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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Neuropsicologia e filosofia oriental se encontram em ‘A Ilusão do Eu’, novo livro da editora Goya

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa. Fotos: Divulgação.

A Editora Goya, selo de não ficção do Grupo Editorial Aleph, lança neste mês o livro ‘A Ilusão do Eu’, de Chris Niebauer. A obra surpreende ao mostrar um fascinante diálogo entre neuropsicologia e tradições filosóficas orientais. Inspirado em pesquisas científicas recentes e nos ensinamentos do budismo, taoísmo e Advaita Vedanta, o autor argumenta que a ideia de um self fixo e imutável é, na verdade, uma criação da mente. Essa perspectiva transformadora convida os leitores a refletirem sobre a verdadeira natureza da consciência e do sofrimento humano.

Com base em estudos sobre os hemisférios cerebrais, Niebauer explica que o lado esquerdo do cérebro age como um ‘intérprete’, criando narrativas para dar sentido à realidade. No livro, ele explica que esse mesmo mecanismo, porém, também fabrica a ilusão de um eu coeso e permanente, reforçando crenças e identidades que podem ser fontes de ansiedade e sofrimento. O autor demonstra que essa visão do eu como um conceito fixo é um dos principais equívocos do pensamento ocidental, e sugere que podemos encontrar maior liberdade ao reconhecer sua natureza ilusória e, principalmente, mutável.

A obra também traz evidências científicas que corroboram a visão oriental da mente. Estudos mostram que práticas como meditação e mindfulness alteram a estrutura do cérebro, reduzindo o estresse e aumentando a empatia. A neurociência moderna está, portanto, apenas começando a entender o que mestres espirituais vêm ensinando há milênios: que a percepção do eu pode ser flexibilizada e que essa mudança de perspectiva pode trazer benefícios significativos para a vida cotidiana.

Com uma abordagem acessível e envolvente, A Ilusão do Eu convida os leitores a explorarem sua própria consciência e a questionarem a identidade que acreditam possuir. O livro é uma leitura essencial para aqueles que se interessam por neurociência, autoconhecimento e filosofia, oferecendo ferramentas para uma nova compreensão da mente, e do comportamento humano.  Leitura ideal para todos que buscam uma vida mais leve.

Já disponível nas principais livrarias do país, A Ilusão do Eu promete provocar reflexões profundas e mudar a forma como entendemos a consciência, a identidade e a própria existência.

Quem quiser comprar online encontra a obra na Amazon por R$ 49,90.

Sobre o autor | Chris Niebauer é doutor em Neuropsicologia Cognitiva pela Universidade de Toledo, EUA, com especialização nas diferenças entre os hemisférios do cérebro. Enquanto cursava a pós-graduação, começou a notar paralelos significativos entre as descobertas da psicologia e da neurociência e os ensinamentos das tradições orientais. Atualmente, é PhD e leciona na Slippery Rock University, na Pensilvânia, onde oferece cursos sobre consciência, mindfulness, funcionamento do cérebro e inteligência artificial.

Sobre a Editora | A Goya é um selo dedicado ao autoconhecimento e ao desenvolvimento pessoal, pertencente ao grupo editorial Aleph. Com uma curadoria de livros e autores que exploram temas variados, como sagrado feminino, mitologia, filosofia e inteligência artificial, o selo apresenta obras que não apenas relatam, mas também inspiram e contribuem para a transformação do mundo. Saiba mais em www.editoragoya.com.br.

(Com Alexandre Poletto/Grupo Editorial Aleph)

Carlinhos Brown dará palestra em Harvard

Boston, Massachussets, por Kleber Patricio

Foto: Dodô Villar.

Carlinhos Brown embarca para os Estados Unidos esta semana para participar como palestrante da Brazil Conference 2025, evento anual realizado desde 2015 pela comunidade brasileira de estudantes na região de Boston. O painel com o Cacique do Candeal, nomeado ‘Cultura brasileira: entre música, arte e identidade coletiva’, fechará o primeiro dia de conferência, em 12 (sábado), na Universidade de Harvard. O evento será transmitido ao vivo, pelo canal da Brazil Conference no YouTube.

Reconhecido pela trajetória artística de impacto social, especialmente na região do Candeal, em Salvador, o multiartista compartilhará com o público um pouco da sua vivência e reflexões sobre o papel transformador da música na construção da identidade brasileira. O encontro também abordará os desafios e potências da indústria musical brasileira atual, incluindo discussões sobre reconhecimento internacional, políticas culturais e o papel das novas gerações na continuidade e reinvenção da música nacional.

O painel será conduzido pela professora Cristiane Soares (Harvard University), especialista em música, sociedade e cultura afro-brasileira, e estudantes brasileiros da instituição.

(Com Marina Avellar/Lupa Comunicação)

Japan House São Paulo prorroga exposição ‘A vida que se revela’

São Paulo, por Kleber Patricio

A Vida Que Se Revela na JHSP. Fotos: Gabriela Portilho.

A Japan House São Paulo anuncia a prorrogação da exposição ‘A vida que se revela’ por mais um mês. A mostra, que apresenta quatro séries de fotografias intimistas produzidas pelas fotógrafas japonesas Rinko Kawauchi (1972) e Tokuko Ushioda (1940), terá seu período estendido até 4 de maio, sempre com entrada gratuita.

Vista por mais de 192 mil pessoas até o momento, a exposição exibe registros de momentos familiares e da intimidade dos lares japoneses a partir dos olhares singulares dessas duas importantes fotógrafas. A mostra é realizada em parceria com o Kyotographie International Photography Festival 2024, um dos mais importantes festivais de fotografia do Japão.

“São formas muito poéticas de mostrar esses cotidianos, com um olhar bem cuidadoso e muito pessoal para os pequenos detalhes e momentos, alguns comuns, outros inusitados e até divertidos. O que a gente espera é que o público se aproxime desse dia a dia, que crie uma certa intimidade com a vida dessas duas mulheres, que nada mais é do que a vida de uma pessoa comum no Japão e que pode ter tanto em comum com as nossas vidas aqui, do outro lado do mundo”, comenta Natasha Barzaghi Geenen, diretora cultural da Japan House São Paulo.

Serviço:

Exposição A vida que se revela

Período: 19 de novembro de 2024 a 4 de maio de 2025

Local: Japan House São Paulo, segundo andar – Avenida Paulista, 52, São Paulo/SP

Horário de funcionamento: terça a sexta, das 10h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h.

Entrada gratuita. Reservas online antecipadas (opcionais) no site.

Sobre a Japan House São Paulo (JHSP)

A Japan House é uma iniciativa internacional com a finalidade de ampliar o conhecimento sobre a cultura japonesa da atualidade e divulgar políticas governamentais. Inaugurada em 30 de abril de 2017, a Japan House São Paulo foi a primeira a abrir suas portas, seguida pelas unidades de Londres e Los Angeles. Estabelecida como um dos principais pontos de interesse da celebrada Avenida Paulista, a JHSP destaca em sua fachada proposta pelo arquiteto Kengo Kuma, a arte japonesa do encaixe usando a madeira Hinoki. Desde 2017, a instituição promoveu mais de 48 exposições e cerca de mil eventos em áreas como arquitetura, tecnologia, gastronomia, moda e arte, para os quais recebeu mais de 3,5 milhões de visitantes. A oferta digital da instituição foi impulsionada e diversificada durante a Pandemia de Covid-19, atingindo mais de sete milhões de pessoas em 2020. No mesmo ano, expandiu geograficamente suas atividades para outros estados brasileiros e países da América Latina. A JHSP é certificada pelo LEED na categoria Platinum, o mais alto nível de sustentabilidade de edificações.

(Com Bruna Janz/Suporte Comunicação)

MASP apresenta primeira exposição individual de Hulda Guzmán em um museu

São Paulo, por Kleber Patricio

Hulda Guzmán, Come Dance Asked Nature Kindly, 2019-20. Acervo MASP.

O MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta, a partir de 11 de abril, a exposição ‘Hulda Guzmán: frutas milagrosas’, primeira mostra individual da artista dominicana Hulda Guzmán (Santo Domingo, República Dominicana, 1984) em um museu.

Em suas telas, a artista subverte a tradição da pintura de paisagem ao negar sua representação exótica e idílica, escolhendo, ao contrário, tratar a natureza como um território protagonista no qual todos os elementos encontram-se em relações de interdependência. Relações de afeto e os arredores do lugar onde vive são temas recorrentes em suas telas, em que cenários tropicais e fantásticos são habitados por um elenco diverso de personagens — reais ou imaginários.

Hulda Guzmán – Fiesta em el batey [Festa no batey], 2010-11 – Acrílica sobre tela [Acrylic on canvas], 178 x 284 cm – Centro Cultural Eduardo León Jimenes, Santiago de los Calalleros, Republica Dominicana. Cortesia [Courtesy of] Hulda Guzmán.

Suas obras mantêm um caráter biográfico, impregnado de humor e de um apelo onírico ou teatral. No trabalho de Guzmán, cenas nas quais humanidade, arquitetura e natureza convivem em equilíbrio e harmonia celebram o meio ambiente ao mesmo tempo que nos convidam a refletir sobre questões urgentes, como a crise climática e a responsabilidade humana na preservação do planeta. “Esta exposição aborda a interconexão do mundo natural com a vida coletiva e o senso de comunidade. Nossa dissociação da natureza é a principal causa do colapso climático e ecológico”, diz a artista.

Com curadoria de Amanda Carneiro, curadora, MASP, a mostra tem como ponto de partida a tela ‘Come Dance—Asked Nature Kindly [Venha dançar—convidou a natureza gentilmente]’, incorporada ao acervo do MASP em 2020, no contexto do ciclo curatorial dedicado às Histórias da dança. A pintura retrata uma grande festa em meio a uma densa e vibrante floresta tropical, na qual figuras humanas interagem de diversas formas: a artista abraça uma árvore, uma criança repousa ao lado de um cachorro, pessoas dançam, se banham e se beijam. O título da obra reforça a reciprocidade, pois a dança não se limita à alegria do movimento, é também uma coreografia de interdependência, um gesto que evidencia que a vida na Terra não pode prosperar no isolamento ou na dominação. Além deste trabalho, a exposição também apresenta outras 17 pinturas, entre as quais 8 são obras inéditas confeccionadas especialmente para a ocasião.

Hulda Guzmán, ‘please awake’— asked nature kindly, 2019. Cortesia [Courtesy of] Hulda Guzmán e [and] Alexander Berggruen, Nova York [New York].

Afora as paisagens tropicais, a artista também produz autorretratos, estabelecendo um diálogo direto com os ambientes ao seu redor. Embora esse caráter autobiográfico seja muito presente em seu trabalho, suas telas também incorporam um amplo repertório de referências da história da arte, como a arquitetura e o mobiliário modernista, o surrealismo, o minimalismo na pintura chinesa antiga e os ex-votos mexicanos.

“O trabalho de Guzmán é muitas vezes uma combinação de observação direta e colagem de figuras e personagens, compondo cenas que transitam entre o íntimo e o inesperado. Em seus quadros, familiares, amigos e animais dividem espaço com personagens que ela garimpa em fontes diversas, como pinturas de diferentes autorias, fotos ou vídeos encontrados em redes sociais”, afirma Amanda Carneiro.

Ricas em detalhes, texturas e cores, as pinturas de Guzmán convidam o público a uma observação atenta, revelando múltiplas camadas visuais e narrativas. A paisagem, protagonista monumental de sua obra, abriga cenas de interações entre diversos personagens ligadas aos prazeres, à sociabilidade e à alegria, evidenciando a indissociabilidade entre vida humana e natureza. Assim, o ambiente natural emerge simultaneamente como cena e cenário, ampliando as possibilidades de leitura desse gênero da pintura na contemporaneidade.

Hulda Guzmán, Find Me in All Things, 2025. Cortesia [Courtesy of] Hulda Guzmán, Alexander Berggruen, Nova York [New York] e [and] Stephen Friedman Gallery, Londres, Inglaterra.

Hulda Guzmán: frutas milagrosas integra a programação anual do MASP dedicada às Histórias da ecologia. A programação do ano também inclui mostras de Mulheres Atingidas por Barragens, Claude Monet, Frans Krajcberg, Clarissa Tossin, Abel Rodríguez, Minerva Cuevas e a grande coletiva Histórias da ecologia.

Sobre a artista

Hulda Guzmán (Santo Domingo, República Dominicana, 1984) estudou belas artes e ilustração na Escuela de Diseño Altos de Chavón, na República Dominicana, e concluiu o bacharelado em artes visuais na Escuela Nacional de Artes Plásticas, na Cidade do México. Já expôs em instituições como Fine Arts Center at Colorado College (Colorado Springs), Denver Art Museum, Art Museum of the Americas (Washington, D.C.), Museo de Arte y Diseño Contemporáneo (San José, Costa Rica), Museo de Arte Moderno (Santo Domingo) e Pérez Art Museum (Miami). Em 2019, integrou o pavilhão da República Dominicana na 58ª Bienal de Veneza.

Acessibilidade

Todas as exposições temporárias do MASP possuem recursos de acessibilidade, com entrada gratuita para pessoas com deficiência e seu acompanhante. São oferecidas visitas em Libras ou descritivas, além de textos e legendas em fonte ampliada e produções audiovisuais em linguagem fácil – com narração, legendagem e interpretação em Libras que descrevem e comentam os espaços e as obras. Os conteúdos, disponíveis no site e no canal do YouTube do museu, podem ser utilizados por pessoas com deficiência, públicos escolares, professores, pessoas não alfabetizadas e interessados em geral.

Catálogo

Por ocasião da mostra, será publicado um catálogo bilíngue, em inglês e português, reunindo imagens e ensaios comissionados que abordam a trajetória de Hulda Guzmán, resultando na primeira grande publicação sobre sua obra. O livro tem organização editorial de Amanda Carneiro, curadora, MASP, e textos de Carneiro, Tobias Ostrander e Elena González. A edição apresenta mais de 100 imagens, com ampliações que ressaltam tanto detalhes da obra da artista quanto ilustrativas de referências.

Realização e apoio: Hulda Guzmán: frutas milagrosas é realizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, ProAC ICMS e tem apoio de Lefosse.

Serviço:

Hulda Guzmán: frutas milagrosas

Curadoria: Amanda Carneiro, curadora, MASP

11/4 — 24/8/2025

1° subsolo, Edifício Lina Bo Bardi

MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand

Avenida Paulista, 1578 – Bela Vista, São Paulo, SP

Telefone: (11) 3149-5959

Horários: terças grátis, das 10h às 20h (entrada até as 19h); quarta e quinta das 10h às 18h (entrada até as 17h); sexta das 10h às 21h (entrada gratuita das 18h às 20h30); sábado e domingo, das 10h às 18h (entrada até as 17h); fechado às segundas.

Agendamento on-line obrigatório pelo link masp.org.br/ingressos

Ingressos: R$ 75 (entrada); R$ 37 (meia-entrada).

Site oficial | Facebook | Instagram

(Fonte: Assessoria de imprensa MASP)

Brasil Jazz Sinfônica se apresenta no Teatro Cultura Artística nesta sexta (11/4)

São Paulo, por Kleber Patricio

Nesta sexta-feira (11/4), a Orquestra Brasil Jazz Sinfônica realiza o segundo concerto de 2025 no Teatro Cultura Artística, que retornou à cena cultural paulistana. Sob regência do maestro João Maurício Galindo, a apresentação tem início às 20h e conta com músicas de Pixinguinha, Tom Jobim, Dorival Caymmi e muitos outros. Os ingressos estão à venda na plataforma INTI e custam R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia).

A Orquestra se apresentará em uma formação intimista e inovadora, denominada Quarteto de Jazz + Cordas, combinando a tradicional seção de cordas com a chamada ‘cozinha’ – composta por baixo, guitarra, piano e bateria, e também percussão popular e erudita. Esta configuração promete uma experiência sonora única, que evidencia a versatilidade da Orquestra em transitar entre diferentes formatos e propostas musicais.

O repertório do concerto destaca a amplitude artística da Brasil Jazz Sinfônica, percorrendo desde clássicos norte-americanos como ‘Nice Work If You Can Get It’, de George Gershwin, passando pelo tango argentino de Astor Piazzolla e Richard Galliano, até chegar a ícones da música brasileira como Pixinguinha, Tom Jobim, Guinga e Dorival Caymmi. Esta diversidade demonstra a capacidade da orquestra de dialogar com múltiplas influências e estilos musicais, criando pontes entre o erudito e o popular, entre o internacional e as raízes nacionais, culminando com a execução do choro ‘Odeon’ de Ernesto Nazareth.

O concerto conta com arranjos assinados por renomados músicos como Cyro Pereira, Nelson Ayres, Gilson Peranzzetta, Fábio Prado e Tiago Costa, além de composições originais de Paulo Henrique Costa e Breno Oliveira. A qualidade destes arranjadores reflete o compromisso da Orquestra com excelência artística e inovação musical. Este evento não apenas celebra a música brasileira e internacional em seus diversos matizes, mas também simboliza a importante retomada do Teatro Cultura Artística como espaço vital para as artes em São Paulo, reafirmando seu papel na cena cultural da cidade após período de restauração.

Repertório:

– Nice Work If You Can Get It – George Gershwin (arranjo de J. Tamosaites);

– Libertango – Astor Piazzolla (arranjo de Bel Rebello);

– Tango pour Claude – Richard Galliano (arranjo de Stéphane Rougier);

– Por una Cabeza – Alfredo Lepere (arranjo de Cíntia Zanco);

– Carinhoso – Pixinguinha (arranjo de Cyro Pereira);

– Luiza – Tom Jobim (arranjo de Cyro Pereira);

– Caiu do Céu – Guinga (arranjo de Gilson Peranzzetta;

– Reflexões sobre uma valsa de Jobim – Paulo Henrique Costa;

Cordel Nordestino – Breno Oliveira;

– Concerto de Bateria – Pixinguinha (arranjo de Fábio Prado);

– Doralice – Dorival Caymmi (arranjo de Tiago Costa);

– Canto da Ema – João do Valle (arranjo de Tiago Costa);

– Odeon – Ernesto Nazareth (arranjo de Nelson Ayres).

Serviço:

Diálogos Musicais: BJS Quarteto de Jazz + Cordas

Regência: João Maurício Galindo

Data: 11 de abril (sexta-feira)

Horário: 20h

Duração: 70 minutos

Local: Teatro Cultura Artística

Endereço: Rua Nestor Pestana, 196 – Consolação

Ingressos: R$ 80,00 (inteira) e R$ 40,00 (meia)

Vendas: plataforma INTI.

(Com Gelse Montesso/TVCultura)