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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Galeria Marilia Razuk apresenta exposição ‘Das paisagens, dessas que vêm aos lábios’, com Maria Andrade e Raquel Garbelotti e curadoria de Galciani Neves

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

A Galeria Marilia Razuk apresenta a exposição ‘Das paisagens, dessas que vêm
aos lábios’ com Maria Andrade e Raquel Garbelotti e curadoria de Galciani Neves. A mostra propõe um diálogo entre trabalhos de Maria Andrade e Raquel Garbelotti e seus processos, que lidam com distintas ideias de paisagem contemporaneamente. Das paisagens, dessas que vêm aos lábios destaca as singularidades de poéticas das duas artistas, ao passo que acentua como a paisagem ou até mesmo o meio ambiente, algo que a princípio seria externo, se torna uma instância que atravessa nosso ser, nosso corpo e atua intensamente na percepção que temos de mundo.

A curadora Galciani Neves destaca como o espaço expositivo vai evidenciar os diferentes suportes, pesquisas e materialidades de Maria e Raquel e como os relatos de paisagens criados pelas artistas se entrelaçam.

Enquanto Maria Andrade utiliza a pintura como linguagem majoritária, na qual pinta paisagens inventadas de sua memória numa interlocução entre consciente e inconsciente – pois ao mesmo tempo que há referências visuais de lugares visitados, como sua última residência artística em Marrocos, e a paisagem do interior de Minas Gerais, local que a artista tem um sítio – o processo de criação da artista se dá com imagens que surgem rapidamente na tela, num fluxo quase imediato dos gestos que constituem suas pinturas, característica marcante na obra de Maria.

Raquel Garbelotti, por sua vez, concentra-se na pesquisa em que revivencia os processos dos jardins modernistas de Burle Marx e os displays de Lina Bo Bardi. Seus trabalhos também atravessam temas como a do mito de Sísifo e a Pedra. A artista se vale também de processos de deslocamentos de elementos da paisagem para o espaço expositivo.

Outros trabalhos perfazem o trajeto do maior dos mitos – o das grandes navegações e suas conquistas. Estas são rememoradas na exposição em esculturas/fragmentos de uma paisagem oceânica ancorada na Modernidade. Os trabalhos apresentados materializam algo entre aquilo que foi plantado/planejado e o que foi finalmente colhido/apresentado, quer seja no mar, na terra ou nas grandes altitudes.

Arquitetos e artistas que colaboraram com os projetos de Raquel Garbelotti: Murillo Paoli, Giovanna Cruz Durão e Diego Kern Lopes.

Serviço:

Das paisagens, dessas que vêm aos lábios
Maria Andrade + Raquel Garbelotti
Curadoria Galciani Neves

Exposição: 26/out – 18/dez/2024
Local: Galeria Marilia Razuk – Sala 1
Rua Jerônimo da Veiga, 131 – Itaim Bibi, São Paulo, SP
Segunda a sexta | 10h30 – 19h
Sábado | 11h – 16h
Entrada gratuita
https://www.galeriamariliarazuk.com.br
www.instagram.com/galeriamariliarazuk/.

(Fonte: Com Erico Marmiroli/Marmiroli Comunicação)

Exposição inédita ‘Ancestral: Afro-Américas – Estados Unidos e Brasil’ estreia no MAB FAAP

São Paulo, por Kleber Patricio

Heloisa Hariadne – A força que é me alimentar de você enquanto estou comigo – 2021 – 131x192x43cm – Foto: Filipe Berndt.

A exposição inédita ‘Ancestral: Afro-Américas – Estados Unidos e Brasil’ aborda as relações entre os dois países sob a ótica da diáspora africana e como ela está presente nas artes visuais. Sediada no Museu de Arte Brasileira da FAAP, a mostra gratuita reúne 134 obras de grandes artistas de ambos os países.

Com expografia orgânica, a mostra, que ficará em cartaz de 29 de outubro até 26 de janeiro de 2025, oferece reflexões sobre a afirmação do corpo, a dimensão onírica dos sonhos e a reivindicação de espaço. Através desses três eixos – corpo, sonho e espaço – ‘Ancestral’ promove um encontro que valoriza o conceito de identidade afro-americana no Brasil e nos EUA e da arte decolonial. A exposição não apenas homenageia os artistas que desafiaram as brutalidades e o apagamento do colonialismo, mas também busca fomentar um diálogo aberto sobre o impacto e a relevância das raízes africanas ancestrais na sua formação e em seus contextos sociais.

Tracy Collins e Eneida Sanches – Transe e Memória – 2019 – gravura em metal. Foto: Divulgação.

A partir dessas provocações, o projeto propõe uma perspectiva renovada sobre o mundo e uma nova forma de existir imaginadas pelo grupo de artistas participantes. Este processo criativo possibilita uma movimentação simultânea entre passado e futuro, trançando as linhas ancestrais que sustentam a cena da arte contemporânea e ressaltando as produções atuais que, no futuro, poderão emergir como precursoras de expressões de vida ainda não experimentadas.

“Nós nos deixamos guiar pelos grupos e comunidades da diáspora africana que reimaginaram o conceito de servidão nessas nações coloniais para as quais foram trazidas, contribuindo de maneira significativa para a construção da identidade nacional desses lugares. A partir da ideia de seres humanos que reinventam sua existência em um ambiente hostil, selecionamos artistas que evocam essa invenção, essa transformação, e esse processo de ‘tornar-se’ como uma poderosa ferramenta, poética e estética”, comenta a curadora brasileira Ana Beatriz Almeida.

Aretha Sadick – Pedra Cantada – em assentamento, 2021. Foto: Divulgação.

Para a curadora norte-americana Lauren Haynes, a oportunidade de trabalhar com Ana Beatriz “para apresentar o trabalho de artistas afro-americanos ao lado do trabalho de artistas afro-brasileiros foi uma ótima chance de explorar conexões e práticas distintas de artistas negros atuando em dois lugares muito diferentes. Espero que os visitantes saiam da exposição tendo aprendido sobre novos artistas e novas formas de fazer arte”.

A exibição acontece no ano que marca o bicentenário das relações diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos. “A decisão de colocar a arte afrodescendente no centro dessa comemoração é muito importante e destaca o complexo legado que tanto os Estados Unidos quanto o Brasil compartilham como resultado de nossas histórias com a escravidão. Em 1824, os Estados Unidos e o Brasil tinham as maiores populações de africanos escravizados. Duzentos anos depois, nossos atuais governos estão trabalhando juntos no relançamento do Plano de Ação Conjunta Brasil-EUA para Eliminar a Discriminação Racial e Étnica e Promover a Igualdade (JAPER). Estou certa de que esta exposição vai nos inspirar a intensificar nossos esforços na luta para acabar com o racismo”, disse a embaixadora dos Estados Unidos no Brasil, Elizabeth Frawley Bagley.

Dalton Paula – Rota do Algodão. Crédito: Pinacoteca de São Paulo. Foto: Isabella Matheus.

Sob esse pano de fundo histórico, a exposição reúne 74 artistas de grande relevância no cenário internacional das duas nações. Dentre eles, os trabalhos inéditos das brasileiras Gabriella Marinho e Gê Viana, e da norte-americana Simone Leigh, que traz uma obra nova de sua coleção pessoal. Natural de Chicago, a artista reconhecida internacionalmente é a primeira mulher afro-americana a representar os Estados Unidos na Bienal de Veneza. O também norte-americano Nari Ward, que já teve a oportunidade de se apresentar no Brasil, é outro nome que traz para a mostra um trabalho criado em solo brasileiro exclusivamente para a ocasião. O artista incorpora em suas obras objetos do cotidiano, enriquecendo assim o intercâmbio artístico entre as nações.

Também fazem parte da curadoria de ‘Ancestral’ nomes como Abdias do Nascimento, ícone do ativismo cultural no Brasil amplamente reconhecido por suas contribuições à valorização da cultura afro-brasileira e por ter sido agraciado com o Prêmio Zumbi dos Palmares. Entre os artistas norte-americanos, Kara Walker se destaca com sua arte provocativa, que examina questões históricas e sociais e lhe rendeu o prestigiado Prêmio MacArthur. Julie Mehretu é outra presença significativa, reconhecida por suas complexas pinturas que estabelecem um diálogo com a geopolítica atual, acumulando uma série de prêmios ao longo de sua carreira. Complementando esse panorama, a brasileira Rosana Paulino, premiada com o Prêmio PIPA, traz um olhar crítico sobre raça e identidade, ressaltando a diversidade e a profundidade das vozes representadas na mostra.

Aretha Sadick – Pedra Cantada – em assentamento, 2021. Foto: Divulgação.

Ainda se somam a eles nomes como o da jovem artista Mayara Ferrão, que utiliza a inteligência artificial para repensar cenas de afeto entre pessoas negras e indígenas não contadas pela ‘história tradicional’; e o sergipano Bispo do Rosário, com seus mantos bordados e objetos que transcenderam o tempo e subverteram o conceito de beleza e loucura. Reforçando o diálogo poderoso sobre identidade, cultura e história, e refletindo a complexidade da experiência humana, vemos a inclusão das obras de Kerry James Marshall, Carrie Mae Weems e Betye Saar.

‘Ancestral’ investiga as narrativas entrelaçadas entre Brasil e Estados Unidos por meio da lente da arte, que transcende fronteiras geográficas e culturais, evocando a sensação constante de estar em um espaço desconhecido e lembrar de outro lugar, como em uma viagem a Salvador, onde pessoas e lugares poderiam ser confundidos com Nova Orleans. “A palavra ‘ancestral’ é comum tanto em inglês quanto em português. É essa origem compartilhada que buscamos evidenciar na arte contemporânea, algo que ultrapasse as barreiras geográficas, linguísticas e culturais. A exposição ‘Ancestral’ demonstra que, mesmo diante de tanta dor, sofrimento e com todo distanciamento de séculos de diáspora africana, sua arte persiste na capacidade de manter uma chama acesa ao longo do tempo”, destaca o diretor artístico da mostra, Marcello Dantas.

Tracy Collins e Eneida Sanches – Transe e Memória, 2019 – Gravura em metal. Foto: Divulgação.

Com apoio da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP e da Embaixada e Consulados dos Estados Unidos no Brasil, ‘Ancestral: Afro-Américas – Estados Unidos e Brasil’ tem patrocínio do BB Asset, Bradesco, Caterpillar, Instituto CCR, Citi, Itaú Unibanco, Whirlpool e Bank of America – que cedeu 52 obras de seu acervo para a mostra. Além dele, o Museu Afro Brasil também cedeu obras de sua coleção para a ocasião.

“Com a exposição ‘Ancestral: Afro-Américas’, a parceria da FAAP com a Embaixada dos Estados Unidos, que já vem de longa data, ganha um novo capítulo. Fato ainda mais relevante neste ano de comemoração ao bicentenário das Relações diplomáticas com o Brasil. Estamos felizes em levar ao público novas reflexões e olhares sobre a ancestralidade em comum aos dois países”, afirma a Conselheira do MAB FAAP, Pilar Guillon Liotti.

Serviço:
Exposição Ancestral: Afro-Américas – Estados Unidos e Brasil
Direção Artística: Marcello Dantas
Curadoria: Ana Beatriz Almeida e Lauren Haynes
Patrocínio: BB Asset, Bradesco, Caterpillar, Instituto CCR, Citi, Itaú Unibanco, Whirlpool e Bank of America
Período: de 29 de outubro de 2024 a 26 de janeiro de 2025
Local: MAB – FAAP – Rua Alagoas, 903, Higienópolis, São Paulo, SP
Funcionamento: de terça a domingo, das 10h às 18h – fechado às segundas-feiras
Entrada gratuita
Mais informações: (11) 3662-7198

Lista de Artistas:

Abdias do Nascimento | Agnaldo Manuel dos Santos | Aline Motta | Amara Smith | Amy Sherald | Ana Beatriz Almeida | Andrea Chung | Aretha Sadick | Barbara McCullough | Benny Andrews | Betye Saar | Bispo do Rosário | Carlos Martiel | Caroline Kent | Carrie Mae Weems | Charles Gaines | Charles White | Dalton Paula | Davi de Jesus do Nascimento | David Huffman | Dawoud Bey | Diambe | Emanuel Araujo | Faith Ringgold | Flavio Cerqueira | Fred Wilson | Gabriella Marinho | Gary Simmons | Gê Viana | Hank Willis Thomas | Heitor dos Prazeres | Heloisa Hariadne | Isa do Rosário | Jaime Lauriano | Jayme Figura | Jordan Casteel | José Adário do Santos | Jota Mombaça | Julie Mehretu | Kara Walker | Kerry James Marshall |

Kevin Beasley | Leonardo Drew | LeRoi Johnson | Lita Cerqueira | Lorna Simpson | Martin Puryear | Mayara Ferrão | Melvin Edwards | Mestre Didi | Moises Patricio | Monica Ventura |

Murry Depillars | Nádia Taquary | Nari Ward | Paulo Nazareth | Renata Felinto | Rosana  Paulino | Rubem Valentim | Sam Gilliam | Sebastião Januário | Sérgio Soarez | Sidney Amaral | Simone Leigh | Siwaju | Sonia Gomes | Tassila Custodes | Tracy Collins e Eneida Sanches | Wardell Milan | Whitfield Lovell | Yashua Klos.

(Fonte: Com Bruna Janz/Suporte Comunicação)

Dados enviados pelo público geram registros inéditos de anfíbio exclusivo da Mata Atlântica

Santa Tereza, ES, por Kleber Patricio

Sapinho-de-chifre-paviotii foi identificado por cientistas cidadãos no município de Santa Tereza (ES). Foto: João Victor A. Lacerda/Acervo pesquisadores.

Gravações e fotografias enviadas por cidadãos cientistas permitiram o mapeamento de novas ocorrências do sapinho-de-chifre-paviotii (Proceratophrys paviotii), um anfíbio exclusivo da Mata Atlântica, no município de Santa Teresa, no Espírito Santo. Com a localização desses indivíduos, especialistas realizaram coletas inéditas de material genético e gravações do repertório vocal dessa espécie. O resultado desse trabalho está no artigo publicado nesta quarta (23) na revista internacional PeerJ por pesquisadores de instituições como Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA), Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e Universidade Federal do ABC (UFABC).

Em 2020, pesquisadores do INMA criaram o Projeto Cantoria de Quintal, que conta com a participação do público na realização de registros de ocorrências de espécies de anfíbios no estado. Utilizando o aplicativo telefônico Whatsapp, pessoas de diferentes idades, realidades e localidades interagem com especialistas enviando arquivos de sons ou imagens desses animais. Em menos de quatro anos o projeto recebeu mais de 900 arquivos enviados por 160 cidadãos cientistas, contemplando cerca de 40 espécies, incluindo algumas ameaçadas de extinção, raras ou pouco conhecidas pela ciência.

Entre os registros, chamaram a atenção dos pesquisadores os do sapinho-de-chifre-paviotii, por ser considerada uma espécie pouco conhecida e classificada como Quase Ameaçada de extinção pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Ao todo, 42 registros foram enviados por 10 cidadãos cientistas na região de Santa Teresa. Essas ocorrências foram enviadas utilizando a ferramenta de Localização do aplicativo Whatsapp, sendo assim possível um mapeamento preciso da espécie.

Direcionados por algumas dessas ocorrências, os especialistas realizaram pesquisa de campo para gravação do repertório vocal utilizando gravadores apropriados e coleta de material genético. Em laboratório, as gravações foram analisadas utilizando softwares específicos e o DNA foi extraído das amostras, sequenciado e comparado aos demais sapinhos-de-chifre, o que confirmou realmente tratar-se de uma espécie única, distinta de todas as demais do planeta e evolutivamente mais relacionada a três outros sapinhos-de-chifre que ocorrem no Nordeste e Sudeste do Brasil (Proceratophrys cururu, P. renalis e P. laticeps).

Para estimular um maior engajamento do público em diferentes etapas de pesquisa, os cientistas têm estreitado laços com estudantes e professores do Ensino Básico, bem como gestores, funcionários, guias turísticos e demais visitantes de Unidades de Conservação. “O estudo representa um exemplo prático e bem-sucedido de como o maior engajamento da sociedade em projetos de pesquisa, abordagem conhecida como Ciência Cidadã, pode ser benéfico para a ampliação do conhecimento científico e conservação das espécies”, destaca João Victor A. Lacerda, pesquisador do INMA e um dos autores do artigo.

O estudo apontou que, ao contrário do que se pensava, o sapinho-de-chifre-paviotii não é tão raro assim, tendo sido reportado por cidadãos cientistas até mesmo em quintais e poças de chuva formadas em ruas e calçadas. “Ainda assim, a vigília deve ser constante. Recomendamos a busca por populações desconhecidas dessa espécie e que sejam realizados programas de monitoramento”, explica Sarah Mângia, pesquisadora da UFMS e também autora do estudo. “A partir da publicação desse estudo, esperamos inspirar e estimular o surgimento de iniciativas semelhantes, sobretudo em nosso país, o mais diverso em espécies de anfíbios do planeta”, completa Lacerda.

(Fonte: Agência Bori)

Design Sustentável: Tapetah lança o Tapete Na Caixa

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

Produzido 100% a partir da reciclagem de garrafas PET, o Tapete Na Caixa foi pensado para ser uma experiência divertida, alegre, criativa e com inúmeras possibilidades, já que é possível escolher as cores, os motivos e a composição estética das peças. Na concepção, o tapete é feito em placas unidas por abotoaduras exclusivas. O resultado? Um produto com valores acessíveis e um convite para reunir a família e os amigos para liberar o poder de criação.

O Tapete na Caixa representa a sustentabilidade em sua forma mais autêntica. Em meio às crescentes exigências ecológicas do mundo contemporâneo, este produto é fabricado integralmente a partir da reciclagem de garrafas PET (40 unidades por m²). Seu propósito vai além e busca estimular a criatividade e instigar uma transformação na rotina: menos tempo dedicado ao celular e mais interação familiar e social. Essa perspectiva faz do Tapete Na Caixa não apenas um objeto esteticamente belo. O produto destaca-se por sua contribuição significativa para abordagens mais ecoconscientes. Dessa forma, a estética envolvente do Tapete Na Caixa é complementada pela sua relevância e impacto positivo no cenário da preservação ambiental.

Como um jogo inventivo de tabuleiro, o modelo é escolhido por você na hora da compra, via e-commerce, no seguinte endereço (www.tapetenacaixa.com.br) ou direto na loja física da Tapetah Casa. Com estampas variadas, incluindo cores e desenhos, inclusive geométricos, o Tapete na Caixa ganha forma, com placas de 50 x 50 cm unidas por abotoadura exclusivamente criadas com as cores predominantes no layout escolhido. E é aqui que a brincadeira começa: é possível, na hora de finalizar a compra, optar por receber o tapete já com as placas unidas ou soltas para montar com os amigos e familiares. Montagem simples, prazerosa e divertida.

A composição é bem simples: as placas são unidas por abotoaduras de encaixe customizadas de acordo com as tonalidades escolhidas, de toque suave e sem a necessidade do uso de nenhuma ferramenta. Para facilitar ainda mais, cada placa possui 28 furos distribuídos de maneira uniforme que sinalizam onde as abotoaduras devem ser encaixadas. Como o próprio nome de batismo já diz, o produto chega em suas mãos abraçado em uma bela caixa.

Para quem ama um lar dinâmico e divertido, enjoou, remonta tudo e o ambiente se renova. O propósito do Tapete na Caixa é atender a um público que deseja ter uma casa dinâmica, esteticamente elegante, mas que possa ser reinventada a qualquer momento por meio do tapete e da criatividade. Versátil, o produto atende a todos os formatos de lares. O Tapete na Caixa pode ser montado, também, de acordo com as medidas dos ambientes, seguindo as orientações do projeto de interiores.

Primeira coleção tem design assinado pelo Estúdio 80e8, Studio Tapetah e inspiração na obra Tramas, do arquiteto Vital Pessoa de Melo. E como o design está presente no DNA da Tapetah, a primeira coleção tem estampas e desenhos assinados pelo Estúdio 80e8, Studio Tapetah, e também foi inspirada na obra Tramas, do arquiteto pernambucano Vital Pessoa de Melo. Do Estúdio 80e8, as linhas Arco, Copacabana, Vela e Portal delineiam diferentes propostas de desenhos livres, passeando por paletas que vão do azul ao vermelho e passando pelos tons de rosa e verde.

Já o Studio Tapetah assina a coleção Vitruvius, uma síntese de composições geométricas, ângulos e divisões que, unidas, propõem formas dinâmicas de pensar o uso do tapete no décor. Por fim, a coleção Tramas retrata os conceitos usados na vida profissional do arquiteto Vital Pessoa de Melo. Entre eles, a geometria do trapézio retângulo e suas variadas formas de arranjo que, transformadas em tapete, permitem criar, de maneira lúdica, as tramas que personalizam os ambientes.

Alguns cuidados extras após a lavagem 

Uma sugestão adicional refere-se ao momento da lavagem caso haja algum incidente com alguma das peças. Se houver ondulações após a limpeza, não se preocupe: coloque um papel sobre a peça do tapete (para protegê-la de eventual sujeira do ferro de passar) e com um simples deslizar sobre o papel, você já vai deixar o tapete em seu formato original.

Vendas: via e-commerce pelo seguinte endereço: www.tapetenacaixa.com.br.

(Fonte: Com Camila Fornereto Assessoria de Comunicação)

Halloween e Novem Beer Festival agitam mês de novembro em Paranapiacaba

Paranapiacaba, por Kleber Patricio

Halloween em Paranapiacaba. Foto: Cinthia Coelho.

No mês de novembro, a Vila de Paranapiacaba (@paranapiacaba_oficial), um dos patrimônios históricos e culturais do Estado de São Paulo, contará com uma série de atrações para divertir a família toda.

Abrindo a programação, nos dias 2 e 3 de novembro de 2024, a partir de 10h, na Parte Baixa de Paranapiacaba, acontece o famoso evento Halloween na Vila de Paranapiacaba. O evento contará com competição de fantasias, lojas temáticas, shows musicais gratuitos, exposições de artesanato e gastronomia. As crianças e adolescentes que estiverem fantasiados poderão participar da tradicional brincadeira de ‘doces ou travessuras’, passando de porta em porta para pedir doces e, caso não recebam, poderão fazer pequenas travessuras inofensivas, como sustos e brincadeiras divertidas.

Nesta festa lúdica e sombria, além da típica neblina da região e decorações temáticas instaladas em diversos pontos, haverá personagens de Halloween e do universo Cosplay circulando pelas ruas aterrorizando e entretendo os visitantes, que poderão se divertir em cenários icônicos da vila. Um ambiente perfeito para uma experiência mágica e arrepiante celebrando as tradições e mistérios que cercam Paranapiacaba. Além disso, inspirado no mundo temático de Harry Potter, estarão presentes no Largo dos Padeiros alguns cenários formando o Beco Octagonal, um espaço especial aberto à visitação pública.

A Vila de Paranapiacaba. Foto: Daniel Frias.

No sábado, dia 2 de novembro, a partir de 10h, acontecem as apresentações gratuitas das bandas Forest (Clássicos 80), Mr. Madman (cover do Ozzy Osbourne) e Sister of Monster (The Sisters of Mercy tributo). E no domingo, dia 3 de novembro, a partir de 10h, se apresentam as bandas Body Electric (Clássicos 80), It’s Dead – Ramones Tribute e Bigmouth (The Smiths Cover).

Na semana seguinte, a partir do dia 9 de novembro (sábado) terá início a primeira edição do Novem Beer Festival. Um evento inédito na Vila de Paranapiacaba que promete entrar para o calendário oficial da cidade de Santo André como um dos maiores festivais do gênero em toda a região. Reunindo cervejas de qualidade ao som de bandas covers de altíssimo nível, o Novem Beer Festival chega para proporcionar ao público uma experiência única e inesquecível. O foco do festival é proporcionar ao público a experiência de curtir o bom e velho rock n’roll, tomando cervejas de qualidade em um dos lugares mais encantadores e enigmáticos do Estado de São Paulo, que é a Vila de Paranapiacaba.

Serão cinco dias de festa, com diversas bandas diferentes se apresentando a cada dia, além de discotecagem durante todo o evento, com a participação do locutor Rodrigo Branco (@rodrigobrancodj), da Kiss Fm, com o melhor do rock e de várias vertentes. Entre os destaques da programação, estão as bandas de alcance nacional Golpe de Estado, Banda 365 e Cólica Renal (cover dos Mamonas Assassinas), e o Novem Beer Festival contará ainda com a participação da economia criativa local, exposições de artesanato, espaços gastronômicos e cervejas artesanais. Uma ótima oportunidade para visitar a Vila de Paranapiacaba.

Informações: www.instagram.com/paranapiacaba_oficial, www.instagram.com/largodospadeiros.

Serviço:

Halloween e Novem Beer Festival em Paranapiacaba

Grátis – Classificação Livre

Halloween de Paranapiacaba

Quando: 2 e 3 de novembro de 2024 (sábado e domingo) – Horário: 10h às 19h

Programação: 2 de novembro de 2024 (sábado) – Forest (Clássicos 80) – Horário: 13h / Mr. Madman (Ozzy) – Horário: 16h / Sister of Monster (The Sisters of Mercy Tributo) – Horário: 19h

3 de novembro de 2024 (domingo) – Body Eletric (Clássicos 80) – Horário: 11h / It’s Dead – Ramones Tribute – Horário: 14h / Bigmouth (The Smiths) – Horário: 17h

Novem Beer Festival

Quando: 9, 10, 15, 16, 17 de novembro de 2024 – Horário: das 11h às 21h

Programação: Dia 9 de novembro de 2024 (sábado)

Locomotive Rocks – Horário: 10h30

Cachorro Urubu – Horário: 12h45

Os Procurados – Horário: 15h15

Bardo e o Banjo – Horário: 17h

Golpe de Estado – Horário: 19h30

Dia 10 de novembro de 2024 (domingo)

Sherlock Rocks – Horário: 11h

Power Maiden- Horário: 14h

Kiss – Horário: 17h

Dia 15 de novembro de 2024 (sexta feira)

Daspett – Horário: 11h30

Olho de Lobo – Horário: 14h30

Foo Fighters – Horário: 17h30

Dia 16 de novembro de 2024 (sábado)

Violet Moon – Horário: 11h

Mitologia – Horário: 13h30

Motorhead – Horário: 16h30

Banda 365 – Horário:  19h30

Dia 17 de novembro de 2024 (domingo) 

John Boy – Horário: 11h30

Molinas – Horário: 14h30

Cólica Renal – Horário: 17h30

Local: Rua da Estação s/n, Parte Baixa, bem ao lado do galpão das oficinas

Os shows acontecerão na Praça de Alimentação Palco Magia Beer – Rua da estação s/nº, no Galpão de Eventos também conhecido como Galpão da Bica.

(Fonte: Com Luciana Gandelini Assessoria de Imprensa)