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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Sesc Santana recebe premiada companhia carioca Amok Teatro em ‘Furacão’

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Sabrina Paz.

Baseado na obra homônima do escritor francês Laurent Gaudé, ‘Furacão’ traz uma personagem da comunidade negra de Nova Orleans face à violência do Katrina, furacão de devastou o sul dos Estados Unidos (2005).  O espetáculo, dirigido por Ana Teixeira e Stephane Brodt, que também assinam a adaptação do texto de Gaudé, e um elenco composto pelas atrizes Sirlea Aleixo e Taty Aleixo e pelos músicos Anderson Ribeiro e Rudá Brauns, estreia em 17 de janeiro no Sesc Santana, em temporada que permanece em cartaz até 16/2, de quinta a sábado, às 20h, domingo e feriados, às 18h.

“‘Furacão’ coloca em cena uma poderosa personagem feminina alertando para a situação dos excluídos diante das catástrofes climáticas que devastam o planeta em uma narrativa que funde a gravidade do trágico com a doçura da fábula, exaltando a beleza comovente daqueles que, apesar de tudo, permanecem de pé”, explica a fundadora do Amok Teatro, Ana Teixeira, que assina a direção e adaptação do texto de Laurent Gaudé, ao lado do parceiro Stephane Brodt.

Foto: Dila Puccini.

Em 2005, quando o Katrina devastou o sul dos EUA, a artista recorda: “assistimos a pessoas brancas dos bairros ricos sendo evacuadas e, as mais pobres, em sua maioria pessoas negras, abandonadas à própria sorte”. Diante de tudo o que tem acontecido com o planeta, afirma: “Precisamos olhar de frente para o problema da emergência climática. Não basta fiscalizar e punir. Precisamos de programas de reflorestamento, de recuperação dos biomas. Estamos assistindo à falência do planeta e parecemos anestesiados. O teatro tem essa capacidade de resgatar nossa humanidade, exercitar a empatia, de não nos deixar esquecer da fragilidade da vida”, complementa.

No coração da tempestade, Joséphine Linc Steelson, “uma velha negra de quase cem anos” enfrenta a fúria da natureza. Uma mulher marcada pela segregação racial. Uma voz que ecoa como um grito na cidade inundada e abandonada à própria sorte. O espetáculo segue a trajetória desta mulher cuja história poderia ser também a história de tantas outras mulheres brasileiras.

Foto: Renato Mangolin.

Com direção musical de Stephane Brodt, as músicas negras estadunidenses (em particular, o blues) são tocadas ao vivo pelos músicos Rudá Brauns e Anderson Ribeiro, acompanhados de Taty Aleixo no vocal. Além de assinarem a criação e produção musical, eles tocam também versões próprias de clássicos como Pussycat Moan, de Katie Webster; O Death, de Ralph Stanley; Hard Times Killing Floor Blues, de Chris Thomas King; e Strange Fruit, de Abel Meeropol.

A ambientação cênica de ‘Furacão’ é inspirada no Preservation Hall Jazz Band, uma pequena casa de jazz em Nova Orleans que apresenta shows intimistas e acústicos da banda com o mesmo nome, local onde a diretora Ana Teixeira esteve repetidas vezes.
‘Furacão’ nasce e se nutre de dois projetos da trajetória recente do Amok Teatro, o ciclo da África com Salina – A Última Vértebra (2015) e Os Cadernos de Kindzu (2018), e o ciclo das mulheres com Jogo de Damas (2019) e Bordados (2023), assim como dialoga com alguns outros grandes problemas do mundo na atualidade. “O teatro como o lugar da experiência do outro”, nos revelam os diretores. ’Furacão’ estreou nacionalmente na noite de 3 de agosto, quinta-feira, no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto, no Rio de Janeiro.

Sinopse | Furacão coloca em cena Joséphine Linc Steelson, uma velha de quase cem anos que enfrenta a violência do Katrina, furacão que devastou o sul dos Estados Unidos em 2005. Uma mulher marcada pela segregação racial, cuja voz ecoa como um grito na cidade inundada e abandonada a própria sorte. No espetáculo, teatro e música se unem num ato único, transitando entre contemporaneidade e retorno à ancestralidade para exaltar a beleza daqueles que, apesar de tudo, permanecem de pé.

Amok Teatro: 25 anos de trajetória consistente

Foto: Sabrina Paz.

O Amok Teatro é um grupo fortemente representativo do teatro de pesquisa carioca e vem construindo há 25 anos uma trajetória consistente. Seu trabalho se caracteriza pela dedicação a um processo contínuo de pesquisa sobre a arte do ator e sobre as linguagens da cena. Dirigido por Ana Teixeira e Stephane Brodt, desde sua fundação, em 1998, o grupo tem recebido grande reconhecimento da crítica e do público, diversos prêmios do teatro, sendo considerada uma das companhias de maior prestígio da cena carioca contemporânea e com grande reconhecimento internacional.

Seu propósito norteador de trabalho é pela busca de um rigor formal e por uma intensidade que se afirma no corpo do ator, como sendo o lugar em que o teatro acontece. Cada novo projeto impulsiona o grupo a procurar diferentes caminhos de pesquisa cênica e de treinamento para o ator a partir do diálogo com diferentes tradições e culturas. Os espetáculos do Amok tratam de temas contemporâneos, questões fundamentais de nossa época, sem perder de vista a busca de uma linguagem poética e a afirmação da cena como um espaço cerimonial. Para conhecer mais: https://www.amokteatro.com.br. 

Ficha técnica

Texto: Laurent Gaudé

Direção e adaptação: Ana Teixeira e Stephane Brodt

Elenco: Sirlea Aleixo, Taty Aleixo, Rudá Brauns e Anderson Ribeiro

Direção musical: Stephane Brodt

Criação e produção musical: Rudá Brauns e Aderson Ribeiro

Cenário e figurino: Ana Teixeira e Stephane Brodt

Iluminação: Renato Machado

Fotografia: Sabrina Paz, Renato Mangolin e Dila Puccini

Operador de luz: Maurício Fuziyama

Cenotécnica: Beto de Almeida

Técnico de som: Thiago Sampaio

Designer gráfico: Alex Takahashi

Assessoria de imprensa: Adriana Monteiro – Ofício das Letras

Direção de produção: Jorge Moreira

Assistente de Produção: Elmar Bradley

Produção São Paulo: ORAPRONOBIS Produções Culturais.

Serviço:

Estreia dia 17/1, às 20h

18.jan a 16.fev | 2025

quinta a sábado, às 20h,

domingo e feriado, às 18h

Sessão extra gratuita para maiores de 60 anos

31.jan | sexta | 15h

Sessões com recursos de acessibilidade

26.jan e 9.fev (domingos)

Sesc Santana – Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Jd. São Paulo, São Paulo, SP

Local: Teatro | 330 lugares | 12 anos

Ingressos: R$60 (inteira), R$30 (meia) R$18 (credencial plena)

Duração: 80 minutos

Acesso para pessoas com deficiência

Estacionamento – R$17,00 a primeira hora e R$4,00 a hora adicional

Desconto para credenciados

Paraciclo: gratuito (obs.: é necessário a utilização travas de seguranças) | 19 vagas

Para mais informações, acesse o portal Sesc SP.

(Com Adriana Monteiro/Ofício das Letras)

ABREE lista dicas para promover educação ambiental em casa

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: John Cameron/Unsplash.

O final do ano trouxe um lembrete importante para fabricantes e importadores. Isso porque em 2025, o Brasil deve lidar com uma meta significativa em termos de logística reversa: a coleta de 17% dos resíduos eletroeletrônicos e eletrodomésticos de uso doméstico colocados no mercado. A medida visa a conformidade com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, estabelecida em 2020. No entanto, para alcançar esse objetivo, é essencial o esforço coletivo e práticas sustentáveis também dentro de casa e no dia a dia das famílias. Atitudes como o descarte correto desses equipamentos, que começa com a ação do consumidor, e o ensino de hábitos conscientes às crianças podem fazer a diferença.

“Em nossa vivência como entidade gestora, observamos o quanto o exemplo dos pais no que diz respeito à educação ambiental pode fazer a diferença. Assim como vemos com ações no trânsito ou em outras áreas, as crianças e jovens podem ser o motor para fomentarmos a conscientização, e isso também se aplica ao meio ambiente. Ou seja, tudo começa em casa”, afirma Helen Brito, gerente de relações institucionais da Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos (ABREE).

A executiva destaca que o exemplo pode ir desde a separação do lixo comum até o descarte correto de eletroeletrônicos e eletrodomésticos, sendo que uma vez que a criança ou jovem aprende o caminho adequado, a tendência é que ele permaneça ao longo da vida, passando o conhecimento adiante.

Dessa forma, a ABREE lista algumas dicas para tornar isso possível em casa:

Converse sobre o assunto: o incentivo à economia circular começa em uma conversa. Por isso, as famílias podem falar sobre a importância do descarte ambientalmente correto. Envolver as crianças nesse processo também ensina a valorizar recursos.

Organize uma rotina de reciclagem em família: o final do ano pode ser um ótimo momento para rever eletroeletrônicos e eletrodomésticos sem uso para descarte. Dessa forma, o período também pode ser uma oportunidade de estabelecer uma rotina nesse sentido junto com as crianças. Que tal promover esse tipo de troca em família pelo menos uma vez no ano?

Leia e veja conteúdos sobre o meio ambiente: incentivar a leitura de matérias ou assistir vídeos que abordem a sustentabilidade, a economia circular e o consumo consciente pode tornar o tema acessível e interessante para jovens e crianças.

“Embora 67% dos brasileiros afirmem achar que a responsabilidade pela educação ambiental das crianças é, principalmente, das escolas, assim como mostrou o Descarbonize Soluções neste ano, o exemplo sempre virá de dentro de casa. Por isso a ABREE acredita que é possível fazer mais nesse sentido em 2025, criando conscientização que passará de geração em geração para um futuro mais verde”, finaliza Helen.

ABREE pra educação | Recentemente, a associação lançou a iniciativa ABREE pra educação, criada para conscientizar crianças e adolescentes sobre a importância da reciclagem de eletroeletrônicos e eletrodomésticos. A ação faz parte de uma trilha de conhecimento desenvolvida pela entidade, que busca abordar o tema com linguagem acessível. A ideia é oferecer à comunidade um guia definitivo sobre o descarte correto desses equipamentos, além de disponibilizar diversas atividades interativas no site, permitindo que conteúdos educativos e interativos complementem os currículos escolares de crianças e adolescentes.

Sobre a ABREE | Fundada em 2011, a ABREE – Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos é uma entidade gestora sem fins lucrativos, que define e organiza o gerenciamento da implementação do sistema coletivo de logística reversa de produtos eletroeletrônicos e eletrodomésticos, promovendo economia de grande escala. Com 55 associadas que representam 181 marcas, a ABREE é responsável pelo gerenciamento através da contratação, fiscalização e auditoria dos serviços prestados por terceiros, além de contribuir com informações para todos os envolvidos da cadeia, responsáveis pela viabilização da logística reversa de eletroeletrônicos e eletrodomésticos no país. Para mais informações, acesse http://abree.org.br/.

(Com Marina Dias/Sing Comunicação)

Jovens, negras e casadas são as principais vítimas de violência contra a mulher no meio rural, revela estudo

Brasil, por Kleber Patricio

maioria dos casos notificados de violência física (54,7%) e psicológica (59,6%) dizem respeito às mulheres casadas. Foto: wayhomestudio/FreePik.

Jovens de 18 a 39 anos, negras, casadas e de baixa escolaridade foram as principais vítimas de violência contra a mulher em contextos rurais entre os anos de 2011 e 2020. As violências, em sua maioria físicas (77,6%), são cometidas principalmente em suas residências por companheiros do sexo masculino. A análise, publicada na ‘Revista Brasileira de Epidemiologia’ no último dia 13, foi conduzida por pesquisadoras da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

O artigo parte das 79.229 notificações registradas por mulheres de 18 a 59 anos no período. Foram utilizados dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), que apontaram para a violência física como predominante, seguida por psicológica/moral (36,5%) e sexual (6,2%). Enquanto 52,5% das ocorrências de violência física têm pretas e pardas como vítimas, 33% dizem respeito a mulheres brancas, 7,1%, a indígenas e 0,7%, a amarelas.

A maioria dos casos notificados de violência física (54,7%) e psicológica (59,6%) dizem respeito às mulheres casadas. Já as solteiras foram as principais vítimas de violência sexual – 48,5%, ante 36,6% das ocorrências entre casadas, por exemplo. Neste grupo, também são as jovens negras que mais sofrem, mas os agressores são, em maioria, desconhecidos (32,9%).

O estudo também aponta para o aumento das notificações entre 2011 e 2020, atribuído principalmente ao aprimoramento da vigilância epidemiológica. Em 2011, houve a universalização dos procedimentos de comunicação da violência no atendimento à vítima em serviços como os de saúde e de assistência social. Ainda assim, há uma provável subnotificação das violências, especialmente psicológicas, dada a maior dificuldade de reconhecê-las, e sexuais, por medo de julgamento e sentimentos de culpa ou vergonha por parte da vítima. A violência física é mais facilmente detectável por marcas no corpo, assim como por ocorrências que levam à busca de unidades de saúde — principal local de encaminhamento para mulheres no meio rural, que na maioria dos casos não conta com delegacias especializadas.

Características como essas refletem a importância de estudos epidemiológicos sobre a violência neste contexto específico — raros na ciência, como ressalta a pesquisadora da Fiocruz Luciane Stochero, uma das autoras do artigo. Assim, particularidades relevantes ao direcionamento de políticas públicas acabam ignoradas. O isolamento geográfico é um exemplo, assim como a falta de transporte público e as longas distâncias até a zona urbana. “Às vezes os vizinhos moram longe, e pode ser que a mulher sofra violência e não seja ouvida. As campanhas pedem para que a mulher grite, chame e peça socorro, mas e se não tiver ninguém para te ouvir? Às vezes os problemas são os mesmos, mas o enfrentamento é diferente”, explica.

As autoras Luciane Stochero e Liana Wernersbach Pinto destacam a necessidade de mais estudos sobre o tema, inclusive, considerando a diversidade brasileira. “Vamos ter um rural de sertão, um rural fluvial que é o Amazonas, um rural com grandes distâncias como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, e um outro rural, no Sudeste e Sul. Este artigo pretende trazer a discussão do rural para a pesquisa”, concluem as estudiosas.

(Fonte: Agência Bori)

Hotelaria de Luxo: O futuro da hiperpersonalização

Maresias, por Kleber Patricio

A lagoa aquecida do Duke Hotel, em Maresias. Fotos: Reprodução/Duke Beach.

Nos últimos anos, a indústria de hotelaria de luxo tem presenciado uma transformação significativa, com ênfase crescente na hiperpersonalização das experiências dos hóspedes. Em 2024, este conceito tornou-se um tema central, aparecendo em mais de 12% dos artigos relacionados à hospitalidade, um aumento considerável em relação aos 7% registrados em 2023. A mudança de paradigma foi impulsionada pelo uso avançado de dados e inteligência artificial (IA), permitindo que hotéis oferecessem estadias verdadeiramente personalizadas.

A hiperpersonalização está redefinindo a forma como os hotéis interagem com seus hóspedes. Utilizando IA, os estabelecimentos conseguem adaptar cada aspecto da estadia, desde as comodidades do quarto até itinerários personalizados. Entre as principais tendências observadas, destacam-se:

Experiências personalizadas no quarto: Hotéis estão utilizando IA para ajustar roupa de cama, iluminação e entretenimento com base nas preferências individuais dos hóspedes.

Programas de bem-estar personalizados: Perfis de hóspedes são usados para criar programas de bem-estar e experiências locais que atendem às preferências específicas de cada visitante.

Análises preditivas: A integração de análises preditivas permite que os hotéis antecipem as necessidades dos hóspedes, superando suas expectativas e proporcionando experiências únicas.

Evolução do mercado

Em 2023, a indústria ainda estava focada na experiência do hóspede na era pós-pandemia, com o acesso sem chave e check-ins móveis sendo tópicos de destaque. No entanto, essas inovações foram superadas pela nova era da hiperpersonalização, que trouxe uma perspectiva renovada para o setor, focando novamente em experiências únicas e satisfatórias.

A piscina do Duke.

A crescente utilização de tecnologias avançadas tem gerado debates positivos sobre a experiência do hóspede. No passado, havia a percepção de que a tecnologia, muitas vezes, piorava a experiência. Hoje, porém, a discussão gira em torno de como a tecnologia pode melhorar significativamente a estadia, criando momentos memoráveis para os hóspedes.

Em meio a estas tendências emergentes, destaca-se o Duke Beach Hotel Maresias, um projeto inovador que redefine o conceito de hotel de praia. Sob a liderança do sócio-diretor alemão Heiko Obermüller, com seus 40 anos de experiência em hotelaria de luxo nacional e internacional, o Duke Beach não é apenas um hotel – é um destino por si só. Posicionado em uma das praias de surf mais belas do Brasil, o hotel oferece uma experiência que transcende a estadia comum.

Obermüller resume o conceito do Duke Beach: “Nosso hóspede não vai para Maresias; ele vai para o Duke Beach”. Este enfoque inovador coloca o hotel como um exemplo proeminente da personalização e exclusividade que estão moldando o futuro da hospitalidade de luxo. O Duke Beach Hotel Maresias exemplifica como a indústria de hotelaria está evoluindo para atender às expectativas dos viajantes modernos oferecendo experiências únicas que vão além do convencional e estabelecendo novos padrões de excelência em hospitalidade de luxo.
(Com Heiko Obermüller/Duke Beach Hotel)

Museu Catavento apresenta programação especial de férias

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto por Ana Paula Hirama – IMG_2237, CC BY-SA 2.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=11241585.

O Museu Catavento oferece uma programação repleta de atividades para as férias de janeiro. Espetáculos, oficinas e atrações interativas prometem diversão e aprendizado para toda a família. Entre os destaques estão o espetáculo de Mágica Científica, o encantador Química em Show, e a peça teatral ‘As Histórias de Benê’. O público também poderá participar de oficinas como Fósseis, Mini Terrário, Origami Tsuru, Teatro de Sombras, Boneca Abayomi, Descobrindo Biomas, Trilha Ecológica, Stop Motion, Light Painting e Construção de Pipa.

Outras atrações incluem o Oceanário, apresentações musicais com talentos das Fábricas de Cultura da Zona Leste e o educativo Ecomóvel, que aborda questões ambientais.

Confira abaixo o serviço completo:

Serviço:

Férias de Janeiro no Museu Catavento

Espetáculo de Mágica Científica
Datas: 7 e 8/1 | 11 e 12/1
Horários: 11h e 14h
Local: Auditório

Química em Show
Datas: 14 a 24/1
Horários: Terça: 11h, 13h e 15h | Quarta a sexta: 15h | Sábado e domingo: 11h, 13h e 15h
Local: Auditório

Espetáculo Teatral As Histórias de Benê
Datas: 25 e 26/1
Horários: 11h e 14h
Local: Auditório

Oficina de Fósseis
Datas: 7 a 12/1
Horários: Terça e quarta: 10h, 11h, 14h e 15h | Quinta e sexta: 15h | Sábado e domingo: 10h, 11h, 14h e 15h
Local: Espaço Férias

Oficina de Mini Terrário
Datas: 14 a 26/1
Horários: Terça: 10h, 11h, 14h e 15h | Quarta a sexta: 15h | Sábado e domingo: 10h, 11h, 14h e 15h
Local: Espaço Férias

Oficina de Origami Tsuru
Datas: 7 e 8/01 | 11 e 12/1
Horários: Terça e quarta: 10h, 11h, 14h e 16h | Sábado e domingo: 10h e 11h
Local: Sala Oficinas Educativas

Oficina Teatro de Sombras
Datas: 14 e 21/1
Horários: 10h e 15h
Local: Sala Oficinas Educativas

Oficina de Boneca Abayomi
Datas: 28 a 31/1
Horários: 10h, 11h, 14h e 16h
Local: Sala Oficinas Educativas

Oficina Descobrindo Biomas
Datas: 7 a 31/1
Horários: 10h30, 11h30, 15h30 e 16h
Local: Sala de Oficinas Seção Vida

Oficina Trilha Ecológica
Datas: 8 a 31/1
Horários: 10h, 11h, 15h e 16h
Local: Sala de Oficinas Seção Vida

Oficina de Stop Motion
Data: 25/1
Horários: 11h, 12h, 14h, 15h e 16h
Local: Estúdio de TV

Oficina de Light Painting
Data: 26/1
Horários: 11h, 12h, 14h, 15h e 16h
Local: Estúdio de TV

Oceanário
Datas: 7 a 19/1
Horários:  das 10h às 16h
Local: Tenda Tensionada

Oficina de Construção de Pipa
Datas: 21 a 26/1
Horários: 11h30, 13h30 e 14h30
Local: Tenda Tensionada

Música Ao Vivo: Fábricas de Talento
Datas: 7, 14, 21 e 28/1
Horários: A partir das 12h30
Local: Jardim Externo

Ecomóvel
Datas: 28 a 31/1
Horários: 09h30 às 16h
Local: Área Externa

Ingressos: Para algumas oficinas, é necessário retirar senha no site do museu. Mais informações no site oficial do Museu Catavento: www.museucatavento.org.br.

(Com Elisa Espósito/BMCOM)