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Arquitetura, arte e sustentabilidade unidas oferecem novas oportunidades na periferia de São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Imagens: renders de Gustavo Emanoel.

Por que não unir arquitetura, arte e sustentabilidade para amplificar os horizontes de quem vive em comunidades à margem da complexa malha urbana e suas facilidades? – é com essa premissa que o projeto para a nova sede do Instituto Favela da Paz foi criado: potencializar o que já vem sendo produzido pelo Instituto há 25 anos. O projeto é revolucionário em conceito para requalificação urbana e especialmente em sistemas construtivos sustentáveis, tecnologia e arte, e está exposto na 17ª Bienal de Veneza, que acontece até 21 de novembro, fazendo parte da exposição Time Space Existence, com a curadoria da Saphira Ventura Gallery e NYICAS – New York International Contemporary Art Society.

O projeto para o Instituto Favela da Paz, além de uma nova sede, totalmente construída de forma sustentável e com aparato tecnológico para apoiar as iniciativas para a comunidade, também irá revitalizar todo o entorno, conectando a nova sede com a antiga, que hoje é localizada na casa de seus fundadores. Serão mais de 18 mil m², incluindo a nova sede, um campo de futebol, os galpões aonde deverão acontecer as oficinas oferecidas à comunidade do Projeto Materializa, já em obras, em Parceria com o IPT, a área de requalificação urbana e a praça da árvore.

A praça trará uma das grandes novidades do projeto, a Solarpalm, com design assinado por Atelier O’R e pelo artista Alexandre Mavignier, que ludicamente representa a importância da sustentabilidade e preservação do meio ambiente. A Solarpalm é uma estrutura de madeira, árvore feita de árvore, com 8m de altura, com um design paramétrico arrojado, que tanto lembra a palmeira, espécie originária das nossas matas brasileiras, como as asas de um anjo, se vista sob um outro ângulo. Esta será a primeira de 25 árvores que serão “plantadas” pela cidade de São Paulo. Todas terão Wi-fi gratuito e sistema de captação da energia solar para carregar celulares e tablets, decibelimetro, medição da qualidade do ar, estação meteorológica e câmeras de segurança, somando 15 serviços gratuitos para a comunidade local.

Entre os diferenciais do projeto para a Favela da Paz, além da integração entre arte e arquitetura e a inclusão de tecnologia de ponta para os moradores está a formação de mão de obra local nos sistemas construtivos sustentáveis aplicados no projeto, atraindo a comunidade para aprendizado e treinamento, participando ativamente da obra, transformando-os em agentes multiplicadores da consciência sustentável e oferecendo mais uma frente de emprego e renda para a comunidade.

Hoje, o Instituto Favela da Paz é uma rede de empreendedores sociais que atende a mais de 500 famílias, com projetos voltados para arte, cultura, sustentabilidade, esporte, saúde e educação em uma das periferias mais carentes da cidade de São Paulo. A nova sede ampliará esse atendimento, propondo novas inclusões, além de ser um exemplo que poderá ser replicado não apenas em outras comunidades paulistanas, mas em outras cidades ao redor do mundo. A obra está prevista para iniciar em março de 2022 e ser entregue em dezembro do mesmo ano, dependendo da captação de recursos, que deve iniciar dentro de 40 dias.

Sobre o Instituto Favela da Paz | Claudinho Miranda há 30 anos convidou seu irmão Fábio Miranda e mais alguns amigos para montar uma banda e promover solidariedade, cultura e lazer, dentre tantos outros projetos oferecidos à população da periferia do bairro Jardim Nakamura, região sul de São Paulo. Claudinho Miranda começou a fazer música com 9 anos de idade e, Fábio Miranda, criando os instrumentos a partir do lixo em um bairro considerado pela ONU dos EUA o mais violento do mundo durante duas décadas, e seu sonho coletivo era “Mudar o lugar sem se mudar de lá”.

Depois de criar a Banda Poesia Samba Soul, em 1989, e, a partir daí, promover arte e oportunidade para crianças e jovens, ambos criaram o Instituto Favela da Paz, em 2010, que hoje é formada por músicos, artistas independentes, articuladores culturais e os princípios que sustentam as iniciativas do instituto são os valores da comunidade, cooperar e compartilhar dons e sentimentos e fazer, da escassez, a abundância.

Saiba mais em www.atelieror.com.

Oficinas Culturais retomam aulas presenciais em diversos polos de Indaiatuba

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Professores das oficinas se reuniram no Centro de Convenções para tratar últimos detalhes do retorno às aulas. Foto: Fábio Alexandre.

As Oficinas Culturais promovidas pela Prefeitura de Indaiatuba por meio da Secretaria Municipal de Cultura retomam no próximo dia 16 de agosto as aulas presenciais. Aprovados pela Vigilância Sanitária da Secretaria Municipal de Saúde, os protocolos de biossegurança seguem as deliberações do Plano São Paulo, do Governo do Estado. No total, serão oferecidas 36 oficinas de diversas modalidades e faixas etárias. As inscrições continuam abertas.

“As Oficinas Culturais da Secretaria de Cultura desempenham um papel fundamental no município, lidando com pessoas em situação de vulnerabilidade social e atendendo as mais diversas faixas etárias, atuando como suporte às famílias do município”, destaca a secretária municipal de Cultura Tânia Castanho. “Com o avanço da vacinação e a retomada das atividades nas escolas municipais e estaduais, entendemos que seria fundamental retornarmos com as oficinas culturais, com protocolos bem definidos”.

Nas salas de aula, os alunos manterão um metro de distância e deverão utilizar seu próprio material, sem compartilhá-los. Cada um deverá ocupar o mesmo espaço durante toda a aula e, nas oficinas de dança, o chão será demarcado. Cada sala será higienizada na mudança de turmas, bem como materiais de uso coletivo – como pianos, barras de dança, cavaletes, mesas e cadeiras, entre outros. O uso de máscara será obrigatório durante todo o tempo de permanência na aula.

A permanência de pais ou responsáveis nas dependências dos polos culturais não será permitida. Será disponibilizado álcool em gel em pontos estratégicos e os alunos deverão levar suas próprias garrafas de água, além de evitar aglomerações nos corredores e áreas coletivas. Os coordenadores dos polos e professores auxiliarão na organização e manutenção dos protocolos. “Contamos com a colaboração de todos para as Oficinas Culturais transcorram de maneira tranquila e segura”, ressalta Tânia. “Assim, aos poucos poderemos retomar a totalidade de nossas atividades e, em breve, trazer novidades para a população”.

As matrículas devem ser feitas pelo portal Cultura Online (www.indaiatuba.sp.gov.br/cultura-online/), onde os interessados deverão enviar cópia do RG, CPF e comprovante de residência no município. Se o interessado for menor de idade será preciso enviar também os documentos de seu responsável legal. É importante que o aluno tenha a idade mínima exigida para cada oficina no ato da inscrição. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (19) 3825-2056 ou 3936-2584.

Oficinas oferecidas

Artes para Crianças (5 a 7 anos)

Artes para Crianças (8 a 10 anos)

Customização (a partir de 10 anos)

Arte Criativa (a partir de 16 anos)

Artes Infantil (6 à 10 anos)

Ballet Baby (5 e 6 anos)

Ballet Infantil (7 a 11 anos)

Ballet Juvenil (12 a 17 anos)

Coral Adulto Feminino (17 a 59 anos)

Coral Adulto Masculino (17 a 59 anos)

Coral Infantil (7 a 10 anos)

Coral Juvenil (11 a 16 anos)

Coral Terceira Idade (a partir de 60 anos)

Dança Contemporânea (a partir de 12 anos)

Dança de Salão (a partir de 18 anos)

Danças Urbanas Adulto (a partir de 18 anos)

Danças Urbanas Infantil (6 a 11 anos)

Danças Urbanas Juvenil (12 a 17 anos)

Desenho Artístico Adulto (a partir de 18 anos)

Desenho Artístico Infantil (7 a 11 anos)

Desenho Artístico Juvenil (12 a 17 anos)

Graffiti (a partir de 15 anos)

Graffiti Infantil (10 a 14 anos)

Jazz Adulto (a partir de 18 anos)

Jazz Infantil (7 a 11 anos)

Jazz Juvenil (12 a 17 anos)

Jazz Terceira Idade (a partir de 50 anos)

Piano Digital (a partir de 10 anos)

Pintura em Tecido (a partir de 15 anos)

Pintura em Tela (a partir de 15 anos)

Orquestra de Viola Caipira (a partir de 10 anos)

Viola Caipira (a partir de 10 anos)

Teatro Adulto (a partir de 18 anos)

Teatro Infantil (7 a 11 anos)

Teatro Juvenil (12 a 17 anos)

Violão (a partir de 10 anos)

POLOS CULTURAIS

Centro Cultural Wanderley Peres

Praça Dom Pedro II, s/nº – Centro

Telefone: (19) 3825-2056

Centro Cultural Hermenegildo Pinto (Piano)

Av. Eng. Fabio Roberto Barnabé, 5.924 – Jardim Morada do Sol

Telefone: (19) 3936-2584

Centro de Esportes e Artes Unificados (CEU)

Rua Jordalino Pietrobom, 1.300 – Jardim São Conrado

Casarão Pau Preto

Rua Pedro Gonçalves, 477 – Jardim Pau Preto.

Iniciativa “Memorial Incompleto da Epidemia de AIDS” busca registrar e difundir histórias de vítimas da doença

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

A Casa 1, o Acervo Bajubá, o Museu da Diversidade Sexual, a Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, o Grupo de Incentivo à Vida e o Pela Vidda SP lançam o projeto Memorial Incompleto da Epidemia de AIDS, uma iniciativa aberta, coletiva e sem fins lucrativos. O principal objetivo deste primeiro momento é recolher depoimentos que irão compor uma rede de relatos, que serão compartilhados publicamente em uma colcha de retalhos inspirada no Projeto Nomes, surgido nos Estados Unidos em meados dos anos 1980. Os depoimentos também serão difundidos no formato de pequenos áudios.

Para tanto, o projeto inicia agora uma convocatória pública para que amigas, amigos, familiares e pessoas que queiram compartilhar suas lembranças sobre as vítimas da epidemia da AIDS no Brasil enviem uma proposta de retalho que formará a colcha e também áudios anônimos com duração de 3 a 10 minutos. Ao final do projeto, os áudios e imagens dos retalhos serão disponibilizados anonimamente no site do projeto e a colcha será apresentada nos espaços parceiros em exposições abertas ao público.

Quem pode participar? | Todo mundo pode participar. O memorial tem como propósito celebrar as memórias de pessoas vítimas da epidemia da AIDS e pode ser feita por familiares, amigas e amigos e pessoas que queiram compartilhar essas lembranças.

Como participar? | Os áudios, que serão anônimos, devem conter de 3 a 10 minutos. A ideia é que sejam divulgados sem edição. Para o retalho, é possível criar um rascunho em papel e mandar uma foto para a equipe do projeto, que confeccionará o material conforme o esquema e a disponibilidade de materiais. Quem se interessar também pode fazer e enviar: os tecidos e técnicas podem ser variados, desde que seja mantido o tamanho do retalho (50 x 50 cm). A sugestão é que seja feito em um tecido mais grosso para garantir a durabilidade da colcha na circulação. Também é possível fazer o próprio retalho conforme agendamento prévio no Galpão Casa 1 (Rua Adoniran Barbosa, 151 – Bela Vista).

Para onde enviar? | Os envios, dúvidas, agendamento de coleta de áudios ou criação dos retalhos podem ser feitos pelo e-mail educativo@casaum.org e pelo WhatsApp (11) 91013-6994.

Os pontos de referência do projeto ficam no centro de São Paulo, no Galpão da Casa 1 (Rua Adoniran Barbosa, 151 – Bela Vista) e no Museu da Diversidade Sexual (Estação República do Metrô – R. do Arouche, 24 – República).

Galeria BASE apresenta exposição “Eles já estavam aqui”

São Paulo, por Kleber Patricio

Autor: José Antonio da Silva | Título: Natureza Morta | Ano: 1978 | Técnica: Óleo sobre tela | 
Dimensões: 40 x 50 cm.

A Galeria BASE abre a exposição Eles já estavam aqui, com curadoria de Paulo Azeco e coordenação artística de Daniel Maranhão exibindo, aproximadamente, 50 obras. Os trabalhos apresentados possuem um pluralismo de cores e formas, composições e olhares de artistas nativos dos mais distintos cenários brasileiros. “Sem nos atermos às discussões de nomenclaturas da arte “dita” popular, como ingênua, espontânea, naïf ou não erudita, nos apraz apresentar um conjunto potente, extenso e, sobretudo, plural”, explica Daniel Maranhão.

Os artistas selecionados “são indivíduos cuja criatividade espelha um viver assumido, onde a imaginação reintegra e reinventa os objetos do existir. (…) O fazer artístico, como processo vital ligado a condição humana, encontra nos artistas dessa exposição seus canais amplificadores, onde a partir da sabedoria e das experiências herdadas transcendem o ato do simples fazer alcançando o “Sonho”, como na frase de Gullar (‘a arte existe porque a realidade não basta… O que eu quero é sonho’)”, define o curador.

Autor: Mestre Nuca | Título: Leão | Ano: Década de 70 | Técnica: Escultura em barro cozido | Dimensões: 70 x 31 x 92 cm.

Foram reunidas obras importantes, entre pinturas e esculturas, de nomes como Agnaldo dos Santos, Artur Pereira, Conceição dos Bruges, Chico da Silva, GTO, José Antônio da Silva, José Bezerra, Lorenzato, Maria Auxiliadora, Mestre Guarany, Mestre Nuca, Mirian, Nino, Nhô Caboclo, Poteiro, Ranchinho, Véio, acrescido de Rubem Valentim, que representam o que há de maior destaque.

Como um presente adicional ao público, a mostra apresenta um recorte de uma valiosa coleção particular resultante de décadas de aquisições feitas sob o olhar apurado de seu proprietário, cujo projeto é criar um museu para receber o conjunto completo. Possivelmente, essa será uma das últimas oportunidades de se admirar essas obras antes que elas sejam alocadas no novo espaço.

Em relação aos artistas da mostra, “São subversores inconscientes de um padrão tanto de processo quanto de criação e, por isso, sua potência merece ser vista e pensada como força motriz essencial para a formação de uma identidade cultural verdadeiramente brasileira”, conclui Paulo Azeco.

A Galeria BASE cumpre todos os protocolos sanitários determinados pelas autoridades competentes referentes à Covid-19.

Exposição Eles já estavam aqui

Curador: Paulo Azeco

Coordenação Artística: Daniel Maranhão

Coordenação Administrativa: Leonardo Servolo e Cássia Malusardi

Abertura: 14 de agosto – sábado – das 12h às 18h

Período: de 14 de agosto a 18 de setembro de 2021

Horário: de terça a sexta-feira, das 11hs às 19hs; sábado, das 11h às 15h.

Local: Galeria BASE

Endereço: Al. Franca, 1030, Jardim Paulista – São Paulo/SP

Telefone: (11) 3062-6230 | WhatsApp (11) 98327-9775 / (11) 98116-6261

E-mail: contato@galeriabase.com.br.

Os Paralamas do Sucesso lançam turnê “Paralamas Clássicos”

São Paulo, por Kleber Patricio

No, dia 2 de outubro (um sábado), Os Paralamas do Sucesso voltam ao Espaço das Américas com uma apresentação pra lá de especial: Herbert Vianna (guitarra e voz), Bi Ribeiro (baixo) e João Barone (bateria) apresentarão o novo espetáculo Paralamas Clássicos, que reúne os grandes hits de carreira num repertório matador e que, com certeza, vai despertar fortes emoções no público.

Independentemente da tribo, classe social, faixa etária ou religião, sem dúvidas, você já cantarolou, pelo menos, um ou dois sucessos de Os Paralamas do Sucesso. A banda que tem 38 anos de carreira, 27 discos lançados, dezenas de sucessos e incontáveis shows pelo Brasil e pelo mundo, segue na estrada influenciando novas gerações e arrebatando plateias de todas as idades. O trio escolheu o Espaço das Américas em São Paulo para iniciar a nova turnê, em que olha para a própria história sob o filtro dos sucessos absolutos. No palco, estarão também os três músicos que acompanham a banda há décadas: João Fera (teclados), Monteiro Jr. (saxofone) e Bidu Cordeiro (trombone).

E, tentando agregar em um único show o maior número possível de hits, selecionou 31 faixas que sobrevoam as quase quatro décadas de carreira, numa viagem que começa pelo disco de estreia Cinema Mudo (1983) e passa pelo mais recente álbum, Sinais do Sim (2017). O trajeto entre um ponto e outro é a história dos Paralamas contada em forma de música. Estão lá, por exemplo, as canções políticas que nos ajudam a entender a história recente do Brasil: Alagados, O Beco, Perplexo e O Calibre. Também não faltam músicas que cantam o amor em suas mais diversas facetas, como Meu Erro, Lanterna dos Afogados, Aonde Quer Que Eu Vá, Seguindo Estrelas – fora Vital, Óculos e Ela Disse Adeus, faixas tão peculiares e atemporais.

O repertório estrelado de Paralamas Clássicos é também um passeio pela variedade rítmica da banda, certamente a que mais misturou gêneros musicais no país. É possível ver a influência do rock inglês no começo da carreira (Fui Eu, Mensagem de Amor), do reggae e do dub (A Novidade, Melô do Marinheiro), do requinte pop que se destacou na produção dos anos 90 (Tendo a Lua, Busca Vida), o diálogo com a música latina (Trac-Trac, Lourinha Bombril) e muito mais. Muito mais do que um show, Paralamas Clássicos é a história de uma paixão que se renova: da banda pelos palcos, do público pela banda, e de ambos pela obra.

É importante salientar que essa noite será envolta em uma redoma de grandes novidades. O projeto Edição Limitada, criado pelo Espaço das Américas, visa à segurança e as normas de segurança passadas pela Organização Mundial de Saúde e traz à tona o conceito de plateia organizada em mesas especiais e divididas somente por pessoas do mesmo convívio social. Os ingressos para esta grande noite já estão à venda e podem ser comprados nas bilheterias do Espaço das Américas (de segunda a sexta, das 11h às 17h – sem taxa de conveniência) ou online pelo site Ticket 360 (https://goo.gl/xgibPV).

Serviço:

Os Paralamas do Sucesso – Projeto Edição Limitada | Espaço das Américas

Show: Os Paralamas do Sucesso no Espaço das Américas – Lançamento da nova tournée Paralamas Clássicos

Data: 2 de outubro de 2021 (sábado)

Local: Espaço das Américas (Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo/SP)

Abertura da casa: 20h

Início do show: 22h

Acesso para deficientes: sim

Censura: Livre – menores de 12 anos acompanhados pelos pais ou responsável legal

Capacidade: 1560 lugares

Ingressos: Setor Platinum: R$240,00 (inteira) e R$120,00 (meia) | Setor Azul Premium: R$200,00 (inteira) e R$100,00 (meia)| Setor Azul: R$160,00 (inteira) e R$80,00 (meia)| Setor A: R$120,00 (inteira) e R$160,00 (meia)  |  Setor B: R$100,00 (inteira) e R$50,00 (meia) |  Setor C: R$80,00 (inteira) e R$40,00 (meia) | Setor PCD: R$40,00 (meia)| Camarotes A: R$1.440,00 (para 6 pessoas) | Camarotes B: R$1.200,00 (para 6 pessoas).

Compras de ingressos: Nas bilheterias do Espaço das Américas (de segunda a sexta, das 11h às 17h – sem taxa de conveniência) ou online pelo site Ticket 360 (https://goo.gl/xgibPV)

Formas de Pagamento: Dinheiro, Cartões de Crédito e Débito, VISA, VISA Electron, MasterCard, Diners Club, Rede Shop. Cheques não são aceitos.

Objetos proibidos: Câmera fotográfica profissional ou semi profissional (câmeras grandes com zoom externo ou que trocam de lente), filmadoras de vídeo, gravadores de áudio, canetas laser, qualquer tipo de tripé, pau de selfie, camisas de time, correntes e cinturões, garrafas plásticas, bebidas alcóolicas, substâncias tóxicas, fogos de artifício, inflamáveis em geral, objetos que possam causar ferimentos, armas de fogo, armas brancas, copos de vidro e vidros em geral, frutas inteiras, latas de alumínio, guarda-chuva, jornais, revistas, bandeiras e faixas, capacetes de motos e similares.

Protocolo de Segurança

1) Venda de Ingressos

– A venda de ingressos será feita online através do site www.ticket360.com.br ou na bilheteria oficial do Espaço das Américas (Funcionamento: de segunda a sexta, das 11h às 17h) SEM taxa de conveniência.

– No dia do espetáculo haverá uma equipe da Ticket360 realizando atendimento ao cliente.

– A compra de ingressos das mesas de 4 lugares ou camarotes de 6 lugares deverá ser feita por pessoas do mesmo núcleo familiar ou convívio social, conforme protocolo vigente.

2) Entrada

– O Espaço das Américas abrirá 90 minutos antes do início do espetáculo garantido assim tempo suficiente para acomodação dos clientes.

– Recomenda-se que o cliente chegue com antecedência.

– O posicionamento do público será feito pela demarcação no piso de forma a garantir o distanciamento social exigido.

– O público terá à disposição uma equipe treinada e capacitada para orientar e promover as medidas de precaução à pandemia.

– A conferência de ingressos será feita por meio de leitores óticos e sem contato manual por parte do atendente.

– O uso de máscara pelo público será obrigatório.

– Verifiquem a temperatura de todos antes de sair de casa. No dia haverá a checagem individual de temperatura e não será permitida a entrada de pessoas com temperatura acima de 37,5 graus, sendo orientada a procurar a unidade de saúde mais próxima.

3) Durante o espetáculo

Venda de alimentos e bebidas

– O cliente poderá acessar o cardápio por meio do QR Code que encontrará disponível na mesa.

– Os pedidos e pagamentos poderão ser feitos direto pelo QR Code ou com o garçom que estará devidamente paramentado e o pagamento poderá ser feito por meio de cartão de crédito ou débito.

– A entrega dos pedidos será feita pela nossa equipe de garçons direto nas mesas, seguindo todas as medidas de proteção para maior segurança dos clientes.

Movimentação pela casa

– Solicitaremos que o cliente utilize a máscara de proteção sempre que precisar sair da mesa. E que evitem a formação de grupos que configuram aglomeração.