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Trupe sustentável faz espetáculos circenses sem público e disponibiliza sessões no YouTube

Itaboraí, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

Itaboraí, município da Região Metropolitana do Rio, recebe, neste mês de março, as primeiras 32 apresentações de um circo inovador, “movido” exclusivamente a energia solar. A trupe Mundo De La Costa, cria da cidade de 220 mil habitantes, foi selecionada pela Lei Aldir Blanc para colocar de pé o espetáculo O Mágico no Mundo de La Costa, 100% sustentável do início ao fim. Por causa da pandemia, as apresentações tornaram-se virtuais, transmitidas pela internet.

A inovação na utilização da energia solar é possível graças a uma Kombi adaptada, equipada com placas solares e um gerador. O veículo é uma espécie de vedete que fica nos bastidores e fornece eletricidade suficiente para 80 minutos de luz e som. Administrado pelo casal de artistas circenses Roberto e Viviane De La Costa, o empreendimento inclui, ainda, ações de reciclagem de lixo, educação ambiental e plantio de árvores nativas da Mata Atlântica.

YouTube | As regras impostas pela pandemia causaram mudanças importantes nos planos do casal de artistas empresários. Devido às restrições, a lona montada no Clube Vera Gol, no Centro de Itaboraí, não pode sediar os espetáculos com a presença do público. As transmissões estão sendo feitas pelo canal da companhia, no YouTube. “Tínhamos todo um esquema preparado para receber a plateia, com ações de recolhimento de lixo reciclável, arrecadação de alimentos e distribuição de mudas da mata atlântica, entre outras iniciativas relacionadas à educação ambiental”, diz Roberto De La Costa, herdeiro de Aberaldo Costa, o palhaço Zé Linguiça, um dos principais parceiros do consagrado Carequinha. “Há um ditado que diz: ‘Quando não se pode fazer o que se deve, deve-se fazer o que se pode’. Estamos fazendo o que se pode para realizar os espetáculos online”, afirma o malabarista, formado pela Escola Nacional de Circo.

Utilização da energia solar é possível graças a uma Kombi adaptada, equipada com placas solares e um gerador.

Magia sustentável | No elenco, além do mágico, um dinossauro vegano – o Vaganossauro – e o próprio Roberto De La Costa animam os espectadores com música, malabarismo e números de ilusionismo que levam em conta a capacidade de transformar objetos como garrafas PET em brinquedos e outros itens, aproveitando a oportunidade para dar dicas de reciclagem e sustentabilidade a adultos e crianças. Um personagem místico oriundo da floresta, o simpático Barrigudinho, também faz parte do espetáculo.

As apresentações acontecem de 25 a 28 de março, com sessões diárias às 10h, 15h, 18h e 20h. A transmissão é na página do Circo De La Costa no YouTube. O endereço eletrônico é https://youtube.com/user/circodelacosta. Todas as apresentações são abertas e gratuitas, e ficam disponíveis para quem quiser assistir em qualquer horário. Há sessões com tradução em tempo real para surdos, na Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Criado na China | O Circo De La Costa, que compõe o grupo Mundo De La Costa, foi criado há 10 anos por Roberto e Viviane De La Costa na China, quando ambos trabalhavam em circos locais no país asiático. Desde o início, a ideia era realizar espetáculos e outras ações tendo o meio ambiente como foco principal. Ao longo de uma década, além de espetáculos, o casal promove apoio a comunidades indígenas, educação ambiental e oficinas por diversas regiões do Brasil, além de plantios de árvores nativas da Mata Atlântica no Estado do Rio de Janeiro.

Serviço:

O Mágico no Mundo de La Costa

Dias: 25 a 28 de março

Horários: 10h, 15h, 18h e 20h

Transmissão gratuita: youtube.com/user/circodelacosta.

Museu do Ipiranga e Wikipédia apresentam pesquisas sobre a Casa Brasileira em série de eventos digitais

São Paulo, por Kleber Patricio

Brinquedo – caldeirão metal e ágata, Coleção Inah Meirelles Faria Guimarães. Foto: José Rosael/Hélio Nobre/Museu Paulista.

Espaço que, de um ano para cá, passou a reunir tantas atividades de nossas vidas, a Casa Brasileira é o tema que norteia as ações do Museu do Ipiranga em parceria com o Wiki Movimento Brasil (WMB) em 2021. Serão cinco encontros com pesquisadores da área, que falarão sobre as linhas de pesquisa que desenvolvem no Museu, fornecendo ao público conhecimentos e caminhos para criar e aprimorar verbetes sobre o assunto na Wikipedia. Por meio do Wikiconcurso, até o dia 15 de maio, os editores concorrerão a prêmios de até R$2.500 em vale-compras no Submarino. Para saber mais, clique aqui.

“A Casa Brasileira é tema de pesquisa do Museu do Ipiranga há mais de 30 anos e estará presente nas exposições de reabertura, em 2022”, conta Vânia Carneiro de Carvalho, coordenadora do projeto de implantação das novas exposições e docente do Museu. Segundo a professora, este é um museu de História que estuda a sociedade brasileira a partir de sua dimensão material. “Partimos da premissa de que a nossa interação com a matéria é o que nos torna humanos, e o que constitui nossas identidades sociais e culturais”.

A professora é responsável projeto Processamento de Alimentos no Espaço Doméstico. São Paulo, 1860-1960, que reúne alunas de iniciação científica, mestrado e doutorado sob sua orientação. Em conjunto, desenvolveram com o WMB os cinco eixos que norteiam os encontros, bem como a lista de verbetes a serem desenvolvidos em cada um. São eles A Casa Moderna, Decoração e identidades feminina e masculina, Cozinha e suas coisas, Intérpretes da casa brasileira e Louça paulista.

As maratonas de edição acontecem às sextas-feiras, às 14h, via YouTube, com a presença da curadora nos dois primeiros e no penúltimo encontro. No terceiro, falará ao público o grupo de pesquisa e, no último, o historiador José Hermes Martins Pereira. Às 15h, via Google Meet, a equipe do WMB oferecerá um tutorial de como editar a Wikipédia, para que novos usuários possam contribuir facilmente com a plataforma. Não é necessário conhecimento prévio. Para mais informações sobre os eixos temáticos e inscrições, consulte a programação abaixo.

A Casa Moderna | 26/3, sexta-feira, às 14h | Inscrições: clique aqui

A casa moderna teve sua origem no século XIX, quando o espaço de morar deixou de ser um lugar de trabalho, produção de alimentos e práticas culturais e educacionais para se tornar um lugar de desenvolvimento da dimensão subjetiva dos integrantes da família nuclear burguesa. Para que isso acontecesse, a casa teve seus espaços especializados, sendo parte deles reservada a poucos – nascia a ideia de privacidade, de intimidade, de interioridade da casa e das pessoas. Conhecer e definir os espaços especializados da casa, bem como os objetos que constituem esses espaços, é uma maneira de conhecer o modo de funcionamento de nossa sociedade, bem como a história da habitação e construção civil no Brasil.

Decoração e identidades feminina e masculina | 23/4, sexta-feira, às 14h | Inscrições: clique aqui

A casa moderna é um lugar importante para o desenvolvimento das identidades individuais e sociais. Tais identidades não acontecem sem os marcadores de gênero; isto é, espaços e objetos da casa são elementos ativos na produção de noções ligadas ao gênero feminino e masculino. Ao vivenciar o mundo concreto da casa, somos convidados inconscientemente a seguir tradições e convenções culturais. Os modos dessa construção variam. No caso feminino, há uma forte conexão entre a ornamentação do corpo da mulher e a ornamentação dos objetos decorativos, o que torna a identidade feminina mais difusa do que a identidade masculina, constituída por objetos funcionais e associados ao prazer e conforto corporais. Definir os objetos a partir dessa perspectiva pode explicar muito sobre nossos valores e comportamentos.

Cozinha e suas coisas | 28/5, sexta-feira, às 14h | Inscrições: clique aqui

A história das cozinhas é pouco conhecida. Menos ainda são seus equipamentos e ferramentas. As atividades de trabalho empreendidas nas cozinhas trazem questões importantes sobre a convivência entre objetos tradicionais – manuais ou mecânicos – e objetos modernos – eletrificados. Conhecer esse universo de coisas que compõem a cozinha é o objetivo do grupo de pesquisa que estuda os acervos de cozinha do Museu Paulista. Há muitos objetos que precisam ser identificados, ter seus diversos nomes pesquisados, suas funções e períodos de uso estabelecidos. A consolidação de um repertório dos equipamentos e ferramentas de cozinha é algo necessário e que muito ajuda no avanço do conhecimento das casas brasileiras.

Intérpretes da casa brasileira | 18/6, sexta-feira, às 14h | Inscrições: clique aqui

O Brasil conta com um elenco importante de obras sobre as moradias brasileiras. Essas obras se desenvolveram pioneiramente entre os arquitetos, interessados nas configurações espaciais dos interiores domésticos. Foram eles que primeiro procuraram definir as tipologias de casas, estudaram a atuação de construtores e descreveram as configurações de espaços internos da moradia associados às suas funções produtivas e sociais. Outra vertente, a dos historiadores, se dedicou a compreender os tipos de objetos próprios das casas. Produziram estudos tradicionais sobre mobiliário, estudos sobre a riqueza e costumes das famílias por meio dos inventários e, mais recentemente, estudos sobre os objetos da casa e suas relações com a vida psíquica, social e cultural de seus moradores.

É ainda importante mapear obras e revistas de época, que são fontes documentais de grande valia para o conhecimento das casas. Os manuais de economia doméstica, de orientação feminina, puericultura e etiqueta trazem inúmeras informações sobre os objetos da casa e seus espaços, seus modos de funcionamento e os valores e sentidos associados a essa materialidade. A estas obras somam-se as revistas de época,a que trazem artigos e anúncios sobre decoração, sobre inúmeros objetos pertencentes ao espaço doméstico, além de receitas e crônicas sobre a vida doméstica.

Louça paulista | 9/7, sexta-feira, às 14h | Inscrições: clique aqui

Todas as casas têm um lugar de encontro. Refeições, festas e visitas seguem regras que variam dependendo do grupo e classe sociais, mas compartilham da mesma intenção: consolidar os vínculos entre as pessoas. A louça desempenha um papel fundamental ao materializar a importância dessas ocasiões, servindo de ferramenta para o estabelecimento de divisões e vínculos sociais. Por meio do uso das louças, um morador mostra ao outro a sua “educação”, o seu gosto, os seus valores. No século 19, os serviços de porcelana importados da Europa se tornaram um dos mais importantes sinais de opulência e sofisticação. Os ornamentos, as dourações, os brasões e monogramas materializaram o requinte que as elites enriquecidas almejavam. Enquanto os caros serviços de porcelana decorada eram adquiridos pelas elites, as camadas médias e populares consumiam serviços mais baratos, mas também ornamentados. Mesmo com simplicidade, a função era a mesma: sinalizar as refeições e ocasiões especiais. Ao longo do século 20, as indústrias produziram serviços de café, chá e jantar para diversos tipos de público. Fábricas de porcelana estabelecidas no Brasil comercializavam similares das porcelanas europeias, enquanto outras indústrias criaram conjuntos com matérias-primas mais acessíveis.

Museu do Ipiranga e Wikipédia | Em parceria, o Wiki Movimento Brasil (WMB) e o Museu do Ipiranga traçaram um plano digital para aumentar a presença do acervo da instituição na Internet. O plano inclui maratonas de edição, que em 2020 resultaram em mais de 2.500 edições de aprimoramento de verbetes, com mais de 2,6 milhões de visualizações. No mesmo ano, o Wikiconcurso angariou 862 inscritos, adicionando 1,3 milhões de bytes na plataforma. Além disso, foram carregados 2.958 arquivos no Wikimedia Commons.

A iniciativa integra o Museu a um movimento global ao qual se unem instituições culturais, bibliotecas e arquivos de vários países. Dessa maneira, a instituição também adere a práticas de conhecimento aberto e licenças livres e, com isso, deve atingir públicos mais diversificados e fomentar novas parcerias. O plano inclui, ainda, ações estratégicas para dar visibilidade a grupos menos presentes na plataforma, como mulheres, negros e indígenas. A iniciativa tem a parceria da Fundação Banco do Brasil.

Museu do Ipiranga – USP | Fechado desde 2013, o Museu do Ipiranga é sede do Museu Paulista da Universidade de São Paulo e seguiu em atividade com eventos, cursos, palestras e oficinas em diversos espaços da cidade. As obras de restauro, ampliação e modernização do Museu são financiadas via Lei de Incentivo à Cultura. A gestão do Projeto Novo Museu do Ipiranga é feita de forma compartilhada pelo Comitê Gestor Museu do Ipiranga 2022, pela direção do Museu Paulista e pela Fundação de Apoio à USP (FUSP). As obras se iniciaram em outubro de 2019 e a expectativa é de que o museu seja reaberto em setembro de 2022 para a celebração do bicentenário da Independência do Brasil. Para mais informações sobre o restauro, acesse o site museudoipiranga2022.org.br.

O edifício, tombado pelo patrimônio histórico municipal, estadual e federal, foi construído entre 1885 e 1890 e está situado dentro do complexo do Parque Independência. Concebido originalmente como um monumento à Independência, tornou-se em 1895 a sede do Museu do Estado, criado dois anos antes, sendo o museu público mais antigo de São Paulo e um dos mais antigos do país. Está, desde 1963, sob a administração da USP, atendendo às funções de ensino, pesquisa e extensão, pilares de atuação da Universidade.

As obras do Novo Museu do Ipiranga são financiadas via Lei de Incentivo à Cultura. Patrocinadores e parceiros: BNDES, Fundação Banco do Brasil, Vale, Bradesco, Caterpillar, Comgás, CSN – Companhia Siderúrgica Nacional, EDP, EMS, Itaú, Sabesp, Banco Safra, Honda, Postos Ipiranga, Pinheiro Neto Advogados e Atlas Schindler.

Mapa inédito aponta florestas tropicais como celeiro de espécies que ainda não descobrimos

Mundo, por Kleber Patricio

Foto: Alenka Skvarc/Unsplash.

Cerca de 1,5 milhão de espécies de seres vivos já foram mapeadas pela ciência em todo o planeta — e, de acordo com estimativa de pesquisadores, ainda há mais do que cinco vezes essa quantidade para ser descoberta. Pensando nisso, cientistas da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) em parceria com a Universidade de Yale, dos Estados Unidos, desenvolveram um modelo que usa informações sobre a probabilidade de descoberta das espécies para gerar um mapa das regiões com espécies não descobertas. Segundo o modelo, 60% das futuras descobertas devem ocorrer em florestas tropicais como Amazônia e Mata Atlântica. Os resultados estão em estudo publicado na revista Nature Ecology and Evolution.

Utilizando bases de dados disponíveis online, os cientistas compilaram onze tipos de informações que potencialmente afetam a probabilidade de descoberta das espécies. No total, foram compilados dados para mais de 32 mil espécies de vertebrados terrestres; isto é, anfíbios, répteis, aves e mamíferos. Entre essas informações, está, por exemplo, o tamanho do corpo, condições climáticas onde a espécie ocorre e a quantidade de especialistas que estudam cada espécie. Com essas informações em mãos, os cientistas mapearam o percentual de espécies conhecidas para cada região do planeta. De acordo com o pesquisador Mario Moura, porta-voz do estudo, o mapa antecipa onde estão as espécies ainda não descritas pela ciência. A pesquisa foi financiada pela National Science Foundation, NASA, National Geographic e E. O. Wilson Biodiversity Foundation.

Segundo o estudo, os países com maior quantidade de espécies não descritas são Brasil, Indonésia, Madagascar e Colômbia — os quatro juntos somam 25% de todas as futuras descobertas de novas espécies. O Brasil sozinho possui cerca de 10% das futuras descobertas. “Quando as futuras descobertas são analisadas por tipo de animal, temos que 48% das novas descobertas serão de répteis (lagartixas, serpentes, lagartos), 30% de anfíbios (principalmente sapo, perereca e rãs que ocorrem no chão de florestas), 15% de mamíferos (principalmente roedores e morcegos) e 6% de aves (principalmente aves canoras)”, destaca Mario Moura.

No artigo, os pesquisadores apresentam um mapa das dez regiões com maior potencial para abrigar novas espécies no planeta. “Essas dez regiões englobam cerca de 70% de todas as espécies não descritas de vertebrados terrestres”, acrescenta Moura.

O estudo oferece um novo enfoque para as pesquisas em biodiversidade ao ranquear as regiões do planeta de acordo com o potencial de descoberta de novas espécies. “O nosso trabalho poderá orientar novas pesquisas em taxonomia e acelerar o descobrimento de espécies”, explica Moura. Sem o descobrimento formal dessas espécies desconhecidas, o planejamento de conservação é efetuado de modo incompleto. “Espécies sem uma descrição formal não podem ser avaliadas e categorizadas com relação ao seu nível de ameaça. Para conservar, é preciso conhecer”, destaca o pesquisador.

(Fonte: Agência Bori)

Quarteto Guarany apresenta espetáculo “Varinhas e Batutas”

Indaiatuba, por Kleber Patricio

A Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e Associação Camerata Filarmônica de Indaiatuba apresentam o espetáculo Varinhas & Batutas.

O espetáculo foi idealizado e realizado pelo Quarteto Guarany, um quarteto de cordas que se apresenta com frequência para o público infanto-juvenil no município de Indaiatuba e região.

Com a nova realidade imposta pela pandemia, os concertos, que lotavam quadras de esporte, praças e teatros, foram formatados para serem realizados em ambiente online. Com o recurso da gravação e das novas possibilidades de edição de vídeo, foi criado um espetáculo único, que une música e magia por meio de um roteiro cuidadosamente elaborado para trazer conhecimento e um momento de diversão com alta qualidade artística para o público infanto-juvenil. Desta junção de linguagens, nasceu o espetáculo Varinhas & Batutas, com direção artística de Natália Laranjeira, participação especial do mágico Fernando Lazzaro e as mais belas músicas executadas pelo Quarteto Guarany e convidados. Este projeto foi realizado com recursos da Lei Aldir Blanc via ProAC Lab.

Onde assistir: https://www.youtube.com/channel/UClKSmZ3wrbc_S9-AlALHHDQ.

Serviço:

22/3 – 2ª F – Parte I

Looney Tunes (3:00) apenas os primeiros (0’30)

Rossini – abertura O Barbeiro de Sevilha (4’00)

Elgar – Enigma Variations (5’53)

23/3 – 3ª F – Parte II

Bizet – Habanera (3’30): mágica da cartola e coelho

Korsakov – Dance of the tumblers (4’30)

24/3 – 4ª F – Parte III

Mozart Mix (2’30) + Brahms Hungarian Dance (2’30) – mágica do Neves

Mendelssohn – Midsummer night’s dream – dance of the clowns (3’00)

25/3 – Parte IV

Ópera – Rigoleto, Boheme, Brindisi (4’00) – tocar sem a Musetta – mágica do cubo

Dvorak – Sinfonia Novo Mundo (1º mov) (4’00)

26/3 – Parte V

Halloween spooktacular (5’00) – trilha da mágica da guilhotina

Handel – Aleluia (3’45)

27/3 – Parte VI – final

Ravel – Mother goose suite (3’30) – mágica das cordas

Looney Tunes (3:00) inteiro para os créditos

Ficha técnica:

Varinhas e Batutas

Direção artística e maestrina: Natália Larangeira

Quarteto Guarany e convidados: mágico Fernando Lazzaro.

Arnaldo Antunes lança coleção de estampas na Chico Rei

Juiz de Fora, por Kleber Patricio

As oito estampas são inspiradas nos poemas, capas de discos e canções do artista. Fotos: divulgação.

O músico, poeta e artista visual Arnaldo Antunes, lança sua coleção oficial na Chico Rei, e-commerce nacional líder no segmento de camisetas criativas e personalizadas. Ao todo, a coleção possui oito estampas, compostas pelos poemas visuais, capas de discos e canções do compositor, que estarão presentes nas camisetas, canecas, posters e capas de celular.

“A poesia visual de Arnaldo Antunes, acompanhada da musicalidade de um compositor rico em letras, parcerias e feitos, resulta em uma coleção oficial diversa pontuada por sua caligrafia e pelo iê-iê-iê de quem produz tanto por saber que ‘o que vinga vem da mudança”, comenta Bruno Imbrizi, CEO da Chico Rei.

Toda a coleção da Chico Rei é feita artesanalmente com fibra 100% natural de algodão sustentável, refinada e penteada, além de ser vegana atestada pelo selo PETA, que garante que os produtos da linha de vestuário da Chico Rei (camisetas e moletons) não empregam qualquer tipo de exploração animal em seus processos de produção, seja nos componentes ou nas práticas.

Sobre a Chico Rei | A Chico Rei é a maior plataforma online no segmento de camisetas criativas e personalizadas do Brasil – são mais de três mil ilustrações aplicadas em produtos criativos. Desde 2019, todos os seus produtos têm parte da renda revertida em impacto social por meio do selo Camisetas Mudam o Mundo. No primeiro ano do projeto, o foco foi melhorar as condições da Escola Municipal Santos Dumont, com 800 alunos, vizinha de bairro da empresa, em Juiz de Fora. Em 2020 foi inaugurada a célula de produção na Penitenciária masculina Professor Ariosvaldo Campos Pires, em uma aposta de ressocialização pelo trabalho.