Notícias sobre Indaiatuba e Região com Kleber Patricio

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Ward Nasse Gallery promove exposição “Art in Box III – NY Edition”

Nova York, por Kleber Patricio

Imagem: divulgação.

Imagem: divulgação.

A Ward Nasse Gallery apresenta ao público até o dia 24 de maio a terceira edição da exposição Art in Box, em Nova York. A exposição foi idealizada por Alvaro Azzan, Celso Norte (Celso Pinto) e Maria Inês Saba e tem curadoria de Leda Maria Prado, com agradecimentos especiais para Gejo Thedamn, Paulo Duarte, Eduardo Mantovani e Fabio Barella.

Artistas participantes:

Lélia Accioli • Rosana Amato • Eliane Amorim (Eliane Ferreira Amorim) • Alvaro Azzan • Sonia Bogaz • Marina Bufarah • Mariah Campolina ( Maria Campolina ) • D Gênio Castro • Cristina Credidio • Laure Gomes • Sylvain Goudreau • Marcia Guibal • Victor Koslov • Sid Lopes • Rosangela Lucena • Leda Maria • Isabelle Ferrão Marques • Karla Mattos • Deolinda Della Nina • Acacio Pereira • Fabio Polesi • Edson Ramos • Marta Rosa • Luma Sanos • Ia Santos • Joanne Savoie • Renato Stegun • Sandra De Palma Tegon • Danielle Tremblay • Rosy Jesus Vaz • MeMe Vizzotto ( Amelia Piva Vizotto ) • Alexandre Zaghetto •

Para mais informações (em inglês), http://www.wardnasse.com/art-in-box-iii—ny-edition-2016.html.

Blog oficial do Projeto Caixa – Art in Box:

1º Edição Campinas/SP 2014

http://projetocaixa.blogspot.com.br/

2º Edição Valinhos/SP 2015

http://projetocaixa2.blogspot.com.br/

Ward Nasse Gallery

A Galeria Ward Nasse foi fundada por Harry Nasse em Boston durante o início dos anos 60 e, com a mudança de Harry Nasse, a galeria abre em 1970 na cidade de Nova York, comemorando este ano seus 46 anos.

Equipe do Projeto Caixa – Art in Box 3º Edição New York 2016 e Atelier Vivaz:

Alexandre Armellini – Japa Superdrive

Alvaro Azzan

Celso Norte – Celso Pinto

Ione Hayashi

Maria Inês Saba

Paulo Ely

Curadora da Ward Nasse Gallery – New York/USA: Leda Maria Prado.

Volacc promove 4ª Caminhada contra o Câncer pela Vida

Indaiatuba, por Kleber Patricio

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Foto: divulgação.

A Volacc – Voluntários de Apoio no Combate ao Câncer promoverá em Indaiatuba no dia 29 de maio, pelo quarto ano consecutivo, a Caminhada contra o Câncer pela Vida. A concentração será no estacionamento do Parque Ecológico, com saída marcada para as 9h00 e finalização no colégio Objetivo. A atração final ficará por conta da aula de Zumba com Tamara Talarico e Doni Fragoso.

A camiseta do evento é opcional, porém está sendo vendida com intenção de arrecadar fundos para a entidade, que a cada dia recebe novos casos de pacientes oncológicos. O valor de venda é R$25,00.

cartaz caminhadaA caminhada tem por finalidade principal divulgar a Volacc, levando ao conhecimento de todos a importância do trabalho realizado no atendimento de mais de 200 famílias, no acompanhamento de todas as esferas da doença. Além, é claro, de promover a importância do estilo de vida saudável e ativo.

Solistas da Sinfônica da Unicamp realizam concerto na Capela da Santa Casa

Campinas, por Kleber Patricio

Sob a regência de Artur Huf, que também é solista no violino, combinação virtuosística das cordas e arcos é destaque do concerto da próxima quarta.

Sob a regência de Artur Huf, que também é solista no violino, combinação virtuosística das cordas e arcos é destaque do concerto da próxima quarta.

A combinação virtuosística das cordas e arcos nos concertos para violino de J. S. Bach (1685-1750) é o destaque na apresentação dos solistas da Orquestra Sinfônica da Unicamp (OSU) na Capela da Santa Casa, em Campinas, no dia 18 de maio (quarta-feira), às 19h. O concerto, sob a regência de Artur Huf, que também atua como solista em três obras, integra o projeto Identidade, Música e Arquitetura, realizado em parceria com o Instituto de Arquitetos do Brasil. O mesmo programa acontece no Auditório da Faculdade de Ciências Médicas (Unicamp), no dia 19 (quinta-feira). Para ambos, a entrada é gratuita.

O repertório reúne o Quinteto de Câmara da OSU, formado pelos solistas Ivenise Nitchepurenko e Everton Amorim (violinos), José Eduardo D’Almeida (viola), Lara Z. Monteiro (violoncelo) e Walter Valentini (contrabaixo). A regente titular da OSU, Cinthia Alireti, também integra o grupo como cravista.

O repertório traz ainda algumas particularidades. Segundo Artur Huf, apesar da grande importância dos concertos BWV 1041 e BWV no repertório violinístico, sua popularidade é relativamente recente. “Somente por volta de 1850, 100 anos após a morte de J. S. Bach, é que aparecem as primeiras versões impressas. Ele próprio era um excelente instrumentista e este conhecimento prático é perceptível em cada uma de suas notas na partitura. Não há razões para supor-se que eles tenham sido escritos como um par. Entretanto, de certa maneira eles complementam magnificamente um ao outro”.

Quanto ao concerto BWV 1056R, trata-se de uma obra “muito conhecida pela sua versão para cravo em fá menor. Na sua forma original, ele pode estar entre os primeiros concertos escritos por Bach no seu período em Köthen (1717-1723). Seu charmoso segundo movimento, Bach o utilizou como uma introdução na sua Cantata nº 156, destaca o músico.

Solistas

Ivenise Nitchepurenko, violino

Formada pela Unesp no curso de Bacharelado em Instrumento (violino), integrou diversas orquestras paulistas, como Orquestra Acadêmica da Unesp (spalla), Orquestra Sinfônica de  Santo André (1° violino) e Orquestra Sinfônica de Piracicaba (concertino), entre outras. Integra o grupo Oficina de Cordas (Campinas) e é spalla e coordenadora pedagógica da Orquestra Sinfônica de Rio Claro. Foi aprovada com primeira colocação no concurso para vaga de  violinista da Orquestra Sinfônica da Unicamp.

Everton Amorim, violino

Bacharel e mestrando em Música pela Universidade de São Paulo, desenvolve pesquisa na área de Performance com enfoque na obra do compositor ítalo-brasileiro Glauco Velásquez. A convite da Hochschule fur Musik Karlsruhe, apresentou concertos de música de câmara brasileira no Brasil e na Alemanha. Atuou como solista junto à Orquestra de Câmara da Universidade de São Paulo – OCAM, e como solista, recitalista e professor em três edições do Festival de Música de Prados-MG. É membro da Orquestra Sinfônica da Unicamp desde 2016.

José Eduardo D’Almeida, viola

Iniciou seus estudos no Conservatório de Tatuí e teve entre seus professores Bela Mori e Paulo Bosísio. Formou-se pela Faculdade Santa Marcelina, onde também foi professor de viola. Foi primeira viola da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas de 1981 a 2014. Atualmente é primeira viola da Orquestra Sinfônica da Unicamp e integrante do Quarteto D’Arcos.

Lara Ziggiatti Monteiro, violoncelo

Primeiro violoncelo da Orquestra Municipal de Campinas e da Orquestra Sinfônica da Unicamp. Formada em piano e violoncelo pelo Conservatório Carlos Gomes de Campinas e bacharel em violoncelo pela Unicamp, na classe do violoncelista Antônio Lauro Del Claro. Realiza um trabalho de aperfeiçoamento sob orientação do violoncelista Alceu Reis. Foi fundadora do Quarteto D’Arcos, com o qual participou de vários masterclasses no Brasil e no exterior. Com o mesmo quarteto, foi detentora do Prêmio Rotary Internacional e do primeiro lugar nos Concursos de Música de Câmera da Faculdade Santa Marcelina e da Escola de Música de Araçatuba, tendo participado de concertos no México, Argentina e Estados Unidos.

Walter Valentini, contrabaixo

Iniciou estudos de contrabaixo na escola Ernst Mahle Piracicaba, com o professor Sandor Olnar. Bacharel pela Unicamp, em contrabaixo, com Paulo Pugliesi. Mestre pela Baylor University, com Chris Buddo. Estudou também com Valeria Poles e Volkan Orhon (Universidade de Iowa).

Cinthia Alireti, cravo

Após finalizar seus estudos em composição musical na Universidade de São Paulo, se especializou em regência coral e orquestral assim como música antiga, durante os cursos de mestrado e doutorado em música na Universidade de Indiana (Bloomington) nos Estados Unidos. A partir daí, teve a oportunidade de aperfeiçoar-se e trabalhar com grandes maestros e nomes da música antiga e contemporânea, entre eles, Mark Minkowski, Ton Koopman, Mr. John Poole, Roberto Paternostro, Rodolfo Fischer, Juan Pablo Isquierdo, John Nelson, Carmen Tellez, John Harrington, Imre Palló e Thomas Baldner. Em 2009, mudou para Europa, onde estendeu sua pesquisa sobre edições críticas de música barroca na Universidade Paris IV (Sorbonne) e na Universität des Saarlandes (Alemanha), paralelamente a suas atuações como regente e cravista. Cinthia Alireti é regente e codiretora artística da Orquestra Sinfônica da Unicamp.

Artur Huf, regência e violino

Natural de Santa Catarina, iniciou seus estudos com Afonso Krieger, continuando com Reinhold Sigwalt, Jacob Streithorst, Berenice Liedke, Moacir Del Picchia, Alberto Jaffé, Chaim Taub (Israel), Nicolas Chumachenko (Alemanha), Cecília Guida (Argentina – Brasil), Paulo Bosisio (Brasil) e Cláudio Cruz (Brasil). Na Unicamp, cursou a faculdade de Regência. Foi maestro assistente da Sinfônica de Campinas em 2003 e 2004 e da Sinfônica de Ribeirão Preto em 2006. Em 2005 funda a Filarmônica Brasileira, da qual é Maestro Titular e Diretor Artístico, com a qual realizou turnês no estado se São Paulo em 2007, 2008 e 2013. É spalla da Sinfônica de Campinas desde 2001 e da Sinfônica da Unicamp, desde 1998. Em sua carreira destaca-se ainda o trabalho com o Quarteto D’Arcos, com o qual ganhou vários prêmios, gravou um CD da obra camerística de Carlos Gomes e realizou turnês na Argentina (1997), México e Estados Unidos. Em 2010, funda o grupo ArsBrasil, com o qual lança o álbum triplo Henrique Oswald – Música de Câmara, sob patrocínio da Petrobrás, realizando no mesmo ano a primeira turnê brasileira do grupo. Entre 2012 e 2014 foi diretor artístico e maestro da Orquestra Jovem de Paulínia.

A Santa Casa de Misericórdia

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Foto: Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB).

Projetada pelo arquiteto Frei Eugênio de Rumilly, em 1871, em um terreno de 7.100 m² no Centro de Campinas, a Santa Casa de Misericórdia foi utilizada, originalmente, como hospital e abrigo para meninas órfãs. Segundo parecer do Condephaat em relação à Capela de Nossa Senhora da Boa Morte, o imóvel apresenta “estilo típico do Brasil da época, misturando a arquitetura tradicional popular do império com estilo neoclássico vindo da Europa”.

A partir de modestas doações de materiais de construção, trabalho operário e veículos para o transporte das cargas, a construção da Santa Casa de Misericórdia de Campinas só foi possível graças ao forte envolvimento de pessoas das mais diversas categorias sociais.

As paredes de pedra do hospital começaram a ser erguidas em 1871. A capela, erguida em taipa de pilão, recebeu galerias laterais sustentadas por colunas de madeira, teto em abóboda e altar em mármore. Até a inauguração da Matriz Nova (Catedral), em 1883, a beleza da capela a consagrou como o “templo religioso que mais encantava aos fieis da cidade”. O templo também recebeu, em 1907, as telas laterais de Concilis e as esculturas em mármore de Santa Izabel, de São Vicente de Paulo e de Nossa Senhora da Boa Morte em redoma de vidro.

Programa

J. S. Bach – Concerto em Lá menor para violino, cordas e baixo contínuo (BWV 1041)

J. S. Bach – Concerto em Mi maior para violino, cordas e baixo contínuo (BWV 1042)

J. S. Bach – Concerto em Sol menor para violino, cordas e baixo contínuo (BWV 1056R)

Serviço:

Solistas da Sinfônica da Unicamp

Quando e onde: 18 de maio (quarta), 19h, na Capela da Santa Casa – Rua Benjamin Constant, 1657 – Centro, Campinas/SP

19 de maio (quinta), 19h, no auditório da Faculdade de Ciências Médicas (Unicamp)

Entrada gratuita

Assista:

https://www.youtube.com/watch?v=jzoB1bUrxUQ

https://www.youtube.com/watch?v=XnpkV44BETA.

Fundação Síndrome de Down recebe oficina de pinhole

Campinas, por Kleber Patricio

Imagem: Viva Foto.

Imagem: Viva Foto.

Nos dias 19 e 20 de maio, a Fundação Síndrome de Down, de Campinas, recebe uma oficina de pinhole, promovida pelo fotógrafo e artista visual Rodrigo Marques. A técnica fotográfica utiliza uma câmera escura, sem lentes, para produção de imagens – o termo pinhole vem do inglês pin hole (buraco de alfinete).

O curso, voltado para crianças e adultos, busca uma nova relação com o olhar, utilizando dispositivos simples, como latas e caixas, que se transformam em máquinas fotográficas. Os participantes vão criar suas próprias câmeras, captar as imagens e depois revelá-las por meio do processo realizado nos laboratórios. A ideia é renovar os olhares e despertar a criatividade. As aulas acontecem das 13h às 18h. O investimento é de R$90 e as inscrições podem ser feitas até o dia 17 de maio, terça-feira, pelo (19) 99734-1801 ou pelo e-mail rodcamarq@yahoo.com.br.

Rafael dos Santos e Eduardo Lobo fazem apresentação gratuita no MACC Campinas

Campinas, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

Fotos: divulgação.

No próximo dia 19, o Museu de Arte Contemporânea de Campinas “José Pancetti” (MACC) promove nova edição da Quinta no Museu. Dentro da programação, às 19h30, Rafael dos Santos e Eduardo Lobo realizam concerto gratuito, mostrando ao público, entre outras peças, composições do CD Viajante, o primeiro trabalho do duo, gravado com o apoio da Prefeitura Municipal de Campinas via FICC.

Esta será a primeira apresentação da dupla desde o lançamento do álbum, inspirado no compositor gaúcho Radamés Gnattali. O CD conta com interpretações de peças brasileiras de música de câmara a músicas com abertura para improvisação, unindo a inusitada combinação de guitarra com piano.

A Quinta no Museu acontece das 17h às 22h e, além do concerto, oferece ao público opções gastronômicas preparadas em food trucks que estarão no local. No Museu, está em cartaz a exposição O Olhar de Hercule Florence sobre os Índios Brasileiros, com reproduções de desenhos, aquarelas e notas do artista e inventor retratando as paisagens, fauna, flora, tipos e cenas cotidianas dos locais por onde passava. O material foi registrado por Hercule Florence durante sua atuação como desenhista na Expedição Langsdorff, missão científica que percorreu o interior do Brasil de 1825 a 1829 e que realizou, no século XIX, monumental levantamento de dados geográficos e etnográficos do país. Florence, que viveu muitos anos na vila de São Carlos (atual Campinas), é também reconhecido internacionalmente como um dos inventores do processo fotográfico.

O MACC fica na Av. Benjamin Constant, 1633, no Centro de Campinas. O evento é gratuito.

CD Viajante, de Rafael dos Santos e Eduardo Lobo, é inspirado na obra de Radamés Gnattali

!cid_part2_70886611_6087BDCA@a2n_comViajante é o título do primeiro CD do duo Rafael dos Santos e Eduardo Lobo. O álbum tem o compositor gaúcho Radamés Gnattali como principal inspiração e traz 12 faixas, incluindo duas peças de Rafael dos Santos.

Pouco comum, a inusitada combinação da guitarra com o piano é a base deste trabalho, que começou a se desenvolver em 2011, quando o então estudante de Música da Unicamp Eduardo Lobo escolheu o compositor brasileiro Radamés Gnattali como seu objeto de estudo no mestrado, com orientação de Rafael.

“A opção pelo violão elétrico e o piano traduz uma marca importante do CD, que é a união da música erudita e popular. Essa, aliás, é uma característica marcante dos trabalhos de Radamés Gnatalli, que explorou muito bem em suas obras a música de câmara, de concerto, mas também se envolveu com os ritmos populares urbanos, ao conviver, especialmente a partir dos anos 1930, com alguns dos melhores músicos populares do país na época”, comenta Eduardo Lobo.

As faixas se alternam entre peças executadas com o piano e guitarra (violão elétrico) e piano com violão e são pontuadas com harmonias pouco convencionais, que remetem a ritmos populares, como valsa seresteira, moda de viola e o samba-canção, além de elementos musicais vindos do choro e do samba jazz.  A faixa título, Viajante, de Rafael dos Santos, traz a mistura de elementos do baião, na forma, e do jazz, na harmonia e na melodia.

O CD foi gravado em 2015 com o apoio da Prefeitura Municipal de Campinas via FICC (Fundo de Investimentos Culturais de Campinas) e todo produzido em Campinas/SP.

O Duo

O duo Rafael dos Santos e Eduardo Lobo teve início em 2011. Eduardo pesquisava o Concerto Carioca 3 de Radamés Gnattali (1906 – 1988) para seu mestrado, orientado por Rafael. Motivados pela música do compositor gaúcho, passaram a trabalhar juntos com o objetivo de desenvolver um repertório que incluísse a música brasileira de câmara e a música popular.

Os músicos interpretam desde peças brasileiras de música de câmara a músicas com abertura para improvisação. Um dos principais focos é aprimorar a sonoridade instrumental do duo e aliá-la ao balanço típico de cada ritmo interpretado.  Este balanço pôde ser visto durante sua estreia em 2012 no palco do Clube do Choro de Paris durante o VIII Festival de Choro. No ano de 2014 estrearam, com o grupo Quatro a Zero e o acordeonista Guilherme Ribeiro, o Concerto Carioca 3 de Radamés Gnattali, juntamente com a Orquestra Sinfônica de Campinas, sob regência do maestro Victor Hugo Toro. No início de 2015 gravaram com a mesma orquestra e maestro o Concerto Carioca 1 para violão elétrico e piano e o Concerto Carioca 3 de Gnattali, disco que tem previsão de lançamento para 2016.

Professor do Departamento de Música há mais de 30 anos e um dos fundadores do Curso de Música Popular da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas),  Rafael dos Santos é pianista, arranjador, compositor e regente. Em paralelo à carreira de pesquisador e professor universitário, desenvolve uma intensa atividade como músico popular. Depois de formar-se e fazer parte do quadro docente da Fundação das Artes de São Caetano do Sul (SP), passou uma longa temporada em Londres e nos Estados Unidos. Soma em seu currículo trabalhos com grandes nomes da música instrumental brasileira, como Paulo Moura, Nivaldo Ornelas, Roberto Sion, Roberto Menescal e Paulo Sérgio Santos.

Eduardo Lobo é doutorando em música pela Unicamp e também concilia a área acadêmica e de docência com a carreira artística. Sua pesquisa é voltada justamente às obras do compositor Radamés Gnattali. Tem ainda um livro escrito entre 2012 e 2013, Cavaco Básico 1, nas versões para educador e aluno e desde 2013 leciona disciplinas teóricas na Faculdade Nazarena do Brasil. Tem o seu trabalho artístico voltado, principalmente, à música instrumental, e acumula cinco discos gravados com os grupos Quatro a Zero, Ideia de Antes e Fina Estampa, além de turnês pelo Brasil e exterior. Para este ano, prepara o lançamento do CD Canção do Amor Distante, em parceria com a cantora Ana Salvagni, trabalho que está sendo desenvolvido graças a uma bem-sucedida campanha de financiamento coletivo.

Para conhecer o trabalho: http://eduardolobo.bandcamp.com/album/viajante

Contato para apresentações e informações sobre o CD: rdsantos.piano@gmail.com.

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