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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Águas do Santuário do Caraça: opções refrescantes para espantar o calor

Catas Altas/MG, por Kleber Patricio

Águas do Santuário do Caraça – Fotos: PBCM/divulgação.

A Primavera, uma das estações mais queridas pelos brasileiros, começou oficialmente no dia 22 de setembro; no entanto, ela, que é conhecida pelo brotar de flores e por fazer a transição entre o frio para o calor, caprichou neste ano. Prova disso está nas altas temperaturas que estão fazendo as pessoas procurarem opções para se refrescar. O Santuário do Caraça (Estrada do Caraça, Km 9 – entre os municípios de Catas Altas e Santa Bárbara, em Minas Gerais), é uma alternativa para quem está à procura que além da beleza histórica e boa gastronomia e tem consigo surpresas imperdíveis para os turistas se deliciarem de verdade durante a quente temporada.

De acordo com Márcio Mol, gerente geral do local, o Santuário do Caraça alia a tranquilidade ao refrescante contato com a natureza. “Com temperaturas tão altas como as que estamos tendo em Minas Gerais nesses últimos dias, o Caraça oferece para os visitantes muito frescor, por causa das matas, já que é possível fazer trilhas em meio à natureza, e o presente para quem caminha, além de poder desfrutar da beleza do local, é se refrescar nas piscinas naturais e quedas d’água”, comenta o gestor.

Opções para se refrescar no Santuário do Caraça

Águas do Santuário do Caraça – Fotos:
PBCM/divulgação.

Cascatinha | A Cascatinha é formada por quatro quedas d’água e quatro piscinas naturais, das quais duas são permitidas para banho. Localiza-se a 2 km do Santuário, por uma trilha de fácil acesso. Medindo 40 m, suas águas puras nascem acima das quedas, de onde vêm saltando pela encosta e pelas pedras. De acordo com o gerente Márcio Mol, a Cascatinha é um dos locais procurados. “Isso se deve pela curta distância, pela facilidade de acesso e, claro, pela beleza de sua paisagem e pela atração de suas águas. Mesmo nos dias mais frios, turistas e visitantes não conseguem resistir aos encantos da Cascatinha e, esquecendo o frio, a névoa ou a chuva, mergulham em suas águas e refrescam-se em suas piscinas. Neste calor que estamos passando, se torna uma excelente pedida para quem busca se refrescar”, comenta.

Cascatona | Para quem animar andar um pouco mais, há a opção da Cascatona. Uma trilha de 6 km por uma área de Mata Atlântica leva o visitante até o local. É consideravelmente fechada pelas árvores e com caminhos nem sempre muito fáceis de serem percorridos, especialmente no tempo das chuvas. A trilha várias vezes se fecha e, nas partes mais acidentadas e íngremes, exige um esforço maior.

Chegando até à Cascatona, o visitante pode ir até o Oratório, de onde se tem bela vista panorâmica e também pode descer até os poços da cachoeira para um banho ou um mergulho em suas águas geladas. Para tanto, precisa descer pelas pedras por um caminho muito escarpado e íngreme (no local está sendo construída uma escada que facilitará muito o acesso do visitante).

A Cascatinha em outro ângulo.

Márcio Mol explica que é necessário cuidado para ir até o local. “O ideal é sair logo de manhã para a Cascatona e nunca sozinho, mas com pelo menos mais um companheiro, por garantia de segurança. Saindo bem de manhã, não há perigo de escurecer durante a caminhada e, com certo esforço e disposição, pode-se voltar ainda para almoçar. Esse passeio é recomendado para dias sem chuva”, destaca.

Bocaina | A Bocaina encontra-se entre o Pico do Inficionado e a Caraça. É um grande desfiladeiro neste contraforte da Serra do Espinhaço. É a Bocaina que propriamente nomeou o Caraça como tal. Sua trilha, que atravessa um rio, tem uma extensão de 6 km e, além da beleza das montanhas e dos campos por onde se passa, oferece uma série de quedas d’água, piscinas naturais e córregos para o descanso e o lazer. No tempo da seca, a caminhada pode ser feita com certa facilidade, apesar da distância. Já no tempo das chuvas, fica um pouco prejudicada, além de às vezes não ser possível atravessar o rio.

Tanque Grande | A trilha até o Tanque Grande não chega a 2 km e, quando se chega lá, é possível observar o lago artificial margeado por vegetação, construído para gerar energia elétrica, com cerca 400 metros de comprimento por 100 metros de largura – mas apenas para desfrutar do visual, pois não é permitido nadar no local.

Tabuões | Os Tabuões estão a 4 km do Centro Histórico do Caraça. Pode-se ir de carro até certa altura da estrada asfaltada. A trilha tem uma bifurcação e ambos os caminhos levam ao local. O da direita leva a uma grande piscina natural; o da esquerda, a corredeiras formadas por entre o leito rochoso do Ribeirão Caraça. Oferecem oportunidade de descanso e lazer, possibilidade de nadar e se banhar – inclusive, uma pequena duna de areia fina ajuda a formar pequena praia em uma de suas margens.

Banho do Belchior | O Banho do Belchior é uma corredeira de água, isto é, nem uma cachoeira nem um rio manso. A água cai como que cortando as rochas e fazendo várias piscinas naturais. Situa-se a 2 km do Centro Histórico. O caminho é de fácil acesso, plano e sem desníveis.

Piscina | A Piscina do Caraça está num pequeno descampado localizado a menos de 2 km do Centro Histórico. É rústica, sem ladrilhos e com água corrente. Um local muito apropriado para o descanso, o lazer e a confraternização. Vai-se até lá pela estrada asfaltada e é um dos poucos lugares do Caraça aonde se pode ir de carro.

Prainha | A Prainha é, como o próprio nome já diz, uma prainha em que o Ribeirão Caraça passa tranquilamente, com suas margens embelezadas por finíssima areia. Caminho de fácil acesso recomendado para todas as estações. Muito apropriado para crianças, desde que acompanhadas por seus responsáveis, pois as águas são muito rasas e tranquilas, além de ser muito próximo do Centro Histórico, não chegando a 1 km.

Banho do Imperador | O Banho do Imperador era o local, onde, no tempo do Colégio, os meninos tomavam seu banho semanal. Quando da visita de Sua Majestade Dom Pedro II, o próprio Imperador, segundo o relato que fez em seu diário, ali tomou banho, deixando sua imperial assinatura no nome que até hoje este bosque cheio de encantos, cortado pelo Ribeirão Caraça, carrega. É um lugar muito procurado para lazer e confraternizações por sua beleza e pelo clima agradável e ameno, devido às sombras das árvores e pela facilidade de se nadar. Fica a poucos metros do Centro Histórico, bastando apenas descer pela estrada asfaltada

Mais atrações

Gastronomia | A gastronomia do Caraça é um ponto que merece atenção especial dos visitantes. Além da experiência de comer no refeitório histórico, com toda a simplicidade e variedade de sabores da comida mineira, há uma adega no local onde dá para ver o processo de produção do vinho tinto, do hidromel e dos fermentados de laranja, jabuticaba e morango. Há também a padaria, que fabrica pães, bolos e biscoitos e a doçaria, para doces, geleias e compotas. O queijo minas artesanal, cujo processo de fabricação existe há mais de 200 anos, é uma das delícias mais procuradas no Santuário e é matéria prima de vários pratos da região em concursos e festivais gastronômicos.

Fonte de conhecimento | O complexo é tombado como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e Estadual. Foi escolhido como uma das Sete Maravilhas da Estrada Real. Conta com um amplo conjunto arquitetônico onde estão a primeira igreja de estilo neogótico do Brasil, o prédio do antigo Colégio (hoje Museu e Biblioteca), o hotel com 57 apartamentos e quartos, com capacidade para até 230 pessoas e a Fazenda do Engenho, com 26 apartamentos.

O Complexo do Caraça possui enorme diversidade de fauna e flora, com raridades de animais e plantas no meio ambiente. Na ampla diversidade de sua fauna, há 386 espécies de aves, 42 espécies de répteis, 12 espécies de peixes e 76 espécies de mamíferos.

A Reserva Particular do Patrimônio Natural do Santuário do Caraça faz parte de duas importantes reservas ecológicas, as Reservas da Biosfera da Serra do Espinhaço Sul e a da Mata Atlântica, onde há diversas espécies de flora e fauna, algumas encontradas somente no Complexo do Santuário do Caraça, que fica na transição entre Mata Atlântica e Cerrado, onde também há campos rupestres. Em suas serras há nascentes, ribeirões e lagos que possuem águas de coloração escura, que carreiam material orgânico em suspensão.

Seu solo é rico em minérios, explorados nos séculos anteriores e com grande concentração de quartzito ou rocha metamórfica. Desde 2011, passou a ser preservado contra exploração comercial. O clima tem baixas temperaturas e elevada umidade do ar, comuns em ambientes de mata.

O território do Complexo do Caraça integra a Área de Proteção Ambiental ao Sul da Região Metropolitana de BH, onde começam duas grandes bacias hidrográficas, a do rio São Francisco e a do rio Doce, que abastecem aproximadamente 70% da população de Belo Horizonte e 50% da população de sua região metropolitana.

Biblioteca | A Biblioteca hoje está instalada no prédio onde funcionava o célebre Colégio, que hoje abriga também o Museu, o Arquivo e um Centro de Convenções

Museu | O museu, montado a partir de mobiliário e artefatos diversos de uso diário, pertencentes ao próprio Caraça e com algumas peças remanescentes de séculos passados, constitui um interessante lugar de visitação, diariamente procurado pelos hóspedes e visitantes, através de percursos guiados pelos monitores ou por conta própria.

Igreja Neogótica | O Santuário do Caraça é a primeira igreja neogótica do Brasil, construída sem mão-de-obra escrava e toda com material regional: pedra-sabão (retirada de perto da Cascatona), mármore (das proximidades de Mariana e Itabirito, Gandarela) e quartzito (da região do Caraça e vizinhanças), unidos com produtos de base de cal, pó de pedra e óleo.

Serviço:

Santuário do Caraça

Local: Estrada do Caraça, Km 9 – entre os municípios de Barão de Cocais, Catas Altas e Santa Bárbara. Fácil acesso pelas rodovias BR 381 e MG 436, além do cômodo acesso por trem (Estação Dois Irmãos – Barão de Cocais).

Facebook: https://www.facebook.com/complexosantuariocaraca/

Instagram: @santuariodocaraca

Reservas: centraldereservas@santuariodocaraca.com.br

Taxa de entrada: a partir de R$12,00 (em dias de semana)

Site com opções de hospedagens: https://www.santuariodocaraca.com.br.

Nova série digital do SESC Pinheiros, ‘Muito Prazer, Meu Primeiro Disco’, tem curadoria e entrevistas de Zuza Homem de Mello e Lucas Nobile e mediação de Adriana Couto

São Paulo, por Kleber Patricio

Estreia da série, com a entrevista de Gilberto Gil sobre seu álbum ‘Louvação’ (1967), acontece no dia 3 de outubro, sábado, às 18h, nas redes sociais do SESC. Foto: Flora Gil.

O SESC Pinheiros apresenta nova série digital, Muito Prazer, Meu Primeiro Disco, idealizada pelo jornalista e escritor Lucas Nobile, em curadoria conjunta com o musicólogo e jornalista Zuza Homem de Mello. As entrevistas são conduzidas por eles e a mediação fica a cargo da jornalista Adriana Couto.

O projeto lança luz sobre os primeiros discos da carreira dos artistas convidados, que se tornaram icônicos na história da música brasileira. A estreia da série, com a entrevista de Gilberto Gil sobre seu álbum Louvação (1967), acontece no dia 3 de outubro, sábado, às 18h, nas redes sociais do SESC (YouTube do SESC Pinheiros e na plataforma do SESC Digital).

Montagem divulgação

Muito Prazer, Meu Primeiro Disco pretende revisitar os primeiros trabalhos de grandes nomes da história da música brasileira. São álbuns de estreia que, já nesse momento inicial, se mostram relevantes e consistentes e revelam marcas da trajetória posterior do artista. Mensalmente, em cada episódio, um artista musical é entrevistado por Zuza e Nobile, sempre com a mediação de Adriana, quando contarão um pouco sobre o processo de criação e produção do disco, faixa a faixa, compartilhando ainda histórias e memórias afetivas.

O idealizador da nova série, Lucas Nobile, por ele mesmo.

“As hoje consagradas carreiras de todos esses artistas tiveram um ponto de partida. É sobre essas ‘pedras fundamentais’ da música popular brasileira que a gente vai se debruçar. Para além da riqueza de informações, é comovente ver esses criadores e criadoras olharem em perspectiva para um período tão marcante de formação — não apenas musical — de suas vidas”, comenta Lucas Nobile, que acrescenta: “São discos que fizeram (e ainda fazem) parte da vida de muita gente. A série tem esse caráter documental e a intenção de manter acesos esses patrimônios da cultura e da identidade brasileiras”.

Sobre o episódio de estreia, Zuza diz de seu amigo desde 1965: “Gil tem o código secreto para não parar. Ele não parou durante esse tempo todo. Ele tem a chave da sabedoria para não envelhecer”. O crítico ainda ressalta uma característica ímpar da música Louvação (que dá nome ao álbum de estreia de Gil), explicando que a canção ficou marcada também por um momento histórico sensível, com o incêndio na rádio Panamericana. Em meio aos procedimentos de contenção do fogo e restauração das coisas e das emoções, Louvação desempenhou ali um papel importante. “Ficamos todos impactados pelo disco de Gil naquela época, pois já mostrava muita coisa do que iria acontecer”, finaliza.

Saiba mais sobre os proponentes

Adriana Couto é a mediadora das entrevistas. Foto: divulgação.

Adriana Couto é jornalista e apresentadora do programa Metrópolis há mais de dez anos. Na TV Cultura também comandou a bancada do Jornal da Cultura. Começou a carreira na Rádio CBN ainda estudante de jornalismo da PUC SP. Como apresentadora e repórter do Canal Futura/RJ, aprofundou sua pesquisa em educação e jornalismo público. Na TV Globo, trabalhou como repórter do programa musical Fama e do RJTV. Em 2016 e 2018, ganhou o Prêmio Comunique-se na categoria jornalismo cultural/mídia falada. Dirigiu o curta documental O Fervo, sua primeira experiência na direção.

Lucas Nobile é jornalista e autor de Dona Ivone Lara: a primeira-dama do samba (2015/ Sonora Editora) e de Raphael Rabello: o violão em erupção (2018/ Ed. 34). Idealizador e pesquisador do documentário Garoto – Vivo Sonhando (Menção Especial de Pesquisa pelo júri do festival In-Edit Brasil 2020). É colaborador da Rádio Batuta (IMS).

Zuza Homem de Mello, que divide com Lucas Nobile o papel de entrevistador. Foto: Marco Aurelio Olimpio.

Zuza Homem de Mello é jornalista e produtor musical. Estudou na School of Jazz de Tanglewood, Massachussets e na Juilliard School of Music de Nova York, NY. São 65 anos dedicados à divulgação e preservação da música popular brasileira e do jazz. Atuou como crítico musical, idealizou, programou, produziu e apresentou programas de rádio e produziu shows e discos, além de ter sido curador de eventos e festivais. É autor dos livros Música popular brasileira cantada e contada (Melhoramentos, 1976), A Canção no Tempo, Volumes 1 e 2, com Jairo Severiano (Edit. 34, 1997-98), João Gilberto (Publifolha, 2001), A Era dos festivais (Editora 34, 2003), Música nas veias (Editora 34, 2007), Eis aqui os Bossa Nova (Editora Martins Fontes, 2008), Música com Z (Editora 34, 2014), contemplado com o Prêmio APCA, Copacabana, a trajetória do samba-canção, (Edit. 34 e Edições SESC, 2017) e, em curso, novo livro sobre a biografia de João Gilberto (Editora 34).

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Maior congresso de saúde do Brasil terá versão digital e aberta a todos os públicos gratuitamente

São Paulo, por Kleber Patricio

Imagem de Darko Stojanovic por Pixabay.

Em 2020, o sistema de saúde brasileiro foi colocado à prova. A pandemia de Covid-19 trouxe mudanças profundas para a população e, por isso, a Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), ciente de sua responsabilidade para o fomento à saúde, abrirá as portas do maior fórum de debate sobre o setor, em novembro, para toda a sociedade. Para viabilizar a iniciativa e ampliar a discussão, o Congresso Nacional dos Hospitais Privados – Conahp 2020 contará com parceiros estratégicos que representam os elos do setor de saúde na correalização de uma edição totalmente gratuita, digital e social.

Sob o mote Vamos fazer juntos?, a Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde (Abimed), a Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios (Abimo), a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), a operadora nacional do Sistema Unimed, Central Nacional Unimed (CNU), e a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) se juntaram à Anahp com o objetivo de discutir os impactos da pandemia e o futuro da saúde no país.

Segundo Eduardo Amaro, presidente do Conselho de Administração da Anahp, não seria possível realizar um evento de tal magnitude sem a união de todo o setor. “As mudanças trazidas pela pandemia exigem uma organização impecável de toda a cadeia de saúde. Traremos especialistas de outros países, líderes do combate à Covid-19, e, juntos, traçaremos os caminhos e as oportunidades para um sistema de saúde ainda mais forte e inclusivo”.

O Conahp, com o tema Lições da pandemia: desafios e perspectivas para o sistema de saúde brasileiro, será realizado entre os dias 16 e 20 de novembro em ambiente digital (3D) e terá a participação de cerca de 100 palestrantes (nacionais e internacionais). A inscrição é gratuita pelo link http://conahp.org.br/2020/.

Conheça os líderes que fazem parte dessa iniciativa:

Fernando Silveira, presidente executivo da Abimed: “O Conahp contribui para o desenvolvimento da saúde e tenho certeza de que este ano não será diferente. O tema é oportuno, já que a pandemia deixou evidente a importância do setor. A participação da Abimed fortalece sua posição na promoção do valor da tecnologia na ampliação do acesso da população a tratamentos médicos e contribui com a eficiência do setor no enfrentamento dos desafios pós-pandemia.”

Franco Pallamolla, presidente da Abimo: “A participação e o apoio no Conahp vêm ao encontro do atual momento do nosso país, no qual a união de esforços em busca de soluções tem sido a característica principal de todos os setores produtivos. Estar presente numa iniciativa desse porte só reforça nosso compromisso em contribuir para o fortalecimento e a sustentabilidade da cadeia de saúde.”

Reinaldo Scheibe, presidente da Abramge: “A parceria dos representantes do sistema de saúde é fundamental. A união entre as entidades e os stakeholders torna possível a operacionalização de soluções inteligentes e céleres; afinal, o trabalho conjunto é essencial para a melhoria contínua da dinâmica deste setor, que visa promover maior interação entre o público e o privado e concentrar esforços no acesso aos serviços de saúde à população”.

Alexandre Ruschi, presidente da Central Nacional Unimed: “Neste momento em que o mundo está atônito com as repercussões da Covid-19, participar com a Anahp das reflexões que nortearão a assistência hospitalar pós-pandemia é uma grande responsabilidade, como atores relevantes das iniciativas que sustentam o modelo de saúde brasileiro. A Central Nacional Unimed representa todo o Sistema Unimed e sente-se honrada em contribuir para o sucesso do Conahp”.

Vera Valente, diretora executiva da FenaSaúde: “A parceria entre hospitais privados e operadoras de saúde no país tem um foco muito claro: continuar a atender bem 47 milhões de beneficiários. O sistema esteve a toda prova durante a pandemia do novo coronavírus e conseguiu se sair bem. É mais uma mostra da qualidade de nossa rede de saúde, de seus profissionais e do sistema de saúde suplementar brasileiro”.

Prefeitura intensifica vacinação contra o sarampo no próximo sábado (3)

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: Eliandro Figueira.

A Secretaria Municipal de Saúde de Indaiatuba informa que no próximo sábado (3) acontece a última ação da intensificação da vacinação contra sarampo, que será realizada na Praça Dom Pedro II das 9h às 14h. A vacina está sendo realizada em todas as pessoas na faixa etária de 30 a 49 anos. Já para crianças e adultos com idades entre 6 meses e 29 anos, vacina é indicada de forma seletiva, ou seja, apenas se houver alguma dose em atraso. Por essa razão, é muito importante apresentar a carteira de vacinação. Durante a ação também serão realizadas orientações sobre a Covid-19 e aferição de temperatura corporal.

Aqueles que ainda não tomaram a vacina e que não puderem comparecer na Praça Dom Pedro II no próximo sábado ainda terão a oportunidade de comparecer em qualquer Unidade Básica de Saúde (UBS) ou Programa de Saúde da Família (PSF) do município para receber a imunização, uma vez que a Mobilização Nacional da Vacinação Contra Sarampo seguirá até o dia 31 de outubro.

Vacinar a população contra o sarampo é uma estratégia do Ministério da Saúde para interromper a transmissão do vírus no Brasil, que voltou a circular em 2019. De acordo com Boletim Epidemiológico divulgado pelo Governo Federal, até o dia 25 de julho deste ano foram confirmados 7.293 casos de sarampo em 21 estados brasileiros, 721 no Estado de São Paulo. Indaiatuba registrou um caso da doença em 2020.

O sarampo é uma doença grave e de alta transmissibilidade. Uma pessoa infectada pode transmitir para até outras 18 pessoas. A disseminação do vírus ocorre por via aérea ao tossir, espirrar, falar ou respirar.

Artigo: “O Dia da Natureza”, por Marcus Nakagawa

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

O desmatamento na Amazônia cresceu 34% de agosto de 2019 a julho de 2020 em comparação com o mesmo período anterior, segundo as informações provenientes do Deter, programa do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). O valor total da área desmatada entre agosto de 2018 e julho de 2019 já havia sido superado este ano no início de junho.

Os dados do mês de julho de 2020 revelam uma destruição no bioma considerável – são mais de 1500 km² devastados em 30 dias. De fato, estamos perdendo, aos poucos, nossa biodiversidade e, se continuarmos nesse ritmo, corremos grande risco de zerarmos nossa maior reserva natural do mundo, que exerce grande influência na regulação climática mundial.

Já no pantanal, áreas queimadas ultrapassam dois milhões de hectares – tamanho referente a 10 vezes as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro juntas.

Por isso é de extrema importância reforçar e promover ações que visem o meio ambiente e traga conscientização a todos. O Dia da Natureza (4 de outubro) tem servido justamente para fazer com que possamos mudar nossos pensamentos, hábitos e consumos, tanto dentro de casa, quanto em um ambiente organizacional. Uma boa maneira para começar a diminuir os impactos negativos na natureza é plantando uma árvore.

Além disso, outras medidas podem ser tomadas, como:

– Separar adequadamente o lixo. Dessa forma, é possível que a coleta seletiva recolha os resíduos e faça a reciclagem. Caso a coleta não esteja disponível no local em que você mora, basta entregar em cooperativas;

– Desperdiçar menos água com banhos demorados;

– Evitar o consumo excessivo de carne, pois a produção causa vários danos ambientais, inclusive o gasto excessivo de água;

– Optar por produtos produzidos por meio da agricultura orgânica, que são livres de agrotóxicos;

– Prefira não utilizar automóveis. Dê preferência a bicicletas, transporte público ou até mesmo a uma caminhada;

– Compre produtos de empresas que estão envolvidas com programas de responsabilidade socioambiental.

É preciso pensar no futuro, principalmente aquele que queremos deixar para a próxima geração, e preservar a riqueza de recursos que temos hoje para não faltar amanhã.

Fonte: Marcus Nakagawa é professor da ESPM; coordenador do Centro ESPM de Desenvolvimento Socioambiental (CEDS); idealizador e conselheiro da Abraps (Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade) e palestrante sobre sustentabilidade, empreendedorismo e estilo de vida. Vencedor do Prêmio Jabuti 2019/Economia Criativa com o livro 101 Dias com Ações Mais Sustentáveis para Mudar o Mundo e coautor dos livros Marketing para Ambientes Disruptivos e Nosso mundo: não temos plano B. www.marcusnakagawa.com.