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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Casa do Olhar recebe exposição ‘Redução’, do artista visual andreense Guilherme Callegari

Santo André, por Kleber Patricio

A Casa do Olhar Luiz Sacilotto, em Santo André, tem em cartaz a segunda exposição do artista andreense Guilherme Callegari. A mostra, intitulada Redução, que traz sete trabalhos do artista, que tem se dedicado à pesquisa sobre as relações do design e da indústria com a pintura, com a qual esteve envolvido nos últimos quatorze anos. A exposição, gratuita, segue no equipamento cultural até 24 de agosto. A Casa do Olhar fica na rua Campos Sales, 414, Centro.

Serão exibidos um conjunto de quatro pinturas e três desenhos em papel de grande formato, juntamente com texto crítico do designer e amigo Denis Freitas. Nesta exposição, Callegari pontua sua trajetória, que, segundo o artista, é o início de uma nova caminhada dentro da pintura.

De acordo com Denis Freitas, não é necessária uma pesquisa extensa no universo do design atual para perceber que o trabalho de Guilherme se conecta perfeitamente ao design contemporâneo quando busca a gestualidade e o autoral para se destacar do design mecânico gerado por máquinas. “Ao criar e trabalhar sobre símbolos universais pré-estabelecidos, como logos e tipografias, ele mostra que é possível fazer design com identidade construindo e negando estéticas através do óleo sobre tela, uma técnica difundida na pintura há séculos. Isso nos leva a uma viagem no tempo, onde o design contemporâneo resulta na tela que não segue briefings”, escreveu Freitas.

Sobre o artista

Fotos: Divulgação.

Guilherme Callegari nasceu em 1986 em Santo André. Graduou-se em Design Gráfico com ênfase em tipografia em 2011. Sua obra lida com temas do Design Gráfico/Comunicação e da pintura. Depois de sua formação, o artista se deixa contaminar por suas pesquisas em Design Gráfico na faculdade e passa a assumir essa temática como objeto de pesquisa em sua pintura.

Callegari ganhou prêmios em salões de Praia Grande e Santo André, participou de exposições coletivas na BARÓ Galeria, Zipper Galeria e duas individuais na Casa Nova Arte e Cultura Contemporânea, apresenta sua primeira exposição individual na Verve em julho de 2019. Seus trabalhos integram coleções em São Paulo, Rio de Janeiro, Peru e Holanda e os Acervos Públicos do Museu de Arte do Rio (MAR), Casa do Olhar Luiz Sacilotto (Santo André – SP), e do Palácio das Artes (Praia Grande – SP).

Serviço:

Exposição Redução, do artista visual Guilherme Callegari

Visitação: até 24 de agosto de 2024 | terça a sexta, das 10h às 12h e das 13h às 17h |

sábados, das 10h às 15h

Local: Casa do Olhar Luiz Sacilotto

Rua Campos Sales, 414 Centro – Santo André – SP

Site: https://culturaz.santoandre.sp.gov.br/espaco/5/

Tel: (11) 4992-7730

Valor: gratuito

Faixa etária: livre

Redes sociais: Guilherme Callegari | Casa do Olhar.

(Fonte: Marmiroli Comunicação)

Lito do Brasil mostra que não há nada mais brasileiro que a saudade em ‘Esperando Por Você’

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Créditos: Eliana Fogaça e Edson Fogaça.

É difícil traduzir ‘saudade’ para outras línguas. É uma emoção universal, mas de significado profundamente brasileiro. O sentimento fica ainda mais tupiniquim quando embalado pelo xote nordestino, proposta apresentada por Lito do Brasil no seu novo single. No dia 12 de julho o artista lançou a faixa ‘Esperando Por Você’, uma produção que combina o ritmo característico do xote com uma poesia sobre espera, nostalgia e saudade.

Como autor da letra e da música, Lito do Brasil mergulha nas raízes culturais brasileiras celebrando não apenas o amor e a saudade, mas também a diversidade musical do país. Em suas próprias palavras, Lito comenta: “A música gravita em torno das saudades e da espera ansiosa por alguém especial, expressando emoções profundas e ternas. É perfeita para dançar bem juntinho, proporcionando um momento íntimo e envolvente, repleto de sentimento de alegria e tradição.”

Manoelito Martins, conhecido como Lito do Brasil, é um violonista brasileiro com uma carreira internacional consolidada. Iniciou seus estudos musicais aos 9 anos e formou-se em Violão Clássico pela Escola Técnica de Música e Dança de Cubatão. Obteve licenciatura em Música pela Fundação Lusíadas (Unilus), em Santos. Desde o final da década de 1990, Lito tem se destacado no cenário musical internacional como intérprete, arranjador e compositor. Ao longo de sua carreira, lançou sete álbuns de violão solo e quatro singles com músicas autorais, todos sob selo independente. Lito é reconhecido não apenas por sua habilidade técnica, mas também por sua significativa contribuição cultural e formativa, influenciando uma geração de músicos dentro e fora do Brasil.

Esperando por você

Letra e Música: Manoelito Martins

Bateria: Rodrigo Dias

Percussão: Leo Mucuri

Baixo Elétrico: Alexandre Cavallo

Piano Elétrico: Leo de Freitas

Acordeom: Kiko Horta

Violão: Rafael dos Anjos

Guitarra: Felipe Eyer

Rafael Pereira: Teclados e programações

Coral: Janeh Magalhães, Romulo Nascimento, Fael Magalhães

Voz: Lito do Brasil

Arranjos: Diego do Valle e Michael Machado, Hugo Pereira

Estúdio: Oasis Música Vídeo, MZA Music.

Mixagem: Diego do Valle Materna Coutinho

Masterização: Carlos Freitas

Produção Musical: Manoelito Martins.

(Fonte: Beatriz Merched Assessoria de Imprensa)

Cineasta e fotógrafo Mauro Martins lança website

São Paulo, por Kleber Patricio

Retrato em preto e branco de barqueiros do Tapajós. Fotos: Mauro Martins.

Depois de 38 anos dedicados à imagem em movimento, o fotógrafo e cineasta Mauro Martins abre seu arquivo de fotografias, captadas nas suas andanças profissionais e pessoais, em um site para divulgação, exposição e venda de fotos: https://www.mauromartins-foto.com.

“Tenho muita coisa registrada, comecei a fotografar antes mesmo de entrar para o audiovisual e nunca parei. Minhas fotografias carregam muito do meu olhar cinematográfico de diretor de fotografia e de operador de câmera”, explica. São fotografias coloridas e em preto e branco, documentais e conceituais que mostram o olhar atento e crítico de quem passou uma vida olhando por um visor.

Mico.

Em seu novo site, Mauro apresenta coleções documentais, de paisagens, arquitetura, cotidiano, entre outras, e revela um pouco do Brasil por onde passou para fazer os filmes e documentários. “O audiovisual leva a gente pra lugares que jamais iríamos por conta própria.”

Mauro Martins trabalhou como diretor de fotografia em produções de audiovisual como ‘Retratos de uma Pandemia’ (Globoplay), ‘Receitas de Viagem’ (Discovery) e ‘Missões de Vida’ (HBO), no qual também assina a direção de cena, além de ter operado a icônica câmera de ‘Bicho de Sete Cabeças’.

Porém a transição das imagens em movimentos para a fotografia estática não foi tão automática quanto parece. “Comecei a organizar meus arquivos de fotos still e percebi que não seria fácil juntá-las e criar uma narrativa que fosse além de belas imagens.”

Construção.

Apesar de muitas semelhanças, também há várias diferenças entre as duas linguagens. Nos trabalhos que dirigiu no audiovisual, partia sempre de um roteiro pré-estabelecido. E se valia não só das imagens, mas também dos diálogos, da narração, da música e da montagem.

Mas com as fotografias foi diferente: “De repente me vi envolto por centenas de imagens com as quais não conseguia criar uma narrativa para mostrá-las. Foi nisso que a pós-graduação me ajudou muito. Foram várias horas de discussão e textos sobre poética da imagem, simbologia, autoria, ensaios, narrativas e tudo mais ligado à imagem fotográfica. Realmente me abriu um horizonte novo.” 

Tudo isso pode ser visto no novo site do fotógrafo. “Quando exibo uma foto, espero causar no observador algum tipo de afeto, no sentido de afetar a forma como ele ou ela vê o mundo”, resume.

Mauro Martins

Site: https://www.mauromartins-foto.com/

Portfólio: https://mauromartins77.wixsite.com/mauromartins

Instagram: @mauro.martins77

Cineasta, fotógrafo e videoartista. Formado em Cinema pela FAAP, pós-graduado em Fotografia e Arte pelo Senac, fez cursos de Fotografia de Estúdio e Linguagem Fotográfica na Escola Politécnica de Londres. Fotografa tanto em externa como em estúdio. Faz street, documental, retratos, editoriais e videoarte. Dirigiu trabalhos para Discovery, Multishow, Animal Planet e HBO, entre outros. Como diretor de fotografia, fez curtas, programas de TV e séries documentais para a Globoplay, TV Brasil, Multishow, GNT e HBO e uma novela para TV Record. Atuou como operador de câmera em filmes como ‘Bicho de Sete Cabeças’, ‘Querô’ e ‘Chega de Saudade’. Ministra workshops e cursos tanto na área de fotografia como de vídeo

(Fonte: PR Assessoria de Imprensa)

‘Imaginária Brasileira na Coleção Orandi Momesso’ traz recorte privilegiado e inédito da arte sacra no Brasil

São Paulo, por Kleber Patricio

Imaginária Brasileira na Coleção Orandi Momesso – capa. Créditos: Via Impressa.

Orandi Momesso lançou no mês de junho o livro Imaginária Brasileira na Coleção Orandi Momesso. Escrito pelo arquiteto e historiador Carlos Lemos, a obra explora em profundidade a rica coleção de arte sacra brasileira reunida pelo colecionador ao longo de meio século.

“A coleção contempla obras que datam desde o período de colonização, com peças preservadas desde o ano de 1580. Um patrimônio da nossa cultura”, diz Orandi. Abrange um período extenso da história brasileira, é um testemunho da evolução artística e da pluralidade religiosa que constituiu o país.

Composta por 420 imagens sacras, traz uma ampla variedade de esculturas em madeira e terracota refletindo diferentes manifestações da devoção católica e popular. Adquiridas muitas vezes em viagens, na rapidez de leilões e em oportunidades únicas, Momesso formou seu acervo conquistando peças de outras importantes coleções, como as de Anita Marques da Costa, Ladi Biezus, João Marino e Francisco Roberto.

São José de Presépio – terracota policromada, 19 cm – início do século XVIII, São Paulo, SP. Créditos: José Henrique Lorca.

 

Em texto de abertura do volume, que conta com rica iconografia, Momesso detalha sua profunda conexão com a arte sacra, desde sua infância em Assis, interior de São Paulo, até sua juventude na capital paulista, onde frequentava museus como a Pinacoteca e o Museu de Arte Sacra.

Influenciado pelo legado de artistas como Aleijadinho e o próprio Frei Agostinho de Jesus, o colecionador desenvolveu um apreço pela estética e a ética da arte sacra, tornando-se um apaixonado pela pesquisa e curadoria do gênero. “A arte sacra tem uma importância fundamental na história da cultura popular. Foi um período revisitado pelos modernistas, que descobriram este tipo de arte e se encantaram”, acrescenta, sobre a relevância artística de tal gênero em outros movimentos artísticos modernos. “O bom colecionador quer que seu acervo fique para o mundo. Meu legado é deixar todas essas obras para o público, disponíveis no Parque Geminiani Momesso”, diz o idealizador da publicação.

Ao tornar a coleção pública e expor as centenas de obras no Pavilhão Carlos Lemos, no Parque Geminiani Momesso, em 2025, pretende inaugurar um capítulo inédito na história da preservação e da promoção da arte sacra na região sul do Brasil.

Este desejo de compartilhamento e preservação é central para Momesso, que idealizou um pavilhão para que futuras gerações possam apreciar e estudar obras de arte sacra. Sua coleção começou com uma pequena imagem do século XVIII recebida em El Salvador e hoje oferece um recorte único da formação do Brasil e de sua identidade cultural sagrada.

São João Evangelista – José Joaquim da Rocha Salvador, BA, c.1737-1807 óleo sobre madeira 100 cm x 66 cm séc. XVIII – Bahia. Créditos: José Henrique Lorca.

São obras-primas da escultura cristã, mas também documenta a hibridização cultural que ocorreu durante a colonização e os séculos subsequentes, com peças que vão desde o maneirismo até o barroco, e documentando o intercâmbio cultural entre diferentes continentes.

Destacam-se esculturas de Nossa Senhora, imagens de madeira aparente e as características ‘paulistinhas’ — pequenas estatuetas de cerâmica produzidas em massa durante o século XIX. Estas paulistinhas são particularmente notáveis por seu uso de moldes e decoração original bem conservada. “A arte religiosa acompanha o devocional popular, presente em variadas atividades voltadas para afirmar as práticas das crenças e separadas do cabedal eclesiástico. Em realidade, tanto a arte sacra quanto a dita religiosa podem ser exercidas por profissionais eruditos ou oriundas de mãos leigas”, ressalta Carlos Lemos em Imaginária Brasileira na Coleção Orandi Momesso.

O arquiteto convida a uma viagem pela história da arte sacra no Brasil, destacando a importância de preservar este patrimônio cultural e estar atento às manifestações populares do Sagrado.

Sobre o autor

Carlos Alberto Cerqueira Lemos, nascido em São Paulo em 1925, é arquiteto, pintor, historiador e professor. Formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo do Mackenzie, destacou-se por projetos importantes, incluindo o Teatro Maria Della Costa e a sede do Bradesco. Entre 1952 e 1957, coordenou o escritório paulista de Oscar Niemeyer. Como professor na FAU/USP a partir de 1954, colaborou em obras essenciais para a história da arquitetura brasileira e publicou livros importantes, como Arquitetura Brasileira e Ramos de Azevedo e seu Escritório.

Ficha técnica

Título: Imaginária Brasileira na Coleção Orandi Momesso

Editora: Martins Fontes

Idealização: Orandi Momesso

Autor: Carlos Lemos

Apresentação: Rafael Schunk

Design gráfico e produção gráfica: Via Impressa

Tamanho: 27,5 X 34 cm

Número de páginas: 432

Impressão e acabamento: Ipsis Gráfica

Preço:  R$399,00

À venda nas melhores livrarias do Brasil e lojas de museus.

(Fonte: A4&Holofote Comunicação)

Funarte lança nova edição do Prêmio Marc Ferrez de Fotografia

Brasília, por Kleber Patricio

Foto: Ahmed/Unsplash.

A Fundação Nacional de Artes – Funarte, vinculada ao Ministério da Cultura, resgata o Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia, inaugurando, nesta 17ª edição, a realização de duas modalidades de fomento em um único edital, premiação e bolsa, no âmbito da Política Nacional das Artes (PNA). O edital foi publicado no Diário Oficial da União de segunda-feira, 19 de agosto, Dia Mundial da Fotografia. Importante mecanismo para o campo da fotografia no Brasil ao longo das décadas, o prêmio também celebra um dos mais importantes nomes para o desenvolvimento dessa linguagem artística no Brasil, Marc Ferrez (1843–1922).

Nesta edição 17ª edição, o mecanismo contempla os elos do fazer artístico, conforme diretrizes da PNA, tais como: criação, produção, reflexão, pesquisa, formação e preservação da memória. O investimento total é de R$ 1,09 milhão, sendo R$ 300 mil em premiações, R$ 720 mil em bolsas culturais e R$ 72 mil em custos administrativos.

Prazo e modalidades de inscrição

O edital vai oferecer dez premiações e doze bolsas culturais, que buscam estimular a nova produção fotográfica incentivando, promovendo e difundindo a ampla e diversa produção artística de todas as regiões do país. As dez premiações têm o valor bruto de R$30 mil cada, para projetos de conjunto de obras fotográficas de livre criação com viés artístico. E, entre as doze bolsas culturais, são seis bolsas, de R$60 mil cada, para projetos de registro documental e/ou fotojornalismo no Brasil que tenham como resultado uma exposição presencial e um catálogo virtual; e mais seis bolsas, também de R$60 mil cada, para projetos de pesquisa para criação de obras de reflexão crítica sobre a fotografia que tenham como resultado um livro impresso – além disso, o proponente deverá escolher entre disponibilizar a versão virtual do livro ou realizar uma atividade formativa que tenha relação direta com a bolsa recebida.

As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas até as 17h59 (horário de Brasília) do dia 17 de setembro. São aceitas inscrições de Pessoas Físicas; Pessoas Jurídicas; Microempreendedores Individuais (MEI) e Empresários(as) Individuais (EI) com experiência no campo da cultura e das artes. Acesse o formulário de inscrições na página do edital neste link

Sobre o edital Funarte Marc Ferrez de Fotografia | Realizado desde 1984, o prêmio foi pioneiro no apoio a trabalhos de fotografia e na consolidação do papel da Funarte e de suas políticas públicas para essa linguagem artística.

Sobre o fotógrafo Marc Ferrez | Marc Ferrez nasceu no Rio de Janeiro em 1843 e é considerado por especialistas como o principal fotógrafo brasileiro do século 19. Sua obra se equipara a dos maiores nomes da fotografia em todo o mundo. Ficou conhecido pelo grande público por suas paisagens – sobretudo pelas imagens panorâmicas do Rio e arredores, feitas com câmeras especiais em negativos de grande formato. Destacou-se, também, como pesquisador de técnicas e processos, num momento em que a fotografia passava por acelerada evolução.

(Fonte: Ministério da Cultura – Governo Federal)