Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

Continuar lendo...

Inscreva seu e-mail e participe de nossa Newsletter para receber todas as novidades

Quase metade dos pescadores do ES atingidos pelo rompimento da barragem do Fundão abandonaram a atividade

Espírito Santo, por Kleber Patricio

Lama tóxica chegou à foz do Rio Doce, no litoral capixaba, prejudicando pesca em lagos, rios e alto mar. Foto: Fred Loureiro/Secom ES/Agência Brasil.

O rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), em novembro de 2015, foi um dos maiores desastres socioambientais da história do Brasil, causando a contaminação do Rio Doce e de áreas costeiras pela lama tóxica. Segundo estudo publicado na revista Ocean and Coastal Research na sexta (6) por pesquisadores do Instituto de Pesca de São Paulo e da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), quase todos os 441 pescadores artesanais entrevistados pela equipe no Espírito Santo (96%) foram impactados pela falha da barragem. Desses, 47% tiveram que abandonar a pesca, especialmente mulheres, idosos e pessoas que vivem em áreas mais distantes do mar.

O mapeamento também identificou que 49% dos trabalhadores precisaram mudar a área de pesca, a arte de pesca utilizada ou a espécie-alvo tendo em vista a redução da disponibilidade de peixes maiores, como pacu, robalo, traíra, tainha e garoupa – menos de 4% seguiram na atividade pesqueira sem relatar limitações.

Baseada em entrevistas realizadas entre os anos de 2021 e 2022, a pesquisa analisa o impacto social do desastre em seis municípios capixabas cortados pelo Rio Doce ou situados no litoral – Baixo Guandu, Colatina, Marilândia, Linhares, Aracruz e Fundão. Dessa forma, o estudo considera a pesca realizada em rios, lagoas, estuários e alto mar. A amostra de entrevistados corresponde a 20% do número total de pescadores nas comunidades pesqueiras da região, abrangendo ambos os gêneros.

O grupo dos pescadores que abandonaram a atividade também é caracterizado pela renda mensal média mais baixa – R$1.217,24, 23% menos que a renda média de R$1.583,16 entre os que se adaptaram, por exemplo. O tempo médio de atividade no primeiro grupo é de 32 anos, frente a pouco mais de 26 anos de atividade registrados em média no grupo daqueles que se adaptaram e de 18 anos entre aqueles que seguiram na pesca sem interrupções. “Assim, os dados evidenciam não apenas os impactos do desastre, mas também as desigualdades que afetam diretamente as populações que dependem da pesca artesanal”, aponta a bióloga Mayra Jankowsky, pós-doutoranda no Instituto de Pesca e uma das autoras do artigo. Todos os grupos afetados relataram fatores de estresse relacionados à catástrofe, como a contaminação ambiental e do pescado e a maior dificuldade em comercializar os produtos. “Chamou a nossa atenção durante a pesquisa que os entrevistados desconheciam o grau de contaminação e o risco de consumo dos peixes. Mesmo depois de tantos anos, ainda há um receio desse consumo por parte dos consumidores, prejudicando a venda dos pescados nas regiões afetadas”, ressalta Jankowsky.

A população afetada ainda aguarda uma reparação pelos danos sofridos. Em novembro de 2024, a Justiça absolveu as empresas Samarco, Vale e BHP Billiton e gestores pelo rompimento da barragem. A Fundação Renova, responsável por executar o Termo de Transação e Ajustamento de Conduta, será extinta, ao mesmo tempo em que continua em andamento o julgamento da ação contra a BHP Billiton, uma das controladoras da empresa Samarco, no Reino Unido. Já no dia 25 de outubro deste ano, foi assinado o acordo entre as empresas e governos federal e estaduais, que estabelece o pagamento total de R$132 bilhões aos afetados.

Para Jankowsky, é fundamental a construção de soluções conjuntas, com maior participação dos afetados. “Garantir que essas comunidades desempenhem um papel ativo na construção das soluções facilita a geração de aprendizado coletivo e ações colaborativas, elementos essenciais para a reconstrução dos modos de vida afetados”, aponta. Ela também defende ações direcionadas aos grupos socialmente mais vulneráveis. “É contraditório que os mais velhos, com mais experiência e conhecimento, estejam entre os mais afetados e distantes do processo de recuperação, pois potencialmente ainda têm muito a contribuir”, frisa.

A pesquisadora afirma ser imprescindível a implementação de um monitoramento ambiental participativo que permita avaliar a segurança alimentar e definir áreas seguras para a pesca, assim como realizar ações urgentes de descontaminação ambiental.

(Fonte: Agência Bori)

Ministério da Saúde escolhe Indaiatuba para testar eficácia de novo inseticida no combate à dengue

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: Gabriel Beccari RIC/PMI.

A Secretaria de Saúde de Indaiatuba, por meio da Equipe de Controle da Dengue, recebeu na última terça e quarta-feira, dias 3 e 4, representante do Ministério da Saúde e membros da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da empresa Envu (antiga Bayer) que vieram realizar em grande escala um teste de eficácia de um novo inseticida para o controle da dengue. As atividades aconteceram nos bairros Jardim Brasil e Jardim Carlos Aldrovandi, com monitoramento de mosquitos e dispersão do inseticida no ar.

Indaiatuba foi escolhida para ser a cidade modelo pelo importante trabalho realizado no combate à dengue e pelos índices de qualidade neste serviço. A proposta é manter o estudo por mais dois dias na cidade com a instalação de armadilhas de mosquitos e a aplicação do produto por meio de bomba veicular.

O novo produto tem por objetivo ser mais eficiente na mortalidade dos mosquitos fêmeas – transmissoras de doenças como zika, chikungunya e dengue. A depender do resultado dos estudos, o novo inseticida poderá será incluso nas estratégias de controle vetorial em todo Brasil, conforme prevê o Ministério da Saúde do Governo Federal.

(Com Gabriel Beccari/Prefeitura de Indaiatuba)

Chá da Tarde do Palácio Tangará tem menu exclusivo para as festas

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação.

Inspirado no tradicional chá da tarde do The Lanesborough, icônico hotel da Oetker Collection em Londres, o chá da tarde do Palácio Tangará, que é servido o ano todo de 2ª a 6ª feira, ganha edição especial no mês de dezembro com temática especial de Natal. Servido nos elegantes lounges ou na área externa do restaurante Pateo do Palácio, que tem vista para o deslumbrante Parque Burle Marx, o Chá da Tarde Natalino encanta os visitantes com sabores e aromas típicos da temporada.

Disponível de 2 a 19 de dezembro, de segunda a sexta, das 15h às 18h, o menu foi cuidadosamente elaborado pelo renomado chef confeiteiro Arnor Porto, que coleciona diversos prêmios em sua carreira. Entre as delícias servidas, destacam-se a tradicional rabanada, os macarons de panetone e pâtisseries francesas, além de finger sandwiches com recheios sazonais, como peru, bacalhau e tender. Complementando a experiência, uma taça de espumante e uma seleção requintada de chás, cafés e sucos está à disposição.

O Chá da Tarde Natalino tem o valor de R$355 + taxas por pessoa. Reservas e mais informações por meio do site ou pelo telefone (11) 4904-4001. Confira abaixo o menu completo do Chá da Tarde natalino:

Finger sandwiches

Peru assado e cranberry

Salmão defumado, dill e molho de mostarda Dijon

Pepino japonês, aspargos e mascarpone de ervas

Tender, compota de laranja e especiarias

Bacalhau, emulsão de ervas e raspas de limão siciliano

Viennoiseries

Folhado de chocolate

Folhado de goiaba

Croissant

Muffin de frutas cristalizadas

Pâtisseries

Rabanada de brioche com creme de baunilha e framboesas

Macaron de morango, hibisco e chocolate amargo

Choux cracquelin de amêndoas ao chocolate ao leite com perfume de amaretto

Macaron de limão siciliano

Macaron de panetone

Cupcake de cenoura, gingerbread e ganache de chocolate branco

Cookies de avelã com chocolate ao leite e caramelo salgado

Verrine de frutas do bosque, mascarpone e zest de tangerina

Seleção de chás e cafés

Chocolate quente do Palácio

Suco do dia

Uma taça de espumante.

Sobre o Palácio Tangará

Com sua excepcional localização na capital financeira do Brasil, São Paulo, o Palácio Tangará abriu suas portas em 2017. Cercado pelo Parque Burle Marx, cujos jardins foram projetados pelo mundialmente reconhecido paisagista homônimo, o hotel oferece 141 espaçosos apartamentos, sendo 59 suítes, todos com vistas para a vegetação exuberante do parque. Premiado como ‘O Melhor Hotel Para Ir a Dois’ pela revista Prazeres da Mesa, e como o ‘Melhor Hotel do Brasil’, pela revista Condenast Traveller, o hotel oferece também, dois restaurantes: Tangará Jean-Georges, reconhecido com uma estrela Michelin, e Pateo do Palácio. Já a área de lazer do hotel é composta por uma academia equipada com modernos aparelhos Technogym, o SPA Lancôme Absolue, primeiro spa da marca francesa na América Latina, além de piscinas interna e externa semiolímpicas, aquecidas, e Kids Club com programação especial de atividades e brincadeiras aos finais de semana e feriados.
Serviço:

Palácio Tangará

Endereço: R. Dep. Laércio Corte, 1501 – Panamby, São Paulo – SP

Telefone: (11) 4904-4040

Reservas: (11) 4904-4001

Instagram: @palaciotangara | Site.

(Com Joana Lobo/Index Conectada)

Mostra SCENA traz as obras ‘Vanitas’ e ‘CLOUD’ para a Semana da Cena Italiana Contemporânea no Sesc Belenzinho

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Pietro Bertora.

A quarta edição da mostra SCENA – Semana da Cena Italiana Contemporânea em São Paulo acontece de 12 a 15 de dezembro de 2024, no Sesc Belenzinho e traz dois trabalhos, Vanitas e CLOUD, de jovens e emergentes artistas, provenientes da Itália meridional e insular, com propostas que colocam lado a lado na cena a dança, a performance e as artes visuais. Com curadoria de Rachel Brumana e produção da Associação SÙ de Cultura e Educação, o evento é uma parceria entre o Instituto Italiano de Cultura de São Paulo e o Sesc SP. Após a sessão do dia 12 de dezembro haverá um bate-papo com os artistas Giovanfrancesco Giannini, Fabio Novembrini e Roberta Racis com mediação do artista e pesquisador Renan Marcondes.

Desde sua primeira edição em 2019, a SCENA busca apresentar um olhar sobre a Itália de hoje e estabelecer relações da mais recente produção das artes cênicas com a cena e a plateia brasileira. “A proposta é provocar essa troca por meio dos corpos, das falas, das poéticas e dos discursos. A cena que emerge da Itália hoje é ativa, contestadora, envolvente, reflexiva, instigadora, atenta a questões globais a partir dos espaços que a origina e por onde transitam artistas, pensamentos e colaborações”, coloca a curadora Rachel Brumana.

“Se os espetáculos abordam a precariedade da nossa existência, o teatro se propõe como uma afirmação e triunfo da vida, porque é, ele próprio, um acontecimento vivo, que agrega as pessoas e as faz sentir parte de um conjunto”, afirmam Lillo Teodoro Guarneri, diretor do Instituto Italiano de Cultura de São Paulo, e Margherita Marziali, vice-diretora.

Foto: Luca del Pia.

Este ano, em que se celebram os 150 anos da imigração italiana no Brasil, a mostra dedica-se a observar um momento potente da dança italiana e focar no trabalho de jovens criadores, provenientes do sul da Itália (Nápoles) e das grandes ilhas (Sicília e Sardenha). “São regiões de enorme tradição cultural; porém, mais distantes dos grandes centros da produção cultural atual, concentrada sobretudo no centro e norte do país. As obras Vanitas e CLOUD entrecruzam temáticas e referências clássicas, como a pintura europeia pós-renascentista (o estilo vanitas, as naturezas-mortas) a um imaginário contemporâneo, midiático e efêmero (cloud, as ‘nuvens’, onde armazenamos informações)”, completa Rachel.

Sobre as obras
Os dois trabalhos apresentados ao público de São Paulo atravessam passado e presente: Vanitas revisita a história da pintura italiana e dialoga com o presente ao questionar a vaidade. Três jovens artistas da dança, oriundos da Itália meridional e insular – Giovanfrancesco Giannini (Nápoles), Fabio Novembrini (Sicília) e Roberta Racis (Sardenha) – usam projeções e referências de obras na cena, misturando com imagens dos próprios artistas. “Hoje penso na vaidade como uma das causas que levam à alienação e ao egoísmo solitário que caracterizam o nosso tempo, uma espécie de estrutura saturada de medos, obsessões capitalistas e um grande senso de inadequação que habita cada um de nós e que, em nós, não pode encontrar solução. Sinto que, muitas vezes, se prefere o preconceito à experiência, que se gasta demasiado tempo se definindo através do olhar alheio para ser mais do que uma imagem”, diz Roberta Racis sobre a criação da obra.

Na História da Arte, pinturas feitas no estilo vanitas (gênero comum nos séculos XV, XVI e XVII na Europa) desejam lembrar a efemeridade da vida, a futilidade de buscar prazeres e a certeza da morte. Símbolos vanitas frequentemente incluem caveiras, lembranças inevitáveis da morte; frutas apodrecidas, que simbolizam a decadência trazida pelo envelhecimento; bolhas, fumaça, relógios e ampulhetas, que evocam a brevidade e a natureza efêmera da vida. “Cada um de nós hoje dialoga com a vaidade de forma diferente. Para mim, por exemplo, esse diálogo não tem apenas um aspecto negativo. Quando me entrego à performance, penso no fim de algo, mas nesse fim vejo a possibilidade de um renascimento, de uma mudança. Imagino uma longa transição que, simbolicamente, se relaciona à qualidade cinética do slow motion, um código que escolhemos para a performance. Esse caminho difícil, feito de quedas, olhares e encontros, me leva a aceitar que algo está acontecendo”, coloca Fabio Novembrini sobre a encenação.

‘Vanitas’, de Giovanfrancesco Giannini, Fabio Novembrini e Roberta Racis. Foto: Luca del Pia.

No solo CLOUD, Giovanfrancesco Giannini une seus gestos a uma mistura de projeções da internet, de várias localidades, e de seu acervo pessoal. “A ideia de dialogar com imagens e, mais amplamente, com o elemento midiático e digital nasceu de uma reflexão sobre o conceito de arquivo, em especial os arquivos digitais que todos nós possuímos e armazenamos diariamente em nossos dispositivos. Sempre me fascinou a possibilidade de uma memória pessoal fora do corpo, mas que ainda nos pertence e frequentemente se entrelaça com uma memória que engloba a todos, tornando-se coletiva. O corpo ao vivo, em diálogo com essas imagens e com a cloud (nuvem) digital, tenta ressignificar essa memória e testemunhar sua existência: essa relação, que nasce por meio do meu corpo e que compartilho com o público, torna-se para mim um gesto político dissidente, de resistência e testemunho”, conta Giannini.

Para incorporar o fluxo digital na ação física, o trabalho usa a dilatação do tempo. Com essa ideia de longa duração, a prática física estabelece uma relação mais profunda e simbiótica com as imagens projetadas. Em slow motion reiterado, a exposição do corpo busca escapar de qualquer retórica. “O público pode assistir a essa transformação ao vivo e me ver empenhado nessa repetição obstinada. Acho interessante que as pessoas sejam testemunhas dessa tentativa. Ao longo dos anos, essa repetição gerou reações diversas no público: em alguns, ansiedade; em outros, uma suspensão e atenção profunda. Da minha parte, aceito ambas as respostas”, completa o artista.

Programação | Scena – Semana da Cena Italiana Contemporânea
Sesc Belenzinho – Sala de Espetáculos I. Rua Padre Adelino, 1000 – Quarta Parada, São Paulo, SP
Ingressos: R$18 a R$60

Vanitas

Dias 12* e 13/12, quinta e sexta-feira, às 20h
Duração: 45 min | classificação indicativa: 14 anos
*após a sessão do dia 12/12, haverá bate-papo com os artistas com mediação de Renan Marcondes.

Sinopse | Em Vanitas (2024), partindo de uma reflexão sobre a vanitas como gênero pictórico, reinterpretam na contemporaneidade a iconografia da vaidade em relação ao tema macro da crise de nosso tempo. Inquietação, crise de pensamento, vazio de sentido: a vaidade como lei do mundo.

CLOUD

Dias 14 e 15/12, sábado, às 20h, e domingo, às 17h
Duração: 60 min. | Classificação indicativa: 12 anos

Sinopse:
CLOUD é uma reflexão sobre a política das imagens e sobre a representação midiática dos corpos, organizada em torno dos conceitos de duração e repetição. Em cena, Giovanfrancesco Giannini usa imagens suas e outras retiradas da internet, em diálogo com gestos e deslocamentos: a performance se desenrola em uma hora e é composta por duas repetições de cerca de trinta minutos cada; o público pode entrar e sair entre uma e outra. O conteúdo é o mesmo, mas o corpo e o espírito do performer não serão os mesmos entre a primeira e a última réplica. A relação com a violência das imagens adquire assim um caráter ritual e se inscreve no contexto da fadiga física e mental, da obstinação de uma permanência prolongada em cena. Estreou em 2019.

Fichas técnicas:

Vanitas
Criação: Giovanfrancesco Giannini, Fabio Novembrini e Roberta Racis
Desenho de Luz: Valeria Foti
Desenho de Som: Samuele Cestola
Coordenação Técnica da turnê: Mattia Bagnoli
Produção: Körper Centro Nazionale di Produzione della Danza
Coprodução: Santarcangelo Festival e Théâtre L’Aire Libre | St Jacques de Lande | Le Joli Collectif
Apoio: Primavera dei Teatri | Fattoria Vittadini |Centro di Rilevante Interesse per la Danza Virgilio Sieni | Istituto Italiano di Cultura di Parigi
VANITAS é apoiada pela rede R.O.M (Residencies On the Move) do Théâtre l’Aire Libre – Le Joli Collectif em colaboração com Balsamine (Bélgica), Santarcangelo Festival (Itália), Le Grütli (Suíça), Théâtre Prospero e Teatro Periscopio (Canadá)

CLOUD
Criação e performance: Giovanfrancesco Giannini
Iluminação: Valeria Foti
Coordenação técnica da turnê: Mattia Bagnoli
Pesquisa e curadoria: Gianmaria Borzillo, Denis De Rosa, Giovanfrancesco Giannini, Antonia Treccagnoli
Produção: Körper – Centro Nazionale di Produzione della Danza
Coprodução: Ariella Vidach – AiEP, Santarcangelo Festival
Apoio: AMAT, no âmbito da ‘Marche casa del teatro Residenze d ‘artista’ com a Comuna de Pesaro, Região de Marche e MiC, La Briqueterie CDCN du Val-de-Marne e Théâtre de Vanves – Scène Conventionnée d’intérêt national ‘Art et Création’ – Paris
Financiado por: MiC – Ministério da Cultura e Região da Campânia, Istituto Italiano di Cultura de Montreal, Dom Utopii – Międzynarodowe Centrum Empatii, Cracóvia

Mostra SCENA 2024 – Semana da Cena Italiana Contemporânea em São Paulo
Idealização, curadoria e direção de produção: Rachel Brumana
Gestão e produção: Associação SÙ de Cultura e Educação
Coordenação administrativa: Marisa Riccitelli Sant’ana
Produção executiva: Dani Correia
Comunicação: Luiza Alves
Logística e financeiro: Paula Malfatti
Design gráfico e assistente de produção executiva: Veni Barbosa
Criação de identidade visual: Érico Peretta
Assessoria de imprensa Canal Aberto: Márcia Marques, Daniele Valério e Flávia Fontes.

Serviço:
Mostra SCENA 2024 – Semana da Cena Italiana Contemporânea em São Paulo
de 12 a 15 de dezembro de 2024
De quinta a domingo | horário: de qui. a sáb., 20h; dom.; 17h
Ingressos: R$ 60,00 (inteira), R$ 30,00 (meia-entrada) e R$ 18,00 (credencial plena)
Sesc Belenzinho

Sobre o Instituto Italiano de Cultura de São Paulo
O Instituto Italiano de Cultura de São Paulo é um órgão oficial do Governo Italiano. Foi fundado em 1950 e se dedica a promover a cultura e a língua italiana, além de enriquecer o panorama cultural em sua área de ação com iniciativas voltadas à cooperação ítalo-brasileira neste setor. Localizado em um histórico casarão no bairro de Higienópolis, o Instituto promove concertos, exposições, sessões de cinema, palestras e encontros, e possui uma biblioteca com mais de 23 mil títulos, a maioria em língua italiana, disponíveis para o público. O Instituto é também fonte de informações sobre o país, cursos de língua italiana ministrados na Itália e bolsas de estudo outorgadas pelo Governo Italiano. Facebook | Instagram | YouTube

(Com Daniele Valério/Canal Aberto Assessoria de Imprensa)

Sexto volume da aclamada série Ciclo de Avalon apresenta rainha guerreira celta contra o domínio de Roma

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro.

Obra de maior sucesso da autora americana Marion Zimmer Bradley, ‘As brumas de Avalon’ ganha um novo capítulo com o lançamento do livro ‘Corvos de Avalon’, que chega pela Planeta Minotauro. Sexto volume da série Ciclo de Avalon, focada na lendária Ilha Sagrada e nas personagens femininas que moldam a história do lugar e da Grã-Bretanha, a obra expande o universo da saga e explora a lenda de uma rainha guerreira que está disposta a tudo para resistir ao domínio romano.

A paz entre os romanos e a tribo Iceni, comandada pelo rei Prasutagos, já era tênue e, com a morte do monarca, foi rompida de vez. Sem a figura de autoridade, os homens de Roma se recusam a reconhecer Boudica, a esposa do antigo líder, como sua rainha. Eles espancam e estupram suas filhas, mas a mulher jura vingança. Determinada a se vingar e impedir que os soldados estrangeiros dominem seu povo, Boudica levanta um exército com o poder mágico da Deusa, invocada em seu temível aspecto de guerreira, e decide contra-atacar os invasores.

A lendária rainha celta é mais uma das incríveis personagens que misturam fantasia e realidade para redescobrir a mitologia britânica com destaque em suas figuras femininas. Por meio dela, se desenrola nesse sexto volume uma história cheia de simbolismo, luta e resistência, tanto das mulheres quanto de um povo que não se deixam ser dominados.

Escrito em parceria com Diana L. Paxson, Corvos de Avalon mergulha no passado da misteriosa ilha e traz um relato rico em detalhes históricos e mágicos da formação do lugar. Repleto de mitologia e fantasia, a obra transporta leitores e leitoras para um mundo fascinante de mitos, lendas e mistérios, convidando aqueles que se aventuram por estas páginas a desbravarem o universo místico e lendário de Avalon.

Ficha técnica:

Título: Corvos de Avalon

Autoras: Marion Zimmer Bradley e Diana L. Paxson

Tradução: Marina Della Valle

ISBN: 978-85-422-2463-4

368 páginas

R$109,90

Planeta Minotauro | Editora Planeta.

Sobre a autora | Marion Zimmer Bradley nasceu no estado de Nova York, Estados Unidos, em 1930. Começou sua destacada carreira como autora em 1961, com seu primeiro romance, A porta através do espaço. No ano seguinte, escreveu o primeiro livro da popular série Darkover, Sword of Aldones [Espada de Aldones], logo indicado ao Hugo Award. Seu romance A torre proibida também foi indicado ao Hugo e, A herança de Hastur, ao Nebula Award. As brumas de Avalon, primeiro livro do aclamado Ciclo de Avalon, foi a obra de maior sucesso da carreira de Bradley. Recebeu o Locus Award em 1984 na categoria Melhor Romance de Fantasia e está entre os mais vendidos da revista Locus há anos. Bradley morreu em 1999.

Sobre a editora | Fundado há 70 anos em Barcelona, o Grupo Planeta é um dos maiores conglomerados editoriais do mundo, além de uma das maiores corporações de comunicação e educação do cenário global. A Editora Planeta, criada em 2003, é o braço brasileiro do Grupo Planeta. Com mais de 1.500 livros publicados, a Planeta Brasil conta com nove selos editoriais, que abrangem o melhor dos gêneros de ficção e não ficção: Planeta, Crítica, Tusquets, Paidós, Planeta Minotauro, Planeta Estratégia, Outro Planeta, Academia e Essência.

(Fonte: Editora Planeta)