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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Rota dos Capitéis inaugura sinalização de roteiro regional da nova opção em turismo na Serra

Monte Belo do Sul, por Kleber Patricio

Sinalização da Rota na Paróquia Santo Antônio, em Bento Gonçalves. Foto: Viviane Somacal.

Símbolo máximo da sustentação dos imigrantes nas novas terras, a fé que os moveu diante dos desafios também se transformou em dos mais marcantes traços culturais identitários da Serra gaúcha. Cento e cinquenta anos depois da chegada dos colonizadores, esse elemento indissociável da imigração italiana manifesta toda sua expressividade com a inauguração do roteiro turístico ‘Rota dos Capitéis – Caminhos da Imigração e da Fé’.

A iniciativa, que envolve 10 municípios da região e vem sendo construída desde 2020 sob a coordenação do Centro da Indústria, Comércio e Serviços de Bento Gonçalves (CIC-BG), celebra a inauguração da sinalização da rota regional – uma das duas que compõem o roteiro – em solenidade que ocorre no dia 6 de maio, terça-feira, em Monte Belo Sul.

Concebido como uma grande confraternização e demonstração dos hábitos cultivados pelos descendentes, o ato ocorrerá na Capela Santo Antônio, na Linha 80 da Leopoldina às 10h e deverá contar com a presença do embaixador da Itália no Brasil, Alessandro Cortese, além de autoridades da microrregião. “Esse projeto é um verdadeiro marco para toda a Serra, sendo um orgulho dar início a ele dentro das comemorações dos 150 anos da imigração. A Rota dos Capitéis é a valorização de um rico legado religioso que baseou a construção de nossas sociedades na região, sendo a simbologia da crença em dias melhores e em mais esperança e motivo da união entre os imigrantes. Essa mesma unidade permeou esse projeto de integração regional, que também é um verdadeiro manifesto dos laços que mantêm viva a irmandade entre gaúchos e italianos, celebrando uma conexão que para sempre nos unirá”, comenta Marijane Paese, presidente do Conselho Superior do CIC-BG.

Roteiro recebe sinalização. Foto: Marijane Paese.

A inauguração da Rota dos Capitéis festeja, justamente no ano que abarca as comemorações do sesquicentenário da imigração italiana no Rio Grande do Sul, todo legado cultural herdado do povo que emigrou para a Serra a fim de escrever uma nova história para suas vidas. Por isso, é tratado como um acontecimento em honra à memória e à preservação dessa herança. Cada um dos 10 municípios envolvidos – Bento Gonçalves, Boa Vista do Sul, Carlos Barbosa, Coronel Pilar, Farroupilha, Garibaldi, Imigrante, Monte Belo do Sul, Pinto Bandeira e Santa Tereza – preparou uma acolhida para demonstrar, por meio da enogastronomia e de atividades culturais, como esse espólio está entranhado na origem de seus povos.

Produtos agroindustriais como os queijos de Carlos Barbosa, o capeletti de Coronel Pilar, o salame de Boa Vista do Sul, a bolacha de melado de Imigrante e o grostoli de Garibaldi, além da importante economia da fruticultura da região, exemplificada pelos caquis e maçãs de Pinto Bandeira, se juntam a manifestações artísticas e do saber fazer. É o caso dos coros de Santa Tereza, dos grupos culturais de Monte Belo do Sul, que também colocará polenta à mesa e da demonstração de dressa de Bento Gonçalves e dos atrativos de Farroupilha. Várias delas também levarão suas soberanas à festividade, pensada para demonstrar o quanto a italianidade permeia o cotidiano desses municípios. A solenidade também marcará o lançamento do site oficial da Rota dos Capitéis, uma importante ferramenta de aproximação e informação a respeito da nova opção em turismo religioso na Serra.

Roteiro contempla 468 construções

A Rota dos Capitéis está ancorada em dois grandes roteiros, passando por capitéis, igrejas, capelas e grutas, concebidos para serem percorridos de distintas formas – caminhada, bicicleta ou veículos. A regional começa por Bento Gonçalves, na Igreja Santo Antônio, considerada o início e o final do trajeto e passa por áreas rurais e urbanas de cada um dos 10 municípios. Ao todo, são 15 trechos para caminhantes que totalizam 330 quilômetros. Há, ainda, outros 10 para ciclistas que somam 350 quilômetros. Todos foram desenvolvidos conforme normas ABNT/ISO/Contran. Além desse, há a rota circular, cuja inauguração é prevista para dezembro deste ano, com 64 trechos, abrangendo o máximo do território de cada um dos 10 municípios e totalizando 2.367 quilômetros – similar à distância entre Bento Gonçalves e Caravelas, na Bahia. Desse total, 533 quilômetros são de rotas para caminhadas. Outros 772 quilômetros são para rotas de cicloturismo, e 1.063 quilômetros para rotas de veículos.

Inauguração da sinalização da rota regional – uma das duas que compõem o roteiro – será no dia 6 de maio, terça-feira, em Monte Belo Sul. Foto: Marijane Paese.

A concepção do projeto se baseia em três livros que destacam como os antigos moradores da região homenageavam seus santos por meio da construção de templos. Dois deles são de autoria do jornalista Fabiano Mazzoti. O Livro do Capitel, com o mapeamento dos capitéis erigidos no território da antiga Colônia Dona Isabel, hoje representada por Bento Gonçalves, Monte Belo do Sul, Pinto Bandeira e Santa Tereza, e Amém, Bento Gonçalves – Igrejas e capelas desta terra. O outro é Perto das Estrelas, um trabalho do Circolo Trentino di Garibaldi, que traça a existência dos pequenos santuários na antiga Colônia Conde D’Eu – hoje Garibaldi –, além de Carlos Barbosa e outros municípios. Ao todo, são 468 construções religiosas (252 capitéis, 175 capelas, 23 grutas, 16 igrejas e duas ermidas) mapeadas e que estão recebendo sinalização indicativa, com painéis trazendo informações sobre cada um deles. O roteiro prevê 16 estações de apoio localizadas entre os municípios, voltadas para hidratação, informações técnicas, bicicletário e totem de manutenção para bicicletas.

A Rota dos Capitéis – Caminhos da Imigração e da Fé é capitaneada pelo CIC-BG de forma conjunta com os dez municípios envolvidos e tem o patrocínio de Banrisul, Rio Grande Seguros e Previdência, Sicredi e deputado estadual Guilherme Pasin, por meio de emenda parlamentar. O projeto também tem o apoio da Mitra Diocesana de Caxias do Sul, do Sebrae e do CISGA.

(Com Viviane Somacal/Exata Comunicação)

Lançamento de livro: ‘Igreja Enfeitiçada: Uma análise do poder das narrativas em Judas e Bolsonaro’

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro. Foto: Divulgação.

No dia 31 de maio haverá o lançamento de um novo livro em São Paulo: o livro ‘Igreja Enfeitiçada: Uma análise do poder das narrativas em Judas e Bolsonaro’, publicado pela Emó Editora.

Quantas vezes a fé já foi usada como instrumento de poder? Em um momento onde o Brasil e o mundo enfrentam crises de credibilidade em seus líderes, a obra Igreja Enfeitiçada se propõe a ser mais do que um simples livro de religiosidade – é um convite à discussão necessária sobre a intersecção entre fé e política, propondo um novo olhar sobre o que realmente significa seguir um exemplo.

Sobre o autor | David Santos é pedagogo e escritor, amante do conhecimento e apaixonado por compartilhar o que lê, estimulado pelo ambiente de sala de aula e motivado pelas artes.

(Com Vivian Roberta Borges Batizelli Koqui/Agência 2205)

‘Nas Ondas do Rádio’ celebra Teatro de Revista com 25 artistas em cena

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Cléo Martins.

Inspirado na história de sucesso da Rádio Nacional, considerada a maior emissora brasileira na década de 1950, o autor mineiro Pádua Teixeira desenvolveu a dramaturgia de ‘Nas Ondas do Rádio’. O texto tem grande repercussão desde os anos 2000 e agora ganha uma nova montagem, dirigida por Sebastião Apolonio e Roberto Taty. A temporada gratuita envolve 20 apresentações e estreia no Teatro Cacilda Becker, com sessões entre os dias 8 e 18 de maio, de quinta a sábado, às 20h30, e, aos domingos, às 19h.

Depois, a peça segue para a Galeria Olido, com apresentações nos dias 29, 30 e 31 de maio, às 20h, e 1º de junho, às 19h. Por fim, é possível conferir o trabalho entre os dias 26 de junho e 6 de julho no Teatro Arthur Azevedo, de quinta a sábado, às 20h30, e, aos domingos, às 19h. Basta retirar o ingresso nas bilheterias de cada teatro com 1 hora de antecedência. “Como os anos 50 também representam o auge do Teatro de Revista no Brasil, achei interessante explorar essa linguagem em ‘Nas Ondas do Rádio’. Infelizmente, nos anos 70, parou de se fazer teatro desta forma, principalmente por conta dos custos. Era uma produção muito grandiosa, porque envolvia um elenco numeroso, com coristas, bailarinos, números musicais e números de comédia”, conta Apolonio.

Para reviver com maestria a experiência do Teatro de Revista, a peça conta com 25 artistas em cena, entre atores, atrizes e músicos. A maioria deles mora no Palacete dos Artistas, um prédio residencial mantido pela Cohab-SP destinado a acolher profissionais das artes aposentados que passam por dificuldades financeiras ou não possuem moradias.

Sobre a encenação

Mais do que uma grande homenagem aos anos de ouro do rádio no Brasil, o texto celebra a Atlântida Cinematográfica e os artistas de teatro dos anos 50. É possível ver referências às vedetes Virgínia Lane, Salomé Parísio e Mara Rúbia; às cantoras Emilinha Borba, Carmen Miranda e Ângela Maria; e até aos atores Oscarito e Grande Otelo. “Além dos números musicais divertidíssimos, nós encenamos as propagandas icônicas daquele período, como as da Varig, do creme Rugol e da Palmolive. É uma verdadeira viagem no tempo que com certeza vai emocionar os espectadores”, comenta Apolonio.

Ao enaltecer o passado e optar por um elenco de veteranos, Nas Ondas do Rádio agrega valor histórico e artístico a esse conjunto de atores e atrizes idosos que, embora não estejam mais inseridos no mercado de trabalho, possuem pesquisa e proposições estéticas inigualáveis. “Nos unimos para resgatar memórias e trajetórias de um tempo que era maravilhoso de se viver. O Brasil estava indo para a frente e tínhamos muita esperança. Eu era adolescente e tudo era muito bonito. Mas veio o golpe militar em 1964, o que acabou com tudo”, completa o diretor. Inclusive, essa dimensão trágica também está presente no trabalho. De acordo com Apolonio, há uma espécie de crítica social na encenação, percebida pela ironia contida no texto.

Este projeto foi contemplado pela 19ª Edição do Prêmio Zé Renato para a Cidade de São Paulo.

Minibios

Sebastião Apolônio é ator e diretor teatral, nascido em 1943 em Ponte Nova (MG). Atuou em mais de 200 espetáculos, com destaque no teatro infantil. Foi o primeiro morador do Palacete dos Artistas, em São Paulo, dedicado a artistas idosos.

Roberto Taty é artista brasileiro com atuação no teatro paulistano. Integrou o elenco da comédia As Mona Lisas e foi assistente de direção em Branca de Neve Não Mora Mais Aqui, ambos com textos de Wilson Coca e direção de Sebastião Apolônio. Também atua como artista independente em São Paulo.

Pádua Teixeira é dramaturgo e diretor mineiro, nascido em Ponte Nova. É autor da peça Nas Ondas do Rádio, em cartaz desde 1999, dedicada à era de ouro do rádio brasileiro. Atua com foco na cultura popular e memória afetiva nacional.

Gabi Costa

Atriz e diretora negra formada pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul. Tem como foco a pesquisa cênica que considera diversidade e inclusão. Há mais de dez anos investiga os diálogos entre dramaturgia e psicanálise participando de projetos interdisciplinares coordenados por Sergio Zlotnic na SP Escola de Teatro, entre eles, a direção do espetáculo ‘Sapathos’. É atriz e idealizadora do solo autoral ‘Cíclico’ (2023) – com direção de Mariá Guedes e Thais Dias. É diretora de ‘A Solidão do Feio’ (2024) – monólogo de Sidney Santiago Kuanza, ator indicado ao Prêmio Shell pela atuação neste espetáculo.

Sinopse | Nas Ondas do Rádio é o novo espetáculo dos moradores do Palacete dos Artistas, uma homenagem aos anos dourados da rádio no Brasil, destacando a programação da icônica Rádio Nacional e o Teatro de Revista.

FICHA TÉCNICA

Direção: Sebastião Apolonio e Roberto Taty

Dramaturgia Original: Pádua Teixeira

Dramaturgismo e Adaptações Cênicas: Gabi Costa

Direção Musical: Gilda Vandenbrande

Elenco: Anna Rodrigues Carvalho, Bernardete Vicente de Souza, Divina Valéria, Eliná Coronado, Hilton Have, João Ribeiro, Katia Estevam, Larissa Leão, Miguel Bretas, Paola Romero, Raimundo José, Robert Kennedy, Roberto Taty, Sabinna di Colluccy, Sergio Buck, Sylvia Malena, Victor Wagner, Walter Carvalho

Músicos: Artur do Cavaco, Dorival do Pandeiro e Fabinho 7 Cordas

Coreografias: André Gama

Cenografia: Nilton Araujo

Cenotécnicos: Nilton Araújo e Henrique Orquiza

Criação de Luz: Jota Michilis

Operação e Assistência de Iluminação: Claudio Brandão e Silvestre Garcia

Produção de Trilha e Efeitos Sonoros: Eduardo Gabriel Alves

Operação de Som: Eduardo Gabriel Alves e Tiago Silva

Camareira: Maria Leal

Figurino e adereços: F. E. Kokocht

Execução de Figurinos, Adereços e Máscaras: F. E. Kokocht, Tereza Dione e Olívia Valente

Assistentes na execução de Figurinos e Adereços: Rose Saturno, Lucas Gomes e Maria Ada

Produção Executiva de Figurinos e Adereços: Rose Saturno/Alcilene Evangelista

Coordenação do projeto: Miguel Bretas

Apoio Técnico: Mariana Ruiz

Fotos: Cléo Martins

Designer Gráfico: Nathalia Ernesto

Produção: Corpo Rastreado

Assessoria de Imprensa: Canal Aberto.

Serviço:

Nas Ondas do Rádio

Duração: 90 minutos

Classificação: 12 anos

Teatro Cacilda Becker

Data: 8 a 18 de maio, de quinta a sábado, às 20h30, e, aos domingos, às 19h

Endereço: R. Tito, 295 – Lapa

Ingresso: Gratuito | Retirada na bilheteria com 1 hora de antecedência

Telefone: (11) 3864-4513

Galeria Olido

Data: 29 de maio a 1º de junho, de quinta a sábado, às 20h, e, no domingo, às 19h

Endereço: Av. São João, 473 – Centro Histórico de São Paulo

Ingresso: Gratuito | Retirada na bilheteria com 1 hora de antecedência

Telefone: (11) 2899-7370

Teatro Arthur Azevedo

Data: 26 de junho a 6 de julho, de quinta a sábado, às 20h30, e, no domingo, às 19h

Endereço: Av. Paes de Barros, 955 – Alto da Mooca

Ingresso: Gratuito | Retirada na bilheteria com 1 hora de antecedência

Telefone: (11) 2604-5558.

(Com Daniele Valério Canal Aberto Assessoria de Imprensa)

School of Rock realiza primeira edição da Feira da Música na capital brasileira do Rock com atividades gratuitas para população

Curitiba, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

A School of Rock, maior rede de escolas de música do mundo, não poderia deixar de comemorar o reconhecimento de Curitiba como ‘capital mais rock’n roll do Brasil’ e, para homenagear a cidade, no dia 18 de maio, das 10h às 14h, na unidade da School of Rock Batel, a marca realizará a primeira edição da Feira da Música School of Rock, um evento inédito e aberto ao público que contará com uma série de atividades gratuitas, que unem música, gastronomia e oportunidade de novos negócios.

Durante a feira, os visitantes terão a oportunidade de fazer experimentações musicais com instrumentos e equipamentos de marcas parceiras da rede e renomadas no mercado musical, como Roland, Pride, Michael, Tagima, PHX, Shure, Orion, Rozini. Além disso, o público presente poderá assistir a apresentações com os alunos da escola e conhecer mais sobre a metodologia de ensino da rede. “Na Feira, teremos espaço para quem gosta de música e quer ter um contato mais próximo com os instrumentos. Quem nunca tocou, por exemplo, pode fazer uma aula guiada pelos nossos professores e entender melhor como funciona a metodologia de ensino da School, que costumamos dizer que é diferente de tudo que você já viu sobre escolas de música”, destaca Fernando Quesada, sócio-diretor da School of Rock.

Outro momento aberto ao público em que os amantes da música poderão participar ativamente do evento acontecerá no dia 19 de maio, a partir das 19h30, durante a Jam Session da School, no icônico e tradicional Hard Rock Café, um dos principais parceiros da marca na cidade. Na ocasião, o bar abrirá suas portas para uma noite de muito agito e o melhor do rock nacional e internacional, com apresentações de bandas da unidade Batel.

Convenção School of Rock 2025

A Feira da Música da School acontecerá em paralelo à SORCON 2025, convenção oficial da rede, que acontece anualmente e, pela primeira vez, será realizada fora de São Paulo. Durante três dias – entre de 18 a 20 de maio –, Curitiba se tornará a casa de mais de 60 franqueados e colaboradores da School de todo o Brasil e que vão desembarcar no Sul do país para viverem momentos de muito conhecimento, tanto do negócio em si, quanto do desenvolvimento do segmento da música no Brasil e no mundo. “Estamos muito empolgados em realizar a Convenção da rede em Curitiba por ser uma cidade com cidade que respira música e que tem a cultura do rock no seu DNA. A expectativa é de que este evento seja o primeiro de muitos e um marco na nossa história, atraindo para a capital investidores e empresários de todo o Brasil. Queremos estreitar ainda mais nossos laços com franqueados e com a população da região”, declara o sócio-diretor.

Quesada afirma que levar a convenção da rede para Curitiba é um movimento estratégico para o plano de expansão do negócio. “Entendemos que a região como um todo além de outras cidades do estado tem um grande potencial para abertura de novas unidades e são prioritárias para o desenvolvimento da marca, por isso, acreditamos que a convenção vai movimentar a economia local e a cidade em diversos aspectos”, pontua.

A expectativa também é reunir um público empresarial que esteja interessado em investir na marca. Hoje, a School of Rock conta com 55 unidades abertas e 15 em implementação em todo território nacional. Na região Sul do Brasil são quatro unidades da marca e a previsão é que mais quatro sejam inauguradas ainda em 2025. “Temos percebido o interesse de empresários em conhecer a nossa marca pelo ponto de vista do investidor e entendemos que a feira também é uma oportunidade de mostrar nossa filosofia de trabalho e apresentar o mundo da música como um segmento rentável de negócios”, acrescenta.

Com uma programação focada nos franqueados, a convenção tem como objetivo promover a possibilidade de os envolvidos explorarem tendências de mercado e se conectarem com fornecedores e parceiros estratégicos em um ambiente ideal para o networking e troca de experiências. Para isso, no dia 18 de maio, o evento começa às 15h com a Feira da Música e no dia 19 os franqueados terão uma agenda de palestras e workshops no Hard Rock Café.

Já no dia 20, a SORCON 2025 termina no Breakout Sessions, que acontece no Espaço Encontro da Amazônia, onde a equipe da School of Rock conduzirá reuniões imersivas com grupos de franqueados para alinhamento estratégico da gestão do negócio, garantindo que toda a rede esteja preparada para os desafios e oportunidades do futuro. Além disso, durante todo o evento, os franqueados poderão entender com mais detalhes a possibilidade de expansão dentro da rede abrindo uma unidade da School of Rock na Espanha ou em Portugal. 

Programação aberta ao público – Convenção SOR 2025

1) Feira da Música – School of Rock

Data: 18 de maio

Horário: 10h às 14h

Local: School of Rock Batel – Av. Sete de Setembro, 5978 – Batel, Curitiba – PR

Participação gratuita.

2) Jam Session School of Rock

Data: 19 de maio

Horário: 19h às 23h

Local: Hard Rock Café – Rua Buenos Aires, 50 – Batel, Curitiba – PR

Participação gratuita.

Sobre a School of Rock

A School of Rock é a maior e mais renomada escola de música do mundo, com franquias espalhadas por diversos países e milhares de estudantes participando de suas aulas, workshops e programas de performance todos os dias. A instituição combina expertise em negócios com uma paixão inabalável pela música, proporcionando um ambiente onde jovens podem desenvolver suas habilidades musicais e pessoais.

A escola está em constante crescimento, com uma comunidade diversa e inclusiva, que valoriza a individualidade e promove o respeito mútuo. A colaboração e o otimismo são fundamentais para a construção de uma marca duradoura, incentivando os alunos e a equipe a perseguirem um propósito comum e se apoiarem mutuamente.

O diferencial da instituição está no seu método de ensino baseado na performance. Através do School of Rock Method™, patenteado pela escola, os alunos dominam tanto a prática quanto a teoria musical, desenvolvendo novas habilidades e liberando sua criatividade por meio do trabalho em equipe e da expressão individual.

(Com Emelin Leszc/Isabela França Comunicação)

‘Labirinto Ruído – Uma quase jornada de um meio herói’ e ‘Todo Mês Sangra’ do grupo TEAF, estreiam em São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Espetáculos que o Grupo TEAF apresenta em São Paulo entre os dias 9 e 17 de maio. Foto: Mequiel Zacarias Ferreira.

Há quase quatro décadas produzindo arte na cidade de Alta Floresta, localizada no extremo norte do estado do Mato Grosso, na área conhecida Território Portal da Amazônia, o TEAFTeatro Experimental de Alta Floresta volta a São Paulo para apresentar dois espetáculos. A peça ‘Labirinto Ruído – Uma quase jornada de um meio herói’ é encenada nos dias 9, 10 e 11 de maio, sexta e sábado, às 20h e domingo, às 18h no Teatro Arthur Azevedo (Av. Paes de Barros, 955 – Alto da Mooca). Já a dança-teatro ‘Todo Mês Sangra’ tem sessões em 16 e 17 de maio, às 19h, no Centro de Referência da Dança (Galeria Formosa – Baixos do Viaduto do Chá s/nº, Praça Ramos de Azevedo – Centro Histórico de São Paulo, São Paulo).

As ações integram o projeto Mato Adentro, Mato Afora, viabilizado por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso. “Foram pouquíssimas as circulações que conseguimos fazer ao longo da nossa trajetória. Então, quisemos aproveitar a oportunidade para mostrar que o teatro é muito mais do que aquilo que é produzido no eixo Rio-São Paulo”, conta Elenor Junior, um dos produtores do TEAF.

“O TEAF mantém uma pesquisa contínua desde 1988. Somos o grupo mais longevo do Mato Grosso e organizamos outras importantes atividades, como o Festival de Teatro da Amazônia Mato-grossense e o Seminário de Cultura. Queremos contribuir na formação de público para o teatro e na troca de experiências entre os profissionais e os interessados na área”, declara Angélica Müller, presidenta do Grupo.

Para isso, o grupo escolheu apresentar duas obras muito importantes para a sua história. Labirinto Ruído – Uma quase jornada de um meio herói é o último trabalho do Grupo. Já Todo Mês Sangra é um espetáculo que integra o seu repertório desde 2017.

Labirinto Ruído

Com direção de Ronaldo Adriano, dramaturgia de Ana Flávia Garcia e atuação de Cassiane Leite, Fernando Zilio, Matheus Marins e Ronaldo Adriano, Labirinto Ruído foi construído a partir das memórias do elenco. “O processo partiu das lembranças dos integrantes do grupo provocadas por objetos pessoais dos envolvidos na montagem. Quisemos discutir sobre quais memórias e imagens são ativadas em cada um de nós ao nos depararmos com determinados objetos, sejam nossos ou de outras pessoas. Quais recordações são reavivadas quando pegamos um caderno antigo na gaveta, por exemplo?”, comenta Ronaldo Adriano.

Realidade e ficção se entrecruzam na narrativa, gerando reflexões sobre sexualidade, medos, traumas, relações de gênero e legados. Nessas histórias, também é possível identificar críticas a respeito da ocupação da Amazônia. “Cidades como Alta Floresta surgiram com uma proposta bem desenvolvimentista. Muitas famílias se mudaram para lá com a promessa de ganhar muito dinheiro”, afirma Junior.

O cenário de Ronaldo Adriano emula um labirinto fluido e móvel que, ao mesmo tempo, aprisiona, mostra saídas e serve de habitat para as figuras que interagem com o personagem central. Para aumentar a imersão do público, também acontecem projeções de paisagens amazônicas e das materializações cênicas das memórias suscitadas no processo de montagem.

Já a trilha sonora original de Bruno Bazílio foi concebida a partir de improvisações sonoras de vários instrumentos, provocando na plateia as mais diversas sensações, como as de calmaria, festejo e turbulência.

Sinopse | O trabalho conta a história de um homem comum que, motivado por uma questão íntima perturbadora, inicia sua trajetória de enfrentamento pessoal com diversos personagens, obstáculos, memórias, objetos e desafios na busca de algum tipo de informação que o possa transformar.

Todo Mês Sangra

O espetáculo Todo Mês Sangra foi a primeira experiência do TEAF com dança e teatro. Por meio do gestual, a companhia quis discutir a violência contra a mulher nas suas mais diversas formas: tanto as agressões físicas quanto as violências psicológica, moral, sexual e patrimonial.

Uma única bailarina-intérprete está em cena: Cassiane Leite. O ponto de partida da concepção da obra, conforme explica a atriz, são suas próprias vivências e memórias, decupadas no processo de pesquisa e concepção, realizados por Clodoaldo Arruda, que também é diretor do espetáculo. “A partir de elementos cênicos, fatos, comportamentos e conflitos, a bailarina-intérprete leva o público a refletir sobre as tantas dores e julgamentos que as mulheres são submetidas diária e historicamente, com objetivo de ressignificar essa condição e as suas trajetórias, e conquistando sua autonomia e liberdade”, enfatiza Cassiane. Clodoaldo explica então, que “Ao longo da encenação, ela percorre oito momentos: o corpo extensivo associado ao pecado; a busca do novo, o rompimento das regras introjetadas no particular e as forças contrárias a uma possível libertação; o impulso acontece, o próprio corpo a detém; o acionar lembranças, cenicamente voltar para as visualizações de como tudo pode acontecer, o avanço, tirar o laço dos próprios olhos; recomeços; o leve, o próprio corpo e o respeito sobre ele; o corpo agredido precisa de cura; e a convocação para unir forças”.

Conforme descreve a atriz, é um espetáculo que busca conduzir o público, tanto homens quanto mulheres, à uma profunda reflexão sobre a condição das mulheres nos mais diversos espaços, na tentativa de possibilitar a superação de todos os tipos de violência que a estrutura social impõe às mulheres.

Sinopse | Uma protagonista, num momento de recortes, colagens e lembranças, questiona e ressignifica sua vida na contemporaneidade. A poesia está em ser mulher e ser respeitada por isso. Por meio da dança, o trabalho aborda a violência enfrentada por essa população, tanto as agressões físicas quanto as silenciosas.

FICHAS TÉCNICAS

Labirinto Ruído – Uma Quase Jornada de um Meio Herói

Direção e encenação: Ronaldo Adriano. Texto e dramaturgia: Ana Flávia Garcia. Elenco: Cassiane Leite, Matheus Marins, Ronaldo Adriano e Fernando Zilio. Trilha sonora original: Bruno Bazilio. Cenário: Ronaldo Adriano. Marceneiro: Valdecir Marceneiro. Produção e confecção de adereços: Cassiane Leite e Maria Eduarda Marques Lima. Pintura e cenário e elementos de cena: Jane de Paula. Pesquisa e concepção de figurino: Ronaldo Adriano e Angélica Muller. Produção de figurino: Míriam Marques da Paz Lima. Costureira: Terezinha Freitas Maciel. Iluminação: Fernando Zilio. Operação de luz: Fernando Zilio e Cassiane Leite. Operação de som e projeção: João Lucas da Silva. Intérprete de Libras: Fabiano Campos. Produção de material fotográfico e vídeo: Mequiel Zacarias Ferreira e Wyllon de Oliveira. Comunicação: Mequiel Zacarias Ferreira. Produção: Elenor Cecon Júnior.

Todo Mês Sangra

Direção e concepção: Clodoaldo Arruda. Coreografia em Processo colaborativo: Clodoaldo Arruda. Ensaiador: Ronaldo Adriano. Bailarina-intérprete: Cassiane Leite. Pesquisa Musical: Clodoaldo Arruda. Cenografia e figurino: Clodoaldo Arruda. Operação de som e luz: Fernando Zilio. Produção: Elenor Cecon Júnior. Comunicação: Mequiel Zacarias Ferreira.

Serviço:

Labirinto Ruído – uma quase jornada de um meio herói

Data: 9 a 11 de maio, sexta e sábado, às 20h e domingo às 18h

Teatro Arthur Azevedo – Anexo

Endereço: Av. Paes de Barros, 955 – Alto da Mooca

Ingressos gratuitos: retirados na bilheteria ou através do Sympla (clique aqui)

Telefone: (11) 2604-5558. Duração: 70 minutos Classificação: Livre

Dias 9 e 10/5 as sessões terão interpretação em Libras.

Todo Mês Sangra

Data: 16 e 17 de maio, sexta e sábado, às 19h

Centro de Referência da Dança (CRD)

Endereço: Galeria Formosa – Baixos do Viaduto do Chá s/n, Praça Ramos de Azevedo – Centro Histórico de São Paulo, São Paulo

Ingressos gratuitos: distribuídos com uma hora de antecedência na bilheteria do CRD

Telefone: (11) 3214-3249 Duração: 40 minutos Classificação: 12 anos.

(Com Daniele Valério/Canal Aberto Assessoria de Imprensa)