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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Fintechs lideradas por pessoas negras combatem racismo no mercado financeiro com algoritmos inclusivos

São Paulo, por Kleber Patricio

Fintechs negras identificam discriminações como limitação de crédito a endereços de periferia, associados à população negra. Foto: FreePik.

Ainda que informação sobre cor da pele não seja solicitada a quem requisita um empréstimo, algoritmos de análise de crédito frequentemente reproduzem a discriminação racial quando, por exemplo, limitam a concessão de crédito para certos endereços ou segmentos de negócios comumente associados à população negra. Porém, uma nova geração de fintechs comandadas por pessoas negras têm focado no desenvolvimento de algoritmos inclusivos para atender à população da periferia, predominantemente negra.

As constatações são de estudo publicado na última terça (30) por pesquisadores do Centro de Microfinanças e Inclusão Financeira da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGVcemif) na revista científica ‘Management Information Systems Quarterly’. Entre 2021 e 2022, eles estudaram três fintechs negras fundadas entre 2017 e 2020. Essas empresas utilizam a tecnologia para democratizar o acesso ao crédito no Brasil.

“A realidade de exclusão racial mobiliza a população negra, que se organiza para enfrentar a situação de racismo. No mercado financeiro acontece o mesmo”, afirma Eduardo Diniz, pesquisador líder do estudo e professor da FGV EAESP. Ele explica que as fintechs negras reconfiguram os algoritmos tradicionalmente usados no mercado a partir de investigação sobre aqueles que têm crédito negado, identificando elementos discriminatórios nesses algoritmos. “Não existe informação sobre raça, mas existe de CEP, de território e nós sabemos onde as populações negras se concentram: nas periferias. Ao analisar os dados que levaram à exclusão, é possível propor alterações nos modelos de crédito”, descreve.

Na sua análise, os pesquisadores avaliam as iniciativas das fintechs negras com base na Teoria da Justiça Social da socióloga Nancy Fraser, que se expressa com base em três conceitos. O primeiro é o da representação, que explica a liderança das pessoas negras nas iniciativas de inclusão; o segundo é o do reconhecimento da condição de minoria, ou seja, o pertencimento a uma comunidade excluída que deve atuar contra a discriminação; já o último se refere à redistribuição, ou seja, permitir que minorias excluídas tenham acesso a renda e benefícios econômicos de uma sociedade justa.

Os pesquisadores avaliam que as ações dessas fintechs aplicam os três conceitos de Fraser por meio do que descrevem como ‘experimentação afirmativa’. Ou seja, as fintechs se propõem a desenvolver algoritmos inclusivos para atingir gradativamente seus objetivos de justiça social. Na prática, as empresas enfrentam diversos desafios, como a falta de mão de obra negra especializada, exigência de retorno rápido dos investidores e o viés existente nos algoritmos disponíveis no mercado. Para baratear seus custos operacionais, “fintechs dependem de sistemas pré-existentes”, explica Diniz. “O problema é que esses algoritmos de mercado são discriminatórios, então as fintechs têm que adaptar esses produtos para modificar essas lógicas”, diz o pesquisador.

Os resultados da pesquisa sugerem que instituições financeiras comprometidas com a inclusão devem revisar e transformar seus algoritmos existentes. Este processo de transformação deve ser ancorado em três pilares fundamentais: permitir que os indivíduos socialmente marginalizados assumam a liderança no processo, direcionando esforços para sua própria inclusão; encorajar esses indivíduos a reafirmar suas identidades no combate exclusão, e integrar a inteligência e sensibilidade humanas ao uso e desenvolvimento de algoritmos para análise de crédito.

No entanto, para Diniz, ainda é cedo para analisar os resultados efetivos das técnicas aplicadas pelas fintechs negras, pois o mercado é muito dinâmico e o caminho para o desenvolvimento de algoritmos inclusivos é longo. “Analisamos estas empresas ainda recém-nascidas, mas esperamos poder relatar as consequências dessas ações daqui alguns anos novamente”, finaliza o pesquisador.

(Fonte: Agência Bori)

Pico da Neblina: a maior aventura do Brasil volta a receber viajantes em expedições junto ao povo Yanomami

Amazonas, por Kleber Patricio

Ponto alto da expedição é a ascensão final ao acampamento Base, a 2.030 metros, preparando os aventureiros para a escalada final até os 2.995 metros. Fotos: Divulgação/Vivalá.

Há muito tempo, na intocada floresta amazônica, os espíritos ancestrais dos Yanomami escolheram um lugar sagrado para residir: o Yaripo, conhecido por nós como Pico da Neblina, Serra dos Ventos ou a Casa dos Espíritos – montanha que carrega histórias que são passadas de geração em geração. Segundo as lendas, o grande Pajé Yoyoma, em uma visão espiritual, descobriu a imponente montanha, que agora abre a sua temporada de visitação para 2024 e 2025 para receber viajantes em busca de aventura e (re)conexão com a natureza.

Uma das principais crenças está relacionada ao poder de cura e proteção espiritual. “O Pico da Neblina é a casa dos espíritos, onde fazem, às vezes, as invocações para poder salvar uma pessoa quando ela está doente espiritualmente, que é diferente da dor física”, explica Renê da Cruz Pinto, Yanomami e guia da Vivalá.

É desta forma que a vida é levada no ponto mais alto do Brasil, a 2.995 metros. “A gente se salva, espiritualmente, pelos Pajés, e fisicamente, pelo posto de saúde. Nossa cultura é forte e viva e é por isso que o nosso Yaripo é sagrado”, afirma Renê.

Antes de pessoas não indígenas subirem a Serra dos Ventos, elas recebem uma proteção dos caciques e tuxauas, membros de grande respeito, espiritualidade e liderança dentro da comunidade. “A gente acredita, espiritualmente, que o Pico da Neblina é muito perigoso para a visita que as pessoas desconhecidas fazem. Então, para não acontecer algum coisa ruim para os não indígenas, os Pajés fazem uma proteção para as pessoas não ficarem doentes ou se machucarem”, destaca Érica Figueiredo, coordenadora do projeto Yaripo.

20 anos de visitação suspensa

O Pico da Neblina fica em uma sobreposição entre duas unidades de conservação, a Terra Indígena (TI) Yanomami, com quase quase 10 milhões de hectares, e o Parque Nacional Pico da Neblina, com cerca de 2,2 milhões de hectares. Por mais de 20 anos, a visitação ao Yaripo foi suspensa, sendo retomada apenas em 2021, após alguns anos de conversas e estruturações para que as vivências fossem realmente sustentáveis e positivas para os viajantes e a comunidade, que deve ser protagonista e a maior beneficiada financeiramente. Durante os próximos três anos, duas empresas que conseguiram a anuência da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e o recredenciamento do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), estão aptas e credenciadas a operar roteiros na região com exclusividade global. “Historicamente, desde a década de 80 acontecia a visitação desordenada ao Pico da Neblina, com a invasão de turistas sem anuência dos indígenas, desrespeito aos lugares sagrados e todo o lucro sendo levado para fora da Terra Indígena Yanomami”, destaca Daniel Assis, chefe do núcleo de gestão integrada ICMBio Pico da Neblina.

Uma das empresas credenciadas foi a Vivalá, que atualmente promove experiências de ecoturismo, turismo de aventura e de turismo de base comunitária em 26 unidades de conservação de 15 estados do país. “O povo Yanomami é um povo de contato recente, com menos de 70 anos de proximidade com a sociedade não indígena. Então, tudo foi feito com muito cuidado. Desde o ano passado, participamos do edital de lançamento feito pelo ICMBio, Funai e ISA buscando a organização ideal para tocar esse projeto em conjunto com o povo Yanomami. Foi aí que entramos nessa história e fomos escolhidos pelo governo – e, mais importante, pelo povo Yanomami – para desenvolver esse projeto em conjunto. Estamos muito felizes em iniciar agora nossa jornada ao ponto mais alto do Brasil e que ela possa gerar preservação ambiental, enaltecimento cultural e experiências inesquecíveis”, afirma Daniel Cabrera, cofundador e diretor executivo da Vivalá.

Retomada do turismo precisou ser aprovada por lideranças

O retorno dos viajantes é recente, mas a vontade é antiga. Desde 2014, os Yanomami possuíam o forte desejo de tornar realidade o plano de ecoturismo na região. Para isso, alguns parceiros estratégicos passaram a fazer parte do projeto. “ICMBio, Funai, Exército e Instituto Socioambiental (ISA) entraram na trilha aberta pelos Yanomami rumo ao Yaripo acreditando no potencial da iniciativa como atividade econômica sustentável para a comunidade”, diz Assis.

“Chamamos a ICMBio e a Funai para nos apoiar nessa luta e conseguimos fazer a parceria com a ISA, que nos ajudou a construir o plano de visitação e nos apresentou a esse mundo”, relembra Renê. O plano foi feito em quatro anos, de forma colaborativa, entre organizações governamentais, não-governamentais e os Yanomami. Um dos principais pontos era o de proteção da fronteira e da socio biodiversidade, além do bem-estar dos povos.

Retornar com as visitações no Pico não foi uma tarefa fácil, mas com certeza, já está valendo a pena. O turismo na região contribui com o desenvolvimento da comunidade, além de trazer melhorias e suporte, vindo junto com as duas empresas que chegaram na região. “Podemos chamar o Projeto Yaripo de iniciativa, para que ele não tenha fim e continue trazendo o desenvolvimento para as comunidades indígenas do povo Yanomami, mas de forma ordenada, com cautela e sempre respeitando a singularidade deste povo ancestral”, comenta Sheldon Yupuri, facilitador e agente temporário ambiental do ICMBio.

Agora, após muitos anos de planejamento e desenvolvimento do plano junto às autoridades e lideranças indígenas, a Vivalá começa a operar o roteiro para o Pico da Neblina pelos próximos três anos. A temporada 24 e 25 na Vivalá terá 12 datas de saída, nas quais mais de 120 pessoas do mundo inteiro poderão participar de experiências sustentáveis pelo Brasil. Os viajantes terão a oportunidade de conhecer comunidades indígenas e os povos originários, mas também ribeirinhos, quilombolas, sertanejos e caiçaras, entre outros grupos.

Roteiro ao ponto mais alto do Brasil dura 15 dias

A expedição ao Pico da Neblina promovida pela Vivalá é uma jornada de 15 dias, ideal para amantes de grandes aventuras de trekking. Iniciando em São Gabriel da Cachoeira (AM), os participantes se preparam na pousada e exploram a cidade antes de embarcar numa viagem que combina estradas, voadeiras e trilhas profundamente imersivas. O roteiro atravessa paisagens diversas, desde a Serra dos Ventos até a densa floresta amazônica, guiando os viajantes até Maturacá e além e colocando o povo Yanomami como protagonista da terra sagrada. “A relação do povo Yanomami com o Pico da Neblina e a região é fundamental para entendermos a profunda ligação que os povos indígenas têm com a natureza. A integração deles com o meio ambiente é muito maior do que a nossa, e eles compreendem que fazemos parte da natureza e não a dominamos. A experiência com o povo Yanomami na maior terra indígena do Brasil nos ensina muito sobre a sabedoria ancestral, a inteligência e a capacidade de viver em harmonia com a natureza, aprendizados valiosos que nos inspiram a ter uma relação mais respeitosa com o meio ambiente”, complementa Daniel Cabrera.

Os primeiros dias são marcados por experiências autênticas, como receber bênçãos dos Pajés Yanomami e acampar em locais estratégicos como Irokae e Gavião. À medida em que a jornada avança, os desafios se intensificam com elevações íngremes e trilhas exigentes até o acampamento Laje, a 1.600 metros de altitude, oferecendo vistas impressionantes do Pico da Neblina. O ponto alto da expedição é a ascensão final ao acampamento Base, a 2.030 metros, preparando os aventureiros para a escalada final até os 2.995 metros. “Os cenários são deslumbrantes e lá você encontra uma Amazônia extremamente única: cheia de serras e de endemismos da flora por conta da altitude. Todos aqueles que pretendem subir o Pico da Neblina recebem uma bênção dos caciques (os ‘tuxauas’) para proteção durante toda a jornada. Os Yanomami reverenciam a montanha, que pra eles é viva, e o caminho deve ser feito com muito respeito à natureza e aos espíritos que ali habitam”, conta Letícia Cristina, produtora de experiências da Vivalá e que realizou uma ida piloto ao Pico, onde passou nove dias e se impressionou com a tamanha diversidade, seja de culturas, línguas ou até de vistas.

Após a conquista do pico mais alto do Brasil, os viajantes desfrutam de momentos de despedida com os Yanomami, compras de artesanato local e celebrações em São Gabriel da Cachoeira.

Serão somente 12 saídas e 120 vagas na temporada 2024/2025, entre setembro deste ano e dezembro do ano que vem para aventureiros de todo o mundo. O investimento é de R$17.500, que pode ser pago à vista por boleto ou transferência, parcelado via PIX ou em até 12x com juros no cartão de crédito.

A expedição inclui também treinamentos antes da viagem, hospedagem em pousada em São Gabriel da Cachoeira por quatro noites, duas noites na sede do projeto Yaripo em Maturacá e oito noites em acampamentos na floresta, transporte terrestre e aquático, equipamentos coletivos de acampamento, alimentação, taxa de entrada nas comunidades e uma equipe capacitada para guiar a expedição com grande atenção a segurança. Ainda há vagas disponíveis para a primeira expedição, que acontecerá em 7 de setembro. Para mais detalhes sobre o roteiro e reservas em setembro ou outras datas, acesse https://www.vivala.com.br/expedicoes/yaripo-pico-da-neblina.

Sobre a Vivalá

A Vivalá atua no desenvolvimento do Turismo Sustentável no Brasil promovendo experiências que buscam ressignificar a relação que as pessoas têm com o Brasil, sua biodiversidade e comunidades tradicionais. Atualmente, a Vivalá atua em 26 unidades de conservação do país, contemplando os biomas da Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado, Pantanal e Caatinga, e trabalha em conjunto com mais de 700 pessoas de populações indígenas, ribeirinhas, quilombolas, sertanejas e caiçaras.

Com 15 prêmios e reconhecimentos nacionais e internacionais, a Vivalá tem a confiança da Organização Mundial do Turismo, ONU Meio Ambiente, Braztoa, Embratur, Aberta, Fundação do Grupo Boticário e Yunus & Youth, além de ter uma operação 100% carbono neutro e ser uma empresa B certificada, tendo a maior nota no turismo do Brasil e a 7ª maior em todo o setor de turismo no mundo. Até junho de 2024, a Vivalá já embarcou mais de 4 mil viajantes, além de ter injetado mais de R$5 milhões em economias locais por meio da compra de serviços de base comunitária e consumo direto dos viajantes. Para mais informações, acesse https://www.vivala.com.br/.

(Fonte: Com Jéssica Amaral/DePropósito Comunicação de Causas)

Unicamp abre as portas para o dascenicas

Campinas, por Kleber Patricio

Imagens: espetáculos que integram o acervo do site dascenicas.com.br. Créditos: Divulgação.

O site dascenicas.com.br, fruto de um trabalho dedicado de garimpo de imagens e relatos sobre a história e as memórias do Departamento de Artes Cênicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), será apresentado no dia 12 de agosto, a partir das 17h30, no auditório da Adunicamp. Com apoio do ProAC (Programa de Ação Cultural) 2021, o site traz um acervo com mais de mil fotos do período de 1970 a 2000, destacando o significado do Departamento para o teatro brasileiro ao formar atores e artistas por meio de estudos e prática e sua importância para todos os que passaram por lá.

Estarão presentes no evento professores que estiveram à frente dos cursos de artes cênicas desde a década de 1970 até sua consolidação no Departamento, em 1985: o físico e idealizador do Instituto de Artes, Rogério Cézar de Cerqueira Leite, atualmente com 93 anos; Celso Nunes, que projetou o curso de Artes Cênicas; a coordenadora deste projeto de resgate histórico, Neyde Venezziano, os ex-professores Paulo Betti, Regina Braga, Reinaldo Santiago, Wanderley Martins, Helô Cardoso, Marcio Aurelio e Marcio Tadeu.

Denominado AlmanAC – Memórias do Curso de Artes Cênicas da Unicamp, o projeto foi realizado ao longo de quatro anos por cinco ex-alunos do Departamento que resgataram e organizaram fotos e recortes de jornais, realizaram entrevistas com os professores e colheram depoimentos de ex-alunos. O site reúne todo esse acervo, além de artigos inéditos de artistas e diretores e um podcast.

História das Artes Cênicas

Na década de 1970, um grupo de artistas comandado pelo diretor de teatro Celso Nunes iniciou o curso de Artes Cênicas em um barracão da Unicamp. No local aconteciam discussões, ensaios, leituras e peças de teatro, que deram origem à formação de alguns dos principais atores, diretores, dramaturgos, pesquisadores e professores do país. Em 1985 foi fundado oficialmente o Departamento de Artes Cênicas.

“O objeto da pesquisa na Unicamp era a arte do Brasil, com suas músicas, danças, diversidades culturais, sincretismos religiosos, dramaturgias e seu povo, diferente de outros cursos universitários de teatro que olhavam para a Europa e discutiam formas de linguagens texto-centradas”, explica a coordenadora do projeto e diretora de teatro Neyde Veneziano.

O conceito do projeto surgiu durante o primeiro ano de pandemia, quando ex-alunos, professores e ex-professores do Departamento de Artes Cênicas se juntaram virtualmente em um grupo no WhatsApp. “Organizar o site foi uma consequência desse encontro, gerando um trabalho árduo, intenso, criativo e merecedor de aplausos. Os ex-alunos coletaram e mapearam as memórias afetivas e os aprendizados, transformando-os em matéria-prima para o dascenicas.com.br”, afirma a professora Neyde.

Além do lançamento do site, no dia 13 de agosto serão realizadas duas mesas temáticas com os ex-professores e alguns convidados para levantar questões e analisar a ressonância do Departamento, desde os primeiros cursos sem local definido nos anos 1970, até os dias de hoje. É esperada a participação de alunos, ex-alunos e da comunidade artística para refletir sobre a importância desse curso de Artes Cênicas.

Além do ProAC, o projeto contou com o apoio, em sua fase final, da Pró-Reitoria de Cursos de Extensão, Instituto de Artes, Adunicamp e SESC Campinas.

Ficha técnica

Lançamento do site dascenicas.com.br – projeto viabilizado por Edital ProAC Nº 38/2021

Local: Adunicamp – Av. Érico Veríssimo, 1479 – Cidade Universitária, Campinas (SP)

Data e horário: 12 de agosto | 17h30

Mesas Temáticas – 13 de agosto:

10h – Mesa Temática 1 – Baú de memórias, registros pessoais e afetivos da história das Artes Cênicas da Unicamp – como podem se relacionar com o Departamento hoje?

14h30 – Mesa Temática 2 – Brasilidades: características tão marcantes do curso de Artes Cênicas da Unicamp.

O site dascenicas.com.br é fruto do projeto AlmanAC – Memórias do curso de Artes Cênicas da Unicamp – levantamento de iconografia, gravação de relatos de ex-alunos e realização de entrevistas com ex-professores, sobre o processo de criação e os primeiros anos (1985–2000) do Departamento de Artes Cênicas da Unicamp.

Proposta e coordenação: Neyde Veneziano

Produção, levantamento de iconografia e depoimentos, realização de entrevistas, narrações, criação de roteiros: Ana Célia Padovan, Carla Hossri, Daniele Pimenta, João André Garboggini e Mônica Sucupira.

Produção de podcasts: Débora Lima.

Edição de vídeos entrevistas e podcasts: Augusto Spoto.

Edição minidocumentários: João Barim e Mariana Sucupira.

Projeto gráfico: João Barim/Parênteses.

Webdesign: Leandro Pereira/Parênteses.

(Fonte: Carol Silveira Assessoria de Comunicação)

The Cosmos Experience e Acafi apresentam espetáculo ‘A Preciosa Sinfonia’ com trilha sonora de ‘O Senhor dos Anéis’

Indaiatuba, por Kleber Patricio

A The Cosmos Experience anuncia um espetáculo único e imperdível para os amantes da música e do cinema: ‘A Preciosa Sinfonia’, que traz para Indaiatuba a trilha sonora do filme ‘O Senhor dos Anéis’. Este evento especial acontecerá no dia 10 de agosto, às 19h00, no Ciaei.

O filme ‘O Senhor dos Anéis’, baseado na aclamada obra literária de J.R.R. Tolkien, é um épico de fantasia que transporta os espectadores para a Terra Média, um mundo repleto de magia, heroísmo e aventuras. O livro, originalmente publicado em três volumes entre 1954 e 1955, é considerado um dos maiores clássicos da literatura fantástica, e sua adaptação cinematográfica, dirigida por Peter Jackson, recebeu elogios mundiais pela sua grandiosidade e pela fidelidade ao material original.

Tolkien, além de um escritor brilhante, foi um linguista e criador de idiomas, inventando o élfico e outros idiomas para enriquecer o seu universo ficcional. A trilogia de filmes, lançada entre 2001 e 2003, contou com um elenco estelar, incluindo Elijah Wood, Ian McKellen e Cate Blanchett, e se destacou pela inovação técnica e pela profundidade emocional da narrativa.

Neste espetáculo, a Associação Camerata Filarmônica de Indaiatuba (Acafi), uma das mais prestigiadas orquestras da região, trará a majestosa trilha sonora de ‘O Senhor dos Anéis’ à vida. A Acafi é conhecida por sua ampla experiência com trilhas sonoras e por sua versatilidade, tendo se apresentado em espetáculos como o de Frozen, da Disney, em 2023, e participado da gravação do DVD da Banda Rosa de Saron.

A orquestra é liderada pela maestra Natália Larangeira, uma pioneira no cenário musical e fundadora da Acafi, com uma carreira que inclui regências em importantes orquestras do Brasil, Argentina e Europa. Para esta apresentação especial, o jovem e talentoso regente Alexandre Cruz conduzirá a orquestra e a preparação do coro estará a cargo do maestro e cantor Rafael Leandro Gouveia, que está à frente do Madrigal Acafi.

Os ingressos para ‘A Preciosa Sinfonia’ podem ser adquiridos pelo link https://www.ticketfire.com.br/evento/3533/a-preciosa-sinfonia-sao-paulo.

Sobre a The Cosmos Experience Brazil | A The Cosmos Experience Brazil é uma produtora especializada em trilhas sonoras de filmes, animes e games. Com uma vasta gama de espetáculos em cartaz por todo o Brasil, a empresa oferece experiências musicais imersivas com trilhas de obras icônicas como ‘Cavaleiros do Zodíaco’ e ‘Game of Thrones’, encantando fãs e público em geral com sua dedicação e paixão pela música.

Para mais informações, entrevistas e materiais adicionais, entre em contato pelo número (19) 98303-7213, marketing@cameratafilarmonica.org ou www.cameratafilarmonica.org.

Data do evento: 10 de agosto de 2024 | Horário: 19h00

Local: Centro Integrado de Apoio à Educação de Indaiatuba – Ciaei

Link para compra de ingressos: https://www.ticketfire.com.br/evento/3533/a-preciosa-sinfonia-sao-paulo.

(Fonte: Camerata Acafi)