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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Museu do Ipiranga inaugura exposição com coleção de design que destaca produção manual e o valor simbólico dos objetos do dia a dia

São Paulo, por Kleber Patricio

Cavalinho, madeira maciça e crina de cavalo. Fotos: ©️DelRe Stein/VivaFoto.

Móveis, utensílios domésticos, ferramentas de trabalho, fotografias e materiais gráficos – estes são alguns dos objetos escolhidos ao longo de seis décadas pela dupla de colecionadores Calito e Tina. Apresentados na exposição ‘Design e cotidiano na coleção Azevedo Moura’, em cartaz no Museu do Ipiranga a partir de 27 de maio, o conjunto valoriza a produção manual e os vínculos afetivos com objetos do dia a dia.

Com curadoria da historiadora de design Adélia Borges, o projeto reúne 930 itens adquiridos ao longo de décadas, desde meados de 1960, nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. São objetos produzidos por imigrantes europeus no sul do Brasil entre a segunda metade do século 19 e o início do século 20. A coleção representa o imaginário social e o dia a dia de imigrantes alemães e italianos e revelam aspectos pessoais do universo doméstico de pessoas que buscavam construir uma nova vida. As obras conjugam as lembranças, as técnicas e os costumes trazidos pelos imigrantes de sua terra natal, de um lado, e as condições e materiais que encontraram na terra de adoção, de outro.

Garrafas importadas em tamanhos, cores e usos variados. 

Passando por questões como habitação, religiosidade, marcenaria e culinária, os objetos apresentados denotam como uma mesma tipologia de artefato pode ter diferentes feições, carregando aspectos afetivos e emocionais. Trata-se de uma escolha dos colecionadores, que optaram por valorizar o trabalho manual contrapondo-se à lógica industrial de produção de peças idênticas em massa. “A maioria desses objetos não tem valor pecuniário em si. Eles não são itens que se encontram em antiquários, valorizados por sua equivalência monetária. A maior parte é rudimentar e remete à nossa raiz rural. A urbanização do Brasil é recente, então essas peças suscitam relações fraternas, tradições geracionais e memórias afetivas”, afirma Borges.

No Museu do Ipiranga, a exposição ganha uma roupagem diversa e ao mesmo tempo complementar à proposta curatorial das exposições de longa duração. Enquanto as peças aqui apresentadas revelam aspectos da cultura e da identidade dos imigrantes, o conjunto também carrega os desejos de quem coleciona e, mais do que uma preocupação com dados históricos, sobressai a valorização dos significados afetivos. “Colecionar é uma forma de escolher objetos e criar um mundo próprio, baseado nos desejos de quem coleciona. A coleção está ligada à realidade, mas não a reproduz exatamente”, afirmam os professores David Ribeiro e Vânia Carvalho, curadores institucionais.

Dividida em dez núcleos temáticos e uma sala de vídeo, a exposição enfatiza a beleza e o design de peças que não foram criadas para a elite, mas sim para pessoas comuns, que contribuíram com a formação de uma memória coletiva baseada em trocas culturais. Ao entrar em contato com a coleção, o público poderá reconhecer elementos que talvez façam parte de suas próprias histórias. Essa identificação acontece porque, por ser cotidiano, o acervo pode ganhar significados pessoais para cada visitante.

Placa com ditados de parede.

O primeiro núcleo da exposição, intitulado Pode entrar que a casa é sua, mostra como os imigrantes artesãos utilizaram a abundância de árvores locais para produzir técnicas de marcenaria diferentes das empregadas na Europa. Com madeiras propícias para a construção (como cedro, cabriúva e canjerana), eles aproveitaram os grandes lotes de terras para tratar a lenha com maestria, muitas vezes esculpindo portas com requinte de detalhes. Essa mesma diversidade aparece também em As várias formas do sentar, que apresenta cadeiras e bancos produzidos pelas duas comunidades europeias. Ora com ornamentos, ora mais rústicos, estes itens revelam o valor simbólico e funcional do mobiliário no cotidiano, incluindo o tradicional cavalinho de madeira -símbolo do sentar-se lúdico e do afeto familiar entre crianças e adultos.

Em Preparar e servir o pão de cada dia, são exibidos utensílios destinados ao preparo de alimentos ou ao esmero em servi-los. A culinária, uma das mais fortes expressões de identidade cultural de um povo, reflete os hábitos alimentares de cada nação e traduzindo-se também nos apetrechos criados para o preparo das receitas. Já em Mande notícias do mundo de lá, cartões postais trazem cenas românticas que idealizam o continente deixado para trás. Paisagens floridas, crianças e corações aparecem nessas imagens como cenas de lazer e de correspondência entre os dois universos. Nos ditados de parede da tradição alemã expostos em Lar, doce lar, outras ilustrações simples destacam a importância da união familiar e da confiança em Deus para a harmonia doméstica. São elementos gráficos como corações e flores, que acompanham frases escritas muitas vezes em letras góticas.

O núcleo O céu que nos protege apresenta como a religiosidade católica estava presente nas famílias italianas, seja por meio de reproduções de pinturas sacras ou pequenos oratórios. Ele demonstra como nos lares germânicos havia protestantes e católicos, enquanto entre os italianos o catolicismo era dominante. Grafias de época, por sua vez, exibe peças de comunicação gráfica como folhetos publicitários que divulgavam mercadorias. São peças que representam o imaginário social do período, tais como os cartões postais e as fotografias.

Fôrmas metálicas para bolos e receitas quentes, em diferentes formatos.

Noivas de preto destaca o costume de noivas que se casavam vestidas de preto. De acordo com muitos historiadores, essa tradição seria uma forma de protestar contra ‘jus primae noctis’, isto é, o direito do senhor feudal de ter a primeira noite. Além da memória dessas mulheres, na coleção Azevedo Moura, a lembrança da infância também se faz presente. Em Infância nas colônias, é possível observar os costumes e a criação das crianças – que seguia a cultura ocidental burguesa – por meio de brinquedos, fotografias e materiais escolares.

Por fim, em Ferramentas do fazer, é apresentado o serviço de marceneiros, ferreiros, oleiros, pedreiros, sapateiros, alfaiates e farmacêuticos. Os artefatos mostram a realidade muitas vezes precária dos trabalhadores, além de como eles acompanharam a transformação de matérias primas ao longo dos anos.

Uma parte da coleção foi apresentada na mostra Artefatos do Sul – Legados da Imigração Alemã e Italiana, realizada em 2024, em Porto Alegre, em celebração aos 200 anos da imigração alemã no Rio Grande do Sul e aos 150 anos da imigração italiana no Brasil. A exposição teve seu encerramento antecipado devido às enchentes que atingiram o estado. Agora, a coleção pode ser observada sob a ótica do colecionismo, que convida à reflexão sobre o papel da cultura material na formação de identidades.

A exposição tem entrada gratuita e está instalada no salão de exposições temporárias, um espaço moderno, acessível e climatizado, com 900m2, localizado no piso jardim, o pavimento mais recente do Museu do Ipiranga.

Adélia Borges, 2024. Foto: Vini Dalla Rosa.

Sobre Adélia Borges | Adélia Borges (Cassia, MG, 1951) é crítica e historiadora de design. Seu trabalho passa por diversas produções, tais como exposições, livros, reportagens, documentários, cursos e palestras no Brasil e no exterior. Recebeu o título de Doutora Honoris Causa pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), em 2021, por sua contribuição à investigação e difusão do design brasileiro e do sul global. Tem textos publicados em sete idiomas e é autora ou coautora de 41 livros.

Serviço:

Design e cotidiano na coleção Azevedo Moura

De 27/5 a 28/9/2025

De terça a domingo, das 10h às 17h. Última entrada: 16h

Sala de exposições temporárias – Museu do Ipiranga

Entrada gratuita (somente para esta exposição)

Curadora: Adélia Borges

Curadores institucionais: David Ribeiro e Vânia Carvalho.

Museu do Ipiranga

Endereço: Rua dos Patriotas, 100

Funcionamento: Terça a domingo (incluindo feriados), das 10h às 17h (última entrada às 16h)

A bilheteria abre às 9h nos dias pagos e 10h nos dias de gratuidade

Ingressos para as exposições de longa-duração: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada).
Entrada gratuita para exposição temporária

Gratuidades: Quartas-feiras e primeiro domingo do mês.

Confira mais informações: museudoipiranga.org.br/visite/

Transporte público: De metrô, há três estações da linha 2 (verde) próximas ao Museu, Alto do Ipiranga (30 minutos de caminhada), Santos-Imigrantes (25 minutos a pé) e Sacomã (25 minutos a pé). A linha 710 da CPTM tem uma parada no Ipiranga (20 minutos de caminhada).

Principais linhas de ônibus: 4113-10 (Gentil de Moura – Pça da República), 4706-10 (Jd. Maria Estela – Metrô Vila Mariana), 478P-10 (Sacomã – Pompeia), 476G-10 (Ibirapuera – Jd.Elba), 5705-10 (Terminal Sacomã – metrô Vergueiro), 314J-10 (Pça Almeida Junior – Pq. Sta. Madalena), 218 (São Bernardo do Campo – São Paulo).

Pessoas com deficiência em transporte individual: na entrada da Rua Xavier de Almeida, nº 1 – há vagas rotativas (zona azul) em 90°

Bicicletas: para quem usa bicicleta, há paraciclos disponíveis próximos aos portões da R. Xavier de Almeida e R. dos Patriotas

Museu do Ipiranga – USP

O Museu do Ipiranga é uma das sedes do Museu Paulista da Universidade de São Paulo, que também agrega o Museu Republicano de Itu. É um dos mais completos e modernos museus da América Latina, com 49 salas expositivas no edifício monumento, abrigando exposições de longa duração que apresentam um panorama da História e da cultura material brasileira. São elas: ‘Passados imaginados’, ‘Uma História do Brasil’, ‘Para entender o Museu’, ‘Casas e coisas’, ‘Mundos do trabalho’. O Museu também conta com uma sala expositiva no Piso Jardim, pronta para receber exposições temporárias que articulam os conteúdos presentes no edifício monumento a temas da atualidade.

A acessibilidade é tema estratégico do Museu, que busca ser inclusivo para todas as esferas da sociedade. Os recursos acessíveis figuram em todos os pavimentos do edifício, integrados às exposições.
A gestão do Museu do Ipiranga é feita pela direção do Museu Paulista, com suporte da Fundação de Apoio ao Museu Paulista (FAAMP).

O edifício, tombado pelos órgãos de patrimônio municipal, estadual e federal, foi construído entre 1885 e 1890 e está situado dentro do complexo do Parque Independência. Concebido originalmente como um monumento à Independência, tornou-se em 1895 a sede do Museu do Estado, criado dois anos antes, sendo o museu público mais antigo de São Paulo e um dos mais antigos do país. Está, desde 1963, sob a administração da USP, atendendo às funções de ensino, pesquisa e extensão, pilares de atuação da Universidade.

https://museudoipiranga.org.br/

https://www.instagram.com/museudoipiranga/

https://www.facebook.com/museudoipiranga/

https://www.linkedin.com/company/museu-do-ipiranga/posts/?feedView=all

Patrocinadores e parceiros:

Mantenedor: Shell, Vale

Patrocinador Master: Itaú, Santander

Patrocínio Ouro: B3, Comgas

Patrocínio Prata: Caterpillar, Goodyear, Rede Itaú, Zurich Santander Seguros e Previdência Brasil

Empresas parceiras: Atlas Schindler, Banco BV, Dimensional, Nortel, PWC, Sabesp, Singer e Smiles

Seguros Parceria de mídia: Estadão, Instituto Bandeirantes, JCDecaux, Revista Piauí e Uol.

(Fonte: Conteúdo Comunicação)

Arpilleras: criando narrativas através de técnica de costura chilena, no Sesc Santana

São Paulo, por Kleber Patricio

Técnica têxtil chilena se torna instrumento de memória, denúncia e expressão no acampamento formado por mais de 700 famílias em luta por terra e dignidade. Foto: Divulgação.

O Sesc Santana traz para seu Espaço de Tecnologias e Artes (ETA) artistas que usam as técnicas de bordado e costura chilena (arpilleras), mostrando que a costura é expressão artística e um instrumento de resistência e recordação. No dia 24 de maio, sábado, com entrada gratuita, o evento propõe uma programação inclusiva e interativa, com exposições, instalações multimídia e oficinas abertas ao público.

A tradicional técnica têxtil das arpilleras, criada por bordadeiras da comunidade de Isla Negra, no Chile, atravessa fronteiras e se reinventa como forma de resistência no Acampamento Marielle Vive, localizado em Valinhos, interior de São Paulo. Com retalhos e sobras de tecido, mulheres do acampamento utilizam a arte para bordar histórias de luta, memória e esperança.

As arpilleras surgiram como fonte de renda em comunidades empobrecidas chilenas e ganharam força política durante a ditadura militar como ferramenta de denúncia e expressão. Hoje, esse mesmo espírito se manifesta nas mãos das bordadeiras do acampamento, que transformam dor e resistência em arte.

Serviço: 

Data do evento: 24/5 – sábado – das 13h às 17h.

A partir de 16 anos

Gratuito

Endereço: Sesc Santana – Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Jd. São Paulo.

Local: Espaço de Tecnologias e Artes (ETA) 30 lugares

Duração: 240 minutos

Acesso para pessoas com deficiência – estacionamento

Estacionamento – R$ 17,00 a primeira hora e R$ 4,00 a hora adicional – desconto para credenciados.

Paraciclo: gratuito (obs.: é necessário a utilização de trava de segurança). 19 vagas.

Para informações sobre outras programações, acesse o portal Sesc SP.

(Com Leandro Pereira/Assessoria de imprensa Sesc Santana)

Pesquisa do governo do estado busca realizar levantamento sobre bem-estar animal

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Alec Favale/Unsplash.

A Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (Semil), por meio da Diretoria de Bem-estar Animal, reenviou na última sexta-feira (16) a pesquisa estadual de bem-estar animal aos municípios que ainda não participaram do levantamento. A iniciativa tem como objetivo atualizar e ampliar o diagnóstico sobre a atuação das prefeituras em ações de controle populacional e atendimento a cães e gatos.

Desde seu lançamento, em 2024, a pesquisa contou com a adesão de 151 dos 645 municípios paulistas. A expectativa é de que, nesta nova etapa, os demais municípios que não responderam anteriormente participem do levantamento. Direcionado às administrações municipais, o formulário busca reunir informações sobre estruturas disponíveis, serviços oferecidos e demandas locais relacionadas ao bem-estar animal. “É essencial que todos os municípios participem da pesquisa. Ter esse retrato completo do estado nos permite tomar decisões mais assertivas, priorizar investimentos e oferecer apoio técnico onde for mais necessário”, afirma o subsecretário de Meio Ambiente da Semil, Jônatas Trindade. “A política pública só funciona com base em dados sólidos. Essa é uma oportunidade para as prefeituras contribuírem ativamente na construção de soluções conjuntas para o bem-estar dos animais.”

Oportunidades de melhoria

O levantamento é inédito em âmbito estadual e já revelou lacunas significativas na gestão municipal do bem-estar animal. Entre os municípios que participaram em 2024, 45% relataram casos de acumulação de animais e 62,3% oferecem serviços permanentes de castração. Apenas 24,5% informaram ter realizado algum levantamento sobre animais em situação de rua — dado que reforça a importância de ampliar o mapeamento.

As informações coletadas subsidiarão políticas públicas como o Programa Meu Pet, que já entregou clínicas e consultórios veterinários em diversas regiões do estado, além de viabilizar ações essenciais como castração, identificação e registro da população de cães e gatos, incentivo à adoção de animais abandonados e campanhas de conscientização sobre guarda responsável, vacinação periódica e controle populacional. Com base nos resultados, a Semil poderá intensificar o apoio técnico aos municípios e ampliar o alcance das políticas públicas, com impactos positivos no controle populacional e na prevenção de zoonoses.

Os municípios que ainda não responderam ao questionário receberão um novo link por e-mail, com prazo estendido para o envio das informações. A Diretoria de Bem-estar Animal da Semil também disponibilizará suporte técnico às prefeituras que tiverem dúvidas durante o preenchimento.

(Fonte: Approach Comunicação)

Andrea Schwarz conquista mercado editorial com livro que prova que sua história não se limita a uma cadeira de rodas

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

Andrea Schwarz nunca permitiu que sua identidade fosse definida por um diagnóstico. Sua trajetória não é sobre a perda dos movimentos das pernas, mas sobretudo o que construiu a partir dali. Seu novo livro, ‘Eu parei de andar e aprendi a voar’, publicado pela editora FinAppLab, não é apenas um relato pessoal, mas um convite para enxergar desafios como pontos de partida – e não como barreiras intransponíveis.

Ainda jovem, enquanto cursava a faculdade, Andrea começou a sentir os primeiros sintomas do que mudaria sua vida para sempre. Durante uma viagem, sem aviso, perdeu completamente os movimentos das pernas. O que parecia um episódio isolado se tornou permanente: no hospital, veio o diagnóstico de uma má formação congênita na medula espinhal. Não havia volta, mas havia um caminho.

Diante do inesperado, Andrea tomou uma decisão que mudaria tudo: não seria definida pelas circunstâncias, mas pelas escolhas que faria dali em diante. Sem encontrar espaços para pessoas com deficiência no mercado de trabalho, criou o seu próprio. Ao lado do marido, Jaques Haber, fundou a iigual, uma consultoria especializada em diversidade e inclusão que já ajudou mais de 20 mil profissionais a conquistarem oportunidades no mercado de trabalho. Sua atuação transformadora tornou-a reconhecida como uma das 500 Pessoas Mais Influentes da América Latina pela Bloomberg Línea por quatro anos consecutivos. Também foi nomeada uma das 22 mulheres mais influentes do Brasil pela Marie Claire e recebeu o Prêmio Ibest, colocando o seu perfil entre os dez maiores do país na área de diversidade e inclusão.

Mas Andrea nunca se preocupou em se encaixar em rótulos. Sua vida sempre foi guiada por escolhas e pela recusa em aceitar que houvesse limites para seus sonhos. Como ela mesma diz: “Eu não sou o que me aconteceu. Sou o que escolhi me tornar.”

Agora, ao lançar Eu parei de andar e aprendi a voar, Andrea compartilha sua visão com o leitor. O livro não é um manual de como driblar as dificuldades, nem uma biografia convencional. É um chamado para que cada um olhe para sua própria vida e reflita sobre o que está fazendo com as oportunidades que tem. Não importa quais sejam os desafios, sempre há um novo caminho para seguir.

A obra chega ao público pela FinAppLab, editora boutique que aposta em narrativas transformadoras. Para a CEO da editora, Daniela Metzger Rochman, o impacto do livro vai muito além das páginas. “Andrea não apenas narra sua jornada, mas nos desafia a enxergar as nossas com outros olhos. É um livro que faz o leitor sair diferente do que entrou”, afirma.

Eu parei de andar e aprendi a voar não é sobre limitações, mas sobre movimento. Porque voar nunca foi sobre ter ou não ter asas – mas sobre a decisão de não ficar no chão.

Sobre a autora

Andrea Schwarz é uma empreendedora social, palestrante, influenciadora digital, ativista que transforma desafios em oportunidades. Aos 22 anos, tornou-se uma pessoa com deficiência, e descobriu seu propósito: construir um mundo mais acessível, inclusivo e empático. Fundadora da iigual, consultoria especializada em inclusão e diversidade, a autora já impactou grandes empresas e ajudou mais de 20 mil pessoas com deficiência a entrarem no mercado de trabalho. Foi a primeira mulher com deficiência a ser reconhecida como LinkedIn Top Voice. Foi nomeada entre as 500 Pessoas Mais Influentes da América Latina em 2021, 2022, 2023 e 2024 pela Bloomberg Línea. Entrou na lista das 22 mulheres mais influentes pela revista Marie Claire. Em 2024 Andrea está entre os 10 maiores influenciadores de DEI (IBEST), top 3 Inclusão e Impacto Social (FAVIKON), Influenciador Linkedin Top 9 Brasil (FAVIKON) e entre os 100 maiores influenciadores de RH (RH Summit) Andrea parou de andar e aprendeu a voar.

Instagram: @dea_schwarz

Linkedin: https://www.linkedin.com/in/andrea-schwarz/.

(Com Caroline Soares/Clacri Comunicação)

Parque Estadual de Vila Velha é excelente opção de lazer nas estações mais frias, com atrações únicas e estrutura para toda a família

Ponta Grossa, por Kleber Patricio

A apenas uma hora de Curitiba, local oferece experiências ao ar livre, gastronomia e paisagens que ganham novos tons com a chegada do inverno. Foto: Divulgação.

Os dias mais frios, colocam o Parque Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa (PR), em lugar de destaque como uma das principais opções de lazer e turismo de natureza no estado do Paraná. A apenas 90 km da capital do estado, Curitiba (PR), o parque reúne beleza cênica, atrações naturais únicas no mundo e uma infraestrutura completa capaz de receber desde famílias com crianças de todas as idades até grupos de aventureiros.

Durante o inverno, o cenário natural do parque ganha ainda mais charme. A neblina que cobre as formações rochosas nas primeiras horas da manhã confere um ar místico à paisagem, enquanto o contraste entre o céu límpido e as cores terrosas dos arenitos destaca ainda mais os contornos únicos das estruturas milenares, como a famosa formação da ‘Taça’. A luz do inverno também contribui para um espetáculo à parte: o pôr do sol sobre a Lagoa Dourada – já belíssimo em qualquer estação – adquire tonalidades mais suaves, que tornam a experiência ainda mais inesquecível.

A ‘Taça’. Foto: Valterci Santos.

Além da mudança visual, o inverno transforma o comportamento da fauna e da flora local. Algumas espécies de aves se tornam mais fáceis de observar nas áreas abertas, enquanto animais como quatis e tatus, comuns no parque, ajustam seus hábitos ao frio. As trilhas, com temperaturas mais amenas, se tornam ainda mais agradáveis para caminhadas contemplativas e passeios guiados, proporcionando um mergulho profundo na história geológica e na biodiversidade da região.

“O inverno revela um outro lado do Parque Estadual de Vila Velha. A paisagem muda, o ritmo da natureza é diferente e o clima cria um ambiente mais introspectivo, propício para contemplação e momentos de conexão. É uma experiência que surpreende até quem já visitou o parque em outras épocas do ano”, afirma Leandro Ribas, gestor da Soul Vila Velha, concessionária responsável pela administração do parque.

Foto: Divulgação.

Para quem busca um passeio completo, a estrutura do parque também oferece opções gastronômicas variadas, que vão de pratos típicos da culinária regional a lanches rápidos e cafés quentes, ideais para aquecer os visitantes após as trilhas. A área de alimentação conta com restaurantes e lanchonetes, além de espaços de convivência pensados para proporcionar conforto e acolhimento, mesmo nos dias mais frios.

Com fácil acesso a partir da capital paranaense, experiências ao ar livre em meio a uma das formações geológicas mais antigas do Brasil e atrações que encantam em qualquer estação, o Parque Estadual de Vila Velha se consolida como destino turístico imperdível, inclusive – ou especialmente – no inverno.

Sobre o Parque Estadual de Vila Velha

Foto: Divulgação.

Localizado a apenas uma hora de Curitiba, o Parque Estadual de Vila Velha é o primeiro parque estadual criado no Paraná, em 1953, e atualmente é uma concessão do Governo do Estado do Paraná, por meio do Instituto Água e Terra, à Soul Vila Velha, uma empresa do Grupo Soul Parques.

As bilheterias funcionam até as 15 horas. O parque indica, a chegada ainda pela manhã, para que os visitantes possam conhecer seus atrativos – Trilha Arenitos Unimed, Furnas e Lagoa Dourada – se deliciar com as diversas opções gastronômicas e ainda aproveitar as atrações de aventura – Tirolesa, Arvorismo e Cicloturismo. Mais informações podem ser obtidas em https://parquevilavelha.com.br/.

(Com Jana Fogaça/Descomplica Comunicação)