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Arte & Cultura

Rio de Janeiro

Etc e Tal transforma “Dom Quixote” em uma experiência visual arrebatadora e reafirma a força da mímica brasileira no cenário contemporâneo

por Kleber Patrício

Uma das companhias mais importantes do teatro físico brasileiro, a carioca Etc e Tal apresenta Dom Quixote, espetáculo infanto-juvenil sem palavras que reinventa o clássico de Miguel de Cervantes por meio da mímica, da comicidade gestual e de uma sofisticada dramaturgia visual. A estreia acontece no dia 7 de março de 2026 no Teatro Glaucio […]

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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Sonare Antico leva o repertório barroco à Unibes Cultural em novembro

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Matheus Biscaro.

O grupo Sonare Antico realiza a última apresentação da temporada do concerto Concertante – Ecos do Barroco no dia 7 de novembro de 2025 (sexta-feira), às 20h, na Unibes Cultural (Rua Oscar Freire, 2500 – Sumaré, São Paulo, SP).

O programa é dedicado à música instrumental do início do século XVIII e reúne obras de Antonio Vivaldi, Tomaso Albinoni e Giuseppe Antonio Brescianello, entre elas o raro Concerto “Madrigalesco” (RV.129) e a Chaconne em Lá Maior.

As obras são executadas com cópias de instrumentos de época — como cravo e teorba — afinados segundo padrões históricos. Os instrumentos de cordas friccionadas, como violinos, violas e violoncelo, utilizam encordoamento de tripa, conferindo uma sonoridade mais quente e expressiva e recriando a sonoridade original do período, revelando a riqueza polifônica e afetiva do barroco.

Sobre o Grupo

Foto: Divulgação.

O Sonare Antico é formado por músicos especializados em interpretação historicamente orientada, com formação no Brasil e no exterior. O conjunto dedica-se a recriar a sonoridade dos séculos XVII e XVIII com violinos, violas, violoncelos e contrabaixo barrocos, além do cravo e da teorba. Suas apresentações resgatam uma sonoridade específica, surpreendentemente atual, marcada pelo rigor histórico e pela vitalidade artística.

Repertório

1 – A. Vivaldi – Concerto para orquestra de cordas e baixo contínuo, RV.129, “Madrigalesco”, em ré menor

2 – A. Vivaldi – Concerto para Violino nº 9, Op.3, L’estro Armonico, em Ré Maior

3 – T. Albinoni – Sinfonia (Sonata) a Cinco, Op.2, nº 3, em Dó Maior

4 – G. A. Brescianello – Chaconne, em Lá Maior

5 – A. Vivaldi – Concerto para Violino nº 4, Op.4, La Stravaganza, em lá menor

6 – A. Vivaldi – Concerto para orquestra de cordas e baixo contínuo, RV.156, em sol menor

Ficha Técnica – Sonare Antico

Violinos: Carol Colepicolo, Lucas Biscaro, Renan Vitoriano

Viola: Leonardo Marques

Violoncelo: Diego Alves

Contrabaixo: Gilberto Chacur

Teorba: Alexandre Ribeiro

Cravo: Fernando Cardoso.

Serviço:

Concertante – Ecos do Barroco, com o grupo Sonare Antico

Data: 7 de novembro de 2025 (sexta-feira), às 20h

Local: Unibes Cultural – Rua Oscar Freire, 2500, Sumaré, São Paulo (SP)

Ingressos: R$ 60,00 + R$6,00 (tx. Sympla)

Meia-entrada: R$ 30,00 + R$ 3,00 (tx. Sympla)

Venda online: Sympla

Classificação indicativa: Livre

Duração: 60 minutos.

(Com Daniele Valério/ Canal Aberto Assessoria de Imprensa)

Ministério da Cultura e Petrobras apresentam Grupo Galpão em “(Um) Ensaio sobre a Cegueira”

São Paulo, por Kleber Patricio

Grupo Galpão em (UM) ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA. Foto: Fernando Lara.

As alegorias – e as potentes vírgulas – do escritor José Saramago (1922–2010) encontram a infinitude cênica e poética do Grupo Galpão. “(Um) Ensaio sobre a Cegueira”, o mais recente espetáculo da companhia mineira, é inspirado no romance do autor português, vencedor, em 1998, do Prêmio Nobel de Literatura, com direção e dramaturgia de Rodrigo Portella, e direção musical de Federico Puppi. Na clássica obra, lançada há exatos 30 anos, uma epidemia assola a cidade, privando seus habitantes de enxergar o mundo. Em tal contexto, questões ligadas à moral, à ética e à vida em comunidade são postas em xeque.

A temporada da peça na capital paulista será de 20 de novembro (quinta-feira) a 14 de dezembro de 2025, no Sesc 24 de Maio, de quinta a sábado 19h, domingos, e dia 20/11 (feriado), às 18h. Esta temporada é realizada por meio da Lei Rouanet, com patrocínio da Petrobras, Vale, Cemig e Laranjinha do Itaú, com parceria do Sesc São Paulo.

A peça já percorreu cidades como Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ) e Uberlândia (MG). Além da estreia no palco do Sesc 24 de Maio, o Grupo Galpão fará apresentações no Sesc Santo André – com realização do Sesc São Paulo – de 6 a 16 de novembro de 2025 — quintas a sábados, às 19h, e domingos, às 17h.

Sinopse

Uma epidemia de cegueira assola a cidade, privando seus habitantes de enxergar o mundo como antes. Tudo começa com um homem no trânsito, repentinamente cego. Rapidamente a condição se espalha e coloca à prova a moral, a ética e as noções de coletivo. Um encontro entre o Grupo Galpão e a obra de José Saramago, escritor português ganhador do Prêmio Nobel de Literatura.

A Experiência

Em (Um) Ensaio sobre a Cegueira, adaptação do romance de José Saramago escrita e dirigida por Rodrigo Portella, o Grupo Galpão propõe uma experiência em que a imaginação do público assume papel central. No espaço cênico despojado, sem cenário ou artifícios, os próprios atores manipulam objetos, luz e som, e constroem diante da plateia as imagens e situações da narrativa. A encenação aposta na teatralidade explícita e na sugestão em lugar da representação literal, convidando o espectador a completar o que não se mostra. Em determinados momentos, o público é integrado à ação: pessoas são vendadas e inseridas na cena como novos grupos de cegos que chegam ao manicômio, o que modifica a relação entre quem assiste e o que é encenado, aproximando ficção e realidade.

O espetáculo também conta com o Ingresso Experiência, categoria na qual o público poderá vivenciar a peça nesta experiência imersiva e sensorial no palco citada acima, guiada pelo elenco. Pessoas maiores de 18 anos poderão participar, aceitando as condições informadas. A compra do ingresso experiência será online, individual (única e intransferível).

A Montagem

Contada por meio da prosa ensaística de Saramago, a história sobre a “cegueira branca” que se espalha em diversas partes do mundo não é apenas uma meditação sobre a perda e a fragilidade humanas, mas, também, uma potente alegoria acerca dos frágeis limites éticos que nos separam da barbárie. “A obra revela o modo como, em um mundo despojado das aparências, enxergamos, realmente, quem somos e o que, em essência, significa ser humano”, destaca Rodrigo Portella, para quem a narrativa do grande escritor português se revela repleta de paralelismos: “A cegueira pode ser uma metáfora da perda de sentido e do senso de humanidade, assim como de nossa capacidade de enxergar além do que se vê”.

Ator e um dos fundadores do Galpão, Eduardo Moreira ressalta que a parceria com Rodrigo Portella e o projeto de adaptação do romance “Ensaio sobre a Cegueira” representam mais um importante capítulo da trajetória de experimentação e teatro de pesquisa do Grupo. “Em 43 anos de atividade contínua, sempre pautamos nossa prática pela busca de novas e desafiadoras experiências, que nos fizessem refletir sobre a natureza do teatro e de como ampliar e diversificar nossos conhecimentos e perspectivas”, comenta.

Segundo Eduardo, o teatro do Galpão está sempre em construção. “Nós nos colocamos como aprendizes, nessa perspectiva, num processo profundamente libertador, que revela nossos limites, ao mesmo tempo em que nos convida a viver novas experiências de risco e experimentação, não só entre nós, mas, também, na comunhão com o público, que sempre foi e continua sendo parte essencial do nosso trabalho”. A questão central de todo o processo de trabalho ligado a “(Um) Ensaio sobre a Cegueira” está na elaboração de um ator formulador, que constrói permanente dialética entre narrativa e drama, a partir da obra de Saramago. “A natureza de ensaio, de algo construído no calor do aqui e do agora, na busca por um frescor permanente do acontecimento teatral, foi o impulso primordial da adaptação proposta por Rodrigo Portella, ao abordar a fábula da distopia de um mundo dominado pela metáfora de uma ‘cegueira branca’”.

Também para Eduardo, a ideia de um mundo em que “não cegamos”, mas onde “estamos cegos” – “cegos que veem”, “cegos que, vendo, não veem” – garante a exata dimensão da extraordinária atualidade da obra de Saramago e de sua capacidade de dialogar com as grandes questões e mazelas do nosso tempo. “É um convite para que possamos fechar os olhos e, finalmente, ver”.

Na opinião de Rodrigo Portella, em Saramago, vê -se de algo como o ofuscamento do saber ou a representação da ignorância, da curiosidade e do interesse genuíno no coletivo. “Para mim, a obra é a alegoria, quase satírica, de uma sociedade mergulhada numa espécie de produtivismo capitalista que o próprio Saramago chama de mal branco. Não é sobre não poder ver, como uma deficiência visual; é sobre não enxergar o que se vê”, analisa. “Estamos cegos diante de tanta imagem, perdemos a capacidade de ler o mundo em camadas mais complexas. Quando vou a um museu muito turístico, constato uma cegueira geral. Poucas pessoas veem, de fato, as obras. A maioria, ao contrário, não as enxerga, pois perdeu a capacidade de ler, observar e reter. Elas estão distraídas com suas selfies ‘instagramáveis’, perdidas numa espécie de automatismo”, completa.

Saramago escreve: “Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara”. Para o diretor da peça, o verbo “reparar” pode, aqui, tanto significar a possibilidade de acessar as camadas mais profundas da visão: “Talvez, Saramago esteja propondo uma epidemia de cegueira como forma de nos proporcionar algum aprendizado. Passar por toda a privação da autonomia, de serviços básicos, ter que lutar pelo alimento, experimentar o medo irracional, o horror da banalidade do mal, para, enfim, dar-se conta da necessidade de reparar, mudar, ajustar o sistema, retornar ao essencial; como se toda a jornada na escuridão fosse um caminho de evolução em relação à consciência e à necessidade de reafirmação e reiteração do pacto civilizatório”. 

No que diz respeito ao processo de trabalho de “(Um) Ensaio sobre a Cegueira”, Fernanda Vianna, atriz do grupo, destaca a “cegueira branca” de Saramago como uma “cegueira moral da indiferença, do egoísmo, da tirania e da covardia, de nossa impotência diante das guerras, dos que têm fome. É uma oportunidade ímpar poder falar sobre isso neste momento”.

A direção musical do espetáculo é do violoncelista, produtor e compositor musical, Federico Puppi, parceiro de Portella em outros trabalhos. Para ele, trabalhar com o Grupo Galpão é como compor “para um instrumento com timbre próprio — cheio de história, personalidade e alma”. Afinal: “Cada ator, cada gesto, carrega uma sonoridade única, como se o grupo inteiro vibrasse em harmonia. Criar música para o Galpão é dialogar com essa memória viva, ouvindo o que a cena pede e respondendo com afeto e escuta. Não é apenas música: é ressonância. É esculpir a sonoridade da cena a partir da riqueza evocativa que o grupo propõe, somando a minha identidade”.

A peça como um ensaio

Certa liberdade e uma espécie de diálogo entre autor e leitor – que também encontra espaço aberto a seus comentários – são características latentes dos ensaios. No contexto do romance, a ideia de um ensaio aproxima a ficção do mundo real, uma vez que o autor é, de fato, um autor, e se coloca como tal na obra. No romance “Ensaio sobre a Cegueira”, tudo isso é evidente. Afinal, Saramago parece atravessar, com fluidez, o limite entre realidade e ficção: “Sou um ensaísta, sou alguém que escreve ensaios com personagens”, destacava o próprio escritor.

Ao partir de tal premissa, o Grupo Galpão buscou expandir o conceito de ensaio à montagem, acrescentando, à obra teatral, outras camadas, para além da ficção. Trata-se do próprio ato da representação, da possibilidade de assumir, na cena, um espaço de construção da própria cena, além de um espaço pessoal de percepção e conversa com a obra, com suas alegorias e seus paralelismos. Neste sentido, o distanciamento da fábula põe o ator num lugar de jogo, que não se restringe à representação do papel. O desafio é atuar nas duas camadas, sem que elas estejam apartadas uma da outra. A ideia é fundi-las, ao criar um fluxo de atuação semelhante ao que Saramago usa em sua prosa, na qual o limite entre narrativa e diálogo é sutilmente esfumaçado: quem fala, agora, o performer ou a personagem?

Assim como no ensaio de Saramago, no qual não há intermediários, na peça, não há personagens intermediando a relação entre ator e espectador. O próprio ator fala e joga com as personagens do livro. Isso nos afasta de uma representação literal da ficção criada pelo escritor português, ao abrir espaços de interlocução entre os artistas brasileiros do século XXI e as questões por ele propostas no livro. Nesse sentido, os atores não estão submetidos às personagens e suas motivações. Ao contrário: as personagens estão a serviço do jogo e das motivações dos atores, do dramaturgo e diretor.

Oficinas

Durante a temporada na capital paulista, o Grupo Galpão promove quatro oficinas gratuitas ministradas por integrantes e profissionais da equipe técnica e de gestão da companhia. As atividades abordam diferentes dimensões do fazer teatral — da criação em grupo e da trajetória artística do Galpão à prática dos bastidores e à elaboração de projetos culturais. As oficinas são: O Ator e o Trabalho em Grupo, com Júlio Maciel; Palavra Presença, com Eduardo Moreira; Tecnologia da Cena, com Beatriz Radicchi e Rodrigo Marçal; e Gestão de Projetos Culturais, com Alba Martinez.

As inscrições, gratuitas, estarão disponíveis na plataforma Sympla do Grupo Galpão (30 vagas por oficina), com interpretação em Libras. As datas e locais das ações serão divulgados nas redes sociais do Grupo Galpão.

Minibios

Rodrigo Portella, diretor do espetáculo – Diretor e dramaturgo com 30 anos de carreira, Rodrigo Portella é, hoje, um dos mais destacados diretores teatrais brasileiros. Suas peças têm ocupado importantes espaços em teatros do Brasil e de países como França, Canadá, Argentina, Equador, Chile, Alemanha, Bélgica, Suíça e Portugal. Foi vencedor de diversos prêmios, como Shell, Cesgranrio, APTR, Bibi Ferreira e Prix de la Critique Montréal, com seus principais espetáculos: “Tom na fazenda”, “Ficções” e “As crianças”. Também venceu o Prêmio APCA 2024, como “Melhor diretor” por seu espetáculo mais recente, “Ray – Você não me conhece”.

Federico Puppi, diretor musical do espetáculo – Federico Puppi, italiano radicado no Brasil, é ator, violoncelista, produtor e compositor musical. No teatro compôs trilhas sonoras para diversos espetáculos, “Enquanto você voava, eu criava raízes” dia Cia Dos a Deux; “As Crianças” e “Ficções”, com direção de Rodrigo Portella. Esta última executada ao vivo em cena, ao lado de Vera Holtz. No cinema compôs a trilha dos filmes “Delicadeza é Azul”, direção Yasmine Garcez e “Iaiá de Ioiô”, direção Paula Braun. Colaborou com a criação da trilha sonora original de “O Auto da Compadecida 2”. Trabalhou ao lado de grandes nomes da MPB como Maria Gadú e Milton Nascimento. Vencedor do Prêmio APTR de Melhor Trilha Sonora Original, do Prêmio Cenym para Efeito Sonoros e Trilha Fragmentada e do Latin Grammy na categoria Melhor Álbum de Música Brasileira de Raiz.

(UM) ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA

ELENCO: Antonio Edson, Eduardo Moreira, Fernanda Vianna, Inês Peixoto, Júlio Maciel, Luiz Rocha, Lydia Del Picchia, Paulo André e Simone Ordones

Ficha Técnica

Direção e Dramaturgia: Rodrigo Portella

Diretores Assistentes: Georgina Vila Bruch e Paulo André

Direção musical, trilha original e paisagem sonora: Federico Puppi

Cenografia: Marcelo Alvarenga (Play Arquitetura)

Figurino: Gilma Oliveira

Interlocução Dramatúrgica: Bianca Ramoneda

Iluminação: Rodrigo Marçal e Rodrigo Portella

Adereços: Rai Bento

Visagismo: Gabriela Dominguez

Desenho sonoro, programação e mixagem: Fábio Santos

Assistência de direção: Zezinho Mancini

Assistência de figurino: Caroline Manso

Assistência de cenografia: Vinícius Bicalho

Construção cenário: Artes Cênica Produções

Costuras: Danny Maia

Fotos: Igor Cerqueira e Mateus Lustosa

Registro e cobertura audiovisual: Luiz Felipe Fernandes

Comunicação: Letícia Levia e Fernanda Lara

Projeto gráfico: Filipe Lampejo e Rita Davis

Consultoria de Acessibilidade: Oscar Capucho

Operação de luz: Rodrigo Marçal

Operação de som: Fábio Santos

Técnico de palco: William Bililiu

Assistente técnico: William Teles

Assistente de produção: Zazá Cypriano

Produção Executiva: Beatriz Radicchi

Direção de Produção: Gilma Oliveira

Produção: Grupo Galpão

Produção Local em São Paulo: Lindsay Castro Lima e Mariana Mantovani – Híbrida Arte e Cultura

Assessoria Local em São Paulo: Canal Aberto – Márcia Marques, Daniele Valério e Flávia Fontes

FICHA TÉCNICA – GRUPO GALPÃO

Atores e atrizes do Grupo Galpão

Antonio Edson – Arildo de Barros – Beto Franco – Chico Pelúcio – Eduardo Moreira – Fernanda Vianna – Inês Peixoto – Júlio Maciel – Lydia Del Picchia – Paulo André – Simone Ordones – Teuda Bara

Conselho Executivo

Beto Franco, Eduardo Moreira, Fernando Lara, Gilma Oliveira e Lydia Del Picchia

Equipe

Gerente Executivo: Fernando Lara

Coordenadora de Produção: Gilma Oliveira

Coordenadora Administrativa: Wanilda D’Artagnan

Coordenadora de Planejamento: Alba Martinez

Coordenadora de Comunicação: Fernanda Lara

Coordenador Técnico e Técnico de luz: Rodrigo Marçal

Produtora Executiva: Beatriz Radicchi

Técnico de Som: Fábio Santos

Técnico de Luz: William Bililiu

Supervisor administrativo: Cláudio Augusto

Assistente de Planejamento: Duda Carmona

Assistente de Comunicação: Lucy Ribeiro

Assistente Administrativo: Caroline Martins

Assistente de Produção: Zazá Cypriano

Assistente Técnico: William Teles

Serviços Gerais: Danielle Rodrigues

Design Gráfico: Cíntia Marques

Assessoria de Imprensa: Personal Press – Polliane Eliziário

Comunicação Digital: Rizoma Comunicação & Arte – Letícia Leiva e Matheus Carvalho

Assessor Contábil: Wellington D’Artagnan

Gestora Financeira de Projetos: Artmanagers

Grupo Galpão

O Grupo Galpão, de Belo Horizonte (MG), é uma das companhias teatrais mais conhecidas do Brasil, tanto por seus 43 anos de atividade contínua quanto por sua pesquisa de linguagem.

Criado por cinco atores, em 1982, a partir do espetáculo “A alma boa de Setsuan”, montagem conduzida por diretores do “Teatro Livre de Munique”, da Alemanha, o Galpão se valeu dessa rica experiência para se lançar numa proposta de construção de um teatro de grupo, com raízes ligadas à tradição do teatro popular e de rua.

Fazem parte do Galpão Antonio Edson, Arildo de Barros, Beto Franco, Chico Pelúcio, Eduardo Moreira, Fernanda Vianna, Inês Peixoto, Júlio Maciel, Lydia Del Picchia, Paulo André, Simone Ordones e Teuda Bara.

Ao montar espetáculos com diferentes diretores convidados – como Gabriel Villela, Cacá Carvalho, Paulo José, Yara de Novaes, Marcio Abreu, Rodrigo Portella, além dos próprios integrantes, que também dirigem espetáculos do Grupo –, o Galpão desenvolve um teatro que alia rigor e investigação de linguagens, com um repertório com grande poder de comunicação com o público.

Seus trabalhos dialogam com o popular e o erudito, a tradição e a contemporaneidade, o teatro de rua e o palco, o universal e o regional brasileiro.

Galpão em números

Fundação: novembro de 1982

27 espetáculos

15 projetos audiovisuais

2 000 000 espectadores

100 prêmios brasileiros

+3400 apresentações

300 cidades

18 países diferentes

+80 festivais internacionais

+210 festivais nacionais

SERVIÇO:

(UM) ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA

Sesc 24 de maio

(Um) Ensaio sobre a cegueira

Com Grupo Galpão

Estreia 2025 | Classificação: 16 anos | Duração: 140 minutos | Gênero: Drama

20 de novembro a 14 de dezembro de 2025, quinta a sábado, às 19h | Domingo e dia 20/11, às 18h

Sesc 24 de maio – Rua 24 de Maio, 109 – República, São Paulo – SP

As sessões com acessibilidade em LIBRAS serão às quintas e aos domingos.

As sessões com audiodescrição serão aos domingos.

Ingressos no site sescsp.org.br/24demaio ou através do aplicativo Credencial Sesc SP, a partir de 11/11 e nas bilheterias das unidades Sesc SP, a partir de 12/11.

Oficinas gratuitas: Libras em 100% das oficinas | Classificação: 18 anos

As inscrições, gratuitas, estarão disponíveis em breve. Serão 30 vagas por oficina e haverá interpretação em Libras. As datas, locais e informações sobre a inscrição das ações serão divulgados nas redes sociais do Grupo Galpão.

A temporada na capital paulista é realizada por meio da Lei Rouanet, com patrocínio da Petrobras, Vale, Cemig e Laranjinha do Itaú, com parceria do Sesc São Paulo.

Sesc Santo André

(Um) Ensaio sobre a cegueira

Com Grupo Galpão

Estreia 2025 | Classificação: 16 anos | Duração: 140 minutos | Gênero: Drama

6 de novembro a 16 de novembro de 2025quinta a sábado, às 19h | Domingo, às 17h

Sesc Santo André – Rua Tamarutaca, 302, Vila Guiomar, Santo André, SP
Ingressos no site centralrelacionamento.sescsp.org.br ou através do aplicativo Credencial Sesc SP, a partir de 28/10 e nas bilheterias das unidades Sesc SP, a partir de 29/10 – Ingresso Experiência e demais ingressos: Inteira R$50,00, Meia R$25,00 e Credencial Plena R$15,00.

Ingresso Experiência – Válido para maiores de 18 anos. A compra é única e intransferível. Inclui participação guiada pelo elenco, com locomoção no palco, de olhos vendados, durante cerca de 60 minutos da peça. O primeiro ato a pessoa assiste o espetáculo da plateia e, o segundo ato, vendada em cima do palco. 14 pessoas participam da experiência. É necessário chegar com 30 minutos de antecedência para orientações — atrasos inviabilizam a participação, mas o espetáculo poderá ser assistido normalmente. Use roupas e calçados confortáveis. A experiência aborda temas sensíveis e inclui indicação de violência sexual. Ao participar, você autoriza o uso de sua imagem pelo Grupo Galpão mediante assinatura de termo.

(Com Daniele Valério/Canal Aberto Assessoria de Imprensa)

Restaurante francês em Indaiatuba (SP) celebra a culinária mediterrânea com festival

Indaiatuba, por Kleber Patricio

O Plâteau de frutos do mar em todo seu frescor: Ostras frescas, camarão rosa médio e mariscos à vinagrete. Fotos: Carlos Cabiró.

Le Triskell Bistrô – restaurante francês localizado em Indaiatuba, na Região Metropolitana de Campinas (S) – inicia no dia 4 de novembro a edição 2025 do festival gastronômico Vive la Mer. Voltado aos peixes e frutos do mar, o festival acontecerá de 4 a 23 de novembro – de terça a sexta, apenas no jantar; no sábado, almoço e jantar e, domingo, apenas no almoço. O charmoso e intimista restaurante, que há muito deixou para trás o formato de bistrô e é, cada vez mais, uma excelente opção para visitar ou revisitar os sabores da culinária mediterrânea, com destaque para a francesa.

O menu do festival começa com os pratos ‘Para Compartilhar’, aqueles que você junta os amigos e divide com prazer e muita conversa, e segue com entradas e pratos principais. Durante o Vive la Mer, a sobremesa é gratuita para os clientes que pedirem entrada + prato principal no menu do festival. Para complementar, a casa dispõe de uma carta de vinhos bem selecionada, que reflete o rigor da avaliação do restaurateur Gilles Mourier, proprietário do Le Triskell.

“Com este festival, mato um pouco da saudade da França. Minha última residência lá foi em Antibes e essa culinária é típica de toda aquela região”, afirma Gilles.

Confira o menu do Vive la Mer

Para Compartilhar:

– Mariscos à vinagrete

– Caldeirada de mariscos com casca no caldo de vinho branco

– Ostras frescas

– Plâteau de frutos do mar: Ostras frescas, camarão rosa médio e mariscos à vinagrete

Entradas:

– Casquinha de siri

– Ostras gratinadas

– Mariscos gratinados com manteiga, alho e salsinha

– Tentáculo de lula gigante fatiado no molho de azeite com pimentão, cebola e pimenta d’Espelette (picância suave)

– Robata de vieiras e manga grelhadas ao mel de trufa branca sobre rodelas de palmito salteadas

– Coquetel de Camarão rosa médio

Pratos principais:

– Caldeirada de mariscos com casca no caldo de vinho branco servida com batata frita

– Duo de pescadinha branca e camarões rosa médios grelhados a provençal, arroz com tomates concassés e espaguete de zucchini

– Tentáculos de lula gigante grelhados, batatas ao murro, espinafre fresco levemente refogado e minitomates à provençal

– Camarões rosa grandes grelhados, tentáculo de lula gigante, mariscos gratinados, batata rústica ao açafrão e molho romesco

– Camarões rosa grelhados ao molho de caju, palmito grelhado, farofa de abacaxi e banana da terra

– Caudas de lagosta grelhadas ao molho Thermidor e raviólis de mussarela de búfala

– Paella de frutos do mar, feita com arroz Bomba, camarões rosa, lulas e mariscos

Sobremesas:

(Para cada entrada acompanhada de um prato principal, uma das sobremesas é cortesia)

– Café Liégeois (Taça de sorvete de café com calda de chocolate e chantilly)

– Mousse de chocolate belga

– Crepe de maçã verde flambada ao Rum com amêndoas torradas e sorvete de creme

– Picadinho de abacaxi com raspas de limão.

Sobre o Le Triskell | Localizado às margens do Parque Ecológico, maior cartão postal da cidade, o Le Triskell encanta tanto pelos pratos – legítimos representantes da culinária mediterrânea, com destaque, é claro, para a gastronomia francesa – quanto pela ambientação, em tom intimista e romântico, que reflete o bom gosto da designer de joias Vera Mourier, esposa de Gilles.

Serviço:

Festival de Frutos do Mar ‘Vive la Mer’

De 4 a 23 de novembro de 2025

Le Triskell Bistrô: Av. Fábio R. Barnabé, 723 – Marginal Esquerda do Parque Ecológico – Indaiatuba/SP – (19) 3934-6408 | 3816-8353

www.letriskell.com.br |@letriskellbistro.

Galeria de imagens

Simões de Assis apresenta individual inédita do artista mexicano Gabriel de La Mora

São Paulo, por Kleber Patricio

Gabriel de la Mora – 1,027 Ca.Cy, 2025, 1,027 fragmentos de asas de borboleta Callicore cynosura sobre papel museológico. Fotos: Estúdio Gabriel de la Mora.

No último dia 1° de novembro, a Simões de Assis inaugurou a exposição Repetición Diferencia”, individual do artista mexicano Gabriel de la Mora, em São Paulo. A mostra apresenta obras inéditas de séries realizadas com cascas de ovo, asas de borboleta, penas de pássaro, rocha obsidiana e enfeites reflexivos, materiais inusuais entre a produção contemporânea. Fragmentados e articulados em colagens pictóricas complexas, esses elementos se organizam em padrões geométricos e composições sofisticadas, sempre em formatos distintos desenhados pelo próprio artista.

No conjunto apresentado, Gabriel de la Mora propõe novas vidas e sentidos aos materiais que, em contextos cotidianos, teriam seu ciclo encerrado de outras formas. A escolha e o tratamento desses elementos revelam um interesse constante pela transformação da matéria, pelo tempo e pela memória. O título da exposição, “Repetición Diferencia”, sintetiza o caráter processual e meticuloso da prática do artista, em que a repetição nunca resulta em uniformidade, mas em variações e descobertas sutis. As duas palavras do título compartilham o mesmo número de letras, vogais e consoantes, criando uma simetria linguística que se mantém tanto em espanhol quanto em português, reforçando o diálogo entre as culturas mexicana e brasileira.

Gabriel de la Mora – 4,493, 2025, 1.560 fragmentos côncavos e 2.933 fragmentos convexos de vidro soprado e alumínio sobre papel museológico.

Com uma trajetória consolidada no cenário internacional, Gabriel de la Mora é reconhecido por sua capacidade de transformar o ordinário em objeto estético. Seu trabalho desafia as fronteiras entre pintura, escultura e instalação, combinando precisão técnica e intensidade poética. O artista se interessa por processos de reconstrução e reconfiguração de materiais, questionando a permanência, o desgaste e a noção de originalidade.

Paralelamente à mostra em São Paulo, de la Mora está em cartaz com duas importantes exposições individuais em museus. No Museu Jumex, na Cidade do México, apresenta “Gabriel de la Mora: La Petite Mort”, em cartaz até 8 de fevereiro de 2026, com curadoria de Tobias Ostrander. A exposição faz um levantamento temático de duas décadas de produção, explorando a transformação de materiais por meio de processos minuciosos e a tensão entre prazer, perda e memória. Dividida em seis núcleos, a mostra aborda temas como o corpo, o apagamento, o limite do desejo e o prazer do espectador. Após sua exibição no Jumex, a exposição seguirá para o Museu de Arte Contemporânea de Monterrey (MARCO).

No Brasil, o artista também apresenta “Veemente”, individual no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, com curadoria de Marcello Dantas. Em cartaz até 16 de novembro de 2025, a mostra reúne cerca de 70 obras, entre instalações, pinturas e esculturas produzidas entre 2000 e 2025. O conjunto reflete a amplitude e a evolução de sua pesquisa, marcada pela diversidade de materiais e pela transformação de objetos encontrados em obras de arte, em diálogo com o conceito de ready-made.

Gabriel de la Mora – 7,200 I Ur.Le, 2025, 7.200 fragmentos de asas de borboleta Urania leilus sobre papel museológico.

Gabriel de la Mora nasceu em 1968, na Cidade do México, onde vive e trabalha. Formado em arquitetura pela Universidad Anáhuac del Norte, estudou Belas Artes no Pratt Institute, em Nova York. Sua obra integra importantes coleções públicas e privadas, incluindo o Museu Jumex (Cidade do México), o Los Angeles County Museum of Art (LACMA), o Pérez Art Museum Miami (PAMM) e o Museum of Fine Arts Houston (MFAH). Entre suas exposições individuais recentes, destacam-se as realizadas no Museo Amparo, no México; no Drawing Center, em Nova York; e no Museo de Arte de Zapopan (MAZ).

Sobre a Simões de Assis

Com mais de 40 anos de história, a Simões de Assis é uma das principais galerias da América Latina dedicadas à arte moderna e contemporânea. Inaugurada em Curitiba, Brasil, em 1984, é conduzida por duas gerações da família fundadora, operando em três sedes – São Paulo, Curitiba e Balneário Camboriú.

O artista em seu ateliê.

A galeria representa um grupo curado de 37 artistas e espólios, com foco especial na arte brasileira, mas também na arte latino-americana em diálogo com perspectivas globais. A Simões de Assis é profundamente comprometida com a internacionalização de seu programa, estabelecendo parcerias com importantes galerias, museus e curadores ao redor do mundo. Em estreita colaboração com colecionadores e instituições, busca posicionar seus artistas em importantes coleções públicas e privadas, por meio da participação regular nas feiras de arte mais relevantes – o que reflete sua visão estratégica e sua crescente atuação internacional.

Como pioneira na promoção de diálogos transgeracionais, a Simões de Assis trabalha com artistas consagrados e emergentes, construindo um programa que combina elementos históricos e uma visão voltada para o futuro. Como um projeto multigeracional, é uma plataforma de amplo alcance para intercâmbios culturais, moldando o legado da arte brasileira e latino-americana dentro de um sistema artístico globalizado e interconectado.

Serviço:

Repetición Diferencia”, individual inédita do artista mexicano Gabriel de la Mora

Período de visitação: de 1° de novembro a 20 de dezembro de 2025

Local: Galeria Simões de Assis | Alameda Lorena, 2050 – Jardins, São Paulo/SP

Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 10h às 19h; sábado, das 10h às 15h

Entrada gratuita

Site: www.simoesdeassis.com

Instagram: @simoesdeassis_

Facebook: fb.com/simoesdeassisgaleria.

(Com Patricia Marrese/Marrese Assessoria)

Mundos Desaparecidos: viagem de 3,5 bilhões de anos, possibilitada pela realidade virtual, chega a São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Imagens: Divulgação/Excurio.

Após o lançamento no Museu Nacional de História Natural de Paris, em 2023, “Mundos Desaparecidos” chega a São Paulo. A expedição imersiva poderá ser vivenciada a partir de 15 de novembro no Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual – localizado no shopping Cidade Paulista.  

Os visitantes irão embarcar em uma viagem vertiginosa pela história da Terra e da vida, retratando mais de 3,5 bilhões de anos de evolução, graças à realidade virtual. Acessível a partir dos 8 anos de idade, este formato inédito une a pedagogia e o entretenimento e propõe transformar o público em atores fisicamente e emocionalmente envolvidos na experiência, em vez de simples espectadores.

45 minutos para contar a história da vida, que começou há 3,5 bilhões de anos

Como ilustrar a evolução do planeta e da vida através de uma seleção de espécies, locais e períodos sem ser uma experiência exaustiva? Esse é o desafio enfrentado por Mundos Desaparecidos, a expedição imersiva de 45 minutos foi concebida para que pequenas histórias relatem a grande história. Assim, a seleção incidiu sobre várias paleopaisagens, desde o Arqueano (há 3,5 bilhões de anos) até hoje, passando pelo auge da vida animal no Cambriano (há 520 milhões de anos), as grandes florestas do Carbonífero (há 300 milhões de anos) e os grandes dinossauros do Cretáceo (há 67 milhões de anos), até o surgimento da linhagem humana (entre -100.000 e -60.000 anos).

As paleopaisagens estão localizadas em várias regiões do mundo em diferentes períodos e em torno de espécies, ora espetaculares, ora mais confidenciais, que permitem compreender que a vida está em toda parte, o tempo todo, sob múltiplas formas.

Uma história científica coproduzida com o Museu Nacional de História Natural de Paris

Concebida para ser o mais realista possível, esta expedição imersiva é o resultado de uma estreita colaboração entre o Museu Nacional Francês de História Natural e seus cientistas. Paleontólogos, paleobotânicos, especialistas em evolução e bioacústicos contribuíram para o projeto desde a redação do roteiro até a produção em 3D, passando pela criação dos universos gráficos e sonoros. Assim, embora Mundos Desaparecidos proporcione uma imersão sensível e às vezes humorística, todas as informações foram rigorosamente validadas cientificamente.

Os dados e pesquisas mais recentes constituíram a base dessa experiência. Algumas vezes, interpretações sobre texturas ou cores desconhecidas foram necessárias; porém, essas escolhas aconteceram em conjunto com os pesquisadores associados. Assim, uma das principais mensagens científicas de Mundos Desaparecidos é a de tomar consciência de que a evolução – em particular a do Homo sapiens – não tem objetivo nem finalidade. Ela simplesmente é.

Tecnologia a serviço de uma imersão coletiva

Produzidas pela Emissive sob a marca Excurio, as expedições imersivas podem receber grandes fluxos de visitantes, criando a ilusão de viajar no espaço e no tempo em reconstituições históricas de alta qualidade. Equipados com um dispositivo imersivo, os participantes podem se mover livremente e viver sensações realistas com suas famílias e amigos. A tecnologia desenvolvida pela Excurio permite usar a realidade virtual em espaços de 300 a 1.000 m² e visualizar avatares dos outros participantes durante a experiência, evitando assim a sensação de isolamento que geralmente acompanha as experiências em realidade virtual.

Serviço:

Expedição Imersiva”Mundos Desaparecidos”

Shopping Cidade São Paulo – Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual – 2º Subsolo (Avenida Paulista, 1230 – Bela Vista)

De 15 de novembro de 2025 a 22 de março de 2026

Segunda a sexta, finais de semana e feriados das 10h às 21h15

Ingressos: De R$ 29 a R$ 98 (a depender do dia e horário da visita)

*meia-entrada e condições especiais para família e grupos.

Onde comprar: espacoculturalvr.com.br e Fever ou no próprio local da exposição.

Classificação etária: a partir dos 8 anos

Duração: 45 minutos

*Espaço conta com infraestrutura de acesso para cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção.

Realização: Bonfilm

Produzida pela Emissive sob a marca Excurio.

(Com Karina Mancini/aTTi Comunicação)