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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Dia do Idoso: invisibilidade de pessoas LGBTQIA+ ganha contornos ainda maiores na terceira idade

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Getty Images/Unsplash.

No dia 1º de outubro é comemorado o Dia do Idoso e dentro desse grupo, que já enfrenta algumas dificuldades por conta do estigma associado ao envelhecimento, ainda existe uma parcela dessas pessoas que também enfrentam a dupla marginalização devido ao preconceito por sua orientação sexual ou identidade de gênero. “A população LGBTQIA+ mais velha tem um histórico de resistência e luta por direitos. Muitas dessas pessoas foram pioneiras em movimentos sociais e ativismos, enfrentando a opressão e contribuindo para a conquista de direitos que temos hoje. No entanto, ao envelhecerem, muitas se encontram em ambientes que não reconhecem suas identidades ou necessidades específicas, resultando na falta de apoio adequado”, explica Amara Moira, coordenadora de Educação, Exposições e Programação Cultural do Museu da Diversidade Sexual.

Ainda existe um estranhamento da sociedade com pessoas LGBTQIA+ idosas. Um exemplo marcante ocorreu em 2015, quando a TV Globo exibiu a novela ‘Babilônia’, que apresentava um casal de senhoras lésbicas octogenárias, interpretadas por Nathalia Timberg e Fernanda Montenegro. Após a exibição de um beijo entre as personagens no terceiro capítulo, a audiência registrou uma queda significativa. Matérias da época relataram que a emissora decidiu cortar cenas de beijo após fazer pesquisas junto a telespectadores, que revelaram que, embora aprovassem as personagens, preferiam não ver cenas de beijo entre elas.

Nesse contexto social, espaços como o Museu da Diversidade Sexual são importantes para o acolhimento e também preservação da memória da cultura LGBTQIA+. A exposição ‘Pajubá: a hora e vez do close’ traz o documentário ‘LGBT+60: corpos que resistem’, obra audiovisual que documenta as vivências e experiências da população LGBTQIA+ na terceira idade. Além de exposições, o museu tem ações especiais como a Terapia Comunitária Integrativa, encontros organizados para que pessoas diversas possam ter um espaço de acolhimento e escuta ativa. Assim, os participantes podem transformar um grupo impessoal em uma comunidade solidária que legitima sua história e reconhece os valores de sua cultura. O encontro é aberto para todas as idades e, em outubro está marcado para o dia 19 às 14h.

O medo de não envelhecer ou de envelhecer sozinho

A preocupação da população LGBTQIA+ com a velhice começa muito cedo, pois existe um receio de sequer conseguir alcançá-la. A expectativa de vida de alguns membros da comunidade não é nada animadora. Em 2023, o Brasil foi eleito pelo 14° ano consecutivo como o país com mais homicídios de pessoas transexuais, de acordo com o relatório da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra). A associação também estima que a expectativa de vida de uma pessoa trans é de apenas 35 anos.

Como parte da comunidade ainda enfrenta a resistência de aceitação e respeito da família, existe também o medo de envelhecer sozinho carecendo de cuidados. Outros receios como discriminação em serviços de saúde, falta de reconhecimento da identidade de gênero ou da orientação sexual, precariedade financeira e desconexão da comunidade LGBTQIA+ também existem. “Embora a velhice possa trazer algumas limitações, é importante fazer um esforço para frequentar espaços que ainda nos representam, conectar-se com nossos semelhantes e cultivar um sentimento de pertencimento. O Museu da Diversidade tem como objetivo não apenas preservar a história da comunidade LGBTQIA+, mas também criar conexões genuínas e servir como uma rede de apoio para todas as gerações, valorizando, também, a diversidade entre os mais velhos. Pois sem eles, talvez nem estivéssemos onde estamos”, conclui Amara.

Sobre o Museu da Diversidade Sexual | O Museu da Diversidade Sexual de São Paulo é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas destinada à memória, arte, cultura, acolhimento, valorização da vida, agenciamento e desenvolvimento de pesquisas envolvendo a comunidade LGBTQIA+ contemplando a diversidade de siglas que constroem hoje o MDS e seu reconhecimento pela sociedade brasileira. Trata-se de um museu que nasce e vive a partir do diálogo com movimentos sociais LGBTQIA+, se propõe a discutir a diversidade sexual e de gênero e tem, em sua trajetória, a luta pela dignidade humana e promoção por direitos, atuando como um aparelho cultural para fins de transformação social.

(Fonte: Com Mariana Mimoso/Pine PR)

Demônios da Garoa & Toquinho estrelam Série Encontros Históricos na Sala São Paulo neste sábado (5)

São Paulo, por Kleber Patricio

Demônios da Garoa. Foto: Divulgação.

Em 2024, a Sala São Paulo traz para seu palco mais uma temporada da popular série Encontros Históricos. Após quatro edições recebendo grandes nomes da nossa música popular acompanhados da Brasil Jazz Sinfônica, entre 2020 e 2023, a atual safra de concertos conta com novidades: formado por 20 músicos brasileiros, o grupo instrumental São Paulo Big Band é agora o residente do projeto. E a quinta data deste ano terá como convidados o tradicional grupo Demônios da Garoa ao lado do cantor e compositor Toquinho, no próximo sábado (5/out), às 21h – ainda há duas performances até o fim do ano; saiba mais sobre elas no site oficial.

Toquinho. Foto: Marcos Hermes.

A edição de 2024 teve início dia 13/abr com Fernanda Abreu e Paula Lima cantando sucessos da Rainha do Rock Rita Lee (1947–2023). Os cariocas Xande de Pilares e Wilson Simoninha, por sua vez, foram os convidados em maio. O catarinense Vitor Kley e a mineira Roberta Campos foram as atrações do terceiro encontro, em junho. Os instrumentistas, compositores e cantores Di Ferrero (da banda NX Zero) e Edgard Scandurra (do grupo Ira!) estrelaram o projeto em agosto e Sandra Sá e Izzy Gordon fizeram um espetáculo muito divertido em setembro. Em outubro, será a vez de grandes representantes do samba e da bossa nova: o lendário conjunto Demônios da Garoa e o cantor e compositor Toquinho. Os ingressos já estão esgotados, mas todos os concertos da série têm transmissão ao vivo no canal oficial da Sala São Paulo no YouTube.

Foram inúmeros os momentos marcantes nesses quatro anos de projeto, como os duetos entre Erasmo Carlos & Roberta Sá, Ivan Lins & MP4, João Donato & Marcos Valle, Paulinho da Viola & Família, Alcione & Martinho da Vila, Daniela Mercury & Maria Gadú, Gilberto Gil & Aldo Brizzi, Céu & Vanessa da Mata, Tulipa Ruiz & Liniker e Simone & Zé Ibarra, entre outras performances inesquecíveis no palco da Sala. “Em 2024, na quinta edição dos Encontros Históricos na Sala São Paulo, seguimos recebendo grandes ícones da MPB no palco da Sala São Paulo. Como novidade, temos a alegria de dar as boas-vindas à São Paulo Big Band, que acompanhará os artistas convidados. Um grupo instrumental criado em 2021 e que tem despontado no cenário brasileiro. Com isso, promoveremos uma nova experiência artística ao público”, afirma Marcelo Lopes, diretor executivo da Fundação Osesp, instituição idealizadora do projeto e responsável pela gestão da Sala São Paulo.

Sobre a São Paulo Big Band

São Paulo Big Band. Foto: Íris Zanetti.

A São Paulo Big Band une o instrumental refinado do universo das big bands à música popular brasileira e latino-americana. Com arranjos exclusivos que abrangem Bossa Nova, samba, choro, frevo e vários outros ritmos brasileiros, a banda oferece uma interpretação contemporânea de melodias intemporais. Criado em 2021, o conjunto solidificou rapidamente sua posição como uma das principais big bands do país. É composto por 20 membros permanentes, com uma formação dinâmica que inclui cinco saxofones, quatro trombones, quatro trompetes, bateria, guitarra, contrabaixo, percussão e piano. Já foi atração principal em inúmeros festivais prestigiados e se apresentaram em espaços culturais de renome em todo o Brasil proporcionando performances eletrizantes como uma big band independente, ao lado de orquestras sinfônicas e colaborando com convidados como Daniela Mercury, João Bosco, Paula Lima, Simoninha, Ana Cañas, Vanessa Moreno, Toquinho, Ed Motta e Carlinhos Brown. Em 2024 faz sua estreia no projeto Encontros Históricos na Sala São Paulo, a convite da Fundação Osesp.

A quinta edição da série Encontros Históricos na Sala São Paulo tem o patrocínio de Itaú, Porto, B3, Volkswagen Financial Services e EMS Farmacêutica, copatrocínio de Cebrace, Vivo e Embraer, apoio de Mattos Filho, Bain & Company e AlmavivA do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e ProAC ICMS. Realização: Fundação Osesp, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, Ministério da Cultura e Governo Federal – União e Reconstrução.
PROGRAMA

ENCONTROS HISTÓRICOS: DEMÔNIOS DA GAROA & TOQUINHO
SP BIG BAND
DEMÔNIOS DA GAROA voz e instrumentos
TOQUINHO voz e violão
Chico BUARQUE | Feijoada Completa [arranjo de Jesse Sadok]
Jorge Ben JOR | Mas Que Nada [arranjo de Rafael Rocha]
PIXINGUINHA | Um a Zero [arranjo de Bruno Santos]
Chico BUARQUE, TOQUINHO e Vinícius de MORAES | Samba de Orly [arranjo de Welbert Dias]
Chico BUARQUE e TOQUINHO | Samba pra Vinícius [arranjo de Gustavo Villas Boas]
Jorge Ben JOR e TOQUINHO | Que Maravilha [arranjo de Débora Gurgel]
TOQUINHO
O Caderno [arranjo de Feldeman Oliveira]
Aquarela [arranjo de Welbert Dias]
Adoniran BARBOSA
Trem das Onze [arranjo de Rafael Rocha]
Saudosa Maloca [arranjo de Rafael Rocha]
Tiro ao Álvaro [arranjo de Gustavo Bugni] }
Samba do Arnesto [arranjo de Débora Gurgel]
Expedito MACHADO | A Grande Família [arranjo de Rafael Rocha]
TOQUINHO, Marília MEDALHA e Vinícius de MORAES | Tarde em Itapuã [arranjo de Rafael Rocha]
TOQUINHO e Vinícius de MORAES | Regra Três [arranjo de Rafael Rocha].
Serviço:

5 de outubro, sábado, às 21h00 – Concerto Digital
Endereço: Sala São Paulo | Praça Júlio Prestes, 16
Taxa de ocupação limite: 1.484 lugares
Recomendação etária: 07 anos
Ingressos: de R$39,60 a R$210,00 (valores inteiros) – Esgotados
Bilheteria (INTI): neste link | (11) 3777-9721 (de segunda a sexta, das 12h às 18h)
Estacionamento: R$35,00 (noturno e sábado à tarde) | 600 vagas; 20 para pessoas com deficiência; 33 para idosos.

A Sala São Paulo é um equipamento do Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, gerenciada pela Fundação Osesp, Organização Social da Cultura.

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(Fonte: Com Fábio Rigobello/Osesp)

Casa de Natal do Hotel Casa da Montanha começa no dia 24 de outubro

Gramado, por Kleber Patricio

Os Boticários da Casa de Natal do hotel Casa da Montanha. Foto: Sergio Azevedo.

O icônico hotel Casa da Montanha, em Gramado, tem um histórico genuíno com o Natal: seu fundador foi um dos idealizadores do Natal Luz de Gramado, evento que se tornou o ponto alto do turismo na Serra Gaúcha. E todo este clima que envolve a cidade pode ser sentido também em suas dependências a partir do dia 24 de outubro, quando ele se transforma na ‘Casa de Natal’ e ganha novos ares com decoração e programação natalina que encantam e complementam a viagem de quem vai para lá neste período.

A programação no hotel já começa com shows no café da manhã, onde o Coral da Montanha se reveza com o Papai Noel e os Boticários da Montanha em apresentações musicais; tem o escritório do Papai Noel, onde as crianças podem escrever suas cartinhas para o bom velhinho e tem a experiência Um Sonho de Natal, que transforma as crianças em ajudantes do Noel, entre outras atividades. O show com projeção de luzes e som que é realizado diariamente em sua fachada sempre às 20h00, entra no clima especial de Natal trazendo toda a magia do Casa para fora do hotel. E as ceias de Natal e Ano Novo irão surpreender: serão no Giostra Cucina, restaurante do Casa da Montanha inaugurado este ano, que em pouco tempo de operação se tornou um ponto da mais alta gastronomia em Gramado. Veja a programação completa da “Casa de Natal” e já garanta sua reserva para poder viver tudo isso:

Café com Noel | Acordar na casa do Papai Noel é a certeza de encontrá-lo no café da manhã. Como quem acorda em sua casa e na companhia de seus ajudantes, o bom velhinho canta e encanta a todos com uma apresentação musical exclusiva e emocionante. Às terças, sextas e domingos, às 8h30, 10h30 e 12h30.

Os Boticários | Os Boticários da Montanha são seres mágicos e alegres que trabalham para manter o espírito do Natal vivo no coração das pessoas. Cada um tem uma missão e só podem ser vistos pelos humanos na época do Natal. Apresentação às quartas e Sábados, às 8h30, 10h30 e 12h30.

Coral da Montanha | Um encantador coro natalino de quatro vozes invade o café da manhã e preenche de música e emoção os ouvidos e corações de cada família no melhor momento do dia. Apresentação às segundas e quintas, às 8h30, 10h30 e 12h30.

O Escritório do Noel | Em um cenário mágico, as crianças podem escrever suas cartinhas de pedidos ao Papai Noel – e ele lê uma a uma. Durante a visita, em um momento exclusivo para família, é a oportunidade perfeita para registrar a foto oficial com o bom velhinho. De sexta a quarta, às 13h00.

Christmas Jazz | Nos embalos das festividades natalinas, uma boa música para acompanhar momentos especiais vividos na Casa de Natal. Uma banda de jazz encanta e emociona todos que se aconchegam na sala de estar ou no bar El Perro. No repertório, a clássica trilha sonora dessa época emocionante. Às quartas, sextas e sábados, às 19h00.

Contos de Natal | Em noites especiais, a magia e a imaginação ganham vida através dos Contos de Natal, quando Papai Noel reúne crianças de todas as idades para, antes de dormir, contar suas fantásticas histórias de Natal. Às quartas, sextas e domingos, às 21h00.

Um Sonho de Natal | É uma experiência mágica que transforma a criança em ajudante do Papai Noel. Ao chegar no quarto, ela encontrará uma mochila com um kit completo da Academia de Ajudantes do Noel e receberá as instruções das surpresas que a aguardam. Serão vários desafios para deixar tudo pronto até o Natal; entre eles, uma oficina onde os próprios ajudantes irão produzir brinquedos que serão doados para crianças de projetos sociais da cidade. E para completar esse sonho, ao cumprir as tarefas da Academia a criança ganhará um certificado oficial de ajudante do Papai Noel, entregue pelo Bom Velhinho em um momento especial com direito a uma linda foto-lembrança. Esta é a única experiência contratada à parte da Extraordinária Casa de Natal, no ato da reserva ou na recepção do hotel (Valor de R$990,00 + 10% de taxas).

Ceias de Natal e Ano Novo | A gastronomia do Giostra Cucina, o novo restaurante do Casa da Montanha, estará presente nos jantares de fim de ano. Será preparado um cardápio mais que especial, com pratos tradicionais e criativos que contam verdadeiras histórias. Para o Natal, também tem música ao vivo com uma banda de jazz, show natalino com cantores e dançarinos e entrega de presentes pelo Papai Noel. No Réveillon, ainda tem show de fogos e festa da virada com DJ. As reservas devem ser feitas com antecedência no hotel.

Serviço:

Hotel Casa da Montanha

Avenida Borges de Medeiros, 3166, Gramado/RS

Tel.: (54) 3295-7575

Para hospedagem com a programação de Natal inclusa: diárias a partir de R$1.504,00 + 10% em apartamento luxo para até 2 adultos + 1 criança de até 6 anos

Ceia de Natal: R$2.290,00 (adulto) e R$990,00 (criança de 2 a 10 anos) + 10% taxa de serviço

Ceia de Ano Novo: R$2.290,00 (adulto) e R$990,00 (criança de 2 a 10 anos) + 10% taxa de serviço

Obs: Durante a Casa de Natal é possível reservar o café da manhã com apresentações especiais para não hóspedes, sempre no último horário e conforme disponibilidade. Valor: R$199,00 por pessoa. Crianças até 5 anos não pagam; de 6 a 12 anos pagam R$99,50 + 10%; a partir dos 13 anos, valor integral. reservas@casahoteis.com.br |  www.casadamontanha.com.br

Sobre o Casa da Montanha

Quem se hospeda no Casa da Montanha, em Gramado, tem um único sentimento: o de sentir-se em casa. O icônico hotel, idealizado pelo criador do chocolate caseiro de Gramado e do Brasil, arranca suspiros dos visitantes que passeiam pela principal rua da cidade, a Borges de Medeiros. Sua imponente arquitetura em madeira é agraciada pelo som de um carrossel que passa a mensagem de que “um clássico nunca perde seu encanto”. Essa talvez seja a palavra que melhor defina o Casa da Montanha: encantamento. Pensado para casais e famílias, o hotel possui infraestrutura de lazer completa e acomodações superconfortáveis. Como em uma casa, cada categoria de quarto tem uma decoração diferente, todas criadas pela designer de interiores proprietária do hotel.  Serviços de excelência e experiências personalizadas são criadas para cada ocasião. O bem-estar está presente em cada cantinho e no exclusivo Spa by L’Occitane en Provence, único em Gramado. E os sabores? A gastronomia é outro ponto forte da hospedagem com o novo Giostra Cucina, especializado na culinária italiana, e no El Perro Bar e Snackeria. E aqui se toma um dos melhores café da manhã da cidade.

(Fonte: Com Sandra Schkolnick/B4Tcomm)

‘A Viagem do Jiló’, com direção de Fernando Sampaio, estreia em outubro

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Herbert Baratella.

Ao lado do seu fiel escudeiro Cachorro Caramelo, o palhaço Jiló embarca em uma aventura de bicicleta de São Paulo até a cidade de Olinda – esse é o ponto de partida do espetáculo circense ‘A Viagem do Jiló’, que celebra os 20 anos de carreira de Giba Freitas e faz sua temporada de estreia entre os dias 8 e 28 de outubro com sessões gratuitas nos parques e nos CEUs da cidade. A direção é do artista Fernando Sampaio, ator e palhaço fundador da Cia LaMínima de Teatro e diretor artístico do Circo Zanni. “O trabalho conta a história de um palhaço que vê uma notícia de que o Carnaval de Olinda não vai mais existir e resolve investigar se isso é falso ou não. Ele sobe em sua bike e, assim que passa pelo Parque Ibirapuera, encontra um cão caramelo que se torna seu parceiro inseparável”, conta Giba.

O público acompanha essa aventura divertindo-se com números clássicos da palhaçaria criados a partir de uma pesquisa de teatro de circo com música ao vivo executada pelo artista Maral. A cenografia e o figurino são assinados por Andreas Mendes. Para as vestimentas, a inspiração foi em figuras como Charlie Chaplin, O Gordo e o Magro e os palhaços dos grandes circos. Já o cenário é formado por uma estrutura que remete à lona do circo e a um mapa de viagem.

Criação

O espetáculo nasceu a partir de uma experiência mambembe de Giba Freitas. Em dezembro de 2022, ele embarcou em uma cicloviagem com a palhaça Formiga (Marisa Silva) para chegar até o Recife a tempo de aproveitar o Carnaval. Depois, os amigos seguiram por mais 150 km até a Paraíba, complementando mais um estado.

Durante o trajeto, o artista começou a refletir sobre como os costumes são importantes para a criação de uma identidade coletiva. E, a partir disso, quis investigar quais seriam as identidades de cada região do Brasil hoje: o que ficou pelo caminho e o que está enraizado em nós?

Giba encontrou figuras clássicas do imaginário brasileiro, como o caipira, as vizinhas, as madames, as famílias tradicionais decadentes e os caboclos. Então, ele buscou a essência de todos esses personagens, considerados até arquétipos, para falar com crianças e adultos sobre a imensidão que é o nosso Brasil. Assim, os espectadores das mais variadas idades poderão pensar sobre a diversidade cultural brasileira, principalmente em tempos de extrema polarização. “É necessário que o Brasil conheça o Brasil para que aprenda de fato a respeitá-lo”, defende o artista.

O Cão Cantarolante

Giba Freitas também faz uma circulação gratuita por bibliotecas da cidade do número ‘O Cão Cantarolante’, extraído de ‘A Viagem do Jiló’. A ideia é que, quando a dupla de amigos chega em Alagoas, percebe que está sem comida e sem dinheiro. “Jiló decide criar um número musical e eis que Caramelo começa a cantar e alega que o palhaço está abusando da beleza dele”, completa. Trata-se de uma apresentação com duração de 15 minutos que explora diversas técnicas, como palhaçaria clássica, manipulação de bonecos, dublagem e lip Sync.

A circulação começou dia 11 de setembro na Biblioteca Belmonte, em Santo Amaro, e na sequência vieram Biblioteca Malba Tahan, no Jardim Susana, a Álvares de Azevedo, na Vila Maria, a Anne Frank, no Itaim Bibi, a Mauro Vasconcelos, no Parque Edu Chaves, a Affonso Taunay, na Mooca; a Garoto Cidadão, na Cidade Nova Heliópolis e a Biblioteca Hans Christian Andersen, no Tatuapé, no dia 23 de setembro. Outras sessões estão sendo negociadas.

Sinopse | Jiló está de bike equipada para seguir rumo a maior festa do Brasil quando se depara com um cachorro caramelo cansado das ruas e precisando de um pouco de energia. De carona na bike, a dupla encontrará muitos desafios, aventuras, riso e diversidade. O trabalho é uma homenagem à identidade plural brasileira, enfatizando a beleza das diferenças e misturando a tradicionalidade do circo e o momento atual, ao tempo em que explora musicalidade e técnicas de manipulação de bonecos, dando vida a personagens inimagináveis.

FICHA TÉCNICA

Direção: Fernando Sampaio

Texto: Paulo Rogério Lopes

Elenco: Giba Freitas e Maral

Assistência de direção: Marisa Silva

Cenário e figurinos: Andreas Mendes

Bonequeiro: Murilo Cesca

Direção musical e trilha sonora ao vivo: Maral

Preparação corporal: Larissa Pretti

Voz off: Gabriel Granado

Motorista: Naná Ladeira

Traquitanas: Leandro Cenci

Artistas provocadores: Cida Almeida, Lindsay Castro Lima, Thiago Dias e Bete Dorgam

Produção: Bruna Burkert

Coprodução: Híbrida Arte e Cultura.

Serviço:

A Viagem do Jiló

De 8 a 28 de outubro de 2024

Ingressos grátis

Duração: 50min | Classificação: 7 anos

Programação:

Dia 8/10, terça, às 14h: CEU Guarapiranga (Estr. da Baronesa, 1120 – Parque Bologne, São Paulo – SP)

Dia 9/10, quarta, às 10h: CEU Capão Redondo (Rua Daniel Gran, s/n – Jardim Modelo, São Paulo – SP)

Dia 9/10, quarta, às 14h: CEU Paraisópolis (Rua Doutor José Augusto de Souza e Silva, S/N – Jardim Parque Morumbi – SP)

Dia 19/10, sábado, às 11h: Parque do Carmo (Av. Afonso de Sampaio e Souza, 951 – Itaquera, São Paulo – SP)

Dia 20/10, domingo, às 13h: Parque Nabuco (R. Frederico Albuquerque, 120 – Jardim Itacolomi, São Paulo – SP)

Dia 21/10, segunda, às 10h: CEU Uirapuru (R. Nazir Miguel, 849 – Jardim João XXIII, São Paulo – SP)

Dia 23/10, quarta, às 10h: Parque Piqueri (R. Tuiuti, 515 – Tatuapé, São Paulo – SP)

Dia 23/10, quarta, às 16h: Centro Cultural Penha (Largo do Rosário, 20 – Penha de França, São Paulo – SP)

Dia 24/10, quinta, às 10h: CEU Carrão (Rua Monte Serrat, 380 – Tatuapé, São Paulo – SP)

Dia 24/10, quinta, às 15h: Pombas Urbanas (Av. dos Metalúrgicos, 2100 – Cidade Tiradentes, São Paulo – SP)

Dia 28/10, segunda, às 10h: CEU Jaçanã (R. Francisca Espósito Tonetti, 105 – Jardim Guapira, São Paulo – SP)

Dia 28/10, segunda, às 14h: CEU Tremembé (Rua Adauto Bezerra Delgado, 94 – Parque Casa de Pedra – São Paulo – SP).

(Fonte: Com Daniele Valério/Canal Aberto Assessoria de Imprensa)

Teatro do Fim do Mundo faz temporada do espetáculo ‘O Caso Meinhof’ no TUSP Butantã

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Cacá Bernardes.

De 4 a 13 de outubro de 2024, sextas-feiras e sábados às 20h, domingos às 18h, com entrada gratuita, o Teatro do Fim do Mundo (@teatrodofimdomundo) apresenta o espetáculo ‘O Caso Meinhof’ no Teatro da Universidade de São Paulo – TUSP Butantã, que fica no Butantã, Zona Oeste da cidade de São Paulo.

‘O Caso Meinhof’ discute o fracasso e a herança dos movimentos revolucionários do século XX, além de debater a presença das mulheres na liderança de processos políticos, entre outros temas que se mostram urgentes no Brasil de hoje. O espetáculo é livremente inspirado no texto ‘Ulrike Maria Stuart’, da ganhadora do Nobel de literatura Elfriede Jelinek. Lançada logo após a premiação com o Nobel em 2004, a peça é considerada como a mais importante de Elfriede Jelinek, autora fundamental para a dramaturgia contemporânea apesar de sua obra ainda ser pouquíssima encenada no Brasil.

A narrativa parte da história da RAF (ou Grupo BaaderMeinhof), grupo terrorista alemão dos anos 70 liderado por duas mulheres: Ulrike Meinhof e Gudrun Ensslin. Entre os momentos curiosos que rondam essa organização, está o fato de que seus quatro principais integrantes tiveram seus cérebros retirados para estudos após morrerem na prisão. Houve inclusive quem afirmasse que uma lesão no cérebro de Ulrike teria sido responsável pelo comportamento violento e consequentemente sua atividade de terrorista. Somente décadas depois, a filha (já adulta) de Meinhof conseguiu na justiça reaver e enterrar o cérebro da mãe. Ocasião em que também se descobriu que os três outros haviam desaparecido misteriosamente.

A partir desses estranhos fatos, a peça do Teatro do Fim do Mundo inventa o misterioso roubo do cérebro de Ulrike por parte de seus filhos, que o teriam preservado em um vidro para se comunicar com ele a fim de investigar a verdade sobre a morte da mãe. Nesta investigação, eles criam um podcast e, a cada episódio, confrontam um entrevistado envolvido na história usando meios pouco convencionais de comunicação, inclusive com os mortos.

Ao tratar de temas fundamentais para pensar o tempo em que vivemos – o aparente fracasso dos projetos revolucionários, o perigo da violência autoritária por parte de quem deseja mudar o mundo, e ao mesmo tempo a impossibilidade de se conformar a uma ideia de que o mundo não pode ser transformado – a peça se faz urgente em um contexto brasileiro de crise profunda, em que a imaginação política se vê travada pelo peso excessivo dos vícios históricos do país.

Para narrar essa história, o Teatro do Fim do Mundo transformou a trajetória de vida da terrorista Ulrike Meinhof em um podcast que é apresentado em cena pelos filhos da guerrilheira. A história é dividida em três episódios com 50 minutos cada e o público escolhe se quer ver cada um deles de maneira independente ou assistir a todos juntos em um espetáculo de quase 3 horas de duração com dois intervalos. Mas a peça também pode ser lida como uma disputa entre três figuras – um pai, uma mãe e a rival desta – pela influência sobre os filhos do casal.

Essa trama aparentemente banal, digna de um drama familiar, é na verdade metáfora para os rumos da esquerda no fim do século XX e início do XXI. E o grupo parte desse conflito de gerações para criar uma proposta de encenação. Para tal, reuniram duas gerações de artistas de teatro, materializando assim a disputa travada na peça.

A apresentação faz parte do projeto contemplado pelo Edital ProAC Nº 02/2023 – Teatro / Circulação de Espetáculo. Informações: www.instagram.com/teatrodofimdomundo  e www.facebook.com/teatrodofimdomundo.

Ficha técnica: livremente inspirado em Ulrike Maria Stuart, de Elfriede Jelinek. Direção: Clayton Mariano e Maria Tendlau. Tradução e dramaturgismo: Artur Kon. Elenco: Artur Kon, Carla Massa, Clayton Mariano, Maria Tendlau, Mariana Otero e Marilene Grama. Direção de arte e material gráfico: Renan Marcondes. Cenotecnia: Matias Arce. Desenho de luz, direção e operação técnica: Cauê Gouveia. Trilha original: Renato Navarro. Confecção das golas: Antonio Slusarz. Fotografia: Cacá Bernardes. Registro em vídeo: Bruta Flor Filmes. Assessoria de imprensa: Luciana Gandelini de Souza. Assistente de produção: Mariana Pessoa. Direção de produção: AnaCris Medina – Jasmim Produção Cultural.

Serviço:

Espetáculo ‘O Caso Meinhof’ com Teatro do Fim do Mundo

Sinopse: Livremente inspirada no texto ‘Ulrike Maria Stuart’, da ganhadora do Nobel de literatura Elfriede Jelinek, a peça parte de uma história curiosa do RAF, grupo terrorista alemão dos anos 70. Após a morte na prisão de seus principais integrantes, seus cérebros foram retirados para estudos, incluindo o de Ulrike Meinhof, que acabou sendo enterrado após muitos anos de investigação, sendo que os outros três desapareceram. A partir desses estranhos fatos, a peça do Teatro do Fim do Mundo inventa o misterioso roubo do cérebro de Ulrike por parte de seus filhos, que o teriam preservado em um vidro para se comunicar com ele a fim de investigar a verdade sobre a morte da mãe. Nesta investigação, eles criam um podcast e, a cada episódio, confrontam um entrevistado envolvido na história e usam meios pouco convencionais de comunicação, inclusive com os mortos.

Duração: 120 minutos

Quando: 4, 5, 6, 11, 12 e 13 de outubro de 2024 – Horário: sextas-feiras e sábados às 20h, domingos às 18h

Onde: Teatro da Universidade de São Paulo – TUSP Butantã – Endereço: Rua do Anfiteatro, 109 acesso pela lateral direita do prédio, ao lado do bloco C – Butantã – São Paulo (SP) – Informações: (11) 3123-5222

Grátis – Distribuição de ingressos uma hora antes do espetáculo na bilheteria do teatro

Classificação: 14 anos

Acessibilidade: Sim – Capacidade: 60 lugares. Estacionamento: sim.

(Fonte: Com Luciana Gandelini)