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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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O tempo traz o conhecimento, sugere mostra ‘Somos memórias’ do artista plástico Márcio Périgo na Fundação Stickel

São Paulo, por Kleber Patricio

Obras do artista plástico Márcio Périgo na mostra ‘Somos Memória’ na Fundação Stickel. Fotos: Juan Esteves.

O artista plástico Márcio Périgo apresenta a mostra ‘Somos memórias’ a partir do dia 12 de abril de 2025 (sábado), das 11h às 16h, na Fundação Stickel, na Vila Olímpia, em São Paulo. Com texto crítico da Agnaldo Farias, a exposição conta com 66 gravuras em metal, Buril e água tinta do período de 2020-2024, em que o artista procura uma aproximação com os desenhos geométricos corporais e utensílios dos indígenas brasileiros, com as cores naturais de terra, cálcio e carvão.

A inspiração para este trabalho vem de um personagem citado pelo antropólogo Darcy Ribeiro (1922–1997) em seu livro ‘Diário Índios: Os Urubus-Kaapor,’ de cujo nome é Anakanpukú, que tem uma ótima memória, tão prodigiosa e a serviço de sua comunidade: “Ele conhece uma genealogia de oito gerações que remonta aos anos de 1800 e envolve uma parentela de mil nomes”.

O artista, que tem obras no acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo, pesquisa e se interessa cada vez mais por pinturas e gravuras rupestres do território brasileiro, pois considera que aí estão as origens e a força da existência de uma cultura pré-colombiana. “Busco, assim, me avizinhar-me da maneira com o que esses povos se expressavam há centenas de anos. Este é meu interesse quando da leitura desses trabalhos: saber quando, porquê, como e em que condições essas obras foram feitas”, afirma Périgo.

Sobre o artista

Márcio Périgo nasceu em 1949, em São Paulo/SP, onde vive e trabalha. Iniciou seu trabalho em gravura em metal na Fundação Armando Álvares Penteado em 1972. Em 1977, obteve o título de Bacharel em Comunicação Visual, quando apresentou um painel voltado a um estudo gráfico da obra Grande Sertão-Veredas, de João Guimarães Rosa. Obteve o título de mestre na área de Poéticas Visuais, com a dissertação ‘A Matéria da Sombra’, em 2001. Em 2009, obteve o título de doutor apresentando a tese ‘Caos Aparente – Sinais gráficos’.

No ano de 1974, realizou uma viagem de estudos nos Andes, onde pesquisou a paisagem e seu entorno com desenhos que se tornaram significantes em seu trabalho em gravura até os anos 1980. Seu entendimento dessa experiência foi que o desenho de uma linha, ao definir um espaço, não pode ser mais denso que o próprio espaço.

Sua primeira exposição individual, realizada em 1977, foi a convite do Prof. Pietro Maria Bardi, no MASP. Exposições coletivas no exterior são: Mendonza, Argentina na Mostra de Grabadores Brasileños; em Porto Rico, EUA na V Bienal Del Grabado Latino-americano; Art in New York, USA, com gravuras na La Jeune Gravure Contemporaine; no Grand Palais de Champs Elisées em Paris, França; 17a Biennale Internationale de Gravure na Moderna Galerija, em Liubliana, antiga Iugoslávia; Centro Internazionale della Gráfica em Veneza, Itália; V Exhibition Internazionale di Gráfica na Accademia di Belle Arti na Catania, Itália. Em 1989, da 18a Bienalle Internazionale, novamente em Liubliana; 2a Bienal de Gravura de Amadora, Portugal e de uma exposição coletiva no Museu de la Estampa da cidade do México, México, em 1990. Mostras coletivas e individual no Brasil são: I Salão Nacional Universitário de Artes Plásticas, realizado no Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, RJ, promovido pela Funarte.

O artista plástico Márcio Périgo no seu ateliê. Foto: Ulysses Bôscolo.

Atualmente é professor aposentado de Práticas de Oficina e Gravuras no Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas e participou como Membro do Conselho na Comissão de Graduação e no Centro de Pesquisa em Gravura e orientou trabalhos de alunos de artes visuais na pós-graduação na mesma instituição.

Ultimamente vem participando de mostras coletivas e destacando algumas individuais: Marcio Périgo no acervo da Pinacoteca SP em 2005 e Marcio Périgo Obra Gráfica na Caixa Cultural SP em 2012, Mapa dos Apagamentos no Espaço 1338 em 2018, premiado no 15o Salão Bunkio em São Paulo e no 50o Salão Primavera em Resende/RJ e, também neste ano, exposição de desenhos na Graphias Casa da Gravura/ SP. Em 2024 a exposição Convergências e singularidades na galeria GARE/SP e Correspondência 3 no Espaço Nexus-Maria Villares. https://graphias.com.br/novo/artista/marcio-perigo/

Sobre a Fundação Stickel

É uma instituição sem fins lucrativos com mais de 65 anos de história. Desde 2012, seu lema é ‘Arte Transforma’. Desenvolve ações que despertam a curiosidade, a criatividade e o sentimento de pertencimento por meio de cursos gratuitos, palestras, exposições, publicação de livros e fomento a artistas. Assim, tem por missão transformar a sociedade brasileira por meio da arte, com ética, transparência e respeito aos processos de aprendizado. Quer que a jornada da inclusão sociocultural desperte novos potenciais em jovens e adultos para que se tornem agentes dessa transformação. https://www.fundacaostickel.org.br/

Serviço:

Mostra Somos Memória, de Márcio Périgo

Texto crítico: Agnaldo Farias

Abertura: 12 de abril de 2025 (sábado), 11h às 16h

Visita: 14 de abril a 24 de maio de 2025

Terça a sexta-feira, das 11h às 17h, e aos sábados, das 11h às 15h

Quanto: gratuito e livre

Fundação Stickel

Rua Nova Cidade 193 – Vila Olímpia – São Paulo, SP

Tel: (+55 11) 3083-2811

e-mail: adm@fundacaostickel.org.br

Site: https://www.fundacaostickel.org.br/

Redes sociais:

Márcio Périgo @marcioperigo

Agnaldo Farias @agnaldo_farias

Fundação Stickel @fundacao.stickel.

(Com Erico Marmiroli/Marmiroli Comunicação)

Ativistas fazem rapel em viaduto de SP pelo fim das gaiolas para porcas grávidas

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Sinergia Animal.

Ativistas da causa animal desceram de rapel no Viaduto da Sumaré neste domingo (6), em São Paulo, usando máscaras de porco e segurando cartazes que pediam o fim das gaiolas de gestação. A ação foi realizada pela ONG Sinergia Animal e direcionada à Aurora Alimentos, terceira maior produtora de carne suína do Brasil, denunciando práticas controversas em sua cadeia de produção.

No alto do viaduto, ativistas abriram uma faixa com os dizeres: ‘Aurora Alimentos: Produção Baixo Nível!’. A mensagem faz referência à recente edição do relatório Porcos em Foco, que avalia e classifica o progresso em bem-estar animal das maiores empresas de suinocultura do país. A Aurora ficou entre as piores colocadas por não ter banido completamente o uso de gaiolas de gestação para porcas grávidas em novas unidades e ainda permitir o corte de orelhas, um procedimento doloroso realizado sem anestesia ou analgesia em leitões recém-nascidos.

“É lamentável que uma empresa desse porte ainda permita práticas que causam tanto sofrimento aos animais em sua cadeia de produção. Na ação de hoje, descemos simbolicamente como o nível de bem-estar da Aurora Alimentos para expor a realidade às centenas de pessoas que passavam embaixo do viaduto”, comparou Cristina Diniz, diretora da Sinergia Animal no Brasil.

Milhares de porcas no Brasil, conhecidas como matrizes, gestam os milhões de leitões usados anualmente para abate pela indústria da carne. As fêmeas reprodutoras são comumente mantidas em gaiolas de metal por semanas ou meses, praticamente imobilizadas, sem espaço para caminhar ou sequer se virar. A prática causa intenso sofrimento físico e psicológico aos animais, sendo banida no Reino Unido, na Noruega e em diversos países. Já os leitões enfrentam uma série de mutilações nos primeiros dias de vida, como o corte de orelhas — um procedimento ultrapassado feito para identificação dos animais.

A Sinergia Animal cobra que a Aurora adote métodos mais éticos e assuma um compromisso público de acabar com o corte de orelhas e banir totalmente as gaiolas de gestação em novas unidades, nos moldes dos já adotados por suas principais concorrentes, BRF e JBS. “A Aurora impacta a vida de mais de 7,6 milhões de animais por ano e tem a responsabilidade de evoluir para um sistema de produção mais ético, atendendo aos anseios de consumidores cada vez mais conscientes. O mercado está mudando e, infelizmente, a Aurora está ficando para trás”, argumentou a diretora.

A ação integra uma campanha nacional lançada em 2024. A organização busca diálogo direto com a Aurora Alimentos, propondo soluções viáveis para eliminar essas práticas de sua cadeia de produção.

Para saber mais, acesse: www.AuroraFazPior.com.

Vídeo: https://drive.google.com/file/d/186g__Ne6yhF66er56-hYa258EMPEfmhb/view?usp=sharing&t=28.

Sobre a Sinergia Animal | A Sinergia Animal é uma organização internacional que trabalha em países do Sul Global para diminuir o sofrimento dos animais na indústria alimentícia e promover uma alimentação mais compassiva. A ONG é reconhecida como uma das mais eficientes do mundo pela renomada instituição Animal Charity Evaluators (ACE).

(Com Jéssica Amaral/DePropósito Comunicação de Causas)

Assédio no trabalho recua, mas ainda atinge mais de 70% das mulheres

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Getty Images/Unsplash+.

Uma pesquisa desenvolvida pela Catho, plataforma gratuita de empregos, identificou que o assédio enfrentado por mulheres no ambiente de trabalho recuou de 76% em 2024 para 73% em 2025, mas mantém número alto e preocupante de práticas inconvenientes direcionadas ao público feminino. O assédio moral aparece com maior representatividade, apontado por 38,2% das respondentes.

O levantamento contou com a participação de quase 7 mil mulheres, em sua maioria residentes da região Sudeste. O público desempregado corresponde 32% a mais que a edição anterior e, aproximadamente, 30% das pesquisadas não estão atuando nas áreas em que se formaram, com um aumento de 10% em relação a 2024. “Embora os números mostrem uma leve queda, o percentual de mulheres que ainda enfrentam assédio no ambiente de trabalho é alarmante. Precisamos continuar promovendo um local mais seguro e igualitário, onde todas possam desenvolver suas carreiras sem medo ou restrições”, reforça Patricia Suzuki, diretora de recursos humanos da Redarbor Brasil, grupo dono da Catho.

Além disso, outro ponto destacado pelo estudo é a migração de carreira. Das entrevistadas que querem ou fizeram transição, 64% foi motivado por melhores oportunidades e salário. Quando se trata de retenção de talentos, 68% afirmam estar sem receber promoções e méritos em sua empresa atual, fator que também pode contribuir para uma mudança significativa na carreira.

Para Suzuki, ter mulheres presentes nas organizações é um fator essencial para inovação, diversidade de pensamentos e melhores resultados, visto que, com time mais diversos, é possível gerar soluções mais criativas e refletir melhor a sociedade como um todo.

Apoio e qualificação

Ainda segundo a pesquisa da plataforma, para 60% dos pesquisados, os principais obstáculos para mulheres no mercado de trabalho são: machismo, descrédito em relação à capacidade técnica, desafios para conciliar a vida pessoal e menos oportunidades. Junto a isso, quase 100% das pesquisadas relataram que já vivenciaram preconceito no mercado de trabalho.

Para se adaptar à essa realidade, mais de 60% das mulheres que participaram do estudo informaram ser necessário se qualificar mais que os homens para alcançar cargos de liderança. “Muitas mulheres ainda enfrentam desafios constantes e se sentem desvalorizadas e sobrecarregadas quando o assunto é carreira e jornada de trabalho. A falta de reconhecimento e as barreiras para o crescimento profissional geram frustração impactam, inclusive, sua permanência nas empresas. Não podemos deixar de alertar para as companhias adotarem políticas inclusivas, investirem em qualificação e criarem ambientes que garantam oportunidades reais para ampliarmos a presença feminina”, finaliza Patricia.

Sobre a Catho

A Catho é uma plataforma gratuita de empregos, apoiando quem busca oportunidades no mercado de trabalho e quem precisa anunciar vagas de emprego. O acesso é gratuito e serviços adicionais também podem ser contratados. A Catho é uma empresa de tecnologia que aplica o que há de mais moderno para acelerar o crescimento do emprego formal no Brasil. Pioneira no segmento, a empresa que tem como propósito “Mudar a vida das pessoas por meio do trabalho”, é referência no mercado de vagas de emprego e conta com o cadastro de mais de 13 milhões de currículos e, em média, 109 mil corporações à procura de novos talentos anualmente. A partir de junho de 2024, a Catho tornou-se parte do Grupo Redarbor, empresa líder em tecnologia de RH na América Latina e o segundo grupo de sites de emprego no mundo e, com isso, passa a ter integração exclusiva com o software de RH Pandapé.

(Com Mariana Yole Pereira de Souza/MGA Press)

Resort flutuante no coração da Amazônia conecta o turista ao habitat da floresta

Amazônia, por Kleber Patricio

Floresta Amazônica é o centro da discussão da COP30 em 2025. (Fotos: Divulgação)

Destino preferido de artistas e influenciadores como Luciana Gimenez, Letícia Sabatella, Daniel Dantas e Pedroca Monteiro, o Uiara Amazon Resort é um dos hotéis mais prestigiados da região, oferecendo hospedagem de luxo e experiências inesquecíveis na Floresta Amazônica.

Inaugurado em 2021 e considerado o único hotel 100% flutuante no mundo, ao escolher se hospedar no local, você ficará em meio a uma área paradisíaca, sobre as águas do Lago Salvador, no coração da Floresta Amazônica. A diária custa a partir de R$ 1.950,00 com 4 refeições inclusas (café da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar).

Há duas opções para chegar até o Resort (via barco ou helicóptero) e é possível incluir o transfer no pacote. Na chegada ao hotel, os hóspedes são recebidos com um welcome drink de cortesia e uma canoinha com bombons regionais e carta de boas-vindas.

Os hóspedes podem curtir tudo o que a Amazônia tem a oferecer sendo guiados pelos próprios ribeirinhos locais que trabalham no hotel. Entre os passeios oferecidos pelo Uiara estão a trilha ecológica, canoagem, pesca recreativa e esportiva, prática de arco e flecha indígena e contemplação da própria floresta do nascer ao pôr do sol. As experiências aumentam conforme o pacote escolhido.

O Uiara também oferece atividades internas, como shows musicais, spa e uma rica culinária local elaborada por grandes chefs em dois restaurantes. Há opções veganas e vegetarianas no menu.

Detentor dos selos Travellers’ Choice, do TripAdvisor, e Travel Sustainable, da Booking, o Uiara não é apenas um destino de férias – é uma experiência única que combina comodidade de alta classe com respeito e integração total com o meio ambiente. Não por acaso, o Resort já recebeu 200 mil pessoas, crescendo 387% nestes quatro anos.

“Buscamos oferecer mais que uma acomodação de luxo. Valorizamos a experiência completa dos hóspedes promovendo um turismo sustentável e imersão na nossa cultura”, comenta Wander Areosa, CEO do Resort e um dos embaixadores do programa Amazônia Que Eu Quero.

De acordo com dados do Ministério do Turismo, o Amazonas recebeu 3.251 turistas internacionais em janeiro de 2025. O número é 26% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando 2.568 viajantes vindos de fora estiveram na região. Com a COP30 e a Amazônia no centro do mundo, a estimativa é de que este número aumente ainda mais.

(Com Thainná Bastos/Cowork Comunicação)

‘Se eu pudesse viver minha vida novamente’, obra de Rubem Alves, retorna às livrarias em nova edição

São Paulo, por Kleber Patricio

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“Plantei árvores, tive filhos, escrevi livros, tenho muitos amigos e, sobretudo, gosto de brincar. Que mais posso desejar? Se eu pudesse viver minha vida novamente, eu a viveria como a vivi, porque estou feliz onde estou.” (Rubem Alves)

Parte de um imenso legado literário, a obra ‘Se eu pudesse viver minha vida novamente’, do escritor e psicanalista brasileiro Rubem Alves, ganha nova edição. Autor com mais de 400 mil exemplares vendidos, o livro retorna ao mercado com projeto gráfico repaginado e conteúdo revisto. Importante nome nas áreas de educação, teologia e psicanálise, o autor é um dos pensadores contemporâneos mais celebrados e já conquistou o 2º lugar na categoria Contos e Crônicas no Prêmio Jabuti de 2009 com a obra ‘Ostra feliz não faz pérola’.

Uma das obras mais emblemáticas do autor, o título tem como tema principal a Educação, abordando assuntos como desejo e prazer na aprendizagem, imaginação e criatividade como ferramentas para uma educação transformadora, e tecendo críticas ao ensino tradicional. O livro também traça uma reflexão delicada sobre o tempo, as escolhas e as pequenas coisas que tornam a vida significativa. Ao navegar entre memórias de felicidade e dor, o autor apresenta uma visão sensível e poética sobre os momentos que definem a jornada – sem jamais cair no arrependimento – celebrando o vivido com uma nostalgia carregada de gratidão.

Ao longo das páginas, o autor revisita a simplicidade das experiências que, muitas vezes, passam despercebidas, mas que, quando vistas de outro ângulo, revelam-se essenciais. Com honestidade e leveza, Alves desafia leitoras e leitores a questionarem o que realmente importa: se a busca incessante por mais, ou a valorização do presente, do agora, daquilo que se tem e se é. Com astúcia, o psicanalista propõe uma discussão sobre como viver em qualquer fase da vida com mais leveza, espontaneidade e beleza.

Atemporais, as obras de Rubens Alves provocam quem as leem a refletirem sobre a condição humana, o papel transformador de uma educação libertadora, o amor e, até mesmo, o conceito de Deus. Mesmo após 10 anos do próprio encantamento – como ele preferia chamar a morte – os ensinamentos do escritor continuam inspirando. O legado literário de Rubem Alves conecta a essência da humanidade com a sabedoria que apenas os grandes mestres sabem oferecer.

FICHA TÉCNICA

Título: Se eu pudesse viver minha vida novamente

Autor: Rubem Alves
ISBN: 978-85-422-3197-7

176 páginas

R$ 61,90

Editora Planeta | Selo Paidós.

Sobre o autor

Rubem Alves (1933–2014) foi um pedagogo, educador, poeta, cronista, contador de histórias, ensaísta, teólogo, acadêmico, escritor e psicanalista brasileiro. Querido e celebrado por seus escritos, deixou um imenso legado literário. Dentre suas obras, foram publicadas pelo selo Paidós, da Editora Planeta: Rubem Alves essencial – 300 pílulas de sabedoria, Ao professor, com carinho e Ostra feliz não faz pérola, esta última tendo conquistado o 2º lugar na categoria Contos e Crônicas no Prêmio Jabuti de 2009.

Sobre a editora

Criado na Argentina em 1945, quando dois professores universitários decidiram publicar Carl Gustav Jung pela primeira vez no país, o selo Paidós passou a integrar o Grupo Planeta em 2003, chegando ao Brasil em 2020. Hoje conta com mais de 2 mil títulos lançados na Espanha e em países da América Latina. De origem grega, a palavra ‘paidós’ significa ‘criança’ e, assim como o espírito questionador dos pequenos, o selo tem como objetivo discutir e buscar perguntas certeiras para algumas das principais questões da humanidade com base em obras de psicologia, psicanálise, psiquiatria, neurociência e outras áreas de ciências humanas para o público geral. No Brasil, o selo conta com nomes como Christian Dunker, Contardo Calligaris, Ana Suy, Alexandre Coimbra Amaral, Geni Núñez, Alexandre Patricio, Rubem Alves, Irvin D. Yalom, Erich Fromm e Silvia Ons.

(Fonte: Editora Planeta)