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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Professora lança livro sobre perseguição histórica às ‘bruxas’

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro. (Divulgação/Angela Cruz)

‘A Fênix Escarlate’ é a história de uma mulher com muitas vidas. No século XXI, ela é uma escritora renomada que decide explorar seu lado como feiticeira depois de já ter sido uma bruxa na Suméria, em Jerusalém, em Sevilha e em Paris. Apesar de diferentes tempos históricos e regiões, a protagonista sempre teve um propósito bem estabelecido: o de lutar pela autonomia e pelos direitos femininos. Obra inaugural de uma saga, Angela Cruz apresenta a trajetória da personagem na antiga Mesopotâmia e na contemporânea cidade de São Paulo. Com arcos narrativos entrelaçados, as duas trajetórias de Blanca convergem em experiências recorrentes entre mulheres de qualquer época, como preconceito, violência e desigualdades.

Na primeira parte do enredo, a narradora da atualidade reconta sua vida do fim para o começo e ecoa inúmeros conflitos sociais. Entre encontros, diálogos e reflexões, percebe o silenciamento das vozes femininas, os impactos dos papéis de gênero e as consequências da objetificação dos corpos. Já o segundo momento retorna para mais de 2 mil anos a.C, quando a protagonista foi perseguida pelo próprio pai, que a considerava marcada por Lilith.

Em todas essas vidas bruxescas, fui maltratada, desrespeitada, humilhada, destituída de direitos, violentada e condenada. Na maior parte dessas vidas, morri sem o direito de defesa. Mas em todas elas lutei por mim, por minhas irmãs mulheres, companheiras e iguais. Ao longo dos tempos, encontrei aliadas e aliados para essa luta. Descobri maneiras e desenvolvi estratégias para me desviar de maldades e conseguir alcançar alguns benefícios, privilégios ou vitórias sobre malfeitores, dominadores ou contra quem pudesse nos causar males. (A Fênix Escarlate, pg. 11)

Angela Cruz.

Entre ficção e realidade, Angela Cruz introduz detalhes sobre bruxaria e as diferentes perspectivas que adquiriu com os anos. “A obra é permeada pela prática da bruxaria, uma filosofia de vida que está entranhada na sociedade, na alma humana, em todos os cantos do mundo. Ela existe desde sempre e se transmutou por séculos, ora sendo aclamada como única salvação, ora execrada como algo odioso”, explica.

O livro desconstrói a imagem das feiticeiras e as aproxima do cotidiano. Entre as páginas, os leitores percebem como esses costumes místicos estão presentes de forma recorrente: no desejo de que uma situação aconteça na vida de alguém ou no poder do amor para transformar o mundo. A partir dessa conexão, a saga reforça que o trabalho em prol das mudanças sociais pode até ser guiado pelas feiticeiras, mas é ecoado em todas as pessoas que tornam a equidade e a justiça um compromisso diário.

FICHA TÉCNICA

Título: A Fênix Escarlate

Subtítulo: Blanca de Lagash

Autora: Angela Cruz

ISBN: 978.65-5872-991-4

Páginas: 372

Preço: R$72,84 (físico) | R$24,90 (e-book)

Onde comprar: Amazon | Uiclap

Sobre a autora | Angela Cruz é advogada e professora universitária aposentada. Doutora em Direito, mestre em Educação Escolar e bacharel em Ciências Sociais e Ciências Jurídicas, sempre sonhou em escrever. Publicou coletivamente obras como Os Gomes Regateiro no Brasil: histórias da imigração portuguesa (2016) e Depois da Festa: histórias e memórias dos egressos do Curso de Direito (2021). Hoje, dedica-se integralmente à literatura e estreia na ficção com a saga épica A Fênix Escarlate. Nascida em Itajobi/SP, é mãe de três filhos e avó de quatro netos.

Redes sociais da autora: Instagram | Facebook

Redes sociais da saga: Instagram | Facebook.

(Com Victoria Gearini/LC Agência de Comunicação)

Thiago Freitas lança projeto forrozeiro que resgata grandes sucessos sertanejos dos anos 2000

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

O artista de forró e piseiro mais promissor do momento, Thiago Freitas, apresenta seu novo trabalho resgatando os grandes hits sertanejos do século XXI em versões marcantes no forró. O EP ‘Apaixonado em Goiânia’ chega às plataformas digitais via Warner Music Brasil, trazendo 10 clássicos do gênero musical, agora repaginados, com bastante ritmo e energia. Ouça aqui.

Cada faixa do EP traz duas músicas que foram eternizadas nas vozes de grandes artistas do sertanejo. Entre as regravações, estão canções de Gustavo Mioto, Matheus & Kauan, Jorge & Mateus, João Pedro & Cristiano, Gustavo Lima, João Bosco & Vinícius, Wesley Safadão, Zé Neto e Cristiano, Bruno & Marrone, Dorgival Dantas, Felipe Araújo, Henrique & Juliano e Pedro & Thiago. A faixa foco deste trabalho é composta por ‘Toque de mágica’, de Pedro & Thiago, e ‘Inventor dos Amores’, de Gusttavo Lima.

Famoso por sua habilidade única de transformar músicas de outros gêneros em forró, Thiago Freitas vem conquistando milhares de fãs ao redor do país, especialmente com sucessos como a releitura de ‘Quando a Chuva Passar’, que já soma mais de 50 milhões de streams. No novo EP, ‘Apaixonado em Goiânia’, ele canta canções inesquecíveis da música sertaneja e os aproxima da juventude oferecendo uma nova perspectiva sobre esses clássicos e consolidando sua trajetória de sucesso.

Com quase 3 milhões de ouvintes mensais no Spotify e uma crescente popularidade, o artista continua a reafirmar seu talento e a transformar a música brasileira. “Este EP é uma forma de homenagear o sertanejo que marcou uma geração e, ao mesmo tempo, levar o forró a um público ainda maior. Eu amo transformar músicas de outros gêneros e, com este novo trabalho, eu espero mostrar o quanto o forró pode dar uma nova vida aos clássicos”, conta Thiago

(Com Fabiana Albuquerque/Estar Comunicação)

Campanha de Natal ‘Adote Um Bom Velhinho’ incentiva adoção de gatinhos adultos

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Levi Meir Clancy/Unsplash.

A Maternité Cats, abrigo dedicado ao resgate e cuidado de gatinhos abandonados, lançou a campanha de Natal ‘Adote Um Bom Velhinho’, uma iniciativa especial que visa dar visibilidade e promover a adoção de gatinhos adultos, especialmente aqueles que estão há mais tempo aguardando por um lar.

Reconhecendo que muitos animais de estimação mais velhos frequentemente ficam esquecidos nos abrigos, a campanha brinca com o nome carinhoso que damos ao Papai Noel, o ‘Bom Velhinho’, reforçando a ideia de que esses gatinhos têm muito amor para dar e merecem uma segunda chance. “Neste Natal, nosso maior desejo é encontrar lares cheios de amor e carinho para esses gatinhos”, afirma Ana Paula Albino Diniz, protetora responsável pelo abrigo.

Com lindas fotos temáticas de Natal, a campanha apresenta os gatinhos que esperam ansiosamente por uma família. Cada um deles possui uma história única e um coração cheio de amor para compartilhar. A iniciativa não apenas visa sensibilizar a população para a adoção de gatos mais velhos, mas também enfatiza a importância de garantir um lar para aqueles que muitas vezes são deixados para trás.

Para aqueles que não podem adotar, há diversas maneiras de contribuir para o bem-estar dos peludinhos. Os interessados podem apadrinhar um gatinho, garantindo que ele receba cuidados especiais, alimentação e tratamento veterinário. É uma forma compromissada de apoio que faz a diferença na vida desses animais.

Além dos apadrinhamentos, doações em dinheiro ou itens essenciais, como ração, sachês e produtos de limpeza, são fundamentais para a manutenção do abrigo. “A sua doação é essencial para mantermos nosso espaço funcionando e proporcionando a melhor qualidade de vida possível a esses gatinhos”, complementa Ana Paula.

A campanha ‘Adote Um Bom Velhinho’ é uma oportunidade de fazer a diferença neste Natal. Acesse o site da campanha para saber mais sobre como adotar, apadrinhar ou fazer uma doação.

Sobre a Maternité Cats

A Maternité Cats é um abrigo dedicado ao resgate e cuidado de gatinhos abandonados, e atualmente acolhe mais de 150 felinos resgatados das ruas. Seu foco principal é o acolhimento de gatinhas gestantes, mãezinhas e seus filhotes, proporcionando-lhes um ambiente seguro e amoroso até que encontrem um lar definitivo.​

Ao longo dos anos, muitos dos residentes que não conseguiram encontrar uma família adotiva permaneceram no abrigo recebendo todo o carinho e cuidado que merecem. Além disso, acolhe gatos que foram vítimas de abandono e maus-tratos, garantindo que tenham uma segunda chance de viver com dignidade.

O projeto é liderado por uma protetora independente movida pela paixão e amor aos animais. A Maternité Cats sobrevive exclusivamente de doações de pessoas físicas que compartilham o seu compromisso com o bem-estar e proteção dos gatos. Cada contribuição ajuda a continuar a missão de oferecer uma vida melhor a esses animais especiais. Conheça esse trabalho e faça parte dessa causa nobre. Acesse a campanha.

(Com Maíra Villamarin)

Sem Papai Noel: conheça países em que o personagem natalino é ‘proibido’

Mundo, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação.

O Papai Noel, uma das figuras mais queridas e universais do Natal, já enfrentou momentos conturbados ao longo da história. Em alguns países, sua imagem festiva foi banida por razões políticas, religiosas ou culturais. A figura do bom velhinho, que simboliza generosidade e celebração, nem sempre foi tão bem-vinda em certas partes do mundo.

O professor Pedro Rennó, historiador da Plataforma Professor Ferretto, explica: “O Papai Noel, embora hoje seja amplamente associado ao comércio e à tradição natalina ocidental, carrega simbolismos que, em certos contextos, desafiam valores ou ideologias predominantes. Isso levou algumas sociedades a vetarem sua presença, especialmente em períodos ou regimes de forte controle cultural e político.”

Um dos exemplos mais emblemáticos ocorreu na antiga União Soviética. Durante parte do período comunista, celebrações religiosas, incluindo o Natal, foram desencorajadas, já que os valores do cristianismo eram vistos como incompatíveis com a ideologia marxista. Em vez disso, figuras como Ded Moroz, o ‘Avô Gelo’, foram promovidas como substitutas seculares do Papai Noel.

Já na Arábia Saudita, a proibição do Papai Noel está vinculada ao rigor religioso. Como o Natal não faz parte das tradições islâmicas, a celebração é desestimulada e a figura do bom velhinho é vista como um símbolo de influência ocidental. Mais recentemente, em alguns países asiáticos, como a Coreia do Norte, a presença do Papai Noel é limitada. Nesses casos, a rejeição está atrelada a uma postura política que busca restringir símbolos externos e preservar valores locais. “O Papai Noel, por mais inofensivo que pareça, às vezes é interpretado como um embaixador de valores culturais estrangeiros. Isso desperta tensões em contextos de resistência à globalização ou à influência ocidental”, ressalta Rennó.

Perspectivas geopolíticas e culturais

Para Felipe Vasconcelos, jovem estudioso de geopolítica e criador do Observatório Atena, o Papai Noel também pode ser visto como um exemplo de como símbolos culturais refletem dinâmicas de poder no cenário internacional. “A rejeição ao Papai Noel em certos países não é apenas uma questão de tradição ou religião; ela revela disputas culturais mais amplas, onde símbolos globais, como o Papai Noel, acabam sendo percebidos como agentes de uma hegemonia cultural ocidental”, comenta o especialista. Essas tensões, segundo Vasconcelos, nos mostram como a globalização não é homogênea e como as sociedades reagem para preservar suas próprias narrativas culturais.

Ele ainda destaca que a ressignificação do Papai Noel, como ocorre com Ded Moroz na Rússia, demonstra que os símbolos globais podem ser adaptados a contextos locais. “Em vez de simplesmente rejeitar a figura, algumas culturas optam por moldá-la de acordo com suas tradições. Isso cria um diálogo interessante entre o global e o local, enriquecendo as celebrações”, pontua.

Papai Noel x tradições culturais locais

Além das questões ideológicas e religiosas, o Papai Noel também enfrenta desafios relacionados à preservação de tradições culturais locais. Em algumas regiões da Europa, por exemplo, figuras folclóricas como São Nicolau ou personagens como Krampus ainda dominam as celebrações natalinas, resistindo à padronização promovida pelo simbolismo do bom velhinho moderno. Isso mostra que, mesmo em locais onde ele não é proibido, sua aceitação pode ser limitada por questões culturais profundamente enraizadas. “Essas proibições ou resistências ao Papai Noel nos convidam a refletir sobre como tradições e símbolos globais interagem com identidades locais. Apesar de parecer universal, a imagem é constantemente ressignificada pelas culturas que o recebem — ou rejeitam”, conclui Rennó. Essa diversidade de perspectivas reforça a riqueza e a complexidade das celebrações natalinas em um mundo cada vez mais globalizado.

Sobre a Plataforma Professor Ferretto | A plataforma é uma das maiores do país no segmento e tem o objetivo de oferecer um ensino de qualidade acessível aos jovens. Atualmente, conta com mais de 50 mil estudantes em todo o país, que se preparam para as provas do Enem e dos vestibulares mais importantes com aulas online. Por meio da plataforma, os candidatos podem fazer o seu próprio cronograma, sem sair de casa para estudar. Nesse espaço virtual, têm acesso a diversos materiais e um total de 10 professores das principais disciplinas, todos altamente qualificados e que uniram forças para ensinar, orientar e dar acesso aos conteúdos.

Sobre Felipe Vasconcelos | Felipe Vasconcelos é um jovem estudioso de geopolítica premiado em todas as suas 12 participações em MUNs – Modelo de Simulação de Organismos Internacionais. Aos 17 anos, já realizou mais de 60 cursos sobre temas como segurança internacional, terrorismo e guerra, entre outros. É criador do Observatório Atena, perfil que visa difundir conhecimento sobre geopolítica, história e economia para estudantes, além de estagiar na Coordenadoria Especial de Relações Internacionais e Cooperação da Prefeitura do Rio de Janeiro, lecionar cursos de Geopolítica para jovens e escrever sobre Política Internacional em diversos portais.

(Com Yasmin Paneto/Make Buzz Comunicação)