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Chico Chico apresenta EP “Espelho” no Sesc Pinheiros

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Thiago Pozes.

O carioca Chico Chico, cantor e compositor que transita por diversas vertentes da música popular brasileira e pop, apresenta no Sesc Pinheiros o EP “Espelho” no dia 18 de fevereiro, domingo, às 18h. “Espelho” traz um instrumental forte e a marcante performance vocal de Chico, enquanto “Entre prédios” – outra faixa do EP – adquire novas texturas, com um tom mais épico.

Chicão, como também é conhecido, carrega na bagagem parcerias e participações especiais com artistas, como Ana Cañas, Tetê Espíndola, Pedro Luis e Francisco Gil, entre outros. Assim como as parcerias, suas influências são diversas: Beatles, Jards Macalé, Luiz Melodia, Itamar Assumpção e BaianaSystem.

Seu primeiro álbum solo, “Pomares”, foi lançado em 2021 e recebeu uma indicação ao Grammy Latino de ‘Melhor Álbum de Música Popular Brasileira’, em 2022.

Confira a setlist prevista:

1 – Toada

2 – A Cidade

3 – Pra Tua

4 – O Tempo Nunca Mais Firmou (Chico e Sal Pessoa)

5 – Amarelo Amargo

6 – Chega

7 – Jogo de Chapéu (João Mantuano)

8 – Beradeiro (Chico César)

9 – Ribanceira

10 – Abismo (Tui e Matheus Lana)

11 – Espelho

12 – Como 2 e 2 (Caetano Veloso)

13 – Ninguém (Chico e Fran)

14 – Medo

15 – Mãe

16 – Motor (Teago Oliveira)

BIS:

17 – Sei que não

18 – Vale Quanto Pesa (Luiz Melodia)

19 – Largo do Machado.

Serviço:

Chico Chico

Dia 18 de fevereiro de 2024 – domingo, às 18h

Ingressos: R$15 (credencial plena), R$25 (meia) R$50 (inteira)

Local: Teatro Paulo Autran (1000 lugares)

Duração: 60 minutos

Classificação: 12 anos

Sesc Pinheiros – Rua Paes Leme, 195 – Pinheiros – São Paulo (SP)

Estacionamento com manobrista: terça a sexta, das 7h às 21h; sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h. Para atividades no Teatro Paulo Autran, preço único: R$12 (credencial plena) e R$18 (credencial MIS, credencial atividades e não credenciados ao Sesc).

(Fonte: Assessoria de Imprensa Sesc Pinheiros)

Curitiba receberá talento do jazz contemporâneo em março

Curitiba, por Kleber Patricio

Kamaal Williams. Fotos: divulgação.

A turnê internacional do destaque do jazz contemporâneo Kamaal Williams faz única apresentação em Curitiba, em março. O músico, que lançou recentemente seu quinto álbum, “Stings”, vem ganhando elogios da mídia especializada internacional. O show acontecerá no dia 21 do próximo mês na Ópera de Arame e faz parte da programação do Curitiba Jazz Sessions, produzido pela Planeta Brasil Entretenimento em parceria com a Goat Entertainment. Ingressos antecipados já estão disponíveis na plataforma Cheers App.

A revista britânica Clash tem apontado Kamaal Williams – ao lado de Yussef Dayes, com quem tem o projeto Yussef Kamaal e o selo Black Focus Records – como um nome que vem mudando a cena noturna do país. A cultura dos clubs e do jazz contemporâneo na Inglaterra vem destacando o artista por sua criatividade, especialmente na improvisação e liberdade em seus sets. A sonoridade do músico multi-instrumentista passeia por referências do jazz, hip-hop e música eletrônica, com forte presença do improviso em performances ao vivo.

Aos 34 anos, nascido em Londres, Henry Wu adotou o nome artístico Kamaal Williams. Filho de mãe tailandesa e pai britânico, ligado ao hip-hop e as comunidades africanas no Sul de Londres, o artista traz a multiculturalidade para suas produções. Aprendeu percussão, teclado, bateria e piano com um domínio da sonoridade que desembarca em faixas fluidas e bem construídas. Depois de lançar o álbum “Black Focus” (2016) com o baterista Yussef Dayes, teve três trabalhos solo: “The Return” (2018), “Wu Hen”(2020) e “Stings” (2023), além de um ao vivo em 2020.

Williams vem ao Brasil pela primeira vez. O músico será acompanhado por uma banda de primeira classe, para levar a plateia em uma viagem sonora única, no palco da Ópera de Arame.

O show de Kamaal Williams será realizado no dia 21 de março, a partir das 19h, na Ópera de Arame (Rua João Gava, 920). Os ingressos estão disponíveis na plataforma Cheers App. Mais informações nos perfis oficiais do evento e das produtoras no Instagram: @curitibajazzsessions, @planetabrasilentretenimento e @goat_entertainment_.

(Fonte: P + G Comunicação)

Sesc Belenzinho recebe Banda Bike

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Jake Hansen.

Em fevereiro, o Sesc Belenzinho recebe a Banda Bike. O show acontece na sexta, dia 16, no Teatro, com ingressos de R$15 (Credencial Sesc) a R$50 (inteira). A banda lança o vinil e apresenta seu quinto álbum, “Arte Bruta”. A produção do disco é assinada por Guilherme Held, que faz participação especial no show.

Bike é uma banda psicodélica de rock de São Paulo. Na estrada desde 2015, o grupo lançou 4 álbuns: “1943” (2015), “Em Busca da Viagem Eterna” (2017), “Their Shamanic Majesties Third Request” (2018) e “Quarto Templo” (2019) e o mais recente álbum “Arte Bruta” (2023). Nesses anos, incluíram muitas apresentações – foram mais de 400 shows em 16 estados brasileiros. No exterior, foram 4 tours com mais de 90 apresentações nos Estados Unidos, França, Alemanha, Itália, Bélgica, Escócia e País de Gales, além de dividir palcos com nomes com os tropicalistas de Os Mutantes e os norte-americanos The Black Angels e The Brian Jonestown Massacre. E também a única banda brasileira a ter um single lançado pelo 30th Century Records, do consagrado produtor norte-americano Danger Mouse. Recentemente, a Bike gravou sua primeira sessão na Rádio KEXP, em Seattle, com Julito Cavalcante (voz e guitarra), João Gouveia (baixo), Daniel Fumega (bateria), Diego Xavier (voz, guitarra). Participação de Guilherme Held (guitarra e voz).

Banda Bike

Dia 16 de fevereiro de 2024 – sexta, 21h

Local: Teatro (374 lugares)

Valores: R$50 (inteira); R$25 (Meia entrada), R$15 (Credencial Sesc)

Ingressos à venda no portal Sesc e nas bilheterias das unidades Sesc

Classificação: 12 anos

Duração: 90 minutos

Sesc Belenzinho

Endereço: Rua Padre Adelino, 1000 – Belenzinho – São Paulo (SP)

Telefone: (11) 2076-9700

Estacionamento: De terça a sábado, das 9h às 21h; domingos e feriados, das 9h às 18h

Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$5,50 a primeira hora e R$2,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$12,00 a primeira hora e R$3,00 por hora adicional

Transporte Público: Metro Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)

Sesc Belenzinho nas redes: Facebook | Instagram | YouTube.

(Fonte: Assessoria de Imprensa Sesc Belenzinho)

Livro mostra as consequências em escala global do crescimento do novo autoritarismo

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

Brasil, Estados Unidos, Peru, Ucrânia – são muitos os países que, em pleno século XXI, precisaram dar um passo atrás para lutar pela liberdade e pela democracia diante do surgimento de forças que querem o oposto: a concentração do poder a quase qualquer custo. Em seu novo livro, A Vingança do Poder (Editora Cultrix), Moisés Naím, escritor venezuelano, acadêmico e colunista internacional de grandes jornais e Ph.D em economia, faz uma análise notável das tendências, condições, tecnologias e comportamentos que estão contribuindo para este movimento e que ameaçam as instituições democráticas, citando exemplos de estratégias de líderes autoritários, inclusive de Jair Bolsonaro, no Brasil.

Naím se concentra nos três P’s: populismo, polarização e pós-verdade. Os três não são exatamente uma novidade; porém, quando combinados pelos autocratas de hoje, minam a vida democrática de um modo novo e assustador. Segundo ele, o poder não se transformou; no entanto, a maneira como as pessoas o enxergam e o exercem é que se deturpou de forma perversa e ambígua.  A Vingança do Poder conecta os pontos entre eventos globais e táticas políticas que, quando olhados em conjunto, mostram uma transformação profunda no poder e na política contemporânea.

“Cada época tem visto uma ou mais formas de malignidade política. O que estamos vendo hoje é uma variante revanchista que imita a democracia enquanto, indiferente a qualquer limite, continua a miná-la. É como se o poder político tivesse feito um balanço de todos os métodos que as sociedades livres inventaram ao longo dos séculos para domesticá-lo e tivesse decidido contra-atacar. É por esse motivo que penso nisso como a vingança do poder”, diz o autor.

Este é um livro atual e urgente, que esmiúça a origem e o desenvolvimento dessa nova forma maligna de poder político ao redor do mundo e mostra como ela corrói os fundamentos de uma sociedade livre – tanto em governos de direta quanto de esquerda. O autor analisa também como esta força autoritária se apoia em um núcleo compacto de estratégias para enfraquecer os alicerces da democracia e cimentar seu domínio nas mais diversas regiões, além de dar exemplos de lutas para proteger a democracia e, em muitos casos, para salvá-la. Ao fazer esta análise, ele disseca as abordagens de diversos autocratas como Donald Trump (EUA), Hugo Chávez (Venezuela), Viktor Orbán (Hungria), Rodrigo Duterte (Filipinas), Narendra Modi (Índia) Jair Bolsonaro (Brasil), Recep Tayyip Erdoğan (Turquia) e Nayib Bukele (El Salvador), entre muitos outros.

Naím detalha como as mesmas estratégias para consolidar o poder de forma autoritária brotam repetidas vezes em circunstâncias políticas, econômicas e sociais muito diferentes de tempos anteriores. Um livro importante para entender o futuro da democracia que, entre outras questões procura responder: Podem as democracias sobreviver aos ataques de aspirantes a autocratas dispostos a destruir os pesos e contrapesos que limitam seu poder? Como? Por que razão o poder está se concentrando em certos lugares enquanto em outros está se fragmentando e deteriorando? E a grande pergunta: qual é o futuro da liberdade?

Moisés Naím.

Sobre o autor | Moisés Naím é um grande acadêmico do Carnegie Endowment for International Peace e colunista internacionalmente prestigiado, com seu trabalho publicado em jornais como The New York Times, The Washinton Post, Newsweek, Le Monde e O Estado de São Paulo. Foi editor-chefe da Foreign Policy, ministro do Comércio da Venezuela e diretor-executivo do Banco Mundial. Naím é Ph.D em Economia pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts e doutor em Assuntos Internacionais pela American University. É também membro do Conselho de Relações Exteriores e membro honorário da Academia de Ciências Econômicas da Venezuela. Mora em Washington, DC, com a família.

Sobre o Grupo Editorial Pensamento | Mais que livros, inspiração. Desde 1907, o Grupo Editorial Pensamento publica livros para um mundo em constante transformação e aposta em obras reflexivas e pioneiras. Na busca desse objetivo, construímos uma das maiores e mais tradicionais empresas editoriais do Brasil. Hoje, o Grupo é formado por quatro selos: Pensamento, Cultrix, Seoman e Jangada e possui em catálogo aproximadamente 2 mil títulos, publicando cerca de 80 lançamentos ao ano. Ao longo de sua trajetória, o Grupo Editorial Pensamento aposta em mensagens que procuram expandir o corpo, a mente e o espírito. Mensagens que emanam energia positiva e bem-estar. Mensagens que equilibram o ser. Mensagens que transformam o mundo.

Serviço:

A Vingança do Poder

Autora: Moisés Naim

Editora: Cultrix

Páginas: 360

Preço: R$72,00 (versão impressa)/disponível também na versão e-book

Disponível para venda em www.grupopensamento.com.br e nas principais livrarias.

(Fonte: Aspas e Vírgulas)

Polinização de palmeiras como o açaí na floresta amazônica vale mais de R$700 milhões por ano

Amazônia, por Kleber Patricio

92% do valor monetário da polinização de abelhas e besouros deriva do açaí; cultura tem predominância no estado do Pará. Foto: Izaque Pinheiro/Embrapa Imagens.

Há pouco tempo, especialistas acreditavam que as palmeiras eram polinizadas principalmente pelo vento. Descobertas recentes mostram, no entanto, que a polinização dessas plantas, que resulta na produção dos frutos, depende de insetos como abelhas e besouros. Segundo estudo da Universidade Federal do Pará (UFPA) e do Instituto Tecnológico Vale (ITV) publicado na quarta (14) na revista científica “Arthropod-Plant Interactions”, o valor monetário do serviço feito por polinizadores na produção dos frutos das palmeiras da região amazônica chega a R$706 milhões por ano.

O açaí se destaca como cultura que depende de polinizadores para produção de frutos. Segundo as análises, 92% do valor monetário do serviço de polinização deriva desta produção agrícola, que tem predominância no estado do Pará.

A estimativa do valor da polinização foi feita por meio de análise de dados do Censo Agropecuário de 2017 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A análise apontou que o valor de produção de treze espécies de palmeiras da Amazônia Legal é equivalente a R$1,17 bilhões por ano. Cerca de 85% desse valor equivale à produção de açaí.

Algumas espécies analisadas dependem mais e outras menos do serviço de polinização, mas 60% do valor de produção agrícola das palmeiras vem do trabalho de polinizadores. No processo, os insetos transportam grãos de pólen de uma flor para outra, garantindo a produção dos frutos pelas plantas e a sobrevivência de outros insetos que se alimentam nas flores. Cerca de 61% dos valores da polinização estão associados exclusivamente à produção de frutos de palmeiras advindos de áreas de florestas. “As palmeiras são muito importantes para as comunidades tradicionais que, muitas vezes, são extrativistas, ou seja, entram na floresta e coletam frutos, fibras e amêndoas”, aponta Tereza Cristina Giannini, pesquisadora do ITV e uma das autoras do estudo. “Por isso, esses valores que levantamos provavelmente estão subvalorizados”, observa.

O cálculo chama a atenção para o valor dos polinizadores e para a importância de sua preservação. “Eles têm uma importância econômica muito grande e é mais fácil compreender esses serviços prestados principalmente por insetos para a produção de alimentos a partir de cifras monetárias”, diz Giannini. Entre os principais polinizadores das palmeiras amazônicas estão as abelhas e os besouros. Estes últimos, segundo os cientistas, merecem atenção. “As abelhas são campeãs na polinização, todo mundo sabe, mas os besouros são particularmente importantes para as palmeiras”, afirma William de Oliveira Sabino, pesquisador do ITV e coautor da pesquisa.

Os efeitos das mudanças climáticas sobre os polinizadores são um tema de preocupação para os cientistas. “Existe um ciclo de dependência entre as pessoas e a floresta que, por sua vez, depende de polinizadores para continuar existindo. Então, aquilo que afeta o habitat natural dos animais pode afetar, consequentemente, a produção agrícola”, explica Sabino. O pesquisador defende que é preciso pensar em soluções para preservar os processos de polinização na região Amazônica diante das mudanças ambientais.

(Fonte: Agência Bori)