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Jornalismo em Quadrinhos é tema de um curso no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc

São Paulo, por Kleber Patricio

Curso é com jornalista e autora de JHQ Gabriela Güllich, que apresenta as principais etapas de produção e publicação do gênero. Foto: divulgação/Sesc)

O Jornalismo em Quadrinhos é um formato já estabelecido, com diversas reportagens em veículos de informações, além de publicações específicas. HQ-reportagem como “Palestina”, de Joe Sacco, ou biográfica como “Maus”, de Art Spiegelman, são representantes desse formato com os diversos recursos jornalismos aplicados. Grandes premiações como o Eisner (EUA) ou o Prêmio Vladimir Herzog (Brasil) incluem títulos de JHQ entre seus finalistas, consagrando cada vez mais a linguagem tanto dentro dos espaços de HQ, quanto dos espaços de jornalismo tradicional.

No curso “Pensando o jornalismo visual: quadrinhos e expressões” os aspectos, os recursos dos quadrinhos e jornalísticos serão abordados em 4 aulas no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc, que acontecem de 26 de março até 4 de abril, sempre às terças-feiras, a partir das 10h30. As inscrições estão abertas e as vagas são limitadas.

A jornalista Gabriela Güllich, autora de “Filhas do Campo” e “São Francisco”, apresenta ferramentas para o público trabalhar narrativas jornalísticas em quadrinhos. Os frequentadores não precisam necessariamente desenhar. As principais etapas da construção de um produto de JHQ estão divididas em quatro aulas: 1 – Introdução ao JHQ; 2 – Roteiro e storyboard; 3 – Thumbnail, rabiscos e finalização e 4 – O que vem depois da HQ?.

Sobre a jornalista | Gabriela Güllich, jornalista e quadrinista. Atua nas áreas de direitos humanos e meio ambiente com foco em jornalismo visual. Venceu o Troféu HQMix com a HQ-reportagem “São Francisco”. Suas colaborações incluem a Revista O Grito!, Agência Pública, Mina de HQ, ((o))eco e Embaixada da França no Brasil.

CPF | O Centro de Pesquisa e Formação – CPF é um espaço do Sesc-SP que articula produção, formação e difusão de conhecimentos por meio de cursos, palestras, encontros, estudos, pesquisas e publicações nas áreas de Educação, Cultura e Artes.

Serviço:

Pensando o jornalismo visual: quadrinhos e expressões

De 26 de março a 4 de abril, terças-feiras, das 10h30 às 12h30

Inscrições em sescsp.org.br/cpf

Valores: R$18 / R$30 / R$60

Vagas: 30

Recomendação etária: a partir de 16 anos

Centro de Pesquisa e Formação – CPF Sesc

Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – 4º andar

Horário: De terça a sexta, das 10h às 21h; sábados, das 10 às 18h30

Tel: (11) 3254-5600 | centrodepesquisaeformacao@sescsp.org.br.

(Fonte: Sesc SP)

Cursinho Pré-Vestibular Herbert de Souza abre período de matrículas

Campinas, por Kleber Patricio

Cursinho está em operação na Vila União há 25 anos e só em 2024 já possibilitou a entrada de mais de 40 estudantes em universidades públicas, colégios técnicos e institutos federais. Fotos: divulgação.

O Cursinho Preparatório Herbert de Souza está com matrículas abertas para pessoas interessadas em prestar vestibular e/ou vestibulinho ao longo de 2024. Ao todo são 300 vagas, distribuídas em turmas no período matutino, diurno e noturno. As matrículas deverão ser feitas pessoalmente na sede da instituição até o dia 9 de março.

Em operação desde o ano de 1998, o Cursinho Alternativo Herbert de Souza foi fundado com o propósito de preparar jovens estudantes oriundos das escolas públicas para que estes disputassem as vagas com mais chances de inserção nas faculdades públicas, estaduais e federais. “Estudantes interessados podem ir diretamente à secretaria do Cursinho das 9h às 20h munidos de documento de identidade e comprovante de endereço”, aponta a professora, doutora em Educação e coordenadora administrativa do cursinho Márcia Anacleto, que também é ex-aluna do projeto.

Impacto

Só em 2024, o cursinho Herbert de Souza aprovou mais de 40 estudantes, tendo estes ingressado em universidades, colégios técnicos, institutos federais e concursos públicos. O cursinho é um projeto popular que atua há mais de 25 anos com educação preparatória para vestibular (Unicamp, USP, Unesp, Unifesp, UFRJ), vestibulinho (Cotuca, Cotil, Etecap, ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) e, mais recentemente, também passou a atender o público interessado em prestar concursos públicos.

O intento provou-se positivo e hoje a entidade coleciona histórias de homens e mulheres da periferia alunos de escola pública que, por meio do trabalho oferecido pelo cursinho, conseguiram cursar faculdade e, assim, em muitos casos, romper ciclos familiares de impossibilidade de acesso ao ensino superior.

Márcia Anacleto é uma destas histórias transformadas por meio da educação. “Estudei no Cursinho em 2000, enquanto trabalhava em uma empresa terceirizada. Os estudos e as aprendizagens que tive com professores e professoras que estudavam na Unicamp, USP, PUC, ampliaram minha visão de mundo e mostraram que era possível alcançar a universidade, àquela época muito excludente”, aponta Márcia.

Para a estudante Mary Barbosa, o cursinho Herbert de Souza foi definidor na entrada para a faculdade de História. “O cursinho Herbert de Souza foi essencial na minha trajetória até a faculdade. O Herbert me elevou a um nível de conhecimento maior, mas principalmente me despertou conhecimentos que eu já possuía, me despertou pertencimento a um povo que eu não considerava meu. Tive oportunidade de estudar de uma forma mais acolhedora e objetiva, e ter contato com estudantes da universidade que eu queria cursar: Unicamp. Com essa aproximação, ingressar na faculdade passou a ser algo mais tranquilo para mim, sem pressões, pois a abordagem no cursinho me proporcionou vivências e fatos que eu desconhecia sobre essa área. Por todo esse apoio e incentivo e a motivação ao acreditarem que eu era capaz, hoje me encontro matriculada na Unicamp cursando História”, comemora a estudante.

Auxílio Transporte e Alimentação

Tendo a proposta de atender o público da periferia e ciente da situação financeira que muitos estudantes atravessam, o Projeto Herbert de Souza oferece auxílio transporte e alimentação aos estudantes de baixa renda. “Os auxílios são fruto da parceria com o Projeto Colmeias, uma iniciativa da Pró-Reitoria da Unicamp com a Fundação FEAC, que oferece uma rede de apoio aos cursinhos populares”, esclareceu Márcia Anacleto.

A sede do Cursinho, na Vila União.

O projeto | O Projeto Herbert de Souza é um trabalho iniciado em 1998 por estudantes universitários que residiam nas imediações da Vila União e idealizaram um espaço onde as filhas e filhos de trabalhadores pudessem se preparar para o ingresso nas faculdades.

Com os lemas “Por uma universidade pública e popular” e “Pela difusão do conhecimento crítico”, integrantes do cursinho, com o apoio da comunidade, criaram e mantiveram espaço sem fins lucrativos, estabelecendo-se com uma alternativa aos estudos para o preparo aos exames vestibulares e vestibulinhos.

Serviço:

Matrícula Projeto Herbert de Souza 2024 – Curso Preparatório

A matrícula deve ser feita pessoalmente. Levar RG, CPF e comprovante de endereço

Até o dia 9 de março de 2024 (sábado), das 9h às 20h

Local: Rua Dusolina Leone Tourniex, 249 – Vila União – Campinas – SP

Mais informações:

Telefone: (19) 3223-0617

Whastaspp: (19) 98980-9272

Instagram: @cursinhoherbertdesouza.

(Fonte: Estúdio Una)

Atividade física do trabalho doméstico não ajuda a prevenir depressão — e pode até piorar quadro

Londrina, por Kleber Patricio

No contexto doméstico, atividade física foi associada por estudo a maior risco de sintomas depressivos em ambos os sexos. Foto: Cottonbro Studios/Pexels.

A relação entre a prática de atividade física e o indicativo de depressão em adultos brasileiros varia de acordo com o domínio em que essa atividade é realizada. Enquanto a atividade física realizada no tempo livre está associada a uma menor prevalência de sintomas de depressão, em outros domínios, especialmente no doméstico, a relação é inversa. Realizar atividade física durante os afazeres domésticos pode aumentar a chance de riscos de sintomas depressivos. Os resultados são de um estudo conduzido pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), no Paraná, e instituições parceiras, publicado na sexta (8) na revista científica Cadernos de Saúde Pública.

O estudo utilizou dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019 de mais de 88 mil adultos brasileiros para analisar como a prática de atividade física em diferentes contextos se relaciona com indicadores de depressão. Foram avaliadas atividades realizadas no tempo livre, por escolha do indivíduo, e atividades realizadas durante o cotidiano de deslocamento, afazeres domésticos e trabalho. A definição de atividade física foi ampla, englobando não apenas exercícios formais, mas também outras formas de movimento, como tarefas domésticas e deslocamento de um local para outro.

Os resultados da pesquisa relativizam a ideia do senso comum de que todo movimento conta e destacam a importância de considerar o contexto em que a atividade física é realizada. “Nossa pesquisa reforça estudos anteriores que indicam a importância de priorizar a promoção da atividade física durante o tempo livre. Este é o período em que as práticas são geralmente realizadas por escolha dos indivíduos, em contraste com os outros domínios, onde muitas vezes são realizadas por obrigação”, explica o pesquisador Mathias Roberto Loch, da UEL e autor do artigo.

O estudo também aborda uma diferença entre sexo e prevalência de depressão. A prática de atividade física relacionada ao deslocamento foi associada a uma maior prevalência de sintomas indicativos de depressão entre os homens, mas não entre as mulheres. Por outro lado, observou-se o oposto em relação à atividade física no ambiente de trabalho: as mulheres ativas nesse contexto apresentaram uma maior prevalência de sintomas indicativos de depressão em comparação aos homens.

Segundo Loch, os profissionais de saúde precisam entender a prática de atividade física para além do gasto energético. “Os resultados do estudo reforçam que é preciso focar mais em outros elementos, inclusive contextuais e simbólicos, da prática de atividade física”, afirma o pesquisador. Para ele, é essencial destacar o tempo livre como um domínio crucial para a prática de atividades físicas devido à sua associação com satisfação e escolha pessoal. Profissionais da saúde podem usar essa informação para direcionar estratégias mais eficazes de promoção da atividade física.

A depressão afeta 350 milhões de pessoas em todo o mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com a PNS 2019, um em cada dez indivíduos relataram diagnóstico médico de depressão. As informações do estudo podem ser usadas na formulação de políticas públicas de promoção de um estilo de vida mais ativo que melhore a saúde mental da população.

(Pesquisa indexada no Scielo – Fonte: Agência Bori)

Indaiatuba recebe ciclo de miniexposições fotográficas Foto no Café

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Penna abre o ciclo de exposições Foto no Café. Foto: Marcos Kimura.

O fotógrafo paulistano Paulo Preto, morando há dois anos em Indaiatuba, resolveu agitar o cenário da cidade. O projeto Foto no Café busca unir a arte da fotografia com a experiência sensorial de degustar um bom café. Profissional com passagens por diversas publicações como Trip, Monet, Diário Lance, além de trabalhos com assessoria de imprensa e agências de modelos, ele se mudou para cá em 2021 com a esposa Olivia Gênesi, cantora com diversos CDs gravados.

Em Foto no Café, Paulo convida o espectador a mergulhar em momentos únicos, capturados pelo olhar aguçado de diversos fotógrafos. A cada 30 dias, uma nova exposição leva para o ambiente acolhedor do Santa Ana Cafés Especiais (Rua Tuiuti, 1327, na esquina com Rua Idelfonso Stehle, em Indaiatuba, SP), o trabalho de um artista diferente, suas experiências e olhares em registros fotográficos que abordam diversas temáticas.

Para abrir o ciclo, convidou um artista da terra, Antônio da Cunha Penna, que além de fotógrafo (seu ganha pão no conhecido Estúdio Silva & Penna), é escritor laureado (Mapa Cultural Paulista), compositor e um dos criadores da Fundação Pró-Memória de Indaiatuba, hoje absorvido pela Secretaria Municipal de Cultura. A abertura acontece no dia 11 de março, a partir das 15h. Aposentado desde 2020, as dez fotos que compõem a mostra fizeram parte de algumas das exposições que ele montou ao longo de sua carreira.

1980: Romaria Indaiatuba a Pirapora

1981: Demolição do Cine Rex

1985: Colégio do Caraça (MG)

1987: 60º aniversário do E. C. Primavera

1992: Pessoas

1995: Cuba Sem Filtro

2000: Silêncio – Rumores.

Serviço:

Foto no Café, com Antônio da Cunha Penna

Onde: Santa Anna Cafés Especiais, Rua Tuiuti, 1327 – Cidade Nova – Indaiatuba (SP)

Quando: Abertura dia 11 de março, a partir das 15h.

(Fonte: Marcos Kimura)

Sinfônica de Campinas realizará concerto gratuito em Vinhedo no dia 9 de março

Vinhedo, por Kleber Patricio

A pianista e regente Priscila Bomfim. Foto: Ana Clara Miranda.

Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, a Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas apresenta um concerto na Igreja Matriz de Sant’Ana, em Vinhedo. A apresentação será no sábado, 9 de março, às 19h30, com a regência da maestrina Priscila Bomfim e da solista Camila Provenzale. A entrada é franca.

Esse concerto também celebrará os 110 anos da Paróquia Sant’ana e os 75 anos de emancipação do município de Vinhedo. O programa contém as obras “Les nuits d’été op.7”, de Hector Berlioz, para solista e Orquestra, e a Sinfonia nr.29 em Lá Maior, K.201, de Wolfgang Amadeus Mozart.

Priscila Bomfim

Além de seu reconhecido trabalho como pianista, Priscila tem desenvolvido ampla e crescente carreira como regente, realizando concertos com as principais orquestras sinfônicas do país, como a Orquestra Sinfônica Brasileira – OSB (RJ), Orquestra Sinfônica de Porto Alegre – Ospa (RS), Orquestra do Theatro São Pedro (SP), Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas (SP) e a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde trabalha há longos anos em suas produções de ópera. É regente da Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga, orquestra formada por alunas da rede pública do Rio de Janeiro e foi a primeira mulher a reger uma ópera na temporada oficial do Theatro Municipal do RJ.

Tem no currículo a direção musical e regência das óperas Eugene Onegin (Tchaikovsky), Cendrillon (Pauline Viardot), Orphèe (Philip Glass), Larilá (arrigo Barnabé), Dadá (Armando Lôbo), Protocolares (Mário Ferraro), Armida Abbandonata e Serse (Handel), Arianna a Naxos (Haydn), El barberillo de lavapiés (Barbieri), La Belle Hélène e Os Contos de Hoffmann (Offenbach), além das obras Pierrot Lunaire (Schoenberg) e Le Vin Herbé (Frank Martin).

Priscila nasceu em Portugal, onde iniciou seus estudos musicais, e é Mestre em piano pela UFRJ com um relevante trabalho de leitura à primeira vista ao piano.

Camila Provenzale

Ítalo-brasileira, nascida em São Paulo e residente em Zurique, Camila tem cantado com grandes orquestras e em importantes salas de concertos e casas de ópera pelo mundo. Foi laureada em vários concursos; dentre eles, o Concurso Internacional de Canto Neue Stimmen na Alemanha, o Concurso Maria Callas no Brasil e o Concurso Paris Opera no Théatre des Champs-Elysées. Cantou com a Orquestra Sinfônica de Viena sob regência de Paolo Carignani no Festival de Ópera de Bregenz e fez seu debut na França em 2017 como Condessa de Almaviva (As Bodas de Fígaro) na ópera de Toulon, mesmo ano em que cantou as Bachianas Brasileiras nº 5 de Villa-Lobos no Teatro Real de Madrid.

Em 2018 e 2019, foi regularmente convidada a cantar com Plácido Domingo em concertos em Ljubliana, Strasbourg, Valencia, Boston e Aarhus. Desde então, Camila interpretou vários papéis como Donna Anna (Don Giovanni) no Théâtre des Champs-Elysées, Paris; Hanna Glawari (Die Lustige Witwe) no Theatro Municipal de São Paulo; Mariana Alcoforado na estreia mundial da Ópera Monodrama Cartas Portuguesas de João Guilherme Ripper com a Osesp na Sala São Paulo; Fiordiligi (Cosí fan tutte) no Garsington Opera Festival em Londres; Pamina (A Flauta Mágica) no Teatro Solís de Montevideo e Palácio das Artes em Belo Horizonte; Bachianas n. 5 (Villa Lobos) com o K Ensemble em Dubai para a Cartier Foundation entre outros. Foi aclamada pela crítica internacional por suas performances como Micaela (Carmen, Bizet) com a Opera North Company na Inglaterra. É reconhecida por sua musicalidade singular também no repertório sinfônico, tendo cantado todas as sinfonias de Mahler, Carmina Burana e muitas obras de Beethoven, Mozart, Villa-Lobos bem como compositores contemporâneos como Edino Krieger, João Guilherme Ripper, entre outros.

Em 2022 e 2023, em celebração aos 200 anos da independência do Brasil, se apresentou com o projeto Villa-Lobos Amazon Forest Suíte em vários países com a Ópera de Rouen, Santa Cecília Orchestra, Philharmonie de Paris, Barbican-British Symphony Orchestra, e com a OSESP no Carnegie Hall.

As próximas performances incluem concertos com as orquestras de Luxemburgo, Frankfurt e Barcelona. Também em 2024, Camila canta Micaëla/Camen no Theatro Municipal de São Paulo e fará suas estreias como Cio-Cio-San em Madame Butterfly, de Puccini, e como solista na obra Vier Letzte Lieder, de Strauss.

Serviço:

Concerto da OSMC em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, aos 110 anos da Paróquia Sant’Ana e aos 75 anos de emancipação do município de Vinhedo

Dia: 9/3/2024 (sábado) – Hora: 19h30

Local: Igreja Matriz de Sant’Ana – Praça de Santana, Centro, Vinhedo (SP)

Entrada gratuita.

(Fonte: Prefeitura de Campinas)