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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Pinacoteca recebe a maior exposição já realizada sobre José Damasceno

São Paulo, por Kleber Patricio

Obra “Trilha sonora” (2002). Foto: Pedro Motta.

A Pinacoteca de São Paulo reabre no próximo dia 24 e inaugura José Damasceno: moto-contínuo na Pina Estação. A mostra, com curadoria de José Augusto Ribeiro, é a primeira a reunir um número representativo de obras da carreira do artista desde o início até aqui, com peças realizadas entre 1989 e 2021. Damasceno é um dos artistas brasileiros com maior inserção no circuito internacional de arte contemporânea, reconhecido pelas múltiplas linguagens com que opera e pela escala agigantada das peças, além do caráter reflexivo de seus trabalhos.

A exposição abrange cerca de 80 obras, cinco delas inéditas e 40 apresentadas pela primeira vez em São Paulo. Na seleção, estão esculturas, desenhos, instalações e fotografias que se reportam ao cinema, à música, ao teatro, à arquitetura e ao próprio campo da arte. Grande parte desses trabalhos pertence hoje a coleções públicas e particulares do Brasil e do exterior.

O ineditismo fica por conta de três trabalhos com bordado de lã (Pontinho, de 2017); de uma escultura de pedra obsidiana, extremamente reflexiva, muito semelhante a um espelho negro (Sólido, de 2019) e de Monitor líquido, obra de 2021 realizada com derretimento de giz de cera.

Damasceno possui em sua trajetória obras memoráveis. Para a exposição, o visitante poderá ver trabalhos jamais vistos em São Paulo e outros que há anos não são apresentados na cidade. É o caso de Trilha sonora (2002), peça constituída de longas fileiras de martelos pregados na parede, formando o desenho de uma cordilheira. Essa obra foi montada na Bienal de São Paulo em 2002, e agora, 20 anos depois, o público poderá apreciá-la novamente.

Obra “Snooker” (2001).

Outro trabalho bastante conhecido de Damasceno é Snooker (2001), apresentado agora pela primeira vez na cidade e composto de uma mesa de sinuca sobre a qual se derramam emaranhados de lã amarela de 2 mil novelos, pendentes de um par de luminárias presas ao teto da sala. Estreia também em São Paulo Método para arranque e deslocamento (1992/1993), produzida por meio de recortes de um carpete instalado sobre o piso de uma sala inteira construída para a obra.

Além de Snooker, outras peças selecionadas pela curadoria são produzidas a partir de uma quantidade vultuosa de um determinado material. Como Monitor-crayon, formado por cerca de 75.000 bastões de giz de cera, e Paisagem crescendo, constituída por cigarros de aproximadamente 160 maços. “As obras têm uma presença física importante e se pronunciam no espaço com força, com energia. São visualmente atraentes e, ao mesmo tempo, reflexivas, enigmáticas. Sugerem sentidos múltiplos e incongruentes e mobilizam faculdades diferentes da percepção do observador”, ressalta José Augusto Ribeiro, curador da exposição.

Ribeiro também aponta uma outra característica do artista que influenciou no nome da exposição. “Os trabalhos de Damasceno parecem vibrar, insinuam movimentações que são de propagação, deslocamento e metamorfose, embora sejam sempre estáticos. Então, mesmo parados, encontram-se em ação. O título, José Damasceno: moto-contínuo, refere-se a isso. A ideia de um engenho com funcionamento autônomo, sem a necessidade de um fator externo e perpétuo é uma utopia existente desde pelo menos o Renascimento e que, descobriu-se depois, contraria as leis da termodinâmica, formalizadas no século XVII. O que interessa então reter dessa noção é sua existência como ideia, como pensamento – como projeto de uma máquina com atividade constante, mas impossível, o que ajuda a pensar no que se passa nas obras de Damasceno”, completa.

Desenhos e fotografias | Para além das instalações e esculturas, José Damasceno: moto-contínuo traz um outro recorte importante de sua produção, que são os desenhos. A mostra reúne 26 desenhos (alternando ou combinando técnicas diversas, como nanquim, grafite, decalque) e dois polípticos de serigrafia (com 12 imagens cada) feitos a partir de desenhos. A exposição explora também a relação entre o desenho e a escultura na obra de Damasceno – entre a representação bidimensional e a projeção de objetos no espaço tridimensional.

Muitas vezes, aliás, o artista desenha nas paredes do ambiente expositivo com objetos, com martelos e cigarros, por exemplo. Outra obra formada a partir da linguagem gráfica é a versão em carimbo de Organograma (2000-2021), em que as palavras “ontem, hoje e amanhã” são gravadas repetidamente em linhas na parede, como as ramificações de um vegetal, embaralhando o curso do tempo.

Já a fotografia é uma técnica incorporada recentemente à produção do artista. A exposição conta com três desses trabalhos, que datam de 2005 e 2006. As imagens constroem cenas e situações que são, ao mesmo tempo, misteriosas e cômicas. “Damasceno muitas vezes é associado ao surrealismo, à representação do fantástico, mas o que acontece com o trabalho dele é uma intensificação do real, relacionada não apenas ao absurdo que constitui a realidade, mas também a uma espécie de ampliação ou de exacerbação das coisas do mundo”, explica José Augusto Ribeiro. Além dessas fotos, a mostra apresenta um conjunto de intervenções gráficas realizadas por Damasceno sobre fotografias publicadas em uma revista francesa de decoração na década de 50.

A mostra segue em cartaz até agosto deste ano na Pina Estação. Mesmo a entrada sendo gratuita, é preciso reservar o ingresso pelo site http://www.pinacoteca.org.br. A exposição José Damasceno: moto contínuo tem patrocínio do Itaú Unibanco.

Catálogo | Para esta mostra, foi produzido um catálogo que traz em suas páginas um ensaio visual concebido por José Damasceno especialmente para a publicação, composto de desenhos, fotografias e até um selo oficial dos correios desenhado pelo artista. Bilíngue (português e inglês), o volume traz dois textos inéditos: um do curador da exposição, José Augusto Ribeiro, e outro da renomada historiadora norte-americana da arte Lynn Zelevansky sobre os desenhos do artista e como eles se relacionam com suas outras linguagens, como as instalações e as esculturas. Além do ensaio visual e dos textos, o livro conta também com reproduções fotográficas de todas as obras apresentadas na exposição.

Serviço:

José Damasceno: moto-contínuo

Curador responsável: José Augusto Ribeiro

Período: de 24/4/21 a 30/8/21

Pina Estação – 2° andar Largo General Osório, 66 – Santa Ifigênia – de quarta a segunda, das 11h às 17h

Ingressos gratuitos, com reserva exclusiva pelo site www.pinacoteca.org.br

Visitantes: o público terá a sua temperatura aferida e quem estiver com temperatura acima de 37,2° e/ou mostrar sintomas e gripe/resfriado deverá buscar ajuda médica e não poderá acessar o museu. O uso de máscara será obrigatório em todos os espaços e durante toda a visita. Não será permitido tirar a máscara em nenhum momento, como por exemplo para fotografias/selfies. Os espaços terão álcool gel para a higienização das mãos, além de uma nova sinalização que indicará o sentido de circulação e o distanciamento mínimo de 1,5m entre pessoas.

José Damasceno | José Damasceno Albues Júnior nasceu no Rio de Janeiro em 1968. O artista chegou a cursar arquitetura, mas não concluiu o curso. Foi na década de 90 que se voltou para as artes plásticas. No Brasil, passa a expor regularmente seus trabalhos a partir de 1993 e no exterior em 1995. Já participou de cinco Bienais de Arte, a Bienal de Veneza, Itália (2007); Bienal de Sydney, Austrália (2006); L’Esperienza dell’Arte na Bienal de Veneza, Itália (2005); Bienal do Mercosul, Porto Alegre (2003); e a 25ª Bienal de São Paulo, São Paulo (2002).

No Brasil, realizou mostras individuais em importantes equipamentos culturais como o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (2019); Santander Cultural, Porto Alegre (2015). No exterior, as suas obras já foram expostas no Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madri, Espanha (2008) e no Holborn Library, Londres, Reino Unido.

Obras suas integram o acervo de grandiosas instituições culturais, como o Museum of Modern Art, Nova York; Museu d’Art Contemporani de Barcelona; Instituto Inhotim e o Museu de Arte Moderna de São Paulo.

Longa “Samba de Santo – Resistência Afro-baiana” estreia na Globoplay

São Paulo, por Kleber Patricio

Géssica Neves comandando a ala de dança do Bankoma. Foto: Amanda Oliveira.

Lançado em novembro de 2020 na 44ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, o longa-metragem Samba de Santo – Resistência Afro-baiana chega agora ao streaming, com estreia marcada para o dia 7 de maio, na Globoplay. Primeiro longa-metragem dirigido pelo músico e produtor Betão Aguiar, o filme, registrado em fevereiro de 2020, acompanha os bastidores de alguns dos tradicionais terreiros de candomblé de Salvador que deram origem a três dos principais blocos afros da cidade: Bankoma, Cortejo Afro e Ilê Aiyê.

“A ideia inicial era percorrer o circuito dos festivais e mostras de cinema. Mas com a pandemia, o cancelamento de muitos desses eventos e a vontade imensa de levar essa história para o público, chegamos ao streaming. Sem celebrarmos o Carnaval este ano, correndo o risco de no próximo ano também, a preocupação em torno dessas comunidades que vivem para esta festa é enorme. Que possamos ao menos relembrar e levar um pouco dessa alegria e beleza às pessoas”, comenta Betão.

Samba de Santo foi o primeiro filme nacional exibido na última Mostra a ter seus ingressos esgotados e teve uma importante repercussão entre público e crítica especializada. O filme faz parte do acervo Mestres Navegantes, projeto que Betão Aguiar iniciou há dez anos ao pesquisar e registrar a cultura popular brasileira pelo viés da música, com seis edições lançadas. A mais recente, dedicada à Bahia, traz discos de Capoeira, Chegança e Candomblé, além de curtas-metragens com Bule-Bule, Dona Cadu e As Cheganças Femininas. “Celebramos uma década de Mestres Navegantes levando os mestres de São Luís do Paraitinga, Cariri, Pará e Bahia, essa importante documentação musical e audiovisual, às plataformas de streaming”, diz Betão.

Além de integrar a programação da Globoplay, Samba de Santo – Resistência Afro-baiana também foi confirmado na grade do Canal Bis no segundo semestre. O projeto tem patrocínio do Natura Musical e do Governo do Estado, por meio do Fazcultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.

63ª edição do Prêmio Jabuti consolida presença digital e diálogo com públicos diversos

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Kimberly Farmer/Unsplash.

A Câmara Brasileira do Livro (CBL) anuncia os preparativos para o 63º Prêmio Jabuti, uma edição que consolida sua presença digital e fortalece sua pluralidade.

Nesta edição, o editor e tradutor Marcos Marcionilo assume a curadoria da premiação e traz consigo a experiência de uma trajetória de 42 anos no mercado editorial. Juntam-se a ele no conselho curador especialistas e profissionais de múltiplas áreas do conhecimento: Ana Elisa Ribeiro, Bel Santos Mayer, Camile Mendrot e Luiz Gonzaga Godoi Trigo. Clique aqui para conhecer o perfil de cada um deles. “Mais uma vez, o Prêmio Jabuti nos dará um instantâneo dos dilemas e possibilidades de nosso tempo na perspectiva de quem pensa o Brasil”, ressalta Marcos Marcionilo, curador do da 63ª edição.

De acordo com Vitor Tavares, presidente da CBL, em 2021, algumas novidades fazem com que o acesso ao Jabuti seja ainda mais dinâmico. “O prêmio está cada vez mais digital, ágil e aberto ao diálogo. Dessa forma, ele consolida mudanças importantes do passado com o olhar para o presente e para o futuro, para onde as mais diversas comunidades do livro se encontram”, complementa.

O que muda em 2021|O ambiente das inscrições passa a ser o Portal de Serviços da CBL. Autores (as) e editores (as) que já possuem cadastro podem efetuar o login com o usuário preexistente ou adicionar um novo e selecionar “Prêmio Jabuti”. Já os novos usuários precisarão efetuar um cadastro, criar um login e uma senha antes de selecionar “Prêmio Jabuti” e dar sequência à inscrição. O prazo para participar será de 6 de maio, a partir das 12h, até as 18h do dia 1º de julho de 2021 (horário de Brasília).

Pelo quinto ano consecutivo, os valores das inscrições não foram alterados. E, excepcionalmente em 2021, haverá um desconto de 10% para todas as inscrições realizadas nos primeiros 30 dias, das 12h do dia 6 de maio até as 23h59 do dia 4 de junho de 2021 (horário de Brasília). A promoção é válida para todos os participantes, autores (as) independentes, editoras, editores, associados e não associados da CBL e também para todos os tipos de inscrição, obra individual ou coleção. “Cada uma das mudanças promove acesso mais amplo ao maior prêmio do livro do brasileiro. Usar a plataforma da CBL acelera o processo das inscrições de todos os que já solicitaram o ISBN, ficha catalográfica ou outro serviço, já que todas as informações ficam disponíveis em um único lugar e nos perfis de cada usuário. E a decisão de manter o mesmo valor de inscrição e oferecer o desconto é uma forma de ajudar ainda mais todos os profissionais do livro diante das dificuldades enfrentadas pelo setor”, destaca Vitor Tavares, presidente da CBL.

Categorias e vencedores (as) | Em 2021, o Eixo Ensaios passa a se chamar Eixo Não Ficção e o Eixo Livro torna-se Eixo Produção Editorial. Dessa maneira, as categorias do 63º Prêmio Jabuti ficam organizadas nos quatro eixos: Literatura, Não Ficção, Produção Editorial e Inovação.

Os (as) autores (as) vencedores (as) de cada categoria recebem a estatueta e o prêmio de R$5.000,00. O (a) vencedor (a) da categoria Livro no Ano será premiado (a) com a estatueta e o valor de R$100.000,00. Caso a obra premiada seja uma coautoria, o prêmio em dinheiro é dividido após a dedução dos impostos legais. Os editores das publicações premiadas são contemplados com a estatueta do Prêmio Jabuti.

Na categoria Livro Brasileiro Publicado no Exterior – uma parceria da CBL com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) –, há novas formas de premiação para a editora nacional da obra vencedora. Além da estatueta, caso já seja filiada ao Projeto Brazilian Publishers, a editora será contemplada com uma Bolsa de Apoio à Tradução no valor de R$5.000,00. Este montante poderá ser utilizado para traduzir uma nova obra de seu catálogo do português para qualquer outro idioma. Caso ainda não faça parte do BP, a editora brasileira premiada será contemplada com um ano de participação integral no projeto que promove a literatura brasileira no mercado internacional. Conheça todas as iniciativas do Brazilian Publishers clicando aqui. “Essas mudanças reafirmam o interesse constante do Prêmio Jabuti em encarar os desafios postos aos produtores e mediadores de cultura: além de premiar, é preciso impulsionar e ampliar a participação e a inclusão do máximo de agentes culturais. A hora é de insistir na cultura democrática como direito e como caminho”, afirma Marcos Marcionilo.

Consulta pública de jurados | Mais uma vez, o público poderá autoindicar ou recomendar nomes para a composição do júri do Prêmio Jabuti, por meio da consulta pública que será de 6 de maio de 2021 a 6 de junho de 2021. Basta preencher o formulário disponível no site http://www.premiojabuti.com.br. Os indicados são verificados e validados pelo Conselho Curador, que também é responsável por selecionar profissionais de todo o país para complementar o júri.

Personalidade Literária | A cada ano, o Prêmio Jabuti celebra as figuras fundamentais da arte e do pensamento em um país ávido por inclusão e representatividade. Em 2021, Ignácio de Loyola Brandão receberá a homenagem. Em sua bagagem, um dos mais célebres autores brasileiros carrega muitas histórias, 47 livros, além de inúmeras reportagens escritas no Brasil e em países como Itália e Alemanha. Ele também coleciona prêmios – entre eles, cinco estatuetas do Jabuti.

Abrasel Campinas promove 2ª edição do Festival Brasil Sabor em formato híbrido

Campinas, por Kleber Patricio

Foto: Katja S. Verhoeven por Pixabay.

Um dos segmentos da economia mais afetados pela pandemia, o setor de bares e restaurantes da região de Campinas começa a trabalhar o futuro e no resgate das experiências gastronômicas. E a primeira ação é o lançamento da segunda edição local do Festival Brasil Sabor, organizado pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) em Campinas e Região. Com 50 estabelecimentos de Campinas, Americana, Paulínia, Jaguariúna e Mogi Mirim, o evento acontecerá no período de 13 de maio a 21 de junho, em formato híbrido: presencial e por delivery. O Brasil Sabor é um evento nacional e neste ano atinge a edição comemorativa de 15 anos, de olho nos 3 S’s de sucesso: saúde, sabor e segurança.

O Festival Brasil Sabor de Campinas também marca a retomada dos eventos organizados pela entidade, suspensos desde março do ano passado, quando foi preciso cancelar dois festivais: Bar em Bar e o próprio Brasil Sabor. Neste ano, ainda por conta das medidas restritivas, a abertura oficial para o público está descartada. Assim, o evento ocorrerá apenas nos 50 restaurantes inscritos.

Cada um dos participantes desenvolveu ou reciclou um prato/receita de seu cardápio e vai disponibilizá-lo em seu estabelecimento no período do concurso para consumo e votação do público via site fornecido pela Abrasel RMC. O prato deverá custar entre R$35,90 e R$45,00.

O conceito do Festival remete sabores, texturas e cheiros que ficam na memória de forma especial – a comida que conforta, que abraça, que tem a ver com a história e trajetória de cada um. Na reunião familiar, no encontro em torno da mesa, constroem-se laços inimagináveis e infinitamente fortes, que se perpetuam no momento em que repetimos aquele ato amoroso que é o preparo de uma refeição para alguém.

Segundo o presidente da Abrasel em Campinas e Região, Matheus Mason, “nosso objetivo é valorizar a gastronomia local e sua importância no momento atual, apoiando a retomada do mercado de Alimentação Fora do Lar”. Ao mesmo tempo, a ideia é difundir as práticas inovadoras quanto aos cuidados sanitários e a manutenção da qualidade do Delivery Food nos tempos de pandemia. “Ao mesmo tempo em que apresentam seus pratos para o público, os estabelecimentos ajudam a divulgar as medidas e boas práticas de saúde que bares e restaurantes associados adotam com total segurança para os clientes, alinhadas com as melhores práticas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e autoridades em saúde nacionais e internacionais”, lembra Mason.

Na edição de 2021 o Festival Brasil Sabores vai premiar os restaurantes participantes, via votação popular, em três categorias: A melhor gastronomia, A melhor experiência presencial e A melhor experiência no delivery, criada especialmente por conta desse novo momento e com a expansão dos pedidos em casa.

A relação completa dos participantes, assim como os pratos inscritos, poderá ser consultada a partida da próxima semana no site: www.brasilsaborrmc.com.br. O Brasil Sabor de Campinas tem o apoio da Eletromídia e patrocínio da Rappi e Grupo Band.

Estabelecimentos participantes| Ají Con Mel Cocina Peruana | Banana Café | Bar Candreva | Bar do Pico | Bar Lado B | Barão Vermelho Brew House | Bellini Ristorante | Benedito Restaurante | Bonelli Restaurante | Boteco Vidottinho | Buteco do Jair | Cachorro Magro Rosticeria Artesanal | Café Container | Cantina Fellini Restaurante | Casa Bela Restaurante | Cervejaria Tábuas | Chef Miró Bistrô | Churrascaria Nativas Grill | Churrascaria Santa Gertrudis | Coliseu Restaurante e Pizzaria | Dal Giardino Ristorante & Pizzeria | Divina Gula Restaurante e Doçaria Campinas | Duo Bruschetteria & Bottega | El Tambo Bar | Empório Villani | Espetaria Norte Sul | Estação Marupiara Restaurante | Fogão Mineiro Sousas | Fritz | Giovanetti Cambui | Guayoyo Sabores Venezuelanos | Lá Na Léia Restaurante | Leve Alimentação Saudável | Los Vaqueros Espeto Bar | Macarronada Italiana | Macaxeira Restaurante | Madressilva Café & Restaurante | Maria Maria Bar e Restaurante | Milord Taverna | Mister Piu Casual Food | MTN BBQ Grill | Possante Bar | Restaurante Villa Mogi | Seo Rosa Cambuí | Stockyards Angus | Sandwich Jaguariúna | Stockyards Angus Sandwich Paulínia | Sulina Churrascaria | Thanks Burger | Vila Paraíso Restaurante | Zin’Bar Campinas.

Livro “Digestão Nojenta” garante uma divertida experiência pelo universo do sistema digestivo

São Paulo, por Kleber Patricio

Toda criança tem um cientista dentro de si que adora descobrir e aprender coisas novas, principalmente coisas curiosas e assustadoras. Dentre elas, o corpo humano, em especial o sistema digestivo. Já parou para pensar o quão nojento ele é? Nick Arnold também pensou nisso e reuniu em Digestão Nojenta informações, fatos históricos e explicações científicas contadas de uma forma única e que vão entreter os novos leitores.

A novidade é que a Editora Melhoramentos deu uma repaginada e transformou a leitura em uma experiência ainda mais divertida, com nova capa, ilustrações e tirinhas de Tony de Saulles, além de diferentes formatos de conteúdo, com narrativas curiosas, bilhetes, quiz, experimento, anotações de um cientista maluco e muito mais.

Da série Sabor Horrível, que já vendeu mais de 30 milhões de exemplares no mundo, o livro traz todo tipo de informação sobre o trabalho digestivo realizado pelo corpo humano. De maneira didática, viaja por acontecimentos históricos e descobertas científicas para entender todo esse processo. Entre as curiosidades, estão: quanto de xixi sua bexiga consegue segurar antes de vazar; qual parte do cérebro faz a gente vomitar; porque os astronautas não podem comer feijão no espaço; como as vitaminas essenciais impedem que você fique totalmente careca e muito mais.

Além de ser um material didático, com muito conteúdo para trabalhar em sala de aula, Digestão Nojenta é um excelente livro para dar de presente a crianças curiosas, exploradoras e com “estômago” para desvendar segredos “horríveis”.

Sobre o autor | Nick Arnold adora escrever desde garoto. Mesmo naquela época, os assuntos favoritos para as histórias que ele criava já eram horríveis. Aliás, quanto mais horríveis, melhor. Autor dos livros de sucesso da série Saber Horrível, Arnold agora mora em uma grande e velha casa mal-assombrada no oeste da Inglaterra, onde gosta de comer pizza e andar de bicicleta.

Sobre o ilustrador | Tony De Saulles pegou nos lápis de cor quando ainda usava fraldas e nunca mais parou de rabiscar e pintar. Leva muito a sério o Saber Horrível e chegou, inclusive, a experimentar um pouco a comida da escola, para a série. Felizmente, sarou por completo. Quando não está em cima da prancheta desenhando, Tony gosta de escrever poesia e de jogar squash, embora ainda não tenha feito nenhum poema sobre esse esporte.

Ficha técnica:

Obra: Digestão Nojenta

Autor: Nick Arnold

Ilustrador: Tony De Saulles

Tradutor: Antonio Carlos Vilela

Número de páginas: 160

Altura: 21 cm

Largura: 14 cm

ISBN: 978-65-5539-252-4

Preço sugerido: R$35,00.