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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Luis Maluf Galeria participa de mais uma edição da feira Rotas Brasileiras

São Paulo, por Kleber Patricio

Daniela Busarello – obra ‘Pau Brasil I_Cabrália, 2024’ | Bu’ú Kennedy – obra ‘Ya’wi’í’rá’. Imagem: Divulgação.

A Luis Maluf Galeria participa da Feira Rotas Brasileiras, que ocorrerá de 28 de agosto a 1º de setembro de 2024 na ARCA, em São Paulo. Sob a curadoria de Ana Carolina Ralston, a galeria ocupará um estande de 110m², apresentando uma variedade de obras inéditas que refletem a diversidade da arte contemporânea brasileira.

Inspirada no Caminho de Peabiru, a terceira edição da Feira Rotas Brasileiras celebra a diversidade cultural e artística dos povos indígenas da América do Sul. A participação da Luis Maluf Galeria reforça seu compromisso com a promoção de novas perspectivas e a exploração da arte contemporânea. Nesta edição da feira, a galeria destacará o trabalho de Daniela Busarello e Bu’ú Kennedy. Busarello exibirá a série ‘Pau Brasil’, composta por grandes pinturas realizadas com óleo e cera de abelha. A obra ‘Pau Brasil I – Cabrália, 2024’ (200 x 330 cm) é um exemplo significativo desta série, que conecta a artista com a biodiversidade e a identidade cultural brasileira.

Bu’ú Kennedy, que tem obra no acervo da Pinacoteca de São Paulo, apresentará ‘Ya’wí’írá’, uma criação inédita em marchetaria desenvolvida especialmente para a feira. Com 50 x 60 cm, a obra explora elementos da tradição indígena Ye’pamahsã (Tucano), promovendo uma reflexão sobre a arte indígena na contemporaneidade.

O estande da Luis Maluf também contará com obras de Antonio Bokel, Aline Bispo, Aline Moreno, Barbara Basseto, Desirée Feldmann, Edu Silva, Janet Vollebregt, Karola Braga, Leandra Espírito Santo, Shizue Sakamoto e Raphael Sagarra (Finok). A presença desses artistas contribui para uma visão abrangente e plural da arte brasileira atual.

Descrição de obras:

Bu’ú KennedyYa’wi’í’rá, 2024 – Marchetaria – Edição: única – 50 x 60 cm. Foto: Ana Aliaga.

Daniela Busarello Pau Brasil I – Cabrália, 2024 Óleo e cera de abelha sobre tela em linho – Edição: única – 200 x 330 cm. Foto: Piotr Rosinski.

Local: ARCA – Av. Manuel Bandeira, 360 – Vila Leopoldina – São Paulo, SP

Horários:

28 agosto: convidados

29–31 agosto: das 12h às 20h

01 setembro: das 12h às 19h.

Luis Maluf Galeria | A Luis Maluf Galeria, fundada em 2014, é reconhecida por abraçar o experimentalismo e atrair um público jovem interessado em desafios e reflexões. Localizada nos bairros Jardins e Barra Funda – esta última, inaugurada em 2021 e que abriga uma residência artística anual –, a galeria amplia sua missão na região da Barra Funda promovendo formação artística e acesso à cultura brasileira. Ambos os espaços da galeria buscam enfatizar a produção artística experimental emergente atraindo um público jovem interessado em explorar a complexidade, intensidade e contradições do mundo contemporâneo por meio de obras que desafiam o senso comum. Ao buscar artistas de diferentes gerações, a galeria prioriza aqueles mais ousados e que se destacam pela originalidade, valorizando seu compromisso com o futuro da arte.

(Fonte: Com Jucelini Vilela/Ju Vilela Press)

Sesc Avenida Paulista recebe ‘Das Alturas de Mim Mesmo’, apresentação circense da Cia. Oruã com Mauro Braga

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Maycon Soldan.

O multiartista Mauro Braga apresenta o solo ‘Das Alturas de Mim Mesmo’, em que, por meio de músicas autorais no violoncelo, danças em cima de uma bola de equilíbrio e momentos de intimidade com a plateia, compartilha sua autobiografia. As apresentações acontecem de 30 de agosto a 1º de setembro, sexta e sábado, às 20h, domingo, às 18h, no Sesc Avenida Paulista.

O espetáculo é um mergulho profundo na jornada interior de um indivíduo em busca de autoconhecimento. Com uma combinação de monólogos poéticos, coreografias expressivas e cenografia minimalista, a peça conduz o público por uma viagem emocional e reflexiva, abordando temas universais, como identidade, solidão e transcendência.

Sobre o trabalho | Estreou em 2018 com circulação por Campinas, por meio do financiamento FICC/2016. Apresentações em diversas unidades do Sesc SP (Vila Mariana, Sorocaba, Bauru, Registro, São José dos Campos, Birigui e Campinas). O espetáculo abriu o 33º FITUB (Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau, em 2022). Participou da Mostra Cena Bárbara de Teatro (2021), da Mostra de Solos do Casarão (2019) e do projeto Celeiro, no Tendal da Lapa (2019).

Ficha técnica

Criação e atuação: Mauro Braga. Criação (Autonomia Criativa) e Direção: Lu Lopes. Orientação em Dança: Doug Style e Niel Braga. Orientação Acrobática: Alex Brede Cia do Circo. Cenário e Figurino: Lu Lopes e Mauro Braga. Cenotécnico: Gabriel Mayumã. Criação de Luz: Érico Damineli e Lu Lopes. Técnico de Som e Iluminação: Érico Damineli. Trilha Sonora Original: Mauro Braga. Trilha Sonora: ‘Manaíra’ e ‘Carinhosa’ (E. Gramani), com grupo CARCOARCO; Vozes em ‘Se essa rua fosse minha’, Filha da Clarice e Moreno.

Serviço: 

Circo | Das Alturas de Mim Mesmo

De 30 de agosto a 1º de setembro de 2024 | sexta e sábado, às 20h; domingo, às 18h

Acessibilidade: todas as sessões contam com tradução e interpretação em Libras

Onde: Arte II (13º andar)

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: 12 anos

Ingressos: R$50 (inteira), R$25 (Meia) e R$15 (Credencial plena:). Venda de ingressos online e nas bilheterias das unidades.

Sesc Avenida Paulista

Avenida Paulista, 119, Bela Vista, São Paulo (SP)

Fone: (11) 3170-0800

Transporte Público: Estação Brigadeiro do Metrô – 350m

Horário de funcionamento da unidade: terça a sexta, das 10h às 21h30; sábados, das 10h às 19h30; domingos e feriados, das 10h às 18h30.

(Fonte: Com Fernanda Porta Nova/Assessoria de Imprensa Sesc Avenida Paulista)

Ações contraditórias impedem liderança global do Brasil na agenda climática, alertam cientistas

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Presidente Lula defende união contra emergência climática e desigualdade na abertura do debate da Assembleia Geral da ONU, em Nova York (set/23); segundo carta, discurso internacional contrasta com ações. Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República.

Ações e medidas do governo brasileiro contradizem compromissos assumidos pela mitigação climática e prejudicam a sua liderança no cenário ambiental global. O alerta é de pesquisadores vinculados a 20 institutos de pesquisa brasileiros e estrangeiros, em carta publicada na quarta (21) na revista científica NPJ Biodiversity, que é do grupo Nature. Eles esperam um posicionamento e compromisso mais fortes do país para a COP 30 (Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas), em 2025, em Belém. Assinam o texto cientistas de institutos como o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e de universidades como as federais do Tocantins (UFT), de Minas Gerais (UFMG) e de Brasília (UnB), além de instituições do Reino Unido, dos Estados Unidos e de Portugal.

Os pesquisadores pedem engajamento e compromisso do governo para conter e mitigar as crises climática e socioambiental. Para eles, há um abismo entre o discurso do país no cenário internacional e suas ações concretas no contexto interno.

O governo brasileiro restabeleceu a agenda ambiental através dos esforços do Ministério do Meio Ambiente com a promessa de reduzir em 48% as emissões de gases de efeito estufa até 2025 e 53% até 2030, segundo anunciado em novembro de 2023, na COP 28. Ao mesmo tempo, segundo analisa a carta, algumas entidades governamentais, como o Ministério dos Transportes e o Ministério de Minas e Energia, continuam a promover projetos com impactos enormes sobre a biodiversidade e o clima. Em dezembro de 2023, por exemplo, o Brasil entrou para o grupo OPEP+ de países produtores de petróleo e gás e leiloou 602 blocos de perfuração em nove bacias sedimentares ameaçando 20 terras indígenas, zonas de amortecimento e 15 áreas protegidas. “Tínhamos uma expectativa de que o Brasil assumiria compromissos mais sérios e que daria mais ênfase aos desafios que estamos enfrentando no país, como a grande perda de vegetação nativa e eventos extremos frequentes, como as ondas de calor intenso, secas e enchentes”, afirma a pesquisadora da UFT Flávia de Figueiredo Machado, que lidera a carta.

Em 2023, o Brasil diminuiu as taxas de desmatamento nas florestas Amazônica (50%) e Atlântica (59%). No entanto, segundo os pesquisadores, outros biomas, principalmente aqueles com vegetação não florestal, estão sofrendo grandes perdas e não têm recebido a devida atenção. Particularmente o Cerrado, que sofreu um aumento do desmatamento de 66% de 2018 a 2023, e o Pantanal, onde a cobertura vegetal diminuiu 58% no mesmo período. Em todo o país, enfatizam os especialistas, essa perda de vegetação, impulsionada principalmente pela expansão da pecuária e do agronegócio moderno, tem agravado o impacto de enchentes e secas extremas causadas pelo El Niño e intensificadas pelas mudanças climáticas. “Nos discursos internacionais, o governo brasileiro vem dando muita ênfase para a preservação da Amazônia que, claro, é necessária, mas está deixando de lado os outros biomas”, avalia Machado. Para a pesquisadora, essa abordagem põe em risco até a floresta amazônica. “Se não dermos atenção aos outros biomas, a Amazônia vai sofrer muito, como a gente já tem visto acontecer. Sem os outros, a floresta não fica em pé”.

Para os pesquisadores, o interesse econômico está se sobressaindo sobre a preocupação ambiental. E se espera do Brasil uma posição diferente, principalmente considerando que o país sediará a COP 30, que acontece em 2025 em Belém. “O Brasil precisa abandonar discursos vagos e começar a ter um posicionamento e compromisso mais sérios na questão ambiental”, afirma Machado. “Esperamos que até a COP o governo tenha ações mais concretas em direção a uma agricultura sustentável e regenerativa, investindo em outras formas de economia”, finaliza.

(Fonte: Agência Bori)

Museu da Imagem e do Som recebe exposição tátil para pessoas com deficiência visual

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

Ver com os dedos e sentir com a alma. Esse é o principal objetivo das exposições que chegam ao Museu da Imagem e do Som em São Paulo, trazendo fotos convencionais e em forma de arte tátil para que pessoas com deficiências visuais possam ‘ver’ os conteúdos. Visitantes podem conhecer a exposição ‘Ancestrais’ fica disponível a partir de 2 de setembro e traz fotos e obras da fotógrafa Sitah, bem como de outros membros do Instituto Olga Kos que passaram pelo workshop com a artista. Os integrantes que participaram das oficinas possuem deficiências intelectuais ou são pessoas que estão em situação de vulnerabilidade social.

Cada fotografia foi refeita em forma de obras em alto relevo – etapa que contou com o trabalho de alunos dos cursos de Design e Engenharia Civil do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT). Além disso, os estudantes também analisaram as melhores formas das obras ficarem expostas no museu; ou seja, cuidaram de toda a expografia.

Na mostra, que ficará funcionando durante 20 dias, as obras da fotógrafa e dos membros do Instituto Olga Kos estarão misturadas a fim dos visitantes não saberem quem foi o autor de cada uma. A exposição aborda a ancestralidade e natureza viva. “O Instituto Mauá de Tecnologia estende a sua atuação para a comunidade externa, já que o apoio ao social é um dos pilares da instituição. Por isso, abraçamos essa iniciativa a fim de levar cultura e conhecimento a ao mesmo tempo, abraçar a inclusão. Queremos que todos os nossos alunos entendam a importância de serem ótimos profissionais e cidadãos, realizando trabalhados que contribuam com a sociedade”, explica Katakura.

O Museu da Imagem e do Som fica localizado na Avenida Europa, 158, no Jardim Europa (SP), e funciona de terça à sexta, das 10h às 19h, de sábado, das 10h às 20h, e de domingo e aos feriados, das 10h às 18h.

Sobre o Instituto Mauá de Tecnologia – IMT

O Instituto Mauá de Tecnologia (IMT) é uma instituição privada com mais de 60 anos e que atua com espírito público, comprometida com a excelência em pesquisa e ensino, contribuindo para o desenvolvimento do Brasil. Com campi em São Caetano do Sul e São Paulo, oferece 16 cursos de graduação em três áreas do conhecimento (Criatividade, Negócios e Tecnologia), apoiados por 130 laboratórios de alta tecnologia. Na pós-graduação, capacita profissionais em engenharia, tecnologia e gestão, utilizando a mesma infraestrutura avançada.

A interação com o mercado e a indústria, por meio de pesquisas e prestação de serviços, contribui para a formação profissional de cerca de 3.000 alunos de graduação e pós-graduação. Seu corpo docente é composto por 65% de doutores e 35% de mestres.

O IMT é reconhecido como uma das principais instituições acadêmicas do Brasil e da América Latina, com acreditações e parcerias internacionais. Até hoje, mais de 22 mil profissionais formados pelo IMT destacam-se no mercado, empreendendo e ocupando posições de liderança.

(Fonte: Com Giovanna Favero/Trama Comunicação)

Festival CRIE como quem LUTA chega a Campinas com 8 dias de atividades

Campinas, por Kleber Patricio

Fotos: Nina Pires.

A terceira edição do Festival CRIE como quem LUTA chega à cidade de Campinas trazendo arte, cultura e projetos realizados por mulheres. Oficinas e apresentações artísticas gratuitas fazem parte das atividades que serão apresentadas ao público em diversos pontos da cidade. O festival tem como objetivo valorizar as mulheres artistas do estado de São Paulo oferecendo, inclusive, uma residência artística, que abre as atividades do evento no dia 30/8. Já a abertura ao público em geral está marcada para o dia 31/8, às 20 horas, no Teatro Castro Mendes, com a apresentação de ‘Vacas Exaustas’, com Vitoria Faria e as convidadas Graciela Soares e Venus Garland. O evento de abertura será a única atividade paga do festival.

O Festival será realizado de 30/8 a 6/9, movimentando a cidade de Campinas com opções diversas de oficinas e apresentações que passam pelo circo, teatro, pela música, dança, literatura, artes visuais e pelo audiovisual, revelando talentos femininos e compartilhando experiências e conhecimentos valiosos. Júlia Conterno, integrante do Coletivo Caju Cultura, revela a ansiedade para o início do festival, que promete ser um grande marco cultural para a cidade de Campinas. “Traremos apresentações de artistas que vêm construindo um sólido percurso em suas áreas de atuação; dentre elas, uma jovem musicista como Vitoria Faria, que fará o evento de abertura. Também traremos artistas que defendem causas importantes como inclusão e acessibilidade às pessoas com deficiência. A discussão sobre gênero, raça, etnia e a atuação da mulher na sociedade ao longo do tempo também são temas representados na programação. Para nós, do coletivo Caju Cultura, é um prazer enorme poder compartilhar tudo isso com as pessoas, democratizar a arte e a arte feminina”.

Durante os oito dias, o Festival CRIE como quem LUTA oferecerá ao público nove eventos artísticos, cinco oficinas e um debate. Paralelamente a isso, oito mulheres do Estado de São Paulo estarão vivenciando a residência artística – grande destaque desta edição do festival. As artistas, selecionadas nas modalidades de dança, circo, teatro e música, irão criar coletivamente uma apresentação artística para ser apresentada no último dia do festival. Cristiane Taguchi, atriz e gestora cultural integrante do Coletivo Caju Cultura, reforça a importância desta ação. “Acreditamos muito no talento dessas artistas e a nossa expectativa é de proporcionar momentos potentes de encontro e criação entre elas. Queremos dar voz às mulheres artistas”.

Sobre a Caju Cultura

O coletivo feminista Caju Cultura foi fundado em 2017 por mulheres que atuam em gestão cultural, criação e atuação em artes da cena e na produção de conhecimento na área da cultura. É formado atualmente por Cristiane Taguchi, Júlia Conterno, Ju Kaneto e Juliana Saravali. Em sua trajetória, o coletivo participou do XI Encuentro Internacional de Mujeres x la cultura (Mar del Plata, Argentina, 2023), II Encuentro Internacional Mujeres Trabajadoras de las Culturas y las Artes (Montevidéu, Uruguai, 2019), entre outros, além da publicação do texto “Mulheres que trabalham na cultura com ESTÔMAGO, PUNHO e CORAÇÃO” (Revista LabCenas, Vol. 1, no. 1 – 2021), idealização e produção do Festival CRIE como quem LUTA – 1ª e 2ª edições, realização de encontros abertos de discussão sobre temáticas ligadas à cultura, realização de consultoria e atividades formativas voltadas a planejamento estratégico de grupos e coletivos culturais. O Coletivo Caju Cultura também atua de forma contínua na produção e gestão de grupos e projetos culturais de diversas linguagens artísticas, além de prestar serviço na área de elaboração de projetos para editais e leis de incentivo.

Serviço:

Festival CRIE como quem LUTA chega a Campinas com 8 dias de atividades

Data: 31/8

Horário: 20 horas

Local: Teatro Castro Mendes – Rua Conselheiro Gomide, 62 – Vila Industrial, Campinas (SP)

Apresentação musical Vacas Exaustas

Classificação etária: 12 anos

Acessibilidade: tradução simultânea em Libras

Valor do Ingresso: R$30,00 (R$15,00 meia entrada) – os ingressos devem ser adquiridos no site ou Bilheteria do Castro Mendes.

(Fonte: Com Carolina Cerqueira/Fábrica de Histórias)