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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Edusp e Edições Sesc lançam biografia de Frans Krajcberg

São Paulo, por Kleber Patricio

A gênese da biografia ‘Frans Krajcberg: A Natureza como Cultura’, nova coedição entre Edusp e Edições Sesc, se deu em 1985, com um pedido do próprio Frans Krajcberg ao escritor João Meirelles. Os dois já eram amigos e essa amizade durou até a morte do artista, em 2017.

Em seu diário, Meirelles registrou a solicitação nas palavras de Krajcberg: “Eu sempre quis fazer a história da minha vida e de minha obra. […] Até alguns já se propuseram a fazer o livro, mas não encontrava diálogo. Eu, sozinho, até já tentei ligar o gravador, mas não sai nada, sai esta voz com som de estrangeiro e logo me acho um chato e desligo.” 

A biografia engloba os 96 anos da vida de Krajcberg e sua vasta produção artística. Nascido em 1921 na Polônia, o artista viveu sua juventude em meio ao Holocausto, já naquela época entrando em contato com a arte que definiria sua trajetória.

Naturalizado brasileiro desde 1957, Krajcberg viajou o país e viu de perto a devastação da natureza, incorporando essa realidade em suas obras. “O que faço é denunciar a violência contra a vida”, relatou uma vez o artista. “Esta casca de árvore queimada sou eu”. Ele foi um dos artistas que assinaram o Manifesto do Rio Negro, que propõe um ‘naturalismo integral’, uma forma de arte baseada na natureza brasileira e independente de influências externas.

Sua arte englobou a escultura, a pintura e a fotografia, fazendo parte de mais de 200 exposições coletivas e 92 individuais. Em 1957, foi premiado como melhor pintor brasileiro na 4ª Bienal de São Paulo.

Meirelles explica que o processo de checagem foi muito importante por conta dos relatos de Krajcberg, que se provaram incongruentes mais de uma vez. Apesar da relação de amizade com o artista, o autor demonstrou o distanciamento de um estudioso na confirmação dos fatos.

O biógrafo enfrentou desafios adicionais durante o desenvolvimento do livro, incluindo os impedimentos da pandemia de covid-19. Sua pesquisa envolveria a busca por arquivos documentais no Brasil e na França, mas as restrições nas viagens complicaram essa parte do trabalho. Mesmo assim, ele foi capaz de completar a obra, traçando a trajetória pessoal e artística de Frans Krajcberg.

(Com Bruno Passos Cotrim/Ex-Libris Comunicação)

Miltinho Edilberto convida Tetê Espíndola no Sesc Belenzinho

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Alexis Prappas.

No dia 21 de fevereiro, sexta, às 21h, o Sesc Belenzinho apresenta o show Miltinho Edilberto convida Tetê Espíndola. Os ingressos custam R$60 (inteira), R$30 (meia-entrada) e R$18 (Credencial Sesc) e podem ser adquiridos no portal sescsp.org.br e nas bilheterias físicas das unidades do Sesc SP.

Lembrando as canções da infância e adolescência, vividas no Estado do Mato Grosso, o violeiro, compositor e produtor Miltinho Edilberto faz releituras de Clássicos do cancioneiro popular como guarânias, polcas, chamamés e modas de viola. Dos tempos em que Mato Grosso era um só estado, o repertório traz pérolas musicais como ‘Cuitelinho’, ‘Trem do Pantanal’, ‘Sertaneja’, ‘Chalana’, entre outras clássicas. Para tornar ainda mais autêntica essa imersão no universo sonoro do Mato Grosso, berço de diversidade sonora e rítmica, Miltinho convida uma artista que é símbolo desse Estado, consagrada nacionalmente, e que sempre trouxe na sua voz inusitada uma forte identidade com sua Terra: Tetê Espíndola.

Miltinho Edilberto é músico, produtor e compositor premiado em mais de 30 Festivais, sendo inclusive vencedor pela internet do Festival Cultura: A Nova Música do Brasil (TV Cultura) entre outros títulos acumulados desde o início de sua carreira artística. Após levar a Viola brasileira a 7 países da Europa, Miltinho percorre o Brasil com vários formatos de espetáculos, resgatando tradições e inovando o cenário com sua viola virtuosa universal.

Tetê Espíndola – ao longo de seus 45 anos de carreira com mais de 20 discos gravados, a cantora, compositora e instrumentista Tetê Espíndola tem o seu trabalho voltado para a experimentação e recriação do universo ecológico brasileiro. Foi aclamada com o Prêmio Revelação ACP/1982, pelo disco Pássaros na Garganta, marcando presença da vanguarda paulista. Participou de dois importantes festivais brasileiros, MPB Shell 1981/ Londrina e venceu o Festival dos Festivais/1985, com Escrito nas Estrelas, que em 2023 voltou a ocupar o primeiro lugar entre as músicas mais ouvidas no Brasil. Ganhou o prêmio Fundação Vitae para desenvolver trabalho de composição musical sobre os pássaros brasileiros, que resultou no LP Ouvir (1991).

Serviço:

Show Miltinho Edilberto convida Tetê Espíndola

Dia 21 de fevereiro de 2025 | Sexta, às 21h

Valores: R$ 60,00 (inteira), R$ 30,00 (meia-entrada) e R$ 18,00 (Credencial Sesc).

Ingressos disponíveis somente nas bilheterias das unidades Sesc.

Limite de 2 ingressos por pessoa.

Local: Teatro (374 lugares). Classificação: 12 anos. Duração: 90 min.

Sesc Belenzinho

Endereço: Rua Padre Adelino, 1000 – Belenzinho – São Paulo (SP)

Telefone: (11) 2076-9700

Estacionamento:

De terça a sábado, das 9h às 21h; domingos e feriados, das 9h às 18h.

Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$8,00 a primeira hora e R$3,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$17,00 a primeira hora e R$4,00 por hora adicional.

Transporte público: Metrô Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)

Sesc Belenzinho nas redes:  Facebook | Instagram | YouTube.

(Com Priscila Dias/Sesc Belenzinho)

WG Galeria apresenta ‘Abrir espaço para o infinito’

São Paulo, por Kleber Patricio

Obra de Thatyana Santiago.

A WG Galeria, dos sócios Mariana e André Weigand, Cris Genaro e Fernando Mungioli, apresenta no dia 13 de fevereiro, das 19h às 22h30, o vernissage da exposição ‘Abrir espaço para o infinito’, a primeira do seu calendário 2025. Com curadoria de Marina Bortoluzzi, criadora da plataforma Women on Walls (WOW), a mostra, que reúne trabalhos das artistas Dolores Orange, Julia da Mota e Tathyana Santiago, explora a relação entre corpo, cor e espaço por meio da pintura contemporânea e marca a segunda colaboração da galeria com o Esther Rooftop, com obras ocupando o espaço gastronômico do consagrado edifício modernista, numa continuação da exposição. “Quando o ano vira, a gente consegue olhar em perspectiva cada passo de um negócio bem construído. Para a WG, 2024 foi ano de consolidação do espaço expositivo no centro de São Paulo. Este novo ano de 2025 se abre como o de novos artistas, novo site, parcerias que expandem o nosso alcance e comunicação – como no caso da ‘ocupação’ de arte que faremos junto ao Esther Rooftop, além da participação na maior feira de arte do Brasil, a SP-Arte”, explica Cris Genaro.

O título da exposição sugere uma abertura para a contemplação e para novas percepções, evocando a ideia da janela como portal — conceito presente na história da arte desde o Renascimento e renovado pela abstração no século XX. Em diálogo com referências como Agnes Martin, Helen Frankenthaler e Louise Bourgeois, as artistas convidam o espectador a transcender as formas visíveis e mergulhar em narrativas sensoriais que oscilam entre a materialidade e o intangível. “Celebramos a mais nova representação da WG, a artista visual Tathyana Santiago, que vive e trabalha em Aracaju, Sergipe. Tathy é arquiteta de formação e tem se dedicado à pintura nos últimos anos. Seu trabalho fala das vivências afetivas e da ancestralidade nordestina. São pinturas que evocam o ambiente doméstico característico do interior da casa sergipana, que com sua dinâmica, se revela um santuário”, antecipa Mariana Weigand.

As artistas

Tathyana Santiago (Aracaju, 1987 | Vive e trabalha em Aracaju) – Passa a ser representada pela WG galeria a partir desta exposição. A pesquisa de Tathyana Santiago se desenvolve na fronteira entre a abstração e a figuração do corpo feminino, criando composições marcadas por gestualidade espontânea e texturas densas. Suas obras evocam o ambiente doméstico e íntimo das casas sergipanas, incorporando cadeiras e mesas como símbolos de acolhimento e memória.

Com formação em Arquitetura e Urbanismo, Tathyana participou de cursos e oficinas na EAV – Parque Lage (RJ) e expôs suas obras em diversas galerias e feiras de arte contemporânea, como CASACOR SP e ArtPE – Feira de Arte Contemporânea de Pernambuco.

Dolores Orange (São Luís, 1987 | Vive e trabalha em Belo Horizonte) – artista convidada

A obra de Dolores Orange é uma investigação sobre cor e forma, ancorada em suas vivências no Nordeste brasileiro. Criada entre Paulista e Olinda (PE), a artista cresceu imersa em festas populares e manifestações culturais que influenciaram sua abordagem vibrante e carregada de simbolismo. Seu trabalho se desdobra entre pintura, desenho, fotografia e vídeo-performance, utilizando cores intensas como ferramenta de resistência e expressão. Atualmente residente em Belo Horizonte, Dolores aprofundou sua pesquisa artística após uma trajetória acadêmica em Literatura e Teoria da Arte. Seu trabalho dialoga com a cultura popular brasileira, explorando as fachadas e platibandas nordestinas, bem como a energia cromática das festas sincréticas mineiras.

Julia da Mota (São Paulo, 1988 | Vive e trabalha em São Paulo) – artista convidada

Formada em Arquitetura e Urbanismo pela USP/ENSA-Paris La Villette, com mestrado em Artes Visuais pela USP, Julia da Mota transita entre a pintura, o desenho e a gravura. Seu trabalho é marcado pela fluidez da tinta aquarelada e pela busca de uma geometria sensível, onde a cor se expande e se dissolve em atmosferas etéreas. A artista já participou de residências artísticas em instituições como Pivô Art (São Paulo), foNTE (São Paulo), East London Printmakers (Londres) e Cité Internationale des Arts (Paris). Suas obras estão em coleções no Brasil, Argentina, Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, Espanha, Portugal e França.

Cor como energia e expansão

Na exposição, as três artistas se conectam por meio da cor como força vibracional. Dolores constrói camadas cromáticas intensas inspiradas na cultura popular; Julia trabalha com aquarelas e geometrias fluidas que evocam espaços urbanos; e Tathyana transforma objetos cotidianos em símbolos carregados de afeto e espiritualidade.

Com ‘Abrir espaço para o infinito’, a WG Galeria reafirma seu compromisso com a arte contemporânea, proporcionando um espaço de experimentação e expansão para novas linguagens pictóricas.

Serviço:

Exposição Abrir espaço para o infinito

Artistas: Dolores Orange, Julia da Mota e Tathyana Santiago

Curadoria: Marina Bortoluzzi – Link

Abertura: 13 de fevereiro de 2025, às 19h; em cartaz até 12 de abril de 2025

Local: WG Galeria – Rua Araújo, 154, Mezanino, São Paulo – SP

Entrada: Gratuita

Site: www.wggaleria.com

Instagram: @wg.galeria

Sobre WG Galeria | WG é uma galeria de arte que estabelece diálogo entre a pesquisa e registro de artistas residentes e a multiplicidade de repertórios de artistas emergentes da arte contemporânea. Possui como sócios o casal de arquitetos e artistas André e Mariana Weigand, a head de negócios Cris Genaro e o jornalista Fernando Mungioli. Vem se consolidando no mercado das artes como um espaço legitimamente aberto a diferentes perfis de artistas, linguagens, materialidades e público. A WG considera as questões sociais, culturais e políticas que definem a realidade atual, ao mesmo tempo que valoriza a relação com colecionadores e se dedica à formação de novos consumidores de arte contemporânea.

Sobre Esther Rooftop

No topo do edifício Esther e com vista para a praça da República, o restaurante comandado pelo chef francês Benoit Mathurin apresenta uma cozinha com base francesa, toques brasileiros e orientais e carta de vinhos 100% nacional. A casa, alia a arte da gastronomia também com eventos e cultura e realiza as mais variadas celebrações personalizadas. Um lugar para todos.

Rua Basilio da Gama, 29, Praça da República. Horário de Funcionamento: Segunda a quinta, das 12h às 15h e das 18h às 23h; sexta, das 12h às 15h e das 18h à 00h; sábado, das 12h à 00h e domingo, das 12h às 17h. Telefone e Whatsapp: (11) 3256-1009. @estherrooftop

(Com Camila Russi)

Cantora holandesa Josee Koning lança álbum ‘Doce Presença’ em parceria com Ivan Lins

São Paulo, por Kleber Patricio

Ivan Lins e Josee Koning. Fotos: Divulgação.

Em um dia de primavera, durante uma caminhada em uma praia da Holanda – foi assim que nasceu o disco ‘Doce Presença’. Josee Koning estava com o amigo Ivan Lins e os filhos dele, Cláudio e João, quando surgiram as primeiras ideias para criação deste álbum intimista, delicado e suave.

Com 12 faixas e uma atmosfera de bossa nova, ‘Doce Presença’ foi produzido por Ivan Lins em Portugal e lançado pela Zennez Records. “Conheci Ivan Lins através de Dori Caymmi após a gravação do meu primeiro disco em português ‘Tribute to Antonio Carlos Jobim’ e já são mais de 25 anos de amizade”, relembra a artista. Entre as músicas escolhidas para compor o álbum estão as já consagradas ‘Tico-tico no fubá (Zequinha de Abreu), ‘Paciência’ (Lenine) e ‘Doce Presença’ (Ivan Lins).

Além de cantora, Josee Koning também é professora de música brasileira nos conservatórios de Amsterdã e Roterdã, sendo protagonista da música brasileira na Holanda. A paixão pela música brasileira surgiu nos anos 70, depois de assistir a um show de Elizeth Cardoso com Baden Powell no Canecão, Rio de Janeiro. Na época, ela trabalhava como comissária de voo da KLM, baseada na cidade. De lá pra cá, Josee já trabalhou com músicos brasileiros como Ivan Lins, Dori Caymmi, João Bosco, Nelson Faria e muitos outros.

Josee Koning leva a música brasileira para o mundo inteiro em turnês internacionais desde 1995. ‘Doce Presença’ já está disponível nas plataformas digitais e também no site da artista www.joseekoning.com/.

Mais informações sobre a artista:

Youtube: www.youtube.com/c/JoseeKoning

Instagram: @joseekoningofficial

Site: www.joseekoning.com.

(Com Stella Reis/Missão Comunicação)

Orquestra Jovem do Estado abre temporada de concertos na Sala São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Concerto da Orquestra Jovem do Estado na Sala São Paulo. Foto: Heloísa Bortz.

Inspirada no conceito de soundscape, do compositor canadense Murray Shafer (1933–2021), a Temporada 2025 da Orquestra Jovem do Estado, grupo ligado à Emesp Tom Jobim, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo gerida pela Santa Marcelina Cultura, convida o público para uma caminhada à procura de sinais sonoros no meio de ruídos: um percurso pelos territórios dos sons em busca de uma escuta de músicas desconhecidas ou familiares e até mesmo perdidas e surpreendentemente reencontradas na memória.

Sob o tema Paisagens Sonoras, a temporada terá o concerto de abertura no dia 23 de fevereiro, às 16h, na Sala São Paulo. Tendo a regência de Cláudio Cruz e participação das timpanistas Elizabeth Del Grande e Fernanda Kremer, o programa inicia com Old New York Nostalgia Suite, da compositora ucraniana Alla Pavlova (1952-). Dividida em 6 movimentos, a obra evoca atmosferas da metrópole norte-americana e memórias da autora, que combina em sua música elementos clássicos e modernos.

Na sequência, a apresentação traz Concerto Fantasy para duas timpanistas e orquestra, de Philip Glass (1937-). Escrita em 2000, a peça é estruturada em 3 movimentos, mesclando virtuosismo com o tradicional minimalismo do compositor estadunidense, um dos mais influentes do mundo. Para encerrar o concerto, a Orquestra Jovem do Estado irá interpretar uma das obras mais importantes do repertório sinfônico do século XX, a Sinfonia nº 3, do russo Sergei Rachmaninoff (1873–1943). Com temas expressivos e uma rica orquestração, a sinfonia se estrutura em 3 movimentos, combinando o romantismo russo com influências modernistas.

Os concertos da temporada 2025 da Orquestra Jovem do Estado na Sala São Paulo ocorrem aos domingos e os ingressos custam de R$30 (meia-entrada) a R$60 (inteira).

Transmissão ao vivo

Para democratizar o acesso ao público, os concertos realizados na Sala São Paulo serão também transmitidos ao vivo gratuitamente pelo canal de YouTube da Emesp Tom Jobim, em www.youtube.com/tjemesp.

A temporada da Orquestra Jovem do Estado conta com patrocínios do Bank of America, Machado Meyer Advogados, Crédit Agricole, Wallerstein e Cultura Inglesa, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e é uma realização da Santa Marcelina Cultura, Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas de São Paulo, Governo do Estado de São Paulo, Ministério da Cultura e Governo Federal.

ORQUESTRA JOVEM DO ESTADO NA SALA SÃO PAULO

Pavlova/Glass/Rachmaninoff

Orquestra Jovem do Estado

Cláudio Cruz, regência

Fernanda Kremer e Elizabeth Del Grande, tímpanos

ALLA PAVLOVA (1952-)

Old New York Nostalgia Suite – 22’

Suite in 6 movements

I – From My Mom’s Photo Album

II – Lazy Morning

III – The Old New York Nostalgia

IV – Lullaby for the Twins

V – The Broadway’s Song

VI – The Ferry to My Dream

[Editora original: Alla Pavlova Music. Representada por Subito Music Corporation]  

PHILIP GLASS (1937-)

Concerto Fantasy para duas timpanistas e orquestra – 27′

[Editora original: Dunvagen Music Publishers Inc. Representante exclusivo Barry Editorial (www.barryeditorial.com.ar)]  

SERGEI RACHMANINOFF (1873–1943)

Sinfonia n. 3 em Lá menor, op. 44

I – Lento; Allegro moderato

II – Adagio ma non tropo; Allegro vivace

III – Allegro –Allegro vivace; Allegro (Tempo primo); Allegretto; Allegro vivace

Concerto: 23 de fevereiro, domingo, 16h

Local: Sala São Paulo (Praça Júlio Prestes, 16, Campos Elíseos, São Paulo/SP)

Ingressos: R$60 (inteira) e R$30 (meia), aqui.

Cláudio Cruz, diretor musical e regente titular

Iniciou-se na música com seu pai, o luthier João Cruz, posteriormente recebeu orientações de Erich Lenninger, Maria Vischnia e Olivier Toni. Foi premiado pela APCA e recebeu os prêmios Carlos Gomes, Bravo, Grammy, entre outros. Foi regente titular das sinfônicas de Ribeirão Preto e de Campinas. Em 2017, gravou CDs com a Royal Northern Sinfonia, em New Castle, na Inglaterra, e com o Quarteto Carlos Gomes, com obras de Carlos Gomes, Alexandre Levy e Glauco Velasquez. Gravou o terceiro CD com a Orquestra Jovem do Estado, com obras de Bartok, Kodaly e Flo Meneses, e lançou as edições dos Quartetos de Alberto Nepomuceno no Festival de Campos do Jordão e na Sala São Paulo. Participou do Festival Internacional de Música de Câmara ‘La Musica’, na Florida, e do Festival Internacional de Música e Câmara da Universidade da Georgia, ambos nos Estados Unidos. Atuou como diretor musical e regente nas montagens das óperas Don Giovanni e La Belle Helene no Theatro São Pedro. Atualmente, é regente e diretor musical da Orquestra Jovem do Estado de São Paulo e primeiro violino do Quarteto de Cordas Carlos Gomes.

ORQUESTRA JOVEM DO ESTADO 

Referência tanto por seu bem-sucedido plano pedagógico, quanto por sua cuidadosa curadoria artística, a Orquestra Jovem do Estado é sinônimo de excelência musical no Brasil. Há mais de 40 anos contribui para o aprimoramento técnico e artístico dos bolsistas que a integram, ajudando-os a se prepararem para a vida profissional. Sob a direção musical do maestro Cláudio Cruz, o grupo já tocou nos principais palcos e festivais do Brasil e do mundo, com a participação de renomados solistas, gravou CDs e recebeu prêmios. Em parceria com o Machado Mayer Advogados, realiza o Prêmio Ernani de Almeida Machado desde 2012. A Orquestra Jovem do Estado é um grupo artístico ligado à Emesp Tom Jobim, instituição da Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo gerida pela organização social Santa Marcelina Cultura.

ESCOLA DE MÚSICA DO ESTADO DE SÃO PAULO – EMESP TOM JOBIM

Referência no ensino brasileiro de música, a Emesp Tom Jobim é uma escola do Governo do Estado de São Paulo gerida pela Santa Marcelina Cultura, Organização Social parceira da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo. Atende gratuitamente cerca de 2.000 alunas e alunos em seus cursos e habilitações em música popular e erudita, da teoria à prática musical. Em 2024, a Emesp Tom Jobim comemora 35 anos de atuação. A Escola tem como objetivo a formação dos futuros profissionais da música erudita e popular. Com um corpo docente altamente qualificado, a Emesp Tom Jobim vem construindo um projeto pedagógico inovador, com foco no ensino de instrumento, no convívio dos alunos com grandes mestres e nas práticas coletivas (música de câmara e prática de conjunto), além de disciplinas teóricas de apoio. Em constante diálogo com as principais instituições de formação musical do Brasil e do mundo, a Emesp Tom Jobim oferece a cada ano centenas de shows, concertos, workshops e master classes. A Emesp Tom Jobim mantém um eixo de difusão artística complementar às atividades de formação com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento de seus alunos e criar uma ponte entre o aprendizado e a profissionalização, além de fomentar a formação de público e a difusão da música em todas as modalidades. A Escola mantém os grupos artísticos: Banda Sinfônica Jovem do Estado, Coral Jovem do Estado, Orquestra Jovem do Estado e Orquestra Jovem Tom Jobim que oferecem bolsas para as alunas e os alunos da Escola.

SANTA MARCELINA CULTURA

Eleita a melhor ONG de Cultura de 2019, além de ter entrado na lista das 100 Melhores ONGs em 2019 e 2020, a Santa Marcelina Cultura é uma associação sem fins lucrativos, qualificada como Organização Social de Cultura pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas que atua com a missão de formar pessoas. Criada em 2008, é responsável pela gestão do GURI, da Escola de Música do Estado de São Paulo – Tom Jobim (Emesp Tom Jobim) e do Theatro São Pedro. O objetivo da Santa Marcelina Cultura é desenvolver um ciclo completo de formação musical integrado a um projeto de inclusão sociocultural, promovendo a formação de pessoas para a vida e para a sociedade. No Theatro São Pedro, a Santa Marcelina Cultura desenvolve um trabalho voltado a montagens operísticas profissionais de qualidade aliado à formação de jovens cantores e instrumentistas para a prática e o repertório operístico, além de se debruçar sobre a difusão da música sinfônica e de câmara com apresentações regulares no Theatro. Para acompanhar a programação artístico-pedagógica do Guri, da Emesp Tom Jobim e do Theatro São Pedro, baixe o aplicativo da Santa Marcelina Cultura. A plataforma está disponível para download gratuito nos sistemas operacionais Android, na Play Store, e iOS, na App Store. Para baixar o app, basta acessar a loja e digitar na busca ‘Santa Marcelina Cultura’.

(Com Julian Schumacher/Santa Marcelina Cultura)