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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Exposição ‘Água (verde)’, de Antonio Ballester Moreno, é prorrogada até fevereiro na Gomide&Co

São Paulo, por Kleber Patricio

Azul Verde (2024). Fotos: Estúdio em Obra/Divulgação.

A exposição Água (verde)’, do renomado artista espanhol Antonio Ballester Moreno, que teve início em novembro de 2024 na galeria Gomide&Co, foi prorrogada até 22 de fevereiro de 2025. O público terá a oportunidade estendida de conferir essa experiência única que une arte, ciência e filosofia em uma celebração da vida e da natureza. Esta é a primeira mostra individual do artista no Brasil e a segunda vez que suas obras são exibidas no país, após sua participação na 33ª Bienal de São Paulo:  Afinidades Afetivas (2018), onde atuou tanto como artista quanto como membro da equipe curatorial, sob a curadoria geral de Gabriel Pérez-Barreiro. A curadoria e o texto crítico da exposição são assinados pela curadora e crítica de arte Taisa Palhares.

O título da mostra remete à origem da vida na Terra, há aproximadamente 3,8 bilhões de anos, quando a interação entre água e luz, sob condições atmosféricas específicas, deu origem às primeiras algas verdes, consideradas o primeiro organismo vivo do planeta. Em Água (verde), Ballester Moreno explora a noção de paisagem como um sistema interconectado, onde todos os elementos mantêm uma relação intrínseca.

A mostra apresenta um conjunto inédito de telas em grandes dimensões produzidas em acrílica sobre juta e que funcionam como um cenário integrado. O artista cria um ambiente único por meio da combinação de formas e cores, convidando o espectador a mergulhar em uma experiência sensorial e reflexiva. Segundo Taisa Palhares, “as composições evocam tanto a tradição da pintura abstrata do século 20 quanto a figuração simbólica da natureza, estabelecendo um diálogo poético que estimula a percepção do público.”

Sobre o artista

Antonio Ballester Moreno nasceu em 1977 em Madrid (Espanha), onde vive e trabalha. Estudou artes visuais na Universidad Complutense de Madrid e, posteriormente, na Universität der Künste Berlin. Realizou diversas exposições individuais em Berlim, Madri, Los Angeles e Lisboa, entre outras. Seu trabalho em mostras coletivas esteve em diversas cidades espanholas, além de Nova York, Michigan, e no Brasil, com destaque para a 33ª Bienal de São Paulo: Afinidades afetivas, na qual foi artista-curador no núcleo sentido/comum (São Paulo, 2018), entre outras. Sua obra está presente na coleção de museus e instituições como Museo de Arte Contemporáneo de Castilla y León – MUSAC (León, Espanha); Colección Ella Fontanals Cisneros – CIFO (Miami, EUA); Thyssen-Bornemisza Art Contemporary (Barcelona, Espanha); Centro de Arte Dos de Mayo – CA2M (Móstoles, Espanha); Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía – MNCARS (Madrid, Espanha) e Olbricht Collection (Berlin, Alemanha).

Sobre a Gomide&Co

Fundada em 2013 em São Paulo, a Gomide&Co conquistou uma posição de destaque nacional e internacional, com participação nas mais prestigiadas feiras de arte, nos mercados primários e secundário e uma programação conceituada de exposições rigorosamente construídas.

Entrelaçando diferentes gerações e abordagens, a Gomide&Co representa desde artistas já estabelecidos quanto nomes recentes que vêm se consolidando em trajetórias institucionais e comerciais; entre eles, Lenora de Barros, Marcelo Cipis, Maria Lira, Tiago Mestre, Julia Isidrez, Megumi Yuasa e os espólios de Francisco Brennand e León Ferrari, entre outros. No mercado secundário, artistas como Joseph Beuys, Martin Kippenberger, Antoni Tàpies, Lorenzato e Marcel Broodthaers, que foram exibidos em exposições antológicas, refletindo a preocupação curatorial da galeria em reunir obras históricas e fundamentais para o entendimento e a valorização de suas práticas.

Desde seu início, a Gomide&Co acredita na colaboração com galerias e instituições, com o objetivo de se expandir para novos lugares, levando a arte e seus artistas representados.

Serviço:

Água (verde), individual de Antonio Ballester Moreno

Local: Avenida Paulista, 2644 – São Paulo-SP

Período expositivo: De 13 de novembro de 2024 a 22 de fevereiro de 2025

Horários de visitação: segunda a sexta-feira, das 10h às 19h, sábado das 11h às 17h

Entrada gratuita

http://gomide.co/ | https://www.instagram.com/gomide.co/.

(Com Carolina Amoedo/A4&Holofote Comunicação)

CAIXA Cultural São Paulo apresenta espetáculo ‘Eu Amarelo: Carolina Maria de Jesus’

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação/Colateral Comunicação.

A CAIXA Cultural São Paulo recebe a peça ‘Eu Amarelo: Carolina Maria de Jesus’, com a direção de Isaac Bernat. O espetáculo terá sua primeira apresentação no dia 25 de janeiro e seguirá nos dias 26, 30 e 31 de janeiro e nos dias 1 e 2 de fevereiro. Com dramaturgia de Elissandro Aquino, a peça, baseada na obra ‘Quarto de Despejo – Diário de uma Favelada’, apresenta um retrato contundente sobre a vida de uma das maiores escritoras negras da literatura brasileira do século XX. O projeto conta com patrocínio da CAIXA e do Governo Federal e tem entrada gratuita.

O espetáculo retrata três momentos significativos da trajetória da escritora: sua vivência na favela que deu origem aos diários, sua ascensão como fenômeno editorial e o período de esquecimento. Quase cinquenta anos após sua morte, o Brasil volta a se debruçar sobre as palavras de Carolina, que um dia afirmou: “ninguém vai apagar as palavras que eu escrevi”.

Protagonizado pela atriz Maiara Carvalho, que ecoa os versos, as histórias, conquistas e sonhos da escritora. O livro Quarto de Despejo serviu de base para a adaptação teatral e evidencia as inquietudes sociais e as experiências emocionais de quem vive na falta, além de apontar a trajetória ímpar da escritora, que deixou mais de 4.500 páginas em seus manuscritos.

Além de Quarto de Despejo, o espetáculo apresenta fragmentos de outras obras da autora, como Diário de Bitita e Casa de Alvenaria, e ainda a pesquisa biográfica e provérbios. As obras da escritora revelam nuances sobre o racismo, a desigualdade social, o feminicídio e o genocídio e só foi redescoberta na década de 1990. No exterior, porém, ela nunca deixou de ser lida e estudada, sobretudo nos Estados Unidos, onde Quarto de Despejo, traduzido como Child of the Dark, é utilizado nas escolas. “As obras de Carolina revelam nuances sobre o racismo, a desigualdade social, o feminicídio e o genocídio. São tantas camadas descortinadas por ela que não resta muito a fazer, a não ser encarar a miséria de um povo e, consequentemente, a nossa. Trazer Carolina à tona é mostrar um Brasil que ainda precisa de ajuda”, destaca o dramaturgo Elissandro de Aquino.

Oficina

O público também poderá participar de uma oficina presencial e gratuita, intitulada “O Olhar do Griot sobre o Ofício do Griot”, ministrada pelo diretor do espetáculo Eu amarelo: Carolina Maria de Jesus, Isaac Bernat, que compartilhará sua vivência com o renomado Griot Sotigui Kouyaté. A atividade acontecerá nos dias 30 e 31 de janeiro, das 9 às 13h, na CAIXA Cultural São Paulo. Serão ofertadas 30 vagas e as inscrições podem ser feitas pelo e-mail viramundo@viramundo.org.

Sessão promocional e com acessibilidade em LIBRAS | A sessão do 31 de janeiro será gratuita e contará com acessibilidade em LIBRAS.

Serviço:

[Espetáculo] Eu amarelo: Carolina Maria de Jesus

Local: CAIXA Cultural São Paulo – Praça da Sé, 111, Centro, São Paulo

Horários: às 19h

Datas: 25 e 26, 30 e 31 de janeiro e 1 e 2 de fevereiro de 2025

Ingressos: gratuitos – retirada de ingressos com uma hora de antecedência do evento e limitado a um por pessoa

Classificação indicativa: livre

Informações: Fone: (11) 3321-4400/Site CAIXA Cultural/Instagram

Acesso para pessoas com deficiência

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

[Oficina] O olhar do Griot e o ofício do ator

Datas: 30 e 31 de janeiro

Horário: 9h às 13h

Local: Teatro da CAIXA Cultural Fortaleza

Inscrições gratuitas: pelo e-mail viramundo@viramundo.org

Informações: Fone: (11) 3321-4400/ Site CAIXA Cultural/Instagram.​

(Fonte: Assessoria de imprensa CAIXA) 

Margareth Menezes lança novo single ‘Ramalhete de Flor’

Bahia, por Kleber Patricio

Fotos: Lucas Assis.

Uma exaltação à vida, ao movimento, à natureza e à arte – é com essa energia que Margareth Menezes lança ‘Ramalhete de Flor’, novo single de sua autoria que chega ao streaming de música nesta sexta-feira, dia 24 de janeiro. O lançamento abre-alas para diversas ações da artista durante o verão de 2025 que passam por participações, shows, e culminam em diversas apresentações no Carnaval de Salvador.

Composta por Margareth, ‘Ramalhete de Flor’ teve letra escrita ainda no contexto pós-pandemia, inspirada pelo movimento de volta dos artistas aos palcos. “Essa volta dos shows gerou em mim uma reflexão sobre a alegria das pessoas recebendo de volta a música, o canto, a união, a alegria e, claro, a saúde que um show proporciona no povo. Então, essa canção traduz o nosso reencontro com a música na sua forma mais genuína. Com uma saudação à dança, ao movimento, ao sagrado encontro cheio de encanto do povo com nossa música, com a nossa cultura e com a energia do nosso axé”, explica Margareth Menezes. (Ouça aqui)

A música chega às plataformas três anos depois do seu último lançamento, ‘Terra Afefé’, parceria com Carlinhos Brown, lançada em 2022. Nesta saudação à vida, ‘Ramalhete de Flor’ ganha contornos solares, em um arranjo que destaca o Afropop Brasilieiro, gênero que conduz a carreira de Margareth Menezes, com contribuições eletrônicas em House Music, elementos do Afrobeat e claves sonoras do Ijexá, com acústicos percussivos de atabaques, xequerês e agogôs. Na concepção das artes que acompanham a canção, artes em cores vivas e quentes, com referências ao pôr-do-sol e ao verão.

Além da composição, Margareth Menezes assina a produção musical ao lado de Tito Oliveira, também responsável por arranjos, bateria, percussão e mixagem, e de Mano EL Xiri, também arranjo de base, guitarra e teclados. A música conta ainda com Caio Oliveira, nos arranjos, arranjo de base, percussão, beat, mixagem e masterização; Nelmario Marques, no baixo e Pururu, na percussão.
“Nós, os artistas, e suas vozes e canções, somos as flores e o povo escolhe nesse imenso jardim as flores que eles querem compor seus ramalhetes, entre poesia, música, e artes visuais. Cada um cultiva no seu jardim as flores musicais que gosta mais”, completa Margareth sobre o termo que dá nome à música.

Completando 38 anos de carreira em 2025, Margareth Menezes dá início a uma temporada potente de verão com o lançamento de ‘Ramalhete de Flor’. Além de dividir os vocais com Ivete Sangalo em seu novo EP, gravado em Salvador, na faixa ‘Deixa Merecer’, a artista já tem confirmadas na agenda a Enxaguada de Yemanjá, que participa a convite de Carlinhos Brown no dia 2 de fevereiro, uma participação com a Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba), no dia 22 de fevereiro, e uma agenda no Carnaval de Salvador com puxada de trio e shows em camarotes. Ouça Ramalhete de Flor, de Margareth Menezes.

(Com Cris Felix/Assessoria de Imprensa Margareth Menezes)

Contrabaixista pernambucano de 16 anos é destaque no 20º FEMUSC

São Paulo, por Kleber Patricio

Matheus Cabral, de Ipojuca (PE), chamou a atenção de professores do Festival Internacional de Música de Santa Catarina e busca estudar no exterior. Foto: Divulgação.

Aos 16 anos, o pernambucano Matheus Cabral é um dos destaques do curso avançado de contrabaixo do Festival Internacional de Música de Santa Catarina, que está na 20ª edição. O jovem de Ipojuca, que participa pela primeira vez do festival, conheceu a música há três anos e já demonstra potencial para formação internacional, avalia o professor Gustavo D’Ippolito. “Matheus é um menino muito jovem e aplicado e que tem um talento fora do comum. Ele ainda faz poucas aulas e já alcançou um nível muito alto. Eu acredito que com mais estrutura, apoio e orientação, ele vai chegar muito longe”. 

Desde os 13 anos, Matheus faz parte da Orquestra Criança Cidadã, um programa social que atua no bairro de Camela, em Ipojuca. Segundo ele, o projeto é uma iniciativa para levar música a comunidades carentes, muitas vezes afetadas por violência e dificuldades. O objetivo é tirar os jovens da criminalidade e das drogas por meio da música. “Entrei no projeto sem nenhuma experiência, mas com o tempo fui descobrindo uma paixão”. Por fazer o ensino médio em horário integral, ele só frequenta as aulas do projeto a cada 15 dias, mas busca impor a mesma rigidez técnica estudando o instrumento em casa.

Nos últimos três anos, o jovem tem superado os diversos desafios da jornada musical. “Quando comecei no contrabaixo, eu tinha zero habilidade e foi muito difícil – quase precisei trocar de instrumento, porque não estava conseguindo me adaptar. Um dia, fiquei bravo e decidi que ia dar um jeito de verdade, passei a estudar muito mais e consegui.”  

Matheus sonha em conquistar, no futuro, uma bolsa de estudos internacional. “Eu tinha a cabeça muito fechada, só que participar de festivais, como o FEMUSC, abriu minha mente, porque conheci pessoas de fora e os professores disseram que eu tenho muito potencial se eu estudar”, ele diz. “Minha meta agora é dar uma condição melhor para minha família e levar o nome do lugar onde eu moro para o mundo.”

Sobre o FEMUSC | Por meio da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), Ministério da Cultura e Governo Federal, o FEMUSC conta com o patrocínio das empresas WEG, Rede Itaú, Grupo Elian, BTG Pactual, Duas Rodas, Martinelli Advogados e Zanotti, e o apoio das empresas Agricopel, Auto Elite, Urbano Alimentos, WPA, Unisociesc e IFSC Santa Catarina – Campus Jaraguá do Sul – Centro – Santa Catarina. O FEMUSC é uma realização da SCAR – Centro Cultural, Instituto FEMUSC e Prefeitura de Jaraguá do Sul.

(Com Ana Farias/A&Z Comunicação)

Exposição ‘Anne Frank: Deixem-nos ser’ é prorrogada até 27 de abril

São Paulo, por Kleber Patricio

Anne Frank, 1942. Coleção de fotos da Anne Frank Stichting (Amsterdam).

Devido ao enorme sucesso, a exposição ‘Anne Frank: Deixem-nos Ser’, idealizada, produzida e concebida pela associação sem fins lucrativos Inspirar-te, permanecerá em cartaz até 27 de abril de 2025 na Unibes Cultural. Trazendo de forma inédita obras de arte contemporâneas originais que se conectam com o legado de Anne Frank, a mostra discute importantes temas da nossa sociedade de hoje, com uma perspectiva iluminada e sensível que se conecta com os jovens.

Durante dois anos, a equipe da Inspirar-te trabalhou para dar vida a uma ambientação sem precedentes do Anexo Secreto, utilizando materiais cedidos pela Anne Frank House de Amsterdã à associação. Essa é a primeira vez que o mundo vê o espaço em detalhes tão precisos, criando uma experiência emocionante que conecta passado e presente de forma lúdica e educativa.

Em um percurso expositivo imersivo, a mostra utiliza O Diário de Anne Frank (1947) como obra fundamental para reconstrução da trajetória da luta pelos direitos humanos e combate ao racismo, antissemitismo e toda e qualquer forma de intolerância.

Imagem histórica: o local onde viveu a família de Anne Frank. Crédito: Coleção de fotos da Anne Frank Stichting (Amsterdam).

Priscilla Parodi, idealizadora do projeto e curadora da mostra, destaca o papel da arte como ponte para reflexões contemporâneas: “A conexão com o presente torna os diálogos que construímos mais potentes. Pela primeira vez, a história de Anne Frank está sendo narrada através da arte, algo inédito que liga seu legado às lutas de hoje”, afirma.

O número expressivo de 33 mil visitantes em apenas 4 meses levou à prorrogação da exposição e à ampliação dos horários de funcionamento, que agora será de quarta a sexta, das 13h30 às 20h, e sábado, domingo e feriados das 11h às 20h. A alta procura reflete a relevância do projeto, que alia a história de Anne Frank ao impacto da arte em direitos humanos e questões sociais atuais, e o nível de expertise da Inspirar-te na criação de exposições marcantes.

Mais do que uma experiência artística, a mostra tem como objetivo inspirar as pessoas a contribuir para uma sociedade mais inclusiva. Esta iniciativa viabiliza um movimento gerador de mudanças sociais, orientado pela pluralidade e humanidade, propondo reflexões profundas sobre os nossos desafios contemporâneos e reforçando a importância da igualdade de direitos e acessos. A exposição tem emocionado os seus visitantes, e é um verdadeiro presente para a cidade de São Paulo.

Vista de uma das alas da exposição. Foto: Cabrel Escritório de Imagem.

A exposição é idealizada, produzida e concebida pela associação sem fins lucrativos Inspirar-te, faz uso de materiais fornecidos para a Inspirar-te pela Anne Frank House Amsterdam e é realizada pela Unibes Cultural e Ministério da Cultura.

Acessibilidade | Durante a visita, é possível acessar conteúdos acessíveis complementares, idealizados e produzidos pela Inspirar-te, como áudio guia na Plataforma Musea. Assim, recomenda-se baixar o aplicativo no celular para aproveitar ao máximo a exposição.

A exposição é indicada para todas as idades e os ingressos podem ser adquiridos pela Plataforma Sympla.

Serviço:

Anne Frank: Deixem-nos ser

Até 27 de abril de 2025

Horário: Quarta a sexta das 13h30 às 20h*

Sábado, domingo e feriados das 11h às 20h*

* última entrada às 19h

Unibes Cultural (1º e 2º andar)

Endereço: R. Oscar Freire, 2500 – Sumaré, São Paulo – SP

WhatsApp: 3065-4333

Compra de ingressos: Plataforma Sympla

Classificação indicativa: Livre

Ingressos: R$20,00 (inteira) R$10,00 (meia-entrada)

Entrada gratuita às sextas-feiras com reserva de ingresso (ingressos liberados às segundas-feiras)

Aberto ao público de todas as idades, como o legado de Anne deve ser.

(Com Agatha Antunes Teixeira/Index Conectada)