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Escola de Magia e Bruxaria do Brasil desembarca no Tietê Plaza Shopping

São Paulo, por Kleber Patricio

Castelo da Escola de Magia e Bruxaria tem sede em Campos do Jordão. Foto: divulgação/EMB.

A Escola de Magia e Bruxaria do Brasil está chegando ao Tietê Plaza Shopping. Entre os dias 18 de agosto e 11 de setembro, os visitantes poderão conhecer um pouco mais sobre o universo bruxo brasileiro, criado pela autora Vanessa Godoy em uma imersão que contará com atividades interativas e a presença dos personagens da história.

Além da Taverna do Javali, o espaço contará com salas que terão atividades como aulas de Adivinhação, Poções e Botânica aos sábados, das 10h às 22h, e aos domingos, das 11h às 20h. Essas aulas serão ministradas pelos professores da Escola de Magia e Bruxaria do Brasil (EMB). Durante a semana, das 13h às 22h, toda a estrutura estará disponível para fotos e os Elfos e Sátiros marcarão presença no espaço para interagir com o público e fazer a festa. As inscrições devem ser feitas através do site do Tietê Plaza Shopping e, para participar das atividades, basta doar 1 kg de alimento não perecível.

A EMB foi criada em 2015 e é a maior e mais famosa experiência em LARP (Live Action Role Play) com foco no universo bruxo do Brasil. Só em 2021, a escola realizou quatro imersões, com 492 alunos, 37 atores em cena, 68 horas de imersão ininterruptas, 8h de aulas em cada uma, um campeonato de Argobol e um baile de formatura.

Para conhecer mais sobre a EMB e todo o universo da escritora Vanessa Godoy, não deixe de visitar a Imersão no Tietê Plaza Shopping. Você também pode conferir o site da Escola pelo www.escolademagiaebruxaria.com.br.

Serviço:

Escola de Magia e Bruxaria do Brasil no Tietê Plaza Shopping

Endereço: Av. Raimundo Pereira de Magalhães, 1465 – Jardim Iris, São Paulo (SP)

Local do evento: Piso térreo e 1° andar

Horário de funcionamento: Segunda à sexta – 13h às 22h | Sábados – 10h às 22 | Domingos – 11h às 20h

Data: 18 de agosto a 11 de setembro

Entrada: Franca, com inscrição pelo link. Para participar das atividades, é necessário doar 1 kg de alimento não perecível.

Para saber mais:

Instagram: @embescola

Site: https://escolademagiaebruxaria.com.br

Conheça também o Instituto Flamel: https://institutoflamel.com.br.

(Fonte: Agência B21Geek)

Mostra Internacional de Cinema Virtual está com as inscrições abertas

São Paulo, por Kleber Patricio

Filme “Alfie o pequeno lobisomem”, dos Países Baixos, foi uma das atrações da edição 2021 da Mostra. Foto: Victor Arnolds/divulgação.

A terceira edição da Mostra Internacional de Cinema Virtual de São Paulo já tem data marcada. O evento, gratuito para todos os públicos, exibirá, entre 1 e 15 de dezembro, filmes de diversos países na plataforma de streaming e vídeo sob demanda #CulturaemCasa, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo.

Países interessados em participar da mostra poderão inscrever seus filmes até 15 de outubro por meio dos consulados presentes em São Paulo. A curadoria dos filmes fica por conta da Amigos da Arte. “Em 2020 começamos com 21 países, chegamos a 25 no ano seguinte e esperamos que esse número seja ainda maior em 2022. Estamos em intensa interlocução com os consulados para darmos continuidade a esse intercâmbio cultural”, afirma o Secretário de Relações Internacionais Julio Serson. Juntas, as duas primeiras edições da Mostra apresentaram 76 filmes e alcançaram 50 mil visualizações.

A Mostra é uma iniciativa das Secretarias Estaduais de Relações Internacionais e de Cultura do Estado de São Paulo, que nasceu durante o período de isolamento social por conta da pandemia de Covid-19, em 2020, no mesmo ano de lançamento da plataforma #CulturaEmCasa. “É uma honra para a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo participar da organização e da viabilização da terceira edição da Mostra Internacional de Cinema Virtual de São Paulo, que oferece ao público amante do cinema a oportunidade de ver online, de modo gratuito, filmes oriundos de dezenas de países de todos os continentes”, afirma o secretário Sérgio Sá Leitão. Países como Rússia, República Tcheca, Canadá, Índia, Alemanha, Itália, Chile, Japão e Moldávia participaram da edição 2021.

O sucesso das duas primeiras edições e o acesso da população paulista à plataforma foram essenciais para que as secretarias garantissem a manutenção da Mostra. “Trata-se de uma iniciativa que possibilita a ampliação do acesso da população a uma programação de alta qualidade e grande diversidade, capaz de expandir o repertório do público e incentivar o interesse pelo cinema internacional”, conclui Sá Leitão.

Serviço:

Mostra Internacional de Cinema Virtual de São Paulo

Data: 1 e 15 de dezembro

Local: Plataforma de streaming e vídeo sob demanda #CulturaemCasa

Inscrições: Consulados podem inscrever os filmes de seus países até 15 de outubro.

(Fonte: Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo | Assessoria de Imprensa)

Museu Judaico passa a oferecer visita teatralizada

São Paulo, por Kleber Patricio

Os atores Marcellus Beghelle e Malu Frizzo. Fotos: Denise Magalhães.

Está em cartaz no Museu Judaico de São Paulo a visita teatralizada, que acontece aos sábados e tem como objetivo a interação com os visitantes por meio de educadores-atores que estão em contato com a história da imigração judaica em São Paulo. “Nas atividades, educadores e visitantes constroem conhecimento sobre a história e as tradições do povo judeu, em diálogo com outras culturas, com o presente e com a cidade de São Paulo”, explica Daniela Chindler, coordenadora do projeto.

O projeto propõe o olhar sobre a história da Beth-el e do Museu Judaico por meio do diálogo entre os educadores-mediadores e o público. Atores com roupas de época são os mestres de cerimônia desse percurso pelo prédio que hoje abriga o Museu Judaico e foi uma sinagoga. Os visitantes do museu são transportados para a primeira metade do século XX e conhecem a trajetória de imigrantes que chegaram a São Paulo de navio e aqui construíram uma nova vida.

Atividade para toda a família | As visitas estão disponíveis para o público em geral, escolas, ONGs e empresas de turismo, entre outros. Para agendar as visitas ou obter mais informações, o e-mail para contato é agendamento@museujudaicosp.org.br.

Sobre o Museu Judaico de São Paulo | Esta é a casa de “todos os povos”: assim está inscrito sobre a fachada da antiga sinagoga que agora acolhe este Museu. Fruto de uma iniciativa da sociedade civil acalentada por quase duas décadas, o Museu Judaico de São Paulo (MUJ) abre suas portas visando cultivar as diversas expressões, histórias, memórias, tradições e valores da cultura judaica, em diálogo com o contexto brasileiro, com o tempo presente e com as aspirações de seus diferentes públicos.

Serviço:

Museu Judaico de São Paulo

De terça a domingo, das 10h às 19h – entrada até às 18h. Fecha às segundas.

Endereço: Rua Martinho Prado, 128 – Bela Vista, São Paulo – SP

Contato: (11) 2075-3207 | agendamento@museujudaicosp.org.br

Redes sociais: http://novo.museujudaicosp.org.br/ | twitter.com/museujudaicosp | facebook.com/museujudaicosp | Instagram: @museujudaicosp.

Sobre o Núcleo de Educação e Participação

Educação e Participação é o núcleo de mediação cultural do Museu Judaico de São Paulo (MUJ), que desenvolve ações educativas e culturais para públicos de todas as idades de forma 100% gratuita. A programação de atividades gira em torno das exposições em cartaz e do prédio que hoje abriga o Museu Judaico, a antiga sinagoga Beth-El, construída em 1929, em arquitetura  bizantina. Visitantes de todas as idades poderão participar de visitas mediadas às exposições, visitas teatralizadas ao prédio, contação de histórias, mediação de leitura, oficinas e muito mais.

Educação: o programa produz experiências em que os visitantes constroem conhecimento sobre a história e a cultura judaica através do diálogo, da troca e do debate.

Participação: existe o compromisso de convidar diferentes perfis de públicos a se envolverem, fazerem parte do Museu e ajudarem na sua construção coletiva.

Serviço:

Núcleo de Educação e Participação

Visitas Agendadas

Escolas, ONGs e grupos particulares podem agendar visitas às exposições com os educadores.

Dúvidas e informações: (11) 2075-3207 | agendamento@museujudaicosp.org.br

Oficina Sobreposição de Memórias | Sextas e domingos, 14h07

Painéis móveis de acetato espalhados pelo MUJ são os suportes de desenho para uma oficina que traz reflexões sobre o prédio que abriga o museu, nosso patrimônio cultural.

Oficina Câmera Escura | Quartas, 14h; sextas, 11h30

A vivência convida os visitantes a explorarem a exposição Botannica Tirannica de Giselle Beiguelman usando uma câmara escura, aparelho óptico base da invenção da fotografia.

Oficina Caleidoscópio | Quartas, 11h30; sábados, 14h

Usando um caleidoscópio, os visitantes investigam a exposição Botannica Tirannica de Giselle Beiguelman, e como a Inteligência Artificial influenciou a artista.

Contação de Histórias | Sábados e domingos, 11h30

Apresentação de histórias da tradição judaica e de outros povos, para crianças e famílias.

Teatro de sombras “A cidade dos sussurros” | Quinta, 15h

Apresentação da história de uma cidade que resistiu à perseguição de judeus na Europa durante o Holocausto, com teatro de sombras.

Visita Teatralizada | Sábado, 15h

Atores com roupas de época são os mestres de cerimônia em um trajeto pelo prédio que hoje abriga o Museu, para todos os públicos.

Livro Vivo | Sábados e domingos, 16h

Leitura compartilhada de livros infanto-juvenis, para crianças e famílias.

As ações do núcleo de Educação e Participação do Museu Judaico de São Paulo são viabilizadas com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei nº 8.313/1991. Ele é um projeto original proposto pela Sapoti Projetos Culturais, em co-criação com o Museu Judaico de São Paulo. Em seu primeiro ano, em 2021, o projeto foi patrocinado pelo Grupo CCR.

(Fonte: a4&holofote comunicação)

Turismo de natureza: sustentável até na hora de viajar

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

Combinar viagem com preservação ambiental deixou de ser modismo e transformou-se em tendência consolidada que não para de crescer. Dados do Ministério do Turismo mostram que, no Brasil, as 145 unidades de conservação federais administradas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e que possuem visitação monitorada registraram 16,7 milhões de visitas em 2021. Foi o maior número em cinco anos, acima do cenário pré-pandemia, como em 2017, quando foram 10,7 milhões de visitantes. Esse interesse pelo turismo de natureza vem crescendo e, em 2019, por exemplo, um terço das viagens realizadas a lazer foram motivadas pelos segmentos de natureza e aventura.

No Brasil, o destino mais procurado por viajantes que querem aproveitar a fauna e a flora brasileira é o Pantanal. Reconhecida pela Unesco como Reserva da Biosfera e Patrimônio Natural Mundial, a região costuma causar uma experiência exuberante aos turistas. Para que tudo funcione dentro das expectativas, um planejamento básico é importante. Nessa experiência, as assinaturas de viagem são uma ótima alternativa pela facilidade que oferecem. O viajante torna-se assinante e o pagamento mensal possibilita conhecer destinos diferentes com economia, usufruir de muitos benefícios e com a vantagem de diminuir o tempo entre a vontade de passear e o início da viagem.

A plataforma de viagens Coob+ é um exemplo. As assinaturas funcionam como uma Netflix de hospedagens, com mensalidade fixa a partir de R$53,87 mensais e a possibilidade de escolher com facilidade para onde e quando viajar. Um dos benefícios está em poder fazer todas as reservas online, com preços mais acessíveis, que podem representar uma redução de até 60% se comparado a outros sites de hospedagem. Com a vantagem de café da manhã incluso em todas as estadias.

Nos Estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, são 35 opções de hotéis parceiros. Uma boa opção para conhecer a região é a cidade de Bonito (MS), a cerca de 160 km do Pantanal. O local oferece uma infraestrutura bem organizada e há a consciência da importância do respeito à natureza ao redor. Por isso, todo o turismo na cidade é feito com guias para evitar a formação de grandes grupos e facilitar a preservação das riquezas locais. Se o destino for a Amazônia, o ponto de partida pode ser Manaus. Além de atrações como o Palácio Rio Negro, o Teatro Amazonas e o Encontro das Águas entre os Rios Negro e Solimões, é da capital amazonense que saem muitas excursões para quem está interessado em percorrer trilhas na selva amazônica.

Cuidados com a natureza

Independentemente do lugar de destino, é muito importante lembrar que o turismo sustentável segue quatro princípios básicos: conservação ambiental, equidade social, eficiência econômica e respeito à cultura. Por isso, é importante seguir algumas regras básicas:

– Evite usar pratos, talheres e copos descartáveis: milhões de toneladas de resíduos plásticos acabam nos mares;

– Reutilize suas toalhas de banho: além de economizar água e energia, você ajuda a reduzir o consumo de produtos de limpeza;

– Leve sua ecobag e dispense as sacolinhas plásticas: em média, uma sacolinha leva de 300 a 500 anos para se decompor;

– Valorize o comércio local: isso ajuda a promover o desenvolvimento socioeconômico;

– Respeite a natureza: não retire plantas nativas, não compre animais silvestres e jogue o lixo no lixo.

(Fonte: Moglia Comunicação Empresarial)

Essenciais para agricultura, insetos como borboletas e abelhas estão em declínio no Brasil, mostra levantamento

Brasil, por Kleber Patricio

Espécie de borboleta Anthanassa drusilla. Foto: arquivo pesquisadores.

Nos últimos dez anos, cientistas têm mostrado uma redução importante no número ou na diversidade de insetos no mundo, mas havia pouca informação sobre esse fenômeno no Brasil. Agora não mais: um estudo de pesquisadores da Unicamp e das universidades federais de São Carlos e do Rio Grande do Sul compilou informações que mostram, de maneira inédita, as alterações na biodiversidade dos insetos — e tendência de queda na quantidade de animais terrestres como borboletas, abelhas e besouros.

Para fazer isso, os autores reuniram evidências sobre biodiversidade de insetos encontradas em 45 pesquisas científicas que tinham investigado várias ordens desses animais no Brasil. Indo além, também conseguiram informações adicionais a partir de questionários enviados a cientistas brasileiros com muita experiência de pesquisa nesses grupos.

Como resultado, apresentaram 75 tendências registradas ao longo de 11 anos, em média, para insetos aquáticos e 22 anos para insetos terrestres — e a grande maioria aponta para redução no número dos animais. O trabalho, que teve apoio da Fapesp e do CNPq, será publicado nesta terça (23) no periódico internacional Biology Letters.

Para insetos terrestres, como borboletas, formigas e abelhas — essenciais para atividades agrícolas –, uma quantidade maior de estudos indicaram tendência de declínio populacional ou perda de diversidade de espécies. Já nos grupos aquáticos, o número de indivíduos ou de espécies permaneceu estável ou, em alguns casos, até aumentou.

As diferenças encontradas nos resultados sobre insetos terrestres e aquáticos; no entanto, escrevem os autores, devem ser reavaliadas em futuros trabalhos de campo. Isso porque os levantamentos sobre insetos aquáticos podem ter sido feitos em regiões já alteradas antes da amostragem. Ou seja: sua biodiversidade pode ter sido degradada antes mesmo dos estudos começarem.

“O declínio de animais vertebrados e de plantas vêm causando preocupação há décadas em todo o mundo e também no Brasil. Com razão, tartarugas marinhas, micos-leão ou orquídeas têm mobilizado instituições, cientistas e cidadãos em sua proteção e defesa. No entanto, para manter ou recuperar ecossistemas naturais, assim como as atividades agrícolas e agroflorestais sustentáveis, os insetos são elementos-chave”, afirma o biólogo Thomas Lewinsohn, da Unicamp, coordenador do estudo. “Por isso, acompanhar de perto as mudanças em sua biodiversidade tem de ser uma máxima prioridade na ciência ambiental brasileira”.

Para os autores, são necessárias novas pesquisas de longo prazo com amostras padronizadas. Isso tem sido feito internacionalmente — e já se fala, há alguns anos, em risco de “extinção em massa” de importantes grupos de insetos.

Eles sugerem que uma proposta abrangente de amostragem e monitoramento de insetos seja associada a programas como o de Pesquisa Ecológica de Longa Duração (PELD) e o Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBIO), ambos do CNPq, que visam fomentar a pesquisa qualificada sobre os nossos ecossistemas e a biodiversidade que abrigam.

(Fonte: Agência Bori)