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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Com 40 músicos, primeira Orquestra Jovem Sesc do Rio Grande do Sul realiza aula inaugural no dia 6 de janeiro

Pelotas, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação.

A música está prestes a ganhar novos rostos na comunidade pelotense com a primeira Orquestra Jovem Sesc do Rio Grande do Sul. A aula inaugural do projeto, que visa fomentar a sensibilização musical, instrumental e social entre os jovens da região, será no dia 6 de janeiro, primeira segunda-feira do ano, no Sesc Pelotas (Rua Félix da Cunha, 811). A atividade, que acontecerá das 14h às 18h, reunirá alunos, professores e autoridades celebrando o início das aulas e a formação da orquestra.

Com 40 alunos – 20 para a classe de violino, 10 para a classe de viola, seis para a classe de violoncelo e quatro para a classe de contrabaixo –, a Orquestra Jovem Sesc, inédita no Estado, tem o objetivo de estimular o desenvolvimento artístico individual do aluno com um trabalho de socialização e vivência musical em conjunto, oferecendo, por meio das aulas, ensaios e apresentações musicais, atividades que contribuam para a formação da cidadania dos integrantes. Dessa forma, já no primeiro mês de encontros, os alunos poderão vivenciar o 13º Festival Internacional Sesc de Música e ter contato com as Orquestras Jovens Sesc de outros Estados, como Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Roraima e Sergipe, que visitarão Pelotas para o tradicional evento.

“Pelotas, a casa do Festival Internacional Sesc de Música, conta, a partir de agora, com a primeira Orquestra Jovem Sesc do Rio Grande do Sul. Essa é mais uma iniciativa de promoção e fomento da cultura, não só musical, mas também instrumental e social, que nasce como uma amplificação duradoura do trabalho que realizamos há quase treze edições com o festival e que se torna um legado contínuo da sensibilização musical na comunidade”, afirma Luis Fernando Parada, diretor do Sesc Pelotas.

Arte Sesc | É um dos pilares prioritários para o Sesc/RS e tem como propósitos a valorização da arte e a disseminação da cultura para a sociedade de forma democrática e acessível, com ações que proporcionem a formação de plateias dos mais diferentes públicos. Dessa forma, promove atividades culturais de teatro, música, artes plásticas, circo, literatura e cinema, com uma intensa troca de experiências para ampliar o acesso à produção artística.

Aula inaugural da Orquestra Jovem Sesc – Sesc Pelotas

Data: 6/1/2025 (segunda-feira) | Horário: A partir das 14h

Local: Sesc Pelotas (Rua Félix da Cunha, 811)

Mais informações: Com o Sesc Pelotas pelo WhatsApp (53) 99131-3176.

(Com Luís Henrique Cunha/Moglia Comunicação Empresarial)

Rodrigo França estreia no Sesc Pinheiros o solo ‘Eu Sou Um Hamlet’

São Paulo, por Kleber Patricio

Rodrigo França em ‘Eu sou um Hamlet’. Fotos: Marcio Farias.

Após uma temporada aclamada no Rio de Janeiro, com indicações a prêmios, o monólogo Eu sou um Hamlet’ faz sua estreia em São Paulo, trazendo Rodrigo França no papel do icônico personagem de Shakespeare. A temporada começa no dia 9 de janeiro de 2025, às 20h, no Sesc Pinheiros – Auditório (R. Pais Leme, 195 – Pinheiros, São Paulo).

Sob a direção de Fernando Philbert, o espetáculo oferece uma releitura contemporânea da obra do bardo, com tradução assinada por Aderbal Freire-Filho, Wagner Moura e Barbara Harrington. A adaptação, fruto da colaboração criativa entre Jonathan Raymundo, Fernando Philbert e Rodrigo França, reforça a parceria dos dois últimos, já consagrada no impactante ‘Contos Negreiros’. As apresentações seguem até 22 de fevereiro, quintas, sextas e sábados às 20h e feriados às 18h. Os ingressos custam de R$15 a R$50.

A montagem utiliza as falas de Hamlet para refletir sobre um mundo violento e segregado, lançando luz sobre as questões da sociedade atual e a condição de humanidade de um homem negro no Brasil. Ao incorporar um ator negro, a peça amplia os dilemas do clássico, trazendo a consciência da realidade ao personagem.

Este Hamlet questiona o mito da democracia racial e enfrenta o desafio de criar um discurso que provoque reflexão sobre o presente. Rodrigo França, ao assumir o papel, reflete sobre o impacto da tragédia colonial na identidade do homem negro, forçado a lidar com uma humanidade fragmentada e constantemente questionada.

Como sobreviver à consciência de uma condição vulnerável, em um sistema que marginaliza e estigmatiza? Como não ceder ao desespero? A peça busca respostas nos ancestrais, iluminando um coração em luta contra uma cultura opressora. “Shakespeare foi popular em sua época ao encenar peças que se comunicavam com os mais diferentes tipos de pessoas, de nobres aos populares. Não será diferente em nossa montagem. Não gosto da arte para poucos, com muros. Quero que a tia do Complexo do Alemão saia do teatro contemplada, assim como a madame do Leblon”, profere Rodrigo França.

“Queríamos um Hamlet que abordasse o racismo e o dilema do homem comum em uma sociedade que ameaça direitos e liberdades. Nosso Hamlet reflete sobre a tensão do mundo e busca entender como chegamos aqui. A peça coloca o ser humano no centro do pensamento, mostrando como enfrentar um sistema que oprime negros, LGBTs, pobres e quem luta por justiça. Em cena, Rodrigo enfrenta essa batalha solitária, mas encontra coragem nas vozes dos ancestrais para desafiar as regras do poder”, explica Philbert.

Para Rodrigo, estar à frente desta montagem é significativo, sobretudo por mostrar que artistas negros podem interpretar qualquer personagem. Ele destaca que interpretar um texto como esse, que reflete o ser humano, traz um impacto único ao ser incorporado por um ator negro. A peça, embora respeite a obra de Shakespeare, explora novos territórios ainda não revelados, mostrando que amor, ódio, fúria e vingança são universais, mas suas expressões variam conforme a subjetividade de cada grupo. Essas emoções são naturais, mas a forma como são vivenciadas é construída socialmente. Nesse contexto, um homem negro buscando descobrir quem matou seu amado pai adquire outra dimensão.

Para o ator, que divide seu tempo ainda como diretor, debatedor, filósofo, autor e escritor, a população negra ainda está em busca de ser humanizada no Brasil. “Só é tratado como humano aqueles que têm dignidade em suas estruturas. Estamos longe de uma equidade para existir uma reparação de nossas mazelas causadas pela escravização. Contextualizando ‘Hamlet’, os nossos fantasmas (ancestrais) ainda clamam. O Hamlet de Shakespeare quer vingança; no Brasil, os diversos ‘Hamlets’ só querem justiça. Imagina se quisessem vingança? Não posso dispersar, pois os meninos estão morrendo lá fora. E temos muito o que fazer”, finaliza Rodrigo França.

Sinopse | A montagem, ao empregar as falas de Hamlet, funciona como um espelho da nossa sociedade violenta e segregada. A partir da perspectiva de um ator negro, a peça provoca reflexões profundas sobre as relações humanas, a condição do homem negro no Brasil e a busca por identidade. Ao fazer isso, a obra amplia os dilemas clássicos de Shakespeare, convidando o público a questionar sua própria humanidade em um mundo marcado por desigualdades.

FICHA TÉCNICA

Dramaturgia: William Shakespeare Tradução: Aderbal Freire-Filho, Barbara Harrington e Wagner Moura Adaptação: Fernando Philbert, Jonathan Raymundo e Rodrigo França Direção: Fernando Philbert Elenco: Rodrigo França Assistente de Direção: Jonathan Raymundo Dramaturgia Sonora e Trilha Original: Dani Nega Cenografia: Natália Lana Assistente de Cenografia: Alessandra Rodrigues Cenotécnico: André Salles Iluminação: Pedro Carneiro Assistente de Iluminação: Thaysa Carvalho e Jéssica Barros Operadora de Iluminação: Dara Duarte Operador de Som: André Papi Figurino: Rodrigo Barros Assistente de Figurino: Layza Dias Preparação de Elenco: Kennedy Lima Coreografia: Valéria Monã Pesquisa Yorubá: Gui Leal Preparação Física: Bia Black Camareira: Cacierly Tiengo Assessoria de Imprensa: Canal Aberto – Márcia Marques, Carol Zeferino e Daniele Valério Relações Públicas: Anderson Oliveira Fotos: Márcio Farias Fotos de Cena: Nil Caniné Videomaker: Jonatas Marques Direção de Producão: Gabrielle Araújo [Caboclas Produções] Produção Executiva: Deborah Oliveira Produtores Associados: Fernando Philbert e Rodrigo França Realização: Diverso Cultura e Desenvolvimento, Caboclas Produções, Mar Aberto Produções Artísticas e Orí Conhecimentos

Serviço:

‘Eu Sou Um Hamlet’

Temporada: 9 de janeiro a 22 de fevereiro de 2025

Quinta a sábado, às 20h; feriado (25/1), às 18h

Classificação Indicativa: 12 anos

Duração: 60 minutos

Sesc Pinheiros – Auditório

R. Pais Leme, 195 – Pinheiros, São Paulo – SP

Telefone: (11) 3095-9400

Ingressos: R$50 (inteira) / R$25 (meia entrada) / R$15 (credencial plena).

(Com Carol Zeferino/Canal Aberto Assessoria de Imprensa)

Projeto Samba Mulher: A cadência e o axé das mulheres sambistas no Sesc Belenzinho

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação.

No dia 11 de janeiro, sábado, às 20h30, o Sesc Belenzinho apresenta o show da cantora Thais Macedo. Os ingressos custam R$60 (inteira), R$30 (meia-entrada) e R$18 (Credencial Sesc) e podem ser adquiridos no portal sescsp.org.br e nas bilheterias físicas das unidades do Sesc SP.

Thaís Macedo, jovem cantora que vem se destacando no samba e pagode chega ao Sesc Belenzinho com o show da turnê Mil Maravilhas, com músicas do seu álbum lançado no final de 2023, junto aos clássicos do samba e pagode eternizados na história, além das músicas do seu projeto Resenha das Minas lançadas recentemente como Fuso Horário.

Nascida em Macaé, Thaís foi criada desde pequena em um ambiente musical com seu pai músico e sua tia cantora. Começou a cantar no coral da escola e nunca mais parou. Formada em produção cultural, a artista iniciou sua carreira de intérprete cantando em bares e restaurantes na noite de Rio das Ostras. Ao mudar-se para o Rio de Janeiro, mergulhou no universo do samba e se tornou um dos principais nomes da nova geração de mulheres sambistas.

Mulher negra, independente, corajosa e dona de um vocal ímpar, Thaís já dividiu os palcos da vida com artistas consagrados como Zeca Pagodinho, Mumuzinho, Thiaguinho, Diogo Nogueira, Jorge Aragão e Xande de Pilares.

Serviço:

Show | Thais Macedo

Dia 11 de janeiro de 2025 – sábado, às 20h30

Valores: R$60,00 (inteira), R$30,00 (meia-entrada) e R$18,00 (Credencial Sesc) –  Ingressos disponíveis somente nas bilheterias das unidades Sesc – Limite de 2 ingressos por pessoa

Local: Comedoria (650 lugares)

Classificação: 12 anos

Duração: 90 min.

SESC BELENZINHO

Endereço: Rua Padre Adelino, 1000, Belenzinho – São Paulo (SP)

Telefone: (11) 2076-9700

Estacionamento: De terça a sábado, das 9h às 21h. Domingos e feriados, das 9h às 18h – Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$8,00 a primeira hora e R$3,00 por hora adicional; não credenciados no Sesc, R$17,00 a primeira hora e R$4,00 por hora adicional

Transporte público: Metrô Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)

Sesc Belenzinho nas redes: Facebook | Instagram | YouTube.

(Com Priscila Dias/Assessoria de imprensa Sesc Belenzinho)

Instituto Cão de Rodinhas lança websérie contra o abandono de animais com deficiência

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Jessica Christian/Unsplash.

Dezembro é popularmente conhecido como Dezembro Verde e destaca o combate ao abandono animal. Desde o último mês de dezembro a websérie ‘Dezembro Verde: Histórias de abandono com final feliz’, lançada pelo Instituto Cão de Rodinhas, vem ajudando a promover uma poderosa campanha sobre o combate ao abandono com foco nos pets com deficiência. Com o objetivo de exibir emocionantes histórias reais, a série compartilha relatos inspiradores de mais de 10 tutores de pets com deficiência de várias regiões do Brasil, como Viking e Canelinha, mostrando a importância da adoção responsável de pets que foram vítimas de abandono e o impacto positivo que ela tem na vida dos animais com deficiência e de seus tutores.

A série de vídeos e postagens foca no combate ao abandono animal, destacando a adoção de pets com deficiência. Cada episódio traz à tona as dificuldades enfrentadas por esses animais, mas também celebra sua resiliência e o amor incondicional que podem oferecer.

“Ao mostrar essas histórias emocionantes, buscamos aumentar a conscientização sobre a realidade dos pets com deficiência, desafiando o preconceito capacitista e incentivando a inclusão desses animais nas famílias. Muitos animais sofrem o preconceito e são abandonados justamente por causa de suas deficiências. Outros animais, já em estado de vulnerabilidade nas ruas, acabam se tornando pets com deficiência por conta de maus tratos, atropelamentos ou falta de vacinação. Sabemos que quando os resgates de animais abandonados acontecem, os pets com deficiência são os últimos na fila de adoção; por isso, queremos reforçar a importância de uma adoção consciente e livre de preconceitos, levando o público a refletir sobre o compromisso necessário para oferecer qualidade de vida aos animais com deficiência”, explica Larissa Onuki, presidente do Instituto.

Com essa iniciativa, o Instituto Cão de Rodinhas reafirma seu papel na luta contra o abandono animal, crime previsto na Lei nº 9.605, trazendo visibilidade a essa causa com sensibilidade e empatia. Os episódios da websérie foram lançados todas as sextas-feiras de dezembro e podem ser conferidos neste link.

Sobre o Instituto Cão de Rodinhas

Com o lema ‘Conscientização e apoio aos pets com deficiência’, o Instituto Cão de Rodinhas surgiu em 2018 para dar visibilidade aos pets com deficiência, promovendo inclusão e conscientização na sociedade, além de oferecer suporte a tutores em todo o Brasil. Com a missão de combater o preconceito e o capacitismo, o Instituto busca sensibilizar a população sobre as necessidades desses animais, muitas vezes esquecidos nas filas de adoção devido à falta de informação e preconceito. Para mais informações sobre as ações, projetos, iniciativas e eventos promovidos, acesse o Instagram Oficial.

(Com Carol Herling Grinbaum/Etzchaim Comunicação)

Aplicativo permite negativar pegadas individuais de carbono

São Paulo, por Kleber Patricio

Em um momento de crescente preocupação ambiental, o aplicativo Carbono Neutro surge como uma ferramenta inovadora para quem quer compensar a própria pegada de carbono de forma prática e acessível. Com a promessa de transformar a rotina de consumo consciente, o aplicativo, dedicado a despertar a consciência ecológica e da sustentabilidade, permite que cada usuário (pessoa física ou empresas) negative sua queima de carbono individual levando em conta aspectos do cotidiano como transporte, uso de energia e até o tipo de alimentação. Estudos indicam que uma pessoa pode emitir de quatro a dez toneladas de carbono por ano.

Para Ivan Pinheiro, diretor comercial da RDG Eco Finance, empresa desenvolvedora do aplicativo, falar de ESG para grandes empresas já foi superado. “O desafio atual é com a população de massa, fazendo rodar a economia verde e fomentar recursos lastreados em ativos florestais”.

Pelo Carbono Neutro, o usuário pode compreender a quantidade de gases de efeito estufa que liberou na atmosfera e optar pela compensação financeira desse impacto. “A grande inovação do aplicativo é sua proposta de transformar essa compensação em benefícios diretos para agricultores e pequenos produtores que investem em práticas sustentáveis”, afirma Pinheiro.

A ferramenta revoluciona o mercado ao promover um engajamento massivo em prol da sustentabilidade, conectando empresas de setores diversos, como restaurantes, bares e lojas de roupas em uma comunidade colaborativa. “Por meio de um sistema de benefícios e recompensas, incentivamos a adoção de práticas sustentáveis, despertando a consciência ambiental da sociedade. Ao participarem, empresas e consumidores contribuem para um futuro mais verde, podendo desfrutar de vantagens exclusivas”, explica o executivo da empresa.

Como funciona

O aplicativo permite a compra direta de CPR Verde, lastreado em Estoque de Carbono de Florestas Nativas e os Ecopontos usados nas campanhas de empresas da comunidade. “Esses projetos, geralmente liderados por fazendeiros e produtores rurais, são monitorados de forma detalhada e transparente, garantindo que esses créditos realmente contribuam para o manejo sustentável e a preservação do meio ambiente”, afirma Pinheiro.

Empresas que usam o aplicativo podem cumprir com a responsabilidade socioambiental, fortalecer sua imagem como livre de desmatamento e promotora da descarbonização do planeta, bem como utilizar o Selo Verde para destacar seus produtos e serviços, e ser remunerada por meio do programa GreenCash.

Rastreio

Um diferencial importante do Carbono Neutro é a possibilidade de rastrear o destino dos recursos. Ao compensar sua pegada, o usuário tem acesso a informações sobre o projeto beneficiado, podendo verificar as práticas empregadas, os resultados ambientais alcançados e o impacto positivo na comunidade local. “Essa transparência é fundamental para garantir a confiança do público e incentivar o engajamento em práticas de consumo consciente”, afirma Pinheiro.

Com o aplicativo, os usuários podem adotar uma postura ativa frente à crise climática, enquanto apoiam diretamente aqueles que implementam práticas regenerativas na agricultura e contribuem para a recuperação de ecossistemas importantes. A RDG Eco Finance espera ter cinco milhões de usuários até 2025. O Carbono Neutro pode ser baixado na App Store e GooglePlay e é gratuito.

Mais sobre a RDG

A RDG Eco Finance é uma Green Tech de capital fechado, estruturada como uma S.A., que se dedica ao avanço sustentável nos setores de extrativismo e agronegócio por meio de investimentos diretos. A empresa desenvolveu uma plataforma escalável, que facilita o acesso ao mercado de crédito de carbono para clientes, investidores e colaboradores. Com o uso da Cédula de Produto Rural (CPR) Verde e Tokens de CPR Verde, a RDG Eco Finance oferece uma abordagem inovadora e sustentável para a gestão de recursos e investimentos. Comprometida com a liderança em mudanças ambientais positivas, a RDG Eco Finance busca contribuir para um futuro mais sustentável e responsável, apoiando práticas econômicas que agregam valor ao ecossistema global. Mais informações em https://www.rdgecofinance.com/.

(Fonte: Egom PR Agency)