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Arte & Cultura

Rio de Janeiro

Etc e Tal transforma “Dom Quixote” em uma experiência visual arrebatadora e reafirma a força da mímica brasileira no cenário contemporâneo

por Kleber Patrício

Uma das companhias mais importantes do teatro físico brasileiro, a carioca Etc e Tal apresenta Dom Quixote, espetáculo infanto-juvenil sem palavras que reinventa o clássico de Miguel de Cervantes por meio da mímica, da comicidade gestual e de uma sofisticada dramaturgia visual. A estreia acontece no dia 7 de março de 2026 no Teatro Glaucio […]

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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Como a violência contra a mulher é tratada de formas opostas por boomers, millennials e geração Z

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Getty Images/ Unsplash+.

A violência contra a mulher não escolhe idade, classe social nem geração. No entanto, as formas como boomers, millennials e integrantes da geração Z encaram esse problema revelam diferenças — e essas diferenças, muitas vezes, são decisivas para o enfrentamento do abuso. Do silenciamento em ambientes familiares à exposição nas redes sociais, o cenário da violência evolui e, com ele, também a forma como é percebido e combatido.

A geração Z, composta por jovens nascidos a partir de 1995, cresceu em meio à internet e às redes sociais e, com isso, se depara com violências que vão além do físico ou psicológico. Vazamento de imagens íntimas sem consentimento, deepfakes com conteúdo sexual e perseguições virtuais são algumas das agressões que afetam, em especial, meninas e mulheres jovens. Para o advogado criminalista Davi Gebara, essa geração está mais preparada para romper o silêncio, mesmo que por meio digital. “Elas denunciam, compartilham, se articulam — mas também enfrentam novas formas de violência que exigem respostas atualizadas”, explica.

Já os millennials, adultos entre 30 e 40 e poucos anos, vivem uma espécie de transição. Embora tenham sido criados em contextos onde o machismo ainda era pouco questionado, muitos hoje repensam relações e padrões herdados. Ainda assim, enfrentam obstáculos. Há quem hesite em reconhecer situações abusivas, principalmente quando envolvem pessoas próximas. Davi aponta que o medo do julgamento, o peso do estigma e a pressão social ainda são barreiras fortes nessa faixa etária.

Entre os boomers, a violência contra a mulher muitas vezes permanece camuflada sob o véu da ‘vida privada’. Mulheres dessa geração, hoje com 60 anos ou mais, cresceram em lares onde a submissão era ensinada como virtude. Casamentos longos, muitas vezes marcados por ciclos de violência silenciosa, tornam mais difícil o rompimento com a situação. “Atendo muitas mulheres que permanecem anos em relacionamentos abusivos, não por falta de coragem, mas porque dependem financeiramente do agressor ou têm medo de ficar sozinhas. É uma prisão silenciosa, muitas vezes reforçada pela própria família e pela sociedade”, afirma Davi.

Para ele, compreender esse recorte geracional é essencial para aprimorar tanto a atuação jurídica quanto as políticas públicas voltadas à proteção da mulher. “Uma jovem de 19 anos vítima de exposição online precisa de um tipo de acolhimento muito diferente de uma mulher de 50 anos presa há décadas em um ciclo de violência”, pontua.

O desafio, segundo o advogado, está em acompanhar a transformação das dinâmicas sociais sem perder de vista a complexidade de cada realidade. É preciso ouvir, acolher e atuar de maneira personalizada, porque, apesar de a violência ser a mesma em sua essência, o contexto de quem sofre muda tudo.

(Fonte: CO Assessoria)

Entre o nascer e o morrer: poemas para reafirmar a existência

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro. Fotos: Divulgação.

O que significa desaparecer? Para alguns, é não ser visto nem lembrado. Para outros, é deixar de existir por completo. Mas há quem diga que é o esmaecimento gradual da visão humana antes da morte até a escuridão total, como um efeito cinematográfico que encerra uma cena. No livro ‘Fade Out’, o escritor e produtor cultural David Biriguy utiliza a poesia existencialista como espaço de resistência e reafirmação da efemeridade da vida, com reflexões sobre as agruras e percalços do nascer ao morrer.

Dividida em duas seções, a obra transita entre uma voz íntima e reflexiva até à construção metalinguística da arte como ferramenta para ressignificar as angústias. Na primeira parte, ‘Das vozes que um dia pronunciei’, um único eu lírico conduz o leitor por um poema contínuo, regado de reflexões sobre decadência, destruição, transitoriedade do tempo e a fragilidade da existência. Já em ‘Do suicídio de quem não quer morrer’, diferentes vozes poéticas exploram o fazer literário, questionando os limites da linguagem e a permanência da palavra como meio de preencher o interior.

O tempo é curto para perceber
o que há de mais valioso
em nossa efêmera passagem
de caráter misterioso

enterramos noites e dias
com as esperas mais tardias
a ansiedade pelo futuro
o presente atravessado
o passado preso no escuro
constroem paredes escondidas
nas masmorras de nossas vidas.
(Fade out, p. 60)

Autor de quatro livros de poesia e idealizador do projeto de arte-educação Jardins da Literatura, David Biriguy reforça, por meio da sua escrita poética, filosófica e sensível, a ideia de que tudo caminha para o fim e um destino inexorável. Mas, ao mesmo tempo que a obra não nega a decadência humana, o autor mostra como essa realidade pode ser enfrentada – não para ser vencida, mas para ser expressada e transformada em esperança.

Finalista do VII Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura, Fade Out aborda ainda desigualdade, isolamento e injustiças, traçando um olhar crítico sobre a sociedade contemporânea. “Neste livro abordei o tema da morte e da existência para refletir sobre nosso lugar no mundo. Escrever para mim é como criar novas possibilidades, é uma forma de não morrer, registrar nossa voz e ficar na eternidade”, conclui o autor.

FICHA TÉCNICA

Título: Fade out

Autor: David Biriguy

Editora: Opera Editorial

ISBN: 978-65-6081-153-9

Páginas: 65

Preço: R$ 55,00

Onde comprar: Opera Editorial

Sobre o autor | O pernambucano David Henrique Nunes de Lima, mais conhecido pelo nome artístico David Biriguy, é poeta, compositor e produtor cultural. É autor de cinco livros de poesia e idealizador do projeto de arte-educação Jardins da Literatura. Na carreira literária participou de festivais como a Balada Literária (SP), Arte da Palavra – Sesc (TO) e (MT), Ciclo de Literatura Contemporânea (DF), Inverno Cultural (MG), Bienal Internacional do Livro do Ceará (CE), Festival de Inverno de Garanhuns (PE) e Festival Internacional de Poesia do Recife (PE). Fade Out é o quinto lançamento.

Redes sociais do autor:

@ david_biriguy | @DavidBiriguy.

(Com Maria Clara Menezes/LC Agência de Comunicação)

Blue Note Rio lança ‘Cozido & Bossa Nova’

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Palco de excelência em shows da cidade, o Blue Note Rio se consolida pela programação musical e como ponto de encontro para amantes de uma boa mesa. Após a estreia, no último Dia das Mães, o Cozido & Bossa Nova passa a ser oferecido aos domingos das 12 às 17h. O evento seguirá como uma opção para promover reuniões acompanhadas de boa música e boa comida.

Um clássico também nas mesas brasileiras, o cozido à portuguesa é feito com carnes, legumes e embutidos. Original do Norte de Portugal, da cidade de Monção, o prato ganhou o tempero do Brasil. No Blue Note Rio, a iguaria é servida com peito de boi, costelinha suína, linguiça, carne seca e pé suíno. Os acompanhamentos são arroz, legumes variados e pirão de caldo de carne. A sugestão do chef é uma taça de vinho para completar. O prato individual é R$89 e a porção para duas pessoas é R$170. Bebidas são cobradas à parte.

Para dar um toque mais brasileiro e carioca à experiência, um trio de músicos comanda três sets do melhor da Bossa Nova. Clássicos inesquecíveis do gênero serão executados ao vivo. A entrada é gratuita.

Com a nova programação, desde 11 de maio a casa não oferece mais o Bossa Nova Brunch.

O Blue Note Rio está localizado na Avenida Atlântica, 1910, em Copacabana, na altura do Posto 3.

Cozido & Bossa Nova

Quando: Domingos, de 12h às 17h

Local: Blue Note Rio. Av. Atlântica, 1910

Entrada gratuita. Valores: R$ 89 (prato individual) ou R$170 (para duas pessoas).

Sobre o Blue Note

O Blue Note Rio ocupa um espaço com aproximadamente 700 m², sendo dividido em três ambientes: Varanda Blue, na área externa, com capacidade para 110 lugares. A casa conta com um Piano Bar no primeiro andar, com capacidade para 140 pessoas. Nas terças e quintas acontece o Piano Bar Experience, com apresentação dos pianistas da casa e convidados especiais, anunciados a cada semana (couvert artístico – R$25). Aos sábados, a programação diurna conta com a Feijoada Raiz, com samba e buffet exclusivo, onde os clientes podem saborear um delicioso prato típico na área externa, no Calçadão, ainda mais perto do mar de Copacabana.

A franquia chegou ao Brasil através do empresário Luiz Calainho. No time de patrocinadores estão as cervejarias Heineken e Blue Moon, o Hotel Fairmont, a Sadia Speciale, além do patrocínio master da Porto Bank.

A marca Blue Note | Inaugurado em 1981 em Nova York pelo proprietário e fundador Danny Bensusan, o Blue Note possui filiais no Havaí, Califórnia, Japão (Tóquio), Itália (Milão) e China (Pequim e Xangai). A noite de estreia, em 30 de setembro, contou com o Nat Adderley Quintet. Logo, o lugar se estabeleceu como a principal casa de shows da cidade, já tendo recebido nomes como Ray Charles, Dizzy Gillespie, Sarah Vaughan, Carmen McRae, Lionel Hampton, Oscar Peterson, Chick Corea, Keith Jarrett e muitos outros. Blue Note Rio – Av. Atlântica, 1910 – Rio de Janeiro – RJ – ingressos aqui.

(Com Flavia Motta/Lupa Comunicação)

Festival de Blues de Campinas acontece neste sábado, 17/5

Campinas, por Kleber Patricio

O músico de blues Paulo Gazela. Foto: Juca Jazz.

Idealizado pelas produtoras Blues Chama e Zumbido Cultural, acontece no sábado (17/05) o primeiro Festival de Blues de Campinas na Praça Durval Pattaro, das 11h às 21h, propondo um encontro cultural com apresentações, gastronomia, cerveja artesanal, vinhos, discos de vinil, feira de economia criativa, exposições e espaço para as crianças. Feito por produtores e artistas de Campinas e região. Serão 2 palcos: o principal, com 5 apresentações musicais e 1 Jam Session, e o segundo, com apresentações nos intervalos do primeiro palco, ambos com repertórios dedicados ao blues (estilo musical com origem afro-americana).

O festival abre às 11h com discotecagem blues por DJ Digão, em seguida contando com os músicos; Fernando Casanova (gaita), Silvio Martins (guitarra), Marlon Barbosa (baixo), Ramon Del Pino (baixo), Richard Dias (bateria) e André Moura (bateria) acompanhando as apresentações do palco principal, às 14h apresentação de Paulo Gazela & Douglas Eurico, grandes nomes do cenário blues da região, às 15h30 apresentação da cantora Kari Amaral, às 17h com o bluesman Joe Abujamra, às 18h30 com a cantora Bia Lourenço e finalizando com a Jam Session com convidados especiais. Entre uma apresentação e outra, no segundo palco se apresenta o one man band Geraldo Barbablue.

Bia Lourenço. Foto: Daniela Cerasoli.

O festival está sendo realizado com parceria das cervejarias Blacaman, Landel, Tábuas e El Coyote, que estarão na praça com diversos sabores de cerveja artesanal. A distribuidora de vinhos Barrinhas, com diversas opções de vinhos; na gastronomia, serão 12 parceiros locais com opções de hambúrguer artesanal, comida mexicana, churrasco uruguaio, pizza artesanal, comida natural, yaksoba, espetos, frios, sucos, açaí e doces. Na feira de economia criativa, serão aproximadamente 30 expositores independentes locais com produtos autorais de arte, moda e discos de vinil e também espaço para as crianças com brinquedos infláveis e pula-pula.

Barão Geraldo concentra grande produção cultural e artística da região. São diversos artistas e projetos de música, teatro, circo, dança, artes plásticas e audiovisual produzidos no distrito e, sendo assim, é quase que inevitável não pensar o encontro das artes em um espaço democrático como a praça pública, reunindo música, gastronomia, cultura em um mesmo local, proporcionado a todos que possam se interessar uma experiência além do entretenimento.

Geraldo Barbablue. Foto: Natasha Fejfar.

Este evento não conta com verba de leis de incentivo ou grandes patrocínios, sendo todo realizado com apoio dos comerciantes parceiros que estarão presentes no evento. Leve sua cadeira de praia e cangas, mas deixe o cooler na praia – priorize o consumo com nossos parceiros; assim, você está apoiando diretamente a realização do evento.

O evento conta com produção e realização das produtoras Blues Chama e Zumbido Cultural, com parceria das Cervejarias Blacaman, Landel, Tábuas, El Coyote e Distribuidora de Vinhos Barrinhas e apoio da Homeworks Produções e Secretaria de Cultura e Turismo de Campinas da Prefeitura Municipal de Campinas.

PROGRAMAÇÃO MUSICAL

11h – DJ Digão – discotecagem blues

DJ Digão toca em Campinas/SP e região há 20 anos. Seu repertório é feito com discos de vinil e dedicado à música com raízes negras, como classic funk, soul, blues, rock e jazz e também alguns estilos da música brasileira. Idealizador da Mostra Jazz Campinas, mantém projetos de curadoria voltados ao jazz & soul na cidade. Teve o privilégio de tocar ao lado de artistas como Taylor McFerrin (USA), Mundo Livre S.A., Marcel Powell, Nando Reis, B. Negão, Gerson King Combo, Reginaldo 16 Ton, Ieda Cruz, Sandália de Prata, Tulipa Ruiz e Cérebro Eletrônico, entre outros. Já levou seu set brazuca para Inglaterra, Grécia e Paraguai.

14h – Paulo Gazela & Douglas Eurico

O encontro de dois dos maiores expoentes do Blues de Campinas, Paulo Gazela e Douglas Eurico, resultando em uma viagem apaixonante pelo repertório tradicional do estilo. Douglas Eurico é formado em guitarra MPB/Jazz pelo Conservatório Dramático Musical ‘Dr. Carlos de Campos’, em Tatuí-SP, já era uma figura icônica no senário rock de Campinas e resolveu mergulhar no Blues, onde já se tornou figura notória no cenário nacional, participando de importantes eventos de blues, tais como o Festival Internacional de Ilha Comprida, Campinas Fest In Blues e Blues na Montanha. O gaitista e vocalista Paulo Gazela é um dos maiores fomentadores do Blues da região de Campinas; com sua voz potente e muito carisma, surpreende o público apresentando um blues com várias facetas, derrubando a visão estereotipada do ritmo.

15h30 – Kari Amaral

Karí Amaral trabalha como preparadora vocal e cantora desde 2014, tendo formação de belting e curso livre de canto lírico pela Emesp. Já fez parte de diversos projetos nos estilos pop, jazz, blues e soul. Alguns deles são as bandas Divas do Pop de ontem e hoje PlayingDream (banda baile e casamentos), Dixxie jazz band e Sessão alternativa, além de ter atuado em montagens de teatro musical como Les Miserables e Jesus Christ Superstar. Em 2020, foi vocalista no projeto autoral na Black Eyes in the Sunshine, tendo gravado clipe e single.

17h – Joe Abujamra

Nascido em São Paulo (1995), Joe Abujamra começou sua jornada musical aos 13 anos

estudando na Companhia das Cordas. Posteriormente, aperfeiçoou sua técnica e estilo no prestigiado Musicians Institute, em Los Angeles, onde foi vice-campeão de uma competição interna. Especialista em Blues, gênero que abraçou desde os 14 anos, Joe também desenvolveu sua habilidade vocal a partir dos 17, sempre valorizando a conexão com o público e a presença de palco e inspirando-se em lendas como B.B. King e Jimi Hendrix. Ao longo de sua trajetória, fez parte de projetos como Joe & The HighwayRoots, Joe Abujamra Blues Trio e Illegal Joe, onde tocou ao lado de seu pai, André Abujamra e, mais recentemente, Joe e os Ciganos. Em 2018, apresentou-se no programa Showlivre, dividindo o palco com músicos como André Abujamra, Kuki Stolarski e Sérgio Soffiatti. Em 2024, participou do show Infinito Azul ao lado de Xis e KL Jay no Sesc Santana. Também participou de shows da banda Karnak, com apresentações nos Sescs Bom Retiro, Pinheiros e Campinas. Fez apresentações no Bourbon Street, Blue Note SP, Sesc Santana, Sesc Ipiranga e Auditório Ibirapuera, além de festivais como o Forró da Lua Cheia e Som da Tarde, e realizou shows em bares e casas de música por todo o estado de São Paulo, Rio de Janeiro e em Los Angeles.

18h30 – Bia Lourenço

Bia Lourenço é cantora, compositora, educadora musical e mãe. Natural de Campinas-SP, onde reside atualmente, cresceu em um ambiente familiar profundamente ligado à Música Popular Brasileira. Sua trajetória musical teve início aos 10 anos, quando ingressou em um coral infantil, permanecendo no grupo até os 15 anos — fase em que decidiu se dedicar de forma mais intensa ao estudo do canto. Em 2009, formou-se em Educação Musical pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Durante a graduação, integrou o grupo vocal Dó Bemol, com o qual se apresentou em teatros e festivais, e também atuou como vocalista do grupo de música latina Cubanistas, realizando shows em diversas unidades do Sesc. Em 2022, assinou a preparação vocal do elenco do musical Cats, sob a luz das estrelas, produzido pela companhia de dança Ballet Cristiana Packer. Desde 2024, Bia Lourenço tem se destacado na cena musical campineira. Atualmente, circula com o show Conselheiro do Reinado – 100 anos de Batatinha, uma homenagem ao lendário sambista baiano, com o qual participou da 3ª Virada Afrocultural de Campinas e realizou apresentação no Sesc Campinas. Paralelamente, leva aos palcos o espetáculo Soul Divas, um tributo a grandes vozes femininas do jazz, blues e soul, com apresentações em casas especializadas e na 10ª Mostra Jazz de Campinas.

Vídeos:

https://www.youtube.com/watch?v=A6Mpwe1Onrk 

https://www.youtube.com/watch?v=0ePCGgKXaiE    

https://www.youtube.com/watch?v=KY7TgqzjYFM.

Serviço:

Festival de Blues de Campinas

Data: Sábado, 17 de maio de 2025, das 11h00 às 21h00

Local: Praça Durval Pattaro – Barão Geraldo – Campinas/SP

Apresentações musicais: Paulo Gazela & Douglas Eurico, Kari Amaral, Joe Abujamra, Bia Lourenço e DJ Digão

Evento gratuito.

(Com Marina Franco)