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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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SP-Arte anuncia nova data e local

São Paulo, por Kleber Patricio

SP-Arte 2019 – Pavilhão da Bienal. Foto: Ênio Cesar | SP-Arte 2019.

A SP-Arte, principal feira de arte da América Latina, anuncia nova data e local: a 17ª edição do Festival Internacional de Arte de São Paulo acontecerá de 18 a 22 de agosto na ARCA, galpão localizado na Vila Leopoldina, em São Paulo, com cerca de 9 mil m² de área total e 16 m de pé-direito. Nesta edição de agosto, o evento traz ao público uma experiência imersiva, presencial e digital, com a já tradicional Viewing Room, que acontecerá concomitante à feira física.

Antecedendo o evento presencial, em junho, entre os dias 9 e 13, a SP-Arte promove uma versão da Viewing Room em seu site (http://www.sp-arte.com). Cada galeria terá um projeto expositivo com até 20 obras – entre vídeos, áudios, fotos em escala – e a Feira ainda promove, em parceria com a Abact, o Gallery Week, com visitas às galerias seguindo os protocolos de segurança vigentes no momento.

Em 2022, com a esperança de a pandemia estar no passado, a SP-Arte retorna ao Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, com seu tradicional evento de primeiro semestre, entre os dias 13 e 17 de abril.

Serviço:

SP-Arte Viewing Room (www.sp-arte.com/viewingroom) – 9 a 13 de junho

17ª edição do Festival Internacional de Arte de São Paulo (ARCA / Vila Leopoldina)- 18 a 22 de agosto

18ª edição do Festival Internacional de Arte de São Paulo (Pavilhão da Bienal/Parque Ibirapuera) – 13 a 17 de abril de 2022.

Pianista Amaro Freitas lança “Baquaqua”, primeiro single de seu terceiro álbum

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Amaro Freitas em foto de Jão Vicente.

Depois de participar do EP Amor, de Milton Nascimento e Criolo, o pianista pernambucano Amaro Freitas, considerado uma das melhores revelações do jazz brasileiro contemporâneo por fazer a revolução na ponta dos dedos pela fusão do gênero com ritmos tradicionais pernambucanos, lança, em junho, seu terceiro trabalho, Sankofa. O álbum, que tem patrocínio de Natura Musical, realização da 78 Rotações Produções e sairá também no exterior pela inglesa Far Out Recordings, é uma busca espiritual por histórias esquecidas, filosofias antigas e figuras inspiradoras do Brasil negro.

Sankofa é um símbolo Adinkra – conjunto de símbolos ideográficos dos povos acã, da África Ocidental –, que representa um pássaro com a cabeça voltada para trás. Quando se deparou com ele em uma bata à venda em uma feira africana no Harlem, Nova York – bairro que historicamente foi palco de grandes pianistas do jazz, como Thelonius Monk e Art Tatum –, compreendeu a importância do seu significado e fez dele o conceito fundamental para o seu novo álbum. “O símbolo do pássaro místico que voa de cabeça para trás nos ensina a possibilidade de voltar às raízes para realizarmos nosso potencial de avançar. Com este álbum, quero trazer a memória de quem somos e homenagear bairros, nomes, personagens, lugares, palavras e símbolos que vêm de nossos antepassados e comemorar de onde viemos”, comenta ele.

O primeiro single, Baquaqua, destaca a história raramente contada do africano Mahommah Gardo Baquaqua, que foi trazido para o Brasil como escravo, mas fugiu para Nova York em 1847, onde aprendeu a ler e escrever. Sua autobiografia foi publicada pelo abolicionista americano Samuel Moore e hoje é o único documento conhecido sobre o comércio de escravos escrito por um ex-escravo brasileiro. Ouça Baquaqua aqui.

Voluntariado Einstein amplia para 40 mil unidades meta da campanha de distribuição de cestas de alimentos em Paraisópolis

São Paulo, por Kleber Patricio

Valor arrecado até agora já ultrapassa R$1,1 milhão e se destina à compra de cestas de alimentos para a população vulnerável da comunidade. Foto: fan page Voluntários Einstein no Facebook.

Diante do agravamento da crise econômica do país e da necessidade de garantir a alimentação da população, o Voluntariado Einstein acaba de ampliar a campanha lançada no mês passado, com o objetivo de arrecadar doações para a composição de 20 mil cestas, para 40 mil, que serão entregues a 10 mil famílias vulneráveis da região de Paraisópolis, na capital paulista.

O valor arrecadado até o momento já soma mais de R$1,1 milhão e o Voluntariado segue com o desafio de atingir a meta de R$3,2 milhões – que assegurará a oferta de alimentação adequada a moradores da comunidade durante quatro meses.

As cestas de alimentos já estão sendo distribuídas pelo Programa Einstein na Comunidade de Paraisópolis (PECP), seguindo todas as normas de segurança para prevenção contra o coronavírus. Em abril, foram entregues 10 mil cestas a 10 mil famílias cadastradas. O objetivo é seguir com a doação às mesmas famílias pelos próximos três meses.

Em 2020, o Voluntariado Einstein doou mais de 30 mil cestas de alimentos, além de 50 mil kits de higienes, 140 mil máscaras e 1823 brinquedos, com o objetivo de amenizar os impactos causados pela crise.

Como ajudar:

Transferência bancária ou via PIX:

Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein

Banco Safra (422)

CNPJ: 60.765.823/0001-30

Agência Einstein (0093)

C/C.: 104529-1

Link para doação via cartão de crédito

Entrar em contato via telefone: (11) 2151-3575 e solicitar o envio do link

Para mais informações, acesse:

Instagram

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Sobre o Voluntariado Einstein

Com mais de 60 anos de atuação, o Voluntariado Einstein tem como propósito promover – com excelência de qualidade – a transformação social, a geração de conhecimento e a humanização por meio do trabalho voluntário, consciente e profissional, além das ações sociais que elevam o bem-estar físico-psico-social dos beneficiários de seus serviços.

O Voluntariado atua efetivamente em seis frentes: Unidade Morumbi, Unidades Externas Alphaville, Ibirapuera e Perdizes, Programa Einstein na Comunidade de Paraisópolis, Residencial Israelita Albert Einstein, Hospitais Municipais M’Boi Mirim e Vila Santa Catarina. Atualmente o Voluntariado conta com mais de 600 voluntários presentes em 68 setores. Em 2019, foram 417.933 atendimentos realizados por seu time de voluntários capacitados.

Demanda por testamentos aumenta na pandemia

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

É cultural e até psicológico: pesquisa do Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil (Sincep) apontou que 73% dos brasileiros não gostam de falar sobre a morte, sendo que 10% acham que, ao fazer isso, podem atrair a dita cuja. Pensamentos fantasiosos à parte, o que essa falta de costume em se prevenir adequadamente para esse momento inevitável da vida traz mesmo é muita dor de cabeça para os familiares. Com a pandemia e os riscos maiores, a população começou a se preocupar um pouco mais: segundo o Colégio Notarial do Brasil, o número de testamentos registrados vem crescendo, tendo atingido 134% somente entre abril e julho de 2020. Mas ainda há muitos equívocos e desconhecimento em torno do assunto.

“O brasileiro não tem o hábito de pensar na disposição de seu patrimônio no período após o falecimento; sempre predominou por aqui a sucessão legítima, ou seja, aquela já disposta pela lei para quem não deixou testamento”, destaca a advogada Stella Serafini, coordenadora do curso de Direito do Centro Universitário UniMetrocamp. “Mas com a pandemia, muitos começaram a ver o fenômeno da morte como algo próximo, o que resultou não só no maior registro de testamentos mas também de uniões estáveis convertidas em casamentos”.

De acordo com Stella, embora muita gente pense que testamento é algo que se aplica apenas aos detentores de grandes fortunas, qualquer pessoa maior de 18 anos e com pleno discernimento no momento da elaboração do documento pode determinar a disposição de seus bens. “O mais comum é o testamento por instrumento público, cujo interessado procura um cartório e registra sua vontade por meio de uma escritura pública, lavrada pelo Tabelião na presença de testemunhas”, aponta. “Mas existem outros tipos, como o testamento cerrado, também feito em cartório, mas onde ninguém tem conhecimento do teor até o falecimento do testador, e o particular, escrito pela pessoa e lido perante três testemunhas”, enumera. “Em todos os casos, é recomendável a orientação de um advogado”.

A especialista esclarece as dúvidas mais comuns quando se trata de testamento:

1 – Posso mudar de ideia depois de feito o testamento? “Sim, é totalmente possível; aliás, é da essência do testamento a possibilidade de revogação ou de alteração. Tanto é que, por exemplo, uma cláusula que eventualmente proíba a revogação do testamento é inválida. O documento posterior vale sobre o anterior, de modo que, existindo vários testamentos sucessivos, vale o último, a não ser que ele se destine apenas para completar o anterior, hipótese em que ambos serão considerados”.

2 – O que posso colocar no testamento? “A regra é a seguinte: metade do patrimônio da pessoa é automaticamente destinada a seus herdeiros necessários, nessa ordem: descendentes, ascendentes e cônjuge. Quem tem filhos, pais ou cônjuge, só pode testar metade de seu patrimônio, porque a outra metade é destinada a eles – essa parte é chamada de legítima. Já a pessoa que não tem herdeiros necessários pode testar a totalidade de seu patrimônio”.

3 – Posso colocar outras orientações no testamento ou apenas a divisão do patrimônio? “Sim, podem ser colocadas outras questões além das patrimoniais, como nomeação de tutor para filhos menores, reconhecimento de filho, recomendações sobre o funeral e outros. Há ainda uma modalidade de testamento que se chama testamento vital ou biológico, em que o testador manifesta o desejo de, encontrando-se doente, se submeter a determinado tratamento ou, também, que não seja submetido a nenhum procedimento que evite a sua morte. Mas é importante esclarecer que essas orientações não incluem a possibilidade de eutanásia, que é considerada crime no Brasil”.

4 – Meu animal de estimação pode ser meu herdeiro? “Embora tenhamos visto algumas notícias assim em outros países, no Brasil só pessoas naturais e jurídicas podem ser nomeadas herdeiras, sendo impossível a nomeação de animais. O que pode ser feito é nomear uma pessoa como herdeira testamentária, com o encargo de que ela só receberá a herança se cuidar de determinado animal de estimação, por exemplo”.

5 – É possível deixar registrado as minhas orientações sem a elaboração de um testamento? “Para pequenas disposições de vontade, como o enterro, valores de pouca importância, roupas, móveis, joias de pouco valor ou outros objetos pessoais, não é necessário fazer um testamento. É possível deixar um escrito particular chamado codicilo com a disposição desejada, datar e assinar, que terá validade”, finaliza a advogada.

Atriz e educadora Litta Mogoff apresenta espetáculo de teatro infantil em formato online

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Proposta da circulação “Heroínas na História” é povoar o universo infantil com heroínas, mulheres reais e notáveis. Fotos: divulgação.

No ano passado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou o novo coronavírus como uma pandemia e com isso veio o lockdown e a ordem de fechamento de escolas, comércios, cinemas e teatro. A educadora e atriz Litta Mogoff iria estrear um espetáculo infantil educativo antes da pandemia e hoje ela resolveu apresentá-lo sozinha e online. “Adaptei o espetáculo que não chegou a estrear por causa da pandemia – virou um espetáculo solo e transformei um quarto da minha casa em sala de apresentação”, comenta Litta.

A peça fala sobre quem foi Maria Felipa, Maria Quitéria, Aracy de Carvalho e Margarida Maria Alves, mulheres que fizeram história, guerreiras, fadas madrinhas e sementes. “O espetáculo infantil Heroínas na História conta a história dessas mulheres que salvaram vidas, lutaram em batalhas e conquistaram direitos. No espetáculo, é possível conhecer a história de maneira lúdica e divertida”, explica Litta Mogoff.

O universo infantil está repleto de heróis e a proposta da circulação Heroínas na História é povoar esse universo com heroínas, mulheres reais e notáveis. Na peça, um livro gigante é aberto e de dentro dele sai a atriz, que escreve as histórias guiada pela linha do tempo. “Começamos com a história de Maria Quitéria, uma mulher tão antiga que viveu no Brasil quando ele pertencia ao Reino Unido de Portugal e se tornou a primeira mulher no exército brasileiro. As páginas vão sendo escritas até chegar a nossas avós e as lembranças que temos delas”, declara.

 

O espetáculo é online e vai estrear no dia 9/5, Dia das Mães, e as venda dos ingressos será realizada pelo Sympla. A peça busca maneiras de interagir com o público contando histórias de maneira lúdica. Litta Mogoff resolveu falar sobre mulheres por sentir que elas são sempre menos representadas. “Como mulher, educadora e atriz, poucas vezes fui apresentada a personagens femininas marcantes e reais. Durante minha pós-graduação na USP, iniciei estudos sobre memória social e passei a conhecer a vida de diversas mulheres que marcaram a História e, infelizmente, essas personagens são negligenciadas, preteridas em relação aos personagens masculinos. Então o espetáculo apresenta quatro dessas mulheres, que julgo essenciais para a história nacional”, finaliza.

Serviço:

Data: A partir do dia 9 de maio

Site: http://www.sympla.com.br/heroinas-na-historia__1185798.