Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Ofner chega a Campinas, seu primeiro polo fora da Região Metropolitana de SP

Campinas, por Kleber Patricio

Foto: projeto/divulgação.

Com mais de 72 anos de história e sendo uma verdadeira referência para os paulistanos, a Ofner inicia 2025 com uma grande novidade para seus clientes: sua primeira unidade fora da capital paulista. Em março, a famosa pâtisserie abre suas portas em Campinas, no interior de São Paulo, marcando o início de sua expansão.

Campinas é uma das principais metrópoles do interior paulista, reconhecida por seu dinamismo econômico e qualidade de vida. A cidade se destaca por abrigar polos industriais, tecnológicos e universitários de grande relevância. Além disso, Campinas possui um forte setor comercial, sendo um centro estratégico para negócios e inovação. Sua infraestrutura moderna e sua proximidade com a capital paulista tornam-na um local privilegiado para novas oportunidades de expansão e crescimento.

A logística da Ofner segue um rigoroso padrão de qualidade, tendo como peça central sua fábrica localizada no bairro de Socorro, em São Paulo. Diariamente todas as lojas são abastecidas pela fábrica central. Com a expansão para uma nova metrópole, a marca enfrenta um novo desafio: operar sua primeira loja na qual a confeitaria será totalmente independente. No entanto, a excelência será mantida graças a uma equipe de confeiteiros altamente capacitada e treinada para garantir o padrão de qualidade que é a marca registrada da Ofner.

Trazendo charme e elegância, um dos bairros mais antigos de Campinas, o Cambuí, recebe a primeira loja de rua Ofner, enquanto o Shopping Parque Dom Pedro conta com uma unidade de quiosque na entrada das flores, próximo a porta de entrada. Aconchegante e acolhedor, o local é perfeito para reunir famílias e amigos e desfrutar de sabores renomados e queridos em São Paulo.

A loja de rua conta com um espaço de mais de 340m² com 98 lugares disponíveis. Já o quiosque do Shopping Dom Pedro dispõe de 79m² e comporta confortavelmente 42 pessoas sentadas. As expectativas são altas: com a chegada a Campinas, as duas lojas representarão 3% da receita projetada para a Ofner em 2025, podendo superar esse número com resultados ainda mais promissores. “Com uma forte identidade paulistana e um histórico de sucesso regional, a Ofner encara a expansão territorial como um desafio estratégico. Campinas, embora próxima, será um polo independente e representa apenas um passo em um plano maior de crescimento. A marca segue focada em ampliar sua presença e explorar novos mercados. Esse momento não é apenas uma conquista, mas sim um marco de inovação e expansão”, diz Denilson Moraes, CEO da Ofner.

Denilson ainda complementa que a patissêrie tem grandes planos pela frente e está de olho no market share carioca e na região mais badalada do Rio de Janeiro. “Expandir para o Rio de Janeiro parece um caminho natural, especialmente para a região entre Copacabana, Ipanema e Leblon. Esse cenário combina perfeitamente com a essência da Ofner – um match perfeito”.

Longe de ser apenas um desafio, esse é um momento de pioneirismo para a marca. Reconhecida por seu sucesso e forte identidade paulistana, essa é apenas a primeira de muitas conquistas na sua trajetória de expansão.

Sobre a Ofner | Há 72 anos, a Ofner cria e resgata histórias de bom gosto. A marca é uma opção gastronômica em qualquer momento do dia na vida dos paulistanos. Boa comida e ambiente acolhedor são os pilares que sustentam os valores da marca. Uma equipe, composta por mais de 800 pessoas, é responsável por apresentar produtos excepcionais, desenvolvidos com ingredientes altamente selecionados e produzidos de forma artesanal. São 25 lojas posicionadas estrategicamente por toda cidade de São Paulo e uma fábrica, com 6.500m², de onde saem, diariamente, mais de 30 mil itens. Além das lojas, também atua no segmento de festas e eventos com o L’Atelier Ofner e vende seus produtos pelo e-commerce e Food Truck. Em 2015, a Ofner iniciou seu projeto de internacionalização com o objetivo de exportar seus produtos e, posteriormente, inaugurar a sua primeira loja fora do Brasil.

Serviço:

Ofner

Rua General Osório, 2160 – Cambuí, Campinas – SP

De segunda a domingo, das 07h00 às 22h00

Shopping Parque Dom Pedro

Av. Guilherme Campos, 500 – Jardim Santa Genebra, Campinas – SP, 13080-000

De segunda a sábado, das 10h00 às 22h00 e domingo, das 12h00 às 20h00.

(Com Isabella Souza Alves/MD Assessoria & Relacionamento)

Como os militares assassinaram Rubens Paiva e atuaram para ficar impunes

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro.

O livro ‘Crime sem Castigo’, escrito pela jornalista investigativa Juliana Dal Piva e publicado pela Matrix Editora, apresenta mais de quatro décadas de investigações sobre a prisão e o desaparecimento do ex-deputado Rubens Paiva. A obra reúne documentos inéditos sobre o caso desde os anos 1970.

Após anos apurando o desaparecimento, a autora decidiu estudar o caso em seu mestrado. Em 2014, foi aberto na Justiça Federal do Rio de Janeiro um processo criminal contra cinco militares acusados pela morte e ocultação do cadáver de Rubens Paiva. Foi a primeira vez, em quase 30 anos, que um juiz federal aceitou denúncia criminal do Ministério Público Federal (MPF) por um homicídio cometido durante a ditadura. O fato se tornou, para os familiares das vítimas da ditadura militar, uma das maiores vitórias no Judiciário desde a redemocratização.

As páginas, porém, voltam a 16 de fevereiro de 1971, quando alguns dias após deixar a prisão, Eunice Paiva escreveu uma dolorosa e dura carta ao então ministro da Justiça e presidente do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH), Alfredo Buzaid. Esses foram os primeiros escritos em que a esposa de Rubens relatou o drama vivido pela família e onde registra o início de sua busca pelo paradeiro do marido.

À época, ela contou aos conselheiros detalhes sobre a sua injustificada prisão, em 21 de janeiro daquele ano, junto com a filha adolescente. As principais reivindicações, entretanto, era a falta de informações dos órgãos responsáveis sobre a situação e a localização de Rubens. Por quase uma década, Eunice lutou, sem sucesso, pela abertura de uma investigação. O livro também retrata como ela atuou para que, já no governo Sarney, em 1986, a PF finalmente instaurasse um inquérito do caso, quase 15 anos depois do desaparecimento de Rubens.

Crime sem Castigo expõe que a busca pela identificação dos responsáveis pela prisão do ex-deputado federal ganhou decisivos contornos a partir de 2011, com a instalação da Comissão Nacional da Verdade (CNV) e o trabalho de investigação do Grupo de Justiça de Transição do MPF no Rio de Janeiro.

Dois depoimentos inéditos de militares envolvidos na sindicância de 1971 e no Inquérito Policial-Militar (IPM) de 1986 e 1987, com novas informações sobre as circunstâncias da prisão e da morte de Rubens, permitiram que o MPF finalmente pudesse oferecer uma denúncia apontando os responsáveis pelo crime. Ao longo do livro, a jornalista também expõe como o trabalho investigativo de alguns jornalistas foi fundamental para o avanço do caso.

Estão anexados à obra documentos inéditos sobre como o Serviço Nacional de Informações (SNI) monitorou Eunice e também as iniciativas de investigação do desaparecimento de Rubens Paiva. Além disso, a autora encontrou, no acervo do SNI, o primeiro documento produzido pela ditadura que identifica o ex-deputado como ‘falecido’ em 1977. Até o fim do governo de João Figueiredo, o Exército sustentava que Paiva tinha ‘fugido’, em uma mentira escandalosa.

A autora também faz a trajetória do caso de 1971 até 2014. Juliana acompanhou e, descreve na obra, a única audiência no Judiciário em que os cinco militares apontados como assassinos de Paiva estiveram presentes. O lançamento é fundamental para quem deseja se aprofundar neste que é um dos casos mais emblemáticos do país, agora reavivado também no cinema brasileiro com o lançamento do filme ‘Ainda estou aqui’.

Ficha técnica

Título: Crime sem Castigo: como os militares mataram Rubens Paiva

Autora: Juliana Dal Piva

Editora: Matrix Editora

ISBN: 978-65-5616-537-0

Número de páginas: 208

Preço: R$58

Onde encontrar: Matrix Editora, Amazon.

Sobre a autora

Foto: Custódio Coimbra.

Juliana Dal Piva é jornalista formada pela UFSC com mestrado no Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC) da FGV-Rio. Atualmente, é repórter do Centro Latino-americano de Investigação Jornalística (CLIP) e colunista do ICL Notícias. Foi repórter especial do jornal O Globo e colunista do portal UOL. Venceu diversos prêmios de jornalismo; entre eles, o prêmio Relatoría para la Libertad de Expresión (RELE) da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA, em 2019. Apresentadora do podcast A vida secreta do Jair e autora do livro O negócio do Jair: a história proibida do clã Bolsonaro, best-seller em 2022 e finalista do prêmio Jabuti de 2023.  Instagram

Sobre a Matrix Editora

Apostar em novos talentos, formatos e leitores. Essa é a marca da Matrix Editora, desde a sua fundação em 1999. A Matrix é hoje uma das mais respeitadas editoras do país, com mais de 1.000 títulos publicados e oito novos lançamentos todos os meses. A editora se especializou em livros de não-ficção, como biografias e livros-reportagem, além de obras de negócios, motivacionais e livros infantis. Os títulos editados pela Matrix são distribuídos para livrarias de todo o Brasil e também são comercializados no site www.matrixeditora.com.br.

Redes sociais da editora: Instagram | Facebook | LinkedIn.

(Com Lucas Koehler/LC Agência de Comunicação)

Show ‘Prenda Minha’ leva virtuoses do violão Yamandu Costa & António Zambujo ao Guairão

Curitiba, por Kleber Patricio

Foto: Kenton Thatcher.

Um encontro de gigantes – assim pode ser definido o show ‘Prenda Minha’, que reúne no mesmo palco o cantor António Zambujo – expressão máxima da música contemporânea portuguesa – ao lado do violonista gaúcho Yamandu Costa – um virtuose que vem encantando as plateias do mundo inteiro com seu violão de 7 cordas. Os dois farão a estreia da turnê brasileira em Curitiba, com única apresentação no dia 14 de março, sexta-feira, às 21 horas, no Grande Auditório do Teatro Guaíra (Praça Santos Andrade, s/nº). No repertório, além das músicas autorais de Zambujo, serão interpretados clássicos da música brasileira com canções de Tom Jobim, Lupicínio Rodrigues e muitos outros. Os ingressos já estão à venda e custam a partir de R$90 – pelo site do Disk-Ingressos aqui.

Após o concerto que juntou António Zambujo e Yamandu Costa, em Lisboa, Portugal, na comemoração dos 200 anos de Independência do Brasil, celebrando a harmonia entre dois povos numa simbiose de ritmos lusófonos, os dois artistas reúnem-se agora para novos espetáculos, continuando a trilhar o caminho comum que os une.

António Zambujo é um dos maiores artistas, autores e intérpretes contemporâneos da música e da língua portuguesas e um dos seus mais notáveis embaixadores no mundo. Ao incorporar influências do cancioneiro brasileiro, em particular a Bossa Nova, derrubou fronteiras, reais e imaginárias, aproximando os dois lados do Atlântico. Com isso, a sua música, primeiro forjada na tradição do Canto Alentejano e do Fado, criou uma personalidade única e inspirou um novo ciclo na música portuguesa.

Aclamado pela crítica, Yamandu Costa tem encantado as plateias de todos os lugares onde leva a sua incomum habilidade e sonoridade. Com performances inesquecíveis – a solo, acompanhado por outros músicos ou com orquestras – carrega a marca da música do Sul do continente americano, mas transita admiravelmente por diferentes gêneros musicais, formando juntamente com o seu violão de sete cordas uma rara simbiose.

Serviço:

António Zambujo & Yamandu Costa

Sexta-feira, dia 14 de março de 2025, às 21h no Guairão

Classificação Livre

Valores dos ingressos:

Plateia Amarela – R$150 (meia) R$300 (inteira)

Plateia Azul – R$120 (meia) R$240 (inteira)

Plateia Verde – R$90 (meia) R$180 (inteira)

Duração aproximada: 90 minutos

Classificação indicativa: Livre

Compras:

Site do Disk Ingressos: aqui

Loja do Disk Ingressos no Shopping Mueller – de segunda a sábado das 10 às 22h e domingos das 14 às 20 h

Bilheteria do Teatro Fernanda Montenegro (Shopping Novo Batel) – de segunda a sexta das 10 às 14h e das 15h10 às 18h; sábados das 10 às 16h e das 17h10 às 20h

Bilheteria do Teatro Positivo de segunda a sexta das 11 às 15h e 16h10 às 20h; sábados das 17h às 21h

50% de desconto para todas as categorias beneficiadas por Lei

30% de desconto para Clube Disk Ingressos sobre o valor de inteira, para até dois ingressos

Descontos não cumulativos

Não serão aceitos cheques.

(Com Daniela Weber Licht/Básica Comunicações)

Mês da Mulher: soprano Georgia Szpilman faz homenagem especial aos 90 anos de falecimento de Chiquinha Gonzaga no Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Maria Luisa Lundberg, Georgia Szpilman e Moisés Santos. Foto: Arthur Moura.

A soprano do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Georgia Szpilman, leva a riquíssima obra de Chiquinha Gonzaga ao público carioca no tradicional Salão Assyrio. No mês da mulher e para homenagear os 90 anos de falecimento da compositora, pianista e maestrina brasileira, Szpilman vai apresentar ‘Um Encontro com Chiquinha Gonzaga’, espetáculo que será apresentado no dia 16 de março, domingo, às 11h, abrindo a quarta temporada da Série Música no Assyrio, com ingressos a R$40 (inteira) e R$20 (meia-entrada).

A Série Música no Assyrio, criada há quatro anos pela violinista da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Suray Soren, traz espetáculos com grandes nomes da música de concerto do país com apresentações de quinze em quinze dias, no domingo de manhã, sempre a preços populares.

O projeto conta também com Maria Luisa Lundberg (piano) e Moisés Santos (1º clarinete OSTM). Além das músicas, Szpilman e Lundberg fazem uma retrospectiva política e social da época, em um bate-papo com a plateia, revivendo as ousadias e vitórias da renomada musicista brasileira. A apresentação terá a participação especial do primeiro clarinetista do Theatro Municipal, Moisés dos Santos.

Foto: Arthur Moura.

Chiquinha Gonzaga foi uma das pioneiras da música popular brasileira e teve um papel fundamental na introdução do chorinho. Além de sua contribuição musical, Chiquinha também foi uma defensora dos direitos das mulheres e se destacou por sua luta contra a opressão e a desigualdade social.

Há 10 anos, chegava nas mãos da soprano o livro ‘Chiquinha Gonzaga: Uma história de vida’ da escritora Edinha Diniz, biógrafa da Maestrina Chiquinha Gonzaga. A leitura a deixou fascinada com a história da mulher que rompeu com os padrões vigentes do século XIX. “Curiosa, procurei a biógrafa, que me revelou alguns fatos que não puderam entrar no livro e que, dependendo do local onde faça meu concerto, eu falo deles de uma forma sutil”, explica.

Para Georgia, Chiquinha é resistência e a prova da força feminina. “Confesso que em muitos momentos busquei pensar como ela. E em meu trabalho procuro ousar, rompendo com padrões e não cedendo às pressões do status quo. A cada concerto nestes 10 anos é como se ela estivesse viva. E vejo no olhar do público uma curiosidade sobre sua vida quando conto suas histórias e uma certa cumplicidade. Já se foram 90 anos da sua morte, mas sua música está aí viva e ainda provocando”, sinaliza.

Repertório: Abre-Alas, Anita, Machuca, Corte na Roça, Mulatinha, Meditação, A Feijoada Brasileira, Não insista Rapariga, Lua Branca, Corta Jaca, Água da Fonte do Vintém, Tango Brasileiro para Piano, Beijo, Atraente, Flor Amorosa e Valsa do Amor.

Sobre Georgia Szpilman

Georgia como Odaléa na ópera ‘Condor’, de Carlos Gomes, no TMRJ. Foto: Divulgação/TMRJ.

“Equilíbrio entre qualidade vocal e desenvoltura teatral”, por Luiz Paulo Horta.

A soprano Georgia Szpilman destaca-se pela versatilidade. Possui vasta experiência camerística e dedica-se principalmente ao canto lírico. Faz parte do coro do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, onde também tem atuado como solista em grandes produções, tais como: Turandot (Liú), As Bodas de Fígaro (Condessa), Il Triptico, Electra, Fosca (papel título), O Condor (Odaléia), Viúva Alegre (Valentina), Cavaleria Rusticana (Lola), Norma (Clotilde), Carmen (Mercedes) e La Traviata (Flora), entre outras. Em musicais como West Side Story, Anne Frank, e Sinatra Olhos Azuis, entre outros. Apresentou-se na 1ª Audição de Composições Brasileiras e esteve nos espetáculos da série Palavras Brasileiras – Momentos da História do Brasil em Música. Na Alemanha apresentou-se com árias de Wagner, Carlos Gomes e canções de Villa-Lobos no Teatro Goethe-Institut Freiburg.e em Israel no Festival de Verão em Jerusalém.

Serviço:

Estreia da Quarta Temporada Série Música no Assyrio do TMRJ – Um Encontro com Chiquinha Gonzaga

Data: 16 de março (domingo) | Horário: 11h

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Centro

Entrada pelo Boulevard da Av. Treze de Maio

Preços populares: R$40 (inteira) e R$20 (meia-entrada) na bilheteria do Theatro ou pelo site www.theatromunicipal.rj.gov.br a partir do dia 6 de março

Classificação: Livre

Duração: 50 minutos.

(Com Claudia Tisato)

Emesp Tom Jobim promove apresentações, workshops e debates em homenagem ao mês da mulher

Tatuí, por Kleber Patricio

Jazzmins Big Band se apresenta no dia 10/3 na Emesp Tom Jobim. Crédito da foto: Paulo Rapoport.

No mês da mulher, a Escola de Música do Estado de São Paulo – Emesp Tom Jobim, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerida pela Santa Marcelina Cultura, realizará uma edição ampliada da Semana Elas/Delas. A iniciativa celebra a criatividade feminina e a atuação fundamental das mulheres na música e na cultura, com diversas atividades artísticas e educativas entre 8 e 29 de março.

Os eventos acontecerão na sede da Escola e no Theatro São Pedro (apenas no dia 29/3), sendo gratuitos e abertos ao público, com apresentações e palestras que destacam a contribuição de compositoras e intérpretes, além de debates, oficinas e masterclasses.

Em um trabalho que resgata e valoriza compositoras relevantes da música, a Semana Elas/Delas busca oferecer oportunidades valiosas de aprendizado e inspiração para o público e as alunas e alunos da Emesp Tom Jobim, incentivando a diversidade de vozes e perspectivas em um ambiente inclusivo e enriquecedor de formação musical.

Confira mais detalhes da programação:

8/3

11h às 12h | Abertura da Semana Emesp Elas/Delas

Local: Saguão Emesp Tom Jobim

10/3

17h30 às 19h | Apresentação Jazzmins Big Band

Local: Auditório Emesp Tom Jobim

11/3

15h30 às 17h | Diálogos sobre violências contra a mulher

Local: Sala 203 Emesp Tom Jobim

Dialogar sobre as múltiplas violências contra as mulheres e quais caminhos assegurar para o acolhimento de vítimas de violências e divulgação dos canais de denúncia.

12/3

15h30 às 17h | Diálogos sobre violências contra a mulher

Local: Auditório Emesp Tom Jobim

17h30 às 19h | Workshop Tia Amélia (pianista e compositora brasileira)

Local: Auditório Emesp Tom Jobim

13/3 

15h30 às 17h | Apresentação Heloísa Meirelles e Horácio Gouveia

Local: Auditório Emesp Tom Jobim

15h30 às 17h30 | Contação de história ‘A planta da alegria’, com Coletivo Identidade Livre.

Narra a trajetória de uma menina refugiada que, junto com sua família, deixa seu país para se salvar da guerra. A garota passa por diversas dificuldades ao chegar ao novo país: sofre preconceitos, não entende a nova língua e se comporta de um jeito muito diferente dos demais, sendo muitas vezes confundida com uma garoto pelo seu jeito de ser.

Local: Sala 604 Emesp Tom Jobim.

14/3 

15h30 às 17h30 | Contação de história ‘A planta da alegria’, com Coletivo Identidade Livre.

Local: Sala 203 Emesp Tom Jobim.

15/3 

9h às 11h | MUSPER Itinerante: Saúde da Mulher, com Museu de Saúde Pública Emílio Ribas

Local: Sala 203 Emesp Tom Jobim

A partir de questões disparadoras e utilizando o acervo do MUSPER como fio condutor, o Núcleo Educativo estará na Emesp Tom Jobim conversando sobre direitos humanos, saúde da mulher e como foram construídas as políticas públicas voltadas a sua saúde integral.

11h às 12h30 | Workshop e mesa-redonda: Visibilidade de mulheres compositoras, com Anna Toledo, Kismara Pezzatti, Paula Castiglione e Silvia Berg

Local: Auditório Emesp Tom Jobim.

13h30 às 15h30 | MUSPER Itinerante: Saúde da Mulher, com Museu de Saúde Pública Emílio Ribas  

Local: Sala 203 Emesp Tom Jobim

17/3

13h30 às 15h | O choro de Francisca Gonzaga, com Jane do Bandolim e Edmilson Capelupi

Local: Saguão Emesp Tom Jobim.

19/3

12h às 12h45 | Recital Poético Composicional Feminino, com Kismara Pessatti

Local: Auditório Emesp Tom Jobim.

16h30 às 17h30 | Masterclass O corpo e a voz da mulher na canção brasileira, com Juliana Amaral 

Local: Auditório Emesp Tom Jobim.

21/3

15h30 às 17h30 | Workshop e roda de conversa Mulheres, música e deficiências, com Leny Urquide 

Local: Auditório Emesp Tom Jobim.

22/3

9h às 11h | Carolina Maria de Jesus, poeta e cancioneira popular, com Raffaella Fernandez

Local: Sala 203 Emesp Tom Jobim

Conhecer a compositora, poetisa e musicista Carolina Maria de Jesus que, em suas obras, promove reflexões acerca de aspectos sociais, econômicos e políticos que permanecem contemporâneos.

12h30 às 14h30 | Carolina Maria de Jesus, poeta e cancioneira popular, com Raffaella Fernandez

Local: Sala 203 Emesp Tom Jobim.

26/3

9h30 às 11h30 | Diálogos sobre masculinidades, com Léo Piamonte

Local: Sala 203 Emesp Tom Jobim

Dialogar com os/as estudantes comportamentos e atitudes masculinas que violam os direitos das mulheres; refletir sobre as violências desencadeadas pelos comportamentos sociais e hegemônicos masculinos tanto em mulheres quanto em homens e debater sobre a interseccionalidade da masculinidade.

11h às 12h30 | Workshop Café com bolacha: práticas criativas sobre Poema de Angélica de Freitas, com Norma Gabriel 

Local: Sala 413 Emesp Tom Jobim.

13h30 às 15h | Workshop História do choro, com Roberta Valente 

Local: Auditório Emesp Tom Jobim.

15h30 às 17h | Apresentação Musical Composições e arranjos autorais, com Lis de Carvalho 

Local: Auditório Emesp Tom Jobim.

15h30 às 17h30 | Diálogos sobre masculinidades, com Léo Piamonte

Local: Sala 203 Emesp Tom Jobim.

27/3

13h30 às 15h | Apresentação Musical Peça para flauta solo e eletrônica: NoaNoa, de Kaija Saariaho, com Joana Gorenstein e Bruno Avoglia 

Local: Auditório Emesp Tom Jobim.

15h30 às 17h | Apresentação Musical M. Bonis e F. Aquino, com Duo da Juá e Tayanne Sepulveda 

Local: Auditório Emesp Tom Jobim.

28/3

13h30 às 14h30 | Apresentação Musical Fantásticas Mulheres, com Kismara Pessatti, Felipe Oliveira, Edna d’Oliveira, Marília Vargas, Michiko Licciardi e Maria Emília Campos

Local: Auditório Emesp Tom Jobim.

29/3

10h30 às 11h | Apresentação musical Transformações na profissionalização da mulher, com Helena Piccazio, Adriana Schincariol, Raul Andueza, Pedro Gadelha, Joana Gorenstein, Giuliano Rosas, Tayanne Sepulveda e Catherine Carignan 

Local: Theatro São Pedro.

11h às 11h30 | Apresentação musical Rabeca: composições de Vanessa Dourado, com Bruno Menegatti e Roberto Simões

Local: Theatro São Pedro.

11h30 às 12h | Apresentação musical Tons da Emesp 1 (popular), com Thiago Abdalla e Lis de Carvalho 

Local: Theatro São Pedro.

12h às 12h15 | Apresentação musical Tons da Emesp 2 (erudito) – Homenagem à Lina Pires de Campos e Dinorá de Carvalho

Local: Theatro São Pedro.

12h15 às 12h30 | Apresentação Musical Terrestre for Solo Flute, Percussion, Harp, Violin and Cello (compositora: Kaija Saariaho), com Joana Gorenstein, Henrique Goldemberg, Raul Andueza Sonora, Soledad Yaya e Marcia Fernandes 

Local: Theatro São Pedro.

12h30 às 13h30 | Apresentação Musical Fantásticas Mulheres, com Edna d’Oliveira, Fellipe Oliveira, Kismara Pezzati e Marília Vargas

Local: Theatro São Pedro.

Semana Elas/Delas 2025 – Emesp Tom Jobim

Quando: 8 a 29/3

Local: Emesp Tom Jobim (Largo General Osório, 147 – Luz, São Paulo-SP) e Theatro São Pedro (Rua Barra Funda, 171 – Barra Funda, São Paulo-SP)

Entrada: Gratuita

Classificação: Livre

Mais informações no site da Emesp Tom Jobim.

Escola de Música do Estado de São Paulo – Emesp Tom Jobim

Referência no ensino brasileiro de música, a Emesp Tom Jobim é uma escola do Governo do Estado de São Paulo gerida pela Santa Marcelina Cultura, Organização Social parceira da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo. Atende gratuitamente cerca de 2.000 alunas e alunos em seus cursos e habilitações em música popular e erudita, da teoria à prática musical. Em 2024, a Emesp Tom Jobim comemorou 35 anos de atuação. A Escola tem como objetivo a formação dos futuros profissionais da música erudita e popular. Com um corpo docente altamente qualificado, a Emesp Tom Jobim vem construindo um projeto pedagógico inovador, com foco no ensino de instrumento, no convívio dos alunos com grandes mestres e nas práticas coletivas (música de câmara e prática de conjunto), além de disciplinas teóricas de apoio. Em constante diálogo com as principais instituições de formação musical do Brasil e do mundo, a Emesp Tom Jobim oferece a cada ano centenas de shows, concertos, workshops e master classes. A Emesp Tom Jobim mantém um eixo de difusão artística complementar às atividades de formação com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento de seus alunos e criar uma ponte entre o aprendizado e a profissionalização, além de fomentar a formação de público e a difusão da música em todas as modalidades. A Escola mantém os grupos artísticos: Banda Sinfônica Jovem do Estado, Coral Jovem do Estado, Orquestra Jovem do Estado e Orquestra Jovem Tom Jobim que oferecem bolsas para as alunas e os alunos da Escola.

(Com Julian Schumacher/Santa Marcelina Cultura)