Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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FIEC realiza campanha de doação de sangue no próximo sábado (31)

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: Mauricio Santaliestra.

A Fundação Indaiatubana de Educação e Cultura (FIEC) realiza no sábado, 31 de outubro, em parceria com o Centro de Hematologia e Hemoterapia da Unicamp (Hemocentro), a campanha mensal de doação de sangue na unidade da FIEC do Jd. Regina.

Dentre as medidas de segurança e de proteção dos doadores contra o coronavírus (Covid-19), a FIEC, com orientação do Hemocentro, realizará a distribuição de senhas online nos horários das 8h30, 9h, 10h, 10h30 e 11h. Para agendamento e retirada da senha online, é necessário que o candidato faça um cadastro no link  https://processoseletivo.sophia.com.br/SophiA_5/Default.aspx?escola=6462. As senhas são limitadas e o cadastro estará disponível a partir desta quinta-feira (29).

Será realizado o controle de acesso às dependências da FIEC restringindo a 40 pessoas por horário, a fim de evitar aglomeração de pessoas. Orienta-se ainda que os candidatos não levem acompanhantes, principalmente crianças, ao local da doação e que utilizem máscara.

Para ser um doador, é obrigatória a apresentação de documento oficial com foto, ter entre 16 (dos 16 até 18 anos incompletos, apenas com consentimento formal dos responsáveis) e 69 anos, não estar em jejum e evitar alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação.

Não poderá ser doador o candidato que nos últimos 30 dias tenham retornado de viagem ao exterior ou que tenham tido sintomas respiratórios, incluindo gripe ou febre. Além disso, o ato da doação fica restrito para pessoas que tenham se vacinado contra gripe há menos de 2 dias (48h),  estejam em tratamento odontológico, não tiverem parceiro (a) fixo (a), pesarem menos de 50 quilos, tiverem feito endoscopia há menos de seis meses, tiverem colocado piercing ou feito tatuagem há menos de um ano, forem diabéticos e se tiverem ingerido bebida alcoólica na noite anterior e fumado horas antes.

O Hemocentro ainda orienta que candidatos que estejam aptos e que tenham 60 anos ou mais não compareçam à doação de sangue devido à limitação do isolamento social. Existem vários critérios que são avaliados no dia da doação e que podem (impedir), levar a inaptidão. Dúvidas pontuais como o uso de medicamentos, procedimentos invasivos recentes, viagens etc. serão avaliadas na triagem.

Serviço:

FIEC

Local: Av. Eng. Fábio Roberto Barnabé, 3405 – Jardim Regina – Indaiatuba/SP

Hemocentro

Fale conosco pelo site www.hemocentro.unicamp.br

Telefone 0800 722 8422

E-mail hemocentro@unicamp.br.

Le Triskell retoma festivais gastronômicos

Indaiatuba, por Kleber Patricio

A paella é uma das opções de pratos principais no menu do festival. Fotos: Carlos Cabiró.

Após o início da Fase 4 (Verde) do Plano SP, o Le Triskell Bistrô, restaurante francês de Indaiatuba, anunciou ontem, em jantar com a imprensa, que irá realizar, de 10 a 29 de novembro, o festival gastronômico Vive la Mer. A casa tem três festivais gastronômicos em sua programação anual – Goût de France, Sabores da Terra e Vive la Mer –, mas, com o hiato no funcionamento causado pela pandemia do novo coronavírus, os dois primeiros não puderam ser realizados este ano.

Tendo como estrelas os peixes e frutos do mar, o Vive la Mer é oferecido no jantar de terça a quinta-feira e do jantar de sexta-feira ao almoço de domingo. Durante a duração do festival, os clientes que pedirem entrada e prato principal ganham a sobremesa de cortesia, mesmo que os pratos escolhidos não façam parte do menu criado para o festival.

Uma das opções de entrada do Vive la Mer: mariscos gratinados.

“Os festivais gastronômicos são uma oportunidade de renovar nosso cardápio periodicamente e, assim, oferecer serviços diversificados aos nossos clientes. Eles costumam ser acompanhados por uma atmosfera mais prazerosa – mais celebrativa, digamos assim – e é uma alegria poder voltar a compartilhar de momentos assim, mesmo que cercados por todas as medidas de proteção recomendadas nos protocolos das autoridades sanitárias”, afirma Gilles Mourier, proprietário da casa.

Confira o menu completo:

Para compartilhar

Moules marinées apéro (mariscos à vinagrete) – R$42,50

Tapas de poulpe à la galicienne (espetinhos de tentáculo de polvo à galega com batata) – R$48,50

Huitres fraîches de Florianópolis (ostras frescas de Florianópolis) – 3 unidades – R$28,50 / 6 unidades – R$48,50

Plateau de Fruits de Mer (Ostras frescas – 9 unidades -, camarão rosa médio – 9 unidades -, mariscos e polvo à vinagrete) – R$188,50

Entradas

Trilogie de la mer (ostra gratinada, ninho de bifum com camarão e marisco gratinado – R$36,50

Moules Farcies (mariscos gratinados com manteiga, alho e salsinha) – R$38,50

Remoulade de pupunha fraîche aux crevettes et sa glace à l’avocat (remoulade de espaguete de pupunha fresca com camarões e sorvete de abacate) – R$42,50

Brochette de crevettes et pétoncles, sauce holandaise (espeto de camarões e vieiras sobre polenta gratinada, molho holandês) – R$44,50

Tartar de thon rouge et pétoncles poêlées au miel de truffes (tartare de atum com vieiras grelhadas ao mel de trufas brancas) – R$46,50

Cocktail de crevettes (coquetel de camarão rosa médio) – R$48,50

Prato Principal

Tagliatelles aux crevettes et pistou (tagliatelle de camarão com molho pesto e pinoli) – R$76,50

Vol au Vent aux crevettes, calamars et pétoncles, sauce au safran et Julienne de légumes (vol-au-vent de camarão rosa, lula, vieira e marisco ao molho de açafrão com Julienne de legumes) – R$82,50

Filet de Cambucu poêlé au beurre noisette, noix de cajou et ratatouille brésilienne (filé de pescada cambucu grelhado ao molho de manteiga queimada com caju e ratatouille brasileira – mix de pupunha, xuxu e feijão azuki) – R$82,50

Duo de Melu en croûte de chorizo espagnol et Gambas poêlés au beurre blanc d’estragon, risotto de riz noir (duo de lombo de pescada amarela em crosta de chorizo espanhol e camarões rosa grelhados ao molho de estragão, risoto de arroz negro) – R$92,50

Gambas poêlées aux petits légumes provençaux, sauce aïoli (camarões rosa grandes grelhados, legumes provençais e molho aïoli) – R$98,50

Queues de langouste sauce Thermidor et risotto de riz noir (caudas de lagosta grelhada ao molho Thermidor e risoto de arroz negro) – R$138,00

Paëlla Royale (paella feita com arroz Bomba, caudas de lagosta, camarões rosa, lula, polvo e mariscos – 2 pessoas) – R$238,00.

Serviço:
Festival de Frutos do Mar Vive la Mer – Le Triskell Bistrô

De 10 a 29 de novembro – de terça a quinta-feira, somente no jantar; sexta e sábado, almoço e jantar e, domingo, somente no almoço.

Avenida Fábio Roberto Barnabé, 723 (Marginal Esquerda do Parque Ecológico) – Indaiatuba/SP

Reservas: (19) 3934-6408

Mais informações: www.letriskell.com.br | Instagram | Facebook.

44ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo chega à última semana com exibições gratuitas no SESC Digital

São Paulo, por Kleber Patricio

Cena de “Tomates Verdes Fritos”. Fotos: divulgação.

A série Cinema Em Casa Com SESC, realizada pelo SESC São Paulo há mais de quatro meses e com mais de 800 mil visualizações, disponibiliza gratuitamente ao público novos filmes em streaming pela plataforma do SESC Digital. Na próxima quinta-feira (29/10), a série estreia as obras de ficção Tomates Verdes Fritos, Cake – Uma Razão Para Viver e o documentário O Desmonte do Monte, a seleção de curtas Beyond Nollywood – Sofrendo e Sorrindo, que destaca talentos emergentes do audiovisual nigeriano, pelo Cine África, um programa especial de curtas para a garotada, pelo CineClubinho, e o título Haus Ohne Dach pela Mostra Alemã de Cinema: Elas Dirigem!. Nesta semana também estreiam os últimos títulos de uma seleção gratuita de filmes da programação da 44ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, em ambiente exclusivo no SESC Digital, numa parceria do SESC São Paulo com a Mostra.

O Cinema #EmCasaComSESC traz boas opções de títulos. O filme Tomates Verdes Fritos, de Jon Avnet, fala de Evelyn Couch (Kathy Bates), dona de casa emocionalmente reprimida, que visita com o marido um parente no asilo de idosos. Uma vez lá, ela encontra Ninny Threadgoode (Jessica Tandy), mulher idosa que a ilumina e traz uma nova perspectiva por meio de contos do seu passado. Classificação indicativa: 12 anos.

Cena de “Cake – Uma Razão para Viver”.

Outra sugestão é Cake – Uma Razão Para Viver, de Daniel Barnz. O filme conta a história de Claire Simmons (Jennifer Aniston), uma mulher traumatizada e depressiva que busca ajuda em um grupo para pessoas com dores crônicas. Lá, ela descobre o suicídio de um dos membros do grupo, Nina (Anna Kendrick). Claire fica obcecada pela história desta mulher e começa a investigar a sua vida. Aos poucos, começa a desenvolver uma relação inesperada com o ex-marido de Nina, Roy (Sam Worthington). Classificação indicativa: 14 anos.

Já o documentário O Desmonte do Monte, de Sinai Sganzerla, aborda a história do Morro do Castelo – conhecido como “Colina Sagrada” –, seu desmonte e arrastamento. O local foi escolhido pelos colonizadores portugueses para receber as primeiras moradias e a fundação da cidade do Rio de Janeiro. Apesar de sua importância histórica e arquitetônica, o morro foi destruído por reformas urbanísticas com o intuito de “higienizar” a cidade e de promover a especulação imobiliária. Classificação indicativa: 10 anos.

Nesta semana, o Cine África – que traz filmes de países como Burkina Faso, Camarões, Egito, Etiópia e Nigéria –, apresenta a sessão de curtas Beyond Nollywood – Sofrendo e Sorrindo, composta de narrativas de força e sobrevivência na Nigéria contemporânea. Com curadoria de Nadia Denton, o programa destaca talentos emergentes do audiovisual nigeriano. Os títulos selecionados são Renascida, Perdendo Minha Religião, Amor Digital, A Escolha Certa, Técnica Especializada, Um Cemitério de Pombos, Um Gênero, Silêncio e Quarto Escuro.

Pelo CineClubinho, novo espaço na Plataforma SESC Digital que apresenta o melhor do cinema infantil e infanto-juvenil, o destaque é segunda semana da programação de curtas de animação que falam de convivência e o relacionamento, seja com pais, com amigos ou mesmo com pessoas “indesejadas”. O título Caminho dos Gigantes, de Alois Di Leo, fala de Oquirá, uma menina indígena de seis anos que vai desafiar o seu destino e entender o ciclo da vida em uma floresta de árvores gigantes. Òrun Àiyé – A Criação do Mundo, de Jamile Coelho e Cintia Maria, mostra a trajetória de Oxalá em sua missão para criar o Mundo. Virando Gente – A História do Nascimento Psíquico, de Analúcia Godoi, fala de Bruno, menino que conta como começou a perceber a si mesmo e o mundo ao seu redor quando estava na barriga da sua mãe. O Espantalho, de Alê Abreu, mostra as lembranças de uma senhora, que se misturam com as descobertas de uma menina apaixonada por um espantalho. Lé Com Cré, de Cassandra Reis, fala de dinheiro, medo e coisas de menino & menina contados por algumas crianças de um jeito fofo e esquisito.

Cena de “Sem Som”.

A semana também conta com a estreia de títulos que integram a programação da 44ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo no SESC Digital, em uma parceria do SESC São Paulo com a Mostra, desde o dia 22/10. Os filmes, que poderão ser vistos no ambiente exclusivo da plataforma de streaming do SESC (SESCsp.org.br/44mostra), têm limite de mil a 2 mil visualizações. “Para o SESC, o apoio à difusão de filmografias mundiais é fundamental para a expansão do acesso da diversidade de obras para todos os públicos. O cinema, como prática social e simbólica, tem sinalizado – de modo cada vez mais pulsante – que a arte é lupa que amplia a crítica da realidade”, comenta Danilo Santos de Miranda, diretor do SESC São Paulo.

As estreias da quinta-feira, dia 29/10, são os títulos Sem Som, Uivos São Ouvidos, Cracolândia, Vencidos da Vida e Viagem ao Fim do Mundo.

Disponível a partir de 31/10, o filme de ficção Haus Ohne Dach, de Soleen Yusef, é o destaque da Mostra Alemã de Cinema: Elas Dirigem!. A obra fala da viagem dos irmãos Liya, Jan e Alan, que nasceram na região curda do Iraque e cresceram na Alemanha. Os três querem realizar o último desejo da mãe e enterrá-la ao lado do pai, que morreu na guerra, em sua aldeia natal. Na odisseia do Curdistão, surgem confrontos familiares e pessoais, já que nos últimos anos os irmãos se distanciaram uns dos outros e, quando conversas acontecem, geralmente consistem apenas em censuras mútuas. Classificação indicativa: 12 anos.

A Mostra Alemã de Cinema: Elas Dirigem! é uma realização do Consulado Geral da República Federal da Alemanha em parceria com o SESC São Paulo e que neste ano comemora os 30 anos da Reunificação Alemã. Até 13 de novembro, seis premiados títulos dirigidos por mulheres serão disponibilizados gratuitamente no SESC Digital. A cada sábado, uma nova opção entra em cartaz, todas legendadas em português. Para assistir, basta acessar SESCsp.org.br/cinemaemcasa.

PROGRAMAÇÃO #EmCasaComSESC

Estreias 29/10

Tomates Verdes Fritos (Dir.: Jon Avnet | Estados Unidos | 1991 | 136 min | Ficção | 12 anos) – Evelyn Couch (Kathy Bates) é uma dona de casa emocionalmente reprimida que visita com o marido um parente no asilo de idosos. Uma vez lá, ela encontra Ninny Threadgoode (Jessica Tandy), uma mulher idosa, que a ilumina e traz uma nova perspectiva através de contos do seu passado. Evelyn ganha a confiança necessária para mudar sua própria vida para melhor.

Cake – Uma Razão Para Viver (Dir.: Daniel Barnz | Estados Unidos | 2014 | 92 min. | Ficção | 14 anos) – Claire Simmons (Jennifer Aniston) é uma mulher traumatizada e depressiva, que busca ajuda em um grupo para pessoas com dores crônicas. Lá, ela descobre o suicídio de um dos membros do grupo, Nina (Anna Kendrick). Claire fica obcecada pela história desta mulher, e começa a investigar a sua vida. Aos poucos, começa a desenvolver uma relação inesperada com o ex-marido de Nina, Roy (Sam Worthington).

O Desmonte do Monte (Dir.: Sinai Sganzerla | Brasil | 2018 | 85 min | Documentário | 10 anos) – O documentário O Desmonte do Monte aborda a história do Morro do Castelo, seu desmonte e arrastamento. O Morro do Castelo, conhecido como “Colina Sagrada”, foi escolhido pelos colonizadores portugueses para ser o local das primeiras moradias e fundação da cidade do Rio de Janeiro. Apesar de sua importância histórica e arquitetônica, o morro foi destruído por reformas urbanísticas com o intuito de “higienizar” a cidade e de promover a especulação imobiliária. O filme aborda a lenda do tesouro armazenado nas entranhas do morro e conta com trechos de O Subterrâneo do Morro do Castelo, escrito por Lima Barreto, que foi uma das poucas vozes que defenderam publicamente a permanência e vida do Morro do Castelo de São Sebastião. O filme tem sua narrativa baseada em iconografias e pinturas de diversos períodos, desde a fundação da cidade de São Sebastião até os dias atuais e conta com imagens em movimento da Celebração do Centenário da Independência do Brasil, em 1922, evento realizado com as terras do desmonte do Morro do Castelo e também com depoimentos de áudio de ex-moradores do Morro do Castelo e dos engenheiros que trabalharam no seu desmonte. A narração do filme é de Helena Ignez, Negro Leo e Marcus Alvisi.

MOSTRA ALEMÃ DE CINEMA: ELAS DIRIGEM!

Haus Ohne Dach (Dir.: Soleen Yusef | Alemanha | 2016 | 117 min. | Ficção | 12 anos) – Haus Ohne Dach conta a viagem dos irmãos Liya, Jan e Alan, que nasceram na região curda do Iraque e cresceram na Alemanha. Os três querem realizar o último desejo da mãe e enterrá-la ao lado do pai, que morreu na guerra, em sua aldeia natal. Na angustiante Odisseia do Curdistão, eles são confrontados não apenas com sua extensa família curda, que não aceita o último desejo de sua mãe, mas acima de tudo consigo mesmos. Nos últimos anos, eles se distanciaram muito uns dos outros, cada um vive sua própria vida, e quando as conversas acontecem, geralmente consistem apenas em censuras mútuas.

[Disponível de 31/10 a 6/11]

CINE ÁFRICA

Sessão de curtas Beyond Nollywood – Sofrendo e Sorrindo

Narrativas de força e sobrevivência na Nigéria contemporânea. Com curadoria de Nadia Denton (Reino Unido), o programa destaca talentos emergentes do audiovisual nigeriano.

Renascida (Dir.: Candice Onyeama | Reino Unido | 2020 | 11 min | Ficção | 14 anos) – Enwa vive um tormento por não poder ter filhos.

Perdendo Minha Religião (Dir.: Damilola Orimogunje | Nigéria | 2018 | 15 min | Ficção | Livre) – Júnior é forçado à devoção religiosa com consequências devastadoras.

Amor Digital (Dir.: Mike Omonua | Nigéria | 2018 | 5 min| Ficção | Livre) – Uma jovem imagina uma vida transumana controlada digitalmente.

A Escolha Certa (Dir.: Tomisin Adepeju | Reino Unido | 2017 | 10 min | Ficção | Livre) – Marido e esposa são confrontados com as implicações de criar seu bebê “perfeito”.

Técnica Especializada (Dir.: Onyeka Igwe | Reino Unido | 2018 | 7 min | Ficção | Livre) – Uma transformação de imagens de arquivo de espetáculo estudado em experiências vividas.

Um Cemitério de Pombos (Dir.: Tokunboh Sangodoyin | Reino Unido | 2018 | 7 min | Ficção | 14 anos) – Um adolescente descobre sua sexualidade em uma sociedade onde é melhor manter tais descobertas em segredo.

Um Gênero (Dir.: Shua Taiwo | Nigéria | 2019 | 5 min| Ficção | Livre) – Você pode ouvir meus gritos de opressão?

Silêncio (Dir.: Tolulope Ajayi | Nigéria | 2016 | 13 min| Ficção | 16 anos) – Ire perde sua inocência da maneira mais brutal.

Quarto Escuro (Dir.: Kagho Idhebor | Nigéria | 2019 | 27 min| Ficção | 14 anos) – Ire perde sua inocência da maneira mais brutal.

[Disponíveis de 29/10 a 4/11]

44ª MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA EM SÃO PAULO

Estreias a partir de 29/10

Sem Som (Dir.: Behrang Dezfoulizadeh | Irã | 2020 | cor | 86 min | Ficção | 12 anos) – Perspectiva Internacional

Uma mãe, com deficiência auditiva, separou-se do marido, incapaz de ouvir, por causa da discordância que eles têm sobre a cirurgia de implante coclear do filho, que pode permitir que a criança consiga ouvir. Mas o pai, com medo de ficar sozinho, tenta evitar a cirurgia porque quer que o menino não ouça, assim como ele.

Uivos São Ouvidos (Dir.: Julio Hernández Cordón | México | 2020 | cor | 72 min | Ficção | 16 anos) – Perspectiva Internacional

Um estranho autorretrato protagonizado por uma jovem que implora para andar livremente com sua bicicleta. Acompanhada do pai, que sussurra histórias locais em seu ouvido, de um fantasma repleto de poesia e de uma mulher-lobo, a garota segue em uma missão para encontrar o lago de Texcoco, no México.

Cracolândia (Dir.: Guilherme Coelho | Brasil | 2020 | cor | 87 min | Documentário | 16 anos) –

MOSTRA BRASIL

A partir de uma intensa pesquisa – e visto por meio de diferentes realidades, a dos que a estudam, a dos que tentam contê-la e a dos que vivem nela –, o filme abre um debate a respeito da maior e mais impactante cena de uso de crack em área aberta do mundo: a Cracolândia, em São Paulo. A obra analisa as causas desse mal e suas progressões, além das táticas de combate já realizadas na capital paulista, abrindo um paralelo com as estratégias usadas em outros países.

Vencidos da Vida (Dir.: Rodrigo Areias | Portugal | 2020 | cor & pb | 66 min. | Ficção | 16 anos) – Perspectiva Internacional

Num velho cinema decrépito, várias histórias surgem como fantasmas. Uma compilação de filmes de diversos formatos projeta múltiplas versões de pessoas vencidas pela vida. “Para um homem, o ser vencido ou derrotado na vida depende, não da realidade aparente a que chegou -mas do ideal íntimo a que aspirava” – assim afirmava Eça de Queirós no lema do Vencidos da Vida, grupo informal que reunia personalidades da vida cultural portuguesa no final do século 19.

Viagem ao Fim do Mundo (Dir.: Fernando Coni Campos | Brasil | 1968 | p&b | 95 min. | Ficção | 16 anos) – Apresentação Especial

Enquanto aguardam a chamada para o embarque, os personagens são apresentados: uma modelo de publicidade, um time de futebol com seus jogadores e dirigentes, um homem de meia-idade visivelmente nervoso com os possíveis perigos da viagem, duas freiras e um rapaz que, na banca de jornal, procura o que levar para ler durante o voo. Este jovem encontra, entre romances de aventuras e policiais, uma edição de bolso de Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis. Ao longo do trajeto, surgem vários conflitos individuais dos passageiros do avião. Entre eles, ganha importância o de uma das freiras, em que o individual e o coletivo se chocam. Premiado no Festival de Locarno.

[Filmes com limite de 2 mil visualizações]

CINECLUBINHO

Sessão de curtas: Convivência – Parte 2

Animações que mostram a convivência e o relacionamento entre as pessoas, seja com os pais, com os amigos ou mesmo com pessoas “indesejadas”.

Caminho dos Gigantes (Dir.: Alois Di Leo | Brasil | 2016 | 12 min | Livre) – Em uma floresta de árvores gigantes, Oquirá uma menina indígena de seis anos, vai desafiar o seu destino e entender o ciclo da vida.

Òrun Àiyé – A Criação do Mundo (Dir.: Jamile Coelho e Cintia Maria | Brasil | 2015 | 12 min| Livre) – Òrun Àiyé mostra a trajetória de Oxalá (Carlinhos Brown) em sua missão para criar o Mundo.

Virando Gente – A História do Nascimento Psíquico (Dir.: Analúcia Godoi | Brasil | 2013 | 10 min| Livre) – Parte do livro Virando Gente – a História do Nascimento Psíquico (Ideias & Letras), o curta traz a história de Bruno, menino que conta como começou a perceber a si mesmo e o mundo ao seu redor quando estava na barriga da sua mãe.

O Espantalho (Dir.: Alê Abreu | Brasil | 1998 | 10 min| Livre) – As lembranças de uma senhora se misturam com as descobertas de uma menina apaixonada por um espantalho.

Lé com Cré (Dir.: Cassandra Reis | Brasil | 2018 | 6 min | Livre) – Dinheiro, medo e coisas de menino & menina contados por algumas crianças de um jeito fofo e esquisito.

sescsp.org.br/cinemaemcasa

sescsp.org.br/cineclubinho

sescsp.org.br/44mostra

Saiba+: http://www.SESCsp.org.br/SESCdigital.

Festival de cinema ‘Raridades’ reúne música e artes plásticas sobre doenças raras

São Paulo, por Kleber Patricio

Festival virtual gratuito abrange diversas manifestações artísticas em que o tema central é a vida das pessoas afetadas por doenças raras. Foto: divulgação/Banco de Dados da ABRAF.

A ABRAF – Associação Brasileira de Apoio à Família com Hipertensão Pulmonar e Doenças Correlatas promove a primeira edição do Festival Raridades, de 1º a 25 de novembro, com programação gratuita de Cinema, Artes, Música e Debates, para conscientização da população sobre doenças raras, além de homenagear os pacientes dessas doenças, familiares, profissionais e cuidadores que se dedicam a essa causa. A iniciativa, inédita, foi concebida para acontecer presencialmente, mas foi reajustada para o formato online devido à pandemia do coronavírus. O festival reúne conteúdo audiovisual com 31 filmes nacionais e internacionais, entre curtas e longas-metragens premiados e produções que retratam desafios e superação dos pacientes de doenças raras – histórias emocionantes que promovem a identificação às pessoas com condições raras, conteúdo que informa a todos que quiserem conhecer mais sobre as enfermidades e compreender melhor este universo. Existem cerca de 7000 doenças raras e menos de 5% dessas doenças têm tratamento. Pessoas com doenças raras passam por longos períodos até o diagnóstico, poucos tratamentos e médicos especialistas, dificuldades financeiras e estresse emocional.

Na programação, estão personagens e heróis reais que contam histórias incríveis, como a do alpinista Chris Bombardier, que tem a missão de se tornar o primeiro hemofílico a escalar os Sete Cumes mais altos do continente. Ele já completou cinco escaladas, mas em seguida enfrenta a maior: o Everest.

Destaque também para o longa Fraser Syndrome & Me, vencedor de 26 prêmios, que conta a história da produtora Kyle Anne Grendys, a 75ª pessoa a nascer com a Síndrome de Fraser, que precisava saber que não estava tão sozinha quanto se sentia. Sua família precisava saber que havia outras famílias percorrendo a mesma jornada. Estas e outras histórias retratam a realidade que muitas pessoas podem estar vivendo neste momento, proporcionando um novo olhar para as dificuldades e mais que isto, um alerta para a sociedade em geral, que muitas vezes desconhece enfermidades raras. Para assistir aos filmes do festival, é necessário realizar um cadastro na plataforma Videocamp: www.videocamp.com.

Cartaz de divulgação do filme “Fraser Syndrome & Me”, vencedor de 26 prêmios.

A reinserção também se dará pelas artes visuais com a exposição Beyond the Diagnosis (Além do Diagnóstico), com 18 telas de pinturas a óleo de 18 artistas que retratam pacientes reais com diversas doenças raras. Na galeria virtual, acessada pelo site do festival https://festivalraridades.com.br/, haverá audiodescrição das telas e texto sobre a doença rara com indicação de associação de pacientes no Brasil.

Os shows irão abordar a musicalidade da vida, tratando a temática da convivência com a doença rara de forma lúdica, mostrando que há muito além do diagnóstico – há arte, talento e vida acima de tudo. As apresentações acontecerão ao vivo nos dias 10/11 com a cantora Laura França e no dia 17/11 com a Banda Alexandre Z, ambas às 19h.

Para abordar de forma mais aprofundada e interativa, serão realizados três debates com duração de 1h e interpretação em Língua Brasileira de Sinais (Libras) em que o público pode enviar previamente perguntas e dúvidas aos especialistas e convidados. No dia 4/11 ocorre o debate Vivendo Além do Diagnóstico, com a cantora e paciente de hipertensão pulmonar Laura França, Alexandre Prado, paciente de fibrose cística e Patrícia Krug, paciente de esclerose sistêmica. No dia 11/11, o tema será Cannabis e Doenças Raras, com a mediação da advogada Maria José Salgado e participações da fundadora e CEO da Dr Cannabis, Viviane Sedola, da professora Tatiana Costa, que vive com a doença rara Machado Joseph, da advogada Margarete Brito, que se tornou uma importante ativista da cannabis medicinal no Brasil, da médica e pesquisadora Ailane Araújo, que tem vasta experiência no manejo e ensino de cannabis medicinal e do deputado federal Luciano Ducci (PSB-PR), relator do substitutivo ao PL 399/2015 na Comissão especial na Câmara dos Deputados. Para encerrar o ciclo de debates, no dia 18/11, a conversa será Acesso à Saúde para os Raros, com a participação de Cid Torquato, secretário municipal da Pessoa com Deficiência de São Paulo e a geneticista Ida Schwartz, do Rio Grande do Sul, com mediação do pesquisador Natan Monsores, coordenador do Observatório de Doenças Raras da Universidade de Brasília. Todos os debates acontecem às 19h.

A realização deste festival demonstra que a capacidade e talento de pacientes vão muito além do diagnóstico. O evento se apropria de diferentes linguagens artísticas para unir pacientes e pessoas que não são portadoras de raridades em um mergulho em tantas histórias e vivências inspiradoras que permitem compreender melhor o mundo, aprender a respeitar as diferenças e exercitar a empatia.

Veja a programação completa em https://festivalraridades.com.br/.

Breve histórico

A ABRAF – Associação Brasileira de Apoio à Família com Hipertensão Pulmonar e Doenças Correlatas é uma entidade privada sem fins lucrativos cujo objetivo é apoiar a comunidade afetada por Hipertensão Pulmonar e Doenças Correlatas por meio de conscientização, apoio e promoção de políticas públicas. A organização foi fundada por Paulo Menezes no dia 27 de outubro de 2006. Sua criação foi estimulada por um drama pessoal vivido por ele e por sua filha, Paula Menezes (atual presidente): após o diagnóstico de Hipertensão Pulmonar (doença rara) de Maria Cristina (esposa do fundador) em 2005, a família se viu completamente desamparada e sem voz diante do governo para exigir o acesso ao tratamento.

Realização: ABRAF, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal

Projeto apoiado pela Lei de Incentivo à Cultura

Parceria: Casa Hunter

Patrocínio: Bayer e Biomarin

Apoio: Aliber, SBGM – Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica, Associação Raridades, Unidos pela Vida, CDD – Crônicos do Dia a Dia e Amigos Múltiplos pela Esclerose.

Serviço – Festival Raridades

Data: 1 a 25 de novembro de 2020

Online e gratuito

Veja a programação completa em https://festivalraridades.com.br/.

Classificação etária: livre (com exceção dos filmes Deboned e Ilegal, com indicação etária de 12 anos)

Contato

Telefone: (11) 93020-4747

E-mail: contato@festivalraridades.com.br

Redes Sociais ABRAF

www.facebook.com/hipertensaopulmonar

www.instagram.com/hipertensaopulmonar/.

Pinacoteca de São Paulo inaugura nova apresentação de sua coleção

São Paulo, por Kleber Patricio

‘Feitiço para salvar a Raposa Serra do Sol’, do artista contemporâneo indígena Jaider Esbell, é uma das novas obras da coleção. Foto: divulgação.

A Pinacoteca, Museu da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, inaugura, em 31 de outubro, a nova apresentação do acervo de arte brasileira que ocupará 19 salas divididas entre o primeiro e o segundo andar do Edifício da Pina Luz com cerca de mil obras de mais de 400 artistas. A reformulação, elaborada pelo Núcleo de Pesquisa e Curadoria em conjunto com as outras áreas do museu e em diálogo com colaboradores externos, se baseia em narrativas mais diversas e inclusivas.

Depois de 10 anos, a instituição opta por substituir a narrativa linear e cronológica em favor de um olhar mais crítico, que provoca o acervo a reverberar questões mais contemporâneas. O projeto curatorial mescla tempos históricos e técnicas artísticas, debate a representatividade de artistas mulheres, afrodescendentes e indígenas no acervo e investiga as relações entre arte e sociedade, bem como a representação da paisagem e do espaço urbano. A mostra é toda construída a partir de diálogos entre obras, estratégia testada por muitos anos pelos programas educativos.

Dona de um dos acervos mais representativos de arte brasileira do país, a Pinacoteca reúne na nova exposição, que tem o patrocínio da BB Seguros, todas as coleções que hoje se encontram sob sua tutela, Coleção Ioschpe, os comodatos da Nemirovsky e Roger Wright. A mostra conta ainda com comodatos propostos especialmente para a exposição, como é o caso de uma obra da artista carioca Adriana Varejão.

A narrativa está organizada em três núcleos. O primeiro, Territórios da arte, investiga como artistas observam seu próprio corpo e o do outro, como elaboram ideias sobre as possíveis funções e definições de arte, como pensam a arte em um território autônomo. Corpo e território, o segundo núcleo, examina como artistas dão forma à terra ao seu redor, refletindo sobre o violento processo de dominação implícito nessas representações. Por fim, o terceiro núcleo se desenvolve em torno da relação entre Corpo individual/corpo coletivo, em que artistas forjam ideias de comunidade a partir de um corpo, investigam papeis sociais, falam da violência exercida sobre outros corpos e também de afetos e de desejo.

Importante ressaltar que não existe um percurso único para o visitante seguir, uma vez que as salas têm certa autonomia de temas, permitindo que o visitante faça seu próprio percurso. Para a mostra de longa duração, as salas expositivas passaram por reformas civis que oferecerão ao público uma experiência mais qualificada. Devido à pandemia, consulte o protocolo de segurança para visitação no site do museu: http://www.pinacoteca.org.br.

A nova montagem da coleção da Pinacoteca nasce de um questionamento de seu acervo e da história da arte que a instituição pretende contar, considerando as muitas histórias que permaneceram invisíveis. Neste sentido, há uma tentativa de evidenciar e minorar algumas omissões das narrativas hegemônicas, como a sub-representação de mulheres e de artistas afrodescendentes e indígenas. O número de obras de artistas do sexo feminino e de afrodescendentes mais que triplicou em relação à exposição anterior. As artistas mulheres passaram de 17 para 95, e os artistas afrodescendentes, de 7 para 26.

Ainda por meio de uma Doação do Programa de Patronos de Arte Contemporânea da Pinacoteca de São Paulo, o Museu adquiriu, pela primeira vez, em 2019, obras de dois artistas indígenas contemporâneos: Feitiço para salvar a Raposa Serra do Sol, de Jaider Esbell, da etnia Makuxi de Roraima, além de um conjunto de obras de Denilson Baniwa, artista da etnia Baniwa do Amazonas, que estarão expostas.

No mesmo dia, em 31 de outubro, a Pinacoteca de São Paulo abre a sua primeira exposição dedicada à arte dos povos originários. Vexoá: Nós Sabemos ocupa as três novas salas para exposições temporárias localizadas no segundo andar do Edifício Luz e tem a curadoria da doutora em educação (PUC/SP), mestre em artes (UNB) e ativista indígena Naine Terena.

O projeto

O Núcleo de Pesquisa e Curadoria deu início ao projeto da nova coleção da Pinacoteca de São Paulo em 2017. A reformulação foi discutida com todas as áreas do Museu, em fóruns que se tornaram semanais. Além de pesquisa de opinião realizada com visitantes do museu, um seminário realizado em 2018, Modos de ver, modos de exibir, trouxe muitos subsídios de reflexão para a equipe, especialmente no que diz respeito aos debates sobre o pós-colonialismo e a representatividade étnica e de gênero. O projeto contou também com a interlocução de outros profissionais externos, como Moacir dos Anjos, Julia Rebouças, Renata Bittencourt e Denilson Baniwa, que debateram com a equipe da Pinacoteca os conceitos principais da exposição.

Serviço:

Pinacoteca: Acervo

A partir de 31 de outubro

Edifício Pina Luz

Patrocínio: BB Seguros

Edifício Pina Luz

Horário de funcionamento: das 12h às 20h

Endereço: Praça da Luz, 2, Luz – São Paulo/SP

Ingressos: gratuitos para todos, todos os dias da semana, mas é necessário reservar no site da Pinacoteca (www.pinacoteca.org.br).

Importante: O ingresso é válido para visitar a exposição Véxoa: Nós Sabemos e a exposição Acervo. Ele não é válido para visitar as salas expositivas da exposição OSGEMEOS: Segredos, que tem ingresso exclusivo e que também deve ser adquirido/reservado no site do museu.