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João Bosco lança single “O Canto da Terra por Um Fio”

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Capa do single. Crédito: André Rola.

“Quando me dei por satisfeito ao chegar no fim dessa canção (fonemas, sonoridades, ainda despidos de tradução e sentido) disse pra mim mesmo: é uma canção que vem do chão, da terra, do suor, do barro do chão, da fauna, da flora, do Poço Fundo…” – assim começa o texto escrito por João Bosco sobre a música “O Canto da Terra por um Fio”, que chegou às plataformas digitais pela Som Livre no dia 15 de dezembro – ouça aqui. Como em um ritual que invoca os espíritos da floresta, o single é cercado pelos sons dos pássaros, faz exaltação à Omama, divindade criadora dos Yanomamis e versos que falam sobre a luta dos povos originários.

O lançamento marca o início do novo projeto de um dos artistas mais consagrados da Música Popular Brasileira e corresponde à primeira faixa do próximo álbum de inéditas de Bosco, que será lançado em 2024 pela MPB/Som Livre, seis anos após o premiado disco “Mano que Zuera”. A faixa tem letra fruto de parceria entre João Bosco e Francisco Bosco, com arranjo do violoncelista Jaques Morelenbaum.

João Bosco e Francisco Bosco. Crédito: Julia Bosco.

Para Jaques Morelenbaum, fazer parte desse lançamento é uma grande honra: “João Bosco é um dos grandes criadores da nossa música, tem uma obra vastíssima com parceiros geniais, como Aldir Blanc, e agora vem o Chico Bosco com uma enorme força dramática para fechar o ciclo. A parceria entre pai e filho é uma coisa muito bonita. Então, ser parte desse evento na música brasileira é uma honra gigantesca pra mim. Muito obrigado, João Bosco, e que esse single seja o primeiro de muitos”. Jaques destaca também sobre o significado da canção: “A música fala de criação e destruição, sobre a criação do mundo, sobre a mitologia Yanomami, sobre a asfixia dos rios, a relação do homem com a natureza, sobre aqueles que preservam e os que destroem a natureza e os outros seres humanos”.

Confira o texto de João Bosco, que apresenta o lançamento ao público:

O canto da Terra por um fio – por João Bosco

Quando me dei por satisfeito ao chegar no fim dessa canção (fonemas, sonoridades, ainda despidos de tradução e sentido) disse pra mim mesmo: é uma canção que vem do chão, da terra, do suor, do barro do chão, da fauna, da flora, do Poço Fundo… onde as pessoas vivem, trabalham, preparam a terra para semear, cantam em louvor ao que virá. É uma canção que eu diria Afro-Indígena, ou seja, tem a pegada rítmica/harmônica Afro e uma melodia que remete ao canto da floresta, ao campo, aos bichos, ao chão da terra e àqueles que a habitam… Estamos então numa paisagem de florescimento, pois é o que tudo indica. Conversando informalmente como sempre faço com os meus parceiros, nesse caso, com Francisco Bosco, ficamos horas a fio a falar sobre tudo isso. Talvez o Brasil seja um dos raros países do mundo onde se pode discutir a Nação por meio de sua música popular. Foi exatamente nessa encruzilhada que o meu parceiro pensando alto disse que nesse momento, de passado bem recente, devíamos interpretar essa situação de uma maneira mais contemporânea: Queimadas, em vez de Florescimento. Distopia em vez de utopia e por aí ia… Será que essa interferência em nossas descontraídas reflexões estaria sendo influenciada por “Omama”, a quem é atribuída a origem das regras da sociedade e da cultura Yanomami? Teria um Xapiri (espíritos auxiliares dos pajés) assentado em meu parceiro? O Brasil foi inteiramente afetado de maneira cruel por esse passado recente e que nesse momento estamos a nos deparar com a apuração desses acontecimentos, mas a nossa mata, nossa fauna e nossos indígenas tão exaltados pelos escritores, compositores, poetas e pela própria história ardem em lava que mata tudo que sonhamos. Não é o Poço Fundo, mas o fundo do poço. O canto da Terra por um fio é uma canção que dá a partida para um álbum que será lançado em meados de 2024. Estamos interpretando essa canção: violoncelista e arranjador Jaques Morelenbaum e eu, de violão e vozes. Gravação realizada no Estúdio Visom Digital, no dia e graça de Cosme e Damião (27 de setembro de 2023).

“O Canto da Terra por um Fio” – João Bosco

Lançamento Som Livre – 15 de dezembro/2023

Ficha técnica:

Composição: João Bosco e Francisco Bosco

Arranjo: Jaques Morelenbaum

Voz e violão: João Bosco

Violoncelo: Jaques Morelenbaum

Engenheiro de gravação: Guido Pera

Gravado no Studio Visom Digital

Mixado por: Marcio Gama

Masterizado por: Carlos Freitas.

Sobre a Som Livre | A Som Livre é uma empresa de música que faz parte da Sony Music Entertainment. Com sua capacidade única de entender e antecipar tendências, lançou e desenvolveu inúmeros dos maiores artistas e músicas de sucesso do Brasil nas últimas décadas. Também atua em diversos eventos, como Festeja e Samba Demais. Acompanhe a Som Livre nas redes: Instagram | Facebook | YouTube | LinkedIn.

(Fonte: InPress Porter Novelli)

Desmatamento zero e infraestrutura sustentável são prioridades para a Amazônia, indicam pesquisadores na COP28

Amazônia, por Kleber Patricio

Documento alerta para riscos do desmatamento, dadegradação florestal e de grandes projetos que geram conflitos. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil.

Parar o desmatamento, prevenir a degradação florestal e investir em novas infraestruturas conectadas às demandas da população amazônida são algumas das principais medidas para combater o agravamento de crises sociais e ambientais na Amazônia. É o que apontam pesquisadores brasileiros e estrangeiros que compõem o Painel Científico para a Amazônia (SPA, na sigla em inglês) em cinco policy briefs lançados no último dia 9. Os documentos com recomendações a tomadores de decisão foram divulgados durante a 28ª Conferência das Partes realizada pela Organização das Nações Unidas, a COP28, nos Emirados Árabes Unidos. Os cientistas alertam que as mudanças no clima e no uso do solo reduzem a resiliência de regiões centrais e periféricas da Amazônia, aumentando o risco de o bioma chegar a um ponto de não retorno.

Além de frear as emissões, investir em programa de armazenamento de carbono e priorizar as soluções locais e sustentáveis nos projetos de desenvolvimento regional, os especialistas mencionam outros dois eixos de prioridades: coibir ilegalidades, sobretudo a apropriação de terras públicas florestadas, e assegurar a recuperação das reservas de madeira, investindo em alternativas como o manejo florestal de base comunitária, que pode garantir renda e direito legal à terra para a população local.

Os documentos mencionam a importância de ações como a regeneração natural e o reflorestamento em grande escala. Medidas políticas de valorização dos arranjos locais da Amazônia também são citadas, como a governança voltada ao fortalecimento de órgãos ambientais e indígenas, assim como de lideranças de povos e comunidades tradicionais da região.

Em relação à infraestrutura, os pesquisadores recomendam priorizar o transporte com baixa emissão de carbono, principalmente barcos e pequenos aviões elétricos. Também é importante evitar a dependência do transporte por rodovias, visto que a construção de novas estradas pode estimular o desmatamento e a degradação florestal.

Todos os projetos devem considerar as diferentes realidades da Amazônia, avalia Ana Carolina Fiorini, pesquisadora vinculada à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e uma das autoras do policy brief sobre o tema. “A infraestrutura deve ser planejada e implementada por e pelos amazônidas”, diz a cientista.

Já as soluções energéticas devem ser baseadas em recursos renováveis e evitar grandes projetos como barragens, que geram conflitos socioambientais. “Soluções energéticas para as comunidades que não têm acesso à eletricidade, por exemplo, devem ser descentralizadas de pequena escala com fontes renováveis locais, como o uso da solar fotovoltaica ou de resíduos locais”, explica Fiorini. A pesquisadora acrescenta: “A Amazônia já sente o efeito das mudanças climáticas, então toda infraestrutura deve ser pensada para ser resiliente a essas mudanças, além de ser adaptada para a variação sazonal da região”.

O investimento em saneamento básico em toda a região amazônica é outra medida fundamental para preservar a saúde das populações humanas e a biota aquática, cita o documento. “Características e necessidades específicas de cada comunidade devem ser levadas em consideração, e a população local deve ser empoderada para participar do desenvolvimento de novos projetos”, frisam os pesquisadores.

(Fonte: Agência Bori)

Algoritmos funcionam como política e igreja influenciando comportamento e tomada de decisão

Oxford, por Kleber Patricio

Algoritmos estão presentes na rotina da sociedade, do entretenimento a serviços de transporte, o que permite entendê-lo como uma instituição social. Foto: Azamat E/Unsplash.

Os algoritmos estão presentes em decisões cotidianas da vida das pessoas, seja no uso individual de um aplicativo de transporte ou em tomadas de decisão coletivas para definir quem deve ter acesso a uma política social específica ou prioridade na fila de transplantes. Em livro lançado pela editora Oxford University Press no último dia 11, pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade Federal de Goiás (UFG) propõem pensar nos algoritmos como instituições emergentes das sociedades contemporâneas, como mídia e política.

As reflexões da publicação “Algorithmic Institutionalism: the changing rules of social and political life” (“Institucionalismo Algorítmico: as mudanças nas regras da vida social e política”, em tradução livre) levam em conta os impactos sociais e políticos dos algoritmos na sociedade. Eles são um conjunto de regras que ajudam a estruturar normas e contextos em que seres humanos e máquinas agem e, por isso, influenciam comportamentos individuais e impactam áreas diversas, da segurança pública às estruturas de governo.

O pesquisador Virgílio Almeida, vencedor do Prêmio de Ciência da Fundação Conrado Wessel em 2023, comenta que, no livro, os pesquisadores exploram o algoritmo como instituição nas suas mais diversas faces. “O algoritmo surge para mediar o conhecimento e influenciar o comportamento dos cidadãos e consumidores em processos complexos”.

Os autores argumentam que, assim como outras instituições complexas foram democratizadas no passado, é preciso pensar como algoritmos podem ser democratizados de modo a controlar os riscos que representam para a sociedade contemporânea. Ricardo Mendonça, um dos autores, explica que “o livro supre uma lacuna importante ao oferecer um olhar mais amplo sobre um problema complexo e que traz muitos desafios políticos no contemporâneo”.

Os algoritmos, incluindo os de inteligência artificial, se popularizaram porque oferecem uma solução para um determinado problema a partir de uma sequência de ações. Esse é o caso de aplicativos de transporte, de relacionamentos e outros, que prometem soluções ágeis e personalizadas ao seu usuário a partir de grandes volumes de dados.

No entanto, o livro também aborda o fato deles reforçarem “bolhas políticas” na internet, que levam à polarização social, preconceitos e injustiças. Diversos estudos mostram, por exemplo, que os algoritmos têm reforçado, em diferentes áreas, decisões e visões racistas, o que se convencionou chamar de racismo algorítmico. Para Fernando Filgueiras, professor e um dos autores do livro, “algoritmos são novas e intrigantes instituições que requerem avanços da teoria institucional para compreendê-las”.

(Fonte: Agência Bori)

Exposição comemorativa dos 60 anos da Mônica chega à Casa das Rosas com peças inéditas

São Paulo, por Kleber Patricio

Imagem: Mauricio de Sousa Produções.

Celebrando seis décadas da icônica personagem Mônica, a Mauricio de Sousa Produções, em parceria com a Casa das Rosas, prepara mais uma emocionante ação – desta vez, uma imersão completa na história da garota forte e amada por milhões ao redor do mundo. A aguardada exposição “Sempre Fui Forte” na Casa das Rosas, localizada no coração de São Paulo, acontece até 20 de fevereiro e, durante as férias escolares, será uma programação imperdível para toda a família.

O museu vai trazer essa celebração – que teve início em março de 2023, data em que a personagem fez sua primeira aparição nas tirinhas dos jornais há exatos 60 anos – convidando pessoas de todas as idades a embarcarem no percurso que transformou a Mônica em uma das personagens mais amadas do Brasil. Esta exposição é fruto de uma parceria entre a MSP, o Ministério da Cultura, o Governo do Estado de São Paulo – por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, Poiesis e a Casa das Rosas –, Fenix Cultural e o patrocínio do Bradesco, da farmacêutica Sanofi e o apoio da BIC e SkyFix.

A mostra, composta por 12 salas, trará a trajetória completa da Mônica, desde sua estreia marcante em 1963 até se tornar um ícone cultural. Apresenta momentos emblemáticos, como a primeira tira publicada na Folha de SP, fotos representativas e objetos históricos, incluindo o coelho original da Mônica. Não poderiam ficar de fora projetos atuais como a premiada série para crianças em idade pré-escolar “Vamos Brincar com a Turma da Mônica” e uma seção dedicada aos longas live-action, acompanhada por uma linha do tempo desse segmento, incluindo a bicicleta usada no filme “Laços”. Outros artefatos também ganham destaque; entre eles, uma caricatura especial do criador da Turminha Mauricio de Sousa saudando os visitantes. No espaço, os visitantes poderão conhecer ainda os bastidores dos processos de criação das capas dos quadrinhos e se encantar com miniaturas colecionáveis, como os brinquedos Toy e outros originais exclusivos. “Pensamos em tudo com muito carinho para retribuir a dedicação dos que acompanharam a trajetória da personagem, que conta com anos de sucesso. Estamos muito animados para estarmos com vocês nessa exposição e temos a certeza que os visitantes irão se encantar com essa imersão no universo MSP! Os fãs não perdem por esperar”, destaca Mônica Sousa, diretora-executiva da Mauricio de Sousa Produções.

“A Casa das Rosas vive um momento importante ao oferecer a seu público a exposição sobre a mais famosa personagem de histórias em quadrinhos do país. Criada por Mauricio de Sousa há 60 anos, Mônica tem feito parte da vida de pessoas de diferentes gerações, conquistando um lugar marcante em nosso imaginário coletivo. Esta é uma oportunidade muito especial de crianças e adultos se aproximarem ao compartilhar, no Museu, uma experiência estimulante a ambos os universos”, afirma Marcelo Tápia, diretor da Casa das Rosas.

A exposição oferece atrações em todos os espaços da Casa das Rosas. As atividades interativas, especialmente elaboradas para o público infantil, incluirão um espaço de leitura, com os famosos quadrinhos da Turminha e o Monicolorindo com desenhos para colorir e oficina de artes. Os visitantes terão ainda a oportunidade de se deparar com obras inéditas de Mauricio de Sousa, surpresas que serão reveladas durante a visita. “Receber esta exposição tão representativa celebrando os 60 anos da Mônica nos deixa muito animados. Mônica fez parte da infância de gerações e agora vamos contar um pouco desta história tão rica neste local tão marcante na Avenida Paulista que é a Casa das Rosas”, ressaltou Marília Marton, secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo.

Serviço:

Exposição “Sempre Fui Forte”

Data: até 20 de fevereiro de 2024

Horário: de terça a domingo, das 10h às 17h30 (com permanência até as 18h)

Local: Casa das Rosas, Av. Paulista, 37 (Próximo à estação Brigadeiro do Metrô)

Faixa etária: Sem restrições

Ingresso: Gratuito

Organização e curadoria: Jacqueline Mouradian

Realização: Mauricio de Sousa Produções, Ministério da Cultura, Governo do Estado de São Paulo por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, Poiesis, Casa das Rosas e Fenix Cultural

Patrocínio: Bradesco e Sanofi

Apoio: SkyFix e BIC.

(Fonte: Máquina Cohn&Wolfe)

“A vida como ela é”: nova coletânea reúne 25 textos inéditos de Nelson Rodrigues e clássicos celebrados pelo público

São Paulo, por Kleber Patricio

Clássico da literatura brasileira de Nelson Rodrigues, “A Vida Como Ela É…” está de volta, agora em uma nova coletânea, com 25 histórias inéditas lançadas pela editora Nova Fronteira. O exemplar apresenta contos do autor publicados há cerca de 50 anos, na década de 1950, nas páginas dos jornais Última Hora e Diário da Noite, com uma breve retomada, em 1966, no Jornal do Sports. A pesquisa para este novo livro foi feita em 2012, no centenário do autor, quando a editora lançou cem novas histórias. Esta seleção especial, que conta com prefácio de Paulo Werneck, apresenta histórias com temas como ciúme, obsessão, dilemas morais, inveja, desejos desgovernados, adultério e morte.

As publicações de “A Vida Como Ela É…” começaram com uma coluna escrita por Nelson Rodrigues em jornais entre os anos de 1951 e 1962. As histórias rapidamente se tornaram um sucesso e tiveram diversas formas de publicação, incluindo a narração na Rádio Club, por Procópio Ferreira, e uma versão em revista com ilustrações. O jornal A Última Hora também viu um aumento significativo de circulação enquanto publicava as histórias. Mais tarde, a coluna se transferiu para o Diário da Noite, onde continuou a arrebatar os leitores.

A pesquisa realizada para chegar nessa nova edição envolveu um minucioso levantamento das crônicas já publicadas em coletâneas organizadas pelas editoras Nova Fronteira, Companhia das Letras e Ozon Editor. Além disso, cerca de 180 novos textos foram selecionados, incluindo os 25 que compõem esta nova coletânea.

Durante o trabalho de análise dos textos, a equipe teve que lidar com a peculiaridade do trabalho de Nelson Rodrigues, que, frequentemente, publicava seus textos às vezes sob títulos diferentes. Paulo Werneck exalta que a leitura dos novos textos será ótima para escritores e tradutores de ficção pela forma como Nelson brinca com as palavras. Além disso, ele fala sobre como os temas do autor parecem atemporais e pertinentes para a sociedade brasileira. “Além das tramas magnéticas, a coragem de quebrar tabus à luz do dia também é uma das forças da obra de Nelson Rodrigues, particularmente do ciclo ‘A vida como ela é…’, que desde o título anuncia a que veio. Essa lição continua valendo. Afinal, o Brasil de seis décadas atrás talvez não fosse muito mais moralista do que o de nossos dias”, afirma Werneck.

“A Vida Como Ela É…” costuma ser descrito pela crítica como um tesouro literário que continua a cativar gerações. Esta nova coletânea é uma oportunidade imperdível para os fãs do autor e para aqueles que desejam conhecer a obra de Nelson Rodrigues em sua forma mais autêntica.

Sobre o autor | Nelson Rodrigues (1912–1980) nasceu no Recife, mas se consagrou por produzir textos que têm como cenário o Rio de Janeiro. Ainda adolescente, começou a exercer o jornalismo, área em que se destacou como cronista e comentarista esportivo. Escreveu dezessete peças de teatro, além de contos e romances. Muitos de seus textos em prosa foram adaptados para cinema e televisão, o que reforça a vitalidade de sua obra e o interesse que ela desperta há várias gerações.

Detalhes do livro

Editora: Nova Fronteira – 1ª edição

Idioma: ‎ Português

Capa brochura: ‎160 páginas

ISBN-10:‎ 6556407197

ISBN-13: ‏ 9786556407197

Dimensões: ‎ 23 x 1 x 15,5 cm

(Fonte: MNiemeyer Assessoria de Comunicação)