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Acervo digital do Museu do Ipiranga revela sua coleção de artefatos e imagens

São Paulo, por Kleber Patricio

Explorando a riqueza da história brasileira, acervo online reúne documentos iconográficos, textuais e tridimensionais. Foto: divulgação.

Com um acervo de cerca de 400 mil itens, o Museu do Ipiranga é uma referência para a história do imaginário e da cultura material do Brasil e de São Paulo. Esse importante acervo material está disponível no catálogo digital do Museu Paulista, organizado em três tipologias documentais: documentos iconográficos, textuais e tridimensionais.

O acervo digital de documentos iconográficos reúne variada tipologia de técnicas de documentos produzidos entre os séculos 19 e 20 principalmente. O acervo de pintura e desenhos compõe-se de obras a óleo, aquarela, guache, mural, pastel, carvão e grafite. As coleções fotográficas abrangem técnicas e formatos do século 19 e meados do século 20, como daguerreótipos, negativos de vidro e acetato, além de fotogravuras e fotografias em carvão. Já o acervo cartográfico reúne plantas e mapas relativos à cidade e ao estado de São Paulo.

Com instrumentos de pesquisa disponíveis para download, o Museu possui grande acervo de documentação textual, organizados em mais de duas centenas de coleções e fundos de arquivo públicos e privados. Os fundos e coleções reúnem ofícios e correspondências de políticos ligados ao Movimento de Independência e outros fatos políticos e administrativos do país. Também há documentos oriundos de arquivos pessoais de brasileiras e brasileiros e documentos relativos à construção do edifício que abriga o Museu, além de boletins, ofícios, telegramas e diários de campo referentes à Revolução Constitucionalista de 1932.

Por fim, a plataforma digital reúne uma enorme variedade de objetos produzidos entre os séculos 16 e 20. A coleção relacionada ao espaço doméstico contempla itens como serviços de jantar, chá e café, brinquedos, mobiliário, decoração, indumentária civil e militar, objetos de uso pessoal e equipamentos. Para o estudo das formas de trabalho e dos espaços públicos, o acervo reúne carruagem, cadeirinhas de arruar, veículos de bombeiros e serviço sanitário, ferramentas e equipamentos de ofícios urbanos tais como tipografia, alfaiataria, pintura decorativa, marcenaria e sapataria.

A professora Solange Ferraz de Lima, presidente da Comissão de Extensão e Cultura do Museu Paulista e coordenadora do Grupo de Trabalho de Estratégias Digitais da instituição, conta que o repositório digital referencia dados sobre coleta, contextos e identificação dos itens preservados pelo Museu. “O repositório digital garante o acesso público ao nosso acervo, que é muito diversificado e possui itens que ninguém imagina que temos”, explica. “Como o museu foi construído como um monumento à independência, é natural que grande parte do público pense que a instituição conta com acervo somente da época, quando na verdade somos um museu universitário com história material e objetos do cotidiano até o século 20. Por meio das chamadas curadorias digitais, fazemos um convite para o público conhecer melhor não só o diversificado e valioso acervo legado para o museu pela sociedade brasileira, mas também as pesquisas que desenvolvemos a partir dele”, conclui Solange. O acervo digital pode ser acessado no site do Museu do Ipiranga.

Foto: Natalia Cesar.

Sobre o Museu do Ipiranga – USP | O Museu do Ipiranga é a sede do Museu Paulista da Universidade de São Paulo. As obras de restauro, ampliação e modernização do Museu foram financiadas via Lei Federal de Incentivo à Cultura. O edifício, tombado pelo patrimônio histórico municipal, estadual e federal, foi construído entre 1885 e 1890 e está situado dentro do complexo do Parque Independência. Concebido originalmente como um monumento à Independência, tornou-se em 1895 a sede do Museu do Estado, criado dois anos antes, sendo o museu público mais antigo de São Paulo e um dos mais antigos do país. Está, desde 1963, sob a administração da USP, atendendo às funções de ensino, pesquisa e extensão, pilares de atuação da Universidade. Rua dos Patriotas, 100

(Fonte: Ex-Libris Comunicação Integrada)

União de esforços busca salvaguardar Terras Indígenas no Amazonas

Amazonas, por Kleber Patricio

As equipes de vigilância foram formadas por indígenas dos povos Banawa e Jamamadi, além de servidores da Funai. Fotos: Acervo Funai.

Entre os meses de agosto e setembro do ano passado, os povos Banawa e Jamamadi, que habitam a região do rio Purus, no Amazonas, realizaram a primeira experiência de vigilância territorial integrada. No total, foram seis expedições ao longo do rio Curiá mobilizando uma equipe de 15 pessoas, entre indígenas dos dois povos e servidores da Frente de Proteção Etnoambiental (FPE) Madeira-Purus da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).

A ação é fruto da Oficina de Formação Básica de Vigilância Territorial, realizada em junho, com a participação de indígenas dos povos Jamamadi e Banawa. Como encaminhamento da oficina, uma primeira experiência de vigilância territorial integrada foi planejada. A formação realizada em junho e as expedições tiveram o apoio da FPE Madeira-Purus da Funai e do Raízes do Purus, projeto realizado pela Operação Amazônia Nativa (OPAN), com o patrocínio da Petrobras e do Governo Federal. “A vigilância experimental foi planejada para acontecer na época mais delicada em relação às invasões. O combinado durante a reunião foi realizar uma primeira experiência de vigilância em parceria entre os dois povos, que poderá se efetivar para a próxima temporada de seca”, explica Antonio Miranda, indigenista da OPAN.

Primeiros resultados

A atividade de vigilância protagonizada pelos indígenas é uma prática preventiva de proteção territorial e não têm poder coercitivo. Quando os indígenas encontram invasores promovendo atividades predatórias em seus territórios, podem informá-los que a ação é ilegal e encaminhar denúncia as instâncias competentes. Por isso a fiscalização, que é promovida por órgãos de governo como a Funai, é tão importante. É ela que pode impedir de fato que atos ilícitos ocorram nas Terras Indígenas, realizando apreensões e demais ações para coibir possíveis crimes.

Vigilância territorial é uma importante ferramenta para a gestão e proteção territorial.

As Terras Indígenas Jarawara/Jamamadi/Kanamanti e Banawa compartilham o mesmo rio, o Curiá. A região sofre intensa pressão em razão da captura ilegal de quelônios e ovos, o que coloca em risco também outra Terra Indígena, a Hi-Merimã, vizinha dos povos Banawa e Jamamadi, área com presença de povos indígenas isolados. A realização de ações conjuntas de proteção territorial é de extrema importância para desencorajar atividades ilegais e salvaguardar as terras indígenas. “É um trabalho longo e esse foi apenas o primeiro teste. Foi muito positivo, pois mostrou união entre os dois povos e a Funai, marcando presença do órgão na região. Com o nosso apoio e encorajamento e a presença da Funai, os indígenas se sentiram mais seguros e empoderados para defender seu território”, avalia Antonio.

Próximos passos  

Em 2024, está programada uma reunião de avaliação com as equipes envolvidas na vigilância experimental. A expectativa é de que as expedições integradas de vigilância, aliadas ao constante compartilhamento de informações, continuem ao longo do próximo ano, consolidando e fortalecendo ainda mais a proteção territorial das Terras Indígenas.

Para realizar as expedições, os indígenas formaram equipes, junto com servidores da Funai, que se revezavam a cada expedição. Em pequenas canoas de motor, os indígenas percorreram o Curiá ao longo de 12 horas, tempo necessário para cobrir toda a extensão do rio. As equipes de vigilância se depararam com invasores no território e a Funai fez a apreensão de uma canoa, além de destruir um acampamento que servia de base para atividades ilegais no território Jamamadi.

(Fonte: DePropósito Comunicação de Causas)

[Artigo] Você sabia que o urbanismo verde pode ser um aliado ao combate às enchentes?

Curitiba, por Kleber Patricio

O Parque Barigui de Curitiba. Foto: Prefeitura Municipal de Curitiba.

Para além dos piscinões – reservatórios que captam o excesso de água das chuvas nos bairros – existem soluções urbanísticas multifuncionais e integradas ao meio ambiente que as cidades podem adotar para evitar os alagamentos que acontecem com bastante frequência na estação chuvosa, entre outubro a março, no Brasil. Os sistemas integrados de drenagem de água com jardins, canteiros de chuva, parques e lagoas artificiais são alguns exemplos para se resolver a questão do escoamento de chuva e, ao mesmo tempo, importantes para se entregar um equipamento de lazer para a comunidade.

A ampla funcionalidade das soluções verdes integradas foi comprovada em Curitiba. No final de outubro, a capital paranaense foi castigada por fortes chuvas e o Parque Barigui (um dos cartões-postais da cidade) foi severamente atingido pela enchente. Mas o sistema de drenagem do Barigui foi projetado para receber o excesso de água do rio de mesmo nome e evitar o fluxo para as áreas residenciais. Por isso, alguns dias depois da enchente, o local estava praticamente “recuperado” e voltando a receber pessoas.

Outros parques curitibanos também foram projetados em áreas estratégicas para receber o excedente de água das chuvas. A solução curitibana está dentro do conceito de “cidade-esponja”, que consiste no uso de equipamentos verdes, como jardins e canteiros que cumprem a função de micro drenagem da água, e parques com lagoas para formar o ecossistema de macrodrenagem, que atuam como canalizadores da água excedente da chuva.

Todo o sistema é um mosaico verde que atua com macro e micro drenagem integrados à paisagem. E a multifuncionalidade se reflete na melhora da saúde preventiva e qualidade de vida da população. Então, pensar em uma solução verde integrada cria resultados multifuncionais.

A diferença entre um piscinão de concreto enterrado e um parque aberto para as pessoas é poder oferecer uma solução funcional que proporciona lazer e integração ambiental gastando muito menos. O investimento em um sistema de drenagem integrado é infinitamente menor.

Novas infraestruturas verdes podem ser construídas em bairros prontos. As soluções sustentáveis também devem estar vinculadas ao bioma local. Em um projeto verde integrado, pode-se incluir uma ou outra planta exótica, mas é importante que a flora seja do bioma local para ser resiliente e permitir que pássaros e outros animais coexistam e circulem melhor.

Felipe Guerra. Foto: divulgação.

Sobre a Jaime Lerner Arquitetos Associados | A Jaime Lerner Arquitetos Associados (JLAA) é uma empresa de arquitetura e planejamento urbanístico fundada pelo arquiteto Jaime Lerner (1937–2021). A JLAA tem como filosofia construir soluções urbanísticas para as cidades com aplicação prática e conceitual de princípios urbanos de desenvolvimento sustentável, transporte público acessível, preservação e valorização da identidade local e da memória urbana, valorização dos espaços públicos, paisagens urbanas e naturais e desenvolvimento das vocações econômicas locais e atração de negócios.

Os autores Felipe Guerra e Débora Ciociola são arquitetos do Jaime Lerner Arquitetos Associados (JLAA).

Sobre Felipe Guerra | Felipe Guerra é sócio da Jaime Lerner Arquitetos Associados. É arquiteto e urbanista formado pela Universidade Positivo, além de cenógrafo, diretor de arte, carnavalesco e designer de joias. Possui experiência em concepção, desenvolvimento e implementação de projetos em escalas que vão do urbano ao design.

Debora Ciociola. Foto: divulgação.

Sobre Débora Ciociola | Débora Ciociola é arquiteta sênior da Jaime Lerner Arquitetos Associados. É arquiteta e urbanista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, mestra em Leisure, Tourism and Environments pela WUR-Holanda e Doutoranda em Gestão Urbana na PUC-Paraná. Integrou a equipe técnica do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba – IPPUC por oito anos. Desde 2010 na JLAA, participa da criação e coordenação de projetos em diversas escalas e localidades, especialmente desenvolvimento e desenho urbano, arquitetura e paisagismo e bairros planejados. É urban sketcher e aquarelista.

(Fonte: Betini Comunicação)

“Bossa Nova Cabaret Bar” reestreia em janeiro no Teatro do Sesi-SP com sessões gratuitas

São Paulo, por Kleber Patricio

Elenco do espetáculo. Fotos: Karim Kahn.

Depois de uma temporada em 2023 com plateia lotada em todas as sessões – e tendo alcançado mais de 15 mil espectadores nesta jornada – a comédia musical “Bossa Nova Cabaret Bar” reestreia no Teatro do Sesi-SP, no Centro Cultural Fiesp (Av. Paulista, 1313, São Paulo, SP) no dia 11 de janeiro e fica em cartaz até 4 de fevereiro de 2024. Os ingressos são gratuitos. O espetáculo é composto por números cênico-musicais que trazem histórias livremente inspiradas em personagens, fatos e canções da Bossa Nova.

No elenco da montagem, estão Helen Helene, Rachel Ripani, Luciano Schwab, Conrado Caputo, Danilo Martho, Diego Gazin, Efraim Ribeiro, Flávia Teixeira, João Pedro Attuy, Larissa Garcia, Naiara de Castro e Paloma Rodrigues, além de Rosi Campos. O texto e a direção geral são de Helen Helene e Pedro Paulo Bogossian.

“Bossa Nova Cabaret Bar” é um espetáculo que tem cenas inspiradas em canções do período inicial da Bossa Nova – principalmente entre o final de 1958 e 1963 – justamente os anos que marcam os primeiros álbuns de João Gilberto. Cada cena traz um elemento teatral, circense ou de cabaré, misturando a linguagem sofisticada da bossa nova com o escracho, a poesia, as cores e a alegria do carnaval, se comunicando com públicos de diferentes idades e situações de vida. Esta nova montagem está calcada no estilo da comédia musical e no texto e arranjos musicais inéditos, com uma carnavalização do icônico movimento musical carioca, sob o filtro do humor e do lirismo.

A ação se passa no fictício espaço do “Copacabana Cabaret Bar”, em cenário criado por Attilio Martiñs, onde uma trupe de comediantes, atores e cantores faz um show sobre a Bossa Nova. A banda é composta por piano (Pedro Paulo Bogossian), Contrabaixo (Giullia Assmann), Bateria (Rodrigo Mardegan), Percussão (Jesum Biasin), Sax e Flauta (Ana Eliza Colomar).

Sobre o Teatro do Sesi-SP

O Teatro do Sesi-SP, do Centro Cultural Fiesp, um importante equipamento cultural de São Paulo, completa este ano 60 anos de atividades. Oferece ao seu público uma programação diversa, contundente e gratuita, alinhada com os aspectos sociais e artísticos da contemporaneidade.

Com curadoria da equipe do Sesi-SP, os espetáculos apresentados, assim como toda a programação cultural da instituição, são captados por meio dos editais de chamamento lançados periodicamente, onde são selecionados projetos artísticos de todo o território nacional.  “Em Bossa Nova Cabaret Bar o Sesi-SP” traz mais uma vez para o seu palco o genuíno teatro musical brasileiro, um resgate à nossa memória afetiva. É um agradável passeio ao universo da música popular brasileira, datada na memória de todos os que acompanharam este movimento artístico.

Sinopse | “Bossa Nova Cabaret Bar” é uma comédia de variedades retratada em formato de um show, no fictício Copacabana Cabaret Bar, conduzido por uma trupe de comediantes cantores. Livremente inspirado em fatos, personagens e músicas da Bossa Nova, o espetáculo apresenta as canções emblemáticas do movimento em forma de números de mágica, quadro de bonecos, números de cortina com vedetes, paródias e números de plateia, bem como variadas performances musicais com o rearranjo das composições. O espetáculo busca, além de entreter e divertir por meio de um humor refinado, cumprir a função social de mostrar ao público uma comédia musical brasileira, seja por seu conteúdo temático, estilo ou construção composicional, em oposição a fórmulas importadas de entretenimento cultural.

Ficha técnica

Texto e Direção Geral: Helen Helene e Pedro Paulo Bogossian

Direção de atores: Helen Helene

Direção Musical: Pedro Paulo Bogossian

Elenco: Rosi Campos, Helen Helene, Rachel Ripani, Luciano Schwab, Conrado Caputo, Danilo Martho, Diego Gazin, Efraim Ribeiro, Flávia Teixeira, João Pedro Attuy, Larissa Garcia, Naiara de Castro, Paloma Rodrigues

Músicos: Pedro Paulo Bogossian – Piano

Ana Eliza Colomar – Sax/Flauta

Giullia Assmann – Contrabaixo

Jesum Biasin – Percussão

Rodrigo Mardegan – Bateria

Assistência de Direção: Sandra Mantovani

Assistência de Direção Musical: Pedro Ascaleta

Visualidades

Cenografia e Figurinos: Attilio Martiñs

Visagismo: Anderson Bueno

Adereços de Cenário e Figurino: Sidnei Caria

Design de Bonecos: Sidnei Caria

Fotografia: Ary Brandi

Corpo

Direção de movimento e coreografia: JC Violla

Assistência de coreografia: Nelly Guedes

Preparação e tradução de LIBRAS: Mirian Caxilé

Iluminação

Design de Luz: Guilherme Bonfanti

Assistência e Operação de Luz: Francisco Turbiani

Operação de Seguidor: Lays Ventura

Sonorização

Design de Som: Luciano Monson, Gabriel Bocutti e Tocko Michelazzo

Operador de Mesa: Gilbel Silva

Microfonista: Adriana Lima e Káthia Akemi

Técnicos de Palco

Coordenador de Palco: Flávio Rodriguez

Camareiros: Ana Lúcia Arruda e Wellington Oliveira

Contrarregras: Flores Ayra e Sérgio Sasso

Roadie: Roupa Nova

Comunicação

Assessoria de Comunicação: Canal Aberto – Márcia Marques, Carol Zeferino e Daniele Valério

Produção

Direção de Planejamento e Produção: Fá Almeida

Coordenação de Produção: Karina Cardoso

Produção Executiva: Daniel Aureliano

Assistência de Produção: Eduardo Barros

Assessoria Jurídica: F&R Advogados

Realização: Bogossian & Helen Helene e Diorama Casa de Produção

Bossa Nova Cabaret Bar

Reestreia dia 11 de janeiro, com sessões até 4 de fevereiro de 2024

Quinta a sábado, 20h; domingos, às 19h

Local: Teatro do Sesi-SP, no Centro Cultural Fiesp

Endereço: Avenida Paulista, 1313 – Jardins – São Paulo (SP)

Ingressos: Os ingressos gratuitos são liberados a cada segunda-feira, a partir das 8h. Podem ser reservados no site www.sesisp.org.br/eventos

Duração: 100 minutos

Classificação indicativa: 12 anos

Acessibilidade: Sessões com Libras e Audiodescrição em 28 de janeiro de 2024.

(Fonte: Canal Aberto Assessoria de Imprensa)

Museu da Vida Marinha em Ubatuba/SP tem programação especial para férias de verão

Ubatuba, por Kleber Patricio

Museu convida o público para uma viagem no tempo – aprender mais sobre como surgiu a vida nos oceanos. Foto: Felipe Domingos/Museu da Vida Marinha

Chegou quem estava faltando: as tão esperadas férias de verão. E é claro que o Museu da Vida Marinha, em Ubatuba/SP, tem uma programação recheada de atrações especiais para você e sua família. Durante todos os dias, das 10h às 18h, exceto nos horários especiais de fim de ano, os visitantes poderão se encantar com os acervos e réplicas de animais marinhos que habitaram e ainda habitam os nossos oceanos.

De acordo com informações da bióloga Catherina Monteiro, que integra a equipe do Museu, a programação especial da temporada de verão, que teve início no dia 21 de dezembro e se encerra no último dia de janeiro (31), inclui oficinas de fantoche de sombras de animais marinhos, dobradura (marcador de página de animais marinhos), imãs sustentáveis de geladeira sob a temática de animais marinhos confeccionados com materiais reaproveitados, confecção de máscaras de animais marinhos, confecção de adereço de cabeça de pinguim ou tubarão e sessão de filmes educativos. “Também terão muitos jogos educativos com o tema de educação ambiental para toda a família”, ressalta a bióloga.

As oficinas serão realizadas diariamente às 11h e 14h durante o funcionamento do Museu da Vida Marinha, que segue aberto normalmente para visitação de segunda a domingo, das 10h às 18h.

Todas as atividades inseridas na programação especial das férias de verão estão totalmente inclusas no valor do ingresso para entrada no Museu. “Ao comprar o ingresso ou algum produto da loja do Museu, todo dinheiro é revertido para manutenção das atividades do Instituto Argonauta”, acrescenta Catherina.

Sobre o Museu

Oficinas da programação de férias de verão do Museu serão realizadas diariamente às 11h e 14h. Foto: divulgação.

O Museu da Vida Marinha convida o público para uma viagem no tempo – aprender mais sobre como surgiu a vida nos oceanos –, com réplicas em tamanho natural de répteis marinhos gigantes que habitaram os mares pré-históricos, até esqueletos de animais marinhos atuais. Seu objetivo é sensibilizar seus visitantes lembrando-os de onde viemos e da importância da preservação destes ambientes para a humanidade.

Além de todo o conhecimento adquirido durante o circuito no Museu, a estrutura ainda fica localizada em frente à praia do Perequê-Açú, propiciando ao público um contato direto com o ambiente marinho; potencializando a sensação de “estar” no mar durante o trajeto nos acervos. O circuito é guiado pela equipe do Museu, composta por biólogos que compartilham saberes oceânicos aos visitantes durante a visitação.

Segundo o oceanógrafo Hugo Gallo Neto, Diretor do Aquário de Ubatuba e Presidente do Instituto Argonauta, o objetivo do Museu é o de sempre conectar o público ao universo marinho. “Os visitantes poderão conhecer e aprender sobre a evolução de algumas espécies e a importância da conservação da biodiversidade marinha”.

Atrações do Museu

Toda a venda obtida pelas vendas do ingresso do Museu da Vida Marinha é revertida para manutenção das atividades do Instituto Argonauta. Foto: Felipe Domingos/Instituto Argonauta.

Além das atividades oferecidas durante a programação especial do feriado, o Museu ainda proporciona outras atrações para os visitantes: a remontagem da exposição “Gigantes Marinhos”, que dispõe de diversas réplicas de animais pré-históricos que habitaram os oceanos, esqueletos reais de animais da atualidade – como da baleia jubarte, taxidermia em tempo real que pode ser acompanhada pelos visitantes, um espaço temático de impactos, que conta com uma exposição sobre os impactos da atividade humana no ambiente marinho e uma parede de ossos de animais mortos, um espaço temático com informações dos trabalhos que são realizados pelo Instituto Argonauta em prol dos ambientes costeiros e marinhos e uma casa sustentável com exemplos de energias renováveis que podem ser replicadas por qualquer um para otimizar os recursos naturais. Os visitantes também podem acompanhar em tempo real os animais em reabilitação no Instituto Argonauta, por meio dos monitores disponibilizados no interior do Museu.

Serviço:

O Museu tem entrada gratuita para os moradores de Ubatuba, mediante cadastro que deve ser realizado presencialmente na bilheteria, com a apresentação de documento pessoal com foto, endereço de residência, comprovante de moradia fixa – no qual será aceito um dos seguintes documentos: RG de Ubatuba, Título eleitoral de Ubatuba, CNH de Ubatuba, Carteira de trabalho ou holerite de Ubatuba, Carteira Profissional de Classe de Ubatuba, documento escolar dos filhos, como carteirinha da escola, boletim ou comprovante de matrícula.

Maiores de 60 anos e crianças até 6 anos acompanhadas de um adulto pagante também terão acesso livre, mediante apresentação de documento de identidade.

Atualmente, funciona diariamente (de segunda a domingo), das 10h às 18h. O valor do ingresso é R$21,00, com meia entrada (R$10,50) para estudantes até 17 anos com carteirinha, estudantes universitários com documento, professores com carteirinha e menores de 12 anos. Para agendamento de escolas e grupos especiais, basta entrar em contato pelo telefone: (12) 3832-7976 ou pelo e-mail museu@institutoargonauta.org.

O Museu da Vida Marinha @museudavidamarinha está localizado na Avenida Governador Abreu Sodré, 1067 – Perequê-Açu, Ubatuba/SP. Para saber mais, consulte https://institutoargonauta.org/projetos/museu-da-vida-marinha/.

Sobre o Instituto Argonauta

O @institutoargonauta foi fundado em 1998 pela Diretoria do Aquário de Ubatuba @aquariodeubatuba.oficial e reconhecido em 2007 como OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público). O Instituto tem como objetivo a conservação do Meio Ambiente, em especial a conservação dos ecossistemas costeiros e marinhos. Para isso, apoia e desenvolve projetos de pesquisa, resgate e reabilitação da fauna marinha, educação ambiental e resíduos sólidos no ambiente marinho, entre outras atividades. O Instituto Argonauta também é uma das instituições executoras do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS). Seja um Argonauta.

Para acionar o serviço de resgate de mamíferos, tartarugas e aves marinhas, vivos debilitados ou mortos, entre em contato pelos telefones 0800-642-3341 (horário comercial) ou diretamente para o Instituto Argonauta: (12) 3833-4863 – 3833-5789/ (12) 3834-1382 (Aquário de Ubatuba) / (12) 3833-5753/ (12) 99705-6506 e (12) 99785-3615 – WhatsApp.

Também é possível baixar gratuitamente o aplicativo Argonauta, disponível para os sistemas operacionais iOS (APP Store) e Android (Play Store). No aplicativo, o internauta pode informar ocorrências de animais marinhos debilitados ou mortos em sua região, bem como informar ainda problemas ambientais nas praias para que a equipe do Argonauta encaminhe a denúncia para os órgãos competentes. Conheça mais sobre o trabalho em www.institutoargonauta.org, www.facebook.com/InstitutoArgonauta e Instagram: @institutoargonauta.

(Fonte: Instituto Argonauta)