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Globo Livros lança “O Pacto”, de Michelle Richmond

Brasil, por Kleber Patricio

“Um destemido mergulho nas profundezas de um casamento, onde repousam os impulsos mais sombrios, como a possessividade, a paranoia e o controle, que podem se esconder até mesmo nas mais harmoniosas uniões” – revista Marie Claire.

A Globo Livros lança O pacto, romance psicológico da autora Michelle Richmond. Best-seller nos EUA, o livro conta a história dos recém-casados Alice, ex-vocalista de uma famosa banda de rock e uma advogada de sucesso, e Jake, sócio de uma promissora clínica de psicologia. Como presente de casamento de um dos clientes mais importantes de Alice, eles recebem um convite para se juntar ao Pacto, um misterioso grupo que reúne casais bem-sucedidos, atraentes e aparentemente perfeitos. O objetivo do Pacto parece simples: manter os casamentos felizes e fazê-los durarem por meio de um estrito código de comportamento. No início, a maioria das regras parece fazer todo o sentido: sempre atender ao telefone quando o cônjuge ligar; trocar presentes todos os meses; planejar viagens românticas várias vezes ao ano e… jamais mencionar o Pacto. Para ninguém.

Alice e Jake são inicialmente seduzidos pelas festas glamorosas, o senso de comunidade e o crescente círculo social formado por casais influentes e divertidos que parecem pensar da mesma maneira – até que um deles quebra uma regra. E, após esse deslize, os jovens amantes descobrirão que, para os membros do Pacto, um compromisso tão sério como o casamento deve ser mantido pela vida inteira e o Pacto fará de tudo para que os votos realizados diante do altar jamais sejam quebrados. Para Alice e Jake, o casamento dos sonhos está prestes a se tornar seu pior pesadelo.

Sobre a autora

Michelle Richmond é autora de diversos best-sellers e em 2014 recebeu o prêmio literário Catherine Doctorow. Nasceu em Mobile, no Alabama e atualmente vive com o marido e o filho em São Francisco. O Pacto é seu primeiro livro publicado no Brasil.

Título: O Pacto

Autora: Michelle Richmond | Páginas: 464 | Formato: 16 x 23 cm

ISBN: 9786580634545 | Preço: R$59,90.

GRAACC lança campanha que incentiva continuidade das doações às crianças em tratamento contra o câncer

São Paulo, por Kleber Patricio

Crédito das fotos: Fernando Souza.

O avanço do novo coronavírus e o isolamento social trouxeram mais um desafio para o GRAACC: continuar arrecadando mesmo com acesso restrito às pessoas e com as empresas focadas na crise. Com a diminuição do número de doações, o funcionamento do GRAACC pode ficar comprometido. Pensando nisso, a instituição, em parceria com a Ogilvy Brasil, lança nesta semana a campanha A gente sabe, que mostra o valor das contribuições para a manutenção do Hospital e atendimento aos pacientes do GRAACC.

A campanha estreia esta semana com filmes que mostram um pouco da rotina de crianças e adolescentes em tratamento contra o câncer. O objetivo é reforçar que, em tempos de pandemia, o cuidado com os pacientes não pode parar; por isso, é importante que as doações ao GRAACC continuem.

Assista ao filme: http://www.youtube.com/watch?v=ALNa5CQjMBA.

“As crianças em tratamento contra o câncer sabem o que são as consequências de um isolamento social e convivem com um inimigo que elas não veem. Elas também sabem o que significa ter medo e vencer desafios todos os dias. A campanha idealizada pela Ogilvy está perfeita porque traduziu isso de uma forma linda, ajudando o Hospital do GRAACC a conseguir doações, impactadas seriamente pela pandemia e fundamentais para continuarmos oferecendo todas as chances de cura do câncer infantil”, diz Tammy Allersdorfer, superintendente de Desenvolvimento Institucional do GRAACC.

Campanha

A produção de A gente sabe foi feita a partir de imagens de pacientes do GRAACC captadas no passado, preservando assim as atuais recomendações de isolamento social. O material foi transformado em um filme de 60”para mídias digitais e uma adaptação de 30”, para canais de TV aberta e paga. Além disso, a campanha conta com anúncios em out of home, revistas, rádio e digital. “O GRAACC vem fazendo ao longo de sua história um trabalho essencial de apoio às crianças e adolescentes com câncer, mas para que os atendimentos continuem sendo feitos, a instituição precisa seguir arrecadando. Poder lembrar do GRAAC neste momento é ainda mais fundamental”, diz Luiz Fernando Musa, CEO da Ogilvy Brasil.

Ficha técnica

Agência: Ogilvy Brasil

Título: A gente sabe

Produto: Institucional

Cliente: GRAACC

Chief Executive Officer: Fernando Musa

Chief Creative Officer: Félix del Valle

Executive Creative Director: Marcio Fritzen

Diretor de Criação Associado: Frederico Gasparian

Direção de arte: Frederico Gasparian

Redação: Bruno Trindade

Atendimento: Priscilla Telles, Paula Gomes, Barbara Campos

Produção: Fabiano Beraldo, Francine Santiago

Editor: Forlan Magalhães

Pós-produção – The End

Áudio: Shuffle

Aprovação GRAACC: Tammy Allersdorfer e Amanda Kartanas.

Sobre o GRAACC

Instituição criada em 1991 para garantir a crianças e adolescentes com câncer todas as chances de cura. Com hospital próprio, tornou-se referência no tratamento e na cura do câncer infanto-juvenil, principalmente em casos de maior complexidade. Possui uma parceria técnica-científica com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) que possibilita, além de diagnosticar e tratar o câncer infantil, o desenvolvimento do ensino e pesquisa.

Em 2019, foram realizadas mais de 35 mil consultas, 1400 procedimentos cirúrgicos e 22 mil sessões de quimioterapia. Mais informações no endereço http://www.graacc.org.br.

4 drinks para comemorar a Páscoa

Brasil, por Kleber Patricio

O Bombay Sapphire Cioccolato & Cream. Foto: divulgação.

Conhecida por ser uma época que reúne famílias e amigos para troca de presentes deliciosos, a Páscoa passou a ter um formato comemorativo diferente este ano. O fato de as pessoas estarem em casa respeitando o distanciamento social fez com que Tony Harion, bartender e embaixador da Bacardí, se inspirasse em uma forma diferente para homenagear a data. Por isso, Tony sugeriu quatro receitas especiais de drinks com o sabor do chocolate para que as pessoas preparem em casa e não deixem de comemorar a data.

Confira as receitas:

Bombay Sapphire Cioccolato & Cream

Ingredientes:

45 ml de Bombay Sapphire

10 ml de xarope de chocolate amargo

5 ml de xarope de caramelo

20 ml de creme de leite fresco

1 pitada de flor de sal

Taça/copo: taça de coquetel

Decoração/guarnição: grãos de café e/ou flor de sal

Preparo: em uma coqueteleira com gelo, bata todos os ingredientes vigorosamente. Sirva coado em um copo baixo e finalize com grãos de café e uma pitada de flor de sal sobre o drink.

Chocolate Negroni

Ingredientes:

30 ml de Gin Bombay Sapphire infuso com nibs de cacau

25 ml de Vermute Martini Rosso

25 ml de Martini Bitter

1 dash de bitter de chocolate (opcional)

Taça/copo: copo baixo

Decoração/guarnição: casca de laranja

Pré-preparo: infusionar 20 g de nibs de cacau em 100 ml de Gin Bombay Sapphire por 24 horas.

Preparo: em um mixing glass com gelo, combine todos os ingredientes e misture por 45 segundos. Sirva coado em um copo baixo com gelo e finalize espremendo os óleos da casca de laranja bahia.

Grey Goose Pascua

Ingredientes:

45 ml de vodca Grey Goose

20 ml de licor de cacau

10 ml de Patrón XO Café

1 colher de creme de leite fresco

Noz moscada

Taça/copo: taça de coquetel

Decoração/guarnição: noz moscada ralada

Preparo: em uma coqueteleira com gelo, bata todos os ingredientes vigorosamente. Sirva coado em uma taça de coquetel bem gelada e finalize com noz moscada ralada.

Chocolate Ocho Old Fashioned

Ingredientes:

60 ml de Bacardí Reserva 8

10 ml de xarope de açúcar demerara (1:1)

1 lance de bitter aromático

1 lance de bitter de chocolate

Taça/copo: copo baixo

Decoração/guarnição: casca de laranja

Preparo: em um copo baixo com gelo, adicione todos os ingredientes, uma pedra de gelo bem grande e misture por 40 segundos. Finalize com uma casca de laranja bahia.

Sobre o grupo Bacardí

Fundada por Don Facundo Bacardí Massó, em Santiago de Cuba, no ano de 1862, a Bacardí está na sétima geração da família a comandar a empresa. Com presença em mais de 170 países, a companhia tem um portfólio com mais de 200 marcas e rótulos, incluindo o rum Bacardí, líder de vendas e premiações no mundo; o gim Bombay Sapphire, líder mundial em sua categoria e a vodca Grey Goose, líder na categoria super premium.

Antropóloga Mirian Goldenberg realiza palestra virtual sobre como amparar os idosos em tempos de quarentena

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

Desde março de 2015 convivendo com homens e mulheres acima de 90 anos, a antropóloga e escritora Mirian Goldenberg transformou sua pesquisa sobre envelhecimento e felicidade em um projeto de vida. Mergulhada por completo na vida em isolamento dessas pessoas e de suas famílias, ela passa, desde o início da pandemia, dez horas diárias ao telefone escutando os seus melhores amigos, os nonagenários. Para ajudar as pessoas a atravessarem esse período, falar de valores a respeito do significado da vida, da importância de cuidar dos ‘nossos velhos’ e dar dicas de como todos podemos ampará-los, Mirian realiza um bate-papo ao vivo e gratuito na próxima quinta-feira (9) às 18 horas.

O projeto #ConectaPlaneta tem como objetivo trazer informação e entretenimento por meio de palestras realizadas pelos nossos autores e estimular uma rede de solidariedade ao apoiar livrarias independentes, um dos segmentos mais fragilizados do mercado no atual contexto, e auxiliar entidades filantrópicas.

O livro de Mirian Goldenberg Liberdade, felicidade e foda-se, lançado pelo Editora Planeta e que aborda, com base em sua pesquisa, reflexões sobre alegria, sabedoria, generosidade e gratidão, sentimentos mais do que necessários em tempos tão sombrios, estará à venda ao final do bate-papo. Parte da verba será destinada ao Instituto Pró + Vida São Sebastião. A inscrição pode ser realizada pelo site do projeto.

Sobre a autora

Mirian Goldenberg é professora Titular do Departamento de Antropologia Cultural e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro. É doutora em Antropologia Social pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro. É colunista do jornal Folha de S.Paulo desde 2010 e autora de vários livros de sucesso, entre eles: A bela velhice; A Outra; Por que homens e mulheres traem?; Toda mulher é meio Leila Diniz e A arte de pesquisar.

Serviço:

Palestra online com Mirian Goldenberg: O que aprendemos com nossos velhos – Sabedoria, alegria, equilíbrio, cuidado, projeto de vida e muito mais

Quinta-feira (9/4) às 18h

Gratuito

Inscrições: http://www.conectaplaneta.com.br/.

9 fatos que você precisa saber sobre vitamina D

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: iStock.

Em tempos de pandemia e surgimento de novas doenças, é importante que a população esteja protegida e com seus índices de saúde controlados. Vários estudos pelo mundo têm mostrado o papel fundamental da vitamina D na modulação da imunidade inata, sendo capaz de atacar agentes agressores de forma a impedir seu avanço e multiplicação dentro do organismo. Pensando nestas questões, Renato Leça, nutrólogo, oftalmologista, pesquisador sobre vitamina D e professor da Faculdade de Medicina do ABC, tira as principais dúvidas sobre o assunto:

O que é a Vitamina D e para que serve?

A vitamina D é um micronutriente que, entre outras funções no corpo, atua no funcionamento do sistema imunológico, auxilia na absorção de cálcio e tem papel importante no equilíbrio do açúcar no sangue – ou seja, atua como um hormônio multifuncional, já que diversas células e tecidos possuem receptores para síntese da vitamina. A deficiência dessa vitamina está comprovadamente ligada a uma série de doenças, como as doenças autoimunes, o diabetes e a osteoporose.

Eu preciso tomar vitamina D? De quanto precisamos?

Estudos mostram que 77% da população brasileira têm vitamina D abaixo de 20 ng/ml, considerado insuficiente – e níveis adequados de vitamina D são muito importantes para a manutenção da saúde. A dose ideal para cada paciente varia de acordo com seu perfil. Quando há deficiência, é possível fazer uma dose de ataque inicial mais alta para melhorar o estoque desta vitamina. Depois, são mantidas doses que podem variar de acordo com o estado de cada paciente. É importante consultar um médico para entender sua necessidade.

Existe um grupo de risco para a falta de Vitamina D?

Vivemos uma reconhecida pandemia de hipovitaminose D¹ ², comprovada cientificamente; então, todos temos que nos atentar a isso, mas especialmente idosos, gestantes, lactantes, pacientes bariátricos ou com raquitismo, osteomalácia, hiperparatireoidismo, doenças inflamatórias, doenças imunes e doença renal crônica, entre outras situações que merecem maior atenção aos níveis sanguíneos dessa vitamina no organismo. Somado a isso, os pesquisadores do Departamento de Clínica Médica da Escola de Medicina da Universidade Trinity College, em Dublin, na Irlanda, concluíram que a falta da vitamina no ponto de corte menor a 30 nmol/L deve ser revertida para evitar doenças ósseas, uma estratégia que também pode proteger a função do músculo esquelético no envelhecimento.

Qual a forma adequada para se obter bons níveis da Vitamina D?

Para que a formação da vitamina D no organismo seja adequada é necessária a exposição solar de, no mínimo, 15 minutos diários, de preferência entre 10h e 14h, momento de maior presença dos raios UV, responsáveis por ativar o metabolismo de formação da vitamina D a partir da pele, com pelo menos os braços descobertos – quanto maior a área de exposição do corpo à luz solar, melhor –, sem o uso de protetores solares, que atrapalham a ativação das vias metabólicas de formação da vitamina D.

A rotina das grandes cidades nem sempre permite a síntese de vitamina D por raios solares; contudo, é possível absorver a vitamina em alguns poucos alimentos, como peixes gordurosos, óleo de fígado de bacalhau e cogumelos secos. Leite, ovos e fígado bovino também têm a vitamina, mas em menor quantidade. Também é uma alternativa bastante interessante repor a vitamina D por meio de suplementação. Em um trabalho científico que realizamos na Faculdade de Medicina do ABC em parceria com a Unifesp, observamos que os estudantes de medicina que praticavam exercícios em quadras cobertas apresentaram níveis de vitamina D cerca de 40% menores que seus colegas que praticavam exercícios ao ar livre e, além disso, o nível médio de vitamina D do grupo da quadra mostrou-se na faixa da insuficiência, mesmo tendo uma boa alimentação – por isso a suplementação é importante.

Então existem suplementos que substituem alimentos e exposição solar?

Para aqueles casos em que a combinação de exposição solar e alimentação não é suficiente, é possível fazer uso de suplementos de vitamina D – a partir da recomendação médica –, a fim de fazer uma reposição ou até mesmo a manutenção dos índices ótimos da vitamina no organismo.

O que a deficiência de Vitamina D pode causar?

A falta dela pode aumentar o risco de problemas cardíacos, osteoporose, alguns tipos de câncer, gripes e resfriados e doenças autoimunes, como esclerose múltipla e diabetes. Em mulheres grávidas, a deficiência de vitamina D pode aumentar o risco de parto prematuro e favorecer a pré-eclâmpsia. Vários estudos já mostraram que pessoas que vivem em ambientes urbanos são mais carentes em vitamina D. Isso ocorre porque elas passam grandes períodos em locais fechados e não se expõem ao sol.

É importante estar com a vitamina D regulada durante a pandemia de coronavírus?

Um estudo italiano recente, realizado por cientistas da Universidade de Turim, aponta que os pacientes que foram infectados pelo Covid-19 apresentam baixos níveis de vitamina D. Não se trata de uma prevenção, mas de estar com o sistema imune funcionando adequadamente. Como a vitamina D tem ação imunomoduladora comprovada cientificamente, é importante manter seus níveis adequados nesse momento.

Então, a vitamina D é um apoio no tratamento da Covid-19, mas não a cura, já que ajuda na imunidade?

Sim, a vitamina D em níveis adequados certamente auxilia a manter resistência do organismo em dia. Vale salientar que, como não temos ainda anticorpos a esse vírus, a principal linha de ataque do organismo acontece pela imunidade inata, que é modulada pela vitamina D – daí sua grande importância para a defesa do nosso organismo.

A suplementação por vitamina D tem algum papel para determinar a gravidade de uma infecção pelo coronavírus?

Segundo o ex-chefe do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, Tom Frieden, a suplementação de vitamina D reduz o risco de infecções respiratórias, regula a produção de citocina e pode limitar o risco associado a outros vírus, como Influenza. Mas não se sabe ainda se a vitamina D desempenha algum papel no nível de gravidade da infecção por Covid-19. Dada à prevalência da hipovitaminose-D, ele aponta ser seguro recomendar que as pessoas tomem doses diárias da vitamina.

É difícil obter essas doses por meio apenas da exposição ao sol e da alimentação, especialmente entre alguns grupos populacionais. Hábitos modernos levam a população a passar grande parte do dia em ambientes internos (em casa, escritórios, fábricas etc.) e poucos alimentos são ricos em vitamina D.

Mais detalhes nas pesquisas abaixo:

Manson JE, Brannon PB, Rosen CJ, et al. Vitamin D deficiency- Is there really a pandemic? N Engl J Med. 2016; 375:1817-19.

Cashman KD, Dowling KG, Skrabakova Z, et al. Vitamin D deficiency in Europe: pandemic? Am J Clin Nutr. 2016; 103:1033-44.