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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Key Sawao apresenta ‘Danças do dia – Dança para Takao’ no Sesc Avenida Paulista

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Davide Mari.

Key Sawao se lança em uma série de apresentações solo, criando danças para (e com) Takao Kusuno (1945–2001), considerado o precursor da dança butô no Brasil. Key se apresenta de 21 de março a 13 de abril, sextas e sábados, às 20h30, e domingos, às 18h30, no Sesc Avenida Paulista.

Danças do dia emerge como uma prática artística em que memória, imaginação e presente se entrelaçam em uma tessitura contínua, como explica Key: “cada dança do dia nasce do instante, mas evoca rastros de gestos passados, criando um ciclo de atualização e ressignificação”.

Esse fluxo dinâmico é complementado por recursos audiovisuais e pode ser pensado em paralelo com séries de obras nas artes plásticas, quando a repetição e a variação se desdobram no tempo. Assim, a série Danças do dia, dramaturgia em movimento uma pesquisa que a artista conduz há anos; “ela pode ser entendida como um campo de investigação em que a cada dia, as danças têm a mesma essência, mas não se fixam no tempo e se recriam continuamente”, conta Sawao, que acrescenta: “a memória se apresenta não como algo estático, mas como um espaço vivo que se transforma a cada reencontro, expandindo a experiência do presente e do movimento”.

Takao Kusuno foi um artista japonês que se estabeleceu no Brasil em 1977, influenciando a cena da dança e do teatro no país. Entre os artistas brasileiros, que seguiram seus ensinamentos, estão Key Sawao e Ricardo Iazzetta. Em 2023, a companhia key zetta e cia., desenvolveu o projeto e experimento cênico Coisa que move – danças para Takao. Agora, a artista Key Sawao, a partir desta experiência e impulsos, se lança nesta série de Danças do dia – Dança para Takao, como um encontro na curva do tempo.

Ficha Técnica

Direção Geral, Concepção e Dança: Key Sawao | Assistência Artística: Ricardo Iazzetta | Espaço Cênico e Coordenação de Arte: Hideki Matsuka | Audiovisual e Edição de Trilha Sonora: André Menezes | Luz: Lucas Pradino | Registro em video: Davide Mari | Produção: Corpo Rastreado | Agradecimentos: key zetta e cia.

Serviço:

Dança | Danças do dia – Dança para Takao

De 21/3 a 13/4 de 2025 – sextas e sábados, às 20h30; domingos, às 18h30

Local: Estúdio (4º andar)

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Ingressos: R$50 (inteira), R$25 (Meia) e R$15 (Credencial plena:). Venda de ingressos online a partir de 11/3, terça, às 17h, e nas bilheterias das unidades a partir de 12/3, quarta, às 17h.

Sesc Avenida Paulista

Avenida Paulista, 119, Bela Vista, São Paulo, SP

Fone: (11) 3170-0800

Transporte público: Estação Brigadeiro do Metrô – 350m

Horário de funcionamento da unidade: terça a sexta, das 10h às 21h30; sábados, das 10h às 19h30; domingos e feriados, das 10h às 18h30.

(Com Fernanda Porta Nova/Assessoria de Imprensa Sesc Avenida Paulista)

Escola Bolshoi estreia clássico mundial ‘O Lago dos Cisnes’ em comemoração pelos seus 25 anos no país

Joinville, por Kleber Patricio

Sala de aula. Foto: Vanderlia Macalossi.

Para celebrar seu Jubileu de Prata, a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil apresenta, nos dias 15 e 16 de março de 2025, às 19h30, no Centreventos Cau Hansen, em Joinville/SC, uma produção inédita do icônico balé ‘O Lago dos Cisnes’. Com coreografia, produção e cenografia assinadas pelo lendário Vladimir Vasiliev, um dos maiores nomes do balé mundial do século XX, este espetáculo reúne solistas internacionais e talentos formados pela instituição, reafirmando o legado de 25 anos da única filial do Bolshoi no mundo. Uma noite histórica para o Brasil e para a dança.

O Lago dos Cisnes é uma criação original do mestre Vladimir Vasiliev para a Escola Bolshoi com música de Piotr Tchaikovsky. O balé reúne mais de 100 bailarinos em cena em um espetáculo inesquecível enriquecido por cenários grandiosos. Além do libreto, coreografia e direção, Vasiliev criou a cenografia do balé e pintou as telas do cenário, que aparecerão no palco por meio de projeção mapeada. O destaque dessa produção será a participação de crianças, o que dará ao balé um novo elemento com personagens exclusivos criados por Vasiliev especialmente para os jovens alunos do Bolshoi Brasil.

Para dar vida aos protagonistas da obra, a Escola Bolshoi contará com a participação especial de três renomados Primeiros Bailarinos da Ópera de Kazan, na Rússia: Amanda Gomes, ex-aluna da instituição e artista premiada em prestigiadas competições internacionais e condecorada com a Ordem do Rio Branco, concedida pelo Ministério das Relações Exteriores; Wagner Carvalho, também formado pela Escola Bolshoi, talentoso bailarino e reconhecido por suas conquistas internacionais, e Mikhail Timaev, bailarino russo de grande prestígio.

Casal Amanda Gomes e Mikhail Timaev. Crédito da foto: Cleber Gomes.

O elenco conta também com a presença de Cecília Kerche, primeira bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e embaixadora da dança pela Unesco. Nove anos após sua despedida dos palcos, Cecília retorna para celebrar os 25 anos da Escola Bolshoi, interpretando a Rainha em O Lago dos Cisnes, um dos balés mais emblemáticos de sua carreira. Amanda Gomes e Mikhail Timaev, primeiros bailarinos, nesta obra, são assistentes de Vladimir Vasiliev e acompanham os ensaios e detalhes finais para a estreia do balé no Brasil.

Vladimir Vasiliev expressou seu grande orgulho pela Escola Bolshoi e por seus formados, que hoje ocupam posições de destaque no cenário da dança mundial. Ele também agradeceu a dedicação dos professores envolvidos na remontagem. “Para mim, este balé é o mais importante, o de maior responsabilidade e o mais complexo entre os grandes clássicos de repertório. De toda minha alma, desejo que os intérpretes desta estreia de O Lago dos Cisnes escrevam seus nomes na história da Escola Bolshoi no Brasil. Também gostaria que esta estreia fosse um tributo à memória de Luiz Henrique da Silveira, um homem cujo amor por sua cidade natal e seu país, aliado à sua compreensão da importância da cultura, bem como à sua determinação em transformar ideias em realidade, tornou possível a criação da Escola Bolshoi no Brasil, hoje reconhecida mundialmente”, finalizou o mestre Vasiliev.

Vladimir Vasiliev

O lendário bailarino do século XX que inaugurou uma nova era na história da dança clássica masculina. Um intérprete virtuoso, dotado de um talento raro para a transformação cênica, dando vida a uma vasta gama de personagens nos palcos mais prestigiados do mundo – cada um inesquecível. A Academia de Dança de Paris o agraciou com o prêmio de Melhor Bailarino do Mundo. Trabalhou com os mais renomados coreógrafos de sua época, como Yury Grigorovich, Maurice Béjart e Roland Petit, e dançou ao lado das maiores bailarinas do mundo, entre elas Galina Ulanova, Maya Plisetskaya, Alicia Alonso e Carla Fracci, tendo como parceira principal sua esposa – a inesquecível Ekaterina Maximova.

Como coreógrafo e diretor, presenteou o mundo com suas produções originais, incluindo Cinderela, Romeu e Julieta, Anyuta, Macbeth e Ícaro, além de versões de balés clássicos como O Quebra-Nozes, Dom Quixote e Giselle, óperas, filmes para televisão e a produção cinematográfica Fouetté. Também concebeu espetáculos e concertos de beleza deslumbrante. Em sua trajetória, colaborou com grandes nomes da arte mundial, como Franco Zeffirelli, Boris Pokrovski, Mstislav Rostropovich e Mikhail Pletnev. Suas criações coreográficas foram apresentadas nos mais prestigiados teatros e arenas, incluindo La Scala, Teatro Colón, Arena de Verona, Opera di Roma, Tokyo Bunka Kaikan, Staatsoper Berlin, Sadler’s Wells, Coliseu de Londres e Herodes Ático, em Atenas.

Como professor e mentor, formou gerações de coreógrafos. Além de sua atuação nos palcos, no rádio e na televisão, também se destacou como autor de coletâneas de poesia, artista plástico com dezenas de exposições ao redor do mundo e designer de produções de balé e galas. O talento artístico de Vasiliev não conhece limites: um verdadeiro mestre do Renascimento, que continua a criar com força e espontaneidade. Sua trajetória é marcada por um reconhecimento contínuo, tanto em seu país quanto no exterior – há poucas honrarias no mundo do balé que ele ainda não tenha recebido.

Em 2000, no cargo de Diretor-Geral e Artístico do Teatro Bolshoi, tornou-se cofundador da Escola Bolshoi na cidade de Joinville e, desde então, tem sido seu curador, compartilhando sua vasta experiência e conhecimento com professores, alunos e ex-alunos. O Lago dos Cisnes é a quarta produção que Vasiliev coreografa para a Escola, seguindo O Quebra-Nozes, Dom Quixote e Giselle.

Solistas convidados

Amanda Gomes

Amanda Gomes formada pela Escola do Teatro Bolshoi no Brasil. Atualmente, é a 1ª Bailarina da Ópera de Kazan/RU. Amanda já atuou como protagonista em balés como Giselle, A Bela Adormecida, Romeu e Julieta, Les Sylphides, Don Quixote e O Quebra-nozes. Conquistou inúmeros prêmios, como Bolshoi Ballet – Winner – TV Kultura; Benois de La Danse, o Oscar da Dança; XIII Moscow International Ballet Competition Award, Medalha de Ouro na Bulgária no XXVII Varna International Ballet Competition (conhecida como a Olimpíada do Balé) e recentemente conquistou, junto com Wagner Carvalho, mais uma medalha no XIV The International Ballet Competition in Moscow. Amanda também recebeu a condecoração Ordem do Rio Branco, concedida pelo Ministério das Relações Exteriores.

Mikhail Timaev

Mikhail Timaev se formou na Escola Coreográfica de Kazan em 2005. Durante seus estudos, foi contratado pela Ópera de Kazan/Ru onde continua atuando. Sua carreira inclui conquistas em competições internacionais, como o XI Concurso Internacional de Bailarinos e Coreógrafos de Moscou, onde recebeu a Medalha de Bronze em 2009. Além disso, ele foi agraciado com o Diploma de Melhor Partner no XIII Concurso Internacional de Bailarinos e Coreógrafos em Moscou e com o Diploma no Concurso Internacional de Ballet Arabesque, em Perm, em 2008. Em 2010, recebeu o prêmio da Organização Internacional para o Desenvolvimento da Cultura e Arte Turca TURKSOY. Seu talento também foi reconhecido com o prêmio Soul of Dance na categoria Rising Star, em 2012. Em abril de 2015, Mikhail Timaev foi honrado com o Prêmio Estadual da República do Tartaristão em homenagem a G. Tukai por sua atuação no papel do Espírito de Khan Batu no balé A Horda de Ouro, de R. Akhiyarova.

Wagner Carvalho

Wagner Carvalho é formado pela Escola do Teatro Bolshoi no Brasil e hoje é primeiro bailarino da Ópera de Kazan/RU. Em 2015, foi premiado no 14º Russian Open Ballet Competition, em Perm, onde recebeu o convite do diretor Vladimir Yakovlev para ingressar na companhia. Aos 30 anos, já interpretou papéis em Romeu e Julieta, O Quebra-Nozes, O Lago dos Cisnes e A Bela Adormecida, no teatro e em turnês pela Europa. Também venceu o concurso televisivo Bolshoi Ballet, competindo com bailarinos da Rússia e dos Estados Unidos. E junto com Amanda Gomes, ganhou mais uma medalha no XIV The International Ballet Competition in Moscou.

Dados históricos do Balé

O Lago do Cisnes é um balé romântico composto pelo compositor russo Piotr Tchaikovsky em 1876 e estreado em 1877 no Teatro Bolshoi. Em 1895, foi encenado no Teatro Mariinsky em São Petersburgo por Marius Petipa e Lev Ivanov. A primeira produção do balé O Lago dos Cisnes fora da Rússia foi realizada pelo dançarino russo Mikhail Mordkin em 1911, em Nova York. No século XX, essa obra clássica foi encenada por praticamente todos os grandes coreógrafos mundiais, como George Balanchine, Leonid Lavrovsky, Rostislav Zakharov, Yuri Grigorovich, Asaf Messerer, John Cranko, Kenneth MacMillan, John Neumeier, Mats Ek, nos palcos mais prestigiados do mundo. Este balé é considerado um símbolo do balé clássico mundial, sendo o mais amado e popular entre o público.

Conta a história da Princesa Odette e o Príncipe Siegfried. Rothbart, um mago sombrio do lago, enfeitiçou Odette e outras jovens, transformando-as em cisnes. Quando Siegfried vê Odette à beira do lago, se apaixona por ela e promete amá-la para sempre, com a esperança de quebrar a maldição. No entanto, Rothbart usa seus feitiços para enganar o príncipe, fazendo-o acreditar que Odile, o Cisne Negro, é o seu verdadeiro amor. A música de Tchaikovsky expressa a força e a emoção do final dessa obra. Na Escola Bolshoi a coreografia é de Vladimir Vasiliev, uma obra original.

Ingressos: Os ingressos para a estreia do Balé O Lago dos Cisnes da Escola Bolshoi estão à venda no site enjoyticket (www.enjoyticket.com.br) a preços populares, a partir de R$21,00.

Os espetáculos que marcam os 25 anos do Bolshoi no Brasil têm patrocínio das empresas Ventisol Brasil, TKE, Engie, Whirlpool, Havan, Muller, Cattalini Terminais, Rede Condor, DVA, Copapel, 1° Registro de imóveis de Joinville e Funarte.

Escola Bolshoi

A Escola do Teatro Bolshoi no Brasil é a única extensão do Teatro Bolshoi no mundo e, pela primeira vez, transfere a outro país o método de ensino de balé que consagrou uma das mais respeitadas instituições do mundo. Com 25 anos de implantação no Brasil, a Escola está localizada na cidade de Joinville/SC e concede bolsas de estudo 100% gratuitas para 264 alunos do curso técnico de 24 estados do Brasil. A instituição busca a melhor formação e garante o acesso de crianças ao mundo da cultura, ampliando seus horizontes. A missão da escola é formar artistas-cidadãos, promovendo e difundindo a arte-educação.

O complexo escolar é formado por salas para aulas de balé, estúdios de música, ateliê, núcleo de saúde, biblioteca, cantina, espaços culturais e dois laboratórios cênicos. Cerca de 6 mil metros quadrados de absoluta dedicação profissional ao ensino. Espaço ideal para formar artistas da dança dentro da metodologia do Teatro Bolshoi.

Além de ensino gratuito, os alunos recebem benefícios como alimentação, transporte, uniformes, figurinos, assistência social, orientação pedagógica, assistência odontológica preventiva, atendimento fisioterápico, nutricional e assistência médica de emergência/urgência pré-hospitalar. Os alunos recebem educação, aprendem uma profissão, exercitam responsabilidade e constroem cidadania.

A Escola é uma instituição, com personalidade jurídica, de direito privado, sem fins lucrativos, que tem apoio da Prefeitura Municipal de Joinville, do Governo do Estado de Santa Catarina e dos Amigos do Bolshoi, empresas e pessoas físicas socialmente responsáveis que contribuem com o projeto por meio de serviços prestados e patrocínios não incentivados ou incentivados por leis de incentivo à cultura municipal, estadual e federal. A Escola Bolshoi conta com o patrocínio de empresas como: Caixa, Philco, Diamante Energia, Whirpool, Aurora, BRDE, Engie, Havan, Nidec, Supermix, TKE, Ventisol e demais Amigos que contribuem com a arte no país.

Empregabilidade

A Escola do Teatro Bolshoi no Brasil disponibiliza para o mercado de trabalho da dança não só bailarinos com formação de qualidade, mas também pessoas conscientes do seu papel na sociedade. A Escola já formou 478 bailarinos e 74% atuam na área da dança pelo Brasil e Exterior. A empregabilidade relaciona-se com a realidade de todo e qualquer profissional. Atualmente os jovens formados no Bolshoi Brasil atuam em 27 países e em 5 continentes.

Serviço:

Datas: 15 e 16/3/2025 – sábado e domingo

Local: Arena Centreventos Cau Hansen – Joinville / SC

Horário: 19h30

Duração: 120min

Classificação: Livre

Ingressos

Plateia 3

Inteira: R$70,00 + taxas administrativas

Meia: R$35,00 + taxas administrativas

Plateia 3 – Ingresso Cultural

Inteira: R$42,00 + taxas administrativas

Arquibancadas – Ingresso Cultural

Inteira: R$42,00 + taxas administrativas

Meia: R$21,00 + taxas administrativas.

(Com Flávia Motta/Lupa Comunicação)

Com novo tema curatorial, Casa Museu Ema Klabin divulga a agenda cultural de março

São Paulo, por Kleber Patricio

Grupo de balé popular Cordão da Terra apresentará o espetáculo ‘No Terreiro da Vovó’. Foto: F. Pepe Guimarães.

No mês de março, a Casa Museu Ema Klabin dá início à sua programação cultural de 2025 com novo tema curatorial: Memória. Tomando como ponto de partida o extenso arquivo de Ema Klabin, a programação refletirá sobre sua trajetória de vida e a formação de sua identidade, revelada também pelo patrimônio material e imaterial que a casa museu preserva.

Além de receber a visitação do público, todo mês a casa museu oferece uma programação cultural diversificada. Entre os destaques de março estão um concerto com clássicos da música brasileira, um espetáculo cênico-musical que celebra histórias orais e ritmos tradicionais da cultura popular, uma visita mediada que ressalta a longevidade, uma palestra que aborda uma das principais retratistas do Renascimento italiano, cujas obras eram erroneamente atribuídas a homens, e o Bazar da Cidade, feira que celebra o design artesanal, a moda e a gastronomia. Confira:

Espetáculo cênico-musical No Terreiro da Vovó

No dia 15 de março, às 15h, o grupo de balé popular Cordão da Terra apresentará o espetáculo cênico-musical ‘No Terreiro da Vovó’. Por meio do canto, da dança e de brincadeiras, o grupo destaca a importância da preservação das histórias orais e das tradições culturais.

O espetáculo traz à tona a figura das avós, as guardiãs das memórias e costumes, que, através das suas histórias orais ricas em aventuras, estimulam a imaginação e a criatividade do público infantil.

Além das histórias, o evento apresentará ritmos tradicionais da cultura popular brasileira, como o coco, jongo, cacuriá, carimbó e a ciranda. Cada ritmo, acompanhado de suas danças e brincadeiras, oferece uma experiência imersiva e educativa sobre a riqueza cultural do Brasil.

Bazar da Cidade

Bazar da Cidade estimula economia criativa. Foto: Divulgação.

A Casa Museu Ema Klabin recebe nos dias 22 e 23 de março a partir das 11h o Bazar da Cidade, um evento que celebra o design artesanal, a moda e a gastronomia. Os visitantes terão a oportunidade de explorar uma ampla variedade de peças criadas por artesãos talentosos de diversas regiões do Brasil e, ao final da tarde, relaxar tomando um drink com os amigos ao som de música ao vivo no jardim projetado por Roberto Burle Marx.

O Bazar da Cidade destaca-se pela curadoria cuidadosa que valoriza pequenos produtores e peças feitas em menor escala, oriundas de ateliês de várias regiões do país, promovendo a economia criativa. Além das compras, o Bazar da Cidade proporciona uma experiência gastronômica diversificada com uma variedade de pratos inspirados nas tradições culinárias de várias culturas, incluindo desde receitas típicas brasileiras até especialidades internacionais, todas preparadas com um toque artesanal.

Palestra: Sofonisba Anguissola

Autorretrato com cavalete, de Sofonisba Anguissola, óleo sobre tela, 1556. Foto: Wikimedia Commons.

No dia 29 de março, das 11h às 13h, a Casa Museu Ema Klabin receberá a palestra sobre Sofonisba Anguissola conduzida pela especialista em história da arte, Maria Cristina Achcar. Pela primeira vez na casa museu, Achcar apresentará sua pesquisa sobre a trajetória e o pioneirismo de Sofonisba Anguissola, uma das principais retratistas do Renascimento italiano, cuja obra tem sido redescoberta e valorizada nos últimos anos. Suas obras, até pouco tempo, eram erroneamente atribuídas a colegas homens, como Ticiano, devido à sofisticação de suas técnicas e estratégias de pintura.

Serviço:

15/3, às 15h, espetáculo cênico-musical No Terreiro da Vovó, 100 vagas por ordem de chegada, livre, entrada franca*.

22/3, das 14h às 15h, Visita mediada Reinvenção por toda a vida, 30 vagas por ordem de inscrição no site da Casa Museu Ema Klabin. R$20 (inteira), R$10 (meia), gratuito para professores e estudantes da rede pública.

22 e 23/3, a partir das 11h, Bazar da Cidade, entrada franca

29/3, das 11h às 13h, palestra Sofonisba Anguissola por Maria Cristina Achcar30 vagas por ordem de inscrição no site da Casa Museu Ema Klabin. R$10,00

Visitação

Quarta a domingo, das 11h às 17h, com permanência até às 18h

Visitas mediadas quarta a sexta, às 11h, 14h, 15h e 16h. Sábado, domingo e feriado, às 14h.

R$20 (inteira)

R$10 (meia) para estudantes, idosos, PCD e jovens de baixa renda

Gratuidade para crianças de até 7 anos, professores e estudantes da rede pública

Rua Portugal, 43, Jardim Europa, São Paulo, SP.

Sobre a Casa Museu Ema Klabin

A residência onde viveu Ema Klabin de 1961 a 1994 é uma das poucas casas museus de colecionador no Brasil com ambientes preservados. A Coleção Ema Klabin inclui pinturas do russo Marc Chagall e do holandês Frans Post, obras do modernismo brasileiro, como de Tarsila do Amaral e Candido Portinari, além de artes decorativas, peças arqueológicas e livros raros, reunindo variadas culturas em um arco temporal de 35 séculos.

A Casa Museu Ema Klabin é uma fundação cultural sem fins lucrativos, de utilidade pública, criada para salvaguardar, estudar e divulgar a coleção, a residência e a memória de Ema Klabin, visando à promoção de atividades de caráter cultural, educacional e social, inspiradas pela sua atuação em vida, de forma a construir, em conjunto com o público mais amplo possível, um ambiente de fruição, diálogo e reflexão.

A programação cultural da casa museu decorre da coleção e da personalidade da empresária Ema Klabin, que teve uma significativa atuação nas manifestações e instituições culturais da cidade de São Paulo, especialmente nas áreas de música e arte. Além de receber a visitação do público, a Casa Museu Ema Klabin realiza exposições temporárias, séries de arte contemporânea, cursos, palestras e oficinas, bem como apresentações de música, dança e teatro.

O jardim da casa museu foi projetado por Roberto Burle Marx e a decoração foi criada por Terri Della Stufa.

Acesse o site e redes sociais:

Site: https://emaklabin.org.br

Instagram: @emaklabin

YouTube: https://www.youtube.com/c/CasaMuseuEmaKlabin

Google Arts & Culture: https://artsandculture.google.com/partner/fundacao-

ema-klabin

Facebook: https://www.facebook.com/fundacaoemaklabin

Linkedin: https://www.linkedin.com/company/emaklabin/?originalSubdomain=br

Vídeo institucional: https://www.youtube.com/watch?v=ssdKzor32fQ

Vídeo de realidade virtual: https://www.youtube.com/watch?v=kwXmssppqUU

*Como em todos os eventos gratuitos, a Casa Museu Ema Klabin convida quem aprecia e pode contribuir para a manutenção das atividades a apoiar com uma doação voluntária via pix: 51204196000177.

(Com Cristina Aguilera/Mídia Brazil Comunicação Integrada)

Programação cultural de março do Conservatório de Tatuí agita a Capital da Música

Tatuí, por Kleber Patricio

Big Band do Conservatório de Tatuí. Foto: Josué Mota/Arquivo Conservatório de Tatuí .

O Conservatório de Tatuí prepara diversas atrações para agitar o mês de março da Capital da Música, como as primeiras atrações dos Grupos Artísticos Musicais. Também entre os destaques, a Aula Magna comandada por Fernanda Maia apresenta o espetáculo ‘História do Musical Brasileiro’. A agenda de março traz ainda as ocupações artísticas do Trio Trincheira, da Companhia Jovem Rayssa Francesconi e o projeto ‘Cine Bibi’ – cineclube do Conservatório de Tatuí.

O palco do Teatro Procópio Ferreira estreia a programação de março com a Aula Magna no dia 10 às 19h. Nela, a dramaturga, diretora musical e uma das idealizadoras do curso de Teatro Musical, Fernanda Maia, apresenta a ‘História do Musical Brasileiro’. A aula-show comandada por Maia narra a trajetória do Teatro Musical costurada com a História do Brasil, conduzindo o público por obras icônicas de musicais nacionais, desde o século XIX até a atualidade. O elenco é formado por 8 cantores e uma orquestra com 12 musicistas que, ao longo de 90 minutos de espetáculo, constroem um panorama didático e refinado sobre o Teatro Musical Brasileiro. Com classificação indicativa livre, o evento tem entrada gratuita. Já a retirada de ingressos pode ser feita online e antecipadamente por meio da plataforma INTI. É possível também garantir as entradas de forma presencial na Bilheteria do Teatro, que fica aberta ao público de terça a sexta-feira das 13h às 16h e das 17h às 20h.

No domingo dia 16, às 16h, é a vez do Trio Trincheira subir ao palco do Teatro Procópio Ferreira para apresentar o concerto ‘Sina do Sertão’. Batizado a partir de uma composição de um de seus integrantes, o violeiro Odair Junior, o show marca o lançamento do primeiro álbum do grupo de música caipira e raiz, que tem ainda em sua formação os musicistas Gustavo Antunes e Giovanna Cortese. O espetáculo autoral cria uma atmosfera que passeia entre a tradição e o contemporâneo, ao unir a sonoridade clássica das duplas caipiras com arranjos melódicos protagonizados pelo violoncelo. O evento tem entrada gratuita e classificação indicativa livre.

A Companhia Jovem Rayssa Francesconi se apresenta no dia 29 às 19h30. A temática central do espetáculo traz coreografias que propõem um olhar crítico acerca que assuntos como o consumo, o tempo e o cotidiano. Assinados pela diretora do grupo, Rayssa Francesconi, a apresentação é composta por conjuntos de dança contemporânea, ballet clássico, duos e solos que englobam diferentes estilos como o jazz, ballet de variação e dança contemporânea. O evento tem classificação indicativa livre e será realizado no Teatro Procópio Ferreira. Os ingressos custam R$50 e podem ser adquiridos por meio da plataforma Sympla.

Cine Bibi

O Cine Bibi é um projeto do Conservatório de Tatuí contemplado pela Lei Paulo Gustavo que homenageia Bibi Ferreira, dama do teatro e filha do dramaturgo Procópio Ferreira. O cineclube exibe filmes, documentários e animações nacionais e internacionais no Teatro Procópio Ferreira. Em sua edição de março, o Cine Bibi exibe três filmes: ‘Bizarros Peixes das Fossas Abissais’, 11; ‘A Música Natureza de Léa Freire’, 18 e, dia 25, o cineclube exibe ‘Madama Butterfly’.

‘Bizarros Peixes das Fossas Abissais’ é uma animação brasileira lançada em 2024 que conta com dublagens de Natália Lage e Rodrigo Santoro e será exibida dia 11 às 19h30. A película dirigida por Marão mistura humor absurdo, toques de surrealismo e uma reflexão sobre questões existenciais, como memória e cura. No enredo, uma nuvem tímida com incontinência pluviométrica, uma tartaruga com transtorno obsessivo-compulsivo e uma jovem com estranhos superpoderes se unem em uma viagem até as profundezas do oceano, em busca de uma planta medicinal capaz de curar o Alzheimer de um avô. Após a sessão, será realizado uma conversa com a presença do diretor do longa.

No dia 18, às 19h30, o cineclube do Conservatório de Tatuí apresenta ‘A Música Natureza de Léa Freire’. O documentário mostra vida e obra da aclamada musicista e compositora brasileira, reconhecida nacional e internacionalmente por atravessar as barreiras entre a música erudita e popular. Léa Freire também se destaca como uma figura de resistência, quebrando paradigmas de gênero ao se firmar como um nome relevante no universo musical, ainda predominantemente masculino e misógino.  Com direção de Lucas Weglinski, o filme tem depoimentos de figuras célebres como Alaíde Costa, Amilton Godoy, Silvia Góis, Filó Machado, entre outros nomes, que narram a influência do legado musical da artista. Com O público poderá, após o final da exibição, participar de um debate com a compositora Léa Freire.

Já no dia 25, às 19h30, o Cine Bibi exibe ‘Madama Butterfly’. A montagem ressalta o declínio social e o empobrecimento que ocorrem na vida de Cio-cio-san, para dar visibilidade aos aspectos socioculturais que provocam o crescente sofrimento da protagonista e o desfecho trágico da história, bem como o machismo que ela sofre de ambas as culturas – a japonesa e a americana – e o racismo explícito de Pinkerton, para quem o casamento nada mais é do que um simulacro.

As sessões têm entrada gratuita, e a retirada de ingressos pode ser feita online e antecipadamente por meio da plataforma INTI. É possível também garantir as entradas de forma presencial na Bilheteria do Teatro, que fica aberta ao público de terça a sexta-feira das 13h às 16h e das 17h às 20h.

Grupos Artísticos Musicais

O mês de março marca também as primeiras apresentações dos Grupos Artísticos Musicais do Conservatório de Tatuí. Todos os eventos têm classificação indicativa livre e entrada gratuita. Para os concertos realizados no Teatro Procópio Ferreira, é necessário a retirada de ingressos, que podem ser feitas online e antecipadamente por meio da plataforma INTI. É possível também garantir as entradas de forma presencial na Bilheteria do Teatro, que fica aberta ao público de terça a sexta-feira das 13h às 16h e das 17h às 20h. Para as apresentações no Auditório da Unidade Chiquinha Gonzaga não é necessário retirar ingresso.

Sob a regência de Matthew J. George e coordenação de Marco Almeida, a Banda Sinfônica abre a temporada de apresentações dos Grupos no dia 26, às 20h, no Teatro Procópio Ferreira. A Camerata de Violões realiza seu primeiro concerto no Auditório da Unidade Chiquinha Gonzaga, às 18h, do dia 27. O grupo tem coordenação de Diego Salvetti e é reconhecido pela excelência do ensino de violão clássico da instituição. Também no dia 27, às 20h, a Big Band do Conservatório de Tatuí sobe ao palco do Procópio Ferreira sob a coordenação de Diego Garbin.

Confira todos os detalhes das ações e a atualização de toda a programação do Conservatório de Tatuí na Agenda Cultural da instituição.

Serviço:

Agenda Cultural do Conservatório de Tatuí 

https://www.conservatoriodetatui.org.br/agenda-cultural/

Mais informações: (15) 3205-8434

O Conservatório de Tatuí e a Sustenidos Organização Social de Cultura agradecem aos patrocinadores que apoiam nossas atividades por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura

Patrocinadores do Conservatório de Tatuí: Instituto CCR, Rede Itaú, Zanchetta, Cipatex, Drogal, Marquespan, Sicoob.

(Com Fernanda Gaban Yizuka/Conservatório de Tatuí)

Estudo mapeia 261 espécies de aves em parque na região da represa Guarapiranga, em São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Mergulhão-grande, uma das mais emblemáticas aves presentes no Parque Linear Nove de Julho, em São Paulo. Foto: Fabio Schunk.

Um novo estudo publicado na Revista do Instituto Florestal na quinta (6) revela a riqueza da biodiversidade das aves no Parque Linear Nove de Julho (PLNJ), na orla da represa Guarapiranga, na cidade de São Paulo — são ao menos 261 espécies. Com 46 hectares e localizada no bairro da Capela do Socorro, trata-se de uma das áreas mais importantes para as aves de várzea e campos úmidos da Região Metropolitana de São Paulo.

O local funciona como um ponto de parada e descanso de espécies migratórias, além de abrigar aves que realizam movimentos regionais e vagantes, incluindo oito espécies ameaçadas de extinção. Segundo o estudo, mesmo com uma área menor do que outros parques da região, a riqueza de espécies encontrada pode estar diretamente relacionada à variedade de habitats e à presença de pesquisadores e observadores nos últimos 24 anos.

“O PLNJ possui um grande potencial ornitológico a ser investigado, e o número de espécies pode ser maior que o atual. Contudo, é um conhecimento que precisa ser bem documentado por imagem ou gravação de vocalização. Cerca de 30 espécies citadas na plataforma eBird não foram consideradas na lista atual, pois não possuem documentação adequada nos registros”, explica o ornitólogo Fabio Schunck, membro do Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos e autor do estudo. Parte dessas espécies sem confirmação ou ainda não foram documentadas na bacia do Guarapiranga ou ainda podem ter sido confundidas com outras.

O Parque Linear Nove de Julho é um dos mais visitados por observadores e fotógrafos de aves do país, incluindo pesquisadores, sendo uma das localidades que mais contribuíram com registros novos de aves para o município de São Paulo nas últimas duas décadas. Essa elevada visitação aconteceu, inicialmente, devido à ocorrência da espécie mergulhão-grande (Podicephorus major).

Essa ave aquática da família Podicipedidae é conhecida por seu comportamento mergulhador e por habitar corpos d’água como lagos e represas. Com plumagem predominantemente acinzentada, olhos vermelhos e um bico fino e pontiagudo, o mergulhão-grande se alimenta de peixes, insetos aquáticos e pequenos crustáceos. A degradação de áreas alagadas pode impactar suas populações, tornando sua presença no parque um indicativo da qualidade ambiental da região. “No local também foram encontradas oito espécies de aves ameaçadas de extinção, principalmente devido à destruição de seu habitat. Entre elas estão o pato-de-crista (Sarkidiornis sylvicola), o gavião-do-banhado (Circus buffoni) e o caboclinho (Sporophila bouvreuil), que vivem em áreas de várzea”, destaca o biólogo.

A comunidade de aves encontrada em campo possui espécies locais, que passam o ano inteiro por ali; aves migratórias de média distância, que se deslocam pelo estado de São Paulo e outros estados do Brasil; e aves migratórias de longa distância, que migram tanto do norte da América do Norte (de países como Canadá e EUA), como do sul da América do Sul (países como Chile e Argentina), passando um período no parque, onde descansam e se alimentam antes de retornar para as suas regiões de origem para reprodução. “Neste contexto, o parque apresenta uma importância global para a conservação dessas espécies, sendo um local que, mesmo protegido sob forma de parque municipal, precisa ser melhor gerido a fim de que se consolide numa plataforma de ciência cidadã, aquela que envolve ativamente pessoas comuns e pesquisadores na coleta e análise de dados sobre a biodiversidade local, transformando cada visitante em participante direto do processo científico e contribuindo para a construção do conhecimento e conservação efetiva das espécies.”

Segundo Schunck, entre as iniciativas necessárias para a proteção das aves estão a implantação de uma sede física, com um projeto adequado ao ambiente local e uso de materiais sustentáveis, com estruturas básicas para os funcionários e visitantes; além da criação de programas permanentes de inventário e monitoramento de fauna, conservação ambiental e de educação ambiental, com monitores locais, incluindo a aquisição de equipamentos, como binóculos e câmeras fotográficas, e guias de campo especializados que possam explicar aos visitantes sobre as características, potencialidades e fragilidades ecológicas do parque, incentivando o máximo de receptividade e compreensão da observação de aves. “As várzeas e as áreas úmidas estão entre os ambientes mais ameaçados do mundo, com reduções de tamanho a cada ano. Com isso, todos os animais e plantas que passam por esses ambientes são mais ameaçados. Proteger uma área de várzea e sua biodiversidade é algo vital, não só em termos de proteção e produção de dados técnicos e científicos, mas em relação ao bem-estar e segurança da população, uma vez que as várzeas são áreas que recebem o excesso de água de chuvas, evitando tragédias ambientais. Grande parte das áreas urbanas afetadas pelas fortes chuvas dos últimos anos está ilegalmente em áreas de várzea”, alerta Schunk.

(Fonte: Agência Bori)