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Sesc Campinas recebe celebração de 20 anos do Palhaço Jerônimo

Campinas, por Kleber Patricio

Respeitável público, anote aí: o Palhaço Jerônimo prometeu jamais sair de cena. Nem quando ficar bem velhinho, diga-se de passagem. E como conseguir tanta vitalidade? O fanfarrão responde: a vitamina está nos encontros com as diversas plateias. Não à toa, as celebrações dos 20 anos de existência deste nariz vermelho de muitos predicados, que começaram no fim de 2023, continuam neste fim de semana no Teatro do Sesc Campinas: sábado (27/1), às 15h, com Jerônimo Show, e domingo (28/1), às 16h, com “A Estreia”. Com valores entre R$10 e R$30, os ingressos já estão à venda no portal (www.sescsp.org.br/campinas) e nas bilheterias das unidades. Crianças com até 12 anos acompanhadas de um adulto pagante entram de graça.

“A idade, o tempo e a experiência são muito favoráveis à profissão de palhaço. Afinal, os palhaços tendem a ir sempre melhorando ao longo dos anos. Celebrar 20 anos é comemorar um trabalho de muito orgulho em que pude estabelecer parcerias artísticas, fazer amizades e ter a oportunidade de levar a arte do Jerônimo para quase todo o Brasil, consolidando, assim, uma pesquisa sobre o palhaço excêntrico musical que me faz muito feliz”, avalia o artista Thiago Sales, intérprete do aniversariante.

Jerônimo Show

Com concepção, direção e atuação de Thiago Sales a partir da orientação técnica dos circenses Bruno Edson, Hiran Silveira e Teófanes Silveira, o solo Jerônimo Show convida o espectador a se encantar com o resultado de vinte anos de pesquisa e trabalho do artista sobre a linguagem do palhaço e sua relação com a música, executada com instrumentos convencionais e inusitados, e com as modalidades circenses, entre as quais o malabarismo e o equilíbrio de objetos.

“Neste solo, em que reúno alguns dos melhores esquetes montados por mim ao longo da carreira, o Palhaço Jerônimo convida a plateia a se deleitar com números surpreendentes, como o Homem Banda, o Piano de Garrafas, o Serrote Musical e o Pratos Bailarinos. Ah, e não podemos nos esquecer a Orquestra Sinônica, que é bem interativa, em que convoco à plateia para tocar sinos afinados em diversas notas musicais”, destaca Thiago.

O enredo

O Palhaço Jerônimo preparou para o respeitável público um espetáculo em que demonstrará todo o seu talento como músico e artista circense, além de sua habilidade, sua graça, sua destreza, sua audácia, sua beleza e sua elegância. Vai ser uma maravilha. “Bem, talvez ele nem tenha tantas qualidades assim, mas essa excêntrica figura realmente acredita que é um showman. Então, o melhor a fazer é embarcar com Jerônimo nessa aventura artística que tem tudo para se tornar uma gostosa, emocionante e divertida brincadeira”, pontua Thiago.

Ficha Técnica:

Concepção, direção e atuação: Thiago Sales

Orientação técnica: Bruno Edson, Hiran Silveira e Teófanes Silveira

Gravação e mixagem de trilha sonora: Gutemberg Silveira e Ricardo Parma

Duração: 55 minutos.

A Estreia

“A Estreia” é um deleite aos amantes da arte da gargalhada e da música nada convencional. Trata-se do terceiro espetáculo de repertório da companhia Circo Caramba, fundada em 2009, e o segundo solo de Thiago Sales, que se dedica, desde 2003, à pesquisa e às experimentações do universo do palhaço excêntrico musical. “De maneira divertida e carismática, utilizo em cena diversos recursos peculiares desse tipo de palhaço: instrumentos inusitados, o manuseio de maneira surpreendente de instrumentos convencionais, além da apresentação de paródias e da improvisação musical com o público”, conta Thiago Sales.

A fim de homenagear o seu Palhaço, Thiago Sales construiu uma dramaturgia inédita e bastante pessoal, tanto com relação ao enredo quanto ao alinhavar das cenas, que se amparam na inspiração e na adaptação de números clássicos de picadeiro, em esquetes de improviso com a plateia e em números musicais e paródias. No meio disso tudo está a história de Jerônimo, “que, durante toda a sua vida, alimentou o desejo de apresentar suas habilidades musicais à plateia, mas nunca teve essa oportunidade. Até que um dia, como funcionário de uma banda, ele percebe que a sua hora de estrear chegou”.

Durante a performance, Jerônimo desfila aos olhos do respeitável público diversas habilidades com instrumentos, entre as quais a de tocar uma composição erudita em uma bomba de encher pneu de bicicleta, alegrar-se no samba por meio de uma engenhoca mirabolante feita de instrumentos de percussão e entoar uma música bem melódica ao som de taças musicais. Para cada tipo de ritmo que se atreve a homenagear, como o rock, o reggae, o forró, o erudito, Jerônimo escolhe um de seus instrumentos preferidos, entre os convencionais (tuba, violão, violino) e os inventados, como a bomba de bicicleta e as taças afinadas.

Por ser fruto de uma pesquisa e de um desejo íntimo, o solo tem a direção assinada pelo próprio artista. Contudo, durante o processo de concepção do espetáculo, Thiago Sales convidou, para alguns pitacos artísticos, dois ícones da palhaçaria brasileira atual: Hudson Rocha, o Palhaço Kuxixo, e Pereira França Neto, o Palhaço Tubinho. “Além de admirar o trabalho dos dois, já tinha trabalhado com eles em momentos distintos de minha carreira. A contribuição artística e o olhar técnico foram fundamentais, principalmente com relação ao tempo cômico e o desenrolar das cenas da dramaturgia”, destaca.

Quando o assunto é levado ao campo da reflexão, “A Estreia” convida o espectador a ocupar o picadeiro dos sonhos. Afinal, o desejo de Jerônimo, de acordo com o seu intérprete, é um reflexo das aspirações da própria plateia. “O sonho de Jerônimo de ser músico, que é o meu sonho, pode ser encarado como os sonhos de cada espectador. Muitas vezes, o que importa não é propriamente a realização, mas o quanto esse desejo impulsiona as pessoas a caminharem e a buscarem seus objetivos. O palhaço, por representar bem a nossa humanidade, é uma boa referência para essa comparação”.

O enredo

Acaba de terminar mais uma apresentação da Banda Incrível Som. Os músicos já deixaram o palco e, nesse momento, “entra em cena” Jerônimo, o funcionário da banda. A rotina se repete sempre da mesma forma: a banda se retira, o público vai embora e Jerônimo permanece ali, solitário, guardando os instrumentos e equipamentos. Seria um verdadeiro tédio o trabalho desse palhaço se não fosse pelo fato de ele sempre aproveitar o momento para ensaiar um show que sonha apresentar.

“Em um certo dia, as coisas acontecem de forma um pouco diferente: a banda vai embora, mas o público fica talvez aguardando um improvável bis. Essa deve ser a oportunidade perfeita para que Jerônimo possa finalmente estrear o tão sonhado show.  A partir daí, o palhaço se torna a estrela daquele palco e inicia seu inesperado e eclético espetáculo, no qual cada número será uma homenagem a um gênero musical. O público irá testemunhar o sonho de Jerônimo se tornando realidade e embarcará com ele num divertido passeio cômico-musical”, conta Thiago Sales.

Ficha Técnica:

Criação, direção e atuação: Thiago Sales

Colaboração: Hudson Rocha e Pereira França Neto

Cenografia: Gabi Perissinotto e Le Nogueira

Figurino: Amanda Dumont e Thiago Sales

Criação de Luz: Eduardo Brasil

Construção de instrumentos: Félix Caro e Thiago Sales

Gravação e mixagem de trilha sonora: Ricardo Parma

Assessoria de Imprensa: Tiago Gonçalves

Produção: Circo Caramba

Circo Caramba

A companhia Circo Caramba, sediada em Campinas-SP, foi criada em 2009 por Thiago Sales. A carreira do artista teve início no ano de 2003, quando nasceu seu palhaço, o Jerônimo. Ao longo de sua trajetória, o Circo Caramba vem sendo reconhecido pela qualidade artística de suas produções e pela forma criativa como une a linguagem da palhaçaria a outras modalidades circenses e, em especial, à música. O trabalho de Thiago Sales é atualmente uma das referências brasileiras na linha do palhaço excêntrico musical.

Além de integrar o elenco de diversas montagens em conjunto com grupos e artistas parceiros, o Circo Caramba vem circulando com o seu próprio repertório de trabalhos, cuja primeira produção foi o espetáculo “Caramba, quanta bobagem!”, parceria entre Thiago Sales e Márcio Parma, que estreou em 2010 e contou com a direção de Esio Magalhães. Em 2014, o Circo Caramba montou o espetáculo Jerônimo Show, primeiro trabalho solo de Thiago Sales, que fez sua estreia no Circos – Festival Internacional Sesc de Circo.

Já em 2016, o artista estreou a intervenção circense-musical “A Banda do Jerônimo: uma inusitada banda de um homem só”. Em 2019, criou mais um espetáculo solo, intitulado “A Estreia”, em comemoração aos 15 anos de carreira do Palhaço Jerônimo. Em 2022, acontece a estreia do espetáculo “Gran Cirque Brado”, uma produção conjunta entre as companhias Circo Caramba e Damião e Cia. Ao longo de sua trajetória, o Circo Caramba tem se apresentado para públicos de todas as idades, nos mais variados espaços, entre os quais unidades do Sesc e Sesi, festivais circenses e teatrais, circos, hotéis, empresas, clubes e universidades.

Saiba mais:

20 anos do Palhaço Jerônimo

Sábado (27/1), às 15h: Jerônimo Show | Circo Caramba – Teaser: Jerônimo Show
https://www.youtube.com/watch?v=WQWKa6creSI
Domingo (28/1), às 16h: A Estreia | Circo Caramba – Teaser:
https://www.youtube.com/watch?v=b4uvSJJC21Y

Onde: Teatro do Sesc Campinas (Rua Dom José I, 270/333, no Bonfim, em Campinas | SP)

Quanto: R$30 (inteira), R$15 (meia entrada) e R$10 (credencial plena). Crianças com até 12 anos acompanhadas de um adulto pagante entram de graça.

Classificação: Livre

Informações: Central de Atendimento – (19) 3737-1500.

(Fonte: Tiago Gonçalves)

Pesca sem controle diminuiu drasticamente populações de peixes de recifes em seis décadas

Brasil, por Kleber Patricio

Pesquisa identificou 110 espécies de ecossistemas de recifes no desembarque de pescarias de 1950 a 2015. Foto: Francini Filho/Arquivo pesquisadores.

Ao longo de seis décadas, o Brasil tem reduzido as populações de peixes que habitam a costa do país, por conta do impacto das pescas em recifes. A constatação foi feita pelo grupo ReefSyn, que reúne pesquisadores de nove universidades públicas brasileiras, entre elas, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), a partir da análise de um banco de dados de pesca em recifes de 1950 e 2015. Os principais diagnósticos da pesca predatória no Brasil estão descritos em artigo científico publicado no dia 2 de janeiro na revista “Reviews in Fish Biology and Fisheries”.

O trabalho identificou 110 espécies de ecossistemas de recifes no desembarque de pescarias neste período. Só em 2015, aproximadamente 50 mil toneladas de peixes de espécies com valor comercial foram pescadas, entre elas, budiões (gênero Sparisoma), vermelhos e guaiubas (gênero Lutjanus). A região Nordeste foi a que mais capturou peixes recifais no período, seguida pelas regiões Sudeste e Norte. A falta de gerenciamento e de fiscalização da atividade pesqueira, segundo os pesquisadores, provocou o declínio de várias populações de peixes principalmente a partir dos anos 2000, momento em que houve um pico de capturas destas espécies.

O estudo também identificou que, ao longo dos anos, cada vez mais espécies passaram a ser capturadas pelos pescadores. “Elas têm as mais variadas funções e importância dentro dos ecossistemas”, alerta Mariana Bender, bióloga do Departamento de Ecologia e Evolução da UFSM e autora sênior do artigo.

Os pesquisadores também identificaram, nas quatro regiões estudadas, de norte a sul do país, um processo conhecido no meio científico como pesca através da cadeia alimentar – onde se capturam desde organismos predadores de topo até os que ocupam níveis inferiores na teia alimentar. “Ao longo desses 65 anos, as pescarias atingiram também peixes herbívoros, como é o caso dos budiões no Nordeste, além de peixes de tamanho pequeno”, comenta a autora. “Estamos explorando uma grande variedade de espécies, consumindo praticamente todo e qualquer recurso marinho, sem reconhecer os efeitos da perda da biodiversidade”.

O impacto da pesca predatória no Brasil tende a ser pior do que o abordado pela pesquisa, pois não há dados governamentais atualizados sobre a atividade após 2015. Sem eles, é impossível entender, por exemplo, o fluxo comercial da pesca em recifes. “Sabemos que o mercado internacional tem impulsionado o aumento da atividade pesqueira e a quantidade de espécies pescadas. Um dos principais países importadores são os Estados Unidos, mas não temos detalhamentos importantes, como as espécies mais exportadas em cada região”, pontua Bender. O número de pescadores associados diretamente aos ecossistemas recifais também não está disponível.

O Brasil possui mais de oito mil quilômetros de costa heterogênea e 4,5 milhões de quilômetros quadrados de Zona Econômica Exclusiva (ZEE), um recorte territorial de domínios marítimos mantidos sob soberania territorial nacional conhecido como “Amazônia Azul”. Apesar da extensão territorial e da importância dos recursos marinhos para a população que vive nas regiões costeiras, o país não tem, tradicionalmente, uma continuidade de investimentos para a proteção oceânica. Estimativas de estudos recentes apontam que apenas 4% desse território conta com algum grau de proteção ambiental.

O estudo alerta para a necessidade urgente de políticas regionais para o gerenciamento da pesca, já que os recifes brasileiros possuem características distintas em cada área do país. Segundo os pesquisadores, dados atualizados sobre a pesca recifal no Brasil são fundamentais para a gestão da atividade – e, consequentemente, para a proteção da biodiversidade dos recifes. Por isso, eles enfatizam a necessidade de investimento por parte do governo na obtenção, sistematização e integração destas informações em todo o país.

(Fonte: Agência Bori/Coleção Ressoa Oceano)

Indaiatuba está entre as cidades paulistas com melhor avaliação no Índice de Efetividade de Gestão Municipal

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Indaiatuba conquistou nota “B” (efetiva) e está entre as 52 cidades com melhor avaliação do Estado de São Paulo. Foto: Eliandro Figueira.

O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), principal órgão fiscalizador da aplicação dos recursos públicos, divulgou o Índice de Efetividade de Gestão Municipal (IEG-M) de 2023, referente a 2022. Indaiatuba conquistou nota “B” (efetiva) e está entre as 52 cidades (8%) com melhor avaliação do Estado. Indaiatuba também está acima da média geral das 644 cidades paulistas auditadas pela Corte. Nenhum outro o município atingiu as notas B+ e A. A ação tem como objetivo medir o desempenho das prefeituras em relação a eficiência da utilização do orçamento.

Para o prefeito Nilson Gaspar (MDB) Indaiatuba receber essa avaliação favorável há tantos anos é extremamente gratificante. “A construção do nosso orçamento é realizada tomando por base uma previsão mais próxima da realidade possível, dentro da arrecadação própria e repasses de verbas estadual e federal. O importante é aplicar os recursos com austeridade e de forma programada e é assim que conseguimos oferecer serviços com qualidade para a população. Porque o principal objetivo da gestão do recurso público é atender às pessoas em suas necessidades oferecendo, entre outras coisas, Segurança, Educação, Saúde, Habitação, Infraestrutura e cuidado social. O resultado é atração de novos investimentos, geração de emprego e renda, mais qualidade de vida. Esse resultado demonstra que Indaiatuba é diferenciada e por isso temos orgulho de viver e construir nossa família aqui”, ressalta Gaspar.

O IEG-M foi criado em 2015 pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo para medir a eficiência dos gastos municipais e políticas públicas do gestor municipal. Os sete pilares avaliados são: Educação, Saúde, Planejamento, Gestão Fiscal, Meio Ambiente, Cidades Protegidas e Governança em Tecnologia da Informação. Os dados são coletados anualmente por meio de questionários eletrônicos. Dos 644 municípios paulistas, 52 obtiveram nota “B” (efetiva), 223 municípios nota “C+” (em fase de adequação) e 369 tiveram IEM-G C (baixo nível de adequação).

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)

TV Cultura estreia série documental com histórias de pessoas que vivem da reciclagem

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

A TV Cultura acaba de estrear a série documental “Reciclagem & Transformação: Memórias da Vida”. A produção é concebida a partir de uma parceria entre o Museu da Pessoa, a Secretaria Especial de Cultura do Ministério do Turismo (pela Lei Federal de Incentivo à Cultura – ProNAC 20.4741) e a Tetra Pak e será exibida no canal por meio da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura.

Entre janeiro e maio, a TV Cultura exibirá diariamente dois episódios da série documental com aproximadamente 3 minutos cada, que serão veiculados às 12h45 e após a faixa de programação das 22h da emissora. Todo o conteúdo ficará disponível, ainda, no App Cultura Play.

“Inclusão e comprometimento com a sustentabilidade do planeta fazem parte dos princípios da programação da TV Cultura. ‘Reciclagem & Transformação: Memórias da Vida’ é um conteúdo que sintetiza essas e outras premissas da nossa emissora. Parabenizamos os envolvidos”, diz Enéas Pereira, vice-presidente da Fundação Padre Anchieta.

Sobre “Reciclagem & Transformação: Memórias da Vida”

Mosaico da TetraPak.

Histórias de personagens como Maria Aparecida, Elismaura, Renilda, Wilza, Rosa Maria, Renata, João Paulo, Windson, Sandra, Danilo, Vinicius e Ivan representam o cotidiano de diferentes trabalhadores da cadeia da reciclagem. São catadores autônomos e de cooperativas, recicladores, educadores, aparistas e até consumidores finais que abriram suas trajetórias de vida, conquistas e desafios, sonhos e motivações, convidando quem assiste a refletir sobre o quanto é importante a valorização de cada um desses trabalhos ao passo que se reconhece as transformações que eles geram para a sociedade e para o planeta.

“Acreditamos que, ao contar histórias inspiradoras de pessoas que transformam suas vidas e de suas famílias por meio da reciclagem, fortalecemos o valor desse ecossistema e damos voz a pessoas que são essenciais em nossa sociedade. Ter essas histórias contadas em TV aberta, na TV Cultura e com o apoio de instituições de peso ligadas à cultura e educação é, sem dúvidas, um passo relevante na ampliação de mensagens voltadas para conscientização da importância da reciclagem e fortalece nosso propósito de proteger e cuidar dos alimentos, das pessoas e do planeta”, ressalta Valéria Michel, diretora de sustentabilidade da Tetra Pak Brasil e Cone Sul.

O Museu da Pessoa é responsável por captar os registros presentes na série. “O Museu da Pessoa tem trabalhado com a temática ‘Qual é o seu legado’ e, dentro dessa provocação, nos questionamos sobre como as nossas ações ajudam a construir esse mundo e o que a gente quer deixar para o futuro. E não tem como falar de legado sem falar do processo de reciclagem, da sustentabilidade. Nesse sentido, escolhemos entrevistar pessoas cujas vidas são impactadas por todo esse processo para contar um pouquinho para o público sobre essa transformação e sobre a importância do catador na cadeia de reciclagem”, explica Lucas Lara, diretor de museologia do Museu da Pessoa.

Uma observação interessante do Museu é que, em boa parte dos casos, foi percebido que a reciclagem e o processo de coleta seletiva acabaram transformando a vida das pessoas entrevistadas ao possibilitar uma fonte de renda segura.

Mosaico da TetraPak.

“No Museu da Pessoa a gente acredita que alguma coisa muda dentro da gente quando a gente ouve a história do outro. E o mesmo acontece quando a gente para contar nossa própria história. Muitas vezes a gente acha que as nossas vivências não têm tanto valor, que são histórias comuns, e, quando a gente vê a nossa história alçada a uma peça de museu e percebe que outras pessoas estão aprendendo a partir das nossas vivências, isso faz com que eu valorize cada vez mais a minha trajetória e perceba o potencial da minha narrativa. Toda história de vida importa e toda pessoa é fundamental para a transformação que a gente quer ver no mundo”, reflete, ainda, o diretor do Museu.

Sobre a TV Cultura/Fundação Padre Anchieta | Há 54 anos, a TV Cultura é reconhecida como a principal emissora pública do país, sustentada por três pilares: Cultura, Educação e Informação. Com programação premiada e voltada para diversos públicos e faixas etárias, destaca-se no cenário nacional pelo conteúdo atual, atrativo, crítico, democrático e inovador, dedicado ao desenvolvimento do cidadão.

Desde sua criação, em 1969, conquistou mais de 400 prêmios nacionais e internacionais, incluindo quatro Emmy Awards e mais de 10 troféus Prix Jeunesse. Além disso, foi tida como a segunda melhor emissora do mundo em qualidade de programação – atrás apenas da BBC One. Hoje, a Cultura está presente em todos os estados brasileiros. Na TV aberta, são mais de 200 canais próprios no Estado de São Paulo e no Distrito Federal, 65 afiliadas geradoras e 350 retransmissoras espalhadas pelo Brasil. Na TV por assinatura, são mais de 11 milhões de assinantes.

Sobre o Museu da Pessoa | O Museu da Pessoa (www.museudapessoa.org) é um museu virtual e colaborativo fundado em São Paulo em 1991 com o objetivo de registrar, preservar e transformar histórias de vida de toda e qualquer pessoa em fonte de conhecimento, compreensão e conexão. O Museu da Pessoa conta com um acervo de mais de 18 mil depoimentos em áudio, vídeo e texto e cerca de 60 mil fotos e documentos digitalizados de brasileiros e brasileiras de todas as regiões, idades, classes e atividades. Desde seu início, sua plataforma virtual contabiliza mais de 2.500.000 acessos únicos. O projeto educativo já alcançou 1455 escolas públicas, impactando mais de 56 mil alunos em 69 municípios do Brasil. O Museu possui 96 livros publicados com mais de 76 mil exemplares distribuídos. Sua sustentabilidade financeira é mantida através do planejamento e produção de mais de 300 projetos de memória desenvolvidos para instituições e empresas.

(Fonte: Néctar Comunicação Corporativa)

Zeca Pagodinho celebra quatro décadas de carreira em turnê especial na cidade de Campinas

Campinas, por Kleber Patricio

Fotos: Guto Costa.

Zeca Pagodinho está pronto para protagonizar um marco notável em sua carreira. Um dos maiores nomes da história do samba comemora 40 anos de sucesso ininterruptos e 65 anos de vida com a realização de uma turnê especial. No dia 27 de julho, o artista chega à cidade de Campinas, interior do Estado de São Paulo, para uma apresentação memorável. O show vai acontecer no Royal Palm Hall. Os portões abrem às 19h30. Os ingressos podem ser adquiridos pelo site Ticket 360 https://www.ticket360.com.br/ingressos/28427/ingressos-para-zeca-pagodinho-40-anos-em-campinas. A realização do evento é da Oceania.

Ao longo de quatro décadas, o artista consolidou seu lugar como uma figura emblemática na música brasileira, conquistando corações com sua voz única e talento inigualável. Para celebrar essa impressionante trajetória, o embaixador de Xerém anunciou uma série de mega shows pelo país, que promete atrair fãs de todas as idades. Esta é uma realização com assinatura da Opus Entretenimento e Lado B Produções.

Zeca Pagodinho 40 Anos

A turnê “Zeca Pagodinho 40 Anos” levará o público a uma viagem musical repleta de sucessos que marcaram época, além de grandes clássicos de seu repertório, que compõem a riqueza do samba brasileiro.

Além de sua carreira musical, Zeca também é reconhecido por seu compromisso com a preservação e promoção do samba. Ele se tornou um defensor incansável da cultura brasileira, mantendo vivas as tradições do segmento e inspirando novas gerações a se conectarem com suas raízes.

Zeca Pagodinho iniciou sua carreira nas rodas de samba do subúrbio do Rio de Janeiro com a lendária roda do Cacique de Ramos. Desde criança, circulava entre sambistas de sua geração e das anteriores, até ter o talento revelado pela cantora Beth Carvalho, na década de 1980. O sucesso foi rápido e, em poucos anos, já era detentor de diversos prêmios, inclusive 4 Grammys Latinos. No ano de 2021, foi eleito pela revista Veja um dos 30 cariocas que mudaram a história da cidade nas últimas três décadas.

Zeca, que já gravou 24 álbuns de carreira e tem mais de 12 milhões de cópias vendidas, é famoso também por seu carisma e irreverência, sendo reconhecido pelo público e pela crítica como um dos maiores sambistas do Brasil. Além disso, o cantor está vivendo momentos intensos desde fevereiro do ano passado, quando foi enredo da Acadêmicos da Grande Rio e também escolheu 2023 para consolidar seu trabalho no exterior. No final de maio, ele embarcou para uma turnê pelos Estados Unidos e, em outubro, tocou em vários países da Europa, como Portugal, Inglaterra, Espanha e Suíça.

Para além da celebração dos 40 anos de carreira, essa tournée especial marca um testemunho do legado duradouro de Zeca Pagodinho. Sua inestimável contribuição para o samba e a música brasileira transcende gerações e será eternizada neste capítulo marcante de sua história.

Serviço:

Show Zeca Pagodinho

Data: 27 de julho

Horário: 19h30

Local: Royal Palm Hall – Rua Monsenhor Luís Fernandes de Abreu, 311 – Jardim do Lago Continuação – Campinas/SP

Mais informações: https://www.ticket360.com.br/ingressos/28427/ingressos-para-zeca-pagodinho-40-anos-em-campinas.

(Fonte: Estrategic Assessoria e Comunicação)