias que inspiram e impulsionam a discussão do espírito de época. Foca-se também no diálogo entre a produção de seus artistas e instituições, museus e coleções de relevância.

A presença ativa e orgânica da galeria no circuito resulta na difusão de suas propostas entre as mais importantes feiras de arte da atualidade, além de integrar e acompanhar também feiras alternativas. A galeria aposta na produção de publicações de seus artistas e realização de material para pesquisa e registro. Da mesma forma, a Lume se disponibiliza como espaço de reflexão e discussão. Recebe palestras, performances, seminários e apresentações artísticas de natureza diversa.

Serviço:

Mitos, contos e alegorias de Gabriella Garcia

Texto curatorial: Igi Ayedun

Local: Galeria Lume

Abertura: 3 de agosto, sábado, das 12h às 19h

Período expositivo: 3 de agosto de 2024 a 7 de setembro de 2024

Horário de visitação: segunda a sexta, das 10h às 19h; sábados, das 11h às 15h

Endereço: Rua Gumercindo Saraiva, 54 – Jardim Europa, São Paulo – SP

Entrada gratuita

Informações para o público: tel.: (55) 11 4883-0351

e-mail: contato@galerialume.com

www.instagram.com/galerialume/

www.facebook.com/GaleriaLume

www.galerialume.com.

(Fonte: Galeria Lume)